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Kobo passa a ser o responsável pelo negócio dos livros eletrônicos da Sony

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Provavelmente você está sabendo dos graves problemas econômicos que está atravessando a Sony nesse momento, e que eles tomaram duras decisões para corrigir a sua contabilidade. Uma dessas medidas é se desfazer da sua divisão de livros digitais. Mas diferente do que simplesmente encerrar essa seção, eles decidiram cedê-la para a canadense Kobo, que tem um catálogo de mais de quatro milhões de livros.

Como parte dessa mudança, o aplicativo da Kobo virá pré-instalado em dispositivos Xperia e Reader do Reino Unido, Áustria e Alemanha. Aos poucos, serão adicionados em novos países. Os usuários receberão um e-mail com informações para transferir as sua biblioteca para o Kobo. Enquanto isso, será possível seguir comprando livros na Reader Store.

É bom ver que a Sony  está buscando ajudar os seus usuários. Por outro lado, assusta saber que a venda de livros digitais está causando prejuízos, porque outras empresas (aka Kindle/Amazon) parecem não ter nenhum problema com esse segmento de mercado.

Via Sony

O que fazer quando efetivamente o Google Reader encerrar suas atividades?

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O Google Reader dará os seus últimos suspiros e encerrará suas atividades no próximo dia 01 de julho. O fim do leitor de feeds RSS da Google era especulada há tempos, e agora ela está próxima de se tornar realidade. Diferente de muitos usuários (brasileiros principalmente), eu já fiz a minha escolha de substituto (até porque não queria deixar tudo para a última hora). Porém, como tem muita gente que quer seguir a tradição de ficar que nem um desesperado atrás de um software (por prazer ou por acomodação), esse post indica algumas sugestões que podem salvar a sua vida na hora de acompanhar as notícias que pipocam na internet o tempo todo.

Testei essas alternativas ao longo das primeiras semanas após o anúncio do fim do Google Reader, e com diferentes características e peculiaridades, eu acredito que pelo menos uma dessas alternativas podem se encaixar perfeitamente no seu comportamento de uso. Uma lição aprendida com o fim do Google Reader é que “não é o fim do mundo”. Você sempre pode buscar novas alternativas, que são tão ou mais completas que alternativa oferecida pela Google. Vejamos.

 

Feedly

O Feedly foi a minha alternativa escolhida para substituir diretamente o Google Reader. Ele lembra bastante o Flipboard (falo dele daqui a pouco), uma vez que é possível criar uma espécie de “revista virutal” de notícias, com opções de apresentação de feeds em um formato visual e intuitivo. Além disso, ele transforma o conteúdo do post automaticamente para se adaptar aos dispositivos móveis, e até inclui uma função muito útil para os finados usuários do Google Reader: a importação dos feeds.

O Feedly já está oferecendo a sua API para que ele trabalhe de forma completamente independente do Google Reader, se tornando um feed próprio, e não apenas um intermediário ao feed do Google. Outro detalhe importante: com uma API própria, outros desenvolvedores de aplicativos para leitores de feed RSS podem utilizar os serviços do Feedly como alternativa para o usuário final.

A ferramenta está disponível para os navegadores para desktops (como aplicativo, ou via cloud.feedly.com), além de aplicativos para os sistemas iOS e Android. Possui as propostas mais próximas que o Google Reader apresenta, e é a proposta que menos causará um impacto da mudança entre os usuários.

 

Flipboard

O Flipboard é outro serviço considerado grande. O aplicativo organiza todas as informações que você recebe pelo feed em função dos assuntos do seu interesse, de forma que você receba o conteúdo segmentado pelos temas. O recurso está disponível em aplicativos para iOS e Android, e tem um diferencial interessante: a inclusão dos feeds das redes sociais, como  Twitter e Facebook.

O grande problema do Flipboard é que ele não possui uma versão web, dificultando a vida dos produtores de conteúdo. É uma das melhores alternativas ao Google Reader… mas para quem prefere consumir os seus feeds no tablet ou smartphone. Para quem depende dos feeds para produzir conteúdos, ou para quem ainda prefere ler suas notícias no computador, não é uma opção.

 

Taptu

A boa notícia do pouco conhecido Taptu é que ele possui uma versão web e aplicativos para o iOS, Android, Nook e BlackBerry. É um dos mais democráticos leitores de RSS (mesmo sem estar disponível para o Windows Phone, por enquanto). O software também oferece a possibilidade de ser utilizado sem a obrigatoriedade de criar uma conta para acesso ao serviço. E essa é uma boa forma de você descobrir novos conteúdos, com diferentes temáticas, em diferentes fontes de notícias. Porém, para quem quer uma coisa mais organizada e segura, pode não ser uma boa opção.

 

NewsBlur

O NewsBlur não poderia ficar de fora dessa lista. Essa é uma opção de código aberto, e em sua versão gratuita permite que você acompanhe apenas 64 feeds. Pode parecer pouco, mas para a maioria dos usuários, é mais que suficiente (e mesmo para os usuários profissionais, que produzem ou consomem conteúdo a trabalho, é uma quantidade muito interessante). Outro diferencial interessante é que os aplicativos para iOS e Android do NewsReader oferecem notificações em tempo real quando alguns dos feeds são atualizados.

 

Digg Reader

O Digg Reader ainda não é uma realidade entre os internautas, mas será mais uma alternativa interessante. Tendo por trás uma das maiores empresas de conteúdo online do mundo, esse feed RSS promete contar com as principais funções oferecidas anteriormente com o Google Reader, oferecendo uma compatibilidade plena para aqueles que pretendem migrar para a sua plataforma, e uma total independência para gerenciamento das assinaturas dos feeds.

 

Redes Sociais

Além de todas as alternativas listadas, você ainda pode contar com os seus feeds do Twitter, Google+ e do Facebook. Você ainda pode seguir os portais de notícias e alguns sites pelas suas contas nas redes sociais, e assim se manter atualizado. É claro que nem sempre o conteúdo de uma conta do Twitter possui o mesmo conteúdo do site ao qual ele pertence, e a organização dessas mensagens exibidas vai depender da quantidade de pessoas e sites que você segueta. Mas em linhas gerais, quem produz conteúdos para a internet quer alcançar o maior público possível. E esse público está hoje nas principais redes sociais da atualidade.

Lembrando: você sempre pode assinar o feed RSS do TargetHD, para receber as últimas atualizações do blog com comodidade.

Google Reader será desativado em 01 de julho de 2013

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Todos foram pegos de surpresa, mas ao mesmo tempo, não era uma surpresa para ninguém. O Google acaba de informar que o Google Reader, agregador de feeds RSS do buscador de internet, encerra as suas atividades de forma oficial e definitiva. O serviço será desativado no dia 01 de julho de 2013.

O anúncio foi feito no blog oficial do Google, e replicado no blog oficial do Google Reader. O Reader é um dos serviços complementares que está presente na plataforma do Google desde 2005, e se destacava pela praticidade na inclusão dos feeds, pela organização na visualização de notícias e, antigamente, pela praticidade no compartilhamento de notícias.

Porém, o serviço já não era mais atualizado há tempos, e um dos argumentos do Google para encerrar o serviço era a queda no número de usuários do serviço. Coincidentemente, isso aconteceu a partir do momento que o próprio Google desativou o recurso de compartilhamento de conteúdos do Reader entre os usuários.

Outro argumento para o fim do Reader (segundo o Google) é que eles, como empresa, precisam investir nas plataformas em atividade (mais especificamente no Google+, que possui recursos “semelhantes” ao Reader, mas que não é um agregador de RSS).

Sabemos que existem outras opções no mercado, e vamos começar a procurá-las imediatamente. Porém, para quem trabalha todos os dias com o recebimento de notícias (o TargetHD.net entra nesse perfil), o Reader era a plataforma que atendia as necessidades mais básicas, principalmente no que se refere a ter todo o conteúdo na nuvem, ou utilizando a interface web, dispensando a necessidade de instalar um add-on ou plugin no navegador.

 

Sony Reader PRS-T1: o leitor de 6 polegadas mais leve do mundo #ifa2011

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Fino. Essa foi a palavra do dia na coletiva da Sony na IFA 2011. O Sony Reader PRS-T1 segue essa tendência, e é agora o leitor de livros eletrônicos de 6 polegadas mais leve do mundo, além de ser muito fino. Afinal, são apenas 168 gramas de peso, e 8,99 mm de espessura.

O modelo conta com tela touch e-ink Pearl (600 x 800), que combina a nitidez e excelente visibilidade da tinta eletrônica (mesmo com luz natural), com a possibilidade de mudar as páginas com o dedo, ou fazer o zoom em forma de pinça com os dedos. Também é interessante a possibilidade de buscar uma palavra no dicionário apenas tocando nessa palavra, além da integração de anotações, com a ajuda de uma caneta Stylus.

A memória interna do PRS-T1 é de 2 GB (expansível via microSD de até 32GB), e integra uma antena WiFi, para que você possa baixar conteúdos de sua loja de livros, suportando formatos EPUB, PDF e TXT. Sem usar a conectividade sem fio, você tem uma autonomia prometida pela Sony de mais de um mês de uso. Utilizando o WiFi, você tem autonomia de até 3 semanas.

A Sony vai lançar o Reader PRS-T1 a partir de outubro na Europa.

via Engadget

[tecnologia] Sony mostra uma nova tecnologia de papel eletrônico flexível

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A era dos papéis flexíveis está tão próxima que quase podemos tocá-la, sendo que o protótipo que você vê na foto acima da Sony já deixou aqueles que puderam ver ao vivo de boca aberta. Este novo papel eletrônico utilizará uma tecnologia completamente diferente da vista anteriormente, oferecendo a opção de dobrar o material, como se fosse um papel de jornal, e (dizem) é possível até que o usuário possa matar mosquitos usando o produto. Bom, ninguém comprovou esta última possibilidade, mas não duvidamos. Eles não falam nada sobre preços ou datas de lançamento.

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[e-book reader] A Sony revoluciona a sua linha de e-readers: mais potentes, compactos e de toque

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Já era de se esperar que a Sony copiasse a iniciativa da Amazon e da Barnes & Noble, renovando a sua linha de leitores de e-books, a Reader. A atualização dos leitores da fabricante japonesa foi completa, nas linhas Pocket, Touch e Daily. Eles contam com telas melhores, aumento de velocidade, além de incorporar um corpo de alumínio. Além disso, o Daily Edition conta ainda com conectividade WiFi, enquanto que os demais seguem sem nenhuma opção de conectar-se de forma sem fio ao mundo exterior.


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[e-book reader] Intel Reader, um leitor de livros tradicionais com função de texto por voz

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Aqui temos um dispositivo Atom intrigante como poucos. A Intel, que não quer perder a festa do e-book, criou um leitor acústico de livros eletrônicos, pensado inicialmente para os deficientes visuais. O Reader basicamente utiliza uma câmera para escanear páginas completas e, posteriormente, lê estas páginas em viva voz (com uma voz de professora bêbada, verdade, mas vale a intensão) que já é conhecida pelos usuários dos navegadores GPS. O invento, ainda que seja interessante, não consegue justificar na nossa visão seu preço de US$ 1499, nem muito menos, porque é mais prático você ter logo um livro de áudio ou um e-book em MP3. Se bem que não é esta a clientela que a Intel busca.

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