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YouTube pode se transformar em rede social com imagem própria

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YouTube Red Logo

As últimas atualizações que o YouTube recebeu esquentam os rumores sobre a sua transformação em rede social, com imagem própria.

A ideia tem sentido, princialmente quando olhamos para o sucesso do YouTube e sua base de usuários.

Ganha mais sentido ainda quando olhamos para o Google+, rede social que nunca fez frente ao Facebook.

Com isso em mente, não dá para descartar a possibilidade da Google levar o YouTube um passo adiante, adicionando pequenos detalhes aos poucos, até transformar o serviço em uma rede social.

Em todo caso, também é preciso ter em conta que tudo isso vai acontecer de forma gradual, sem mudar a essência do serviço.

 

É realmente possível o YouTube virar uma rede social?

Sim. Com certeza.

Nesse momento, o YouTube tem detalhes que são mais próprios de uma rede social do que de uma plataforma de vídeos por streaming.

A Google só teria que adicionar detalhes como o compartilhamento de imagens e posts, além de integrar opções para compartilhamento de conteúdo com outras redes sociais, e pronto.

Pode ser uma boa saída para satisfazer os anseios da Google em ter uma rede social a altura do Facebook. Na prática, para a maioria a mudança não traria problemas, pois ainda seria possível acessar apenas os vídeos, sem um grande envolvimento com o “lado social” da plataforma.

Via WCCFTech

Hello, rede social do criador do Orkut, chega ao Brasil

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O Hello, nova rede social criada por Orkut Buyukkokten, chegou ao Brasil nessa terça-feira (19). A previsão de lançamento do serviço era para o mês de agosto.

O Hello aposta na gamificação e construção de amizades reais para atrair usuários. A sua interface permite apenas fotos quadradas, que são exibidas no Folio, feed de notícias baseados nos interesses, além de pequenos textos. O usuário pode escolher até cinco pontos de interesses, e quanto maior o número de interações suas publicações gerarem, maior é possibilidade de ser um líder de persona.

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As personas são as comunidades que definem quem você realmente é. Você pode escolher até cinco entre as mais de 100 categorias disponíveis no aplicativo.

A gamificação está em todos os lados o Hello: você ganha moedas, presentes e outras recompensas opara os acessos diários, curtir publicações ou comentar usuários. Os níveis são conquistados de acordo com esse uso, e é possível comprar moedas por valores que variam entre R$ 3,19 (200 moedas) e R$ 159,99 (15 mil moedas).

O Hello está disponível para Android e iOS.

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Hello, a nova rede social do criador do Orkut

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Hello

O Hello é a nova rede social criada por Orkut Buyukkokten, engenheiro de software que criou o Orkut, popular rede social que encerrou suas atividades em 2014.

A principal diferença do Hello para seus concorrentes é o seu foco nas “amizades profundas”. Ou seja, a ideia aqui não é ter um milhão de amigos, mas sim aqueles amigos que consideramos especiais. O serviço tem diversos investidores, incluindo o Google, é claro.

Orkut afirma que o Hello é a primeira rede social baseada nas amizades e não em gostos, reforçando que nossas vidas são meros pedaços de anonimato e acontecimento, e queremos ter o conforto desejado na hora de ver esse conteúdo.

 

Por enquanto, só pára dispositivos móveis

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Por enquanto, o Hello funciona exclusivamente nos smartphones, e o serviço oferece feed de notícias baseado nos gostos pessoais, comunidades focadas em interesses e, a partir daí, você é apresentado a outras pessoas com esses mesmos interesses.

O Hello também aposta na gamificação para incentivar os usuários. Quanto mais você interagir com as publicações dos seus amigos na rede social, mais você pode ganhar pontos, desbloquear conquistas e resgatar recompensas. Tudo isso em uma interface muito minimalista.

A nova rede social está disponível para Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, e será lançada no Brasil a partir de agosto. Para solicitar um convite para ser um dos primeiros a participar do serviço, basta acessar esse link. Disponível nas versões para Android e iOS.

10 mitos sobre o Facebook

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A rede social mais popular do mundo também carrega alguns mitos que não são tão verossímeis ou consistentes. O Facebook tem histórias e peculiaridade que foram criadas pelo imaginário popular, mas que não correspondem à realidade dos fatos. E esse post tem como objetivo derrubar dez desses mitos tão disseminados.

 

As pessoas podem saber quem viu o seu perfil

Não há uma ferramenta ou forma de averiguar quem visitou os perfis de uma pessoa, assim como não há aplicativos ou sites que permitem verificar quem visualizou o seu perfil. Ou seja, se o seu ex está obcecado por você ou se você tem algum admirador secreto, ele vai ter que confessar isso para você, ou uma terceira pessoa terá que te contar.

Caso você encontre com algum aplicativo ou site que permita realizar o que foi descrito no parágrafo anterior, denuncie ao Facebook.

 

As mensagens com links procedentes dos meus amigos são sempre seguros

Você pode sim receber links estranhos supostamente enviados pelos seus amigos. Nesse caso, ignore os links (não clique neles DE JEITO NENHUM) e avise essa pessoa que ela pode ter sido vítima de algum tipo de ataque via malware.

O Facebook se transformou em uma grande plataforma para difusão de malwares, e extremar as precauções nesse sentido é algo necessário. Um antivírus não é uma má ideia, mesmo não sendo algo 100% efetivo. O ideal é ter no computador um software antimalwares para evitar infecções.

Também não confie em aplicativos de origem desconhecida, pois podem ser malwares.

 

O Facebook cobrará pelos seus serviços

Um rumor que aparece de tempos em tempos, mas que não tem nenhum fundamento, já que o Facebook nunca pensou em algo semelhante.

Esse rumor tem uma variante, onde uma conta pede dinheiro aos usuários para seguir usando o Facebook. Se você receber uma mensagem assim, ignore e denuncie a conta para o Facebook ou para a polícia, já que é um golpe passível de punição penal.

 

O Facebook se torna dono das minhas fotos, e vende para anunciantes

O Facebook NÃO vende suas fotos para anunciantes, assim como nenhum dos seus dados. Eles mesmos já negaram isso explicitamente muitas vezes.

As fotos enviadas para o Facebook é de propriedade intelectual do usuário, logo, não podem ser vendidas para ninguém. Porém, os Termos e Condições de Uso do Facebook deixam claro que enquanto esse material estiver publicado na rede social, assim como os dados do usuário, estes podem ser utilizados para enviar publicidade dirigida.

O botão “Curtir” que aparece em muitas páginas web podem terminar com a publicação de sua foto de perfil como pessoa que apoia essa página, de modo que aconselhamos que você escolha bem os sites que você vai curtir.

 

Copiar e colar avisos legais muda as coisas

Só que não. O Facebook tem termos de uso muito claros, e quando você abre sua conta na rede social, está aceitando tudo isso. Publicar avisos legais na sua linha do tempo não muda nada, e se você fizer isso, só está deixando isso em evidência para você mesmo.

Se você quer impor condições ao Facebook, você terá que negociar individualmente e diretamente com o Facebook, e se você quer ter o controle total sobre sua privacidade, o mais sensato é que você abandone a rede social, apagando o seu perfil.

 

Apagar a conta no Facebook é fácil

Pelo contrário. O Facebook tem uma seção inteira sobre desativar e apagar contas, mas quando um usuário solocita a remoção completa da conta, precisa esperar pelo menos duas semanas para ter seu pedido atendido. Para apagar qualquer atividade gerada, a tarefa pode durar meses.

Sem falar que o usuário tem que desconectar manualmente todos os serviços de sua conta, desinstalar aplicativos que utiliza na rede social a partir do seu computador, smartphone ou tablet, apagar todo o histórico e cookies de seu navegador web, para só depois seguir os passos recomendados para desativar a sua conta. Caso você volte a iniciar uma seção do Facebook antes de duas semanas, é preciso repetir todos os passos.

 

Se não uso o Facebook, ele não sabe nada sobre mim

Quando um usuário dá permissão ao Facebook para acessar os seus dados, a rede social vai acumulando dados de outras pessoas que possivelmente não estão registradas, obtendo números de telefone, endereços e até nomes, que podem ser armazenados na rede social.

Reunindo essas informações, o Facebook pode criar um “perfil sombra” sobre essa pessoa não registrada, a partir dos seus dados mais relevantes.

 

O Facebook vai criar um botão de “não curti”

Por enquanto, essa não é uma possibilidade, já que Mark Zuckerberg quer que o Facebook ofereça uma experiência positiva. No lugar disso, um aplicativo do “Curtir” recebe uma série de emojis que expressam diferentes emoções.

Ou seja, se você ver algum app ou página que permite utilizar um “não curti” no Facebook, não instale ou utilize, pois é quase certo que se trada de um malware.

 

O Facebook está saturado, e precisa eliminar contas inativas

Os números de usuários do Facebook são impressionantes, o que aumenta os rumores de que o mesmo está saturado, apagando contas inativas. Na verdade, a rede social não vai apagar sua conta inativa por longos períodos de tempo. Porém, houve um movimento por parte do Facebook que alimentou esse mito, ao anunciar que apagaria as curtidas de páginas empresariais procedentes de contas inativas.

Obviamente, alguns interpretaram isso da forma errada.

De fato, apagar as curtidas de certas páginas foi motivado pelo fato de algumas páginas serem alimentadas artificialmente com likes de contas falsas. Desse modo, o Facebook quer que as pessoas tenham uma impressão real sobre o impacto da página.

Se alguém pede que faça o download ou copie e cole algo para manter a sua conta antiga, não o faça, porque é quase certo que pode se tratar de algum tipo de ataque informático.

 

O Facebook pede provas de sua identidade

É sabido que o Facebook quer que as pessoas registradas na rede social utilizem o seu nome real. Porém, inicialmente, não será solicitado nenhuma prova, nem que apresente qualquer tipo de identificação legal.

Apenas em duas situaçãoes o Facebook pede que você se identifique:

1. Se alguém denunciou o seu perfil por ser falso, ou se está se passando por alguém. 

Se isso acontecer, o Facebook bloqueia o perfil e pedirá alguma prova de identificação do perfil denunciado. Ainda que o processo seja um pouco confuso, é possível iniciar uma seção na rede social, e este te pedir que prove a sua identidade. Ou você pode ser vítima de um engano.

2. Se tornou alguém famoso ou reconhecido

Talvez o Facebook peça provas de sua identificação para poder marcar a sua conta como verificada, e garantir que outra pessoa não se passe por você na rede social.

Pooductive, um aplicativo para quem gosta de conversar ‘fazendo o número 2’ no banheiro

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O Pooductive é focado em uma missão muito específica: facilitar a comunicação com outras pessoas que estão no banheiro, mais concretamente sentadas no vaso sanitário.

Depois de uma campanha de financiamento fracassada no Kickstarter, seus criadores decidiram lançar a versão para iOS do app, que nada mais é do que uma espécie de rede social exclusiva para quem está fazendo o número 2 no banheiro. O seu funcionamento é bem simples, e você só pode se comunicar por meio da interface de chat, enviando alguns sons associados à atividade realizada no vaso sanitário. Também é possível escolher se você quer conversar com pessoas por perto (5 Km de distância) ou longe (até 250 Km de distância).

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Ridículo, absurdo, escatológico… pode chamar do que você quiser. Ainda que os criadores do Pooductive afirmam que eles contam com uma visão mais elevada, e um dos objetivos principais do app é colaborar com diferentes organizações, para melhorar o estado e conscientizar sobre a falta de higiene por mais instalações sanitárias, e o mal estado da água de muitos países em desenvolvimento.

Via Pooductive

Twitter: uma máquina de perder dinheiro

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O Twitter conta hoje com 302 milhões de usuários ativos por mês, mas tem um grande problema: só perde dinheiro. Os últimos resultados trimestrais da empresa mostram um aumento dos ingressos de até US$ 436 milhões durante os três primeiros meses de 2015 (74% a mais do que o mesmo período em 2014), os lucros ficaram muito abaixo do esperado.

Mais um trimestre se passou, e o Twitter gasta mais do que ganha, gerando um prejuízo líquido de US$ 162. Não podemos dizer que isso é uma novidade: desde a sua entrada na Bolsa de Valores, o Twitter não deixou de registrar perdas: desde o final de 2013, a rede social do passarinho azul já perdeu US$ 1.25 bilhão.

O site Quartz publicou um gráfico muito revelador, comparando os lucros ou prejuízos líquidos do Twitter e do Facebook, desde que as duas empresas entraram na Bolsa. O Facebook também começou em leve queda, mas um ano depois, começou a apresentar lucros. No Twitter, por outro lado, a linha é descendente: eles seguem perdendo dinheiro, e isso acontece a seis trimestre (18 meses).

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Diante desses resultados, o Twitter modificou sua previsão para o segundo trimestre: no lugar dos US$ 540 milhões antecipados, a previsão foi rebaixada para US$ 485 milhões. Se isso te parece pouco, todos esses números vazaram antes do tempo, provocando uma queda ainda maior no preço das ações, que fechou o pregão com uma queda de 18%.

Um dia péssimo para o Twitter.

 

Objetivo: fazer dinheiro

Uma crítica comum feita ao Twitter é o estancamento do crescimento do número de usuários. O Twitter trabalha nisso, adicionando melhorias (como o Instant Timeline, por exemplo), resumos personalizados e outras funcionalidades. Porém, essa preocupação parece ter ficado em segundo plano para os investidores. A principal meta agora é traduzir os números de crescimento recentes (18% em relação ao primeiro trimestre de 2014).

Uma das preocupações é ver que o Twitter ainda não sabe trabalhar na publicidade par ao usuário. Por que o Facebook consegue vender tão bem a publicidade, e o Twitter ainda não? Ainda que as redes sejam distintas, parece que o Twitter está agarrado aos anúncios de pequenas e médias empresas.

Tudo isso acontece com o eterno rumor que ronda por meses: o suposto interesse do Google em fazer do Twitter algo que é seu. Ainda que isso soe como loucura nesse momento, o mundo da tecnologia já nos apresentou rumores bem malucos se materializarem (que o diga os usuários do Facebook e do WhatsApp).

O que está claro é que o Twitter precisa fazer alguma coisa, para evitar que a queda livre continue.

Facebook lança recurso onde usuário decide o que acontece com sua conta após a sua morte

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O Facebook anunciou que a partir de hoje (12) os seus usuários serão capazes de designar a um contato ao qual deseja deixar o seu legado, encarregando-se de manter a conta ativa após a sua morte.

De acordo com o The Wall Street Journal, as novas opções permitem a escolha daqueles que poderão gerenciar sua página, como se fosse um memorial, ou exatamente o contrário: apagar completamente o perfil, uma vez que o falecimento é comprovado.

Os usuários dos Estados Unidos serão os primeiros a utilizar essas opções a partir de, mas o recurso deve chegar ‘em breve’ para outros países. Além disso, o Facebook indica que aceirará como válidos os testamentos que indicam que uma pessoa tem o direito de exercer essa atividade, mesmo que não fique indicado de forma digital na plataforma (para abrir um pouco o leque de alternativas).

Seja como for, o Facebook informa que a pessoa encarregada de cuidar do seu legado virtual poderá ver suas fotos e mensagens públicas, mas nunca as mensagens privadas.

[Crédito da foto: Flickr/Alamy]

Via The Wall Street Journal

…e assim será a publicidade no Instagram

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O Instagram já havia avisado que, em breve, os seus usuários norte-americanos veriam publicidades entre as fotos exibidas em seu serviço, e uma primeira mostra de como essa publicidade vai funcionar foi apresentada.

A divisão do Facebook compartilhou não só a amostra dessa publicidade, mas também que a marca “Sponsored” (no canto superior direito) funcionará como um link para um texto, onde eles explicarão a forma como esses anúncios estão funcionando.

As imagens de promoção de produtos e serviços começarão a aparecer de forma limitada nas contas dos usuários dos Estados Unidos nas próximas semanas, mostrando nomes de empresas como Ben & Jerry’s, Lexus, Levi’s e PayPal.

Mais exemplos das publicidades no Instagram a seguir.

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Via Instagram, TechCrunch

Instagram vai começar a exibir publicidade para os usuários dos Estados Unidos

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Cedo ou tarde, todas as empresas precisam buscar uma maneira de ganhar dinheiro. E mesmo vivendo sob a tutela do Facebook, o Instagram não é uma exceção. Por isso, a rede social voltada para a publicação de fotos e vídeos anunciou que vai começar a veicular publicidade nas fotos apresentadas.

A integração do sistema de publicidade vai começar “em alguns meses” nos Estados Unidos, e eles antecipam que os anúncios comerciais “serão tão naturais para o Instagram como as fotos e vídeos apresentados hoje”. A empresa informa ainda que os usuários terão toda a liberdade de configurar a exibição dessa publicidade, que será muito similar ao que é apresentado hoje no Facebook, e lembra que cada pessoa segue sendo dona de suas fotos e vídeos.

Ainda que faça sentido o fato do Instagram utilizar a publicidade para monetizar o seu negócio, fica bem claro que esta é uma medida um tanto quanto delicada, uma vez que se isso for mal implementado ou se abusos forem cometidos, o serviço pode fatalmente perder usuários.

Por enquanto, não há nenhuma comunicação oficial sobre a inclusão de publicidade para os usuários brasileiros do Instagram. Pelo menos por enquanto, as mudanças só são válidas para os usuários dos Estados Unidos.

Via Instagram

Novo News Feed do Facebook: as histórias mais relevantes, mesmo que sejam mais antigas

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A grande maioria dos usuários do Facebook tem algum tipo de crítica contra o News Feed do Facebook, motivo pelo qual a rede social não deixa de inventar recursos para melhorá-la. A última das otimizações está relacionada com uma curiosa mudança no seu sistema de publicações, que vai permitir que as notícias mais relevantes (e também as mais velhas) apareçam na sua página.

Até agora, a publicação dos seus amigos ou das pessoas que você segue recebia uma indexação inicialmente determinada pela data e hora que ela foi publicada (quando mais próximo da hora atual, melhor), mas isso implicava que publicações relevantes (mas, de novo, mais antigas) desaparecessem completamente de sua timeline.

O novo sistema do News Feed dá mais peso para as publicações mais relevantes, sejam pela sua relação com a pessoa (através dos likes dados ou comentários), o tipo de conteúdo, ou alguma outra métrica, dando um menor peso à data e hora da publicação. O Facebook justifica a decisão informando que os testes internos desse novo sistema só resultaram em uma única queixa, e isso supondo que os funcionários da rede social são, supostamente, os usuários mais críticos em relação às mudanças.

O Facebook está se esforçando para mostrar que as mudanças serão benéficas para a maioria. Um dos responsáveis pelo News Feed, Lars Backstrom, escreveu no blog do serviço que cada usuário recebe uma média de 1.500 histórias por dia, e que o algoritmo deve mostrar pelo menos as 300 notícias mais relevantes, baseadas no número de interações que cada uma delas recebeu.

Obviamente, a variável de tempo está presente nesse novo algoritmo, mas como já afirmei antes, ela não estará mais nas primeiras posições. Agora, quanto maior o impacto que uma publicação tem junto aos usuários em um menor espaço de tempo, mais popular ela será no novo News Feed. Além disso, se o usuário interagiu muitas vezes com uma página, o algoritmo entende o que aquele usuário quer ler, e aquele tópico (ou página) acaba tendo suas chances de ser exibida na News Feed aumentadas.

Ainda não sabemos quais são as consequências práticas que essa mudança terá na experiência dos usuários de um modo geral. Mas, se de repente, você começar a ver um monte de publicações antigas em sua News Feed, você já sabe qual é o motivo.

Via Facebook

A audiência do Tumblr caiu desde o dia de sua compra pelo Yahoo! até agora

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O Tumblr foi adquirido pelo Yahoo! no último mês de maio. Um dos objetivo dessa transação era fazer com que a plataforma tivesse um maior volume de tráfego, porém, dados publicados pela Quantcast revelam que isso não aconteceu. Pelo contrário: o Tumblr perdeu um grande número de visitas desde que foi comprada pela gigante pioneira.

Então, perguntamos: o que realmente aconteceu?

Primeiro, é preciso lembrar que os dados da Quantcast não são oficiais (ou seja, não são números confirmados pela Yahoo! ou pelos administradores do Tumblr), mas podemos dizer que podem ser comprovados apenas pela análise dos números fornecidos pelo próprio Tumblr. No começo de 2013, eram 16 bilhões de acessos à rede social de blogs, e nesse último mês de julho, eles só receberam 4.7 bilhões de acessos.

Vale lembrar que, quando a negociação foi anunciada, muitas pessoas se manifestaram contrárias à compra, inclusive com alguns movimentos de petições online para que isso não acontecesse (tudo em vão, como vocês mesmos podem imaginar). Porém, já temos algumas teorias e explicações para essa queda de audiência, que não estariam relacionadas à multinacional hoje dirigida por Marissa Mayer.

Um dos principais culpados (segundo essas teorias) seria os aplicativos móveis do servi;o. Analistas explicam que o Tumbr não deu muita ênfase na propaganda do uso de seus aplicativos disponíveis para o iOS, Android e Windows Phone, e esse é considerado um grande erro, uma vez que é uma plataforma focada para o público jovem, que é quem mais utiliza os smartphones e tablets.

Uma coisa que podemos esperar para os próximos meses é do anúncio de alguma estratégia por parte da Yahoo! para financiar o desenvolvimento do Tumblr. Até porque se os criadores da rede de blogs venderam a plataforma, é porque eles mesmos não encontraram nenhum modelo de financiamento eficiente para manter o serviço gratuito. Se bem que, na teoria, basta o Yahoo! e suas estruturas técnicas e financeiras para manter o Tumblr em funcionamento.

Mesmo assim, é muito melhor quando encontramos um patrocinador/parceiro, não é mesmo?

Via Quantacast

Detalhes sobre o Facebook Home e o HTC Myst vazam na internet

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No dia 04 de abril, o Facebook vai apresentar o seu “novo lar no Android”, o que depois foi descoberto que eles estavam falando do Facebook Home, uma Launcher ou, talvez, uma variante completa do sistema operacional do Google, que funcionará de acordo com o desejo da rede social de Mark Zuckerberg. Seria algo parecido com aquilo que a Amazon fez com os seus tablets Kindle. E faltando poucos dias para o evento, detalhes sobre o Facebook Home e ligados ao HTC Myst, primeiro smartphone que contaria com esse novo sistema, vazam na internet.

O pessoal do site Android Police conseguiu acessar a versão para desenvolvedores desse sistema, onde estavam disponíveis os novos detalhes. A versão estava limitada para alguns funcionários do Facebook, e eles não conseguiram acessar detalhes mais profundos sobre o conteúdo do software. Porém, eles conseguiram detectar várias informações, incluindo as supostas especificações técnicas do HTC Myst. A saber:

  • Tela de 4.3 polegadas em HD (720p)
  • Processador Qualcomm Snapdragon MSM8960 dual-core
  • 1 GB de RAM
  • Câmera traseira de 5 megapixels
  • Câmera frontal de 1.6 MP
  • Sem slot para cartões microSD
  • Bluetooth 4.0
  • Wi-Fi a/b/g/n
  • Sistema operacional Android 4.1.2 Jelly Bean, com interface HTC Sense 4.5

As especificações revelam um smartphone de linha média, quase sem nenhum atrativo em termos de hardware em relação aos seus concorrentes. Porém, ele deve contar com um preço mais acessível, o que acaba chamando a atenção do grande público. É esperado que ele seja oferecido nos Estados Unidos pela operadora AT&T, que pode até oferecer o smartphone de graça, dependendo do plano de dados escolhido pelo usuário (seu preço desbloqueado é especulado em US$ 150).

Também vale a pena destacar a presença do Android 4.1.2, além d existência do HTC Sense. Nesse caso em especial, a nova launcher (Facebook Home) serviria especificamente para oferecer o acesso ao Facebook, e uma conta na rede seria imprescindível para acessar todas as suas funções. Tal como hoje é necessário uma conta no Google para usufruir dos benefícios da Google Play, ou uma conta da Amazon, para utilizar os tablets Kindle.

Através do Facebook Home, o usuário terá acesso ao Facebook Messenger integrado na nova interface. O Messenger funcionaria o tempo todo em segundo plano. Além disso, o sistema de notificações seria completamente remodelado. Alguns rumores mais audaciosos afirmam que esse é apenas o primeiro passo para que o Facebook lance a sua própria loja de aplicativos para dispositivos móveis. Porém, só vamos saber a verdade mesmo apenas em 04 de abril.

Fato é que: nos últimos vezes, todos nós vimos o quanto Mark Zuckerberg está investindo no mercado mobile. E tudo indica que na próxima quinta-feira ele vai mostrar os primeiros resultados desses esforços.

 

Via Android Police

[Rumor] Suposto aplicativo de música do Twitter incluirá integração com o Vevo

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Mesmo que pareça algo estranho para muita gente, são cada vez mais fortes os rumores sobre um possível aplicativo de música do Twitter, que oferecerá recomendações musicais, baseado nas músicas que você escuta, e nas canções favoritas das pessoas que você segue na rede social. Um novo rumor relacionado ao assunto indica que o aplicativo também vai permitir a visualização de videoclipes, através da integração com o serviço Vevo, enquanto que uma parceria com o SoundCloud permitirá ao internauta ouvir as músicas dentro do microblog.

Não existem maiores detalhes sobre o novo software, mas alguns afirmam que, inicialmente, ele estará disponível exclusivamente para o iOS, e que poderia aparecer na App Store a qualquer momento. Em todo o caso, o Twitter deseja ainda fechar parcerias com outras empresas além das mencionadas nesse post, para não precisar se limitar a catálogos específicos ou futuras opções inaceitáveis.

Na verdade, o Twitter tenta diversificar ainda mais a sua oferta de produtos e serviços. Começaram com o recurso de edição/publicação de fotos (que tirou o Instagram de seu feed). Depois, lançaram o Vine, que permite ao usuário a adição de pequenos vídeos no feed de notícias. Agora, um serviço de música. Isso tudo significa agregar valor ao serviço, buscando atrair novos usuários, e pensando na manutenção daqueles que já usam o Twitter regularmente. Até mesmo para que esses usem o Twitter por mais tempo.

Só espero que, se o aplicativo realmente existe, que ele não acabe arruinando a nossa experiência de uso no Twitter, com recomendações de músicas e artistas que não são do nosso gosto musical, e sim, das pessoas que nós seguimos.

 

Via All Things D

Nova timeline do Facebook é anunciada oficialmente

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Apesar do Google ter roubado um pouco a cena, modificando a interface do Google+ de ontem para hoje, todos queriam ver quais são as novidades reservadas para o seu Feed de Notícias. Pois bem, acabou a poucos instantes o evento realizado nos Estados Unidos para apresentar essa nova interface da rede social mais popular do mundo.

Mark Zuckerberg capitaneou o evento que apresentou o novo feed de notícias, que agora tem ênfase nos elementos visuais da página. A partir de agora, fotos e vídeos estão dispostos na tela em um tamanho maior, assim como os conteúdos compartilhados por seus amigos. Com isso, o Facebook pretende indiretamente incentivar o seu usuário a publicar cada vez mais vídeos e fotos na sua timeline, já que são esses os materiais mais compartilhados pelos usuários do serviço.

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Agora, o usuário pode separar os posts de seus contatos por tipos de conteúdo, como se fosse uma organização de conteúdo feita no computador. Ou seja, é possível uma organização por textos e links, fotos, música, vídeos e games. O objetivo aqui é que cada internauta deixe a sua timeline com a sua cara, mais organizada e limpa, ou mais intuitiva, de acordo com suas preferências de exibição.

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Outra mudança importante é que esse novo Feed de Notícias estará disponível para os usuários dos desktops, smartphones e tablets. A ideia é tornar a experiência do usuário a mais universal possível, permitindo o mesmo formato de navegação em diferentes dispositivos. O Facebook não esconde que eles querem que os usuários “passe mais tempo usando a rede social”, e unificar essa experiência nas múltiplas plataformas é parte primordial desse processo.

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Mark Zuckerberg afirmou durante o evento que a empresa quer oferecer “o melhor jornal personalizado do mundo, com fontes de informação de alta qualidade, novidades dos seus amigos e familiares e divisão de conteúdos entre tópicos, permitindo assim que o usuário fique focado naquilo que realmente importa. Na prática, vídeos e fotos contaram com mais espaço para visualização, há mais sobreposição de textos sobre as imagens, permitindo assim um uso mais inteligente da tela, as páginas curtidas contam agora com um espaço próprio no Feed de Notícias, com as notícias mais populares no momento aparecendo em destaque, e o Pinterest também passa a ganhar um destaque especial, com fotos maiores e mais espaçadas entre si.

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Não foram informadas as datas que os usuários terão acesso ao novo Feed de Notícias, mas como aconteceu em todas as atualizações do Facebook, ela deve ser ofertada aos seus usuários de forma gradativa, nas diferentes regiões do planeta.

 

Twitter vai encerrar o suporte do TweetDeck para Android, iOS e Air. Suporte para Facebook será encerrado

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Se você é fã do TweetDeck, comece a desapegar a partir de agora. O Twitter anunciou de forma oficial que vai encerrar o suporte e o desenvolvimento do aplicativo para múltiplas plataformas. Na verdade, quase todas. Ou melhor, todas, menos a versão web.

O suporte para o TweetDeck será encerrado para os desktops com Adobe Air, além das plataformas móveis Android e iOS. O motivo para tal decisão é que eles perceberam que a versão web está com um grande volume de adoção por parte dos usuários, e por isso, o desenvolvimento para o Adobe Air se faz desnecessário. Além disso, todas as versões citadas utilizam a API antiga do Twitter, que vai parar de funcionar em um futuro próximo (inclusive esse foi o motivo para a recente atualização do TweetBot e outros diversos aplicativos móveis com integração com o Twitter). Desse modo, eles acreditam que a versão web vai atender as necessidades mais básicas da maioria dos usuários.

Outro motivo para a decisão é “incentivar” (ou forçar) os usuários de dispositivos móveis a, de repente, utilizar o aplicativo oficial do Twitter. Mas como bem sabemos, existem outras opções no mundo dos dispositivos móveis. De quebra, além do fim do TweetDeck em quase todas as plataformas, também foi anunciado que o suporte para o Facebook será removido, algo que aconteceria mais cedo ou mais tarde.

 

Via The Next Web, TweetDeck

 

Instagram comemora a marca de 100 milhões de usuários ativos por mês

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Depois de tanta controvérsia causada pela mudança nas condições de serviço do Instagram, muitos usuários disseram que encerrariam sua conta e usariam outros serviços. Muito bem, tudo indica que a quantidade de gente que fez isso foi mínima. Em janeiro, a empresa (que agora é propriedade do Facebook/Mark Zuckerberg) afirmou ter mais de 90 milhões de usuários ativos por mês, e apenas um mês depois, eles comemoram a marca de mais de 100 milhões de fotógrafos ocasionais.

Com um crescimento de 10 milhões de usuários por mês, fica claro que o serviço é ainda muito popular, e pode crescer ainda mais. Em todo caso, vamos esperar que o êxito aconteça principalmente pelo fato das empresas se focarem mais nas vantagens a oferecer para o usuário, e não nos possíveis danos por causa de suas políticas.

De qualquer forma, tudo indica que muita gente se preocupou por nada, ou falou muito e não cumpriu. A grande verdade é que o Instagram não vai utilizar as nossas fotos dos pratos que comemos no shopping ou em grandes eventos, muito menos as fotos que tiramos dos nossos gatinhos. É claro que, se alguém entender que não é justo utilizar uma imagem para fins comerciais, basta sair do serviço. Por outro lado, quando você entrou no Instagram, você jamais pensou em ganhar dinheiro com isso, não é mesmo?

Facebook: 32% de ingressos, US$ 1.180 bilhão desde sua entrada na bolsa de valores

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Depois de todo o carnaval feito quando realizou a venda do seu primeiro lote de suas ações, chegou a hora da verdade para o Facebook. E tal como exige a lei norte-americana, a empresa anunciou os seus resultados financeiros do segundo trimestre do ano fiscal (e primeiro trimestre na bolsa de valores), com números que não chegam a decepcionar.

O Facebook anunciou que arrecadou US$ 1.180 bilhão, que representam um crescimento de 32%, se comparados com os números do mesmo período do ano passado, e até um pouco melhor do que o esperado pelos analistas. O problema é que eles também informaram um prejuízo de US$ 157 milhões, comparados ao lucro de US$ 240 milhões do ano passado (baseados nas regras de contabilidade GAAP).

Algo curioso: os números mudam radicalmente, se a análise não seguir os padrões GAAP. Acredite se quiser, refeitos os cálculos, o Facebook teve um lucro de US$ 295 milhões, comparados com os US$ 285 milhões do ano passado. Indicam ainda que 84% do dinheiro gerado vem da publicidade, com um total de US$ 992 milhões durante o último trimestre, ou um aumento de 28% em relação ao ano anterior.

O Facebook ainda informou que eles contam com aproximadamente 995 milhões de usuários ativos por mês do tipo MAU (Monthly Active Users), que são aproximadamente 29% maior do que os números registrados no ano passado. Entre esses usuários, 543 milhões são usuários de dispositivos móveis, que representam um aumento de 67%. O número de usuários ativos diários é de US$ 552 milhões, ou 32% maior que o ano passado.

Não são resultados ruins. Porém, alguns investidores não pensam da mesma forma, porque as ações do Facebook caíram 10% depois do anúncio de hoje.

Via investor.fb.com

Google I/O 2012: Jelly Bean, Nexus 7, Nexus Q, Google Glass e muito mais

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Acabou agora a pouco a coletiva inaugural do Google I/O 2012, o evento para desenvolvedores do Google. Muitas novidades, novos produtos, uma nova versão de um sistema operacional e até streaming do Google Glass rolou hoje (27/06) no Moscone Center. Abaixo, um resumo de todas as novidades apresentadas.

Como toda coletiva que se preze, o Google começou apresentando os seus números, que são simplesmente impressionantes. São nada menos que 400 milhões de dispositivos Android ativos desde o início do projeto do Android. Mas o que mais impressiona é o crescimento do número de aparelhos com o sistema do Google ativos nos últimos 12 meses. Em 2011, nessa mesma época do ano, eram apenas 100 milhões de dispositivos ativos.

E hoje, o Google anunciou a concretização de um sonho antigo: a marca de um milhão de dispositivos Android ativados por dia ao redor do planeta. Ou seja, se você ainda tinha alguma dúvida que o Android dominou o mundo, ela acabou hoje.

Outro detalhe interessante está diretamente ligado à Google Play, a loja virtual da empresa. O Google superou a marca de 600 mil aplicativos, e 20 bilhões de aplicativos instalados desde o início do Android. Isso mostra que a curva de crescimento do sistema é constante e consistente. Além disso, merece destaque o fato da loja ter uma maior variedade de produtos, como filmes, séries de TV (por episódios ou temporadas), revistas virtuais e até tablets! Mas vamos falar disso daqui a pouco.

Dito isso, o Android 4.1 Jelly Bean se tornou oficial. A nova versão vem com uma série de melhorias para tornar o Android ainda mais intuitivo, funcional, simples e acessível para os mais diferentes tipos de usuários. A primeira e talvez principal novidade está no Project Butter, que é uma iniciativa encarregada de promover uma melhoria nos tempos de comando e resposta no sistema. Com isso, o Jelly Bean é capaz de reproduzir gráficos a 60 FPS com facilidade, os comandos de toque na tela estão mais rápidos, com uma fluidez de sistema muito maior.

Outro destaque é o triple buffering, que foca os recursos do sistema para uma melhor performance multimídia. Isso se reflete de forma direta na reprodução de vídeos e jogos, além das propriedades gráficas do sistema, que estão devidamente otimizadas. Sua interface gráfica foi modificada, para permitir o redimensionamento inteligente dos widgets, que podem se adaptar ao espaço disponível na tela do dispositivo. Por exemplo, se você possui um espaço para quatro ou seis ícones livres, um widget de e-mail pode preencher automaticamente esse espaço, sem deslocar os demais ícones.

Também há um novo sistema de remoção de ícones e elementos da área de trabalho, e melhorias no álbum da câmera. Agora, com um simples movimento você pode remover uma foto indesejada, dispensando a necessidade de dar mais de um toque na tela. Mas o principal destaque do novo Jelly Bean está nos seus itens de acessibilidade, que honestamente, deixam o Siri no chinelo.

Para começar, o Google implantou um sistema de reconhecimento de voz offline (por enquanto, disponível apenas para o inglês), que permite que o usuário digite uma mensagem de texto ou até textos mais longos sem depender de nenhum tipo de conexão de rede. Ou seja, você pode ditar e-mails ou textos pré-formatados até mesmo com o smartphone no modo avião.

O teclado virtual também foi renovado, e conta agora com um sistema de previsibilidade de texto, no mais puro estilo Swiftkey (quem tem o aplicativo sabe do que estou falando #recomendo). O Google Search foi implementado, e agora, você pode fazer uma pergunta em voz alta, que o Search responde em voz alta, mostrando referências dos resultados, caso você queira saber mais detalhes.

O sistema de notificações também recebeu melhorias, com alertas que se expandem ou se escondem para facilitar o seu uso. Por exemplo, se recebemos uma mensagem multimídia, podemos pré-visualizar a imagem em anexo ou ver essa mesma imagem em tamanho completo, dentro da própria área de notificações.

Por fim, o Google Now, um recurso que basicamente te deixa atualizado sobre o que você quiser, em tempo real, com riqueza de informação e detalhes. Tráfego de uma determinada região, previsão do tempo, resultados esportivos, tráfego aéreo e outras informações que você necessita podem ser enviados automaticamente para o seu smartphone, atualizados constantemente.

O Jelly Bean chega oficialmente ao mercado no meio do mês de julho, e inicialmente estará disponível nos dispositivos Galaxy Nexus, Nexus S e Motorola Xoom, que receberão a atualização via OTA (Over The Air). Os desenvolvedores já podem acessar ao seu SDK a partir de hoje.

Outro grande destaque (que você que lê o TargetHD já sabia antes mesmo do evento começar) foi para o tablet do Google, o Nexus 7. Fabricado pela ASUS, o tablet de 7 polegadas possui uma tela IPS de 1280 x 800 píxels, processador NVIDIA Tegra 3 de quatro núcleos, com uma GPU de 12 núcleos de processamento. Ou seja, ele promete fazer miséria na hora de reproduzir filmes, vídeos e jogos.

O tablet ainda conta com câmera frontal, conectividade WiFi, Bluetooth, NFC, peso de 340 gramas e bateria com autonomia de até 9 horas de reprodução de vídeos em HD. Como não poderia ser diferente, o produto chega ao mercado com o sistema operacional Android 4.1 Jelly Bean, e muitos dos aplicativos mais básicos foram redesenhados, para melhor se adaptarem com a experiência de uso do Nexus 7.

Por exemplo, o Mapas agora permite armazenar de forma local os mapas selecionados, ou a possibilidade de ver o interior de alguns estabelecimentos. Outro aplicativo que foi modificado foi o YouTube, que conta com um novo formato para aproveitar ao máximo as sete polegadas de tela do Nexus 7.

O Google Nexus 7 já está disponível para reserva na Google Play, em versões de 8 e 16 GB de armazenamento. Por enquanto, apenas para alguns países selecionados, como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido;. Seu preço sugerido é de US$ 199, e as primeiras unidades começam a ser distribuídas na segunda quinzena do mês de julho.

Mas o Google ainda tinha uma carta escondida na manga: o Nexus Q, um player multimídia com recursos diferenciados, uma vez que ele vai reproduzir conteúdos por streaming a partir da nuvem, trabalhando lado a lado com o aplicativo Google Play Music. Com essa combinação, o usuário poderá criar listas de músicas com os nossos amigos via internet, utilizando qualquer dispositivo Android, e permitindo a reprodução no dispositivo.

No seu interior, ele conta com um processador OMAP 6640 (o mesmo processador presente no Galaxy Nexus), e conta com uma conectividade dual WiFi, Ethernet, NFC e Bluetooth. O produto já pode ser reservado no mercado norte-americano, com lançamento anunciado para a segunda metade do mês de julho. Preço sugerido de US$ 299.

Mudando de assunto… apesar de eu, você, e metade da torcida do Flamengo não utilizá-lo, o Google+ foi atualizado, com o objetivo de ser funcional para todo o tipo de tablets. Tudo indica que a rede social d o Google vai continuar se remodelando de forma profunda, justamente para alcançar um maior número de usuários, em diferentes dispositivos.

Uma série de mudanças foram anunciadas para que os conteúdos sejam melhor exibidos na tela dos tablets, mesmo aqueles que não são do sistema Android. Entre as principais novidades, temos um novo sistema de navegação, uma nova distribuição na orientação paisagem, e uma aparência diferente nos Hangouts, para se adaptar melhor às telas dos tablets.

Os usuários de tablets com Android já poderão atualizar o aplicativo do Google+ a partir de hoje. Já os usuários do Novo iPad vão ter que esperar um pouco mais (e o Google não revela quando). E para não dizer que o Google+ não é um sucesso, a empresa de Mountain View afirma que o serviço já conta com 250 milhões de usuários.

Além disso, eles apresentaram oficialmente a função “Events”, que promete ajudar a organizar as comunicações e lembretes com nosso contatos, integrando o recurso ao Calendário, além de oferecer o modo Festa, para associar diretamente ao contato a foto registrada.

Por fim, o Project Glass. Como de costume, o Google não estava muito disposto a dar detalhes concretos sobre suas especificações, se limitando a fazer uma demonstração com saltos de para-quedas, demonstração de bikes, descida de prédios e outras ações radicais. A empresa de Mountain View aproveitou o evento para contar que o óculos futurista conta com um potente processador e uma grande quantidade de memória RAM, além de acelerômetro, giroscópio e conexão sem fio.

Os comandos de voz são recebidos através de um microfone integrado, mas o óculos possui o seu próprio alto-falante e uma câmera, como bem sabemos. O dispositivo estava presente no cenário do Moscone Center em três versões (nas cores azul, branco e preto), e a unidade central está um pouco acima do nível dos olhos.

Os óculos multifuncionais estarão disponíveis na sua versão Explorer Edition durante o Google I/O, de forma exclusiva para os desenvolvedores norte-americanos, com um preço inicial de US$ 1.500. Sua data de envio ainda está por ser determinada, mas o próprio pessoal do Google informa que as primeiras unidades não devem ser enviadas antes do começo de 2013.

Facebook adquire a rede social de fotografia Lightbox

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Mark Zuckerberg continua na sua fase de compras. Se depois da compra do Instagram ficava alguma dúvida que o Facebook apostaria com muita força no universo da fotografia, essa recente compra do Lightbox eliminou todas as dúvidas pendentes.

Na verdade, o Facebook englobou os profissionais que trabalham no LightBox, uma vez que o site do serviço vai fechar a partir do dia 15 de junho. Os membros da equipe, Nilesh Patel e Thai Tran, são especialistas no desenvolvimento para Android e plataformas HTML5. Por isso, vão trabalhar no Facebook.

Se daqui a alguns meses o Facebook surpreender o mundo com um excelente software para registrar e compartilhar fotos no Android, já sabemos os nomes dos elementos que estão por trás do aplicativo. Um detalhe importante: eles anunciaram que uma parte do código escrito para o LightBox será compartilhado abertamente no repositório GitHub, mas as fotos e dados do usuário serão eliminados depois do meio de junho. Ou seja, se você tem fotos armazenadas lá e não quer perder, tem um mês para salvar tudo no seu computador.

Via The Next Web