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Controle o seu smartphone com uma etiqueta pregada na pele

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O sistema iSkin criado pela Universidade de Saarland (Alemanha) e Carnegie Mellon (Estados Unidos) propõe um controle das funções do smartphone a partir do uso de uma lâmina muito fina em forma de etiquetas, que contam com sensores capacitivos e resistivos.

Uma vez esses adesivos instalados sobre a pele (eles podem ser inseridos e retirados com facilidade, e não devem causar alergias ou problemas de pele), os botões e pontos de controle pré-determinados podem gerenciar o uso do smartphone.

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Tudo o que é necessário é instalar uma dessas etiquetas no braço ou na mão, e diferentes funções do smartphone sem podem ser controladas, sem precisar tirar o dispositivo do bolso. Principalmente no momento de reprodução musical, atender ou encerrar chamadas. É possível até mesmo enviar mensagens a partir de um teclado virtual.

Por enquanto, os primeiros protótipos funcionam com os cabos que você vê nas fotos e no vídeo abaixo, mas é esperado que em pouco tempo possa ser possível implantar chips de radio-frequência para que se comuniquem de forma sem fio com nossos smartphones.

 

Via Universidade de Saarland

Rumor: iWatch com mais de um design, e mais de 10 sensores

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Começou a leva de rumores mais intensos sobre o suposto smartwatch da Apple, o iWatch. Depois da notícia publicada pela Reuters que a produção do dispositivo já estaria em estágio avançado, com um possível lançamento para o mês de outubro, com projeção de vendas estimadas em (assustadores) 50 milhões de unidades em um ano, o Wall Street Journal apresentam novos e interessantes rumores sobre esse novo produto da Apple.

Segundo o WSJ, o iWatch não teria apenas um design. Eles apostam em um relógio com diferentes tamanhos de tela, talvez seguindo a tendência do Samsung Gear e suas diferentes “linhas”. Particularmente, acho que a Apple vai lançar apenas um modelo do iWatch. Mas como a fonte desse post é o WSJ, nunca se sabe.

Mas a maior possibilidade de acerto está nos sensores. Especula-se na presença de até dez sensores, incluindo o de monitoramento cardíaco. O que é bem lógico, levando em conta as novas apostas da Apple nos cuidados de saúde do usuário. Também existe a possibilidade da Nike estar especialmente envolvida no desenvolvimento do produto.

Também se acredita que a Apple está procurando desenvolver um relógio que seja muito menos dependente do smartphone, sendo capaz de registrar todos os parâmetros e dados do usuário sem precisar recorrer ao iPhone. Vale lembrar que já existia o rumor que a gigante de Cupertino estaria procurando novas formas de recarga do dispositivo, dispensando a necessidade de usar a tomada ou um cabo USB (recarga solar, por movimento, etc).

Por fim, as estimativas de vendas publicadas pelo Wall Street Journal giram em torno de 15 milhões de unidades em 2014.

Com tudo isso, já dá pra dizer que o iWatch (que começou a ser especulado no meio do ano passado), finalmente está mais próximo da nossa realidade.

Via WSJ

Esta é a pele eletrônica que pode revolucionar os sensores do futuro

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Martin Kaltenbrunner e Takao Someya, pesquisadores que chefiaram uma equipe de cientista da Universidade de Tóquio, apresentaram recentemente um novo tipo de material flexível, com características muito desejadas pela indústria médica e eletrônica, uma vez que esse material pode ser a base para o desenvolvimento de sensores de pressão muito finos e praticamente indestrutíveis.

Com uma espessura de apenas um nanômetro, essa pele eletrônica poderá se aderir à sua epiderme, para enviar informações biométricas em tempo real para instrumentos médicos, ou ser utilizada em conjunto com braços mecânicos para que robôs passem a usar membros prostéticos com o sentido do tato. Os sensores, cuja consistência é comparada ao do plástico transparente que usamos para envolver alimentos, podem ser retirados e aplicados sem riscos à pele, e funciona perfeitamente em locais úmidos, como o interior do corpo humano, por exemplo.

Inclusive é possível adicionar sensores de temperatura ultrafinos e diodos de emissores de luz ou calor, multiplicando as possibilidades de uso.

A construção dessa segunda pele eletrônica (ou primeira, se falamos de peles sintéticas) é feita com o depósito de uma finíssima capa de óxido de alumínio sobre uma película de polímero, utilizando técnicas de evaporação comuns nas produção industrial de semicondutores. Este processo se realiza na temperatura ambiente, o que supões ser um importante avanço diante das alternativas atuais baseadas em plasma, pouco adequadas para trabalhar com superfícies extremamente finas.

Outra grande vantagem é que a sua própria natureza permite a impressão de rolos de metros e metros de sensores, praticamente como se fosse um papel filme.

Obviamente, ainda faltam alguns (vários) anos de testes e desenvolvimento. Mas podemos dizer que é muito bom já irmos nos familiarizando com essa tecnologia. O vídeo a seguir mostra mais sobre o projeto.

 

Via iO9ABC ScienceNew Scientist

FINALMENTE a FIFA vai adotar a tecnologia de sensores na linha de gol na Copa do Mundo em 2014

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Antes tarde do que nunca! A FIFA decidiu dar um passo adiante no tempo, e apostar na tecnologia para eliminar algumas das polêmicas que podem surgir em jogos, evitando assim erros que podem ser absurdos sejam cometidos. A entidade máxima do futebol decidiu adotar o sistema de identificação de passagem da bola na linha do gol, para determinar se a bola entrou ou não.

São dois sistemas que foram aprovados pela FIFA. Um deles é o “olho de falcão”, semelhante ao utilizado hoje nos principais torneios de tênis (principalmente jogos de Grand Slam), e o outro é a tecnologia de sensores nas traves. Os dois sistema serão utilizados como ferramentas oficiais de verificação na Copa das Confederações, que acontece no meio de 2013, e na Copa do Mundo, em 2014, ambos a serem realizados no Brasil.

As tecnologias foram testadas no Mundial de Clubes de 2012, mas até chegar ao ponto de aprovação da FIFA, as duas ferramentas tiveram que passar por muitos testes. O ponto culminante para a FIFA acordar para o lado tecnológico da questão foi o “gol fantasma” de Frank Lampard na Copa do Mundo de 2010. A bola entrou claramente no gol da Alemanha, e isso custou a eliminação da Inglaterra no torneio. A FIFA testou exaustivamente os dois sistemas, e comprovou que ambos funcionam de forma perfeita.

A tecnologia do “olho do falcão” se baseia em câmeras instaladas em pontos estratégicos do campo, que vão gravar o gol de diferentes ângulos. Quando todo o sistema está calibrado, ele passa por um software que “visualiza” a bola e analisa se ela está completamente dentro do gol.

O outro sistema certificado é o mais fácil e compacto para se instalar. Basicamente se vale da instalação de sensores nas traves. Esses sensores ficam conectados a um computador, que analisa a informação transmitida pelas traves. Com os dois sistemas, os árbitros recebem a informação do gol (ou não) no seu relógio de pulso em até um segundo depois da jogada.

Via The Next Web

Desenvolveram um robô que é capaz de apalpar um tomate melhor do que eu e você

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Pesquisadores da Escola de Engenharia de Viterbi, na Carolina do Sul (EUA), desenvolveram um robô capaz de identificar os materiais recolhidos não através da vista ou complexos sistemas de análise química, mas sim através de um sensor de toque de alta precisão.

O dispositivo recebe o nome de BioTac, e imita o formato básico do que seria o dedo de uma pessoa, com um interior líquido coberto por uma capa de pele sintética, que conta com suas próprias digitais, para uma melhor sensibilidade do robô a vibrações. Com paciência e uma grande base de dados, os cientistas ensinaram o robô a reconhecer 117 materiais comuns, mediante “movimentos exploratórios”, conseguindo acertar 95% dos resultados.

Mas os carpinteiros e designers de moda tem muito pouco a se preocupar, pois o BioTac será capaz de reconhecer texturas com uma precisão absurda sim, mas pelo menos por enquanto ele é totalmente inútil na hora de decidir quais produtos são os mais agradáveis ao tato. Sua aplicação mais interessante parece ser mesmo as próteses humanas, e seus criadores já buscam companhias que estão interessadas em adquirir esta tecnologia.

Via Viterbi.usc.edu

Pesquisadores japoneses criam uma superfície capacitiva integrada em material têxtil

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Já vimos antes como a tecnologia pode ser aplicada nos tecidos, mas nada se compara ao que você vai ver neste post. O que temos aqui é uma matriz de sensores capacitivos, que foram colocados em uma fibra de nylon de apenas 1 mícron de espessura, permitindo assim que se crie um teclado virtual sobre o pedaço de tela, permitindo assim a digitação sem maiores problemas em um computador portátil.

Pensando um pouco mais longe, seria bem simples conectar ao sistema um módulo Bluetooth, de modo que nosso telefone móvel consiga se conectar ao tecido, facilitando a nossa vida na hora de responder e-mails, pois teríamos um teclado iluminado debaixo da manga de nosso paletó. Mas isso é só uma teoria, certo? De qualquer modo, esse projeto é do Instituto Japonês de Tecnologia e Ciência Industrial Avançadas, e você poderá ver o conjunto em funcionamento no vídeo abaixo.

via Engadget

Pioneer quer colocar o Android até na sua bicicleta

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A Pioneer está desenvolvendo um novo conceito de velocímetro vitaminado para nossos passeios na bicicleta, e que mantenha a nossa alma geek.

Com este dispositivo conectado no guidão da bicicleta, podemos controlar uma série de informações do passeio, como velocidade, ritmo cardíaco e média horária, entre outros. Porém, diante da grande quantidade de dispositivos parecidos que existem na concorrência, este aqui conta com o diferencial de ser desenvolvido para funcionar com a especificação sem fio ANT+, para poder extrair dados de outros sensores opcionais, que serão úteis na hora de controlar a força da pedalada.

Além disso, conta com GPS e sistema operacional Android, de modo que pode ser o companheiro ideal dos ciclistas mais convictos. Por enquanto, o produto está em desenvolvimento, e não tem data de lançamento e preços anunciados. Abaixo, vídeo demonstrativo.

via Diginfo

Samsung anuncia sensores HD para webcams integradas

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Era questão de tempo ver webcams HD nos nossos portáteis, e parece que estamos cada vez mais próximos disso. A Samsung anunciou dois novos sensores CMOS, com belas especificações. Os modelos S5K6A1 e S5K5B3, sendo que o primeiro faz gravações com resolução 720p (30 FPS) e captura de 1.3 MP, e o segundo grava vídeos a 1080p (2.1 MP). A Samsung diz que os dois modelos contam com função de auto-foco, para ler códigos de barra ou cartões de visita, alémd e ter rendimento optimizado para ambientes com pouca luz. Terá sua produção em massa ao longo do segundo trimestre de 2010.

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