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Google registra patente de adesivo que salva vidas em acidentes

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A Google registrou uma patente de uma espécie de capa adesiva que é aplicada na parte frontal do carro. Seu objetivo é manter a pessoa presa em caso de colisão.

A Google aposta forte nos carros autônomos, assim como em reduzir os acidentes no trânsito a partir desses veículos, que tem como meta importante salvar vidas. Para isso, a empresa de Mountain View ataca em várias frentes, não apenas nos veículos, mas na tecnologia que os mesmos podem agregar, como ideias complementares.

A ideia faz muito sentido. Quando um atropelamento acontece, o impacto inicial pode causar um elevado dano ao atropelado (obviamente), mas em muitos casos é o segundo atropelamento produzido quando a pessoa cai ao solo, ficando na mesma trajetória do carro, que pode atropelar a pessoa de novo.

A patente quer acabar com o segundo atropelamento com essa capa adesiva, além de buscar reduzir o dano do primeiro impacto, utilizando um revestimento que iria sobre esse adesivo, que se romperia com facilidade ao receber um golpe.

Não é uma má ideia, mas que precisa ser analisada a fundo. Como acontece com toda patente, esta é apenas uma ideia, que pode chegar ou não ao mercado. No mínimo a Google já protegeu o conceito, garantindo seus direitos no futuro.

Via MercuryNews

O seu smartphone está “cozinhando” os seus espermatozoides

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Você, meu amigo leitor do sexo masculino… cuidado ao ter o seu smartphone consigo dia e noite, pois segundo um estudo realizado por especialistas em fertilidade, o seu smartphone está “cozinhando” os seus espermatozoides.

A causa desse fenômeno é o próprio calo do dispositivo, além da atividade eletromagnética gerada, que pode degradar a qualidade do esperma de forma sensível em quase a metade dos casos. O efeito visível é uma redução considerável na quantidade de espermatozoides.

Deixar o smartphone de lado é quase uma missão impossível no mundo atual, e os especialistas afirmam que apenas uma hora com o dispositivo no bolso já é o suficiente para que o mesmo atue de forma negativa. Não só isso: utilizar o smartphone enquanto ele é carregado, dormir com ele ou deixar o mesmo carregando ou sem carregar sobre a cabeceira da cama também podem afetar o usuário.

O estudo menciona que há homens que dormem com o smartphone no bolso do pijama, e isso deve ser evitado a todo custo. Sobre os conselhos, levar o telefone nos bolsos da camisa no lugar da calça, ao menos para diminuir os efeitos nocivos, e deixá-lo carregando à noite em um cômodo que não seja o quarto onde você vai dormir são atitudes que devem ser tomadas pelos mais precavidos.

Fato é que: sem culpar os smartphones por um dos maiores problemas de fertilidade do mundo desenvolvido, evitar o contato constante e direto com qualquer tipo de eletrônico não é uma loucura. É um bom senso a ser considerado.

Via Telegraph

Google se une à indústria farmacêutica na luta contra a diabetes

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O departamento Life Sciences do Google deu um passo enorme quando se emancipou do X Labs da empresa para se transformar em uma das novas letras do Alphabet. Agora, a divisão dá um passo ainda mais importante, na pesquisa e desenvolvimento de novos tratamentos contra a diabetes.

Desde antes da emancipação da Life Sciences, o Google reforçava essa divisão com cientistas de primeiro nível, incluindo imunólogos, neurologistas e engenheiros de nanopartículas. Além disso, para a luta contra a diabetes, eles fecharam uma parceria com a Sanofi, uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo.

As duas empresas esperam ser capazes de oferecer tanto aos médicos como aos pacientes uma maior e melhor informação para ajudar a prevenir ou reduzir as flutuações repentinas do açúcar, que são as que fazem os enfermos a sofrer inclusive derrames cerebrais, danos no sistema nervoso ou doenças do coração.

O Alphabet pretende ser muito mais do que uma empresa de tecnologia. Levando em conta a boa visibilidade que dá ajudar na saúde das pessoas (além do fato das empresas farmacêuticas serem mais lucrativas que bancos), não é de se estranhar que o segmento da saúde é algo atraente para eles.

De qualquer forma, é evidente que o tratamento das diabetes é o ponto de partida desse segmento. A divisão Life Sciences já desenvolveu lentes de contato que medem a glicose nos diabéticos, e recentemente eles fecharam um acordo com a empresa de equipamentos médicos Dexcom para desenvolver dispositivos de monitorização de glicose que sejam acessíveis para todos os bolsos, e compatíveis com dispositivos Android e Android Wear.

Estes dispositivos são alguns que o Google e a Sanofi pretendem utilizar para oferecer aos pacientes e médicos ferramentas para o controle da doença em tempo real, permitindo que os dados obtidos resultem em um guia mais personalizado da dieta a seguir, ou das doses de insulina ideais para cada indivíduo.

Via Wired

Samsung quer prevenir possíveis derrames cerebrais através de um novo sensor

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A Samsung apresentou um novo wearable equipado com sensores craniais, que busca prevenir e detectar as etapas iniciais de risco de derrames cerebrais.

A Samsung possui um departamento chamado Creativity Lab (ou C-Lab), onde qualquer trabalhador da empresa pode apresentar ideias que podem se transformar em realidade no futuro, assim como apareceu o EDSAP (Early Detection Sensor & Algorithm Package), dispositivo criado por cinco engenheiros das áreas de mobilidade e lavadores, e que pode se tornar uma realidade em breve.

O dispositivo é composto por duas partes: uma espécie de capacete com sensores, e um aplicativo para smartphone. O capacete monitora a atividade cerebral por impulsos elétricos, e toda essa informação fica sincronizada com o aplicativo que possui o algoritmo que vai analisar essas atividades, e determinar a possibilidade de um derrame acontecer, com 60 segundos de antecedência. Nesse tempo, a pessoa é capaz de avisar um familiar ou amigo, ou tomar as medidas pertinentes para prevenir o evento.

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Uma das vantagens do dispositivo é que ele é feito de plástico flexível, e não precisa de nenhuma substância para canalizar a informação dos sensores. Basta colocar na cabeça e ele começa a funcionar imediatamente. Além disso, os seus criadores estão confiantes que tais sensores poderão ser incorporados em óculos no futuro, dispensando assim o uso constante dos capacetes.

Além de alertar sobre um possível derrame cerebral, o EDSAP também é capaz de medir padrões do sono e estresse, além do ritmo cardíaco, e como isso ter um panorama mais amplo do paciente, oferecendo assim o tratamento adequado.

EDSAP é apenas um protótipo, mas nos próximos dias começam os testes em pessoas. Depois disso, se tudo der certo, acontecem os testes clínicos e certificações pelos departamentos de saúde e governos envolvidos para que um produto final apareça em 2016.

Via Samsung

Seu smartphone pode danificar seriamente a sua coluna

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Tudo o que é demais, atrapalha. Até mesmo aquilo que parece ser saudável. Um recente estudo publicado na Surgical Technology International mostra que olhar com frequência para a tela do nosso smartphone pode danificar a nossa coluna vertebral.

Ao que parece, a maioria dos usuários inclinam a cabeça de forma involuntária para frente quando olham para a tela dos smartphones. E esta posição provoca uma tensão na coluna vertebral, que pode ocasionar em alguma lesão ao longo do tempo.

A ilustração acima mostra claramente que, conforme inclinamos a cabeça para a frente, exercemos uma maior tensão sobre a nossa coluna. De fato, o pescoço forma um ângulo de 60 graus, usando como referência a posição do restante da coluna vertebral, com uma tensão que equivale ao peso de aproximadamente 27 quilos.

A verdade é que precisamos ficar conscientes que um hábito que muita gente tem pode ser algo prejudicial para a nossa saúde. E isso preocupa. Felizmente, esse mal tem solução, mas não parece ser de fácil assimilação: quando utilizamos o smartphone, precisamos elevá-lo a ponto de colocá-lo diante dos nossos olhos, sem a necessidade de inclinar para a frente a nossa cabeça, poupando o nosso pesco;oc. O problema é que é realmente muito difícil combater um hábito já tão interiorizado.

Mas temos que tentar. Pela nossa própria saúde.

Via The AtlanticSurgical Technology International

O próximo produto da Nintendo não é um console: é um monitor do sono

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Satoru Iwata informou que a Nintendo fechou um acordo com a ResMed, para desenvolver um monitor de sono. A empresa dedicada ao mundo da saúde já tem um equipamento parecido (o S+), mas a adição da Nintendo parece ser a chave para universalizar a sua tecnologia.

O problema dos monitores de sono é que eles necessitam de uma configuração prévia do usuário, tornando o seu uso regular algo mais complexo. A Nintendo quer oferecer uma solução simples, que dispense configurações complexas, onde o usuário instala o produto ao lado da cama, e pronto: pode ir dormir.

De acordo com Iwata, eles querem criar um gadget capaz de medir os movimentos do corpo, as pulsações e a respiração, usando frequências de rádio e sensores que não exigem qualquer tipo de contato – usando a tecnologia da ResMed, que possui sensores para medir a luz, o ruído e a temperatura do quarto.

O interesse da Nintendo pelos gadgets pensados na saúde não é algo novo. Eles já tentaram várias vezes no passado, com o Wii Balance Board e com o sensor de pulsações para o Wii, que nunca chegou ao mercado. E no começo de 2014 a empresa explicou a sua estratégia a médio e longo prazo para o setor.

Via Bloomberg

Facebook pode ser a próxima a investir na saúde dos usuários

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Google e Apple já contam com suas apostas para o segmento da saúde dos usuários, e o Facebook pode ser o próximo a ingressar nesse segmento. A Reuters informa que a empresa de Mark Zuckerberg já tem um dispositivo pronto para desenvolvimento e pesquisa, que trabalha com aplicativos e ferramentas desenvolvidas com a ajuda de especialistas da indústria médica.

Mas como você pode imaginar, o Facebook deve fazer as coisas do seu jeito no que se refere ao funcionamento desse sistema. Os rumores falam de um ecossistema baseado em comunidades, onde os usuários poderão se conectar com outros que contam com as mesmas enfermidades, uma prática que já é uma realidade dentro do próprio Facebook.

Enfim… o que vocês acham da ideia da auto-medicação através de conselhos de outros internautas?

Via Reuters

Um invento que ajuda a detectar vírus como o Ebola em zonas remotas

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Analisar doenças em zonas remotas é algo muito complicado, mas um grupo de cientistas da Universidade de Otago (Nova Zelândia) acaba de apresentar o primeiro sequenciador de ADN portátil e reutilizável. O dispositivo pode revolucionar o diagnóstico precoce de enfermidades em locais de difícil acesso ou sem um equipamento médico adequado. Tal como acontece nas regiões do continente africano que sofrem da epidemia do vírus Ebola.

O Freedom4 é o resultado de seis anos de trabalho conjunto de um programador, um químico, um físico e uma equipe de biólogos. O dispositivo se alimenta de uma bateria com autonomia de seis horas de uso, e é capaz de sequenciar completamente uma amostra de ADN em menos de uma hora. O dispositivo usa uma técnica de análise de ADN similar ao que foi utilizado para sequenciar o genoma humano em 2003. O dispositivo se conecta a qualquer computador de modo sem fio.

Via Popular Mechanics

Os smartphones podem ser vitais no diagnóstico da malária em breve

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Tanay Tandon, um jovem com 17 anos de idade, desenvolveu um kit para realizar exames de sangue através dos smartphones. O Athelas está desenvolvido para ajudar no diagnóstico da malária.

O processo de detecção da malária é longo e custoso, e a extração da amostra sanguínea e sua análise poderá ser simplificada de forma notável com essa solução, já que em apenas alguns segundos e por um preço muito menor, o diagnóstico é feito.

Com apenas 15 anos de idade, Tandon desenvolveu um aplicativo, que é uma espécie de versão melhorada do Flipboard. Agora, seu objetivo é muito mais ambicioso, prometendo transformar a câmera dos nossos smartphones em um poderoso microscópio. Ao periférico para nosso dispositivo se soma uma série de algorítimos de visão artificial, orientados para a detecção da malária. A ideia é que esses algorítimos ampliem a imagem para identificar outras enfermidades, através da amostra do sangue.

Tandon e sua equipe preparam uma versão de baixo custo do Athelas, para que o projeto possa ser implantado nas áreas ruais. Uma vez coletados dados suficientes, a ideia é comercializar o produto em hospitais e provedores de soluções médicas.

Via The Next Web, Athelas

Toshiba cria quantificador para ser instalado no peito

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A Toshiba decidiu entrar no novo mundo dos quantificadores, e em setembro, vai lançar o Slimee Bar Type. Não é o menor gadget de sua categoria, mas é uma das mais diferenciadas. Aposta nos sensores que reconhecem dados do corpo com precisão, com um simples repousar do produto no peito do usuário.

Inicialmente, o produto será vendido para universidades, centros de pesquisa e empresas japonesas. Não é especialmente pensado na mobilidade, e é considerado uma ferramenta para testes e desenvolvimento específico nesses setores. A Toshiba não o catalogou como um produto farmacêutico.

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Seus sensores podem fazer a leitura simultânea da pulsação e criar eletrocardiogramas, além de quantificar o movimento do corpo e sua temperatura. Uma tira adesiva ajuda na fixação do dispositivo no corpo, e os dados recolhidos pelo dispositivo é enviado para o nosso smartphone via Bluetooth.

Vale lembrar que o Slimee Bar Type é resistente à água (IPX5/IPX7), e que suas dimensões são de 64 x 28 x 9.6 milímetros, com peso de 14.6 gramas.

A Toshiba considera o setor da saúde um dos três segmentos tecnológicos que uma empresa relevante deve estar. O objetivo deles é faturar mais de US$ 6 bilhões no primeiro ano fiscal apenas nesse setor.

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Via Toshiba

Google I/O 2014 | Google Fit, plataforma centrada em monitorar a sua saúde, é oficial

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Google Fit Platform é a resposta da Google ao Healthkit e S Health, soluções da Apple e Samsung para organizar aplicativos e periféricos de saúde e fitness. Oferece aos desenvolvedores uma série de APIs para obter informações sobre a saúde do usuário, de modo que nenhuma estatística seja perdida ao passar de um aplicativo para outro.

Esta era uma das novidades mais esperadas da Google I/O 2014, muito por conta de alguns vazamentos ocorridos a alguns dias, mas o fato é que não foram reveladas muitas novidades sobre a plataforma no evento de hoje (25). Só foi dito que a plataforma serve para centralizar o monitoramento de nossa saúde, e que vai permitir aplicativos e sensores interajam entre si.

O único aplicativo compatível com a plataforma demonstrado no evento foi o Noom, porém, já existem parcerias fechadas com a Adidas e a Nike para o ecossistema de periféricos para o Google Fit. Os demais podem começar a trabalhar com o SDK do sistema em algumas semanas.

Certamente o Google Fit não exclusivo para o Android. Todo o seu potencial será explorável às demais plataformas da Google, inclusive os dispositivos do tipo wearables (ou gadgets vestíveis).

Um pâncreas artificial que ajuda a controlar a diabetes tipo 1

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Uma das peculiaridades da diabetes tipo 1 é que é comum que ela se detecte em crianças ou jovens com maior frequência. Tal enfermidade requer um controle exaustivo dos níveis de glicose no sangue para determinar qual é a quantidade de insulina é necessária para compensar o trabalho ineficiente do pâncreas.

A Universidade de Boston, em parceria com o Hospital de Massachusetss (EUA) está desenvolvendo desde 2011 um pâncreas artificial. O dispositivo é encarregado de monitorar e regular o açúcar no sangue de forma automática, e determinar a quantidade de insulina necessária a todo instante.

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O sistema, que não é um órgão como tal e nem pode ser transplantado, é composto por um monitor para a glicose que é colocada sobre a pele, e que envia a cada cinco minutos a informação medida da quantidade de glicose no sangue para um smartphone. Um aplicativo é encarregado de calcular as doses de insulina necessária, e enviar a ordem de liberá-la a um administrador automático, que é utilizado pelo usuário.

O próprio aplicativo permite levar um controle da alimentação do paciente, cuja maior melhora sobre o sistema tradicional de medir o nível de glicose e administrar a insulina de um dos pacientes, é poder simplesmente esquecer de horários, rotinas e esperas, pois os níveis de glicose no sangue se regula de forma automática, de acordo com as rotinas de vida normal do paciente.

De acordo com o estudo, aqueles usuários que fizeram uso dos pâncreas artificiais controlaram melhor os níveis de açúcar no sangue do que aqueles que mantiveram o sistema manual habitual. Além disso, o sistema, uma vez automatizado, permite esse controle preciso a cada momento, o que ajuda a manter distante o fantasma das enfermidades a longo prazo, associadas com esse tipo de diabetes.

Via NS, Bionic Pancreas

Samsung apresenta Simband e SAMI, as suas apostas dentro da tecnologia vestível

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A Samsung anunciou hoje (28) em um evento em San Francisco (EUA) a sua nova plataforma para gadgets vestíveis, e um protótipo de um novo dispositivo. O Simband tem como objetivo melhorar a coleta de dados para auxiliar no desenvolvimento de sensores focados na saúde digital, e a SAMI é o sistema responsável pelo gerenciamento desses dados, e o desenvolvimento do ecosistema de saúde como um todo.

Na apresentação, a divisão Samsung Strategy and Innovation Center apresentou uma de suas iniciativas mais importantes até agora: a SAMI, que é um mix de hardware e tecnologia na nuvem, que será encarregada de armazenar os dados dos sensores com o objetivo de melhorar a tecnologia vestível e a informação que essa categoria de dispositivos armazena.

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A Simband, por sua vez, monitora diferentes aspectos da saúde do usuário, e conecta a informação com a nova plataforma. Isso inclui a a próxima geração de sensores, que podem medir até a pressão sanguínea e até a condição do ar que rodeia o usuário.

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Estes sensores se encontram atualmente na Simband, que possui uma série de sensores modulares ao longo da correia do dispositivo. Os sensores monitoram diferentes atividades do corpo, como pulsação, pressão sanguínea e os níveis de oxigênio em tempo real, mas com a integração de outros sensores. Na demonstração realizada pela Samsung no evento, a Simband foi capaz de monitorar em tempo real os sinais vitais do vice-presidente da divisão de saúde digital da Samsung, Ram Fish.

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Nesse momento, a Simband tem muitas similaridades com o Samsung Gear 2, pelo menos na sua parte frontal, que inclui uma tela touch. O dispositivo pode ser carregado sem a necessidade de ser retirado do pulso, conectando um pequeno acessório na parte inferior.

A Samsung tentou surpreender, mostrando todo o potencial da Simbad, mas vale lembrar que ele ainda não está pronto. As APIs da nova plataforma não estarão disponíveis até o final de 2014. Da mesma forma, alguns componentes não estão prontos para essa categoria de tecnologia. Por exemplo, a bateria ainda não oferece energia suficiente para que o dispositivo funcione 24 horas por dia, 7 dias por semana.

A Samsung informa que, nesse momento, eles trabalham com diferentes grupos de pesquisa, como a Universidade da Califórnia/San Francisco e diferentes organizações  para analisar os primeiros dados que a nova plataforma está gerando.

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A Simband conta hoje com componentes miniaturizados: um processador de 28 nanômetros ARM A7 de 1 GHz dual-core, WiFi e Bluetooth. O chip que se encontra na parte interna do dispositivo tem aproximadamente a metade do tamanho de uma moeda de 25 centavos de dólar.

Por fim, a Samsung anunciou um concurso que conta com um investimento de US$ 50 milhões dedicados ao processo de inovação de startups e tecnologias nos aspectos relacionados aos dispositivos focados na saúde.

Não resta dúvidas que a Samsung está entrando de cabeça no mundo da tecnologia vestível. Depois de apresentar em 2013 o seu primeiro relógio inteligente, em 2014, eles apresentam dois novos smartwatches e um monitor de atividades, que conta com um monitor cardíaco e um podômetro, que também ajuda a calcular o consumo de calorias e outros aspectos do usuário.

Além disso, o Galaxy S5 compartilha um pouco desse foco, ao ser o primeiro smartphone da empresa a contar com um monitor cardíaco, além de sensores que atuam como um podômetro.

Com o SAMI e a Simband, é esperado um avanço mais rápido dos wearables, com um grande foco na saúde do usuário. A Samsung deixou bem claro que isso é apenas o começo, mas deixa transparecer que a análise da saúde do usuário em diferentes categorias de produtos se transformou em uma das prioridades da empresa.

E tudo isso aparece nas vésperas da WWDC 2014, evento da Apple onde pode ser apresentado o Helthbook, serviço que teria finalidades muito similares, como monitorização cardíaca, pressão sanguínea e outros sinais vitais.

Via Samsung

Samsung vai revelar novidades no campo da saúde em 28 de maio

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A Samsung começa a enviar convites para a mídia especializada sobre um evento a ser realizado no próximo dia 28 de maio em San Francisco (EUA), onde eles vão apresentar novidades no campo da saúde. O evento parece ser destinado a reforçar uma estratégia que começou com o S Healt no Samsung Galaxy S4, e que esse ano se estendeu com dispositivos como o Gear Fit.

O convite foi enviado pela divisão de semicondutores da Samsung, o que nos faz pensar que as novidades podem estar relacionadas com novos sensores e componentes, e não necessariamente com novos produtos completos nas áreas de hardware ou de software.

Parece que o campo dos wearables centrados na saúde podem receber várias novidades nos próximos meses: este evento da Samsung e a própria WWDC da Apple, que começa dias depois – e que se especula como cenário da apresentação de produtos da gigante de Cupertino nesse terreno – assim parecem confirmar.

Estudo mostra que o promissor Grafeno pode não ser tão bom para o meio ambiente

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De tempos em tempos ouvimos falar do grafeno, um material revolucionário, que poderia promover saltos qualitativos nos segmentos de smartphones, redes WiFi, baterias ou fotografia. Porém, nem tudo é cor de rosa em seu futuro. Um estudo realizado pela Bourns College of Engineering da Universidade da Califórnia em Riverside (EUA) revela que esse material pode ter efeitos nocivos ao meio ambiente, sendo este um dos poucos informes relativos ao impacto do grafeno nas nossas vidas.

O estudo destaca especialmente a estabilidade do grafeno em águas subterrâneas, comparando-a com sua estabilidade em águas superficiais. Os resultados mostram que as nanopartículas são mais móveis em águas presentes em lagos, e isso pode provocar danos meio-ambientais.

De fato, o estudo publicado na Environmental Enginerring Science, destaca que outros estudos também revelam que o grafeno poderá ser potencialmente tóxico para os humanos, algo que segundo informa o site Gizmodo, poderia fazer com que ainda não seja o recomendado inserir a substância em nosso corpo, tal como prevê uma das possibilidades de futuro.

Via Gizmodo, UCR Today

Assim seria o Healthbook, a aposta da Apple no segmento de saúde na próxima versão do iOS

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A Apple também quer apostar nos cuidados da saúde dos usuários. Bom, é o que indica as telas publicadas hoje pelo pessoal do 9to5Mac, que mostram o Healthbook, suposto nome do aplicativo que estaria presente no iOS 8, pensado exclusivamente na quantificação das atividades físicas do usuário.

Presumidamente, o Healthbook deve estrear na nova geração de iPhones, que nem está confirmada, muito menos tem data de lançamento. Muitos afirmam que essa nova versão do smartphone da Apple chega ainda em 2014. Vamos esperar. Até lá, vamos ver detalhes desse vazamento.

Com uma interface de fichas virtuais, o aplicativo mostra diferentes informações: atividade física, nutrição, açúcar no sangue, sono, hidratação, pressão sanguínea, entre outros. Vendo as métricas a serem analisadas, parece ser mais completo que as pulseiras quantificadoras presentes hoje no mercado.

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Como os demais aplicativos desse segmento, o Healthbook mostrará diferentes gráficos que indicam o nosso progresso ao longo do dia, da semana ou do mês. No item Nutrição, você pode adicionar os alimentos, e o aplicativo nos sugere rotinas e dietas para alcançar os objetivos propostos.

O aplicativo, do jeito que foi vazado, parece ser bem interessante, mas uma dúvida é automaticamente levantada: como ele vai medir a pressão sanguínea e as pulsações? Fará como a Samsung, através do flash da câmera? Ou será necessário um acessório específico?

Sobre a gestão da informação, parece que tudo vai passar pelo co-processador M7, e não por um dispositivo adicional. Mas isso é apenas uma suposição.

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Também chama a atenção a seção de Emergência, onde podemos colocar os nossos dados que podem ser identificados rapidamente em caso de acidentes.

De um modo geral, o Healthbook parece ser muito interessante, e levanta muitas perguntas que precisam ser respondidas sobre suas funcionalidades e, por tabela, sobre o futuro do iPhone. A princípio, o software deve ser anunciado – ou ter maiores informações reveladas na próxima edição da WWDC.

Via 9to5Mac

iPhone é transformado em um “médico” portátil, graças ao case Wello

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Um dos pontos de maior destaque do Galaxy S5 é o seu novo sensor de atividade cardíaca, mas os usuários do iPhone não precisam se sentir para trás, graças ao case da Wello.

O acessório conta com sensores suficientes para dar ao usuário uma ideia de como anda a sua saúde em poucos segundos. O case mede a atividade do coração, pressão arterial, temperatura, oxigênio no sangue e até mostra o gráfico em forma de eletrocardiograma na tela do dispositivo, ou também medir a capacidade pulmonar, através de um soprador incorporado ao próprio case.

A máxima desse acessório é que, através dele, é possível realizar todas essas análises em questão de segundos, e o mais interessante é que todos os resultados podem ser sincronizados via WiFi com o seu monitor de atividades preferido (se você tiver um), para completar os dados. É esperado que, no futuro, sejam adicionadas novas análises, como por exemplo o nível de glicose, e o sistema oferece a possibilidade de analisar a tua saúde através de gráficos diários, semanais ou mensais, para registro de sua melhora ou piora.

Você pode até pensar que o Wello não passa de outro capricho para os usuários do iPhone que vivem em países do primeiro mundo, mas você está enganado. Seus criadores estão vendo um grande potencial em lançar o produto em países em desenvolvimento, ou onde o acesso aos tratamentos de saúde convencionais são muito limitados.

O Wello será lançado no terceiro trimestre de 2014 em 35 países (sem especificar quais), com um preço sugerido de US$ 199. O case será compatível com o iPhone a partir do modelo 4S e/ou superiores. Os usuários do Android também poderão utilizar os serviços de análise de saúde, mas com um dispositivo a parte e não, obviamente, com esse case. O fabricante já está aceitando reservas do produto a partir de sua página na internet.

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Via AZOI

Sony vai investigar o genoma humano, e assim, “personalizar” a medicina

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Você pode não saber disso, mas a Sony também investe muito no desenvolvimento de equipamentos médicos (especialmente clínicas especializadas). Mas não contente com isso, ela deseja agora abastecer todo o laboratório de pesquisa. A empresa é agora uma das proprietárias da P5, que por sua vez, é uma empresa que se dedicará ao análise do genoma humano no Japão, um dos mercados farmacêuticos e de biotecnia mais avançados do mundo.

Tal organização contará ainda com o apoio de outras empresas, como a Illumina (especializada em ADN) para completar o expertise técnico. Históricos médicos e muitos outros dados servirão para criar uma medicina muito mais personalizada.

Parece pouco provável que Kaz Hirai acabe utilizando uma bata branca nesse mês de fevereiro, que é quando o projeto do P5 efetivamente começa, mas se tudo isso ajudar a criar tratamentos mais centrados nas necessidades do paciente, deixando de lado um pouco os manuais técnicos, que seja bem vinda a iniciativa. Espero que isso produza bons frutos…

…apesar de não perdoar o PlayStation 4 a R$ 3.999 no Brasil.

Via Sony

Nintendo mostra os detalhes do seu novo Wii Fit U, e o podômetro Fit Meter (com vídeo)

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Um novo mês, novos acessórios. Essa parece ser a filosofia da Nintendo, que lançou nesse final de semana nas lojas norte-americanas e europeias o seu novo Fit Meter.

O simpático podômetro chega para complementar o Wii Fit U, cuja versão de testes já pode ser baixada de forma gratuita na eShop da Nintendo (a cópia física começa a ser comercializada a partir de 6 de dezembro, e a digital, em 1 de fevereiro de 2014).

A Nintendo apresentou mais funções do recurso em um breve vídeo, que você pode ver no final desse post. Os interessados pelo produto podem participar de uma promoção, onde aqueles que fizerem o download da versão de testes de 31 dias do Wii Fit U e o sincronizarem com o produto, poderão utilizar o software de forma gratuita por tempo indeterminado.

 

Via Nintendo

Um passo mais próximo de uma cura do Mal de Alzheimer

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Hoje, 21 de setembro, é o Dia Mundial de Luta contra o Mal de Alzheimer. Nessa data, vale a pena lembar que ao redor do planeta, quase 40 milhões de pessoas sofrem dessa doença, que ainda desconhecemos as principais causas de sua existência, e que infelizmente não tem cura. Ainda. O Mal de Alzheimer é um grave problema de saúde, que está se tornando cada vez mais popular, e que afeta não apenas os pacientes, mas também aos familiares que estão ao seu redor.

Porém, nessa semana, recebemos boas notícias de cientistas da Universidade de Valência (Espanha). Empregando o Caenorhabditis elegans, um modo animal de vida, eles conseguiram resultados efetivos de um bioativo procedente do cacau, que pode servir de tratamento e prevenção para o Mal de Alzheimer.

Essa descoberta foi publicada na revista PLOS One, e é um passo adiante para uma futura descoberta de uma cura para essa enfermidade no futuro. A doença, que foi diagnosticada pela primeira vez em 1906, afeta milhões de pacientes em todo o mundo, que seguem esperando que a ciência descubra uma cura para tal síndrome.

Apesar dessa descoberta, ainda restam muitos anos para que tal método seja aplicado na prática clínica, com seres humanos. A pergunta que fica é: será que seremos capazes de ver no futuro o sucesso dessa pesquisa, com a viabilidade de um tratamento efetivo contra o Mal de Alzheimer. Ficamos na torcida para que sim.

Via PLOS One