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Windows 10 alcança 21% de cota de mercado

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O período de atualização gratuita do Windows 10 chegou ao fim, e agora temos os números de cota de mercado depois de quase um ano de lançamento do sistema operacional.

No mês de junho, o Windows 10 ganhou 4% de cota, o maior aumento desde o seu lançamento, registrando 21,13%. A Microsoft garante que essa é a versão com maior crescimento da história da empresa, e apesar de várias dúvidas ao longo do tempo, os dados confirmam a teoria da empresa de Redmond.

 

Atualizações, as grandes responsáveis pelo aumento

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Esse aumento do Windows 10 foi refletido nas quedas do Windows 7 e Windows 8, mas não estimulou as vendas de novos equipamentos, o que é algo relativamente preocupante. De qualquer forma, são respeitáveis 21% de mercado. Veremos se nos próximos meses esse crescimento será maior com a chegada de novos equipamentos de consumo e grandes migrações empresariais.

O Windows 7 segue como a versão mais utilizada do sistema operacional, com mais que o dobro de usuários do Windows 10, mas voltou a cair 2% em junho. O Windows 8.1 também registrou queda pelos mesmos motivos, enquanto que o Windows 8 e o Vista já são residuais. O mais incrível de tudo isso é que o Windows XP ainda conta com mais de 10% do mercado.

O OS X registrou queda, mas mantém os níveis dos últimos meses. Aqui, a Apple precisa dos novos MacBooks com certa urgência, depois da queda de vendas dos últimos trimestres.

Por fim, vale a pena destacar que o maior aumento (porcentual) de todos os sistemas foi registrado pelo Linux, que ganhou 2,33%.

Windows 10 ganha mercado. O Windows 7 também…

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O Windows 10 registrou o seu maior aumento de cota de mercado mensal desde o seu lançamento, em julho de 2015. A má notícia é que o seu maior ‘competidor’, o Windows 7, também ganhou cota de mercado.

De acordo com os dados da empresa de análise NetMarketShare, o Windows 10 ganhou mais de 2% de mercado no mês de maio, alcançando 17,43%. É surpreendente ver como essa versão aumenta de cota mês a mês. Ainda que as vendas de PCs novos sigam em queda livre, praticamente todos os novos computadores que chegam ao consumidor contam com o novo software pré-instalado, o que ajuda a explicar o aumento nessa porcentagem.

Outro fator que influencia nesse aumento de mercado do Windows 10 é a proximidade do fim do programa de atualização gratuita para o novo software a partir de equipamentos com licença válida do Windows 7 e Windows 8.1, o que anima algumas pessoas a atualizarem os seus dispositivos. Alguns veículos comentam que o aumento dessa porcentagem é resultado também da política agressiva da Microsoft com as ‘atualizações forçadas’ ao oferecer o software, mas é impossível avaliar qual é a porcentagem de updates em função desse fator.

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A curiosidade dos dados do mês de maio chega com o aumento da cota do Windows 7 de quase 1% em um mês. Com essa tendência, e apesar dessa versão ter perdido 10% de mercado no último ano, a reflexão é evidente: o Windows 7 vai reinar por muito tempo, uma vez que o seu suporte foi estendido para até 2020.

Kantar: Android em queda na Europa e em alta nos EUA

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A Kantar WorldPanel ComTech revelou os últimos dados de vendas de smartphones de acordo com o sistema operacional na Europa e nos EUA.

O Android é o sistema dominante Na Espanha, Grã-Bretanha, Itália, França e Alemanha, mas com uma pequena queda em porcentagem. Em compensação, o sistema do Google cresceu nos Estados Unidos, assim como os sistemas iOS e Windows Phone, mas com ganhos bem mais discretos.

A queda do Android na Europa foi de 2.3% em relação ao mesmo período em 2014. Por outro lado, o iOS ganhou 2.2% e o Windows Phone cresceu 0.7%. Nos Estados Unidos, o Android cresceu 2.9% em relação ao ano passado, e 4.1% se comparado com os dados do mês de março, ficando com 62.4% do mercado no país.

Esse crescimento ainda não reflete as vendas dos últimos lançamentos da Samsung, mas pode ser efeito de que modelos como o Galaxy S5 e o Note 4 se posicionam entre os cinco modelos mais vendidos no país (segunda e quinta posições, respectivamente).

Por fim, na China, o Android segue majoritário, com 74% das vendas de dispositivos. Nove entre dez fabricantes que mais vendem no país são locais, em uma batalha onde os máximos expoentes são a Xiaomi e a Huawei. A Apple sofreu uma pequena queda em relação ao mês anterior, ficando com 24.4% das vendas, mas com uma porcentagem maior em relação ao mês de abril de 2014.

Malwares para smartphones cresceram 25% em 2014

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A Alcatel-Lucent apresentou o seu relatório Motive Security Labs, centrado na segurança em aplicativos e dispositivos móveis, correspondente aos dados da segunda metade de 2014. O estudo mostra que os malwares para smartphones seguem crescendo de forma imparável, com uma taxa que alcançou os 25% no ano passado.

A análise estima que o número de dispositivos afetados hoje por algum tipo de infecção é de 16 milhões. Um número baixo, se comparado com o volume de smartphones ativos no planeta (0.68% de taxa de infecção), mas preocupante se olharmos para a taxa de crescimento, onde muitos usuários sequer sabem que estão infectados.

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O tipo de malware mais popular continua a ser aquele relacionado com a espionagem dos conteúdos dos smartphones (6 de cada 20), normalmente instalado por amigos ou familiares para coletar mensagens de chat, e-mails, histórico de navegação ou gravação de chamadas. Mas também está se popularizando outras ameaças, como bots, rootkits ou trojans.

O Android segue como plataforma mais atacada, e já conta com o mesmo nível de ataque aos computadores portáteis com Windows. Muito atrás ficam os sistemas iOS e BlackBerryy, com menos de 1% de todas as infecções.

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Por fim, vale observar o interessante dado que os usuários de smartphones, diferente do que acontece com os computadores pessoais, não parecem estar dispostos a instalar aplicativos de antivírus nos seus dispositivos. A tendência é confiar que as operadoras e fabricantes devem proteger seus dados (65% dos entrevistados) do que assumir a responsabilidade de proteger o dispositivo.

Via Alcatel, Motive Security Labs