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Alphabet (Google) segue crescendo, e seu futuro é mais promissor do que nunca

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Em outubro se completa um ano do nascimento do Alphabet, antes conhecida como Google. Porém, só agora a empresa apresentou os seus primeiros resultados financeiros sob essa nova estrutura. É o terceiro relatório financeiro da história da nova empresa, com números que mostram que a mudança deu certo.

Os números apresentados pela Alphabet correspondem ao segundo trimestre de 2016, e a saúde financeira da empresa é excelente. A receita foi de US$ 21.5 bilhões, um aumento de 21% em relação ao mesmo trimestre de 2015 (eram esperados US$ 20 bilhões pelos analistas), o que resultou em um aumento de 5% das ações da empresa na bolsa.

 

A publicidade é o segredo do negócio da Google

Alphabet Google

O principal negócio da empresa é a venda de publicidade, e todo mundo sabe disso. Dizem que a Google perde terreno nesse sentido para o Facebook, mas a verdade é que a gigante de Mounain View ainda segue apresentando maiores receitas nesse sentido, sendo muito mais relevantes na forma que vendem e mostram anúncios, já que o seu ecossistema é enorme, com um alcance ainda maior.

Era esperado pelos analistas um aumento no valor do custo por clique, mas este caiu 7%, o que significa um anúncio com menor custo de contratação. Isso resultou em um aumento na receita de 29%, o que mostra o quanto as pessoas confiam (quase que) cegamente na Google para campanhas de marketing digital. Todo o segmento de publicidade da Alphabet apresentou um aumento de 19% em relação ao ano passado.

 

Os experimentos seguem perdendo dinheiro, mas isso não é um problema

Antes de virar Alphabet, a Google apostava em diversos projetos que resultavam em elevados gastos operacionais, que se traduz em prejuízo para toda a empresa. E isso irritava investidores.

Com a mudança para a Alpabet, o risco foi eliminado, já que a empresa segue apostando nesses projetos, mas sem colocar em risco o capital total, operando de forma (quase) independente, no segmento Other Bets, onde estão produtos como Nest, Fiber, Google X (agora só X), Project Loon, carros autônomo e outros. Aqui, a receita foi de US$ 185 milhões, com gastos operacionais de US$ 859 milhões. No ano passado, o prejuízo foi de US$ 660 milhões, com receitas de apenas US$ 74 milhões.

Logo, temos uma melhora importante. Longe do ideal, mas ao menos não afeta a imagem da empresa. 7

Hardware e serviços também crescem de forma considerável

No segmento Other Revenues, a Alphabet coloca grande parte dos seus outros negócios, como hardware e serviços na nuvem, incluindo toda a Play Store. Nesse trimestre, o crescimento foi de 33%, com US$ 2.172 bilhões, seguindo a tendência vista no trimestre anterior, que teve um aumento de 24%.

Já no segmento Google Websites, o aumento foi de 24%, com US$ 15.4 bilhões. Na Google Network, que inclui o YouTube, as receitas foram de US$ 3.7 bilhões, com um aumento de 3% em relação ao mesmo período de 2015.

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Com isso, a Alphabet (Google) mostra uma boa saúde financeira, que se vê refletida em um aumento no seu grupo de funcionários, de 57.148 para 66.575 funcionários no final de junho. A empresa segue crescendo, diversificando o seu negócio, e todos devem se beneficiar com isso, já que o investimento em inovação segue sem afetar a sua imagem. E isso é considerado o ideal para uma empresa desse porte.

Via Alphabet

Apple confirma primeira queda nas vendas de iPhones da sua história

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Já era algo esperado pelos analistas, e até mesmo pela própria Apple. A gigante de Cupertino confirmou hoje (26) a sua primeira queda nas vendas de iPhones desde o seu lançamento, em 2007.

De acordo com os resultados financeiros apresentados pela empresa, foram vendidos 51.2 milhões de iPhones no primeiro trimestre de 2016, com receita de US$ 32.8 bilhões. A queda em relação ao mesmo período em 2015 foi de 16% nas vendas de unidades (61.8 milhões) e de 18% na receita. Por outro lado, o resultado é um pouco melhor do que aquele previsto pelos analistas de mercado (50.7 milhões de unidades).

A consequência disso foi a primeira queda nas receitas da Apple desde 2003 (na comparação dos trimestres dos dois anos), com uma receita líquida de US$ 50.6 bilhões no primeiro trimestre de 2016, com lucros de US$ 10.5 bilhões, ou 13% a menos que o registrado em 2015 (US$ 58 bilhões).

Vale destacar que essa queda nas vendas e na arrecadação ainda não reflete a participação das vendas do novo iPhone SE, mas segundo os prognósticos, não se imagina que exista uma diferença muito acentuada. É preciso esperar pelos resultados de vendas do segundo trimestre que termina em junho para saber se a tendência de queda continua, e quais são as medidas que a Apple vai tomar para reverter isso.

Fato é que os investidores não estão nada contentes com os números, e a pressão sobre Tim Cook e sua equipe de trabalho é maior do que nunca nesse momento.

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Um dos motivos que podem explicar essa queda é a maior concorrência nos mercados considerados chave para a Apple, principalmente no mercado asiático. Samsung e LG lançaram novos modelos top de linha, e fabricantes menores e/ou locais lançaram dispositivos com relação custo-benefício muito interessante. Isso tudo ajuda a canibalizar o mercado do iPhone nesse continente.

Outro motivo é o cenário econômico atual e o próprio mercado de smartphones, que dá sinais de saturação há algum tempo.

Mas o iPhone não foi o único afetado nesse primeiro trimestre. Os demais produtos da Apple – iPad e Mac – também registraram quedas nas vendas e receita, sendo o iPad o dispositivo com maior queda dos três, com 19% a menos nos dois índices, com 10.3 milhões de unidades vendidas e receita de US$ 4.41 bilhões.

Vendas de smartphones da Microsoft caem 73%, e não se vê luz no fim do túnel

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A Microsoft apresentou os seus relatórios financeiros do primeiro trimestre de 2016, e apresentou números abaixo das expectativas, reforçando a tendência de queda dos trimestres anteriores. Com receita de US$ 20.5 bilhões e lucros líquidos de US$ 3.8 bilhões, as quedas foram de 5.5% e 24% respectivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior. Com isso, as ações da empresa caíram levemente.

A situação dos smartphones da Microsoft só se complica. A receita dessa divisão caiu 46% em relação ao ano anterior. São 2.3 milhões de dispositivos Lumia vendidos, uma queda absurda de 73% em comparação com o mesmo período de 2015, e não é surpresa ver que, no trimestre anterior, a queda foi de 54%. Ou seja, a tendência é de queda, e não há previsão de mudanças.

Mesmo assim, a boa notícia é que o Surface foi o negócio de hardware de maior sucesso da Microsoft, com aumento nas vendas de 61% (US$ 1.1 bilhão em receita). Mas não foi informada a participação de cada um dos produtos nesses lucros. O Xbox mostra 9% de aumento na venda de jogos, 18% a mais de receita na publicidade, 22% de aumento nas assinaturas e transações na Xbox Live, e 26% a mais de usuários ativos (46 milhões em todo o planeta).

As outras três linhas com crescimentos foram a Intelligent Cloud (Azure, Windows Server) com receita de US$ 6.1 bilhões (3% a mais que em 2015), a More Personal Computing (Windows 10) e a Productivity & Business Services (Office), com ganhos de 1% cada uma.

A More Personal Computing apresentou uma queda de 26% nas receitas por licenças de patentes, e a Azure é o grande negócio na nuvem para a Microsoft, com um brutal aumento de 120%. Por fim, o Office 365 conta com 22.2 milhões de assinantes.

Não é um cenário simples para a Microsoft. Sua aposta na nuvem foi a melhor decisão que eles tomaram, e ao lado do Surface, é o que mantem a empresa em alta. Nem o Windows 10, nem o Office se destacam, e isso acontece principalmente por conta da queda nas vendas de PCs. A situação dos smartphones é bem preocupante, já que até agora não há uma estratégia clara e agressiva para impulsionar o setor.

Porém, Satya Nadella já esclareceu que eles estão conscientes do problema, e que tomarão providências sobre o assunto. Mas o que fica cada vez mais claro é que o negócio de smartphones deixou de ser uma prioridade para a Microsoft.

Para quem gastou o rico dinheirinho no Windows 10 Mobile… lamento por você. De verdade.

Via Microsoft

A Motorola começa a compensar para a Lenovo

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A Lenovo informa em seu relatório financeiro do quarto trimestre de 2015 (terceiro trimestre do ano fiscal da empresa) que eles conseguiram equilibrar a sua divisão de smartphones, pouco mais de um ano depois que eles adquiriram a Motorola da Google. Em geral, as vendas aumentaram em relação ao mesmo período do ano anterior.

A arrecadação líquida aumento em US$ 300 milhões, ultrapassando o previsto pelos analistas e muito melhor do que as perdas registradas no segundo trimestre fiscal (US$ 714 milhões). Isso mostra que a reestruturação mostra bons resultados, mostrando claros sinais de reestruturação.

As vendas do trimestre foram de US$ 12.9 bilhões, 8% menores em relação ao mesmo período do ano passado, mas US$ 700 milhões a mais em relação ao segundo trimestre fiscal. Quanto aos custos de reestruturação, eles foram menores por conta da economia resultante das medidas de reajuste tomadas em agosto, calculadas em US$ 1.35 bilhão até o final do ano fiscal (seguindo dentro do previsto nesse momento).

 

A divisão móvel é a nova protagonista

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Com o fim da reestruturação, a Lenovo informa que o Mobile Business Group (que engloba tablets, smartphones e Smart TVs da Lenovo e Motorola) cumpre com o seu compromisso de estabilidade depois da aquisição da Motorola. As vendas totais foram de US$ 3.2 bilhões, 4% abaixo das obtidas no mesmo período do ano passado, onde a Motorola é responsável por US$ 2 bilhões.

São números melhores que aqueles informados no trimestre anterior (US$ 2.7 bilhões de vendas, US$ 600 milhões da Motorola), e as perdas totais da divisão (fora os impostos) ficam em US$ 30 milhões, uma notável recuperação levando em conta que o balanço anterior era de US$ 270 milhões.

Aqui se destaca o sucesso nos mercados emergentes, com um aumento de 15%, com destaque para China e Indonésia, onde a Lenovo cresceu 206% e 318%, respectivamente. O volume de vendas fora da China é maior do que no trimestre anterior, passando de 75% para 83%, e lá a reestruturação da empresa começa a compensar. Sobre a Motorola, mais boas notícias: a distribuição dos dispositivos aumentou 25% em relação ao trimestre anterior.

 

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Yuaging Yang, CEO da Lenovo, explica que os números obtidos são considerados recordes diante das flutuações dos mercados, e pela queda do mercado de computadores. A divisão móvel foi a beneficiada, podendo ser bastião da empresa em 2016. A Lenovo deve se unir à tendência de outras, aproveitando o momento presente, e mirando os mercados emergentes para acelerar o seu crescimento nesses mercados.

Quanto aos demais segmentos, a estratégia é oferecer produtos inovadores, se centrando nos segmentos mais exclusivos ou premium. A China segue nos planos de expansão da Lenovo, com um “potente catálogo” de produtos.

Futuros acordos e parcerias podem ajudar a Lenovo a seguir crescendo. E o convencimento que a transformação do seu modelo de negócio e sua nova estratégia dual de marcas (Lenovo Vibe e Lenovo Moto) pode oferecer melhores resultados. Será interessante ver o ano de 2016 dessa empresa.

Via Businessware

7.6 milhões de smartphones Xperia vendidos, que pesam menos nas contas da Sony

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Os resultados financeiros da Sony mostram lucros mínimos em alguns dos seus departamentos importantes, mas também mostram um bom equilíbrio de forças para uma empresa do seu porte. Esse post fala mais sobre a linha de smartphones Xperia.

No quarto trimestre de 2015, foram vendidos 7.6 milhões de smartphones. Não houve crescimento de cota, tem uma venda de menos unidades, e é uma marca inferior ao que se esperava nas expectativas mais moderadas. Com esses números, é esperado que o ano fiscal da Sony termine com 25 milhões de dispositivos Xperia vendidos, o que representa uma redução de 7% em relação ao ano anterior (27 milhões de unidades), e as expectativas dos japoneses era superar a marca de 30 milhões de unidades vendidas.

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As vendas não correspondem ao que os produtos oferecem. É complicado até para quem está melhor posicionado na tabela, com exceção da Huawei, que é uma das poucas que obteve melhorias de um ano para cá. Em consequência, as vendas caíram 14.7% em comparação com o ano passado, e a Sony afirma que eles mesmos confirmaram isso, com a decisão de não seguir adiante com a escala nos smartphones pela rentabilidade, e que a utilidade da operação melhorou significativamente para o segmento. Ao menos a divisão Xperia deu lucro: US$ 201 milhões.

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O quarto trimestre fiscal da Sony não será tão bom. A previsão é de 3.5 milhões de unidades vendidas, números que foram alcançados em 2011. Mas a Sony não visa ser a líder de hardware como no passado, mas sim uma empresa mais sóbria, que aproveita melhor os negócios onde pode fazer a diferença. Está evidente que o PlayStation é o seu foco principal, de modo que os investimentos no PlayStation VR são altos.

2016 será como 2015, com quedas no maerketing e em pesquisa e desenvolvimento no segmento mobile. Não dá para apostar em uma venda na divisão móvel, mas parece complicado que eles vão seguir alimentando uma divisão que a Sony nunca conseguiu grande destaque, ficando muito longe de Apple, Samsung e dos fabricantes chineses.

Via Sony

 

Sony: PlayStation impulsiona os resultados financeiros, e smartphones não ajudam

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A Sony apresentou os seus resultados financeiros para o quarto trimestre de 2015, que mostra como a PlayStation goza de muito boa saúde (a ponto de se tornar uma empresa independente, a Sony Interactive Entertainment), ao mesmo tempo que a sua linha de smartphones não ajuda a oferecer resultados melhores para os japoneses.

O terceiro trimestre do ano fiscal da Sony resultou em US$ 21.5 bilhões em vendas, e US$ 1.69 bilhão em lucros. Eles fizeram uma análise de cada uma de suas divisões, o que ilustra o bom momento dos games e o momento não tão bom assim dos smartphones.

Um dos negócios de maior destaque na Sony é o setor de imagem, divisão encarregada de criar sensores para câmeras e smartphones. Porém, com o mercado de telefonia em momento instável, as contas da Sony também ficaram prejudicadas. Os lucros caíram por conta da queda de demanda dos outros fabricantes de smartphones.

 

Reestruturações e cortes que estão apresentando resultados

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A Sony afirma que seus lucros aumentaram pelos cortes e mudanças que eles efetuaram ao longo de suas divisões:

– Smartphones: as vendas caíram 14.7% em relação ao mesmo período de 2014, e a Sony confirma que a decisão de não seguir adiante com a escala nos telefones para a rentabilidade, visando a utilidade da operação, resultaram em cortes que tornaram a divisão rentável de novo (US$ 201 em lucros).
– Sensores móveis: uma queda significativa nas vendas (12.6%), com uma demanda menor dos fabricantes. As perdas foram de US$ 97, comparados com os US$ 445 milhões de lucros do trimestre anterior. Esse é um negócio que acaba se compensando bem ao longo do ano.
– Câmeras: queda de 5% em vendas (US$ 1.6 bilhão), mas os lucros cresceram em 20% (US$ 197 milhões). A Sony está satisfeita com o último catálogo lançado, que combina câmeras de foto e vídeo de forma mais inteligente e escalonada.
– Home Entertainment: queda nos lucros de 4.3%, mas com aumento nos lucros de 19.8% (US$ 260 milhões)..
– PlayStation: aumento de 10.5% nas vendas (US$ 4.9 bilhões), e comparando com o ano anterior, um aumento nos lucros de 45.5%. A amortização de componentes Vita que teve espaço no ano passado ajudou nos lucros, mas o grande responsável é mesmo o PlayStation 4 e suas fortes vendas.
– Filmes: a Sony Pictures teve um ótimo trimestre, com filmes como 007 Contra Spectre e Hotel Transilvânia 2. Foram US$ 2.18 bilhões em arrecadações de bilheteria, 26.9% a mais que no mesmo período do ano passado. Tanto a música como os filmes deram lucros (US$ 228 milhões e US$ 170 milhões respectivamente.

PlayStation ajuda a Sony nas finanças. Os smartphones, não

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A Sony registrou números muito bons nos seus lucros trimestrais, especialmente por conta do seu console PlayStation 4. A divisão de videogames da empresa aumentou suas vendas em 12.1% em relação ao ano passado, com a ajuda nas vendas do PS4, seus periféricos e software associado.

Em números, a Sony movimentou aproximadamente US$ 2.3 bilhões na sua divisão de videogames, com US$ 160 milhões de lucros (e isso, mesmo com a queda na distribuição do PS3). Recentemente, a Sony afirmou que o PS4 vendeu quase duas vezes mais que o Xbox One em boa parte da Europa, além de ter colocado pelo menos 22.3 milhões de consoles em todo o planeta.

A divisão de imagem da Sony também entregou bons números. Eles desenvolvem sensores para smartphones top de linha para grandes vendedores (Apple e Samsung) e não apenas para os seus dispositivos. O resultado disso foi um aumento de 35.1% nas vendas da divisão Sony Devices, e a divisão Sony Imaging (dedicada às câmeras) cresceu 5%, com a ajuda de modelos (não necessariamente baratos), como a RX100IV.

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Já a divisão de smartphones da Sony não dá alegrias aos japoneses. As vendas caíram em 16.3% em relação ao ano passado, e a empresa garante que em parte isso se deve a uma ‘decisão estratégica’ em que eles decidiram apostar mais pelos smartphones top de linha (algo que claramente não funciona por enquanto).

A Sony Pictures também registrou queda de 11.9%.

Com tudo isso, a Sony obteve lucros líquidos de US$ 665 milhões, quase o tripolo obtido no ano passado. Será que os próximos lançamentos da empresa (na IFA 2015, quem sabe) ajudam a recuperar a divisão móvel?

Veremos.

 

Microsoft anuncia fortes prejuízos trimestrais. E é culpa da Nokia

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A Microsoft anunciou prejuízos trimestrais de US$ 3.2 bilhões e uma queda nas vendas de 5.1%. Os números são motivados pela operação Nokia, a queda nas vendas do mercado de PCs e o fortalecimento do dólar diante das demais divisas.

São os piores resultados trimestrais da Microsoft em anos, mas eram esperados depois do anúncio prévio de Satya Nadella, onde foram assumidas perdas de US$ 7.6 bilhões em ativos relacionados com a aquisição da divisão móvel da Nokia, e US$ 750 milhões por cargos adicionais da reestruturação da divisão de dispositivos.

Também não são positivas as vendas de licenças do Windows, com queda de 22%, por conta da situação do mercado de PCs, a finalização das grandes migrações a partir do XP, e talvez pela espera de novos produtos com o Windows 10.

 

Nem tudo é tão ruim quanto parece

As vendas dos tablets Surface cresceram 117%, por conta do bom comportamento das vendas do Surface Pro 3 e do Surface 3. Também foi importante o crescimento da divisão Xbox, com um aumento de venda de consoles para 1.4 milhão de unidades entre o Xbox One  e o Xbox 360, e um aumento nas vendas de 64% na Xbox Live.

O pacote de escritório Office 365 também registrou um forte crescimento, com 3 milhões de novas assinaturas, para um total de 15.2 milhões de assinantes.

Outros setores que somam vendas para a Microsoft estão relacionados com a nuvem, com aumento de 88% e previsões anuais de US$ 8 bilhões, além da divisão de servidores, com aumento nas vendas de 4%.

Via Microsoft

Apple: 59% de aumento nas vendas dos iPhones, 9% nas vendas dos Macs

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A Apple revelou ontem os seus resultados financeiros correspondentes ao seu terceiro trimestre fiscal de 2015. Período esse muito esperado, pois era o primeiro onde as vendas do Apple Watch seriam computadas.

Mesmo sendo um trimestre mais fraco que os outros – pois antecede ao lançamento de novos produtos -, a Apple mais uma vez reportou recordes trimestrais, com vendas de US$ 49.605 bilhões, e lucros trimestrais de US$ 10.7 bilhões. Ou seja, 33% a mais do que o registrado no ano anterior (US$ 33.432 bilhões em vendas, e US$ 7.7 bilhões de lucros).

 

iPhones e Macs

O recorde desse trimestre na Apple se deu principalmente pelas vendas de iPhones, que arrecadaram US$ 31.368 bilhões, vindos de 47.5 milhões de unidades. Comparando com o mesmo trimestre do ano passado, foram vendidos 35.2 milhões de unidades, que renderam US$ 19.751 bilhões. O aumento nas vendas de unidades foi de 35%, e na arrecadação, de expressivos 59%.

Por outro lado, a venda dos Macs se manteve estável, e para o mercado de PCs é de se chamar atenção. Enquanto que todo o segmento caiu 12%, a Apple aumentou as vendas dos seus computadores em 9% em relação ao mesmo período do ano passado, ou US$ 6.030 bilhões para 4.7 milhões de unidades vendidas.

 

Apple Watch

Ainda que Tim Cook tivesse alertado que não informaria os números de vendas do Apple Watch, ele aparece pela primeira vez na categoria ‘outros’, ao lado do Apple TV, iPod, produtos Beats e acessórios. Cook informou que as vendas totais serão conhecidas em setembro, e só dá pistas que ‘as vendas superaram nossas expectativas, e proporcionalmente são maiores que as que tiveram as primeiras versões do iPhone e iPad’.

Alguns analistas estão prevendo que o Apple Watch obteve ingressos de aproximadamente US$ 1 bilhão, já que a categoria ‘outros’ teve um aumento de 49% em relação ao mesmo período do ano passado, e 56% em relação ao trimestre anterior. Certamente o relógio já reflete a sua participação, mas ainda é muito arriscado atribuir esse crescimento apenas em relação ao Apple Watch. Mas vamos esperar até setembro para confirmar ou desmentir as previsões.

 

iPad (segue em queda)

Mais uma importante que da nas vendas do iPad foi registrada, e sem sinais de recuperação. Comparando com os números do mesmo período no ano passado, a queda foi de 23% nos ingressos, e 18% a menos nas vendas, ou US$ 4.538 bilhões e 10.9 milhões de unidades durante o período.

Mesmo assim, a Apple garante que o seu tablet possui um índice de satisfação invejável de 97%. Mais de 50% das pessoas que querem comprar um tablet pensam no iPad como sua primeira opção, e de tablets do mercado de mais de US$ 200, a maioria é composta por iPads.

Agora, resta esperar o próximo ciclo de renovação, ver com o usuário se adapta às mudanças do iOS 9 e, obviamente, o muito especulado iPad Pro.

 

O crescimento na China continua

Durante anos, o mercado norte-americano foi o mais importante para os produtos da Apple, mas o que vimos nos resultados do trimestre anterior se repetiu nesse: o espetacular crescimento na China, mercado que adotou a marca ocidental como nunca antes foi visto.

A China reportava no trimestre anterior um aumento de 71%, mas nesse período a marca foi de incríveis 112%, com US$ 13.230 bilhões. Ainda é menos que os US$ 20.209 bilhões obtidos na América, mas com essa tendência, com certeza a China vai se transformar no mercado principal da Apple. E rápido.

Vale a pena mencionar que 64% das vendas trimestrais da empresa aconteceram fora dos Estados Unidos.

Apesar dos números recorde em um trimestre difícil, os analistas previam vendas do iPhone próximas aos US$ 21 bilhões, e as previsões para o próximo trimestre são muito conservadoras. Resultado: as ações da Apple caíram 7% depois do anúncio dos resultados financeiros.

Via Apple

Surface, Xbox e 10 milhões de Lumias confirmam a aposta da Microsoft no hardware

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Aos poucos, a Microsoft está conseguindo estabelecer sua estratégia no hardware. Começa a vender mais dispositivos Surface, e igualou a briga com a Sony no segmento de videogames.

No total, a Microsoft informa ingressos de US$ 26.5 bilhões, com ações avaliadas em US$ 0.71, quando as expectativas eram de US$ 26.3 bilhões, e US$ 0.71 por ação. Onde os grandes protagonistas foram os seus serviços na nuvem, o Lumia e o Surface.

A venda de equipamentos Lumia representou para a Microsoft vendas de US$ 2.3 bilhões, com 10.5 milhões de dispositivos vendidos em todo o planeta. Já o Office 365 nas versões personal e para o lar conta com um pouco mais de 9 milhões de assinantes, sendo que o maior crescimento aconteceu em relação ao terceiro trimestre de 2014, ganhando 30% nos últimos três meses do ano.

Por um lado, os ingressos na linha de Dispostivos e Consumo aumentaram em 8% no úlitmo trimestre de 2014, graças em partes ao Surface e ao Xbox. Não foram especificadas as unidades vendidas do surface, mas indicam um aumento de 24% nas vendas dos tablets em relação ao ano passado, graças em parte ao lançamento do Surface Pro 3.

A Microsoft também informa que eles venderam 6.6 milhões de unidades dos sistemas Xbox durante o Natal, mas sem especificar modelos. Apesar da queda de preço do Xbox One e a renovação dos catálogos de jogos serem fatores que ajudaram, é complicado saber com exatidão quantas dessas vendas foram do console da nova geração. A Sony, por sua parte, já informou que vendeu 4.1 milhões de unidades do PS4 durante o Natal.

O Bing aumentou 23% os seus ganhos com publicidade, com uma cota de mercado nos Estados Unidos que aumentou em 150 pontos, ficando com 19.7%. No setor de serviços empresariais, a nuvem rende bons ingressos para a Microsoft, com um aumento de 5% (ou US$ 13.3 bilhões), com a ajuda de serviços como Office 365, Azure e Dynamic CRM Online, que cresceram 114%, com ingressos de US$ 5.5 bilhões.

Já em nível global, as coisas mudam para a Microsoft. A empresa registrou perdas operacionais de US$ 243 milhões, que podem se justificar com o plano de reestruturação em massa e a integração da antiga equipe móvel da Nokia. Os ingressos com as licenças Windows seguem caindo (-13%) ano após ano com a queda de vendas dos desktops e a incorporação de licenças já instaladas em equipes menores, apesar dos resultados ficarem maquiados com o trabalho na nuvem do Bing e do Azure.

Em resumo: a Microsoft segue buscando esta fórmula que a faça crescer, apesar de ainda ficar muito longe das históricas vendas que a colocavam como a dominante em vendas. Pode ser que o Windows 10 seja a peça que falte no quebra cabeça, mas tudo indica que será uma peça bem pequena dentro dessa grande estratégia.

Via Microsoft

BlackBerry tem prejuízo de US$ 148 milhões no terceiro trimestre de 2014

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Os resultados financeiros da BlackBerry não foram tão desastrosos como os apresentados nos últimos dois trimestres, mas mostram claros sinais de recuperação, ainda mais para uma empresa que, no ano passado, era dada como morta. O terceiro trimestre fiscal de 2014 da empresa canadense mostram prejuízos líquidos de US$ 148 milhões.

Os ingressos caíram – mais uma vez – por conta da queda de unidades de smartphones vendidas. Foram US$ 793 milhões de dólares que entraram na empresa (a estimativa dos analistas era de US$ 931 milhões). No ano passado, os ingressos foram de US$ 1.19 bilhão. Nesse último trimestre, a BlackBerry vendeu 1.9 milhão de unidades dos seus smartphones, contra 2.1 milhões do mesmo período em 2013.

A empresa realizou esforços interessantes na parte de software (BBM e soluções empresariais) e de hardware, com modelos como o BlackBerry Passport e BlackBerry Classic, ambos orientados aos clientes empresariais. Veremos como essas iniciativas se refletem nos próximos resultados financeiros.

Via CBCNews

Microsoft: Surface Pro 3 e Office 365 ajudam no aumento da empresa

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A Microsoft tem novos e interessantes números que revelam a sua saúde financeira. Os resultados do primeiro trimestre fiscal de 2015 mostra como sua divisão de Dispositivos e Consumo cresceu 47% nos ingressos, com US$ 10.96 bilhões de lucros (com US$ 23.2 bilhões de ingressos), um aumento de 25% em relação ao mesmo trimestre do último ano fiscal.

Parte desse sucesso é creditado ao Surface Pro 3, que gerou ingressos de US$ 908 milhões, quase o dobro do que o arrecadado no trimestre anterior. O Office 365, conta hoje com mais de 7 milhões de assinantes, e é outra fonte importante de lucros. Já na divisão Xbox, foram vendidas 2.4 milhões de unidades dos videogames, mas não foram especificadas as quantidades vendidas entre os modelos (Xbox 360 e Xbox One).

O segmento de telefonia (que agora recebe o nome Microsoft Lumia) gerou US$ 2.6 bilhões, vendendo 9.3 milhões de unidades de smartphones e feature phones. É um pouco melhor do que a marca alcançada no mesmo período do ano passado (8.8 milhões de unidades).

Mas apesar das aparentes boas notícias, os lucros da Microsoft caíram para US$ 4.3 bilhões, contra US$ 5.2 bilhões de lucros no mesmo período do ano passado. A Microsoft afirma estar ciente dos resultados, e vão seguir trabalhando para desenvolver os segmentos de consumo e empresarial a longo prazo.

Via Microsoft

GoPro anuncia perdas milionárias

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A GoPro, popular fabricante de câmeras de ação, apresentou os seus primeiros resultados financeiros depois de sua entrada na Bolsa de Valores, e as notícias são péssimas. Mesmo aumentando seus ingressos de dinheiro em 38%, eles registraram um prejuízo de US$ 19.8 milhões, mais que o triplo do que o mesmo período do ano passado.

Resultado: suas ações despencaram 11%.

Os motivos para as perdas foram o aumento nos gastos em pesquisa e desenvolvimento, e a sua expansão internacional. Foram US$ 224 milhões arrecadados em vendas, mas que de nada adiantam, uma vez que a GoPro gasta muito mais do que vende.

O fundador da GoPro, Nick Woodman (na foto acima, comendo a câmera) garantiu que as perspectivas da empresa são muito boas, e que eles são capazes de equilibrar as contas. Apesar de tudo, a marca segue sendo uma das mais valiosas na fotografia digital, e seu canal de vídeos no YouTube possui mais de 2 milhões de assinantes. O valor das suas ações segue sendo o dobro do que aquele estabelecido na sua entrada na Bolsa a alguns meses.

Porém, a confiança não é algo eterno, e a GoPro tem algo a provar.

Via GoPro

Nem Mario Kart 8 salva, e a Nintendo perde 70 milhões de euros no último trimestre

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A Nintendo anunciou os seus resultados financeiros do segundo trimestre de 2014, e a conclusão que se chega é que nem Mario Kart 8 salva. As perdas foram de 9.9 bilhões de ienes (ou 70 milhões de euros no período.

Os motivos para essas perdas (alegadas pela própria Nintendo) foram os gastos de vendas, gastos gerais e administrativos. Em outras palavras: perdas operacionais. Para tentar se recuperar, a Nintendo segue apostando em jogos, pois eles acreditam que lançamentos como a nova saga Pokemon e Super Smash Bros devam ajudar no aumento das vendas.

Aliás, as vendas de consoles não foram tão mal assim: na América e Europa foram vendidas 510 mil unidades nos últimos três meses, bem mais do que as 160 mil unidades do mesmo período de 2013. Os ingressos aumentaram 8.8% em relação ao ano passado.

Sobre o Mario Kart 8, que alcançou 2.82 milhões de cópias vendidas, revelou apenas que, levando em conta o número de consoles vendidos, a maioria dos compradores do Wii U já possuem o jogo. Ou seja, a estratégia de apostar tudo no popular encanador não deu certo. Vamos esperar como a Nintendo vai se comportar nos próximos meses.

Via Engadget

O smartphone é o motor econômico de crescimento do Facebook

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O Facebook apresentou excelentes resultados financeiros relacionados ao segundo trimestre de 2014 (acima do esperado, na verdade). Também é possível observar informações muito interessantes sobre o uso da rede social, reforçando a ideia que o mundo mobile é o que realmente importa para eles.

Hoje, 399 milhões de usuários mensais acessam o Facebook exclusivamente a partir e dispositivos móveis. Eles são os MAUs (mobile-only monthy active users), que em 2013, eram 219 milhões no mesmo período do ano. Os MAUs já representam 30% da base de usuários do Facebook (total de 1.320 bilhão).

Logo, temos um tipo de usuário que acessa apenas dos dispositivos móveis. Mas também temos os convictos pelo acesso aos desktops (1.070 bilhão), que também cresceram (30% a mais que em 2013).

 

Facebook e seus anúncios na tela do smartphone

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O crescimento de usuários do Facebook acontece fora dos EUA, Canadá ou Europa. Na Ásia e em mercados emergentes, onde é mais fácil ter um smartphone na mão do que um notebook no colo, esse crescimento é mais acentuado. Então, o Facebook decidiu apostar no mundo mobile, se transformando em uma empresa dedicada ao segmento, e os frutos começam a chegar.

Aplicativos específicos para diferentes plataformas, investimentos na melhora do acesso… essas iniciativas são pensadas no objetivo maior: os anúncios na pequena tela. O Facebook tem 62% dos seus ganhos financeiros através de anúncios para dispositivos móveis (US$ 2.9 bilhões). É um valor 61% maior do que a obtida no mesmo trimestre de 2013.

Quando falamos dos lucros, eles dobram em relação ao mesmo período (US$ 791 milhões). São resultados realmente espetaculares.

 

40 minutos por dia

Mark Zucerberg avisa que o tempo dos usuários no Facebook é cada vez maior, com uma média de 40 minutos por dia entre os norte-americanos. No ano passado, esse tempo era de apenas 17 minutos. Vale lembrar que um usuário pode passar até 9 horas por dia se entretendo com mídias digitais (computadores, smartphones, televisores, etc). Ou seja, 40 minutos não parecem tanto tempo assim.

 

Próximo passo: ganhar dinheiro com o Messenger

O Facebook quer ganhar dinheiro com o aplicativo do Messenger, que teve mais de 200 milhões de downloads no primeiro trimestre de 2014. São 12 bilhões de mensagens enviadas por mês pela plataforma.

Não fica claro como eles podem ganhar dinheiro com o Messenger. Talvez com algum mecanismo pago de intercâmbio entre os usuários, ou a adição de publicidade, ou a venda de conteúdos relacionados ao aplicativo. Seja como for, tudo indica que esse objetivo será implementado a longo prazo.

Via Facebook

Intel divulga receita do segundo trimestre de US$ 13.8 Bilhões

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A Intel divulgou nessa semana a receita referente ao segundo trimestre de 2014, com ganhos de US$ 13.8 bilhões. O lucro operacional no período foi de US$ 3.8 bilhões e o lucro líquido foi de US$ 2.8 bilhões.

A empresa gerou US$ 5.5 bilhões com suas operações, pagando dividendos de US$ 1.1 bilhão. A Intel considera os resultados financeiros um reflexo de sua estratégia para ampliar o seu alcance em data centers e nos produtos que englobam a Internet das Coisas. O lançamento da família Bay Trail ampliou a atuação da empresa em novos segmentos, principalmente com dispositivos com a plataforma Chrome OS.

Via assessoria de imprensa (Intel Brasil)

Google: mais ingressos, mas lucros menores

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A Google apresentou o seu relatório financeiro trimestral, relativo aos meses entre abril e junho de 2014. Se por um lado, entrou mais dinheiro na empresa (US$ 15.955 bilhões, 22% a mais do que o mesmo período do ano passado), os lucros foram menores (US$ 3.422 bilhões).

Isso aconteceu por conta dos elevados gastos da Google durante o período. Os custos dos seus programas de pesquisa recentes ou o aumento dos gastos dos seus centros de dados são os “culpados” por tal aumento. Os custos operacionais aumentaram de US$ 4.450 bilhões do mesmo trimestre de 2013 para US$ 5.580 bilhões registrados no mesmo trimestre em 2014

O buscador segue sendo a maior fonte de arrecadação da empresa, mas serviços como o YouTube e a Google Play também se destacam com suas fortes movimentações financeiras. O serviço de compras Google Shopping Express também demonstra uma boa saúde nesse aspecto, tal como as vendas de Chromebooks.

Mas nem tudo são flores. A publicidade no formato mobile não está sendo algo tão rentável para a Google como é em outros formatos, com  uma resposta dos usuários inferior do que aquelas obtidas por outros meios.

A Google também informou que Nikesh Arora, até agora diretor de negócios da empresa, abandonou o posto depois de 10 anos de serviços prestados, para ser o novo vice-presidente da Softbank. No seu lugar (de forma temporária), assume Omid Kordestani, que atuava como chefe da equipe de vendas da Google.

Via Google

A árdua missão de Satya Nadella: Nokia perde 326 milhões de euros antes de sua fusão com a Microsoft

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Foram revelados os resultados fiscais do primeiro trimestre da finada Nokia, e os números mostram que a divisão de dispositivos e serviços foi entregue para a Microsoft com números negativos.

O atraso dessa fusão fez com que as expectativas de fluxo de caixa dos finlandeses não fosse alcançado, e isso resultou em um prejuízo de 326 milhões de euros no último trimestre para a divisão de dispositivos e serviços. Se o acordo fosse concluído antes, com a Microsoft pagando o valor combinado, o fluxo de caixa subiria para 10.5 bilhões de euros, com lucros líquidos de 7.1 bilhões de euros.

O futuro da divisão mobile revela ser algo preocupante: esse prejuízo de mais de 300 milhões de euros, postos em perspectiva, se refletem em uma redução de 30% nas vendas líquidas (ingressos de 1.929 bilhão de euros), algo que não surpreendeu os analistas, mas que passa a ser um desafio para a Microsoft a partir de agora.

Não foram revelados detalhes das unidades vendidas por segmento, mas a Nokia explicou que a desaceleração das vendas dos dispositivos de entrada – os feature phones – não pode ser compensada pelas vendas dos Smart Devices (smartphones das linhas Asha/Lumia). Mesmo assim, eles afirmam que o mercado de smarts se comportou de forma positiva no último trimestre.

A apresentação dos resultados financeiros também serviu para apresentar o novo CEO da Nokia (aqui, leia-se Nokia que seguirá operando como empresa em si), Rajeev Suri, que foi líder da divisão de comunicações, e que agora se transforma no pilar das futuras operações dos finlandeses.

Via Nokia (atenção: arquivo em PDF)

LG duplica seus lucros com as vendas de TVs, mas segue tendo prejuízo com os smartphones

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A LG tornou público os seus resultados financeiros do último trimestre de 2013 (compreendido entre os meses de outubro e dezembro), anunciando lucros operacionais que alcançam os US$ 220 milhões. Porém, esse faturamento veio da divisão de televisores, que dobrou os lucros da empresa nesse período.

Já a divisão mobile segue com um gasto excessivo no seu marketing, que se converteu em um prejuízo de US$ 40 milhões no mesmo período. Esta divisão compreende as vendas de smartphones e tablets.

A pior parte dessa notícia para a LG é que, ao que tudo indica, essa tendência não vai mudar, pelo menos por enquanto. A LG vai para a Mobile World Congress 2014 com artilharia pesada, sem falar nos lançamentos que devem ocorrer ao longo do ano nesse segmento.

A LG também anuncio que espera que as telas OLED se tornem as protagonistas de vendas ao longo do ano, substituindo de forma paulatina as telas em LED.

Via Reuters, LG (em PDF)

Amazon já vende mais e-books do que livros tradicionais

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A Amazon seguiu o caminho de outras grandes empresas do mundo da tecnologia, e fez as contas de como foram os seus lucros no último quadrimestre do ano. Porém, no caso deles, muito além dos seus números positivos, o que vale mesmo saber é que a empresa informa de modo oficial que desde o final de 2010 eles vendem mais e-books do que livros tradicionais.

A proporção é feita na conta de 115 títulos eletrônicos para cada 100 em papel impresso. E isso, sem contar os downloads gratuitos, e com as vendas restritas ao mercado norte-americano. Isso mostra o evidente sucesso dos e-readers junto ao público, tendência essa que deve continuar no futuro, conquistando os mercados internacionais.

Fonte