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Sony Mobile e Easy Taxi fecham parceria que garante descontos a usuários e taxistas

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Após anunciar seu mais recente lançamento, o SmartWatch 3, a Sony Mobile fecha uma super parceria com a Easy Taxi e beneficia seus clientes com códigos de desconto nas corridas de táxi pelo País.

Os usuários do mais novo relógio inteligente da Sony Mobile e de Xperia, poderão usar o Easy Taxi por meio do aplicativo que pode ser instalado no dispositivo. Além disso, todos os usuários dos smartphones Xperia e/ou do SmartWatch 3 ganharão um código de desconto, no momento da compra, no valor de R$ 20,00, do app que redefiniu o modo de pedir táxi no Brasil e que, com esta parceria, inova mais uma vez em conjunto com o SmartWatch 3, da Sony.

Para utilizar o desconto, o passageiro deve efetuar o pagamento por meio da opção “Cartão de Crédito no App”. O uso é simples e intuitivo: basta cadastrar o cartão de crédito no aplicativo e, no momento do pagamento, digitar o código promocional. Pronto! O valor será debitado da fatura mensal do passageiro com o desconto aplicado automaticamente. A promoção não é cumulativa e os créditos remanescentes não podem ser utilizados em outra corrida.

Para a versão SmartWatch 3, o aplicativo reconhecerá automaticamente a última forma de pagamento do passageiro, que já deverá ter realizado uma corrida via Easy Taxi e o pagamento será creditado da mesma maneira que a última escolhida.

A parceria não para por aí: os taxistas parceiros da Easy Taxi terão desconto na compra de todas as categorias de produtos da Sony, mais frete grátis, na loja online da marca: sonystore.com.br.

O benefício está disponível em todo o Brasil até o dia 30 de junho de 2015.

Via assessoria de imprensa

Sony Mobile é líder no Brasil no mercado de smartphones com telas de 5.5 polegadas

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A assessoria de imprensa da Sony Mobile informa que a empresa conquistou a liderança do mercado mobile de telas acima de 5.5 polegadas no Brasil, com os modelos Xperia Z Ultra (2013) e Xperia T2 Ultra Dual (2014).

A categoria de smartphones com telas acima das 5.5 polegadas cresceu 10 vezes em volume de vendas no último trimestre de 2014 (em comparação com o mesmo período de 2013), e a Sony tem hoje 55.9% de participação desse mercado. A categoria hoje recebe produtos com diferentes faixas de preço, com produtos abaixo da casa dos R$ 1.5 mil, tal como acontece com o Xperia T2 Ultra Dual.

App Modo Festa compartilha músicas e fotos com smartphones Sony Xperia

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A Sony Mobile traz um novo aplicativo de compartilhamento de músicas e fotos totalmente ajustado para os consumidores brasileiros. Conhecidos pelo gosto em compartilhar músicas e tirar selfies em tempo real, principalmente em suas festas e reuniões particulares. O Modo Festa (PartyShare) fez tanto sucesso que ganhou o mundo.

O aplicativo foi produzido a partir de uma pesquisa de mercado realizada no Brasil, na qual foi identificada que muitos consumidores compartilham suas músicas frequentemente em festas.

Para ter essa playlist única e interativa facilmente, basta os anfitriões conectarem o smartphone com um USB driver diretamente ao aparelho de áudio, o Moda Festa (PartyShare), que já está pronto para ser reproduzido. Para isso, os amigos devem baixar o app, compartilhar suas músicas e editar a ordem em que elas devem ser tocadas, mas isso apenas nos smartphones Android 4.4 – KitKat ou superior.

É possível, ainda, usar o smartphone para fotografar os convidados e compartilhar as fotos, inclusive projetando-as em uma tela maior, como a da televisão. Os usuários recebem todas as fotos, que são armazenadas em pastas diretamente em seus álbuns, apenas conectando-se via app, sem a necessidade do uso de dados.

Download: Modo Festa (PartyShare)

Via assessoria de imprensa

TargetHD Podcast | 213 | A Sony Mobile Tenta Sobreviver

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Nesta edição:

A Sony vem de sete trimestres consecutivos de prejuízos, e uma das principais culpadas é a divisão de mobilidade. Kazuo Hirai, CEO da empresa, já cogita o fim dessa divisão. O que foi que a Sony fez de errado, mesmo com uma linha Xperia com tanta qualidade (e tão querida pelos seus usuários)?

Links do episódio: 

Sony pode sair do mercado de smartphones e TVs
Sony prepara smartphone de linha média
Sony vendeu quase 12 milhões de smartphones Xperia no quarto trimestre de 2014
Sony deve promover nova leva de demissões

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Sony deve promover nova leva de demissão de funcionários

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Segundo informa o Nikkei (através da Reuters), a Sony segue trabalhando para tentar tornar rentável a sua divisão móvel, e para isso, planeja eliminar 1.000 postos de trabalho, especialmente na China e Europa.

Não é segredo para ninguém que a Sony não está com o seu negócio de smartphones do jeito que eles queriam, e mesmo com bons produtos em diferentes linhas. Recentemente, a empresa comunicou que teria que buscar soluções para aumentar os lucros, e entre elas estava o foco nos produtos top de linha, ou uma linha média muito acima da média.

Os smartphones de entrada se tornaram um mercado mais complicado de se conquistar, com as empresas chinesas dominando, e mesmo com boas vendas, a margem de lucros parece ser pequena para a Sony.

Em outubro do ano passado, a Sony mudou o seu chefe nessa divisão, buscando mudanças e reduzindo previsões de lucros. Também se especula nas últimas semanas o interesse dos japoneses em vender a divisão, tal como eles fizeram com o negócio de computadores portáteis.

Os mil postos de trabalho são a mesma quantidade de demissões informada em outubro de 2014, e a execução dessas demissões acontecerá antes de março de 2016, que é quando encerra o atual ano fiscal da empresa.

Combinando os dois cortes, são 30% de demissões de funcionários da divisão móvel, que ficaria com aproximadamente 5 mil funcionários em 2016. É esperado que a medida seja anunciada oficialmente em 4 de fevereiro, data onde a Sony vai anunciar o seu relatório financeiro do quarto trimestre de 2014.

Via Reuters

Onde a Sony errou no mercado de smartphones?

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Ontem (17), a Sony anunciou as suas novas previsões financeiras para 2014. A má notícia foi a modificação do índice de perdas estimadas, que são agora de 1.6 bilhão de euros. A própria empresa afirma que a culpada pelo prejuízo é a divisão de mobilidade, onde eles subestimaram as previsões anteriores, encontrando um mercado de smartphones e tablets que cresceu muito mais (e mais rápido) do que eles esperavam. Com tudo isso, eles vão ter que repensar a estratégia de mercado.

A pergunta que fica é: onde foi que a Sony errou?

Talvez a resposta mais objetiva para essa pergunta está na palavra ‘diversificação’. A Sony centrou os seus esforços principalmente nos modelos top de linha, mas de repente, quis buscar os mercados de entrada e linha média. E está claro que isso não deu certo. Vale lembrar que, em 2013, o segmento de mobilidade foi o que mais contribuiu para as vendas da empresa, o que indicava que essa aposta ainda era coerente.

Mas… e hoje? Como funciona?

 

Os fabricantes chineses tomaram o lugar da Sony

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A Sony estabeleceu referências no mercado mobile com os seus modelos top de linha Xperia. Porém, são apenas referências de conceito, não de mercado: as vendas não corresponderam ao esperado pelos diretores da empresa. O mesmo aconteceu com os segmentos de linha média e de entrada, que até receberam propostas interessantes.

Lançamentos como o Xperia T2 Ultra e o Xperia E1 receberam elogios de muitos sites especializados, e esboçavam o caminho que a Sony queria traçar, no objetivo de conquistar usuários que queriam pagar menos para ter bons smartphones. Porém, era uma aposta de risco, levando em conta a baixa margem de lucro.

A estratégia falhou. A Sony detectou que houve ‘uma mudança significativa no mercado, e no que cerca o segmento mobile’. Traduzindo em uma linguagem que todos podem entender de forma mais clara: A Motorola tomou os mercados de entrada e linha média, com os modelos Moto e e Moto G. Além disso, os modelos de entrada dos fabricantes chineses, que ofereciam dispositivos com hardware semelhante – ou até melhor, em alguns casos -, mas com preços mais competitivos.

A Sony não foi a única a sofrer desse problema. A Samsung já passou os primeiros dois trimestres de 2014 sem aumentar a sua fatia de mercado, com quedas consecutivas nas vendas. Fabricantes como Xiaomi, Oppo e Huawei estão canibalizando o negócio que antes era dominado pelos coreanos.

Agora, imagine como é a situação da Sony, que não figura nem entre as cinco maiores vendedoras de smartphones do planeta.

 

Adeus aos mercados emergentes?

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A Sony agora usa a estratégia de “reduzir os riscos para obter lucros estáveis”. Isso significa que as chances da Sony reduzir os investimentos nos modelos de entrada, se centrando nos modelos de top de linha são enormes. A consequência imediata disso é a saída da empresa dos mercados emergentes. Lembrando: nada ainda é oficial, mas estamos conjecturando em cima das declarações da própria Sony no seu último relatório financeiro.

Essa decisão pode ser uma boa ideia, se a Sony quer mesmo sobreviver no mercado mobile. O lançamento do Android One na Índia confirma as intensões da Google em conquistar os mercados emergentes, e como a empresa já conta com alguns parceiros relevantes, vai ser uma questão de tempo para a iniciativa dominar esse segmento.

Até porque o erro da Sony custou um descalabro econômico absurdo: as previsões de prejuízos saltaram de US$ 466.3 milhões para US$ 2.150 bilhões apresentados ontem. E esse prejuízo já resultou em consequências evidentes e devastadoras: a demissão de 1.000 dos 7.100 funcionários da Sony que trabalham nas fábricas destinadas ao setor de mobilidade antes do fim do ano fiscal da empresa (março de 2015).

O último recado para a Sony é: tomem cuidado. Exemplos sobre como isso pode terminar estão espalhados ao longo da história. A Nokia, hoje, não existe. A Motorola só foi salva porque a Google salvou. A própria Sony abriu mão do segmento de PCs, por se achar “mais realista que o rei”, oferecendo produtos muito bons, mas por preços absurdos (e apenas a Apple podia fazer isso, por ter uma clientela consolidada).

Nem é preciso ir muito longe pra concluir que: se a Sony não acordar e mudar RADICALMENTE, poderemos não estar mais comentando sobre os smartphones da empresa a médio prazo.