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Satya Nadella: “Excel é o melhor produto criado pela Microsoft”

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Durante a sua participação no Aspen Ideas Festival, o CEO da Microsoft, Satya Nadella, afirmou que o Excel é o melhor produto de consumo criado pela gigante de Redmond. “Pense em um mundo sem o Excel. Isso é simplesmente impossível para mim”, disse o executivo.

 

De onde vem o Excel?

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Em 1982, quando a Microsoft comercializou a sua primeira ferramenta de folha de cálculo, ela não era o Excel, mas sim o Multiplan, que foi mais popular em sistemas CP/M. Mas quando o MS-DOS se popularizou, este foi derrotado pelo Lotus 1-2-3 da IBM, uma ferramenta simplesmente impressionante para a época.

A Microsoft não se deu por vencida, e a primeira versão do Excel 1.0 chegou para o Mac em 1985. A primeira versão Windows 2.0 levou dois anos para chegar (1987), e como outros aplicativos da Microsoft, se apoiou no sistema operacional para virar o jogo, trazendo o software de folha de cálculo pré-instalado.

A IBM dormiu no ponto, e adiou o lançamento do Lotus 1-2-3 para Windows. O Excel o superou e até hoje é a folha de cálculo mais utilizada do mercado. A versão atual para Windows é a 16.0, e está no pacote Office 2016, no Office 365 e na base para as edições móveis e online publicadas pela Microsoft, representando uma mudança na controversa estratégia do passado, e se apoiando na ideia de levar os seus softwares para qualquer plataforma, inclusive em plataformas da concorrência.

Existem alternativas livres e gratuitas no mercado, como por exemplo o LibreOffice, que é bom o suficiente para a maioria dos usuários. Mas não resta dúvidas que o Office é o pacote de produtividade de referência no mercado, o software estrela da Microsoft, e que entrega valiosas receitas para a empresa. O Excel tem boa parte da responsabilidade desse sucesso.

Via Business Insider

Microsoft nega planos para o Windows 10 Mobile, mas impõe travas

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Satya Nadella, CEO da Microsoft, decidiu esclarecer alguns pontos sobre o Windows 10 Mobile diante da polêmica causada pela ausência do sistema operacional na BUILD 2016.

O ponto mais importante da fala de Nadella é que está confirmado que não há planos específicos para o sistema operacional móvel da empresa. O motivo? Para eles, não é uma plataforma específica.

 

Sem planos para os smartphones na Microsoft

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Em entrevista ao Business Insider, Satya Nadella informa que a Microsoft não pensa no mobile como uma plataforma diferente, mas sim que o seu sistema deve se adaptar ao funcionamento em um tamanho de tela diferente, com um modo de uso completamente diferente.

Palavras de Nadella:

“Não penso no Windows para dispositivos móveis de forma diferente como faria com o Windows para o Hololens, ou o Windows para o Xbox. Não temos muitos Windows diferentes. Ele se executa em múltiplos dispositivos, mas em uma única plataforma de desenvolvimento, em uma única loja, com uma única suíte de ferramentas para desenvolvedores. E você adapta o Windows para cada tamanho de tela e para diferentes dispositivos de entrada e saída”.

A Microsoft vê o Windows como uma única plataforma que pode ser executada em qualquer lugar e que, simplesmente, adapta sua interface e funcionamento no dispositivo que está gerenciando. Aqui entram os aplicativos universais que a empresa está potenciando com o seu novo conversor.

O problema acontece quando a própria Microsoft cai em contradição na hora de apresentar novos dispositivos, pois o Continnum, que é a ferramenta para o Windows 10 Mobile que entrega essa experiência única e de multi-dispositivos que Nadella destaca na sua fala, não é algo para todos.

E esta é apenas mais uma das contradições que a Microsoft cai nos últimos anos.

 

A Microsoft discrimina modelos de smartphones

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Para Nadella, o Windows é um único sistema operacional, que se executa se adaptando a múltiplos dispositivos. Mas existe um passo intermediário: o Continuum.

Este foi o cavalo de batalha da Microsoft para apresentar um diferencial diante dos demais sistemas operacionais para smartphones. A possibilidade de conectar o seu telefone com Windows 10 Mobile a um sistema desktop é algo com um enorme potencial.

Porém, o Continuum não está presente em todos os dispositivos com Windows 10 Mobile, ou como Nadella começa a chamá-lo, o Windows 10 para smartphones, ou Windows para dispositivos móveis. Se um smartphone pode receber o Windows 10 mas não é compatível com o Continuum, seja por seu desempenho ou porque os seus componentes são incompatíveis, temos aqui uma fragmentação que a Microsoft nega que existe.

Uma plataforma única, um sistema operacional único, se transforma nesse momento em dois. O daqueles que podem explorar todo o seu potencial via Continnum e outro que está preso no dispositivo, sem poder sair da tela de cinco polegadas ou menos. Justo em um momento em que a Microsoft deveria olhar para smartphone como algo especial, não faz isso.

 

Por outro lado, é multiplataforma

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Por outro lado, a suposta homogenização do sistema operacional está na expansão de suas ferramentas para outros sistemas. As suítes da Microsoft chegam ao iOS e Android, obtendo bons resultados na experiência de uso. O Cortana já está disponível para alguns sistemas, e a Microsoft confia que esse é um bom cavalo de Troia.

Se em partes a aposta por uma expansão de todas as ferramentas em qualquer sistema operacional é uma boa, por outro lado a Microsoft não se preocupa com o seu próprio ecossistema de smartphones. Como eles querem ter chance contra o duopólio Android/iOS desse jeito?

 

A Microsoft não se explica

Temos aqui uma dualidade no discurso da Microsoft. Ou melhor, entre a dualidade existente entre o seu discurso e suas atitudes. Por um lado, afirmam que trata todos os dispositivos da mesa forma, mas na realidade os smartphones são discriminados. Sem aplicativos, sem novos produtos, nem uma uniformidade de experiência de uso.

Não sabemos qual será o futuro do Windows 10 para os dispositivos móveis, mas sabemos que a Microsoft teve nas mãos a oportunidade perfeita para impulsionar a sua plataforma mobile. Enquanto isso, mais smartphoens Android e iPhones foram anunciados.

Insisto que o que aconteceu na BUILD 2016 é apenas um sinal do que está por vir.

Via Business Insider

Steve Ballmer? Ou Satya Nadella? Com a palavra, Panos Panay

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Panos Panay é responsável pela linha de equipamentos Surface da Microsoft, e é uma das figuras mais importantes nos novos rumos que a empresa está tomando, e um dos que mantiveram o seu posto durante as gestões de Steve Ballmer e Satya Nadella. Logo, ele pode opinar sobre os dois executivos.

Durante uma entrevista para o GeekWire, ele foi questionado sobre qual ele prefere: o sereno e gentil Nadella ou o enérgico e visceral Ballmer. Panay não quis se comprometer, e levando em conta as fortes influências que Ballmer ainda possui na Microsoft, ele preferiu dar uma resposta bem política: “ambos são grandes à sua maneira”.

Não é uma resposta equivocada. Cada um deles fez coisas diferentes, e teve acertos e erros. Mas de um modo geral, as mudanças adotadas por Nadella tiveram um impacto muito positivo.

Sobre Panay, ele conseguiu algo que poucos acreditavam em 2012: colocar a linha Surface como um sério exponente de hardware, com produtos muito bem acabados e potentes, e que hoje são autênticos objetos de desejo de muitos consumidores.

Via GeekWire

Microsoft: “O Windows 10 é o sistema operacional mais seguro”

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Durante um evento especial em Washington, o CEO da Microsoft, Satya Nadella, qualificou o Windows 10 como o sistema operacional mais seguro, fazendo referência às melhorias que incorpora em matéria de segurança, e daquilo que tanto os usuários convencionais como empresas podem se beneficiar.

Nesse sentido, Nadella falou sobre as funções Device Guard e Credential Guard, que nada mais são do que técnicas de virtualização para garantir a segurança e o bom funcionamento do equipamento. Por outro lado, o CEO também falou sobre o Windows Hello, um sistema de autenticação biométrica que é um avanço importante no caminho para a remoção toral das senhas, e com o uso do hardware avançado, resulta ser bem seguro.

Com o Windows Hello, é possível recorrer à autenticação utilizando o nosso próprio rosto, um sistema que foi testado com muita segurança, sendo capaz de diferenciar inclusive os gêmeos, apesar de sua confiabilidade variar em função da idade.

Não resta dúvidas que a Microsoft reforçou e muito a segurança do Windows 10, mas não devemos nos esquecer que os seus sistemas operacionais pagam o preço da fama: ser o principal alvo de cibercirminosos e de malwares, algo que também acontece com o Android no setor móvel.

Via Softpedia

Qual é o aplicativo favorito de Satya Nadella?

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O novo CEO da Microsoft está dando o que falar, e em quase tudo é positivo e relacionado ao avanço dos produtos e serviços da empresa. Sua filosofia é bem aplicada: melhor que te conheçam por inovar ou tentar inovar, do que por bradar “developers, developers, developers”.

Mas, mudando de assunto… ao responder um pequeno questionário para o Wall Street Journal, Nadella revelou alguns dos seus hábitos diários. Afirmou ter hábitos diurnos (prefere as manhãs), opta pelo café pelas manhas, e o chá pelas tardes, e a primeira coisa que faz pela manhã é correr.

Quando perguntaram para Nadella “o que há em seu smartphone?”, ele responde: “o ícone numero um é o Wunderlist”, o popular aplicativo de tarefas que a Microsoft comprou há quatro meses. O executivo fala sobre outros temas como atividades preferidas para matar o tempo, a posse mais querida, entre outros assuntos.

Vídeo a seguir.

CEO da Microsoft mostra um “iPhone Pro” na conferência Salesforce

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Você não leu errado. A Salesforce realiza em San Francisco a Dreamforce 2015, a maior conferência global de software. A Microsoft está presente, e Satya Nadella foi o responsável por palestrar aos presentes, e fez uma brincadeira muito pontual: ‘apresentou’ o iPhone Pro.

Não é um novo dispositivo da Apple, mas sim um iPhone que Nadella apresentou ao público, cheio de aplicativos da Microsoft instalados. O CEO esclareceu entre sorrisos e aplausos que o iPhone Pro não era dele, e que contava com todos os softwares da Microsoft, como Skype, Word, Excel, PowerPoint e até o OneNote. E que era ‘muito incrível’.

Satya Nadella cancelou oficialmente o mantra de ‘empresa de dispositivos e serviços’ impulsionado por Steve Ballmer para apostar na ‘reinvenção da produtividade’ como a chave para o futuro da Microsoft. Diante de estratégias mais fechadas que fazem parte do passado e que passavam por não alimentar plataformas rivais com o software próprio, a nova forma de entender o mercado implica que a gigante de Redmond leve seus aplicativos para qualquer tipo de dispositivo, sem se importar que são rivais no hardware ou para as suas próprias plataformas.

Mas… vamos dizer que toda brincadeira tem um fundo de verdade. A Apple já tem um iPad Pro. Quem sabe não aparece no futuro um ‘iPhone Pro’?

Vídeo a seguir.

 

Nadella reafirma que Microsoft seguirá apostando no Windows Phone

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Nas últimas semanas, vimos muitos rumores relacionados aos dispositivos com Windows Phone, principalmente por conta dos resultados ruins anunciados pela Microsoft. Mesmo assim, a empresa não quer jogar a toalha com o sistema, E essa postura veio do próprio CEO da gigante de Redmond, Satya Nadella.

Nadella comentou em uma entrevista que a mudança da estratégia (do Windows Phone para o Windows 10 for Mobile) tem como objetivo principal ajudar a Microsoft a crescer dentro do setor mobile, uma meta que agora tem o um foco diferente, simples e chamativo.

Por outro lado, Nadella quis deixar claro que ainda em 2015 veremos novos dispositivos Lumia, e que se os fabricantes (OEM) decidem deixar de fabricar dispositivos com Windows Phone, eles se encarregarão de seguir fabricando, o que evidencia o total compromisso da Microsoft.

Contundente e claro. Assim foi Satya Nadella, que não quis deixar margens para duplas interpretações, ou qualquer tipo de conjectura que possa iniciar novos rumores.

Via Softpedia

Microsoft demite 7.800 funcionários da divisão móvel

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A Microsoft anunciou hoje a demissão de 7.800 funcionários relacionados com a divisão de smartphones. Não é a primeira vez que eles tomam essa decisão, já que a lista de demitidos previamente anunciada incluía 18 mil funcionários, sem falar na saída de Stephen Elop (ex-CEO da Nokia) e outros executivos dentro dessa divisão.

A era Ballmer na Microsoft continua a desaparecer com a chegada de Satya Nadella ao posto de CEO da empresa. O mantra do novo executivo é o serviços na nuvem, e as mudanças que ele anunciou para a divisão mobile coincidem com o novo ano fiscal da própria Microsoft, onde a empresa confirmou perdas de US$ 7.6 bilhões por conta da aquisição da Nokia.

As demissões serão escalonadas, e acontecem ao longo dos próximos meses. Em uma carta, Nadella informa que ajudará a todos os funcionários durante a transição, mas sem esclarecer se parte desses demitidos serão integrados em outros departamentos. O objetivo principal nesse momento é centrar esforços na fabricação dos dispositivos, e que a estratégia não gire ao redor das vendas de produtos, mas sim em criar um ecossistema ‘vibrante’, com todos os produtos e serviços já disponíveis.

Em curto prazo, eles contarão com um portfólio mais efetivo, enquanto que a longo prazo, o objetivo é criar uma experiência móvel através de todos os dispositivos, inclusive os smartphones. Uma guinada do Windows 10 e sua estratégia em ter o mesmo sistema operacional em todas as plataformas, para ter uma unificação de conteúdo.

A carta de Nadella deixa algumas dúvidas a serem respondidas. Dizem que o seu objetivo e centrar em um número menor de dispositivos, divididos em três segmentos: negócios, telefones acessíveis e tops de linha. Na teoria, pode ser traduzido como pelo menos três dispositivos Lumia por ano. De fato, há rumores que nos próximos meses cheguem dois modelos avançados com Windows 10.

 

A realidade é uma só: hoje, o Windows Phone tem uma porcentagem do mercado considerada ridícula, e Apple e Google dominam o mercado de dispositivos móveis. Veremos se com as mudanças planejadas por Nadella, a Microsoft assuma de uma vez por todas o terceiro lugar nesse mercado. Com méritos, e não tanto pela falta de outros competidores.

Via Microsoft

Microsoft cria nova unidade que inclui Windows e hardware

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A Microsoft anunciou a criação de uma nova unidade dentro de sua organização, a Windows And Devices Group (WDG), que inclui Windows e hardware. A divisão será dirigida por Terry Myerson, até agora responsável pelo Windows e vice-presidente executivo.

As mudanças anunciadas ontem (17) pela Microsoft não só afetavam a remodelação da cúpula executiva – saída de Kirill Tatarinov e Eric Rudder, a promoção de Qi Lu e Scott Guthrie, saída de Stephen Elop, etc -, mas também por conta da reformulação de parte da filosofia da empresa. É sempre bom lembrar que a compra da Nokia pela Microsoft não foi um negócio rentável para as duas empresas, já que a primeira morreu, e a segunda não consegue crescer no mercado mobile.

A nova divisão Windows e Hardware deve permitir oferecer uma experiência informática mais pessoal, impulsionada pelo sistema operacional da Microsoft. Nadella explica em um e-mail enviado aos funcionários que a nova divisão reúne tudo o que é necessário para conduzir inovações revolucionárias, que vão impulsionar o sistema operacional do Windows e seu conceito como serviço através de todos os dispositivos.

A Microsoft é uma empresa de software e deve seguir assim, mas com essa nova unidade, o hardware é considerado parte essencial dessa estratégia, não porque está diretamente interessado nos lucros dos dispositivos, mas também na oportunidade de promover serviços e aplicativos de forma mais integrada.

Também quer mostrar hardwares mais inovadores, com novas tecnologias ou novos formatos que serão referência para a produção dos produtos de seus parceiros. Um elemento vital que eles terão que trabalhar, mas sem rivalizar com os seus parceiros na venda do hardware.

Se a Microsoft tivesse investido o dinheiro da compra da Nokia no desenvolvimento de um ecossistema como o próximo Windows 10 Mobile, recuperando parceiros importantes como Samsung, Lenovo, HTC, LG ou os emergentes chineses, certamente a fatia de mercado do Windows nos smartphones seria maior do que os ridículos 3% que a empresa possui hoje.

Via Softpedia

Satya Nadella é o líder tecnológico mais influente

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O último ranking da Juniper Research mostra que o CEO da Microsoft, Satya Nadella, foi eleito o líder de tecnologia mais influente do mercado.

O ranking é formado por diversos fatores, que incluem a visão, a inovação e o capital pessoal dos citados. Nadella recebe o primeiro posto como resultado das importantes mudanças que implementou na Microsoft, com menção especial ao seu objetivo de transformar o Windows em algo mais próximo de um serviço, um conceito que se concretiza de forma efetiva no Windows 10.

Na segunda posição, temos Jony Ive, novo chefe de design da Apple, que é responsável por alguns dos produtos mais emblemáticos da empresa (MacBook, iPod, iPad, etc). Além da sua recente promoção, pesou ao seu favor que o seu trabalho provavelmente terá um grande impacto no mercado de smartwatches no futuro.

A terceira posição ficou com Min-Liang Tan, co-fundador e atual CEO da Razer. Seu trabalho como diretor criativo se viu refletido na sua intensão de adotar a realidade virtual no futuro da empresa, além dos seus notebooks e periféricos para games.

A lista completa você confere a seguir:

1. Satya Nadella — Microsoft CEO
2. Jony Ive — Apple SVP Design (now CDO)
3. Min-Liang Tan — Razer co-founder & CEO
4. Travis Kalanick — Uber CEO
5. Reed Hastings — Netflix co-founder & CEO
6. Jack Ma — Alibaba founder & chairman
7. Paul Eremenko — Google ATAP director
8. Jeff Bezos — Amazon founder & CEO
9. Elon Musk — Tesla chairman & CEO
10. Lei Jun — Xiaomi CEO

E não… não me perguntem por que Tim Cook não está nessa lista. Não fui eu que formei esse top 10, e eu não faço a menor ideia do porque disso ter acontecido dessa forma.

Via BetaNews

CNN elege os 10 melhores CEOs de 2014. Atenção para o segundo colocado…

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A CNN publicou nessa semana a sua lista dos dez melhores CEOs de 2014. No topo da lista temos Tim Cook, que continua a fazer da Apple a empresa que ‘transforma em ouro (quase) tudo o que toca’. Porém, o que chama a atenção é o segundo posto da lista: John Chen, CEO da BlackBerry.

O executivo, que seria um interino no posto (depois da saída de Thorsten Heins), deu a volta por cima, e está conseguindo transformar uma empresa que parecia condenada ao desaparecimento em uma que ainda tem uma certa relevância, depois de várias perdas consecutivas.

Durante o seu mandato, Chen tomou decisões muito importantes, como o foco da empresa em serviços de segurança, ou a apresentação de modelos mais próximos da tradição histórica da BlackBerry (Passport e Classic). A abertura do BBM para outras plataformas e outras decisões do mercado empresarial fizeram com que as ações da BlackBerry subissem surpreendentes 35% em 2014. Chen parece ter as coisas bem claras, mas vamos esperar para ver se ele mantém sua visão com foco em 2015.

O terceiro melhor CEO do ano (de acordo com a CNN) foi Satya Nadella, da Microsoft. Ele também realizou mudanças importantes desde que assumiu o lugar de Steve Ballmer, mostrando sua capacidade de mudança e foco evidente na gestão de sistemas e serviços relacionados à nuvem e mobilidade.

Via CNN

Microsoft elimina mais 2.100 postos de trabalho de sua estrutura operacional

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O site ZDNet informa que a Microsoft definiu a demissão de 2.100 de seus funcionários. A maioria deles vieram da Nokia, mas a empresa não revelou em quais setores nesse momento eles estão trabalhando (talvez para não se criar um alarde ainda maior).

Os motivos para essa demissão em massa são os mais diversos. A empresa dirigida por Satya Nadella já preparou todo mundo que faria mudanças que ainda estão em curso, principalmente na divisão de Dispositivos e Serviços da Nokia, demitindo 25 mil funcionários vindos da empresa finlandesa, mas que não teriam nenhuma função na nova Microsoft.

Nadella já se encarregou de avisar que sua nova estratégia era tornar a Microsoft mais ágil e simples, de modo que os diferentes postos e setores da empresa precisavam se comunicar de forma mas direta e produtiva. Até agora, não alcançamos a marca de 18 mil demitidos desde que as mudanças começaram. Ou seja, mais cabeças vão rolar.

Via ZDNet