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Apple Watch lidera o segmento de smartwatches, que não consegue deslanchar

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Um estudo da Kantar Worldpanel mostra que o Apple Watch dominou o mercado dos smartwatches entre os meses de maio e junho de 2016.

O wearable da Apple obteve uma cota de mercado de 33,5% nos Estados Unidos, e 31,8% nos quatro principais mercados da Europa (Alemanha, França, Itália e Reino Unido).

O estudo também revela que 47% dos wearables vendidos nos Estados Unidos foram smartwatches, superando assim as smartbands. Mas liderar esse segmento não é uma boa notícia, pois existe uma pouca força de mercado desses dispositivos de um modo geral: apenas 4,7% dos norte-americnos e 3,2% dos europeus contam com um smartwatch.

Se somamos tudo no mercado de wearables, 15,2% dos norte-americanos e apenas 8,1% dos europeus contam com um dispositivo.

 

As pessoas ainda não se interessam pelos wearables como um todo

Por outro lado, a IDC indica que apenas 9,3% dos norte-americanos e 11,3% dos britânicos compraram um wearable nos últimos 12 meses. Os dados se alinham com outros estudos que mostram o pouco interesse geral pelos wearables, e pelos smartwatches em particular.

Os consumidores preferem que os wearables sejam dispositivos simples e focados no exercício físico. O fato do Apple Watch Series 2 ser claramente focado nisso (com GPS e resistência à água) podem ajudar a impulsionar as vendas desse produto, mas não necessariamente ajudar a tornar os relógios inteligentes produtos populares.

Via PhoneArena

watchOS 3 é anunciado oficialmente

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A Apple apresentou na abertura da WWDC 2016 o watchOS 3, importante renovação do seu sistema operacional para relógios inteligentes.

Sem um novo hardware no horizonte, o novo software conta com melhorias no desempenho e pequenos detalhes que tornam mais úteis os aplicativos e serviços da Apple. Nesse momento, serviços de terceiros e da própria Apple no Apple Watch é sinônimo de lentidão nos lançamentos e atualizações. Com o watchOS 3, a promessa é de um início imediato da apps, ganhando muito em usabilidade.

Além dessa melhoria, foram introduzidas novas usabilidades para o botão integrado ao relógio, que agora abre os seus contatos. Será a partir de agora uma espécie de botão iniciar, onde podemos ter acesso rápido aos aplicativos mais utilizados.

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As esferas também receberam novidades, com um maior colorido e opções quando exibimos as informações, especialmente a partir do modo de exercício, que estreia uma esfera exclusiva e muito visual. As esferas podem ficar mais discretas, com um simples deslizar do dedo na tela principal.

Ah, sim… é possível mudar a cor do vestido da Minnie agora. Nossa… que inovação… #ironic.

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Nas mensagens, a maior novidade é o Scribble, que permite escrever sobre o relógio os caracteres de um texto curto como resposta ou primeira mensagem, sendo o relógio capaz de reconhecer. Outra opção adicionada é o de chamada de emergência (para EUA e Europa), que é acessado pressionando o botão de relógio, com uma nova opção para essa chamada.

Na parte de ajuda, temos o aplicativo de lembretes, o Find my Friends ou configurações de temporizadores mais diretos com tempos pré-estabelecidos, de modo que com simples gestos e sem tocar a coroa podemos iniciar essas funções.

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Uma das funções mais usadas do Apple Watch é o da atividade. Mas diante de outras soluções, os dados só conseguem criar um histórico do usuário. Com o watchOS 3, a Apple introduziu o Activity Sharing, que compartilha nosso progresso e interage com outros contatos para criar modos de competição ou social.

A Apple também anunciou que teremos novas APIs no watchOS 3. O objetivo é oferecer aos desenvolvedores de aplicativos o melhor e mais amplo acesso às funções até agora reduzidas, como os pagamentos com o Apple Pay ou dados de saúde, como o ritmo cardíaco.

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A versão para desenvolvedores do watchOS 3 poderá ser instalada hoje (13), mas a versão definitiva só chega no final do ano. Quem sabe com o lançamento de um novo Apple Watch.

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Samsung aposta tudo no Tizen em seus smartwatches

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Diretores da Samsung indicaram em uma entrevista que a empresa não tem dispositivos em desenvolvimento ou em planejamento baseado no Android Wear, apostando todas as suas fichas no Tizen, e um dos motivos é contundente: considerar o seu sistema operacional muito mais eficiente que o sistema da Google.

Nesses comentários, os executivos indicavam que o Tizen já está em uso em TVs e geladeiras, e parece que o impulso ao sistema pode ser definitivo com esta decisão, que chega justo quando sabemos que o recém anunciado Android Wear 2.0 vai introduzir melhorias interessantes para a plataforma.

A Samsung apostou no Android Wear no Galaxy Gear Live, mas o Tizen vem sendo protagonista absoluto nos demais dispositivos (Gear S2, Gear S, Gear 2 e Galaxy Gear). E a pergunta que fica é: pode a Samsung ter sucesso com esse segmento, com uma plataforma menos disseminada e com um menor apoio dos desenvolvedores?

Veremos como esse movimento se refletirá nos próximos meses.

Via FastCo

Samsung confirma nova versão do Tizen para setembro

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A Samsung não desistiu do Tizen, e informa que uma nova versão desse sistema operacional será lançada em setembro.

O anúncio foi feito na Samsung Developer Conference, evento onde a empresa aproveitou para revelar algumas das suas metas no futuro com o software, sem deixar de lado o hardware. Nesse sentido, foi mencionado também como o Tizen vai atuar na Internet das Coisas (IoT).

Pode ser que os objetivos do Tizen tenham mudado, mas fica claro que a Samsung sabe tirar proveito disso. Se o mercado mobile recebeu lançamentos tímidos, com uma linha de produtos que fica em segundo plano para um público menor, vemos que os coreanos não abandonam o suporte próprio e de terceiros ao sistema, além de conseguir convencer os desenvolvedores a pensarem no seu sistema na hora de lançar seus aplicativos.

A versão 3.0 do Tizen pode ser anunciada na IFA 2016, o que não será algo por acaso. Além dos smartphones, vimos o software em Smart TVs ou eletro domésticos, e a feira alemã é uma das principais da agenda anual nesse sentido.

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A Samsung assume o lar inteligente como um dos objetivos, e oferece propostas ambiciosas nesse sentido, como geladeiras com câmeras e tablet integrado, ou um robô de limpeza controlado pelo smartphone, ambos com Tizen. Sem deixar de lado os smartwatches, que mesmo sendo destinados a trabalhar com os smartphones (Android, em sua maioria), também se gerenciam com o sistema. É esperado que o Gear G3 receba o Tizen 3.0.

Do Tizen 3.0, sabemos alguns poucos detalhes: o suporte para TVs 4K, suporte para controle de voz, gerenciamento multiusuário e funções relativas à segurança na proteção da privacidade e contra os vírus.

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Ainda que seja esperado para o mês de setembro, o novo software começa a ser distribuído em versão beta a partir de julho. Veremos se, além desse foco na IoT, se teremos outros smartphones com esta plataforma.

Via Sammobile

Ford usa tecnologias de smartwatches para otimizar seus veículos

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A Ford está usando a tecnologia do smartwatch, a grande novidade de relógios inteligentes, para controlar as funções dos veículos elétricos e híbridos plug-in da marca. O funcionamento dos aplicativos pode ser visto nos videos AppleWatch e AndroidWatch.

Os novos apps completam a plataforma MyFord Mobile, lançada em 2012 para smartphones Android e Apple, e podem ser usados nos modelos Ford Focus Electric, Fusion Energi e C-Max Energi. Entre outros recursos, por exemplo, eles permitem checar a carga e autonomia da bateria, ligar o ar-condicionado, bloquear e desbloquear a partida e localizar onde o carro está estacionado.

Foram desenvolvidos especialmente para facilitar o uso e caber na tela dos smartwatches, tanto redondos como quadrados. Os de formato redondo, por exemplo, têm um design que se encaixa em modelos como o novo Moto 360. No Apple Watch, o usuário tem o recurso de olhar e tocar na tela para iniciar rapidamente a sua operação.

Funções

O aplicativo inclui as seguintes funções:
· Autonomia e nível de carga da bateria;
· Controle remoto do ar-condicionado;
· Função de bloqueio e desbloqueio;
· Relatório de quilometragem;
· Resumo do último percurso com pontuação do motorista e medição do consumo de energia;
· Orientações para localizar o veículo estacionado, tanto a pé como de carro.
· Fornece um relatório do último percurso realizado, de acordo com o modo de dirigir, mostrando o consumo equivalente de combustível, distância total e eficiência na direção e frenagem;
· Oferece também um recurso do Google Maps de ampliação de imagem e localização de estações próximas de recarga elétrica.

Os smartwatches são seguros?

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Smartwatches

Os smartwatches estão destinados a ser a estrela do grande grupo de dispositivos conectados denominados ‘wearables’, ainda que a acolhida pelo grande público ainda seja muito tímida, mesmo depois do lançamento do Apple Watch. O segmento ainda está imaturo, e precisa de novas gerações para melhorar o design, a autonomia de bateria, o desempenho a qualidade e quantidade de aplicativos, ou simplesmente convencer os usuários da necessidade desses dispositivos.

Outro aspecto que os smartwatches precisam melhorar é o da segurança. A HP Fortify realizou um teste de segurança sobre os sistemas mais importantes, encontrando vulnerabilidades em todos eles. Eles testaram uma dezena de relógios inteligentes, incluindo o Apple Watch, o Samsung Gear, além de modelos do Pebble e Sony.

Entre os problemas de segurança citados, merecem destaque:

– Melhor codificação: apesar de todos os produtos contarem com a codificação SSL/TLS, 40% dos dispositivos analisados foram vulneráveis ao ataque CANICHE (Poodle), um exploit contra SSL amplamente utilizado, que é imune aos codificadores mais débeis.
– Interfaces inseguras: três dos dez smartwatches utilizam interfaces web baseadas na nuvem, e são vulneráveis ao Account Harvesting, permitindo o acesso depois de descobrir a senha.
– Autenticação do usuário: três dos dez smartwatches fracassaram ao oferecer a autenticação de dois passos, ou a capacidade de bloquear as contas depois de 3 a 5 erros de senha.
– Firmware: 7 de 10 relógios tiveram problemas com as atualizações de firmware. Os dispositivos portáteis, incluindo smartwatches, não recebem (em via de regra) atualizações de firmware codificadas.
– Privacidade: os smartwatches são um risco para a segurança pessoal, assim como para a privacidade. Todos os dispositivos avaliados coletam algum tipo de informação pessoal, incluindo nome de usuário, endereço, data de nascimento, sexo, frequência cardíaca, peso e outra informação de atividade esportiva ou saúde.

A HP Fortify não revelou as vulnerabilidades específicas para cada um dos dispositivos testados, mas garante que está trabalhando com os provedores para ‘melhorar a segurança dos produtos antes que eles sejam comercializados’.

Via HP Fortify (pdf)

Casio vai lançar seus smartwatches em 2016

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A Casio faz relógios há quatro décadas, e foi a primeira a adicionar recursos especiais nesses dispositivos (calculadora, jogos, alarmes, calendário e controle remoto). Com esses precedentes, e o potencial de crescimento que os relógios inteligentes possuem, Kazuo Kashio, um dos quatro irmãos que participaram da fundação da Casio, garantiu ao The Wall Street Journal que eles já estão quase prontos para estrear no mercado de smartwatches.

O mais interessante é que o foco da Casio é muito diferente ao da Apple, LG, Sony e demais empresas que hoje buscam uma fatia desse mercado. Kashio parece estar convencido que a experiência de sua empresa a coloca em uma posição muito cômoda para chegar ao mercado de consumo com mais força do que os demais fabricantes.

De fato, ele antecipou que sua intensão não é lançar um dispositivo inteligente que também incorpora a função de um relógio. Ele quer fabricar um relógio de verdade, mas enriquecido com funções inteligentes. Logo, o seu ponto de partida é diferente desde já.

Mas o executivo foi além ao garantir que sua proposta terá uma resistência apta para um uso diário, intenso e descuidado. Serão relógios fáceis de usar e bonitos. Mas isso não é tudo: eles querem oferecer produtos com preços competitivos. Ao que parece, a primeira proposta teria um preço muito similar ao da versão mais barata do Apple Watch.

Só resta uma pergunta a ser respondida: quando esse relógio estará pronto?

Parece que esperam um lançamento no Japão e Estados Unidos para o final do mês de março de 2016. Mas esse primeiro modelo não está apto para todos os públicos, já que Kashio informa que ele foi desenvolvido para os homens que querem utilizá-lo no seu tempo livre e atividades esportivas.

Imagem: Wikimedia
Via The Wall Street Journal

Essa bateria hexagonal da LG aproveita tudo do seu smartwatch redondo

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A LG Chem (subsidiária da LG) desenvolveu um novo módulo de bateria com formato hexagonal, que aproveita muito melhor o espaço dentro de um relógio inteligente, resultando em uma capacidade de bateria 25% maior.

Com isso (na teoria) um smartwatch qualquer seria capaz de obter até quatro horas a mais de bateria. Não é algo que vai mudar o mundo, mas que certamente pode salvar o usuário em mais de uma ocasião, quando uma tomada não está disponível tão facilmente.

Por enquanto, não há maiores informações sobre a sua produção e distribuição, mas é esperado que pelo menos a próxima leva de relógios da LG já receba essa nova proposta. E isso pode ser apenas o começo: o fabricante coreano reconhece que eles ainda estão trabalhando no desenvolvimento de baterias com outros formatos, que ajudam a expandir a autonomia dos wearables sem afetar o seu design.

Estamos diante do começo do fim dos relógios com autonomia de bateria com apenas um dia de uso? Só o tempo vai dizer.

Via 9to5googleKorea Times

 

8 coisas que o Pebble Watch é capaz de fazer que o Apple Watch não faz

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O Pebble conseguiu muito menos atenção que o Apple Watch, algo compreensível se levarmos em conta os esforços de marketing feito pela Apple. Mas o fato é que esse simples relógio inteligente tem importante vantagens em relação ao modelo da gigante de Cupertino.

A seguir:

1. É capaz de funcionar por até quatro dias sem precisar recarregar a sua bateria, enquanto que o Apple Watch alcança, no máximo, um dia e meio.
2. Sua tela sempre está ligada, o que oferece uma função mais adequada como relógio convencional.
3. Permite uma maior personalização da imagem da tela, já que oferece a opção de criar a tela que queremos. Já no modelo da Apple só podemos escolher entre dez opções.
4. Pode ser submergido em até 30 metros, enquanto que o Apple Watch só suporta algumas pequenas gotas de água.
5. O Pebble é compatível com smartphones com sistemas Android e iOS, o que significa que podemos continuar a usar o produto até mesmo quando queremos mudar de plataforma em algum momento.
6. Nas pulseira, o Pebble utiliza o padrão internacional, o que nos oferece acesso a milhões de pulseiras diferentes, algo que não acontece com o Apple Watch.
7. É possível utilizar pulseiras inteligentes que adicionarão novas funções interessantes, mas que ficam como opcionais, de forma que só aquele que você realmente quer você terá que pagar por elas.
8. É mais barato que o Apple Watch, já que custa US$ 199.

Oito vantagens claras e mais importantes do que parecem.

Via Business Insider

A tipografia será a estrela dos smartwatches, graças ao Spark

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Uma das claras limitações dos smartwatches é a sua tela reduzida. É difícil exibir a informação com a mesma qualidade dos smartphones, mas a Monotype quer dar um salto qualitativo importante nesse terreno, com o Spark.

Eles criam as tipografias exibidas nas pequenas telas dos relógios inteligentes, tornando a leitura tão intuitiva e legível quanto aquelas disponíveis nos computadores pessoais ou smartphones. Hoje, as tecnologias utilizadas para mostrar fontes tipográficas dos relógios inteligentes e telas de pequeno formato nada mais são do que mapas de bit pré-codificados nos dispositivos, exigindo assim menos potência do processador. Porém, são tipografias pixeladas, não exibindo toda a beleza das tipografias renderizadas, que podem ser escaladas e exibidas em todo o seu potencial.

O principal produto da Monotype, o iType, é capaz de renderizar e mostrar tipografias para telas de tamanho ‘convencional’, mas os seus engenheiros trabalharam no aplicativo com a mesma ideia para adaptá-lo sob demanda para uma empresa automobilística. O resultado desse trabalho foi o Spark, um motor que permite que qualquer tipografia – incluindo aquelas com caracteres mais complexos – sejam exibidas em pequenas telas com a mesma qualidade apresentada nos smartphones.

Via Wired

Os smartwatches tiveram vendas discretas em 2014, com destaque para o Moto 360

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Um estudo da consultora Canalys revela que desde que apareceram os primeiros dispositivos com Android Wear, foram distribuídos (e não necessariamente vendidos) 720 mil unidades de relógios inteligentes com esse sistema. Esse número é irrisório, se compararmos com as vendas de smartphones, mas não é algo necessariamente ruim quando comparados com outras plataformas, como o Pebble, que no mesmo período obteve 600 mil unidades distribuídas.

Se incluirmos as pulseiras quantificadoras e os relógios Pebble – além de outros wearables como o Sony Smartwatch 1 e 2, por exemplo -, os números aumentam notavelmente. O relatório revela que foram distribuías 4.6 milhões de unidades de wearables em 2014, mas sem especificar quais modelos foram os mais populares.

Dentro do segmento com Android Wear, o Motorola Moto 360 foi o líder com sobras, mostrando a relevância que o um bom design pode ter nesse grupo de dispositivos. De fato, parece que esse aspecto tem mais importância que suas funcionalidades (por enquanto).

Os números são modestos, mas o ano de 2015 pode marcar o deslanchar em definitivo de um mercado que espera o Apple Watch. A J.P. Morgan dá as primeiras estimativas de unidades vendidas para o ano fiscal de 2015: 26.3 milhões de unidades.

Se essa previsão se cumprir (é uma aposta alta, ainda mais sem conhecer como vai se comportar o Apple Watch), os smartwatches com Android Wear terão um duro adversário. Sem falar no Pebble e nos modelos com Tizen, que devem apresentar novidades ao longo do ano.

Via ArsTechnicaCanalys

Fabricantes de relógios vão processar sites que copiam suas interfaces para smartwatches

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Personalizar o seu smartwatch pode virar caso de tribunais em breve. Vários fabricantes de relógios – entre eles Swatch, Armani, Omega e Fossil – estão enviando ordens de cessão e suspensão para sites que oferecem interfaces de personalização de relógios inteligentes que reproduzem os seus designs tradicionais.

O motivo para os processos é a violação dos direitos autorais das imagens reproduzidas. Um dos sites mais populares nesse aspecto é o FaceRepo, que confirma ter recebido ameaças legais dos fabricantes, a ponto de serem obrigados a retirar os designs em questão. Mesmoa ssim, ainda é possível encontrar outros esquemas de relógios famosos na internet. Incluindo versões histórias da Casio, que até agora não reclamou sobre o assunto.

Vamos ver como esse assunto vai terminar. Algo me diz que essa história não vai parar por aí.

Via Torrent Freak

Android Wear vs Tizen vs Apple Watch: o que cada sistema oferece nesse momento?

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Em apenas quatro meses, um novo cenário de sistemas operacionais foi formado. Depois das batalhas pelos sistemas de computadores e smartphones, agora temos a briga entre os softwares para os smartwatches. Com a chegada do Apple Watch, três grandes concorrentes lutam pelo consumidor – Android Wear e Tizen já estão na briga a algum tempo -, e a corrida mal começou. Todos tentam oferecer a melhor experiência possível, mas é difícil saber o que cada um deles realmente oferece.

 

Apple Watch

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A Apple é a mais recente adição ao mercado de smartwatches, e apesar de fisicamente o relógio não cair no gosto de todos, sua plataforma é (aparentemente) muito completa.

Uma interface cheia de ‘bolhas’, que mostram todos os aplicativos instalados, que é controlada por uma coroa na lateral do relógio, ou pela tela sensível ao toque. A diferença de uso não é muito diferente entre um aplicativo e outro, e isso é importante para a experiência de uso. A Apple ainda não mostrou todo o potencial dessa interface. Por enquanto, sabemos que podemos receber notificações a partir do smartphone, responder mensagens, realizar leitura de texto e obter respostas através do comando de voz. Tudo isso, sem tirar o iPhone do bolso.

Além disso, você não só pode responder mensagens de texto ou realizar chamadas, como também enviar desenhos, emoticons animados e até a pulsação do nosso corpo para nossos amigos. O relógio também conta com sistema de navegação (com a ajuda do GPS do smartphone) pelo serviço de mapas da Apple, controle do player musical, exibição de compromissos no calendário, controle de cartões e bilhetes do Passbook e compatibilidade com o Apple Pay.

Também é possível controlar a Apple TV pelo relógio, assim como a câmera do iPhone, visualizar as fotos na pequena tela e enviar ordens para o smartphone pelo comando de voz no relógio. O Apple Watch possui também aspirações esportivas, com serviços de quantificação que trabalham em conjunto com o co-processador M8 do iPhone durante as diferentes atividades.

Soma-se a tudo isso os aplicativos considerados padrão: alarmes, cotação da bolsa e, é claro, o relógio (que pode ser personalizado com várias interfaces). Todos esses recursos podem ser customizados pelos desenvolvedores, através da plataforma WatchKit.

A Apple foi a última a chegar, mas oferece uma proposta muito sólida, sem falar no valor agregado de um iOS consolidado, com uma plataforma fiel de desenvolvedores.

 

Android Wear

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A Google tem no Android Wear uma estratégia muito parecida com a feita no Android: criar uma plataforma ‘universal’, onde qualquer fabricante pode criar o seu relógio sem se preocupar muito com o software. Por enquanto, ASUS, LG, Motorola, Samsung e Sony são os seus parceiros, mas essa lista deve aumentar em 2015.

Sua interface apresenta um sistema de fichas deslizáveis na vertical, que permite o salto de um aplicativo para o outro. O movimento na horizontal realiza a navegação nos diferentes menus. Alguns modelos começam a incorporar botões físicos para a navegação.

O Android Wear aposta na informação contextual, tal como acontece hoje no Google Now. As notificações que chegam pelo smartphone podem ser respondidas pelo relógio com mensagens pré-definidas, mas ainda não há um modo de resposta em função do conteúdo. Obviamente, o Google Now está integrado, e pode ser usado o microfone incorporado do smartphone para realizar buscas ou comandos pelo relógio. Esse é um item que a Google ainda precisa melhorar um pouco no seu reconhecimento, já que tal item no smartphone funciona muito bem.

Os mapas estão presentes via Google Maps, oferecendo o serviço de navegação para mostrar as indicações na tela do relógio. Esse item também se relaciona com as atividades esportivas, mas de forma ainda tímida, permitindo apenas a contagem de passos e a informação da distância percorrida.

A Google já liberou o SDK do Android Wear, e o tempo vai mostrar o seu crescimento. Por enquanto, temos algumas integrações de aplicativos do smartphone no relógio, através de notificações, além de demonstrações de apps para pedidos de produtos e serviços via delivery.

Apesar de já ser a plataforma mais presente no mercado, ainda conta com algumas carências em relação a concorrência. Os próprios fabricantes confirmam que alguns dos seus modelos contam com sensores que ainda são incompatíveis com a atual versão do Android Wear. Tudo indica que até o final de 2014 teremos mais uma revisão, que deve trazer novas funções e melhorias.

 

Tizen

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A Samsung segue um caminho próprio com o Tizen, e já tem algum tempo. O novo Gear S mostra todo o potencial da plataforma, onde o seu principal diferencial foi a sua independência em relação ao smartphone, com suporte para SIM cards para uma autônoma conectividade. Isso torna o sistema único para os esportistas e usuários casuais, que querem deixar o smartphone em casa.

Para o Tizen, a Samsung foi atrás de parceiros. O sistema de navegação é o Here (Nokia), além de uma parceria com a Nike para um aplicativo esportivo. Sem falar no aplicativo Salud S, que tira proveito dos sensores presentes nos smartphones top de linha da empresa (acelerômetro, giroscópio, pulsômetro, etc).

Também temos as funções mais genéricas, como por exemplo as notificações do smartphone, previsão do tempo, cotação da bolsa, relógio, etc. O SDK já está disponível para os desenvolvedores, mas tudo indica que a principal base do Tizen está nos acordos já fechados com diferentes empresas e prestadoras de serviços.

Enquanto o Android Wear aposta na aparência comum a qualquer outro relógio, a Samsung quer que o Tizen esteja em produtos com designs diferenciados, para chamar a atenção primeiro por fora, para depois mostrar os benefícios de sua plataforma.

Samsung e Diesel Black Gold apresentam parceria exclusiva em Nova York

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A Samsung Electronics Co. Ltd. anunciou uma parceria com a Diesel Black Gold, em uma colaboração exclusiva e única com o novo Samsung Gear S. A parceria entre Samsung e Diesel Black Gold personifica a união de inovadoras tecnologias e design consciente com uma atmosfera de moda contemporânea e original.

Andreas Melbostad, diretor criativo da Diesel Black Gold, interpretou o revolucionário Samsung Gear S com uma série de acessórios personalizados, que atravessou a passarela Primavera Verão 2015 da marca. Utilizando a tecnologia inovadora da Samsung Gear S como base para esses acessórios, a equipe criativa da Diesel Black Gold criou uma coleção de peças únicas, em diferentes formas, cores e detalhes, todas caracterizadas pela atitude icônica da marca contemporânea e vanguardista. Elementos da coleção SS15, inspirados em estrelas de rock New Wave e heroínas, foram utilizados para dar uma atitude forte para o dispositivo, caracterizado pela assinatura de couro e detalhes em metal.

Samsung e Diesel também irão colaborar para fazer um vídeo 360 do desfile Diesel Black Gold, que poderá ser assistido no Samsung Gear VR. Quando assistido no dispositivo, o conteúdo irá fornecer uma experiência visual, envolvente e única do desfile. As peças exclusivas não estarão à venda.

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Via assessoria de imprensa