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Daytona USA, os 60 FPS que fizeram a diferença

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Olhar para o passado e lembrar os anos 90 significa lembrar do domínio que a SEGA exerceu nas máquinas arcade. Hoje, a empresa é uma sombra do que foi um dia, mas à ela devemos grandes conquistas e avanços introduzidos no mundo dos videogames.

A SEGA foi uma das pioneiras no desenvolvimento dos jogos em 3D e uma das mais importantes nesse segmento, graças principalmente à potência das placas Model 1 e Model 2, com jogos como Virtua Fighter e Daytona USA.

 

A importância dos 60 FPS em Daytona USA

A DigitalFoundry publicou um interessante vídeo que faz uma revisão histórica nas origens dos jogos 3D, mas centrado em Daytona USA. Na análise, eles comentam alguns dos avanços mais importantes que esse jogo introduziu, como por exemplo a filtragem e correção das texturas, algo que era um sonho em 1993, além da importância dos 60 frames por segundo.

Sim… Daytona USA rodava a 60 FPS com a ajuda da placa Model 2, com uma qualidade gráfica impressionante para a época, tanto que chegou a ser considerado o melhor game 3D do seu tempo. Basta comparar qualquer jogo 3D lançado até então com o jogo de corrida arcade da SEGA, e você vai entender o que quero dizer.

Hoje, o jogo é considerado antiquado, e é possível que nem todos sejam capazes de entender de verdade a revolução que Daytona USA marcou no seu lançamento.

A versão do SEGA Saturn nunca esteve à altura, como você pode constatar no vídeo. Mas o comparativo das duas versões serve para apreciar a importância que tem os tais 60 FPS nesse tipo de jogos.

 

 

Via DigitalFoundry

Sonic Mania, e a impressionante edição de colecionador

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Sonic Mania é um jogo que despertou o interesse dos fãs. E motivos não faltam: é uma volta às origens 2D da franquia, introduzindo novidades e melhorias, mas sem perder a sua essência.

O jogo só chega no começo de 2017, mas já sabemos o conteúdo da edição especial para colecionadores, que nada mais é do que uma homenagem à época dos 16 bits da SEGA.

A edição especial do Sonic Mania inclui uma estátua do Sonic em cima de um Mega Drive (Genesis), com um botão que ativa o clássico som de início da SEGA.

Além da estátua, você leva para casa uma réplica do cartucho do Mega Drive com um anel, um cartão metálico colecionável com a chave de ativação e uma caixa especial.

 

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A Amazon dos Estados Unidos lista esse pack de Sonic Mania por US$ 70, um preço elevado mas que não vai impedir o investimento dos fãs mais convictos. O jogo é compatível com Xbox One, PS4 e PC.

Via SlashGear

Próximo Sonic chega em 2017, e a SEGA quer fazer algo grande

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A SEGA confirmou que está trabalhando em um novo jogo da série Sonic, o conhecido mascote da empresa.

A evolução do Sonic depois de Sonic Adventures 2, inicialmente exclusivo para o Dreamcast, foi de mal a pior, com o seu fundo do poço alcançado no criticado Sonic The Hedgehog (2006), considerado o pior de todos protagonizados pelo mascote da SEGA.

 

A missão? Resgatar a carisma do Sonic

Felizmente, os últimos jogos foram aceitáveis, e contribuíram em geral para trazer o personagem para os tempos atuais, mas sem danificar sua imagem. Mas a SEGA sabe que precisa devolver o brilho o carisma presentes na década de 1990, e para isso devem lançar um jogo que seja à altura disso.

Pode parecer algo complicado o salto para as três dimensões, algo que fez mais mal do que bem para essa série de jogos. Mas o já citado Sonic Adventure 2 mostrou que tudo é uma questão de querer, e não de poder. A SEGA deixa claro que está trabalhando em um novo jogo da série, e que quer colocar um esforço especial na qualidade do mesmo.

Dado que seu lançamento está previsto para 2017, podemos dizer que o tempo está a favor da empresa para nos surpreender com algo que realmente vale a pena.

Esperamos que a SEGA cumpra com a promessa e nos entregue um jogo que se destaque positivamente. Até lá, vamos revivendo alguns dos melhores jogos do porco espinho azul, com os packs do Humble Bundle e emuladores espalhados pela internet.

Via NextPowerUP!

SEGA anuncia emulador oficial do Mega Drive para Steam

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A SEGA decidiu fazer negócios com o mundo da emulação (no lugar de combater essa tecnologia), e lançou um emulador oficial para o Mega Drive no Steam. Ou seja, é um software completamente ilegal, que dispensa o uso dos jogos originais, apesar do gamer ter que pagar por cada jogo que queira jogar no formato digital.

O emulador em si é gratuito, e contará com uma interface muito bem trabalhada, que lembra bem o que vimos no começo da década de 1990, e que gerou tantas horas de diversão para muitos gamers do passado. Não dá para concretizar o custo de cada jogo com exatidão, mas é possível que a SEGA opte por manter o preço de 2.49 euros por cada jogo, valor que hoje o Steam lista para os clássicos que comercializa em sua plataforma digital.

A partir do dia 28 de abril, os seguintes jogos do Mega Drive estarão disponíveis no Steam:

  • Golden Axe
  • Altered Beast
  • Comix Zone
  • Ecco the Dolphin
  • Gain Ground
  • Shinobi III: Return of the Ninja
  • Master Vectorman
  • Crack Down
  • Shadow Dancer
  • Space Harrier II
  • Ecco Jr.
  • Alex Kidd in the Enchanted Castle
  • Bonanza Bros.
  • Super Thunder
  • Blade
  • Kid Chameleon
  • Ristar
  • Galaxy Force II
  • Columns
  • Eternal Champions
  • Fatal Labyrinth
  • Bio-Hazard Battle
  • Columns III
  • Sword of Vermilion
  • Virtua Fighter 2
  • Ecco: The Tides of Time
  • Alien Storm
  • Decap Attack
  • Flicky
  • ESWAT: City Under Siege
  • Golden Axe II
  • Landstalker: The Treasures of King Nole
  • Shining Force
  • Wonder Boy III: Monster Lair
  • Streets of Rage 2
  • Alien Soldier
  • Light Crusader
  • Gunstar Heroes
  • Streets of Rage
  • Shining Force II
  • Shining in the Darkness
  • Beyond Oasis
  • Dynamite Headdy
  • Golden Axe III
  • Phantasy Star II
  • Phantasy Star III: Generations of Doom
  • Phantasy Star IV: The End of the Millennium
  • Streets of Rage 3
  • Revenge of the Shinobi
  • Vectorman 2
  • Wonder Boy in Monster World

 

Via SEGA

Teremos um filme do Sonic, e não sabemos se devemos ficar contentes com isso

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Sonic

A cada vez que se ouve dizer que farão um filme baseado em algum jogo de videogame ou em personagens específicos, calafrios são ouvidos em vários locais do planeta. Muitas adaptações cinematográficas pensadas no mundo dos games são simplesmente terríveis, e os exemplos das últimas décadas são vários.

Tudo bem que nem todas as adaptações são ruins. Silent Hill e os primeiros filmes de Resident Evil conseguiram se salvar. Por outro lado, os exemplos de Alone in the Dark, Double Dragon (que é ruim, mas ficou icônico), várias sequências do Mortal Kombat, Street Fighter: A Lenda de Chun Li e The King of Fighters provam o meu ponto.

Pois bem, para o bem ou para o mal, foi confirmada a produção do filme Sonic the Hedgehog. Quem confirmou foi o CEO da SEGA, Hajime Satomi, e sua estreia está prevista para 2018.

Parece que não estamos falando de um filme no estilo tradicional, mas sim um híbrido entre animação e ação real, algo que faz algum sentido dado a natureza peculiar de um herói como Sonic, e o que poderia supor levar o personagem para um cenário totalmente realista. Não sabemos até que ponto funcionará tudo isso, e tudo o que podemos dizer nesse momento é pura especulação, de modo que só nos resta esperar por detalhes oficiais antes de opinar, para não realizar injustiças. Mas de cara não dá para colocar muita fé em um projeto que, segundo a SEGA, é uma tentativa de relançar e melhorar a posição da marca.

Via Neowin

SEGA receptiva diante da ideia de um Dreamcast 2

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O Project Dream é um projeto considerado sério, que conta com o respaldo de uma grande base de fãs do finado Dreamcast, que busca convencer a SEGA a lançar um Dreamcast 2. A tarefa não é das mais simples, mas eles trabalham de forma intensa por isso.

No Change.org, eles já receberam 27 mil assinaturas pedindo a volta do Dreamcast, sem falar nos milhares de fãs que seguem o projeto no Facebook e no Twitter. Tudo isso se resultou em uma boa notícia que abre um pequeno raio de esperança: segundo confirmam os responsáveis pelo projeto, as  primeiras conversas reais com a SEGA foram positivas.

Obviamente, isso não quer dizer nada. Mas ao menos a SEGA se mostrou “receptiva”, inclusive dentro do seu alto escalão, deixando assim uma porta aberta para um sonhado Dreamcast 2. Mas… será que vai mesmo chegar ao mercado? É difícil. Ainda mais a SEGA se voltando para o desenvolvimento dos jogos.

Veremos o que o futuro tem a dizer sobre esse tema.

Via TweakTown

Sega reconhece que “traiu parcialmente” os seus fãs

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Os gamers mais jovens talvez considerem a Sega uma empresa de segunda, abaixo de muitas desenvolvedoras independentes. Não é para menos: desde o fracasso comercial do Dreamcast, a empresa vem ladeira abaixo, e os jogos de qualidade que eles lançaram desde então foram muito poucos, talvez só se destacando um poco pela saga Yakuza.

A Sega é consciente da situação que viveu na última década, ou é isso que dá a entender as palavras de seu CEO, Haruki Satomi, em uma entrevista para a Famitsu. Nela, ele fala sobre a reputação da empresa nesse período, afirmando literalmente que eles “traíram parcialmente” os seus fãs.

Satomi disse que a aquisição da Atlus em 2013 ajudou a Sega a compreender a situação, além de aprender muito com ela, reconhecendo que trazendo ao ocidente títulos de qualidade eles podem ter uma oportunidade de fazer com que os gamers passem a gostar dos jogos japoneses.

O CEO da Sega também reconheceu que na década de 1990 eles eram muito reconhecidos, mas que logo foram perdendo a confiança dos consumidores, algo que esperam recuperar para devolver a marca na elite dos videogames.

Conseguirá a Sega a voltar a ter destaque? Voltaremos a ver um jogo do Sonic que será considerado um dos melhores do ano pela crítica? O tempo vai responder essas perguntas.

Via Destructoid

20 anos de lançamento do Sega Saturn

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Essa semana, o Sega Saturn completa 20 anos de sua apresentação oficial. Na E3 de 1995, a Sega apresentou um sistema de entretenimento doméstico muito promissor, mas que na verdade causou mais estragos do que benefícios para os japoneses.

O Sega Saturn marcou o declínio da empresa, deixando a mesma em uma posição muito complicada. Mesmo assim, isso não impediu o lançamento do Dreamcast anos depois, console que também fracassou no mercado, apesar de contar com um excelente catálogo de jogos.

A Sega estava decidida a dar o primeiro golpe na batalha dos consoles de nova geração, e queria que o Saturn chegasse ao mercado antes do PlayStation. Mas o problema é que a empresa não planejou bem a sua estratégia, e não estava preparada para isso, nem no seu marketing, nem no seu catálogo de jogos. Tudo foi feito às pressas, e mal feito.

Inicialmente, a Sega tinha como objetivo competir com o Jaguar da Atari, o que foi um desastre em todos os sentidos. Superar o Jaguar não era algo complicado. O que deixou tudo pior foi a chegada efetiva do PlayStation ao mercado.

O Saturn estava mais focado ao 2D do que ao 3D, enquanto que o PlayStation era exatamente o contrário, com uma estrutura mais simples na programação de jogos. Para melhorar a potência do seu console, a Sega adicionou de última hora um processador SH2 e um VDP extra, que melhora as suas capacidades 2D e de texturização, transformando o console em uma autêntica máquina ‘multinúcleo’, já que estava equipada com duas CPUs Hitachi SH2 a 28.6 MHz e uma SH1 a 20 MHz.

Tal estrutura fez com que o Saturn se tornasse um monstro desnecessário, já que os desenvolvedores lançavam versões de jogos que não aproveitavam todos os seus processadores. Soma-se à isso o seu preço de US$ 399 (contra US$ 299 do PlayStation), e um lançamento apressado, com jogos mal acabados, que jamais mostraram o real potencial do Saturn, e temos dois motivos muito fortes para o seu fracasso.

Sem falar que foram muitos os consoles de 32 bits que já estavam no mercado: o hypeado 3DO, que também foi um fiasco, era um deles (oferecendo uma das piores versões de DOOM da história). O já citado Jaguar foi outro desastre memorável.

Na verdade, o Saturn não era um console ‘ruim’. Foi a Sega que não soube dar os passos certos para mantê-lo no mercado de forma adequada, garantindo assim a sua co-existência frente ao PlayStation. O potencial do console da Sega em jogos poligonais era muito bom, sem falar que o resultado dos jogos 2D eram muito melhores que no console da Sony.

Porém, veio o 3D do PlayStation, e…

De qualquer forma, os pontos positivos do Saturn fizeram com que o console se mantivesse vivo em mercado exigentes, como o japonês. Depois disso, o Nintendo 64 foi lançado (1996 no Japão, 1997 na Europa), e praticamente selou o destino do console.

O Sega Saturn foi fabricado até o ano 2000.

Acredite, se quiser: o Dreamcast segue vivo, e o Redux é o seu último jogo comercial

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O Dreamcast nunca vai morrer, pois os seus fãs não permitem. Ainda que a SEGA tenha abandonado o seu último console há muito tempo, pequenos estúdios independentes seguem desenvolvendo títulos para esse lendário console. O último exemplo disso é o jogo Redux: Dark Matters.

O game chegou ao Kickstarter em 2012, e depois dos fãs investirem no projeto, o mesmo chega ao mercado. Desenvolvido pelo estúdio alemão Hucast, Redux lembra clássicos jogos de tiro, como o R-Type, contando com grandes monstros nos finais de fase e explosões ao longo de todos os níveis. Tudo isso é embalado pela trilha sonora de Chris Hülsbeck (de Turrican e Tunnel B1).

Redux: Dark Matters está disponível na loja da Hucast, em três versões: apenas o jogo (36 euros), edição combinada com o jogo DUX 1.5 (59 euros) e um pack especial com quatro discos, que inclui a trilha sonora do game (52 euros).

 

Via Joystick, Redux (Site Oficial), Hucast

O Dreamcast completa hoje 15 anos de seu lançamento

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O tempo passa rápido demais. Tão rápido que você nem percebe. Em um dia como o de hoje, mas no ano de 1998, a Sega anunciava oficialmente o Dreamcast, uma aposta que se transformou no último lançamento dos japoneses.

O produto nasceu em 1998, e foi descontinuado rapidamente, em 30 de março de 2001. O motivo foi um só: o lançamento do PlayStation 2 (Sony), no ano seguinte, o que fez com que o console da Sega tivesse uma vertiginosa queda de vendas, o que foi o suficiente para que não só o Dreamcast fosse expulso do mercado, mas também que a Sega se retirasse de vez do mercado de videogames. Ali, chegava ao fim uma fantástica jornada que havia iniciado em 1983, com o lançamento do SG-1000

Logo, antes que o dia de hoje acabe, vale uma pequena menção ao console de que vendeu 10.6 milhões de unidade sem todo o planeta. A seguir, você confere o quase incompreensível comercial da TV japonesa, que apresentava o produto de forma singular.

E você? Também fez parte da geração Dreamcast? Tem alguma lembrança com o histórico console para compartilhar conosco?

 

Via Eurogamer

O Mega Drive completou hoje 25 anos de seu lançamento

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Eu não me perdoaria se o dia de hoje chegasse ao fim, e eu não fizesse esse post.

Não pode ter um legítimo fã da Sega com uma cerda idade da cara que não se lembre do mítico console Mega Drive (também conhecido como Sega Genesis). A grande aposta da Sega na plataforma de 16 bits chegou ao mercado com um grande portfólio de jogos que já faziam sucesso nos fliperamas, como Golden Axe e Shinobi, mas foi com Sonic: The Hedgehog que o console obteve o seu êxito.

O seu aniversário coincide com o lançamento do console no Japão, em 29 de outubro de 1988. Já os gamers norte-americanos tiveram que esperar até o dia 19 de agosto de 1989 para conhecer o Genesis. Na Europa, o console só estreou em 30 de novembro de 1990, com o nome Mega Drive. No Brasil, o videogame chegou ao mercado em 1990, e é fabricado e comercializado até hoje.

Essas são consideradas eras douradas do videogame. Controles com apenas três botões (A-B-C) e cartuchos que funcionavam com um simples assoprar. Os seus 7.61 MHz de potência hoje parecem uma brincadeira de criança, e os seus jogos eram mais simples do que os jogos para smartphones atuais, mas a felicidade que todos os gamers sentiam com esse produto é algo que não encontramos nos consoles atuais.

Jogue os games do Mega Drive no seu navegador de internet!

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SSega

Uma dica de site dedicado aos games do passado, para os mais nostálgicos. Assim como temos o SNES Box, para os fãs dos jogos do Nintendo e do Super Nintendo relembrar os games a partir do navegador de internet (clique aqui), agora temos o SSega, que faz exatamente a mesma coisa.

O SSega.com disponibiliza todos (ou quase todos) os jogos do Mega Drive, através de uma plataforma em Flash, para que você possa jogar esses jogos na hora que você quiser. No site, estão disponíveis jogos clássicos, como Sonic, Golden Axe, Dr. Robotnik’s Mean Bean Machine, entre outros. Além disso, alguns títulos que não foram lançados no Brasil ou menos conhecidos também estão disponíveis no site.

Porém, nem tudo são flores. Infelizmente, o sistema só aceita a interação com os jogos através do teclado do computador, não contando com um suporte para joysticks, para deixar a brincadeira ainda mais interessante. Mesmo assim, a iniciativa segue sendo bem interessante para os nostálgicos, ou até mesmo para os gamers mais novos conhecerem os jogos clássicos da Sega.

Agora, resta saber quanto tempo o site vai permanecer no ar. A Sega ainda lucra com muitos dos títulos e personagens dos jogos lá disponíveis, e tenho quase certeza que eles não autorizaram o pessoal da SSega.com a disponibilizar de forma gratuita os jogos para os internautas, ou até mesmo utilizar parte do seu nome para o endereço do site.

Alguns jogos clássicos da Sega podem hoje ser encontrados nas plataformas iOS e Android, além da loja Virtual Console nos consoles mais novos da Nintendo (Wii, Wii U), na Xbox Live Arcade e na PlayStation Store.

Via IntoMobile

Sega vai lançar três jogos da série Sonic para o OUYA

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O Ouya, console gerenciado pelo sistema Android já tem o seu lançamento internacional marcado para o dia 25 de junho. E agora, eles passam a contar com o apoio de mais uma grande desenvolvedora de jogos. A Sega anunciou que vai oferecer pelo menos três jogos da série Sonic para o console.

O mascote da Sega estará presente no Ouya com os seguintes títulos: Sonic The Hedgehog 4: Episódio I, Sonic The Hedgegh 4: Episódio II e Sonic CD. Os três jogos serão lançados no dia 27 de junho, e os títulos estão totalmente otimizados para o processador NVIDIA Tegra 3 presentes no console. Todos os games estarão disponíveis na versão “free-to-try” (degustação gratuita).

A versão completa dos jogos estarão disponíveis por US$ 6,99 cada. É muito mais caro do que o preço cobrado pelas versões para iOS (US$ 1.99) ou smartphones/tablets Android (US$ 3.99). Isso se explica pelo fato do Ouya não oferecer acesso à Google Play Store, permitindo que eles fechem os próprios acordos financeiros com os desenvolvedores. O preço é realmente discrepante, e pode atrapalhar os objetivos do Ouya em curto prazo.

Por outro lado, Julie Uhrman, fundador do Ouya, acredita que a série de jogos Sonic será um sucesso no seu console. O executivo afirmou recentemente que os gamers preferem jogar Sonic em uma TV do que em um smartphone, e dessa forma, o Ouya seria a opção perfeita para essa finalidade. Além disso, Julie destaca o grande número de desenvolvedores que já fecharam acordos para lançamentos de jogos para o seu console (mais de 16 mil).

Via Games Industry International

Hyperkin Retron 5 ressuscitará os cartucho de seis míticos videogames do passado

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Recordar é viver, principalmente no mundo dos games. E o Retron 5 da Hyperkin chega com essa missão: fazer você tirar do fundo do armário ou da gaveta aqueles cartuchos empoeirados de videogames do passado, que você acreditava que nunca mais ia jogar na sua vida. E para tornar a experiência mais completa e vantajosa, você terá ao seu poder a capacidade de rodar jogos de até seis consoles diferentes. Tudo em nome da nostalgia.

O Retron 5 na verdade é a evolução de uma linha de sucesso de consoles híbridos da Hyperkin, que começou no Retron 3. Esse novo modelo conta com cinco slots diferentes para cartuchos originais dos consoles Mega Drive, SNES, NES, Game Boy, Game Boy Advance e Game Boy Color. E a nostalgia vai além da execução dos jogos: se você for mais exigente, e quiser utilizar os controles antigos de alguns consoles, saiba que o Retron 5 conta com seis portas para controles, que são compatíveis com os controles originais dos seus respectivos consoles. nesse caso, os controles do Mega Drive e do NES utilizam a mesma porta controladora, e os jogos do Game Boy podem ser controlados pelo controle do Super Nintendo.

Porém, para todos os efeitos, o Retron 4 conta com dois controles Bluetooth totalmente configuráveis. Afinal de contas, vai saber o que você fez com os controles dos consoles originais (ou em que estado eles se encontram depois de anos de inatividade).

O console também conta com um sistema para salvar partidas em andamento, um overclocking para acelerar jogos, ajustes de brilho e volume, entre outros recursos ajustáveis. Também conta com uma saída HDMI, para que você rode os seus jogos nas TVs mais novas (em 720p), com a promessa de corrigir as imagens “borradas” que os jogos mais clássicos apresentam quando conectados às TVs de LCD, LED ou Plasma. O Retron 5 também pode melhorar o áudio de jogos, dependendo da situação, mas permite também o ajuste para o som de 8 bits clássico. Tudo aqui depende, como sempre, do nível de nostalgia do jogador.

A Hyperkin espera oferecer o Retron 5 por um preço atraente, algo em torno de US$ 100. Porém, eles não podem garantir esse valor no ato do seu lançamento (tudo vai depender das condições do mercado na época do lançamento do produto, programado para o mês de julho nos Estados Unidos).

 

 

Via The Verge

Sega volta a ter destaque, com notebooks inspirados em seus míticos consoles de videogames

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Mais uma vez eu começo um post com a frase “recordar é viver”. No dia que a Sony vai apresentar o futuro do PlayStation ao mundo, constato o mundo mudando radicalmente nesse segmento. Ainda sinto falta dos consoles do passado, e sei que tem muitos saudosistas por aí, esperando por um emulador, ou um combo de jogos do passado. Bom, não é esse o caso, mas pelo menos você vai relembrar um pouco dos bons tempos de jogatina quando fechar o notebook no final do dia de trabalho.

A Sega, em parceria com a editora Enterbrain, dedicada ao assunto de videogames, decidiu dar um ar retrô em uma coleção de notebooks que contam com carcaças inspiradas nos consoles japoneses clássicos, como Mega Drive, Saturn e Dreamcast. Pelo menos na sua estética, ele vai lembrar que, por muito tempo, você se divertiu muito com esses consoles.

Os modelos contam com uma configuração base com tela de 15.6 polegadas (1920 x 1080p), processador Intel Pentium 2020M, 4 GB de RAM, 500 GB de armazenamento em disco rígido e sistema operacional Windows 8 64 Bits. Infelizmente, é mais um produto dedicado ao mercado japonês (pelo menos por enquanto, pois nunca se sabe quando ou se a Sega vai mudar de ideia algum dia), e tem seu lançamento programado para o mês de junho. Seu preço inicial sugerido é de US$ 1.100.

Via Eurogamer

Coleção de 5 mil itens de videogames é vendida por US$ 1.23 milhão no eBay

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Você, gamer convicto, já pensou quantos jogos colecionou ao longo de todos esses anos? E já procurou saber quanto vale a sua coleção de consoles, jogos, acessórios e derivados? Pois bem, no Reino Unido, uma das maiores coleções de videogames do mundo foi vendida no eBay pela bagatela de US$ 1.23 milhão.

O lote milionário conta com mais de 5 mil itens entre consoles, jogos, acessórios, periféricos e outras quinquilharias da Sega, Nintendo e PC Engine. Todos os títulos lançados para um videogame da Sega (a fonte não cita qual console, mas suspeito que sejao Mega Drive e/ou o Sega CD), além de jogos do Nintendo 8 Bits (NES), Game Cube e versões do PC Engine Hucard, PC Engine Supergrafix, PC Engine, PC Engine Super CD, PC Engine Arcade, PC-FX e Pioneer Laseractive, do PC Engine.

O colecionador era tão obcecado pela perfeição dos seus objetos guardados, que usou de medidas extremas para manter a coleção em perfeito estado de conservação. Manteve todos os cartuchos e CDs de jogos armazenados em um ambiente livre de animas, fumaça, luz solar e até mesmo o som (pra quê tudo isso???). Alguns dos jogos vieram de outros colecionadores, e apenas as melhores cópias foram vendidas no lote.

E aí? Já calculou quanto vale a sua coleção de jogos?

Via Digital Spy

Retrode 2 permite que você use seus cartuchos de SNES e Mega Drive em seu PC

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Se você tem na sua casa uma boa coleção de cartuchos de Super Nintendo ou de Mega Drive em alguma caixa perdida em um canto escuro de sua casa, aqui temos uma boa razão para resgatar essas preciosidades. O Retrode 2 é um pequeno dispositivo, que permite usar os cartuchos desses consoles em um computador, através de uma porta USB e dos controles originais.

O Retrode 2 faz o download da ROM dos cartuchos para o seu uso, através de um emulador, garantindo que ele funcione com qualquer tipo de sistema operacional moderno (Linux, Mac OS X, Windows, ou qualquer outro que ofereça o suporte para o “mass storage” e os controles dos consoles).

O produto é fabricado na Alemanha, e custa 58,90 euros (mais impostos), e pode ser enviado para qualquer lugar do planeta. Abaixo, vídeo demonstrativo do produto.



Via Retrode.com

Tectoy renova o console Master System Evolution

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A Tectoy anunciou o lançamento de mais uma atualização do console Master System. O Master System Evolution possui um design remodelado, em tom azul, alusivo ao principal personagem dos jogos da SEGA, o Sonic. O console possui 132 jogos na memória, entre eles, os grandes clássicos da era dos games em 8 bits, como Sonic The Hedgehog, Altred Beast, Alex Kidd in the Miracle World, Golden Axe, Shinobi, Shadow Dancer, Battle Out Run, Fantasy Zone, Hang On, entre outros. O Master System Evolution vem com dois joysticks, fonte de energia e cabo A/V. Preço: R$ 199,00.

via assessoria de imprensa

OutRun AR: reviva o clássico dos jogos da SEGA atrás do volante de um mini carro, com a ajuda da realidade aumentada

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Se você nasceu nos anos 80, certamente se lembra do jogo OutRun da SEGA. Se você é mais novo, vai babar com o híbrido que vai conhecer abaixo.

Temos aqui um veículo com videogame integrado, que combina um carrinho de golfe elétrico com o clássico arcade que fez parte da nossa infância, para que você possa passear pelas ruas da cidade com a participação especial da realidade aumentada. O criador dessa preciosidade é Garnet Hertz, um pesquisador da Universidade da Califórnia, que conseguiu ajustar o sistema com uma série de câmeras e um software personalizado, para que sua tela reproduza o circuito.

Para não perder o ar retrô, as imagens são exibidas tal como no jogo original, em 8 bits, permitindo inclusive mudar a perspectiva da imagem conforme o giro do volante. E, para aqueles mais preocupados com a segurança das pessoas, o carrinho viaja a apenas 20 km/h. Vídeo abaixo.

via ConceptLab