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Adidas Futurecraft M.F.G., um tênis (quase) completamente fabricado por robôs

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Em 2015, a Adidas revelou seus planos de desenvolvimento da Speedfactory, uma frota de robôs encarregados de fabricar tênis na cidade de Asnbach, Alemanha. Nessa semana, a empresa revelou o primeiro fruto desse projeto, o Adidas Futurecraft M.F.G., tênis de corrida com design PrimeKnit e solas com tecnologia Boost, praticamente fabricado por robôs.

Durante o processo existe a intervenção humana, mas o grande grosso da criação é por conta de máquinas, não para substituir os empregados nas fábricas, mas complementá-los com melhores ferramentas para a criação dos produtos.

Sobre o design do Adidas Futurecraft M.F.G., ainda recebe a tecnologia de captura de movimento ARAMIS, que mapeia o músculo, os ossos e a pele para criar um calçado muito mais cômodo para o usuário.

 

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A Adidas reconhece que a M.F.G. (Made For Germany) é apenas o começo, e que muitos mais produtos virão nos próximos meses. A empresa também aposta na sua linha Futurecraft, que inclui tênis feitos parcialmente com partes impressas em 3D, utilizando materiais procedentes de dejetos marinhos.

O novo tênis Adidas Futurecraft M.F.G. não tem preço revelado, e no momento inicial só teremos 500 pares no mercado. Logo, não devemos esperar por algo barato. A ideia da Adidas é montar uma frota de fabricação em Atlanta (EUA), ampliando assim a produção desses modelos.

Se você quer ver essa tecnologia mais de perto, veja o vídeo a seguir.

 

Robô desarma homem violento e suspeito de roubo

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Um homem suspeito de cometer um roubo se atrincheirou com um rifle e se negava a render-se. Para não colocar em risco a vida de nenhum agente, a polícia de Los Angeles decidiu enviar um robô para o local.

Dessa vez, o robô não levava nenhuma bomba ou queria matar o suspeito. Só serviu para ser uma fonte de distração que permitiu uma aproximação do criminoso, retirando sua arma sem que o mesmo se desse conta. Uma vez desarmado, o suspeito foi obrigado a se render.

Foi interessante ver como a polícia foi capaz de dar outros usos para os robôs originalmente concebidos para desativar explosivos e oferecendo um conjunto de funções bem limitado para outras tarefas.

Tudo isso nos leva a pensar inevitavelmente sobre o grande papel que terão no futuro os possíveis “policiais robóticos”, unidades que seriam criadas especificamente para ajudar os policiais humanos no cumprimento das tarefas mais arriscadas e perigosas.

Via Popular Science

Você consegue ganhar de um robô no pebolim?

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Christopher Salzmann desenvolveu na Suíça um robô que basicamente desafia as habilidades humanas durante os jogos de pebolim.

A grande graça desse robô é que ele é capaz de reconhecer a bola para golpeá-la. Para isso, o sistema usa uma câmera registrando cada movimento do jogo a uma velocidade de 300 imagens por segundo. Com isso, eles conseguem uma precisão milimétrica na hora do jogo.

 

Mais força bruta do que o cérebro

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Na hora de competir com um humano, o robô pode vencer com um pouco de habilidade. De fato, ele tem uma estratégia bem simples: utilizar a força bruta para vencer, adotando velocidade e potência.

Nesse ponto, o sistema é mais força bruta do que cérebro. Porém, seu criador trabalha para que ele seja capaz de enganar o adversário, girando mais com a bola e realizando melhores previsões que o oponente.

Não é a primeira vez que vemos um robô jogar pebolim, porém, este é um trabalho importante na evolução dos motores industriais para ganhar em agilidade e potência.

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Os robôs conseguem movimentos mais rápidos que um humano, com aceleração de 9G, com uma precisão de um milímetro. São projetadas melhorias relacionadas com a inteligência artificial, já contando com um sistema laser que detecta a posição das mãos dos oponentes, tentando assim se antecipar e preparar uma estratégia de acordo.

Outro caminho interessante que pode se abrir na concorrência entre robôs, dessa vez através do giro do pulso dos humanos.

 

Via EPFL

Harvard cria “robô vivo” utilizando células de coração de rato

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Esse robô vivo com células de corações de rato com um toque de ouro e silicone para implantes mamários (à esquerda da imagem acima) é capaz de reagir a estímulos luminosos quando uma fonte de luz se encaminha sobre ele, realizando pequenos movimentos ondulantes.

O ouro foi utilizado na construção do seu esqueleto, um substrato de silicone para implantes de mama deram forma ao seu corpo e um núcleo com 200 mil células de coração de rato completam o conjunto. As células modificadas geneticamente são as que reagem ao estímulo ótico, movendo-se sobre uma superfície com um líquido rico em nutrientes, que permite manter o conjunto vivo.

A pergunta que fica é: esse negócio está realmente vivo?

Sim, mas não no conceito clássico de vida complexa que muitos tem sempre em mente. A base do robô é composta por células totalmente vivas, até porque se elas não se encontram sobre o citado líquido, elas morrem em poucos segundos.

Via Popular Mechanics

Pesquisadores querem que robôs aprendam a sentir dor

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Um grupo de pesquisadores alemães trabalha em sistemas que permitem que os robôs possam chegar a sentir dor, fazendo com que a inteligência artificial reconheça situações perigosas, atuando para evitar potenciais danos.

A dor tem um papel essencial na capacidade de sobrevivência do ser humano, já que não apenas nos ajuda a identificar e evitar situações de perigo, mas permite também ter a consciência de nossa própria fragilidade e dos limites para evitar lesões graves ou até mesmo a morte. Pode parecer um exagero, mas os doentes dom anagelsia congênita, um transtorno onde determinadas pessoas não podem sentir dor, não pensam dessa forma.

A percepção dador permite identificar quando a água está muito quente, quando uma articulação está lesionada, ou perceber se algo não está bem no seu corpo. Sem a dor, você não é capaz de identificar nada disso, e fica sujeito às consequências das mais diversas espécies.

O vídeo no final do post mostra melhor o conceito da pesquisa. O robô experimental é capaz de reconhecer e classificar diferentes tipos de dor em função da intensidade das mesmas, oferecendo uma resposta diferente para cada uma delas. Por exemplo, em caso de áreas onde o calor é intenso, o robô pode identificar esse perigo, e evitar que os humanos fiquem ali.

Fazendo com que os robôs possam sentir dor, melhoraríamos a sua humanização e capacidade de sobrevivência.

 

Via Spectrum.ieee

McDonald’s prefere usar robôs do que aumentar salário mínimo de seus funcionários

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“É mais barato comprar um braço robótico de US$ 35 mil do que contratar um funcionário que não é eficiente, pagando US$ 15 a hora e roubando batatas fritas”. Essas palavras foram ditas por Ed Rensi, ex-CEO do McDonald’s, depois de comprovar em primeira pessoa os avanços da robótica realizados dentro do setor.

As declarações de Rensi tem uma finalidade muito específica: protestar contra o salário mínimo de US$ 15 para trabalhadores do setor de fast food nos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, coloca uma questão interessante: “se não podemos conseguir trabalhadores com um salário razoável, então conseguimos máquinas que façam o trabalho. É o sentido comum. Vai acontecer, queira ou não. E, quanto mais se pressione, mais rápido a transição vai ocorrer”.

Para o ex-CEO do McDonald’s, não só vai acontecer nas redes de fast foods, mas também em outras franquias que empregam trabalhadores “pouco qualificados”. O resultado de combinar o aumento do salário mínimo com a chegada dos robôs será “destrutiva” e “uma perda de trabalhos em todo o país”.

Esta não é uma voz isolada. Executivos de outras redes de fast foods já afirmaram que planejam abrir restaurantes sem funcionários ‘humanos’, como resposta ao aumento dos custos nos salários. A Wendy’s, outra popular rede alimentícia, faz referências pelo mesmo motivo, ao anunciar a criação de mais de 6 mil quiosques de auto-atendimento. Até o McDonald’s está usando telas touch em seus restaurantes para solicitação de pedidos.

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A imagem acima foi publicada por aqueles que são contra o aumento do salário mínimo.

Não é uma casualidade que os grandes restaurantes façam esse movimento para defender o seu principal interesse, mas… faz algum sentido suas advertências? Estamos nos encaminhando para um mundo onde os trabalhadores menos qualificados serão substituídos por robôs, e que a rapidez disso acontecer depende do aumento ou não do salário mínimo atual?

Até Bill Gates chegou a insinuar algo desse tipo em uma entrevista de 2014, mas não há um consenso sobreo tema. Faz tempo que vemos iniciativas de robôs para tarefas desse tipo, mas nesse momento isso não é amplamente disseminado. As telas touch são hoje mais necessárias do que os funcionários que recebiam os pedidos.

Os defensores do aumento do salário mínimo pensam que os argumentos dos executivos não contam com fundamento algum. Afirmam que, se pudessem mesmo substituir funcionários por robôs, já o teriam feito. “A automatização chegará quando tivermos a tecnologia e os custos para torná-la viável, e não há nada que possamos fazer para deter isso. Não vai chegar de forma mágica porque os trabalhadores pedem para serem tratados como seres humanos”.

Via Fox Business

Este robô pode resolver o Cubo de Rubik em apenas um segundo

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A resolução do Cubo de Rubik está a caminho de um novo recorde: pouco mais de um segundo. O feito é alcançado pelo robô programado por dois engenheiros de software.

O Cubo de Rubik é um quebra-cabeças mecânico de seis faces com diferentes cores. Seu mecanismo de eixos permite a cada face girar e forma independente, mesclando assim as cores. Para resolver o jogo criado por Erno Rubik, cada face deve ter a mesma cor em seus nove quadros individuais.

Até agora, o recorde em humanos pertence a um garoto de 14 anos de idade, que pode completar o cubo em 4.9 segundos. No universo da robótica, o recorde até agora é de 3.2 segundos. Esse robô foi construído com partes impressas em 3D, motores e câmeras para escanear o cubo. Todo o conjunto se conecta a uma placa Arduino com sistema Linux e o algoritmo de código aberto kociemba, desenvolvido para resolver o Cubo de Rubik.

O cubo foi perfurado para poder ser manipulado pelo robô, terminando a tarefa entre 1 e 2 segundos. Os engenheiros esperam poder validar o novo recorde mundial em breve.

Vídeo a seguir.

 

A seguir, o recorde entre os humanos.

O objetivo da Google: criar máquinas que pensem melhor que o ser humano

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O lema que guia a estratégia da Google é: “organizar a informação do mundo e torná-la universalmente acessível”. Porém, os planos para o futuro da empresa, a julgar pelas suas últimas aquisições, são ainda mais ambiciosos. Empresas de robótica e equipes especializadas na aprendizagem e inteligência artificial parecem voltar a empresa de Mountain View para um novo ponto.

Esta semana, em uma entrevista com o investidor Vinod Koshla, Sergey Brin confirmou essa mudança de atitude. A Google quer criar máquinas capazes de agir, pensar e raciocinar melhor e mais rápido que um ser humano, e tais aquisições e projetos são apenas o primeiro passo para isso (no vídeo no final do post, você pode ouvir Brin falando sobre o assunto a partir do minuto 12).

Palavras de Sergey Brin:

Temos projetos como o DeepMind que, algum dia, esperamos que se transforme em uma inteligência artificial. Obviamente, os especialistas teorizaram sobre isso durante décadas, sem produzir resultados, de modo que seria absurdo fazer previsões concretas. Mas temos provas que é possível criar coisas inteligentes – nós, por exemplo -, e por tanto, não é descabido pensar que algum dia seremos capazes de criar máquinas capazes de raciocinar e agir mais rápido e melhor que os seres humanos.

Vídeo a seguir

 

Via Gizmodo

Conheça o robô que “rouba” bebidas de máquinas automáticas

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Está vendo esse rapaz da foto acima? Pois é. Enquanto você fica praticando o mal português na internet, com uma vida de completo desocupado, esse jovem francês, estudante de robótica, cansado de não encontrar dinheiro para pagar as bebidas nas máquinas automáticas de refrigerantes, desenvolveu um robô para simplesmente “roubar” as bebidas das máquinas.

Todo mundo já teve vontade de enfiar o braço no compartimento de saída das latas de refrigerante, principalmente quando colocamos moedas e nenhum refrigerante é entrega. O nosso amigo ioduremetallique é apenas mais um dessa longa lista, e decidiu colocar os seus conhecimentos de robótica para achar uma solução para esse problema que aflige a Humanidade.

O robô tem um braço metálico controlado por um controle remoto, capaz de agarrar as bebidas das máquinas. O processo é bem simples: o braço do robô entra na abertura da máquina, o usuário desloca esse braço até a posição desejada, o braço pega a bebida e solta dentro da bandeja. Aí, é só você pegar a latinha e aumentar as suas chances de ter diabetes no futuro.

O criador do robô deixou todos os detalhes técnicos do processo de criação em seu blog, assim como algumas fotos interessantes do projeto. Uma coisa que surpreende é que ele conseguiu fabricar o dispositivo com elementos muito simples, e em sua maioria, reciclados, o que dá a aparência rudimentar do robô.

Não vamos aqui discutir as questões morais envolvidas no objetivo final desse robô. Mas podemos dizer que, a partir de agora, é possível você se vingar de algumas máquinas automáticas que roubam o seu dinheiro.

Vídeo demonstrativo abaixo.

Inscrições abertas para a 1ª Mostra Nacional de Robótica

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A 1ª Mostra Nacional de Robótica (MNR) está com inscrições abertas até o dia 19 de agosto. O objetivo da MNR é divulgar trabalhos na área de robótica e suas aplicações realizados por alunos do ensino fundamental, médio, técnico e/ou superior de qualquer instituição de ensino do Brasil. O evento é uma das cinco mostras, em âmbito nacional, promovidas pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) é coordenado pelo engenheiro elétrico Alexandre Simões, professor da Unesp (Universidade Estadual Paulista), câmpus de Sorocaba.

Os trabalhos não precisam se limitar à área técnica da robótica (elétrica, mecânica e computação). Serão aceitos também desenhos artísticos de robôs, textos sobre o assunto ou qualquer outro tema que se relacione, tais como nas áreas de artes, humanidades, literatura, ciências, vida e ambiente, ensino, inovação, protótipo e invenção e competições de robótica. A submissão pode ser feita de formas diferentes de acordo com a faixa etária do autor. Para os mais jovens, os trabalhos podem ser apresentados por meio de imagens e vídeo.

“Sabemos que irão faltar profissionais da engenharia robótica no mercado nos próximos anos, e essa é uma preocupação também do governo federal”, explica Simões. “Sentimos falta de uma iniciativa voltada para os jovens. A intenção é reunir tudo o que se pode produzir na área, em linguagens altamente inclusivas, e estimular o interesse deles pela robótica”.

A MNR distribuirá 48 bolsas de Iniciação Científica Júnior do CNPq, com duração de um ano, para os alunos do ensino fundamental e médio para que aprimorem seus projetos. Todos os participantes receberão certificados e os melhores trabalhos serão gratificados com menções honrosas, também aos autores, professores e instituições. A MNR é apoiada pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e Sociedade Brasileira de Automática (SBA).

A fase presencial da MNR 2011 será realizada na Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ), Minas Gerais, junto com a Competição Brasileira de Robótica (CBR), as finais da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) e o Simpósio Brasileiro de Automação Inteligente (SBAI) – este, promovido pela Sociedade Brasileira de Automática.

Serviço/1ª Mostra Nacional de Robótica (MNR):

Encerramento das inscrições: 19/08/2011
Revisão dos trabalhos: 20/08/2011 a 27/08/2011
Divulgação das revisões: 27/08/2011
Realização da versão presencial da MNR em Minas Gerais: 18/09/2011 a 21/09/2011
Mais informações no site www.mnr.org.br ou pelo telefone (15) 3238-3404.

Os robôs vão derrotar as estrelas de futebol humanas em 2050. É o que dizem por aí

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O mundo da tecnologia avança, e o futuro que nos espera é fascinante. Porém, algumas previsões são um tanto quanto risíveis. Uma delas vem de Claude Sammut, professor de informática da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália. Segundo o estimado professor, os robôs vão superar as capacidades dos jogadores de futebol profissional (humanos, é claro) no ano de 2050 e, para ele, só terá que se melhorar os aspectos de percepção, tomada de decisões, aprendizado e comportamento em cooperação, uma vez que o futebol é um esporte coletivo (ou seja, melhorar tudo que é importante, e torna hoje os humanos muito melhores). Vale lembrar que estamos em 2010, e que imaginar que tais mudanças ocorram em apenas 40 anos é um tanto quanto utópico. Ainda mais pelo fato que estamos em 2010 e nem temos o skate voador prometido para 2015, como em De Volta Para o Futuro. Depois tem outra: com todo o respeito, o que diabos os australianos entendem de futebol?

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[tecnologia] WAM: um robô que aprende a jogar panquecas pra cima, e pegá-las sem espatifar

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O mundo da robótica nos deixa realmente embasbacados. Depois dos robôs que fazem coreografias, agora temos um exemplo bem claro de como os robôs são capazes de aprender através de tentativa e erro. Este projeto, criado no Instituto Italiano de Ciência, demonstra as tentativas frustradas de um robô na hora de virar a panqueca jogando a mesma pra cima (você já tentou isso em casa, que eu sei…). O mais surpreendente é que, depois de tantas tentativas frustadas, é que o robô consegue aprender o movimento que o seu criador o ensina (através de aprendizagem cinética), para, depois, corrigir o movimento, graças a um sistema de captura de movimento.

Depois de 50 tentativas, nosso protagonista consegue realizar perfeitamente o giro da panqueca, e memorizar o movimento, para realizá-lo de forma contínua, sem risco de nosso café da manhã ser jogado fora. Uma vez concluído o processo de aprendizagem, nem o melhor chefe do mundo poderá superar o recorde de giros contínuos deste robô.

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