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Vitrine funciona com realidade aumentada e modelos desnudos

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A loja online Lyst apresentou na London Fashion Week um aplicativo onde era possível provar o conteúdo do seu catálogo em diferentes modelos vivos posicionados atrás de uma vitrine. Detalhe: os modelos estavam completamente desnudos.

Não temos vídeos demonstrativos dessa tecnologia. Infelizmente…

Mas para realizar o teste ao vivo, bastava colocar o smartphone ou tablet diante dos modelos e iniciar o aplicativo. Assim, o usuário poderia escolher entre as peças do enorme catálogo da loja e colocar diante do modelo, sem se importar com o ângulo de visão.

Obviamente, estamos diante de uma ação de publicidade das mais agressivas, mas a Lyst acredita que vai ajudar nas vendas, uma vez que o cliente tem acesso a todo o seu catálogo, com visualização em 360 graus no lugar da clássica galeria de imagens.

Pelo menos não precisamos ir até a loja devolver os produtos, mas certamente algumas pessoas vão querer voltar na loja para testar essa nova tecnologia.

Via Mashable

Windows Holographic e realidade aumentada chegam ao Windows 10 em 2017

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Windows Holographic

Durante a Intel Developer Forum 2016, a Microsoft e a Intel anunciaram que o Windows Holographic, suporte para hologramas e realidade aumentada para o Windows 10, chegará em 2017.

O suporte estará disponível em modo comercial e para todos os usuários, e não por conta do futuro lançamento do HoloLens, mas sim por uma importante massificação ao incorporar-se de forma nativa no Windows 10.

 

Plataforma holográfica disponível em qualquer computador com Windows 10

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Terry Myerson, chefe da divisão do Windows na Microsoft, anunciou uma parceria com a Intel para que todos os computadores com Windows 10 equipados com chips Intel sejam compatíveis como o Windows Holographic.

Com isso, a experiência disponível no HoloLens estará ao alcance de qualquer pessoa. A interface desenvolvida para interagir com hologramas chegará ao Windows 10 com a ajuda dos capacetes com tela que permitem a interação com os aplicativos holográficos em 3D e 2D, além dos programas com suporte para essa plataforma.

Ou seja, qualquer computador com chips Intel e Windows 10 receberá a realidade aumentada, a realidade mista e a interação com hologramas. Isso vale para desktops e notebooks, mas não foram mencionados requisitos mínimos de hardware. Só mencionam “todos os PCs”.

Espero que isso aconteça realmente da forma como eles afirmam. Todos nós presenciamos o que aconteceu com a compatibilidade dos dispositivos Lumia com o Windows 10 Mobile.

Via Engadget

Solucione o Cubo de Rubik com menos de 20 movimentos, com a ajuda da realidade aumentada

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O Mistr Kostly é um software de realidade aumentada, que além de “entender” como funciona o Cubo de Rubik para solucioná-lo, oferece ao usuário a opção de solução através da realidade aumentada.

Marin Španěl é o desenvolvedor do projeto, e seu sistema é capaz de detectar duas ou três faces do cubo graças a aplicação de mecanismos de inteligência artificial e da biblioteca OpenCV para o processamento de imagem. A partir daí, a realidade aumentada se sobrepõe às instruções de giro, indicando ao usuário quais são os movimentos que devem ser realizados para resolver o cubo.

De acordo com o programador que desenvolveu o projeto como item final de carreira, se o usuário sai do padrão marcado pelo programa, ele deve reiniciar o processo. O aplicativo, desenvolvido para o sistema Android, ainda não foi publicado, e segue em desenvolvimento para resolver o cubo de forma ainda mais rápida, e de forma utilizável em outros tipos de cubos.

Ou seja, da próxima vez que você pensar em resolver o Cubo de Rubik com maior rapidez e eficiência, muito provavelmente você poderá utilizar as instruções que aparecem na sua tela, sem precisar quebrar muito a cabeça com um simples cubo mágico. Gaste energia pensando em outras coisas.

 

Via Motherboard

Esta é a realidade aumentada que não queremos

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O vídeo ‘Hyper-Reality’ é curto e objetivo: mostra um futuro não muito distante, onde a realidade aumentada faz parte do nosso dia a dia. Porém, no lugar de facilitar a nossa vida, ela faz exatamente o contrário.

Desde o bombardeio constante de conteúdos e publicidade até os ciberataques à nossa conta bancária para roubar nossos dados, todo o vídeo recria com riqueza de detalhes algo que já nos anteciparam séries de TV como Futurama (Fox/Comedy Central), e ainda que pareça exagero, ao mesmo tempo tem um toque de realidade que mostra como isso pode mesmo acontecer dentro de alguns anos.

É evidente que a realidade virtual está na moda, com vários investimentos e iniciativas dos principais fabricantes de tecnologia. Mas a realidade aumentada é algo que também se coloca em evidência, principalmente nos setores da publicidade de produtos e serviços.

De fato, com o desejo desenfreado de se promover um produto ou serviço, combinado com o consumismo do usuário (que não deve diminuir também por conta das tecnologias que estão chegando), podemos ter um futuro onde será simplesmente insuportável sair de casa, mediante tanta informação que será jogada na nossa cara.

Não é um futuro que anima. Sinceramente.

Vídeo a seguir.

O HoloLens está na Estação Espacial Internacional

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Project Sidekick in Action

O Project Sidekick está em ação na Estação Espacial Internacional, com a ajuda do HoloLens da Microsoft. O dispositivo tem dois objetivos ao estar no espaço: servir como elemento central para as chamadas VoIP via Skype, e atuar como ferramenta de visualização de manuais e modos de uso sobre objetos específicos mediante realidade aumentada.

No vídeo do final desse post, é preciso dar uma primeira olhada nos aspectos mais importantes desse projeto, entre os quias se encontram o uso real das HoloLens e também os testes que o dispositivo teve que passar antes de chegar na Estação Espacial Internacional. Um dos testes mais importantes foi o do seu uso em gravidade zero, vital para garantir que o dispositivo poderia ser utilizado em um ambiente nessas condições, sem maiores problemas.

Vídeo a seguir.

 

Via Neowin

Como fica o menu do Windows 10 com o HoloLens

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O menu clássico do Windows não pode faltar, e ele aparece novamente. Dessa vez, em uma interface especial: a do HoloLens, onde alguns elementos se conservam, mas exibidos de forma diferente.

Um vídeo vazado de um aplicativo chamado Actiongram, podemos ver o menu Iniciar em formato ‘holográfico’, em realidade aumentada, sobre um cenário real. É possível ver as ‘live tiles’ e o acesso às principais configurações, incluindo o Cortana.

Temos a mesma estrutura que mostra a lista de aplicativos instalados, e sua navegação se realiza com os movimentos das mãos no ar, se validando com um simples movimento do dedo como se fosse um clique.

 

O sistema reconhece as mãos do usuário no espaço, e há inclusive um ponto branco que marca o lugar onde estamos apontando. O Actiongram será apresentado oficialmente no dia 29 de fevereiro, e conta com modelos 3D de uma lista, transformando-os em elementos 3D desenhados (hologramas) sobre o cenário real. Podemos interagir com os objetos.

Também especula-se que a Microsoft pode estar preparando um acessório para ajudar na interação com o HoloLens, que depende de gestos e voz para reconhecer a interação, e isso pode ser cansativo de ser feito todos os dias. Por isso, um dispositivo com botões como o da foto abaixo pode ser a solução.

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A Microsoft não quer que aconteça com a HoloLens o mesmo que aconteceu com o Kinect. Vão medir bem os passos antes de lançá-lo ao mercado, e só o fazer quando tiver muito conteúdo útil para ele. E os primeiros ensaios (como em eventos como o Super Bowl) são muito promissores.

Google quer comercializar um Nexus VR em 2016

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O Nexus VR seria um dispositivo de realidade virtual que a Google estaria trabalhando. Sua comercialização iniciaria ainda em 2016, e seria uma continuação do Google Cardboard, mas com muito mais potencial, carcaça de policarbonato e melhores sensores e lentes.

O Nexus VR não seria totalmente dependente do smartphone conectado, ainda que “a maior parte de sua potência de processamento viria do smartphone”. Não sabemos, mas é certo dizer que a Google segue trabalhando no campo da realidade virtual/aumentada, tanto que criou uma divisão dedicada ao assunto, com Clay Bavor (responsável pelo Google Cardboard) no comando.

Também está em curso o Project Tango, um desenvolvimento de smartphone e tablet 3D que ficam a cargo do Grupo de Projetos e Tecnologias Avançadas (ATAP) da Google, que equipado com sensores 3D permitem criar em tempo real os modelos tridimensionais do espaço que os rodeia.

E, obviamente, tem o desenvolvimento do Google Glass 2, que muda de estratégia depois do fiasco do modelo original.

O Nexus VR estrearia o especulado Android VR, plataforma de realidade virtual sobre a base do sistema operacional Android, que facilitaria a programação de aplicativos pela sua base de desenvolvedores.

A próxima edição do Google I/O que acontece em maio seria o momento perfeito para o anúncio oficial do Nexus VR.

Via Financial Times

Microsoft HoloLens será sem fio, e contará com 5h30 horas de autonomia

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O Microsoft HoloLens é um dos projetos de realidade aumentada mais atraentes do momento. Ele chegará ao mercado no terceiro trimestre de 2016 em sua versão para desenvolvedores, com preço de venda de US$ 3.000. Não há data de disponibilidade para a versão comercial de consumo e empresas, e nem preço definido.

Pouco sabemos do produto além de espetaculares demonstrações e escaços detalhes técnicos. Mas nesse fim de semana, técnicos da Microsoft compartilharam mais informações em um evento realizado em Tel Aviv (Israel). A mais importante informação é que o Microsoft HoloLens será totalmente sem fio, podendo se conectar a “qualquer coisa” via WiFi e Bluetooth, inclusive em casas separadas, desde que o alcance permita.

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Também sabemos que sua autonomia de bateria será de 5h30 em uso básico, ou 2h30 em uso intensivo. Também está confirmado que qualquer um dos “aplicativos universais” da Microsoft ou de terceiros serão suportados nativamente no HoloLens.

O campo de visão do HoloLens será equivalente a uma tela de 15 polegadas a 60 centímetros de distância. Um campo limitado por enquanto para reduzir custos e aumentar a sua autonomia, mas é preciso ter em conta que ainda é a edição de desenvolvimento do produto, uma prévia da versão 2.0, que será a comercial.

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Kit de desenvolvedores do HoloLens tem preço e data de lançamento

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O Microsoft HoloLens, dispositivo de realidade aumentada, deu o ar de sua graça no evento realizado hoje (06) em Nova York (EUA), com uma interessante demonstração de um jogo desenvolvido especificamente para o dispositivo.

O game Project X-Ray gerou grandes expectativas pelos presentes, por conta do seu bom planejamento e visualização precisa e cheia de detalhes. Fica bem claro que a aposta da Microsoft com o HoloLens é muito ambiciosa, e queremos ver os que os grandes desenvolvedores podem fazer com o produto. Sem falar no grande potencial para o setor profissional, tanto nos setores formativos como os de pesquisa.

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A versão para desenvolvedores do HoloLens estará disponível a partir do primeiro trimestre de 2016, e seu preço sugerido é de US$ 3 mil. Vale lembrar que esse é um dispositivo totalmente independente e na sua fase inicial de desenvolvimento, o que explica o elevado preço. É de se imaginar que a versão para o consumidor final terá um preço mais comedido.

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HoloLens: o futuro do Windows é holográfico e espetacular

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A Microsoft apresentou na BUILD 15 mais novidades sobre o Project HoloLens, o sistema que combina realidade virtual e aumentada que deixou todos embasbacados na sua primeira aparição. De janeiro até agora, o sistema evoluiu a ponto de se relacionar de forma direta com o Windows 10.

A Microsoft mostrou que o HoloLens pode ser útil em várias instâncias, como por exemplo em residências, escolas e escritórios. A empresa parece levar a sério o universo de ‘aplicativos universais’, já que o código será aproveitado pelos mais diversos segmentos.

 

Decorando sua casa com o Windows 10

A Microsoft não se contentou com o software próprio. Agora, o HoloLens pode executar o Windows 10 e seus aplicativos, apresentando uma nova forma de interagir e mostrar os elementos do sistema. O site The Verge publicou um vídeo que mostra tudo em funcionamento.

O sistema projeta janelas no meio dos elementos reais ao nosso redor, abrindo um aplicativo que pode – por exemplo – reproduzir vídeos suspensos enquanto estamos sentados no sofá da sala, ou uma conversa via Skype em outro canto da casa.

Mas a ideia não se limita a criar janelas planas no meio da sala. O HoloLens pode criar objetos vivos em 3D, que podemos rodear e interagir a partir de diferentes pontos desse objeto. E essa é a real essência do Project HoloLens.

Essas janelas e objetos podem mudar de tamanho e de destado. Também é possível fazer com que esses objetos sigam o usuário ao longo da casa, com um simples comando de voz. Algo como ‘follow me’. Além de mascotes virtuais e elementos do Windows, a Microsoft entende que o projeto deve ter uma orientação empresarial, atuando como ferramenta de produtividade.

Algumas empresas já se comprometeram a trabalhar com o HoloLens: Cleveland Clinic, Unity, Case Western Reserve University, Trimble, JPL, NASA, AudioKinetic, AutoDesk, Legendary Pictures, The Walt Disney Company, Dassault Systèmes e Sketchfab. Nas escolas, podemos por exemplo considerar uma sala de aula onde alunos e professor podem ver como um corpo humano se desmonta em partes, e sem necessitar que todos estejam na mesma sala de aula.

Na apresentação da BUILD 15, a Microsoft levou centenas de protótipos aos desenvolvedores, para que eles conheçam a experiência de primeira mão, e se sintam tentados a começar a programar para o sistema.

Sem cabos

A Microsoft reforça que todo o sistema do HoloLens dispensa o uso de cabos ou periféricos externos (câmeras, controles ou elementos de controle e sinalização) para funcionar. A conexão com computadores ou dispositivos móveis que se comunicam com o capacete é feita de forma sem fio. Vale lembrar que o capacete tem a sua própria unidade de processamento, sendo capaz de executar os aplicativos Windows sem a ajuda de outros dispositivos.

Patente da Nike permite personalização de tênis via realidade aumentada

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A Nike possui um serviço de personalização de tênis, o NIKEiD, onde os compradores podem customizar os designs dos produtos antes de comprá-los. No futuro, esse sistema pode dar um passo além. A empresa registrou uma patente de um novo sistema que faz uso de óculos de realidade aumentada para modificar o aspecto visual de um tênis.

A ideia lembra de certo modo o projeto HoloLens da Microsoft, mas a patente da Nike cita um ‘dispositivo de interação’, que pode ser um ponteiro ou caneta, onde os designers poderiam desenhar e editar o projeto do calçado sobre o tênis virtual.

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O usuário veria nos óculos uma interface similar ao dos programas de desenho ou edição fotográfica, e poderia adicionar objetos e formatos ao design final, que seria visto o tempo todo. Não fica claro se o sistema estaria disponíveis para os clientes, ou se é exclusiva para os desenvolvedores da Nike, mas não é provável que eles fabriquem óculos de realidade aumentada para esse fim. Talvez eles fecham parcerias com algum fabricante para implementar a solução de forma prática no futuro.

Via Quartz

Project HoloLens: o futuro da computação pessoal, segundo a Microsoft

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Talvez a grande surpresa do evento realizado hoje (21) pela Microsoft seja o Windows Holographic. Em fase de desenvolvimento, eles mostraram um esboço de como a empresa vê o futuro do computador pessoal.

O Holographic baseia a experiência em um computador chamado HoloLens, que nada mais é do que um óculos de realidade aumentada, que sobrepõem a holografia ao redor do usuário para realizar a interação com os conteúdos apresentados.

Infelizmente a demonstração realizada ainda está muito distante do vídeo de apresentação do produto. Mesmo assim, não deixa de ser um conceito que chama e muito a atenção para um futuro a médio prazo.

O HoloLens integra um computador completo dentro de um óculos de realidade aumentada, com CPU, GPU, sensores e tela HD, além de uma câmera similar ao Kinect para identificar o que está ao nosso redor, os gestos realizados com as mãos e os comandos de voz. Tudo sem fio, e com funcionamento autônomo, o que chama ainda mais a atenção para o conceito.

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Ainda que falte muito para ver como será a sua versão final, as demonstrações foram positivas A Microsoft afirma que o Holographic chegará pelas mãos do Windows 10, e já existe um programa para testes, aplicativos e formas de interação com os elementos ao redor: o HoloStudio.

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GhostDash permite a competição na vida real contra você mesmo

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O GhostDash é uma proposta que busca financiamento para levar um HUD diferente para o seu carro. Aqui, não só é levado em conta o valor da informação durante a nossa condução no veículo, mas também temos um elemento de competição contra os nossos próprios resultados, através dos jogos de corrida mais populares.

Com as devidas precauções de dispor um entorno competitivo em uma via pública, o sistema do GhostDash não quer apenas adicionar um componente de competição, mas também inserir outras possibilidades mais didáticas, como ‘perseguir’ um carro fantasma que nos indica a velocidade correta ou o caminho até um destino pré determinado, ou até mesmo atuar como instrutor de auto-escola.

A implementação por enquanto é bem intrusiva, onde um projetor envia as imagens em uma tela transparente (98%) de 15 polegadas que o condutor possui diante dele, atrás do volante. A informação da interface é gerenciada por um tablet Surface, que está incluso em um pacote com o projetor, GPS, tela e software. O pacote custa US$ 4 mil. O mesmo pacote sem GPS pode custar US$ 2 mil.

Se alcançar a sua meta de financiamento, as primeiras unidades do GhostDash chegarão ao mercado em maio de 2015.

 

Via GhostDash

Vortex VR VRTX é um óculos de realidade virtual baseado no LG G3

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A Vortex apresenta o óculos de realidade virtual Vortex VR VRTX, que faz uso do LG G3 para ser a base para o sistema de captação e reprodução de imagens. O modelo usa o mesmo conceito que a Samsung quer adotar no futuro Gear VR.

Como vocês bem podem ver nas imagens, temos um LG G3 integrado ao óculos, aproveitando a tela de 5.5 polegadas – nesse caso, dividida em duas partes -, que envia imagens diferentes para cada olho. Os desenvolvedores afirmam que o fato de contar com uma tela Quad HD é uma vantagem na hora de dividir as imagens.

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Além disso, o case do óculos é fabricado com uma impressora 3D (da 3D Systems, os mesmos que trabalham com a Google no Project Ara), e o software que gerencia seus recursos foi desenvolvido pela GameFace Labs, que também desenvolveu a sua alternativa ao Oculus Rift.

O Vortex VR VRTX é (por enquanto) destinado aos desenvolvedores, com um preço sugerido de US$ 99.

 

Via Vortex VR

Este protótipo de realidade aumentada torna tátil qualquer superfície

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A Metaia AR é uma das empresas que mais leva a sério as pesquisas de realidade aumentada. Seu último invento é um sistema muito engenhoso, que permite a adição de suporte tátil em literalmente qualquer objeto, indo de uma revista até uma mesa, um carro ou brinquedo.

O segredo do sistema está em duas câmeras, onde uma delas é térmica, captando as diferenças de temperatura, e registrando com precisão o rastro de calor que deixam os nossos dedos ao tocar uma superfície.

Eles criaram um protótipo de testes a partir de um tablet unido à câmera térmica, trabalhando com o software desenvolvido por eles. É claro que o sistema ainda tem os seus inconvenientes, como a necessidade de manter o dedo alguns segundos sobre a superfície para deixar uma marca térmica legível, o que não deixa a interface fluída.

Também existem problemas no uso em ambientes com temperaturas muito baixas, ou muito parecidas com a do corpo humano. Se eles superarem esses problemas, o sistema pode ser uma ideia interessante e de fácil implementação nos dispositivos portáteis.

 

Via Metaio AR

Conheça o Sony Project Morpheus, o dispositivo de realidade virtual para o PlayStation 4

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Realidade virtual para o PlayStation 4. Esse é o propósito do Project Morpheus, que foi apresentado ontem (18) durante a Game Developers Conference.

Por enquanto, o projeto ainda é um protótipo, mas mostra a base do que será uma nova plataforma – indo além de ser um periférico -, mostrando ao mundo do que a Sony é capaz. O sistema é composto por dois elementos: a tela de cinco polegadas – ou os óculos -, e os sensores de movimento, similar à tecnologia presente no Move (giroscópios, acelerômetros, etc). Em outras palavras, é o “Oculus Rift” da Sony.

O Project Morpheus oferece uma imagem em resolução Full HD (960 x 1080 pixels para cada olho) em um campo de visão de 90 graus, além de som 3D envolvente. Por enquanto o sistema ainda exige conexões USB e HDMI, utilizando um cabo com aproximadamente cinco metros de comprimento. O sistema está em desenvolvimento há três anos, e durante o evento de ontem, a Sony executou uma demonstração do jogo God of War na perspectiva de primeira pessoa.

Esse é o primeiro protótipo do Project Morpheus

Esse é o primeiro protótipo do Project Morpheus

Inicialmente idealizado para ser compatível com o PS4, sua câmera, o  DualShock e o Move – e não descarte a possibilidade dele ser compatível com computadores, o Project Morpheus não tem previsão de preço, data de lançamento ou especificações técnicas reveladas. O mais importante do assunto é que alguns dos principais desenvolvedores de games já estão trabalhando com ele, como por exemplo Epic Games, Crytek, Autodesk, Unity, entre outros.

Via SonyPlayStation Blog

A estrela do próximo iOS (8, talvez) será o Apple Mapas

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Sim. iOS 8 (talvez, quem sabe). Sabemos que a Apple acabou de lançar o iOS 7.1, mas o pessoal do site 9to5Mac obteve acesso à fontes próximas da empresa, e tudo indica que a versão 8.0 do sistema operacional para iPhone, iPod e iPad já está a caminho. Mais: terá foco a um dos aspectos mais criticados pelos usuários: os mapas.

Em 2012, a Apple decidiu remover o suporte do Google Mapas em seu aplicativo de mapas para o iOS 6, oferecendo a partir daí a sua solução de software. O resultado foi um aplicativo cheio de erros e imprecisões cartográficas, que foi duramente criticado pelos usuários. O mico custou o emprego do até então o responsável pelos mapas da empresa, Scott Forsall.

Depois desse fracasso, a Apple se desculpou publicamente, e desde então, trabalha muito duro para tentar devolver aos seus mapas o mesmo brilho da era Google Maps. O estilo dos mapas se adaptou ao iOS 7, mas as mudanças que estão chegando prometem ser ainda mais radicais.

A primeira mudança é mais do que necessária: enriquecer a base de dados dos aplicativos, para que seja mais completa e confiável. A Apple confirmou que várias empresas vinculadas ao assunto entraram como parceiras da empresa para resolver essa questão, entre elas BroadMap, Embark e HopStop.

A segunda grande mudança será a incorporação de rotas de tráfego nas ruas, e informações precisas sobre os serviços de transporte público. Segundo as fontes do 9to5Mac, o novo aplicativo de mapas vai permitir ao usuário um deslocamento por linhas diferentes de transporte público com maior eficiência, ou até mesmo programar viagens a partir de uma hora específica.

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Por fim, os Mapas da Apple podem trazer os primeiros recursos de realidade aumentada através da sinalização de pontos de interesse, com a ajuda da câmera do iPhone. A Apple patenteou uma tecnologia relacionada ao assunto em 2011 (foto acima), mas o conceito ainda precisa estar completamente desenvolvido para entrar na próxima versão do iOS. Vale lembrar que a realidade aumentada possui um bom ponto de interação com o CarPlay

Por fim, a Apple deve integrar ao iOS 8 um novo aplicativo, chamado Healhbook, que vai permitir um registro mais personalizado das atividades físicas do usuário.

É sempre bom ter um ponto de ressalva sobre todas as informações. Até que tudo isso não se confirme oficialmente, devemos colocar tudo isso dentro na zona de rumores. Por outro lado, não podemos nega que tais informações contam com sua dose de lógica, ainda mais com o fato que o Apple Mapas ainda está muito atrás do Google Maps.

Via 9to5Mac

Patente da Samsung prevê transformar as mãos do usuário em teclado QWERTY

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Ao que parece, a Samsung está trabalhando em uma alternativa ao Google Glass. Mais uma evidência disso está na patente daquele que seria um dos componentes diferenciais para essa proposta. A patente mostra um sistema de introdução de texto, que com a ajuda de um sistema de realidade aumentada, projeta um teclado virtual sobre as mãos do usuário.

O diagrama do conceito (que você pode ver na foto desse post) mostra como a Samsung conseguiu incluir 26 letras do alfabeto em inglês nas duas mãos do usuário, algo que, teoricamente, oferece um eficiente sistema de introdução das letras. Com isso, os polegares ficam livres para poder pressionar essas teclas virtuais.

Ainda que essa ideia pareça no mínimo curiosa, parece ser muito pouco prática e incômoda. Ainda mais quando os sistemas de comandos de voz e reconhecimento de texto estão na ordem do dia. A patente da Samsung argumenta que os comandos de voz tem limitações por conta da “baixa precisão do reconhecimento em ambientes com ruído”, mas não parece ser argumentos muito consistentes para esse sistema.

Sem falar que a Google já registrou uma patente similar no ano passado.

Via BGR

MWC 2014 | Sony SmartEyeglass, óculos de Realidade Aumentada com visão binocular

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Nem tudo se resume a smartphones na Mobile World Congress 2014. A Sony levou ao evento de Barcelona o SmartEyeglass, óculos de realidade aumentada ainda em fase conceitual, mas mostrando que o Google Glass terá a concorrência dos fabricantes em um futuro a médio prazo.

A ideia é que o óculos mostre informações adicionais sobre as cenas que você vê no dia a dia. O produto foi apresentado na CES 2014 em Janeiro, e dessa vez, eles mostram como está o desenvolvimento do conceito. Por exemplo, quando estamos vendo um jogo de futebol, os óculos mostrarão os nomes do jogadores. Em um aeroporto, os óculos mostram como chegar ao portão ou guichê correto, entre outras funções.

O mais legal é que os óculos não representam a informação pensando em um olho, mas sim levando em conta a visão binocular, para que os dois olhos interpretem a mesma informação de forma conjunta. Por enquanto, eles só representam gráficos monocromáticos, com um brilho máximo de 1000 cd/m2.

Diferente do Google Glass, o protótipo dos óculos da Sony contam com um pequeno computador que se mantém conectado por cabo, onde é possível controlar a interface de usuário e a câmera. Obviamente, tais elementos devem desaparecer no produto final, tornando o produto efetivamente móvel.

O Sony SmartEyeglass contará com conectividades WiFi e Bluetooth de última geração, além dos sensores de movimento e posicionamento, como acelerômetro, giroscópio, bússola ou sensor de luz ambiente. Além de microfone e câmera em tamanho reduzido.

Nessa fase atual de desenvolvimento, os óculos podem trabalhar em conjunto com smartphones Android, com as notificações sendo enviadas diretamente para os nossos olhos. A Sony está trabalhando em ferramentas de desenvolvimento para terceiros, com a intenção que apareçam aplicativos produtivos no momento do seu lançamento para o grande público.

 

Via Sony

MetaPro oferece uma alternativa ao Google Glass, mas com muito estilo

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Existe vida além do Google Glass? Pelo visto, sim. É o que a Meta nos mostra, desafiando o óculos inteligente do pessoal de Mountain View, com o seu produto, o MetaPro.

Se tudo der certo, esses óculos começam a ser vendidos em junho de 2014. Porém, não se anime, pois o produto será para poucos: o preço inicial sugerido para o MetaPro é de US$ 3 mil. Por outro lado, esse óculos será carregado de tecnologia, mas ao mesmo tempo preservando uma estética mais ajustada para a maioria das pessoas.

O protótipo que seus criadores estão desenvolvendo promete deixar o Google Glass a quilômetros de distância. Ou, pelo menos, oferecer mais recursos que aqueles até agora apresentados pelo produto da Google. Um dos principais trunfos do MetaPro é a realidade aumentada: os óculos oferecem até 15 vezes a superfície de visão, e prometem até 500 aplicativos disponíveis em uma loja própria, para que você possa explorar todo o potencial do dispositivo.

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Na verdade, o MetaPro são pequenos computadores integrados nos óculos. As especificações confirmam isso: processador Intel i5, 4 GB de RAM, 128 GB de SSD, bateria com autonomia de até 32 horas de uso, e tudo isso em um chassi que pesa 180 gramas. No quesito conectividade, ele conta com WiFi, Bluetooth 4.0 e porta USB para recarga de bateria e transmissão de dados. De quebra, estão integrados no produto: bússola, giroscópio e acelerômetro, eliminando assim de forma completa a dependência de um smartphone para ser totalmente funcional.

Vamos acompanhar de perto a evolução desse projeto, que como já informamos, deve ver a luz em forma de um produto comercial em 2014. Por enquanto, veja o vídeo promocional do projeto, e mais fotos do produto.

 

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Via SpaceGlasses