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Steve Ballmer? Ou Satya Nadella? Com a palavra, Panos Panay

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Panos Panay é responsável pela linha de equipamentos Surface da Microsoft, e é uma das figuras mais importantes nos novos rumos que a empresa está tomando, e um dos que mantiveram o seu posto durante as gestões de Steve Ballmer e Satya Nadella. Logo, ele pode opinar sobre os dois executivos.

Durante uma entrevista para o GeekWire, ele foi questionado sobre qual ele prefere: o sereno e gentil Nadella ou o enérgico e visceral Ballmer. Panay não quis se comprometer, e levando em conta as fortes influências que Ballmer ainda possui na Microsoft, ele preferiu dar uma resposta bem política: “ambos são grandes à sua maneira”.

Não é uma resposta equivocada. Cada um deles fez coisas diferentes, e teve acertos e erros. Mas de um modo geral, as mudanças adotadas por Nadella tiveram um impacto muito positivo.

Sobre Panay, ele conseguiu algo que poucos acreditavam em 2012: colocar a linha Surface como um sério exponente de hardware, com produtos muito bem acabados e potentes, e que hoje são autênticos objetos de desejo de muitos consumidores.

Via GeekWire

Steve Ballmer entende que Windows Phone tem que executar aplicativos Android

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Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft e maior investidor individual da empresa, é notoriamente conhecido por suas declarações polêmicas. Algumas de suas ideias diferem da estratégia da atual diretoria executiva da empresa, e mais uma vez ele deu os seus pitacos sobre os rumos tomados pela gigante de Redmond.

Na reunião anual dos acionistas da Microsoft, Satya Nadella foi questionado sobre a ausência de aplicativos essenciais para o Windows Phone/Mobile. O CEO mencionou que os aplicativos universais são uma solução. A ambiciosa plataforma que a Microsoft está promovendo nos últimos dois anos, onde os desenvolvedores podem criar aplicativos para o Windows e executar em computadores, tablets, smartphones, HoloLens e Xbox.

Para Steve Ballmer, os aplicativos universais “não vão funcionar”. Pelo contrário: “A Microsoft tem que ativar no Windows Phone a execução de aplicativos Android”. Uma opção que a empresa já trabalha, através do Projeto Astoria, que contempla o port de aplicativos Android e iOS, mas que hoje está em pausa, a favor de um Windows Bridge menos ambicioso.

A presença da Microsoft no Android é cada vez maior, inclusive aberta a uma distribuição própria com aplicativos da Microsoft. Por outro lado, os aplicativos universais do Windows seriam uma solução mais “natural”. As críticas de Baller foram feitas durante a apresentação dos resultados financeiros da empresa, e o executivo quer ver lucros reais e margem de negócio para a divisão encarregada pela nuvem e pelo hardware.

A Microosft está sendo prudente e politicamente correta para lidar com a questão: “Desfrutamos de um diálogo regular com Steve, e suas opiniões são bem vindas, assim como fazemos com os nossos demais investidores”, afirmou Chris Suh, diretor geral da empresa para relações com os investidores.

Via Bloomberg

Steve Ballmer critica a Amazon, e vê a Microsoft como rival da Apple

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Em entrevista para a Bloomberg Business, Steve Ballmer deu opiniões muito interessantes sobre o cenário atual da tecnologia. Delas, duas se destacam: uma centrada na Amazon, e outra no passado da Apple, e no papel da Microsoft como rival dessa empresa.

Sobre a Amazon, Ballmer não gostou nada quando seu fundador, Jeff Bezos, se referiu à Microsoft como um “clube de campo”, e disse que a “cultura Microsoft” é muito forte, onde as pessoas trabalham muito duro e se esforçam para melhorar.

Ballmer destacou também que a concorrência entre Microsoft e Amazon se nota na caça aos novos profissionais, ressaltando que ninguém quer um posto na Amazon, já que “não é um bom lugar para trabalhar”, e que no caso de algum funcionário da Microsoft decida tentar a sorte na empresa de Bezos, acabara “voltando para casa” em um ou dois anos.

Sobre a Apple, Ballmer se mostrou mais benevolente. Lembra como o investimento da Microsoft e a volta de Steve Jobs salvaram a empresa, que se transformou na marca mais valiosa do mundo. Mas não deixou de dar a sua alfinetada, garantindo que, hoje, a Microsoft é a úncia que pode competir de igual para igual com a Apple.

Você concorda com Steve Ballmer?

Via Winbeta

Como Steve Ballmer salvou o Xbox 360 no seu lançamento

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Steve Ballmer foi um dos CEOs mais questionados e criticados da história, mas conseguiu tomar decisões acertadas à frente da Microsoft. Uma delas foi salvar o Xbox 360, algo que na época foi uma decisão muito complicada.

Muitos de nós sabemos como a primeira versão do Xbox 360 sofreu com o famoso problema do ‘3RL’ (ou ‘three red lights’, ou ‘luzes vermelhas da morte’), provocado pelo superaquecimento contínuo do SoC Xenon do console, que resultavam em danos internos que ‘matavam’ o videogame.

Tal SoC era fabricado em um processo de 90 nanômetros, e o sistema de dissipação do console não era competente para mantê-lo em boas temperaturas, algo que felizmente foi resolvido com as revisões do console, principalmente com a mudança da produção do SoC para um processo de 65 nanômetros.

Quando o problema do ‘3RL’ apareceu, a Microsoft teve que enfrentar uma difícil decisão, já que eles não sabiam realmente a profundidade do problema. Mas Steve Ballmer mostrou na época um grande compromisso com o console, e decidiu investir mais de US$ 1 bilhão para resolver o problema.

A aposta teve uma grande recompensa. O Xbox 360 foi o console de maior sucesso da Microsoft, com vendas totais que já superam as 84 milhões de unidades vendidas em todo o planeta. E contando.

Via Winbeta

Steve Ballmer é o autor do texto da “tela azul da morte”

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Honestamente? Não poderia ser outro. Steve Ballmer é a mente por trás do texto que indica que o sistema operacional Windows sofreu uma falha crítica, doravante conhecida como “tela azul da morte”.

A mensagem de erro existe desde o Windows 3.1, e o desenvolvedor Raymond Chen (da Microsoft) explica em seu blog que o ex-CEO da Microsoft era chefe da divisão de sistemas da empresa. Em um belo dia, ele visitou a equipe do Windows para ver no que eles estavam trabalhando. A ideia da mensagem de erro geral agradou Ballmer, mas o texto que aparecia na tela, não.

A equipe sugeriu que Ballmer poderia melhorar a mensagem, e ele aceitou o desafio. Ali então nascia a infame “tela azul da morte” que tanto atormentou as várias gerações de entusiastas da informática. A conhecida mensagem de erro já tem 22 anos de vida, e de forma curiosa, Bill Gates nunca gostou das combinações de teclas CTRL + ALT + DEL para reiniciar a IBM (e recentemente culpou a IBM, que não quis adicionar no teclado um botão específico para essa função, sendo obrigado a criar tal combinação de teclas.

Via Raymond Chen, The Verge

Steve Ballmer abandona em definitivo a Microsoft

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Steve Ballmer se despede em definitivo da Microsoft. Em setembro de 2013, ele abandonou a presidência da empresa, e Satya Nadella assumiu o seu lugar, mas ele ainda mantinha um posto no conselho administrativo. Hoje, ele renunciou a esse cargo.

A Microsoft publicou uma carta onde Ballmer se dirige diretamente à Nadella para se despedir da empresa. O ex-CEO expressa seu orgulho em ter dirigido a Microsoft durante 14 anos, e os motivos para a sua saída nada mais é do que assumir a chefia do time de basquete da NBA, o Los Angeles Clippers, que agora é de propriedade de Ballmer.

Apesar de abandonar a Microsoft, Ballmer segue como maior acionista individual da empresa, com 4.05% dos papéis da empresa, que alcançam hoje US$ 15 bilhões (segundo a consultora FactSet Research).

Assim, Steve Ballmer deixa o caminho completamente livre para Satya Nadella comandar a Microsoft. Bill Gates abandonou o conselho administrativo em fevereiro de 2014, quando Nadella foi nomeado o novo CEO. Porém, Gates ainda figura como um dos diretores da empresa.

Via Microsoft, Wall Street Journal

Steve Ballmer compra o Los Angeles Clippers (NBA) por US$ 2 bilhões

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Ok, eu sei que isso pouco tem a ver com o mundo da tecnologia. Mas o fato é que Steve Ballmer é sim um dos homens mais ricos do planeta, e se torna mais um da Microsoft a investir nos esportes. O ex-CEO da gigante de Redmond se comprometeu a adquirir o time de basquete da NBA Los Angeles Clippers, pela “bagatela” de US$ 2 bilhões.

Tudo começou com o escândalo racista criado por seu atual dono, Donald Sterling, que foi banido da NBA, multado financeiramente, e obrigado a vender a sua parte da equipe. Agora, para que Ballmer se torne proprietário dos Clippers, só resta esperar pela aprovação da própria NBA. Vale lembrar que a fortuna de Ballmer é estimada entre US$ 15 bilhões e US$ 20 bilhões, ou seja, pagar US$ 2 bihões é moleza.

O mais estranho é que o time foi avaliado em US$ 500 milhões, o que nos faz pensar que a venda foi supervalorizada de alguma forma. Rumores anteriores afirmavam que Magic Johnson tinha planos de adquirir os Clippers por esse valor, ao lado de Oprah Winfrey e do CEO da Oracle, Larry Ellison.

E sim… a foto acima mostra Ballmer ao lado do comissário da NBA, Adam Silver, em uma partida dos Clippers ocorrida no dia 11 de maio.

Ballmer não é o único da Microsoft envolvido nas franquias esportivas. O co-fundador da empresa, Paul Allen, é dono de, entre outros times, do atual campeão da NFL, o Seattle Seahawks.

Via ESPN

A compra da Nokia teria desencadeado a saída de Steve Ballmer da Microsoft

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Faz mais ou menos um mês que sabemos que Satya Nadella será o novo CEO da Microsoft, substituindo Steve Ballmer. E ainda que tudo aparentemente seja apenas sorrisos e desejos de boa sorte de todas as partes, alguns veículos especializados revelam bastidores muito mais tumultuados para todo esse processo de mudança na direção da gigante de Redmond.

A fonte do dramalhão mexicano da vez é ninguém menos que a Bloomberg, que revela que fontes próximas da Microsoft indicam como Ballmer foi o único defensor inicial da compra da Nokia. A defesa foi, segundo informam, exagerada, e Ballmer teria gritado para todos os membros da junta executiva da empresa – entre eles, Nadella – que formavam parte da decisão final dessa compra.

Segundo a matéria da Bloomberg, vários diretores da Microsoft, incluindo Nadella e Bill Gates, não viam com muita clareza e segurança essa questão da compra. E a dúvida surgia: deveria a Microsoft se transformar em uma empresa de hardware, sendo uma empresa de software?

Ballmer simplesmente gritava – algo que, segundo as fontes, poderia ser ouvido fora da sala de reuniões – que sim, e ameaçava abandonar o seu posto de CEO, caso as coisas não acontecessem do jeito que ele queria.

Aquela reunião, ao que tudo indica, marcou o futuro de Ballmer na Microsoft. Ainda que Nadella tenha apoiado a compra da Nokia, outros executivos da empresa se mantinham contrários ao negócio. Entre os opositores estava Tony Bates, que recentemente anunciou que estava deixando a Microsoft, sendo essa uma das primeiras consequências após o anúncio do novo CEO da empresa.

De fato, Ballmer queria comprar não apenas a divisão móvel, mas também a divisão de mapas da Nokia, algo que a Microsoft não precisava na prática. Ao menos ele conseguiu que a diretoria aceitasse a compra da divisão mobile – que era o que realmente importava -, mas aquela reunião foi chave para todos os acontecimentos dos meses seguintes. Ballmer não se sentiu apoiado por Gates, e isso teria pesado para uma aparente antecipada decisão de abandono do posto de CEO, logo depois de anunciar uma grande reestruturação da empresa.

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A busca pelo novo CEO da Microsoft foi algo complexo. Alan Mulally, CEO da Ford, era um candidato recomendado inclusive pelo próprio Ballmer, mas o mesmo nunca quis manter uma entrevista de trabalho formal com a Microsoft. Alguns afirmam que Alan estaria preocupado se teria um verdadeiro poder de decisão ou não, algo que fez com que ele mesmo se retirasse do processo de seleção.

Os membros do conselho encarregado em buscar o substituto de Ballmer pareciam ter mais interesse em alguém com capacidade de gestão, do que alguém com “pedigree tecnológico”, e isso fazia de Mulally um candidato ideal. Por outro lado, Alan reforçou o seu compromisso com a Ford, e o seu nome foi abandonado em definitivo.

Por outro lado, Steve Mollenkopf, COO da Qualcomm na época, era outro forte candidato ao posto, mas 24 horas depois de ser revelado que o citado era um dos fortes candidatos na Microsoft, a própria Qualcomm anunciava o executivo como o próximo CEO da empresa, algo que foi efetivado ontem (04).

Nadella, que até então provavelmente não estava encabeçando esse processo de seleção, encontrou caminho livre. Nem mesmo o nome de Stephen Elop (ex-CEO da Nokia) parecia ser especulado nos escritórios da Microsoft. E o resto, é história.

Via Bloomberg

Satya Nadella pode ser o novo CEO da Microsoft, e Bill Gates pode abandonar a presidência do conselho administrativo

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De acordo com a agência de notícias Bloomberg, Satya Nadella é o nome escolhido como novo CEO da Microsoft. O seu nome deve ser anunciado a qualquer momento, e pode acontecer quase ao mesmo tempo do anúncio da saída de Bill Gates do cargo de presidente do conselho administrativo da empresa.

Nadella tem 47 anos de idade, 22 dedicados à Microsoft. É um dos executivos mais valiosos da gigante de Redmond. Mesmo não sendo muito conhecido do grande público, este engenheiro transformou a divisão empresarial da Microsoft em algo praticamente imbatível, principalmente quando começou a abordar a comercialização de serviços profissionais na nuvem, como o Azure. É muito em parte por causa de Nadella que a Microsoft segue com boa saúde financeira.

Nadella era um dos favoritos para a vaga. Sua trajetória na Microsoft é brilhante, ele conhece profundamente a realidade da empresa e da indústria, e tem gabarito para assumir o posto. Com o nome de Alan Mulally (CEO da Ford) fora da disputa, a lista de candidatos a substituto de Steve Ballmer ficou restrita aos funcionários da própria Microsoft.

Provavelmente soe um pouco mais surpreendente a possibilidade de Bill Gates abandonar o seu posto na presidência do conselho administrativo da Microsoft. Ainda segundo as fontes da Bloomberg, a junta diretiva está discutindo se Gates deve seguir como presidente, e supervisionando a estratégia a longo prazo da empresa. Pelo menos um membro do conselho teria expressado o seu desejo de substituir o atual presidente, mas Gates poderia manter um papel ativo na empresa, “dependendo dos desejos do conselho e do novo CEO”.

A Bloomberg não revelou os motivos que teriam levado o conselho a pensar em buscar um novo presidente, porém, nos últimos meses, os rumores são fortes que o novo CEO da Microsoft se sentiria muito mais livre para decidir se a velha guarda ficar em segundo plano. Tanto Gates como Ballmer devem seguir ocupando postos executivos de grande influência dentro da companhia, mas ambos com um menor poder de decisão.

Seja como for, essas são as informações passadas pela Bloomberg. A Microsoft deve tornar a sua decisão pública em muito em breve, de movo que nos resta então seguir esperando e especulando sobre as possíveis repercussões da escolha de Nadella e a possível substituição de Gates.

Via Bloomberg

Microsoft vai anunciar seu novo CEO no começo de 2014

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Nove meses. Esse é o tempo que resta para Steve Ballmer no comando da Microsoft, e a busca do seu substituto não está sendo uma tarefa a ser cumprida de última hora. A junta diretiva da gigante de Redmond está utilizando esse tempo de forma valiosa, analisando os currículos de diferentes executivos, com olhos de lupa. E, segundo as últimas informações, parece que o conselho da Microsoft encontrou o candidato ideal. Pelo menos no perfil.

Segundo informa John W. Thompson, membro da junta diretiva da Microsoft, que passou as informações no própiro blog oficial da Microsoft, a única coisa que está certa nesse momento é que a lista de candidatos em potencial está ficando cada vez menor, e que a comissão encarregada em encontrar um novo CEO para a empresa terá completado a sua missão “na primeira parte de 2014”.

Obviamente, Thompson não tem o menor interesse em revelar quais são as pessoas que podem acabar tomando as rédeas da Microsoft, mas revelou um detalhe muito importante: a lista original passou de “mais de 100 possíveis candidatos” para “um grupo de apenas 20 nomes”, o que nos leva a crer que o processo de seleção está sendo longo, criterioso e até exaustivo. E o principal: ainda há muito trabalho a ser feito.

Seja como for, é possível que nem sequer conheçamos o sucessor de Ballmer logo após a escolha ser considerada definitiva, de modo que não devemos esperar por uma fumaça branca saindo dos chaminés da sede da empresa em Redmond nas primeiras semanas de 2014. Até porque o “começo do ano” pode soar bem relativo (para muitos, o ano só começa depois do Carnaval).

Via TechNet

Steve Ballmer explica os motivos de sua demissão: “não pude mudar a Microsoft na velocidade necessária”

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Qual poderia ter sido o motivo para que Steve Ballmer decidiu, em um dia qualquer, apresentar a sua demissão do posto de CEO da Microsoft, determinando o fim de sua trajetória na empresa, que começou desde os primeiros dias da mesma? Pois bem, Ballmer decidiu falar sobre o assunto.

Fato é que não era segredo para ninguém as divergências entre os membros da cúpula diretiva da empresa pela maneira que a Microsoft deveria encarar o futuro. Mas agora ao menos sabemos da boca do próprio Ballmer que sua saída foi voluntária, motivada pela sua incapacidade de conduzir a Microsoft para uma nova direção, com a velocidade que os seus diretores desejavam.

Em uma entrevista para o Wall Street Journal, Ballmer reconhece que se encontrava sob uma intensa pressão exercida por acionistas e executivos máximos da Microsoft, que desejavam a aceleração do processo na conversão da gigante de Redmond em uma empresa de dispositivos e serviços. As exigências começaram em janeiro de 2013, e em maio, Ballmer se deu conta que a sua própria filosofia e estilo de liderança estavam reduzindo a velocidade dessa transição.

Convencido de que a Microsoft precisava de sangue novo para impulsionar essa reestruturação, Ballmer decidiu pedir demissão, e ceder o seu cargo para um novo CEO capaz de promover as mudanças na velocidade exigida pelos mandatários da empresa.

Por enquanto, não existe um claro favorito para essa vaga, mas seja lá quem for o executivo escolhido para assumir as rédeas da Microsoft, terá que reconhecer os méritos de um executivo que foi capaz de descer do pedestal para o bem da própria empresa que dirigia. E, convenhamos, essa medida não é lá muito comum de se ver no mundo empresarial atual.

Via Business Insider, Wall Street Journal

Há 30 anos, Bill Gates apresentava ao mundo o Windows

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Você pode não gostar do Windows. É seu direito. Você pode achar o Windows “uma porcaria”. Também é seu direito (apesar de discordar de você). Agora, você não pode negar que foi o Windows o sistema operacional que mudou o rumo das coisas no mundo da informática de forma definitiva e decisiva, mais do que qualquer outro sistema  operacional lançado.

O Windows 1.01 foi oficialmente apresentado em 10 de novembro de 1983 pelo próprio Bill Gates, mas só chegou ao mercado dois anos depois, em 20 de novembro de 1985. E, mesmo assim, ainda não era um sistema operacional completo. Era uma interface gráfica do MS-DOS, sistema operacional principal.

Porém, mesmo que as primeiras versões do Windows não possam ser chamadas de sistemas operacionais independentes, elas já apresentavam recursos e funcionalidades típicas dos sistemas operacionais atuais, além de contar com arquivos que identificam os periféricos presentes no computador, denominados drivers.

O tempo e a história mostrou que o Windows se tornou o sistema dominante no mundo dos computadores pessoais, com mais de 90% de cota de mercado, derrotando inclusive o Mac OS, que foi apresentado ao mundo em 1984. Um dos motivos para isso acontecer não se limita a alguns recursos que o sistema da Apple não ofereciam na sua época (como, por exemplo, o “recortar e colar”), mas principalmente pela tática agressiva da Microsoft em fechar acordos exclusivos com os principais fabricantes de PCs e componentes.

Diferente do MS-DOS, o Windows permitia ao usuário a execução de múltiplos aplicativos em uma interface gráfica de forma simultânea, além de um multitarefa cooperativo funcional. Já contava com sistemas de memória virtual de software, permitindo assim a execução de aplicativos com maior tamanho que a memória física disponível no equipamento.

Avançando para o presente, a Microsoft lançou em outubro de 2013 o Windows 8.1, primeira grande atualização do Windows 8, lançado em 2012. Vai ser interessante ver como a Microsoft vai tornar o Windows vivo nos próximos anos, ainda mais levando em consideração que o mercado de PCs se torna algo cada vez mais de nicho, com fortes retrações em função das vendas cada vez maiores dos tablets e smartphones.

De qualquer forma, a marca deve ser comemorada sim. Ser líder de um segmento por 30 anos é algo muito difícil no mundo da tecnologia.

 

Via Gizmodo

Microsoft quer definir o seu novo CEO antes do final de 2013

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Que os dias de Steve Ballmer como CEO da Microsoft estão contados, todo mundo já sabe. O que não sabemos é quem vai ocupar o seu lugar. Desde o dia do anúncio da saída de Ballmer da gigante de Redmond, muitos são os rumores em torno do nome do seu sucessor. O último rumor relacionado ao assunto é que a Microsoft está com pressa para encontrar a pessoa que vai ditar os rumos da empresa nos próximos anos.

Entre os candidatos, temos nomes já conhecidos e comentados nos principais sites de tecnologia: Alan Mulally, CEO da Ford, Stephen Elop, antigo CEO da Nokia, ou até mesmo pessoas de dentro da própria Microsoft, como Pau. Maritz ou Tony Bates. Até mesmo o nome do CEO do eBay, John Donahoe foi citado, mas o próprio já descartou a mudança de casa.

Hoje, quem mais tem chances de assumir o post é mesmo Stephen Elop. Depois da anunciada aquisição da Nokia pela Microsoft, Elop voltou para Redmond, e ele conhece muito bem a empresa finlandesa, e principalmente, aquilo que vale a pena absorver dela nos próximos meses. O único fator contra Elop é a sua indicação para o posto de diretor de um novo segmento da Microsoft, que englobaria tanto a Nokia como a divisão do Xbox e desenvolvimento de tablets e novos dispositivos móveis.

Em todo caso, desde que Ballmer decidiu criar um ambiente Windows “universal” (ou “tudo em um”), essa nova divisão esperava alguém para coordenar todo esse momento de mudança. E poucos nomes são tão recomendados quanto o de Steven Elop, pelos motivos que citamos no parágrafo anterior.

Resta saber se o tempo vai mostrar se a Microsoft vai buscar uma solução de fora para organizar a casa, ou vai apostar em algum santo de casa, mantendo assim a tradição de “negócio familiar”, que perdura na empresa desde a sua criação.

Via The Verge

Steve Ballmer fala do futuro da Microsoft, em uma carta dirigida aos acionistas

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Não é a carta de despedida de Steve Ballmer. Nem mesmo a carta de confissão dos seus pecados. Ballmer ainda tem mais alguns meses de trabalho na condição de CEO da Microsoft, e por conta disso, decidiu compartilhar com os acionistas da empresa como ele vê o futuro da mesma.

A carta dirigida aos acionistas detalha a visão de Ballmer sobre o futuro da Microsoft em curto prazo. O documento não tem nenhuma revelação bombástica, e mais parece uma declaração para estímulo emocional do que um documento que possa ser relevante para o mercado de tecnologia como um todo. Mesmo assim, achei interessante que vocês soubessem o que Ballmer está pensando.

Ballmer fala sobre o processo de reestruturação da Microsoft, sobre a consistência das interfaces de produtos, sobre o lançamento do Windows 8 e sobre a polêmica compra das divisões móveis da Nokia. Em cada tópico, o executivo detalha o quão importante cada movimento é para a empresa, e explica que a Microsoft deve se concentrar agora na fabricação de “uma família de dispositivos e serviços para indivíduos e usuários corporativos”, que se focarão em “atividades de elevado valor”, como os jogos e a comunicação com clientes, família e amigos.

Não é surpresa para ninguém que o desejo da Microsoft hoje é criar um ecossistema de produtos, oferecendo uma experiência de uso universal, através da interface “Metro”. Xbox, Windows 8 e Windows Phone 8 já trabalham nessa filosofia, e a ideia agora é investir em produtos onde um dos pontos principais para apelo de venda é justamente esse: a mesma experiência de uso, em diferentes dispositivos, com o objetivo de aproximar pessoas.

Ballmer também indica que a empresa que ele dirigiu será líder de mercado em hardware e serviços, aproveitando a experiência com produtos voltados prioritariamente para os consumidores, como o Skype (por exemplo), que serão utilizados como uma plataforma de lançamento para o desenvolvimento de novas ofertas empresariais. O executivo garante que, mesmo que ele deixe a empresa (algo que vai acontecer em menos de um ano), o futuro da  Microsoft é promissor, e afirma estar otimista “não apenas como CEO, mas também como investidor que valoriza suas ações”.

Obviamente, o parágrafo anterior foi um claro exercício de futurologia de Steve Ballmer. Se tudo isso vai acontecer do jeito que ele vislumbra, só o tempo vai dizer.

A íntegra do comunicado de Ballmer para os acionistas da Microsoft está disponível nesse link.

Rumor: Acionistas da Microsoft indicam o CEO da Ford como sucessor de Steve Ballmer

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O comitê responsável pela decisão de escolher um substituto de Steve Ballmer no posto de CEO da Microsoft pode ter encontrado um nome. Rumores dão conta que os acionistas da empresa indicam o nome do CEO da Ford, Alan Mulally, para o posto. A notícia aparece apenas um mês depois de Ballmer anunciar a sua saída voluntária da empresa, alegando que a Microsoft precisava de um líder que estivesse “mais adaptado às novas tendências de produção do mercado de tecnologia”.

Apesar da clara falta de habilidade demonstrada por Ballmer para lidar com a concorrência, e uma queda no valor de mercado da empresa no ato de sua admissão, o CEO foi uma figura chave durante esse começo de mudanças na Microsoft. Obviamente, não podemos descartar o crescimento da Google e da Apple nesse meio tempo, o que fez com que a empresa de Cupertino perdesse a sua presença em vários segmentos de mercado.

Essa junta especial da Microsoft elaborou uma lista de 40 candidatos para substituir Ballmer. Mulally foi recentemente questionado sobre o interesse da gigante de tecnologia em contratá-lo, e este respondeu que estava “absolutamente focado” no seu cargo na Ford. Mas como em toda grande contratação, você não vai falar do seu futuro emprego enquanto você ainda está no atual, não é mesmo?

Um detalhe que reforça o rumor da contratação de Mulally é o fim do seu contrato com a Ford em 2014.

Outro nome que recebeu destaque entre os acionistas foi o do CEO da Computer Sciences, Mike Lawrie. Mike e Alan gozam de certa fama dentro do mercado financeiro, e são reconhecidos pelas habilidades em recuperar empresas.

Via Daily Tech

Stephen Elop não é mais o CEO da Nokia… para ser o futuro CEO da Microsoft?

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Com a compra da Nokia por parte da Microsoft (não, você não leu errado, isso não é um pesadelo… clique aqui para ler), Stephen Elop deixa o cargo de CEO da empresa finlandesa para passar a dirigir a divisão de dispositivos e serviços, na posição de vice-presidente executivo. Basicamente era o mesmo posto que ele ocupava na Microsoft antes dele se transferir para a Nokia. A transição acontece quando a aquisição for concretizada.

Segundo a Nokia, essa mudança de função vai ajudar a reduzir os conflitos de interesses durante a transição de Elop, justamente por causa do seu passado com a Microsoft. Risto Siilasmaaa, presidente do conselho diretor da Nokia, vai assumir provisoriamente o posto de CEO da empresa, enquanto eles procuram um novo executivo para ocupar essa vaga.

Enquanto isso, outros nomes de destaque dentro da Nokia como Jo Harlow, Chris Weber, Juha Pukiranta e Timo Toikkanen seguirão os passos de Elop, e passam a ser funcionários de divisões da Microsoft. Marko Ahtisaari, chefe de design dos filandeses, decidiu abandonar a empresa por livre e espontânea vontade, e abandona o seu cargo em 30 de novembro para “voltar a perseguir outras oportunidades empresariais”. E aqui temos uma importante baixa nessa operação de compra.

Basicamente, quase todos os executivos mais representativos da Nokia serão assimilados pela Microsoft quando a compra for concretizada. Muito provavelmente isso já estava planejado de forma antecipada para evitar possíveis problemas de liderança.

Isso significa que a estratégia de produtos da Nokia permanecerá sem grandes mudanças a curto e médio prazo? Essa é uma pergunta que ainda não tem uma resposta concreta.

Mas… e quanto à Elop? Ele pode mesmo ser o futuro CEO da Microsoft, graças aos “serviços prestados” durante esses anos na Nokia? Segundo Steve Ballmer, sim.

Alguns rumores já apontava, para isso, e um pouco mais de lenha foi jogada nessa fogueira depois de uma entrevista do atual CEO (futuro ex-CEO) da Microsoft, Steve Ballmer, para o jornal The Seattle Times. Ballmer afirmou que Elop “passará de uma candidatura externa para uma candidatura interna” (uma vez que ele volta a fazer parte do grupo de funcionários da Microsoft). Com isso, Ballmer confirma as especulações que giram em torno do nome daquele que dirigiu a Nokia nos últimos anos.

Muitos acreditam que essa é uma bola cantada. Ainda não imagino que isso vai acontecer dessa forma, ou se Elop for o escolhido, não será anunciado tão já. Prefiro esperar os próximos acontecimentos sobre esse processo de compra, e observar mais os movimentos da Microsoft. De qualquer forma, é inegável que Elop larga na frente na disputa pelo posto de CEO da Microsoft. Só não acredito que ele é o nome preferido pelo tal conselho que vai decidir quem val liderar a gigante de Redmond nos próximos anos.

Via Nokia, Windows Phone Central, Seattle Times

Steve Ballmer anuncia a sua saída do posto de CEO da Microsoft

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Steve Ballmer, uma das figuras mais carismáticas, excêntricas e controversas do mundo da tecnologia, acaba de deixar esse mesmo mundo tech atônito com o anúncio de sua saída do posto de CEO da Microsoft dentro de 12 meses. O anúncio foi feito através de um e-mail assinado por Ballmer para os funcionários da Microsoft, onde ele “se despedia” de seus trabalhadores e parceiros.

O e-mail também conta com o comunicado de imprensa oficial do CEO, que destaca o quanto que a Microsoft cresceu nas mãos de Ballmer. Vale lembrar que o executivo é um daqueles que participou dos momentos iniciais da Microsoft, quando a empresa contava com apenas 30 funcionários.

O comunicado não deixa muito claro os motivos que levaram Ballmer a tomar essa decisão, ou quais são os seus planos para o futuro, mas informa que ele ainda segue sendo “um dos principais proprietários da Microsoft”, e que se trata de uma saída “emotiva e difícil” para ele. Resumindo: Ballmer simplesmente “pediu para sair”.

Também não temos nenhuma pista sobre quem pode ser o seu sucessor como CEO da empresa. Ballmer vai seguir no posto até agosto de 2014, e até lá, um comitê formado por John Thompson, Bill Gates, Chuck Noski, Steve Luzco e outras pessoas consideradas emblemáticas dentro da Microsoft será formado para escolher o próximo líder máximo da empresa.

Palavras de Steve Ballmer:

Não há um momento perfeito para esse tipo de transição, mas agora é um bom momento. Não embarcamos em uma nova estratégia com uma nova organização, e temos uma equipe sênior de liderança incrível. Meus pensamentos originais se inclinavam por realizar minha retirada até a metade da transformação da companhia, de modo que ela fique mais orientada aos dispositivos e serviços. Para esta mudança de direção, precisamos de um CEO que ficará por aqui durante um longo prazo.

Uma coisa está bem clara: a lacuna que Ballmer vai deixar será bem difícil de ser preenchida, e não estou me referindo apenas aos seus momentos chamativos durante as apresentações da Microsoft, mas principalmente pelo fato de ser uma transição complicada para a empresa como um todo. Se por um lado o segmento de PCs segue definhando (e a Microsoft é a principal prejudicada, por reter quase 90% desse mercado), por outro lado, a mesma Microsoft luta com unhas e dentes para se estabelecer no segmento mobile, com o Windows 8 (nos tablets) e o Windows Phone 8 (nos smartphones).

Dada a magnitude do assunto, não duvidamos que mais notícias apareçam em breve.

Via Microsoft

Bill Gates de volta ao posto de CEO da Microsoft?

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Na verdade, esse não é um rumor “novo”. A possibilidade da volta de Bill Gates ao posto de CEO da Microsoft paira no ar desde que o próprio deixou as suas atividades de conselheiro na gigante de Redmond, para se dedicar completamente às suas causas filantrópicas. Porém, os rumores voltaram a tomar força quando o site australiano IBTimes garantiu que a volta de Galtes para a Microsoft como CEO poderia acontecer nos próximos meses, em uma nova reestruturação interna da empresa.

Obviamente, a Microsoft não confirma o assunto, e Bill Gates nunca deixou transparecer que essa ideia passava pela sua cabeça. E nem iria. Mas, de fato, ele mesmo dava sinais claros que o seu ciclo na Microsoft já tinha se encerrado. Mas quem está próximo à gigante de Redmond sabe que não é bem assim.

Em uma de suas intervenções mais recentes na Microsoft Research Faculty Summit 2013, Gates deixou claro que toda a sua vida atual está dedicada a resolver os problemas dos menos favorecidos, e que não tem a menor intensão de deixar de aproveitar nenhuma porcentagem de tempo que utiliza na fundação que conduz com sua esposa, Melinda Gates.

Palavras firmes, de um homem decidido, certo?

Porém, muitas pessoas que eu conheço criticam a pessoa de Steve Ballmer como CEO da Microsoft, e diversos especialistas em tecnologia afirmam que o cara do “developers, developers, developers” nada mais é do que “o nada” dentro da empresa.

Particularmente, discordo e muito dessa forma de ver o mundo (e Ballmer, especificamente). Temos que lembrar que foi nas mãos de Ballmer que o Windows AINDA é o sistema operacional mais utilizado nos computadores pessoais do planeta, que foi Ballmer que estava à frente da Microsoft no momento de ascensão do Xbox 360, no nascimento do Kinect, e que de certa forma, é ele que está bancando a briga ao lado da Nokia para ocupar algum espaço no mundo mobile.

Ballmer é hoje o símbolo máximo da tentativa da Microsoft se renovar ou se reinventar, buscando se aproximar do consumidor.

Por outro lado, é inegável que apenas pelo carisma que Bill Gates tem aos olhos de muitos, a sua volta à Microsoft como CEO seria uma grande alegria para milhões de consumidores, milhares de funcionários, empresas parceiras da gigante de Redmond em diferentes segmentos de tecnologia, muitos blogueiros e jornalistas de tecnologia (eu inclusive), que passariam a ter assunto de balde, e até mesmo os investidores da empresa se animariam muito com esse retorno.

steve

Uma coisa é fato consumado: a Microsoft se reinventou por completo nos últimos anos. Produtos, estrutura interna e até mesmo a sua forma de trabalhar mudou. A intensão clara da gigante de Redmond é ser uma empresa mais aberta, próxima das pessoas, adaptada aos tempos modernos. Enfim, uma empresa mais “cool”.

Vendo esse cenário, não faz muito sentido que Bill Gates, que apesar ser mais carismático que Ballmer, não possui essa aura de renovação, possa nesse momento tomar as rédeas da Microsoft novamente. Ainda mais quando a empresa está tentando olhar para o futuro, e não para o passado.

Não resta dúvidas que a Microsoft não é a mesma sem Bill Gates, ainda que Ballmer tenha um cargo quase que meramente representativo (já que muitos acreditam que é Gates quem segue dando as canetadas nos bastidores, algo que é bem plausível). Para muitos, seria o máximo ver mais uma vez Gates em um keynote de um lançamento importante, mas essa é uma imagem que muito provavelmente não voltaremos a ver. Não são poucos que gostariam que os tempos dourados da Microsoft voltassem, e que “Tio Bill” estivesse na frente da empresa para isso.

Os novos nomes cada vez mais conhecidos da Microsoft devem substituir Steve Ballmer mais cedo ou mais tarde. Obviamente, será alguém da própria Microsoft, que não se distancie muito dos planos traçados pela empresa durante esses últimos anos. Para que Bill Gates volte a comandar a Microsoft, seria necessário acontecer uma quantidade absurda e subsequencial de erros (ou uma hecatombe de dimensões sem precedentes, o que vier primeiro) dentro da Microsoft.

Algo que não deve acontecer tão cedo. Ballmer é CEO da empresa desde 2008, e cinco anos depois, a Microsoft ainda não afundou. Pelo contrário. É uma empresa que registra lucros consecutivos a, pelo menos, sete trimestres fiscais consecutivos. E nas mãos de Ballmer, vejam vocês.

É evidente que Bill Gates tem que se assegurar completamente que os caminhos que a Microsoft vai tomar são os mais adequados para que a empresa siga financiando seus projetos de luta contra a pobreza. Mas, muito além disso, não devemos ter esperanças de voltar a vê-lo apresentando as novidades da Microsoft em um palco de algum grande evento.

Esse tempo, meus amigos, já passou. Vamos seguir em frente.

Com informações do IBTimes.com

Estaria mesmo a Nokia consierando adotar o Android (finalmente)?

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Stephen Elop e Steve Ballmer. Já é de conhecimento público que eles já não formam um “casal feliz”. E isso acontece mesmo com Elop dizendo que a relação da sua empresa com a Microsoft é considerada “especial”.

A Nokia é sempre relutante e reticente em revelar os números de suas vendas relacionadas ao Windows Phone. E a Microsoft, apesar de afirmar que as vendas de smartphones com o seu sistema operacional terem quadruplicado em um ano, não colocam a fabricante finlandesa como principal responsável desse sucesso. Aliás, nem a considera como principal parceira, decidindo dividir o seu prestígio com “outras” (fabricantes… eita, povo com mente maliciosa!).

Bom, o que você faria no lugar da Nokia? Exatamente isso que você pensou: traição!

Na verdade, esse tom novelesco para as primeiras linhas desse post servem apenas para ilustrar como eu vejo esse cenário. Agora, vamos aos fatos. O pessoal do site Gizmodo encontrou que a Nokia publicou no seu perfil do LinkedIn que está buscando um engenheiro de software, que seria responsável pelo “desenvolvimento de drivers em hardware e software em Linux, para nossos novos e empolgantes produtos”. E, como vocês bem sabem, o Android é baseado em um kernel Linux. Ou seja, é bem possível que esse futuro engenheiro de software esteja envolvido no desenvolvimento de algum produto com o sistema operacional móvel mais popular do mundo.

Antes das pessoas dizerem que “não, isso é impossível… a Nokia gastou uma grana preta com essa parceria com a Microsoft…”, vale a pena lembrar que no meio do ano, Risto Siilasmaa, chairman da Nokia, disse com todas as letras que a empresa “tinha um plano B no caso do Windows Phone não ser bem sucedido com os seus telefones”.

De fato, Nokia e Microsoft não fecham uma parceria tão “sólida” assim. A prova disso foi o que aconteceu com o Nokia Lumia 900: não dá para a Nokia lançar um aparelho no segundo trimestre do ano, para que no trimestre seguinte, a Microsoft informe ao mundo que está lançando o Windows Phone 8 no final do ano, e que todos os telefones lançados até então não receberiam o sistema. Ou é muita falta de comunicação entre as duas partes, ou a Nokia foi teimosa mesmo. Você escolhe.

Além disso, fabricantes como Samsung e HTC acabaram lançando smartphones com Windows Phone 7.5 antes da própria Nokia, que deveria sim ser o carro-chefe do sistema. Senão, essa parceria “próxima” não serve para muita coisa, principalmente para a Nokia, que precisa recuperar a sua posição no mercado.

Então, eu penso que a Nokia está considerando sim a troca. Não pode perder mais tempo, até porque em mercados onde ela era líder no ano passado (Brasil inclusive) com o sistema Symbian, ela foi ultrapassada pelo Android com extrema facilidade. E, sem um sistema considerado popular, ela vai continuar mais para trás como marca. Lembrando: ao fazer isso, são mais dois anos que a Nokia perdeu apostando errado no mundo mobile (vamos contar os outros dois, onde estupidamente ela investiu no Symbian, Maemo e outros sistemas que não deram em nada).

Mas vamos esperar. Só o tempo vai dizer o que os finlandeses estão aprontando dessa vez.

Via BGR.com

Steve Ballmer reconhece que as vendas iniciais do Surface são “modestas”

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A Microsoft fez um certo barulho com as vendas iniciais do Surface, esgotando rapidamente os estoques online do novo tablet. Porém, o CEO da empresa, Steve Ballmer, deu uma entrevista para o jornal francês Le Parisien, e afirmou que as vendas inicias do produto não foram tão impressionantes assim, chamando esse volume inicial de “modesto”.

Chega a ser impressionante esse tipo de declaração, ainda mais vindo do fanfarrônico CEO da Microsoft. De qualquer forma, Ballmer informou que o motivo das modestas vendas inicias está no fato do Surface só poder ser comprado online, na Microsoft Store, e em poucas lojas físicas da Microsoft nos Estados Unidos. Resumindo: os culpados foram os canais de distribuição do produto. E, de fato, Ballmer tem a sua dose de razão. Propaganda para promover o Surface (e o Windows 8) não está faltando.

Ballmer não falou em números de vendas do produto até o momento. Porém, vale a pena observar que, pelo menos nessas mesmas vendas online, o Surface RT estava esgotado, e o seu estoque ficou zerado durante pelo menos uma semana na loja online da Microsoft. E essa é uma boa notícia para o pessoal de Redmond, pois mostra que existe o interesse por parte do consumidor. Resta esperar para saber se essa tendência de vendas se confirma nas vendas físicas após o final desse último trimestre de 2012.

O CEO da Microsoft confirma que o problema dos estoques zerados será contornado rapidamente, e que o aumento gradativo desses estoques é parte da estratégia de vendas da empresa. Até o momento, apenas a versão mais básica do tablet (Surface RT, 32 GB, sem case, por US$ 499). O Surface Pro ainda não está disponível no mercado, e só vai ser lançado em três meses (começo de 2013). Também é importante relembrar ao amigo leitor que o Surface Pro é um tablet com características dignas de um ultrabook (segundo informa a Microsoft), com um processador Intel Ivy Bridge, placa gráfica Intel HD 4000, 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento em SSD. Seu preço ainda não foi definido.

Ou seja, as declarações de Ballmer não mostram se o Surface é um sucesso ou um fracasso. Ainda é difícil opinar sobre isso, ainda mais quando a própria Microsoft não revela números concretos sobre as vendas do produto até o momento. Resta mesmo esperar o relatório trimestral no começo de 2013. Mas uma coisa é certa: Ballmer esperava um “boom” maior do Surface em seu lançamento. Mas vai ter que se contentar em esperar o tempo passar, e principalmente, os primeiros reviews dos usuários sobre o produto.