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[Dicas de Compras] Motorola RAZR MAXX tem o seu preço reduzido no Brasil

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Com a chegada de novos modelos de smartphones Android no mercado, é natural que alguns produtos tenham os seus preços atualizados e ajustados. Um desses modelos é o Motorola RAZR MAXX, que tem o seu preço sugerido reduzido no Brasil para R$ 1.299.

A redução é considerada pequena, mas é bem vinda para quem estava pensando em adquirir esse smartphone por um valor mais condizente com o porte do smartphone. Afinal de contas, estamos falando de um Android de linha média, com processador dual-core de 1.2 GHz, tela de 4.3 polegadas, sistema operacional Android 4.0 Ice Cream Sandwich e todo o corpo reforçado que já é característico da linha RAZR.

O grande diferencial do RAZR MAXX é a sua bateria de 3.300 mAh. É praticamente uma bateria de um tablet abrigada em um corpo de smartphone. Isso permite que o produto consiga uma autonomia de bateria excelente, e dependendo do perfil do usuário (ou do quanto ele vai utilizar o smartphone de forma intensa), é possível alcançar até dois dias completos de uso, sem a necessidade de recarga, e com uma utilização bem completa de todos os recursos do dispositivo.

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O modelo também se destaca pela interface simples, praticamente a mesma proposta pelo Google para o Android Ice Cream Sandwich, além do pacote de conectividade, com Wi-Fi, 3G (HSPA+), Bluetooth e mini HDMI. Um modelo recomendado para quem não quer se preocupar em levar o carregador consigo nas suas jornadas diárias, ou para quem quer ter uma tela ampla para jogos e vídeos.

Preço: R$ 1.299 (R$ 1.169 via boleto)

 

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Cansou do seu iPhone? Veja quais são as suas melhores oopções com Android e Windwos Phone

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O iPhone é legal, bem completo, tem todos os aplicativos que você precisa… mas por algum motivo ignorado por você (e naturalmente estranho para os adeptos da Apple), você se cansou do fato do iOS ter sempre a mesma cara, de não ter toda a liberdade para personalizar o sistema (sem depender de um jailbreak), e acha que o problema do Mapas foi a gota d’água. Muito bem, você tem direito a escolher outro smartphone para chamar de “seu”, e outro sistema operacional móvel, para começar a conhecer um novo mundo cheio de possibilidades.

Para você, que sabe dos riscos e consequências do que vai acontecer com a troca de sistema operacional, mas quer mesmo mudar de fase e correr todos os riscos com essa troca, vamos aqui mostrar algumas das melhores opções nos principais concorrentes da Apple nesse mercado. O Android e o Windows Phone contam com aparelhos muito interessantes para aqueles que não tem medo de se arriscar, e querem explorar as novidades nos concorrentes.

Não vou aqui citar as opções com Symbian e BlackBerry OS por um motivo muito simples: ninguém quer andar para trás nessa vida, não é mesmo?

 

Android

O sistema operacional móvel mais usado no mundo, com 1.3 milhão de ativações por dia amadureceu, e hoje, é uma opção tão boa quanto o iOS (veja bem, tão boa não quer dizer tão completa). A Google Play Store se tornou uma loja de aplicativos bem completa, e no meu caso em específico, 95% dos aplicativos que considero os mais importantes para o meu iPhone eu encontrei na loja do Android. Ou seja, a transição é bem tranquila.

Os principais fabricantes de dispositivos móveis (e os pequenos fabricantes) contam com smartphones com a presença do sistema Android. Mas, nesse mar de dispositivos, destaco três modelos que considero (até o momento, pois as coisas mudam com certa rapidez no mercado Android) os melhores por motivos diferentes, e que são excelentes opções de investimento para aqueles que querem adquirir um smartphone do robozinho no futuro.

Samsung Galaxy S III

É, hoje, considerado o melhor smartphone Android do mercado. Afinal de contas, possui um processador quad-core, 1 GB de RAM, um chip gráfico poderosíssimo, e uma bateria de 2.100 mAh. Está prestes a receber a atualização para o Android 4.1 Jelly Bean (em alguns mercados ele já está disponível), o que vai colocá-lo em um outro patamar. A Samsung conseguiu mais uma vez: esse é o terceiro smartphone “top” dos coreanos, que é qualificado como o melhor Android que o seu dinheiro pode comprar.

Samsung Galaxy X (ou Galaxy Neuxs)

Este é outro excelente smartphone. O Galaxy Nexus (ou X) é feito para os usuários que querem a experiência do Android em estado puro, do jeito que o Google idealizou, e sem nenhum tipo de personalização por parte das operadoras e fabricantes. O resultado disso é um smartphone com um desempenho muito fluído, com uma performance impecável e, o mais importante, com a atualização do sistema Android de forma mais rápida que os demais modelos. Pode contar com menor memória de armazenamento (16 GB) e uma câmera teoricamente inferior (5 MP), mas no final das contas, se esse é o smartphone Android que o Google sempre sonhou, eles estão de parabéns por pensarem assim.

Motorola RAZR MAXX/RAZR HD

Aqui, na verdade, podemos colocar dois ou três modelos da Motorola em um mesmo grupo. O RAZR MAXX é uma escolha pessoal por um simples motivo: autonomia de bateria. 3.300 mAh é o sonho de todo geek, e esse, eu consegui realizar. Ter um smartphone que trabalhe de forma plena, com a garantia que o mesmo vai funcionar o dia inteiro é algo que realmente pesa na escolha. Dentro da mesma linha de produtos, destaco o RAZR HD, que é o antigo Motorola RAZR, mas com a capacidade de alta resolução, e a versão do RAZR com processadores da Intel, que será anunciado no Brasil no começo de outubro. Mais detalhes, eu conto aqui no TargetHD.

 

Windows Phone 8

Se o Android não te agrada muito, e você quer experimentar algo realmente novo, a minha dica é “espere até novembro”. O Windows Phone 8, a versão mais recente do sistema operacional móvel da Microsoft, está chegando ao mercado, e essa nova versão promete ser ainda mais madura e mais completa em recursos do que a versão anterior. E de tudo que a Microsoft mostrou até agora (segundo eles mesmos informaram, “ele pode ir além do que já mostramos”), a promessa foi cumprida, e podemos dizer que a Microsoft está entrando no jogo.

No momento, os seus principais parceiros nessa empreitada são a Samsung, a HTC  e, principalmente a Nokia, que aparece como o carro chefe do sistema. Logo, as principais indicações desse post são da fabricante finlandesa.

Nokia Lumia 920 PureView e Nokia Lumia 820

As duas primeiras apostas da Nokia com Windows Phone 8 são ofertas bem interessantes, com um hardware robusto, que promete uma performance prazerosa e consistente, e são até similares nas suas especificações, mas com diferenças pontuais nos seus recursos. A principal diferença entre os dois está na câmera: o Lumia 920 PureView conta com um sensor de 8 megapixels com tecnologia PureView, conectividade NFC e uma tela de 4.5 polegadas com PureMotion HD+. Já o Lumia 820 possui um sensor sem o PureView, não possui o NFC, e uma tela mais simples, com 4.3 polegadas.

Apesar da Nokia diferenciar os dois modelos como linha alta (Lumia 920 PureView) e linha média (Lumia 820), as principais especificações de hardware são as mesmas para os dois smartphones: processador Snapdragon S4 de 1.5 GHz dual-core, 1 GB de RAM, conectividade 4G LTE e slot para cartões microSD. Os produtos só chegarão ao mercado a partir do lançamento do Windows Phone 8, e sabe lá quando os modelos vão chegar ao Brasil. Mas, para quem gostou do Windows Phone 7, vale a pena guardar a grana até lá.

 

E o BlackBerry 10?

A Research in Motion está preparando o seu tiro de misericórdia, com o lançamento do seu primeiro smartphone com o novo sistema móvel para o primeiro trimestre de 2013. Quem testou, disse que o sistema é promissor, com boa performance e um teclado virtual impressionante. A pergunta que fica é: quando ele chegar ao mercado, já não será tarde demais? Afinal de contas,os lançamentos dos concorrentes para esse final de ano oferecem propostas muito tentadoras, com uma grande oferta de aplicativos. Se você não tem pressa nenhuma, e pode esperar seis longos meses, quem sabe esse não te agrada?

Essas são apenas algumas dicas para você trocar o seu iPhone para outro smartphone com desempenho e possibilidades que satisfaçam quem está disposto a fazer a mudança. Existem outras opções que se ajustam ao bolso e às expectativas de diversos tipos de usuários. Porém, estas aqui se encaixam entre as melhores. Deixe suas dicas de outros bons smartphones nos sistemas Android e Windows Phone nos comentários do post.

Review Comparativo | Motorola RAZR MAXX vs Samsung Galaxy Nexus vs iPhone 4 (com vídeo)

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É a primeira vez que faço esse tipo de análise aqui no TargetHD. E poucas vezes tive a chance de contar por algum tempo com três smartphones tão poderosos. Recentemente, tive a chance de testar para o blog os modelos Motorola RAZR MAXX (review em fotos e vídeo), e o Samsung Galaxy Nexus (review em fotos e vídeo), e resolvi utilizar o iPhone 4 de uso pessoal para fazer um comparativo direto dos seus recursos e características mais básicas. Nada muito técnico, com benchmarks e detalhes específicos. Quero focar a experiência de uso que cada um desses modelos me passou, colocando lado a lado em um uso diário e intenso. Abaixo, você pode ver os resultados.

O fator “amor a primeira vista”

Os três smartphones são muito bonitos na primeira vista. Dificilmente acho um smartphone “feio”. Nunca tive muitos preconceitos com esse tipo de coisa, mas reconheço que um design bacana é meio caminho andado. O iPhone 4, por exemplo, eu considero ele uma “pequena joia tecnológica”. É o iPhone que considero com o melhor formato. Quando foi lançado, achava o smartphone uma das boas definições de produto de tecnologia em termos de design, por ser compacto e atraente.

Já o RAZR MAXX eu acho um aparelho “imponente” no seu formato. Ele tem um ar sério, quase corporativo. Muitos acham ele feio por causa dos “cantos quadrados”, que lembram os tablets Motorola XOOM (e não deixa de ser uma referência direta), mas mesmo assim, eu acho o modelo agradável à vista. Não seria este o motivo que me faria deixar de comprar o modelo.

Porém, o Samsung Galaxy Nexus tem um ar renovado. Sua tela curvada torna ele muito diferente, e sua tela com vidro de fora a fora, sem botões físicos, dá todo o ar de modernidade que um smartphone precisa ter. Hoje, é um dos meus smartphones preferidos em termos de design, e acredito que é um dos motivos principais pelos quais os usuários escolhem esse modelo.

Detalhes físicos (espessura, conectores, etc)

Mesmo a diferença entre os três sendo muito pequena, o Galaxy Nexus é o mais fino dos três, mas por uma margem muito pequena. Esse detalhe pode ser muito importante para alguns usuários, pois a espessura do smartphone influencia na pegada do mesmo, principalmente durante o uso com uma das mãos, para manuseio das telas do sistema, ou para segurar o smartphone durante uma conversação. Nesse aspecto, o RAZR MAXX e o iPhone 4 quase empatam, mas dou uma vantagem para o modelo da Motorola por causa de sua espetacular bateria de 3.300 mAh. Aliás, mais uma vez vale destacar que a Moto está de parabéns por colocar uma bateria com tamanha capacidade em um smartphone que possui quase a mesma espessura de modelos que possuem a metade de sua autonomia.

Nas extremidades, temos (talvez) um de seus maiores contrastes. Enquanto que o iPhone 4 e o RAZR MAXX contam com os seus conectores de fones de ouvido na parte superior do smartphone, para priorizar um perfil mais fino na parte de cima do telefone, o Galaxy Nexus não possui nenhum tipo de botão, conector, chavinha e outros detalhes. apenas o espaço suficiente para o alto-falantes para chamadas.

Além disso, como o RAZR MAXX é o único dos modelos que possui saída micro-HDMI, a Motorola decidiu colocar esse conector na parte mais espessa do smartphone, que é justamente na parte superior do telefone, na mesma região onde fica o sensor da câmera digital. E os dois smartphones Android seguem o perfil de colocarem o botão liga/desliga na lateral do telefone. Já o iPhone 4 mantém o seu botão na parte superior. Para mim, prefiro que o conector de fones fique mesmo na parte superior do smartphone, e no caso específico do iPhone 4, de tanto utilizá-lo, já me habituei a levar o dedo para bloquear/desbloquear a tela na parte superior do telefone. Prefiro assim. Evita os acidentes indesejados.

Na parte inferior, o contraste é ainda maior. De cima para baixo: o RAZR MAXX é “liso”, o Galaxy Nexus possui o conector para fones de ouvido e do cabo microUSB, e o iPhone 4 o seu conector para o dock e os alto-falantes do aparelho. De novo, prefiro que o conector esteja na parte inferior do smartphone. é mais lógico para mim, pelo menos em termos de design. Mas, melhor na parte de cima ou de baixo do que na lateral do smartphone. Para mim, não tem lógica: é desconfortável e sem sentido. Durante anos conectamos a bateria do nosso smartphone nos cabos carregadores ou na parte superior ou inferior do dispositivo. Na lateral, na maioria dos casos, essa posição na lateral não é das mais favoráveis.

Tamanho de Tela

Aqui, de forma ousada, não coloquei o iPhone 4 no comparativo. Afinal, é covardia comparar uma tela de 3.5 polegadas com modelos com mais de 4 polegadas de tela. Quem sabe quando o iPhone 5 chegar (tudo indica que ele terá 4 polegadas de tela, mas só acredito, vendo).

Lado a lado, o Galaxy Nexus além de ter uma tela maior do que o RAZR MAXX (4.65 vs 4.3), ele ainda aproveita melhor o tamanho dessa tela, com bordas lateais menores que o modelo da Motorola. Além disso, sua tela é levemente mais nítida do que a do RAZR MAXX, e mesmo sendo um pouco menos brilhante, eu consegui visualizar melhor as informações no Nexus quando o aparelho estava exposto em ambientes bem iluminados. Isso, sem falar que o Nexus possui uma resolução de tela maior que a do RAZR MAXX, o que a torna ainda mais eficiente.

Mas isso não significa que a tela do RAZR MAXX seja de se jogar fora. Pelo contrário: o modelo da Motorola me surpreendeu nesse aspecto, exibindo as informações na tela com boa qualidade, e mesmo os vídeos e jogos mais pesados ele se sai muito bem para reproduzir as imagens com qualidade. Mesmo porque o chip gráfico do aparelho se encarrega de fazer todo o trabalho, além de um processador dual-core bem eficiente.

Desempenho geral dos smartphones

Antes de qualquer coisa, quero deixar claro que o desempenho dos três smartphones vai agradar a maioria dos usuários. São produtos rápidos, com ótima performance, e que completam as expectativas daqueles que querem um smartphone poderoso para a maioria das atividades. Não sou preconceituoso em relação ao sistema operacional. Diferentes de algumas pessoas com mente mais limitada, vejo benefícios e defeitos nos sistemas iOS e Android, e consigo extrair o melhor dos dois sistemas.

Colocando os três dentro de um mesmo universo, o desempenho geral dos três modelos é muito próximo, com o Galaxy Nexus e o iPhone 4 tendo uma insignificante vantagem em relação ao RAZR MAXX. Insignificante mesmo. Coisa de detalhes. E, se você pensar que a bateria do RAZR MAXX possui pelo menos o dobro de autonomia do Galaxy Nexus e do iPhone 4, esses detalhes de desempenho desaparecem. Outra coisa: na grande maioria dos casos, os usuários vão encontrar os mesmos aplicativos e recursos nos dois sistemas. Obviamente, vejo vantagens no Android por causa das possibilidades de personalização e por alguns recursos específicos de rede (principalmente os hubs de conectividade) contarem com um fácil acesso no sistema do Google. Por outro lado, muitos usuários preferem o pacote do iOS, que é mais consistente e intuitivo.

Entendo que aqui é uma questão de gosto, e que cada um é o seu. Mas a essa altura do campeonato, dizer que “o iOS é muito melhor que o Android” e vice-versa beira a burrice.

RAZR MAXX vs Galaxy Nexus: comparados diretamente

Os dois modelos são excelentes, mas o Galaxy Nexus leva ligeiras vantagens. Na época do review, os dois modelos estavam com o Android 4.0 Ice Cream Sandiwch, com o Galaxy Nexus contando com uma ROM com recursos do Android Jelly Bean. Logo, levando em conta que o Android presente no RAZR MAXX contava com pequenas alterações na sua interface, o comparativo pode ser mais justo e próximo de um parecer razoável. Mesmo assim, considero o modelo da Samsung com um resultado final mais completo.

Não falo isso apenas por causa da possibilidade de atualizar para o Android 4.1 Jelly Bean. O desempenho geral do Nexus é levemente mais fluído do que o RAZR MAXX, mas muito pouca coisa. Quero dizer, insuficiente para deixar os mais exigentes irritados. O Nexus também possui uma sensibilidade um pouco maior no toque na tela, além de uma performance geral mais consistente do que o modelo da Motorola. Mas, como disse, a performance geral dos dois smartphones é muito boa.

Qual deles eu devo comprar?

iPhone 4, Motorola RAZR MAXX e Samsung Galaxy Nexus são ótimos smartphones, e hoje, estão com preços muito interessantes no mercado brasileiro (digo, interessantes para quem tem condições de comprá-los). No meu ver, como geek mais exigente, teria motivos muito fortes para ter os três. O iPhone 4, por ser aquele smartphone com iOS 6 mais acessível e com melhor desempenho do mercado (ignoro o iPhone 3GS, pois o mesmo virá bem mais pobre de recursos que o iPhone 4 no iOS 6).

O RAZR MAXX pelo seu ótimo desempenho, e sua generosa bateria de 3.300 mAh. E o Galaxy Nexus por ser “o Android que o Google sempre sonhou”. Logo, é uma questão de preferência e gosto. Talvez a principal diferença entre os modelos seja o tamanho de tela e o sistema operacional mesmo. E, nesse caso, se você é fã do Android e prefere uma tela de grandes dimensões para suas atividades, o RAZR MAXX e o Galaxy Nexus são a escolha. Se o seu mundo está voltado para o jeito Apple de ser, o iPhone 4 é a minha dica. Até mesmo mais que o iPhone 4S. Afinal, a diferença de desempenho não é tão grande, e o Siri não funciona 100% no Brasil.

Abaixo, deixo um vídeo comparativo entre o Motorola RAZR MAXX e o Galaxy Nexus, para que você mesmo possa avaliar os dois smartphones Android, lado a lado.

Review | Motorola RAZR MAXX

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A Motorola teve uma ideia: “por que não pegar o nosso melhor smartphone Android e dobramos a sua autonomia de bateria, só para ver o que acontece?”. O resultado recebe o nome de Motorola RAZR MAXX. O produto possui a maior autonomia de bateria encontrada entre os dispositivos com o sistema do Google, e se tornou uma das interessantes opções disponíveis no mercado nacional, para os geeks que precisam que o seu smartphone funcione por um dia inteiro, sem precisar ficar procurando uma tomada com o carregador na mão às 4 horas da tarde de uma quinta-feira. Nesse review, mostramos o smartphone em detalhes.

Na sua estética, o RAZR MAXX é muito parecido com o Motorola RAZR original (que já fizemos o review no TargetHD – em fotos e em vídeo review).

Na parte superior, a mesma câmera frontal para videochamadas, e os mesmos detalhes dos cantos recortados, que vem caracterizando os últimos produtos Android da Motorola (não apenas a linha RAZR, mas os tablets XOOM).

O mesmo se repete na parte inferior, com os quatro botões de operação do Android, tal como no RAZR original. Sem mudanças de design por enquanto.

E aqui está a maior diferença de design do novo Motorola RAZR MAXX. O smartphone está bem mais “gordinho” que o RAZR original. Ele perde na espessura, mas por uma causa muito nobre: abrigar uma bateria de 3.300 mAh. Ela é a responsável pelo dobro de autonomia oferecida pelo smartphone em relação ao modelo original (que contava com uma bateria de 1.800 mAh).

A grande sacada da Motorola foi ter colocado uma bateria maior, mas sem exagerar na espessura do smartphone. Por incrível que pareça, sua espessura continua sendo bem aceitável, ainda mias com sua proposta de ser um smartphone com uma autonomia prolongada. Fora que eliminou um problema que me incomodava muito no RAZR original, que era aquele volume saltado do sensor da câmera e do alto-falantes integrado na parte superior traseira do smartphone. Veja abaixo.

O RAZR original, mais fino, mas com a tal saliência que citei acima.

O RAZR MAXX, com um design mais uniforme e elegante. Ponto para a Motorola nesse quesito.

Na parte superior, no mesmo lado (lateral direita), o botão de liga/desliga e os botões de controle de volume. Particularmente, prefiro os controles de volume na lateral esquerda, pois é prático para alcançar os botões de volume com o polegar da mão esquerda. Mas isso não quer dizer que não seja possível manejar com destreza os botões durante a chamada em momentos específicos.

Na parte inferior, identificamos a porta que protege os docks do slot micro SIM e do slot microSD.

Um detalhe a ser observado aqui. Os menos treinados terão uma certa dificuldade em inserir e retirar o microSIM, uma vez que o seu conector tem aquele dispositivo com clique ejetor. Tanto para colocar como para tirar, você vai precisar de uma pinça, ou aquela chavinha do iPhone 4 para tornar o processo mais prático. Marinheiros de primeira viagem podem chiar com esse detalhe. Mas é só um detalhe e nada mais.

Visão geral da parte traseira do RAZR MAXX.

A câmera mantém o mesmo sensor de 8 megapixels, flash LED e capacidade de gravação de vídeos em 1080p. O alto-falantes também continua na parte superior traseira do aparelho, e como já observamos anteriormente, o modelo está visualmente mais uniforme no seu design, graças à bateria maior.

A parte traseira segue contando a proteção em Kevlar (viu como dessa vez eu acertei? #ironic), que oferece a mesma sensação de segurança ao agarrar o smartphone que o RAZR original possui. Ponto de novo para a Motorola em manter esse importante detalhe.

Detalhe da parte inferior traseira do RAZR MAXX.

Vale destacar que o acabamento em tons foscos se mantém, conservando a sobriedade e elegância do smartphone.

Na parte superior do RAZR MAXX, os conectores para o cabo mini HDMI, cabo mini USB (que também atua como recarregador da bateria do smartphone) e conector para fones de ouvido (da direita para a esquerda).

Na parte inferior, nós temos… nada. Absolutamente nada.

Hora de ligar o smartphone.

Tela de bloqueio do Motorola RAZR MAXX, seguindo de forma fiel a proposta original do Android 4.0 Ice Cream Sandwich.

Um ponto muito positivo na firmware do RAZR MAXX é que a Motorola decidiu por fazer modificações mínimas na sua interface, que ficou leve, fluída e muito próxima daquilo que o Google idealizou para o Android Ice Cream Sandwich. Quem ganha é o usuário: o smartphone está mais funcional, com uma interação mais prática e objetiva para o usuário.

Interface da tela de listagem de aplicativos. Sem invenções. Se você já mexeu com o Android 4.0 algum dia na vida, a sua dificuldade vai ser zero aqui.

A parte musical do RAZR MAXX foi modificada, adicionando recursos como o Minhas Músicas, e removendo o Motoblur para adotar um ecossistema musical mais simples e funcional. Além disso, recursos como o Minha Galeria recebem destaque, para tornar o acesso à fotos de vídeos mais simples.

Outra adição interessante são esses pequenos widgets para serviços conectados. Normalmente, utilizamos aplicativos de terceiros ou outros recursos para, por exemplo, ativar ou desativar a conexão 3G do smartphone. Nesse caso, não precisamos fazer nada disso. Basta adicionar o hub que você deseja, na tela que você quiser, e pronto. Mais um recurso que é muito bem vindo para quem quer tornar essas funções mais práticas e funcionais no aparelho.

Apesar de ser uma tela com uma definição menor do que o seu principal concorrente (em termos de similaridade de hardware, excluindo a batrria avantajada do smartphone da Motorola), o Galaxy Nexus/X (em breve, teremos um comparativo entre esses smartphones no TargetHD), o RAZR MAXX possui uma tela com ótima definição, exibindo os seus gráficos de forma quase perfeita, e com bons contornos. Não se percebe serrilhados em sua tela, e todos os jogos e elementos gráficos apresentados tiveram ótimos resultados, com exibição agradável de todos os elementos reproduzidos em sua tela de 4.3 polegadas.

O hub para contatos favoritos continua. Basta clicar, e você pode expandir o acesso para até 20 contatos favoritos. Bem prático, principalmente pelo agrupamento.

O sistema de notificações permanece o mesmo: eficiente, prático e simples.

O sistema de notificação do GMail continua sendo matador. O melhor entre os sistemas móveis, disparado.

Outra novidade bem legal do RAZR MAXX é o SmartActions. Ele funciona da seguinte maneira: você programa o smartphone para que, em determinada situação, ele realize uma tarefa em específico. Por exemplo, você pode programar o smartphone para que, no horário noturno, ele desligue o sistema de notificações, para que você tenha uma noite tranquila de sono. Ou quando você entrar no carro, ele liga o GPS automaticamente, para ser o seu auxiliar durante o trajeto para o trabalho. Ou ainda, para quando você chegar em casa, ele desligue o sinal 3G e ative a conexão Wi-Fi, economizando alguns centavos (que, acumulados, fazem diferença no final do mês) do seu pacote de dados.

Na parte de vídeos e jogos, o RAZR MAXX não faz feio. Consegue reproduzir os conteúdos sem maiores problemas, graças à sua tela Super AMOLED Advanced qHD (540 x 960) e seu processador de 1.2 GHz dual core. É evidente que esse conjunto pode parecer um pouco obsoleto para modelos top de outros fabricantes, mas a sua principal proposta não é ser um smartphone voltado para os conteúdos em multimídia (mesmo fazendo isso muito bem), e sim, ser um produto funcional, ágil para o trabalho, e com uma autonomia de bateria monstruosa.

Mas… afinal de contas… e a bateria do RAZR MAXX? É tudo isso que contam?

A resposta para a pergunta acima é: com certeza, sim!

Fiz alguns testes sobre sua autonomia de bateria, e posso afirmar que, nesse sentido, o RAZR MAXX foi o que pedia a Deus há muito tempo: um Android com excelente autonomia de bateria. Com uso intenso (3G e WiFi o dia inteiro, músicas, rádio, jogos, notificações, navegação de internet e brilho automático e/ou 50% de brilho de tela), o smartphone da Motorola aguentou sem problemas por um dia inteiro, sobrando ainda uma autonomia de 40% de bateria. Com uso moderado, sem usar tanto a internet, mas com notificações ligadas, sem jogar e ouvir rádio, e reduzindo o brilho da tela, o RAZR MAXX permaneceu por dois dias ligado, só pedindo pelo carregador no meio do terceiro dia. Em standby (só com as notificações), o telefone só teve redução de 10% de sua autonomia após quatro dias longe da tomada.

E isso porque estamos falando de um smartphone com o Android 4.0.4 (Ice Cream Sandwich), que em alguns smartphones contam com um consumo de bateria irregular. Ou seja, podemos imaginar um desempenho ainda melhor se em algum dia no futuro o RAZR MAXX receber o Android 4.1 (Jelly Bean). Particularmente, espero que isso aconteça. Seria um desperdício que um smartphone como esses ficasse sem a mais recente versão do sistema do Google. Ainda mais a Motorola Mobility pertencendo ao Google.

No seu desempenho geral, o RAZR MAXX se sai muito bem. O aparelho apresentou muito poucos engasgos (quase imperceptíveis para os iniciantes, mas visíveis para os mais exigentes), e cumpre bem o seu papel de ser um smartphone ágil e funcional para todas as principais finalidades. No comparativo com o Galaxy Nexus/X, o modelo da Samsung é perfeitamente fluído na transição de telas (também vai ser mostrado em detalhes no comparativo), mas posso dizer que o RAZR MAXX é um aparelho muito bom para minhas necessidades de geek, que não são poucas.

Por fim, o Motorola RAZR MAXX está APROVADO. É o Android ideal para quem deseja um smartphone com bom desempenho e ótima autonomia de bateria. Com ele, o seu carregador vai morar na casa do usuário, que é o seu lugar de origem. Fica o desejo que a Motorola decida atualizar o aparelho para o Android 4.1 Jelly Bean, para que torne o telefone ainda melhor. É uma interessante opção no mercado brasileiro pelo seu valor, e pode fazer a cabeça de muitos usuários que passam apuros no final do dia, sem bateria para ouvir sua música preferida na volta para casa, depois de um longo dia de trabalho.

Samsung está pagando até US$ 300 para quem trocar o seu atual telefone por um Galaxy S III

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A Samsung está dando uma mãozinha para aqueles que desejam adquirir algum dos seus smartphones. Para atrair novos consumidores, a empresa está oferecendo até US$ 300 para o atual smartphone do cliente na troca para um de seus modelos mais recentes, incluindo o Galaxy S III.

O programa recebe o nome de Samsung Upgrade, e é mais uma estratégia da fabricante sul-coreana em ampliar a sua liderança no mercado de smartphones. Recentemente, ela se tornou a empresa dominante no segmento, tirando a coroa que antes pertencia à Apple (vale lembrar que a Apple dominou o mercado apenas com o iPhone). Com uma grande variedade de smartphones, era quase inevitável que a Samsung assumisse tal liderança, e o Galaxy S III é apenas mais uma prova do momento favorável da empresa no segmento.

O Samsung Upgrade funciona da seguinte forma: você compra um smartphone da Samsung, e envia o seu velho telefone para eles em até 30 dias após a compra. A empresa vai avaliar o estado do seu produto, e vai mandar para você um cheque correspondente ao valor do produto enviado. Dependendo do estado do smartphone, eles podem pagar até US$ 300 pelo seu dispositivo.

Vale registrar que, dependendo do smartphone do cliente, a troca pode ser um bom negócio. Por exemplo, um iPhone 4S de 64 GB da AT&T está custando US$ 300, e a versão CDMA do smartphone da Apple custa US$ 250. Recuperar esse dinheiro na íntegra seria algo bem interessante para muitos usuários. Para outros modelos, o valor de mercado é mais baixo: por exemplo, um HTC One X custa US$ 175, o Motorola Razr Maxx custa US$ 250 (ou US$ 200, com dois anos de contrato com a Verizon), e o BlackBerry Bold 9930 tem preço sugerido de US$ 135.

Por enquanto, a promoção é válida apenas para o mercado norte-americano. Para mais informações sobre o Samsung Upgrade, clique aqui. Mas, quem sabe a Samsung do Brasil não adota essa ideia? Só me pergunto o quanto os nossos smartphones valeriam na hora da troca.

Via CNET

Fujifilm processa a Motorola por infração de patentes

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Outro processo por infração de patentes, e nesse caso, a empresa em questão foi a Fujifilm, que está levando a Motorola para os tribunais, que por sua vez, está com uma ação contra a Apple.

O processo em questão está relacionado às tecnologias relativas ao uso da câmera no smartphone (como você pode perceber, o negócio é, no mínimo, ambíguo e livre para diversas interpretações). Assim, o fabricante de câmeras fotográficas coloca os smartphones RAZR MAXX e Xyboard no olho do furação, por um suposto uso indevido de algumas das patentes reivindicadas pela fabricante japonesa.

Nesse ponto, não sabemos quais são as reais possibilidades da Fujifilm de levar esse processo adiante, mas vamos manter vocês informados sobre mais essa “Guerra de Patentes”.

Via Foss Patents

Motorola lança no Brasil o RAZR MAXX, com maior autonomia de bateria

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A Motorola Mobility do Brasil anuncia o lançamento oficial no mercado brasileiro do smartphone Motorola RAZR MAXX, que tem como principal destaque a maior autonomia de bateria disponível em um smartphone Android. O modelo chega ao mercado brasileiro na primeira quinzena de julho, com o sistema operacional Android 4.0 (Ice Cream Sandwich).

O lançamento possui apenas 8,99 mm de espessura, e é uma evolução direta do Motorola RAZR. Conta com o mesmo revestimento de fibra sintética Kevlar, tela com película Corning Gorilla Glass, e uma nova tela Super AMOLED Advanced, de 4,3 polegadas. Seu processador dual-core de 1.2 GHz e seus 1 GB de RAM oferecem ao Android Ice Cream Sandwich uma performance perfeita para o entretenimento e atividades multimídia.

Também merece destaque no Motorola RAZR MAXX o Smart Actions, aplicativo exclusivo da Motorola Mobility, que automatiza tarefas cotidianas com base em regras, como hora, local e nível da bateria. A ferramenta faz com que o smartphone avise o usuário quando e onde deve desligar a campainha, ou aumentar o volume quando uma determinada pessoa liga para você. O recurso também otimiza a bateria, diminuindo a luminosidade do display e desligando recursos que consomem mais energia no dispositivo. Com isso, o RAZR MAXX promete um aumento de autonomia de bateria de até 80%, com um aumento de peso de apenas 14%, se comparado ao RAZR original. Tudo isso, graças a uma bateria de 3.3 mAh.

O Motorola RAZR MAXX estará disponível no mercado brasileiro a partir do início do mês de julho. Seu preço não foi revelado.

Via assessoria de imprensa