Arquivo para a tag: Spotify

A revolução dos aplicativos no século 21

by
Image: Pixabay

Image: Pixabay

Os aplicativos estão mudando o mundo como o conhecemos e isto não é um exagero. Há pouco tempo, não se tinha acesso a coisas simples como pedir um táxi – ou Uber – onde quer que se estivesse, e ele te localizar facilmente. Ou marcar um horário num hiper burocrático serviço público, sem grandes complicações.

Algumas coisas já estão tão naturalizadas que a gente nem se dá conta de como isto modificou o mercado como um todo, transformando até os empregos oferecidos pela indústria e o comércio, vide o número crescente de serviços de entrega e o decrescente de construção de shopping centers, por exemplo.

Veja os exemplos abaixo e perceba que não dá para viver sem eles, atualmente:

PedidosJá

Todo mundo já pedia comida chinesa ou uma pizza pelo telefone, mas aplicativos como o PedidosJá estão revolucionando o negócio por oferecerem um leque gigante de opções inimaginável há alguns anos atrás.

Dá pra fazer uma festinha surpresa sem precisar sair de casa, comer comida vegana e até tomar alguns drinques, tudo pelo aplicativo. Imperdível!

Spotify

Existem serviços similares, mas o Spotify se popularizou e ajudou a diminuir o download ilegal de arquivos de mp3. É uma torneirinha de musica digital que pode ser acessada via PC, notebook, smartphone, tablets e até smartwatches.

Os preços – extremamente justos – e a possibilidade de incluir toda a família facilitaram o acesso a milhares de artistas, desde os mais famosos aos ainda a serem descobertos. Não dá pra não ter!

PokemonGo

Febre que atinge crianças e adultos, PokemonGo já foi acusado até de ser um espião da CIA, já que exige localização e dados pessoais de cada jogador.

A verdade é que a captura dos pequenos monstrinhos japoneses está causando um tsunami no mercado, e não apenas dos aplicativos de jogos. Muitas possibilidades se abrem através da inserção do mundo virtual em ambientes reais.

E pode esperar que ainda vem muita coisa boa pela frente.

Apple responde: “Spotify busca tratamento preferencial”

by

Spotify vs Apple Teaser

Publicamos recentemente aqui no blog que o Spotify acusava publicamente a Apple de concorrência desleal ao barrar uma atualização do Spotify por conta do formato de cobrança do aplicativo. Pois bem, a gigante de Cupertino decidiu rebater as acusações.

A Apple não costuma tornar públicas as suas decisões ou comentar suas diferenças com desenvolvedores ou outras empresas, mas John Paczkowski comentou a carta que a dona do iPhone enviou ao Spotify como resposta à primeira carta enviada pelo serviço de streaming no dia 26 de junho.

 

“A Apple trata todos os desenvolvedores da mesma forma”

Obviamente, a Apple rechaçou as acusações do Spotify. Bruce Sewell, assessor geral da empresa, enviou uma carta para Horacio Gutierrez, assessor geral do Spotify, esclarecendo vários pontos das acusações, e mostrando a postura da gigante de Cupertino sobre o tema.

Para a Apple, é preocupante ver o Spotify solicitar exceções às regras que se aplicam a todos os desenvolvedores, além de recorrerem publicamente a rumores e meias verdades sobre os seus serviços. Não há violação das leis de concorrência (no entender da dona do iOS), e a empresa até se prontifica a reavaliar e aprovar o aplicativo tão logo o Spotify apresente algo compatível com as normas da App Store.

Sobre a cobrança de 30% das receitas anuais por utilizar a opção in-app da App Store, de acordo com o Spotify, eles receberam várias notificações da Apple pedindo para não promoverem serviços de assinatura fora dos aplicativos, com links externos. O serviço de streaming decidiu então eliminar a opção de compra in-app na App Store, e a empresa de Cupertino recusou a atualização.

Na última WWDC, a Apple anunciou uma redução da comissão aplicada aos desenvolvedores por utilizar o método de faturamento da App Store, indo de 30% para 15% nas vendas de assinaturas. Isso não deve ter agradado o suficiente ao Spotify, que queria a isenção da comissão, ou o direito de utilizar outro método de pagamento, indo contra as regras da Apple.

Com isso, a Apple entende que o Spotify quer um tratamento especial, algo que não deve acontecer, já que eles visam “respeitar o princípio de tratar todos os desenvolvedores de forma justa e equitativa”.

Via BuzzFeed News

Spotify acusa Apple de jogo sujo ao bloquear sua atualização

by

Spotify

O Spotify acusa a Apple de utilizar sua posição privilegiada no setor móvel para limitar a concorrência de serviços musicais de terceiros.

A Apple bloqueou uma atualização do cliente do Spotify para iOS, citando uma “regra do modelo de negócio” que obriga o Spotify a oferecer as assinaturas dentro do aplicativo, com uma taxa de 30% cobrada pela empresa de Cupertino.

A Apple controla tudo. Até como o Spotify cobra pelo seu serviço

O Spotify garante que a Apple utiliza o processo de aprovação de software na App Store “como uma arma contra a concorrência”. Essa acusação vem de anos, e agora o serviço de streaming líder do mercado enviou um comunicado ao jurídico da Apple e ao congresso dos Estados Unidos, formalizando a denúncia.

O bloqueio da atualização gera graves prejuízos para a empresa: “a Apple utilizou por muito tempo o controle do iOS para prejudicar a concorrência”.

A Apple não permite a utilização de um sistema de pagamento alternativo dentro do aplicativo, como faz a Google no Android, e não quer que os desenvolvedores de apps utilizem os seus aplicativos para promover opções de assinatura alternativas, o que impede obviamente uma distribuição de um aplicativo para iPhone fora da loja da Apple.

A Apple impõe um tipo de normas que, segundo o Spotify, é difícil de não pensar que o objetivo é impulsionar a Apple Music em relação aos demais competidores. Isso pode ser uma faca de dois gumes: se a Apple “elimina” os grandes serviços para favorecer os seus, eles podem vender menos iPhones, já que o Android oferece as opções que as pessoas procuram.

Via Mashable

Apple estaria interessada em comprar o Tidal

by

Tidal

De acordo com o Wall Street Journal, a Apple estaria em negociações com os responsáveis pelo serviço de streaming Tidal, incluindo o rapper Jay-Z, com o objetivo de adquirir a plataforma para incorporá-la à Apple Music.

A Apple Music já é relevante, mas isso parece não ser suficiente. Nas próximas atualizações, o serviço vai ser reformulado, com o objetivo de ser mais amigável e atrair mais usuários. Medidas necessárias para bater de frente com o Spotify.

O segredo: a exclusividade

Tidal Interface

Vale lembrar que o Tidel se diferencia dos demais por ser um serviço de áudio digital em alta definição a 44 Hz, 16 bits e bitrate de 1411 kbps (FLAC e ALAC em dispositivos iOS), enquanto que a maioria dos serviços oferecem qualidade de 320 kbps. O Tidal oferece a melhor qualidade, mas é o mais caro.

Outro ponto a seu favor é a grande quantidade de obras exclusivas, se transformando rapidamente na opção preferida dos artistas que não concordam com as condições do Spotify. Sem falar que Jay-Z é reconhecido no mundo da música pelas sua ampla rede de conexões.

Um porta-voz do Tidal informa que não houve nenhum tipo de conversa com a Apple, e a gigante de Cupertino não comenta rumores. O que é fato é que o cenário não é tão descabido, já que uma das armas da Apple desde o lançamento do Apple Music é justamente a exclusividade de músicas e álbuns.

Por outro lado, o Tidal não é o sucesso que alguns esperavam. Estima-se que a plataforma possui hoje aproximadamente 4 milhões de assinantes, o que não é nada perto dos 100 milhões do Spotify. Logo, o movimento de venda pode ser algo inteligente para os dois lados. Isso é, se as duas partes realmente querem enfrentar o Spotify de frente.

Veremos como tudo isso vai terminar.

Via The Wall Street Journal

Kanye West volta atrás, e seu novo álbum estreia na Apple Music e Spotify

by

kanye-west

Kanye West parecia ter tudo planejado e sob controle. Parecia. Mas na verdade ele aparenta ser apenas aquele cara que não se preocupa se as pessoas estão rindo dele ou não. Fato é que também existe a chance dele estar rindo de todo mundo nesse momento. Afinal, hoje é 1º de abril, não é mesmo?

De qualquer forma, o músico disse um dia que “nunca, jamais, em tempo algum” pisaria os domínios da Apple, cedendo aos mandos e desmandos de Tim Cook e sua turma. Em outras palavras, sua música jamais estaria na Apple Music. Nem no Spotify. Até porque ele é um dos sócios de sua própria plataforma de distribuição musical, o Tidal.

Pois ben, o Mashable e o Recode informam que “The Life of Pablo”, último álbum de Kanye West, chegará à Apple Music e ao Spotify amanhã, 1º de abril.

Inicialmente, o disco foi uma exclusividade do Tidal, mas aos poucos Kanye foi liberando novas versões de algumas canções em outros serviços, para que os usuários pudessem ter uma ideia sobre como Kanye iria ajustando as músicas. Fato é que já foram modificadas 12 das 19 faixas publicadas no álbum original. Mudanças essas que estão presentes na versão publicada na Apple Music e Spotify.

Assim, se você é assinante de um dos serviços, já poderá escutar “The Life of Pablo” sem maiores problemas. Isso é, se não tivermos surpresas ao longo do dia.

Afinal, é 1º de abril. Certo?

Via Mashable, Recode

Spotify já conta com 30 milhões de assinantes

by

spotify-em-smartphone-teaser

O Spotify já conta com 30 milhões de assinantes, ou usuários que pagam regularmente pelo serviço. O anúncio foi feito pelo seu fundador e CEO Daniel Ek através de sua conta no Twitter.

Desse modo, a plataforma de música por streaming se consolida como líder do setor, em um momento em que supostamente eles poderiam estar enfrentando uma desaceleração por conta da maior concorrência, muito em especial depois da entrada da Apple nesse mercado. Mas isso não aconteceu: o Spotify se mantém, e segue crescendo com força.

Esse dado é interessante pela tendência que mostra, onde a adoção da modalidade de assinatura paga foi de 10 milhões de usuários em um ano. O Spotify iniciou suas atividades em 2008, mas só alcançou os primeiros 10 milhões de assinantes em 2013. De lá para cá, o número triplicou em três anos.

Outro dado curioso é que em seus nove meses de vida, a Apple Music conseguiu 11 milhões de assinantes, que no caso do Spotify gira em torno de 10 milhões. Ou seja, a concorrência é mais relativa do que parecia em um princípio: o lançamento do Apple Music gerou maior visibilidade ao Spotify.

Falando na concorrência, todo mundo se esquece do Deezer, que no final do ano passado revelou que conta com 16 milhões de usuários, dos quais 6 milhões eram assinantes. Ainda resta saber quantas pessoas pagam pelo Google Play Music, se bem que a gigante da internet é quem domina no mundo da música por streaming, por causa do YouTube.

Via The VergeTwitter (Daniel Ek)

 

Mighty, um ‘iPod para Spotify’

by

spotify-mighty

O iPod não soube evoluir, e por isso, caiu no esquecimento. Mas tem gente querendo não só reinventá-lo, como reinventar o conceito de reprodutor portátil de músicas (apesar do smartphone já cumprir muito bem esse papel). O Mighty é um projeto no Kickstarter que é capaz de reproduzir músicas via streaming sem depender do smartphone ou de uma conexão de dados.

O Mighty foi criado por pessoas de diferentes origens no mundo da tecnologia: um engenheiro da Qualcomm, um designer da Samsung, um pesquisador da Microsoft, entre outros, além de pessoas relacionadas com o mundo da música e da publicidade. Ele tem uma aparência similar ao iPod Shuffle e permite a reprodução offline das músicas do Spotify, que apoia oficialmente o projeto.

Basta ter uma conta premiium do Spotify e sincronizar suas listas através de um aplicativo para smartphones (Android, iOS) uma única vez, e pronto: ouça suas músicas em qualquer lugar.

Mighty-02

Seu funcionamento se baseia no formato do aplicativo do Spotify nos smartphones, permitindo o armazenamento para a reprodução offline. A conta Premium do serviço de streaming permite que até três dispositivos ativos podem armazenar músicas offline, e nesse caso, o Mighty conta como um dispositivo.

O dispositivo conta com os botões clássicos de reprodução, além de um botão adicional para acessar as listas de reprodução. O Mighty indica via VoiceOver o nome da lista e o nome da primeira música. A má notícia é que o dispositivo só conta com 2 GB de armazenamento interno, ou 48 horas de música, com uma bateria de 250 mAh que suporta até cinco horas continuas de reprodução, cuja recarga completa pode ser feita em 45 minutos.

Seus criadores afirmam estar trabalhando em uma versão com maior capacidade de armazenamento e melhor bateria. Até lá, o Mighty do jeito que está custa US$ 75, e seus primeiros envios devem acontecer em novembro.

Mighty-03

Via Kickstarter

Spotify está presenteando com um Chromecast os seus assinantes premium (nos EUA)

by

chromecast-2015-02

Seria normal ver a Google fazer isso, mas quem está fazendo é o Spotify. O serviço de streaming está presenteando os novos usuários premium do serviço com um Chromecast, no modo de registro com plano de três meses por US$ 30.

Por enquanto, a oferta é limitada aos Estados Unidos e Reino Unido, e é válida até o dia 28 de fevereiro, ou enquanto durarem os estoques de Chromecasts.

O novo Chromecast da Google foi lançado no final de 2015, com um novo design e um melhor desempenho, suportando novas conexões. Por enquanto, não sabemos se o Spotify tem planos para fazer algo semelhante em outros mercados, mas não descartamos que, se a ação for um sucesso, eles façam o mesmo em outras regiões.

Se isso acontecer, vamos avisar vocês.

Via Spotify News

A batalha de Kanye West contra Apple e Spotify (e a favor do Tidal) tornou o cantor o número um… no The Pirate Bay

by

kanye-west

Kanye West decidiu iniciar uma batalha contra alguns serviços de streaming musical, como o Spotify e o Apple Music, por considerar que esses serviços pagam muito pouco pelas execuções das músicas. A medida tomada pelo marido de Kim Kardashian para mostrar e comprovar o seu ponto de vista foi lançar o seu último disco ‘The Life of Pablo’ exclusivamente no Tidal, serviço de músicas “premium” bancado por vários artistas, incluindo um velho amigo de Kanye: Jay-Z.

Com essa decisão, Kanye West dá a entender que sequer iria comercializar o seu novo álbum em formato físico, e esta era uma aposta mais do que arriscada. Afinal de contas, ele estava fechando as portas para outras alternativas legais, que não só ajudariam nas vendas mas principalmente na divulgação do novo disco. E, como estamos na internet, aqueles que não são assinantes do Tidal acabaram buscando outros meios para ouvir o novo disco. E esse público todo foi para um lugar seguro: o Torrent.

Apenas no primeiro dia de disponibilidade, mais de 500 mil downloads de ‘The Life of Pablo’ foram feitos nas redes BitTorrent. Um verdadeiro recorde.

the-life-of-pablo-the-pirate-bay

É claro que estamos falando de um disco muito esperado, e a repercussão nas redes torrent seria algo natural e inevitável. Mas a estratégia comercial adotada por Kanye ajudou e muito a colocar o álbum na liderança de downloads na categoria musical do The Pirate Bay, com mais de 7 mil pessoas compartilhando a sua cópia, mantendo assim os arquivos vivos e saudáveis para o seu download.

Poucas vezes esses números foram registrados para um lançamento musical. Além dos downloads via Torrent, temos que adicionar muitos outros que são feitos por outros meios, como por exemplo o download direto. Ou seja, Kanye West conseguiu bater recordes com o seu disco, mas não do jeito que ele queria ou esperava.

Kanye ainda não se pronunciou sobre o assunto, mas a RIAA já tomou providências, eliminando vários dos links Torrent disponíveis nos resultados de busca. Mesmo assim, sabemos bem como funciona esse mundo, e os links antigos estão sendo rapidamente substituídos por outros novos.

Via Torrent Freak

Governo Federal quer que serviços de streaming paguem taxa de direitos autorais

by

streaming-de-musica

O Ministério da Cultura abriu hoje (15) uma consulta pública para regularizar a atividade de cobrança de direitos autorais no ambiente digital. O órgão que faria essa fiscalização agiria por gestão coletiva, tal como faz o Ecad hoje.

Como as emissoras de rádio e TV (e alguns podcasts) já pagam taxas mensais de direitos autorais para o Ecad pela execução pública de músicas, o Governo Federal argumenta que os serviços de streaming devem passar pela mesma cobrança, já que é uma “execução pública”, mesmo quando a música é reproduzida através de um fone de ouvido, para uma única pessoa, tal como normalmente acontece com esse tipo de aplicativo para dispositivos móveis e individuais.

O documento com a normativa do Ministério da Cultura diz que a cobrança pode ser feita pelos titulares do direitos autorais “quando não representados pelas entidades de gestão coletiva”. Em 2014, o Ecad representava mais de 5.4 milhões de obras musicais, emitindo 86 mil contas por mês para emissoras de TV, rádios, casas de shows e outros que utilizavam tais faixas.

O Spotify (por exemplo) paga individualmente os direitos autorias dos artistas, baseado no número de execução de músicas e na modalidade da conta. Essas taxas do Spotify variam de US$ 0.006 a US$ 0.0084 por execução (dependendo se a conta é gratuita ou paga), e muitos artistas consideram esse valor baixo (aka Jay-Z, Taylor Swift, etc).

A normativa está em consulta pública nesse link, e receberá as manifestações da população até o dia 30 de março.

Vale lembrar que o Ecad é o mesmo que, em 2012, cobrava taxas mensais de blogueiros que incorporavam vídeos hospedados no YouTube em seus posts, e o  mesmo órgão que foi acusado de não repassar os direitos autorais aos artistas que eles representavam (em 2015, o Ecad alega ter distribuído mais de R$ 900 milhões para 140 mil detentores de direitos autorais).

A medida também pode ser vista como mais uma forma do Governo Federal em arrecadar mais algum dinheiro para colocar as contas do próprio Governo em ordem, depois do desastre feito com as suas contas nos últimos dois anos.

Via G1, Tecnoblog

Spotify lança o seu serviço de vídeos para Android e iOS

by

spotify-video-ios-android

O Spotify anunciou hoje (26) que inicia a oferta de vídeos através de sua plataforma no seu aplicativo móve para Android e iOS.

O serviço oferece vídeos da ESPN, MTV, Comedy Central ou BBC, entre outras fontes, podendo acessar esses conteúdos a partir da nova seção “Shows”, a partir do menu de navegação do aplicativo. Uma vez acessada esta opção, há duas opções de visualização: os mencionados vídeos e as faixas de áudio que estão relacionadas com as ofertas de podcasts. Quando um vídeo te interessar, basta seguir o vídeo (tal como os artistas ou listas musicais) para adicionar esse canal na sua biblioteca.

Pelo o que foi possível comprovar, a atualização só chegou aos usuários norte-americanos (por enquanto), mercado onde os usuários devem ter acesso imediato ao recurso. Os demais países terão que esperar, se conformando apenas com a música.

A estratégia do Spotify é bem clara: ampliar o leque de opções de consumo de conteúdo em sua plataforma, aproveitando o momento de crescimento no consumo de vídeos através de dispositivos móveis. Cria uma alternativa em relação ao YouTube, Netflix, Amazon, Hulu entre outros ao mesmo tempo que tenta aumentar a permanência dos seus usuários dentro de sua plataforma.

screenshot-spotify

Via The Verge

Revise o seu ano de 2015 na música com o Spotify

by

spotify-year-in-music-2015-12-07-02

2015 está chegando ao fim, e os resumos anuais e listas começam a invadir a internet. O Spotify (por exemplo) publicou a sua, revisando o ano de 2015 de forma muito pessoal.

O seu ‘Year in Music’ mostra quais foram as músicas mais destacadas pelo usuário, assim como artistas e gêneros, qual foi a primeira música que você ouviu, o artista mais ouvido em cada estação do ano, o tempo que você ouviu música na plataforma e o número de músicas e artistas que você reproduziu.

Além disso, o usuário pode compartilhar suas informações musicais nas redes sociais, para que todos conheçam os seus gostos ou ouçam uma seleção personalizada, feita pelo Spotify, das músicas que você poderá gostar nos próximos meses, baseadas  nos resultados do seu recém revisado histórico.

 

Para acessar o ‘Year in Music’ no Spotify, clique aqui.

Adele lança seu novo disco “25” com veto ao Spotify

by

adele

Adele não é uma artista qualquer. Alguns acreditam que ela é uma das poucas artistas no planeta que podem efetivamente mudar os números de vendas globais de músicas. O “Adele factor” se mostra quando as vendas de música nos EUA, que caíram 11% em 2010, passaram a crescer 0.2% em 2011, depois da cantora ficar em evidência.

A popularidade dá para Adele privilégios pouco usuais, como por exemplo vetar a distribuição do seu novo disco, “25”, em serviços de streaming, como o Spotify. Adele decidiu apostar por enquanto no modelo de vendas tradicional, repetindo o movimento de Taylor Swift, que também conta com alta popularidade.

É uma aposta que pode ser considerada arriscada, mas se alguém pode deixar de lado os serviços de streaming, esse alguém é a Adele. O vídeo da canção “Hello” já está disponível no YouTube (e como single no Spotify e outros serviços de streaming), e alcançou a marca de 424 milhões de visualizações em menos de um mês.

nao-ao-spotify

Já outros acreditam que a decisão é um erro. Ted Cohen, da TAG Strategic, afirma que se a equipe de Adele decide que “não vamos liberar o disco por streaming, as pessoas terão que comprá-lo”, teremos como resultado muitos fãs contrariados com a decisão, não destacando nenhuma base concreta que demonstrasse um aumento de cópias físicas por conta da remoção de um serviço.

A decisão de Adele é, provavelmente, temporária, e outros artistas que também aplicaram esse veto nas etapas iniciais de lançamento para impulsionar as vendas logo acabaram voltando para o streaming. Pode ser portanto que “25” em breve poderá ser escutado no Spotify e em outros serviços similares. É só ter um pouco de paciência.

Via Bloomberg

Usuários de smartphones Sony Xperia recebem 2 meses de Spotify Premium

by

sony-xperia-teaser

A Sony informa que os usuários Xperia poderão degustar de dois meses de assinatura premium do Spotify, de graça. O benefício está disponível no Brasil e em outros 40 países, e é válida para os smartphones com o sistema operacional Android 4.0.2 ou superior.

O usuário deve se cadastrar através do seu dispositivo Xperia, selecionando a opção de oferta da PlayStation Network na tela de pagamento. A promoção é válida para os usuários que nunca utilizaram o modo de experimentação de acesso premium. Para estes, foi disponibilizado o período de um mês extra para experimentação, além dos 30 dias já oferecidos pelo Spotify a todos os consumidores.

Todos os smartphones da marca lançados no segundo semestre de 2015 trarão o aplicativo do Spotify pré-embarcado. Além de escutar músicas pelo app, os consumidores têm a possibilidade de controlar o Spotify em um aparelho PlayStation e reproduzir músicas conectado a ele.

Vale a pena lembrar que o Spotify possui hoje 30 milhões de músicas em seu acervo.

O Spotify grátis tem data de caducidade

by

spotify-logo

O Spotify grátis pode ter os dias contados. De acordo com uma informação da Time, a progressiva eliminação do serviço gratuito oferecido pelo líder de streaming musical estaria para começar.

Parece que as grandes gravadoras (Sony Music Entertainment, Warner Music Group e Universal Music Group) estão pressionando o Spotify para que acabe com a gratuidade para renovar os contratos de utilização do seus respectivos catálogos. Não faz muito tempo que foi informada a retirada de alguns títulos da versão gratuita do serviço, e no ano que vem, a estratégia seria atrasar o lançamento de novidades, reduzir a quantidade de músicas disponíveis e, por fim, acabar com o Spotify gratuito.

Estima-se que apenas um de cada quatro usuários do Spotify paga pelo serviço, e a ideia é aumentar esse número. A empresa anunciou uma redução de preços na assinatura familiar depois do lançamento do Apple Music.

Faz algum tempo que as gravadoras estão pressionando, e tudo indica que os modelos gratuitos chegarão ao fim. Ao menos a concorrência deve melhorar, e os preços das assinaturas devem se tornar mais competitivos. A má notícia é que a conta do entretenimento digital só sobe, e isso vai pesar no bolso de muita gente.

Via Time

Barack Obama publica a “The President’s Summer Playlist” no Spotify

by

barack-obama

A Casa Branca tornou pública uma lista de reprodução no Spotify cujas faixas foram selecionadas por ninguém menos que o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama, a ‘The President’s Summer Playlist’.

A lista dupla conta com as canções que Obama ouviu durante o verão norte-americano. Uma para o dia, outra para a noite, e cada uma com 20 faixas que vão do pop ao blues, passando pelo rock, soul, jazz, reggae, hip hop… enfim, listas que revelam um gosto muito eclético.

Mas o que chamou a atenção não é o fato de Obama ser um fã de música, mas sim a plataforma escolhida. Em plena guerra no streaming musical, com o Apple Music recém lançado e com todos querendo ocupar posições, o Spotify foi o escolhido pelo chefe de estado mais poderoso do planeta.

Confira as listas de Barack Obama na ‘The President’s Summer Playlist’ nos links: a lista para o dia e a lista para a noite.

União Europeia: “Apple Music não viola a lei anti-monopólio”

by

apple-music-logo

Lembra do rumor sobre as supostas intensões da Apple e de parte da indústria musical de acabar com a música gratuita e patrocinada com publicidade? Pois bem, o assunto não passou desapercebido pelos órgãos reguladores da União Europeia, que abriu investigação para saber se o Apple Music realmente busca acabar com esse tipo de serviço, especialmente o Spotify.

O parecer da União Europeia foi muito claro sobre essa suposta conspiração, informando que não encontraram evidências de que a Apple e parte da indústria fonográfica tivessem reais planos de acabar com os serviços de música gratuitos, ou ao menos não dentro na normativa europeia (se em nível comercial o Apple Music barrar o Spotify, isso é outra história, mas aqui falamos da concorrência dentro do mercado).

Pese à isso, a União Europeia segue vigilante, e vai supervisionar a situação do mercado da música digital para eventuais mudanças no futuro. Mas pelo menos por enquanto, a Apple pode ficar tranquila: seu serviço de músicas poderá por enquanto operar com total normalidade, e competir com os serviços de música gratuitos com as suas próprias armas.

Via Ubergizmo

Spotify Discover Weekly: sua playlist personalizada

by

spotify-discover-weekly

O Spotify apresenta o Discover Weekly, uma playlist que é atualizada toda segunda-feira pela manhã, oferecendo duas horas de músicas recomendadas, sob medida e personalizada.

Pela primeira vez o Spotify combina o gosto pessoal com o que os fãs de músicas similares também estão ouvindo. Logo, cada música do Discover Weekly é baseada nas referências do usuário e nas faixas que outras pessoas ouvem, em torno das músicas que você gosta. Com isso, a sua playlist é única, com novas descobertas e uma análise mais precisa daquilo que você gosta de ouvir.

spotify-discover-weekly-02

O Discover Weekly evolui de acordo com as preferências do usuário. Quanto mais você ouve, mais ele aprende sobre você, e melhor ele fica. É possível ouvir a lista de música em todas as plataformas e dispositivos compatíveis, podendo compartilhar com amigos ou reproduzir em modo offline.

Você pode encontrar a sua playlist Discover Weekly no topo de sua lista de playlists em todos os seus dispositivos. A playlist é atualizada semanalmente, logo, salve suas músicas preferidas nos favoritos do aplicativo antes do final de semana.

Via assessoria de imprensa

Spotify lança o Musical Map of the World

by

spotify-logo

O Spotify apresenta o Musical Map: Cities of the World, que é um guia interativo que revela como as pessoas de diferentes cidades do planeta ouvem suas músicas.

O mapa apresenta cerca de 1.000 listas de reprodução específicas de cidades, que revelam as preferências musicais de cada área. O Spotify criou o mapa baseado nas músicas que são ouvidas frequentemente em cidades específicas, mas que não são frequentemente ouvidas em outras.

Essa é uma excelente forma de conhecer novos artistas e sonoridades que não estamos habituados, além de expandir o nosso universo musical, quebrando as barreiras e reduzindo as distâncias geográficas culturais. O mapa é automaticamente atualizado a cada duas semanas, e cada atualização envolve a análise de quase 20 bilhões de músicas ouvidas pelos usuários do Spotify.

As tendências de escuta globais Top reveladas pelo Map incluem:

– O mundo ama Hip Hop – esse gênero apareceu em listas de reprodução mais do que todos os outros gêneros, independentemente da geografia ou da linguagem.

– Artistas locais dominam – artistas locais são muito populares nas áreas onde eles vivem, em todos os gêneros musicais.

Alguns dos músicos mais ouvidos nas grandes cidades brasileiras incluem:

 

Entre as cidades do mundo:

Veja o mapa a seguir.

 

Via assessoria de imprensa

Spotify contra-ataca, e vai reduzir seus preços

by

spotify-01

 

O Spotify não demorou a reagir diante do anúncio do Apple Music. Jonathan Price, responsável pela área de comunicações do serviço, garantiu ao The Verge que sua empresa ‘vai oferecer preços mais competitivos’ em alguns dos mercados onde eles estão presentes.

A assinatura mensal do Apple Music custará US$ 9.99, o mesmo preço de outras alternativas, e seu catálogo de 30 milhões de músicas será muito parecido com o do Deezer, Xbox Music Pass ou Google Music, com alguns diferenciais. Onde a Apple marcou seu ponto foi no preço da assinatura familiar, que custará US$ 14.99, e é válida para seis membros. O Spotify cobra US$ 14.99 para o uso com duas pessoas, e US$ 29.99 por cinco pessoas.

Os responsáveis pelo Spotify garantem que vão modificar seus preços nos próximos meses, começando com a redução do plano familiar para US$ 19.99. Ou seja, mais uma vez temos aqui provada a máxima de que a concorrência sempre faz bem para o usuário final, que tem um maior leque de opções para escolher o serviço que mais lhe convém.

Via The Verge