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Lenovo YAOFAT F2, um tênis que monitora sua atividade física

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Lenovo YAOFAT F2

A Lenovo apresentou na Lenovo Tech World 2016 um tênis esportivo com muita tecnologia, o Lenovo YAOFAT F2.

O produto foi desenvolvido com a Vibram e o segmento da Intel especializado na tecnologia para wearables, que oferece o diminuto circuito Curie (com sensor de pressão, acelerômetros e giroscópio). As três empresas trabalharam por mais de um ano nesse projeto, que apresentam o Lenovo YAOFAT F2 como um protótipo final, pendente de decisão de lançamento ou não.

O Lenovo YAOFAT F2 oferece um sistema de monitoramento de atividade física, contando passos e estimando calorias queimadas. Só faltou um sensor cardíaco por motivos óbvios. Seu design é de um tênis esportivo convencional, mais pensado nas caminhadas do que nas maratonas. Disponível nas cores vermelho e branco, ele parece ser bem discreto, até que as luzes LED integradas no calçado se acendam.

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O tênis conta com baterias de 300 mAh, que alimentam sua funcionalidades. O dispositivo pode ser recarregado de forma sem fio, com a ajuda de um suporte Qi criado para a ocasião. Sua autonomia de bateria é de dez dias de uso, com a monitorização ativa por dez horas por dia.

Nada disso teria sentido se não houvesse um local para ver as informações sobre as atividades, e isso é possível através do smartphone (via Bluetooth 4.1). O aplicativo automatiza o envio dos seus dados nas redes sociais, e é capaz de controlar as atividades em alguns jogos de videogame, como o Dance Dance Revolution.

A seguir, um vídeo promocional e mais imagens do Lenovo YAOFAT F2.

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O smartphone pode te ajudar a descobrir por que você vai mal nos estudos

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Um grupo de pesquisadores da Universidade de Darmouth desenvolveram um aplicativo para smartphone chamado StudentLife. A ferramenta tem como objetivo detectar se os estudantes estavam sofrendo de elevados níveis de estresse, e como o seu ritmo de vida afetava o seu desempenho acadêmico.

O resultado foi surpreendente. Os estudantes que participaram do estudo foram eximidos dos exames finais do curso, e o nível de estresse do grupo era tamanho que todos tiveram que completar os trabalhos durante o verão. O resultado? Quando esse grupo voltou para a universidade, foi como se o estresse do semestre anterior jamais tivesse existido.

O aplicativo registra todas as atividades do estudante, como nível de atividade física, frequência e duração de conversas com outras pessoas. Tudo é quantificado com a ajuda do GPS, e um sistema que usa as câmeras do smartphone podem detectar quando os estudantes iam dormir a cada noite.

Todos os estudantes do grupo analisado permitiram a coleta dos seus dados, e toda essa informação serviu para detectar certos padrões de sucesso ou fracasso nos estudos. Por exemplo, o fato dos estudantes bem sucedidos socializarem mais e ter conversas mais duradouras, enquanto que os estudantes deprimidos interagiam menos e dormiam demais.

Os resultados do estudo servem para demonstra que os smartphones podem sim ser úteis para um monitoramento contínuo da saúde mental dos estudantes, e se transformarão em métodos muito mais valiosos que os ocasionais testes e questionários rápidos. Não só isso: a base do estudo serve não apenas para estudantes, mas para qualquer pessoa poder melhorar a sua vida, coma ajuda de alertas que podem detectar os níveis de estresse elevados.

Via NewScientist

Elemoon, um wearable pensado por (e para) mulheres

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O Elemoon quer mudr essa tendência de wearables claramente orientados para o público masculino. O dispositivo é especialmente pensado nas mulheres, mas no final das contas, a escolha é sempre do usuário, ok?

Esse bracelete largo tem uma aparência que lembra os acessórios que as mulheres usam no dia a dia. Na sua parte frontal, temos uma série de LEDs coloridos, que oferecem diferentes informações como chamadas ou mensagens de texto recebidas. As notificações podem ser personalizadas através de um aplicativo, oferecendo assim diferentes combinações de acordo com a pessoa que está entrando em contato.

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O bracelete também permite localizar o seu smartphone em caso de perda, é compatível com os sistemas iOS e Android, e pode monitorar nossa atividade, além de ser resistente à água.

O Elemoon está nesse momento arrecadando fundos no Kickstarter, e seu preço mínimo é de US$ 199 (mais US$ 20 para taxas de envio para fora dos EUA). Se tudo der certo, o acessório começa a ser distribuído em fevereiro de 2015.

Via TechCrunch, Kickstarter

Runtastic Orbit é mais uma aposta no mundo das pulseiras quantificadoras

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A Runtastic, que já é conhecida pelos seus aplicativos para os esportistas, é mais uma que se aventura nesse mundo de pulseiras quantificadoras, anunciando o Orbit, sua opção nesse segmento.

Tal como as outras, a pulseira Runtastic Orbit é capaz de registrar nossa atividade física e nosso tempo de descanso. possui uma pequena tela OLED no seu corpo, que é resistente à água (até 100 metros de profundidade). O usuário recebe duas correiras (nas cores preto e azul), mas outras cores podem ser adquiridas em separado.

Com a ajuda do aplicativo Runtastic me, é possível sincronizar a pulseira com o smartphone, acessando os dados coletados ao longo do dia. Com isso, você analisa o seu progresso, e com a função Orbit Connect, a pulseira atua como segunda tela, mostrando dados como velocidade média, tempo gasto no exercício, entre outros.

A Runtastic Orbit chega ao mercado em 11 de agosto, com preço sugerido de 119,99 euros.

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Via Runtastic Orbit

Recon Jet, o óculos inteligente desportivo já está pronto

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O Recon Jet recebeu alguns pequenos ajustes, e teve o seu desenho final apresentado. A primeira mudança importante passa pela sua tela, que agora é ligeiramente inclinada para cima, para oferecer um melhor ângulo de visão e orientação da câmera. Essa mudança resulta em uma melhor ergonomia do óculos, tornando o produto mais confortável durante o seu uso.

Outra mudança notável é a presença da certificação IP65, de modo que o produto agora suporta muito melhor os efeitos da água e poeira, além do projeto da comercialização de um novo case protetor para o seu transporte. O que não mudou é a sua data de lançamento, prevista para o dia 25 de setembro.

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Via Recon

Toshiba cria quantificador para ser instalado no peito

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A Toshiba decidiu entrar no novo mundo dos quantificadores, e em setembro, vai lançar o Slimee Bar Type. Não é o menor gadget de sua categoria, mas é uma das mais diferenciadas. Aposta nos sensores que reconhecem dados do corpo com precisão, com um simples repousar do produto no peito do usuário.

Inicialmente, o produto será vendido para universidades, centros de pesquisa e empresas japonesas. Não é especialmente pensado na mobilidade, e é considerado uma ferramenta para testes e desenvolvimento específico nesses setores. A Toshiba não o catalogou como um produto farmacêutico.

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Seus sensores podem fazer a leitura simultânea da pulsação e criar eletrocardiogramas, além de quantificar o movimento do corpo e sua temperatura. Uma tira adesiva ajuda na fixação do dispositivo no corpo, e os dados recolhidos pelo dispositivo é enviado para o nosso smartphone via Bluetooth.

Vale lembrar que o Slimee Bar Type é resistente à água (IPX5/IPX7), e que suas dimensões são de 64 x 28 x 9.6 milímetros, com peso de 14.6 gramas.

A Toshiba considera o setor da saúde um dos três segmentos tecnológicos que uma empresa relevante deve estar. O objetivo deles é faturar mais de US$ 6 bilhões no primeiro ano fiscal apenas nesse setor.

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Via Toshiba

Facebook adquire o aplicativo de quantificação Moves

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Mark Zuckerberg mais uma vez tirou o cartão de crédito do bolso, e dessa vez, o Facebook adquiriu o aplicativo de monitoração de atividades físicas Moves. O app está disponível para Android e iOS, e segundo os seus responsáveis, ele segue funcionando de forma independente, e não perderá a sua identidade.

Valores da aquisição não foram revelados, mas tal manobra demonstra a intenção do Facebook em apostar em vários segmentos que são tendência no mercado. A aquisição acontece “coincidentemente” logo depois de anunciar que a Nike vai abandonar parcialmente no mercado de hardware para reforçar a sua aliança com a Apple nesse segmento. O Facebook pode muito bem querer competir em um mercado que está no auge, como é o da quantificação pessoal, mesmo que esse mercado apresente incógnitas importantes.

Segundo o The Wall Street Journal, o Moves teve mais de 4 milhões de downloads no Android e no iOS desde o último mês de janeiro. Seus responsáveis liberaram uma API para que desenvolvedores possam criar aplicativos entorno de seus dados – há pelo menos mais de 40 apps já aproveitando desse expediente -, e isso o torna muito promissor.

Ainda não sabemos como a compra afetará o Facebook como rede social – se é que vai afetar de alguma forma.

Download
Moves para Android
Moves para iOS

Via WSJ

Garmin Edge 1000, o computador de bordo que falta na sua bicicleta

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A Garmin apresenta um pequeno equipamento que quer mudar e melhorar a experiência de qualquer ciclista. O Garmin Edge 1000 oferece quase todo o tipo de informação que você precisa sobre o seu progressem em cima de uma bicicleta, principalmente se você é um ciclista que leva a atividade a sério.

Velocidade, cadência da pedalara, rotas, ritmo cardíaco e até quais dos seus amigos realizaram o mesmo percurso e seus tempos. Estas são algumas das informações que podem ser coletadas com o dispositivo.

O Garmin Edge 1000 conta com uma tela touch colorida de 3 polegadas, contando com um sensor de luz que ajusta o brilho para que (na teoria) você veja perfeitamente as informações da tela mesmo em um dia com sol forte. O produto conta com WiFi integrado, GPS (para rotas e navegação) e Bluetooth 4.0 para sincronizar com o seu smartphone, permitindo a visualização das notificações de chamadas ou mensagens enquanto você está pedalando.

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Além disso, é possível conectar praticamente qualquer sensor que funcione com o padrão ANT+, permitindo que você veja as informações do seu ritmo cardíaco (se você contar com um medidor), da cadência e potência da pedalada de cada lado. Se a bicicleta possui um câmbio Shimano Di2, é possível ver na tela a mudança de marcha ideal para um determinado terreno, seja em áreas planas ou trechos inclinados.

Por fim, a ideia do Garmin Edge 1000 é oferecer a integração completa das informações que você precisa em um único equipamento. A ideia é boa, porém, cara: seu preço sugerido é de US$ 600 (US$ 700, com o medidor cardíaco e os sensores de cadência e velocidade), e o produto chegará ao mercado ainda nesse segundo trimestre de 2014.

 

Via Garmin

Um de cada três compradores de dispositivos wearables abandonam o produto em seis meses

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Os dispositivos wearables estão se transformando aos poucos em uma das grandes tendências tecnológicas de 2014. Vários dispositivos com formatos e propostas diferentes estão aparecendo, tentando assim estabelecer um mercado que promete crescer muito, e ser uma fonte de lucros preciosa para os fabricantes. Porém, o começo dessa jornada está longe de ser um mar de rosas.

Nenhum fabricante conseguiu desenvolver um dispositivo que agrade a todos os usuários, e que ainda por cima, seja algo realmente útil. Não só isso: tal como revela um estudo recente, todos os fabricantes estão falhando em um detalhe importantíssimo, que é a sua utilização ao longo do tempo.

Resultado: o consumidor está perdendo o interesse no produto muito rapidamente.

Quantificar os passos, mas não os dias que se usa o produto

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Um relatório da Edeavour Parnters indica que nesse momento, nos Estados Unidos, um em cada dez adultos com mais de 18 anos de idade contam com um dispositivo que registra a atividade físico. 25% desse nicho é composto pelas pessoas com idades entre 25 a 34 anos de idade, e este é o segundo maior grupo da população norte-americana.

O resultado desse estudo é algo muito contundente: um em cada três norte-americanos deixam de usar esse dispositivos ao longo de seis meses. FitBit, Nike, Jawbone e outros estão vendendo bem os seus produtos, mas não conseguem fazer com que as pessoas continuem se sentindo atraídas pelos produtos com o passar do tempo.

Ainda que o nível de aceitação é elevado, o interesse cai de forma tão notável que esse é um sintoma que mostra a realidade dos fabricantes de wearables: todos querem ter o seu, mas ninguém tem uma estratégia clara para engajar o usuário depois da venda.

Os criadores do relatório apontam algumas das chaves do sucesso desses dispositivos. Um bom design, uma experiência de configuração simples, a qualidade dos materiais, a robustez e a integração do produto com outros serviços e plataformas. Além disso, o produto deve ser compatível com o estilo de vida que cada um leva, algo que é muito difícil. Por fim, que esse produto seja útil de forma global.

As informações reveladas pelo estudo são bem relevantes, e devem servir para os fabricantes para revisar as suas respectivas estratégias a médio e longo prazo. Precisam sim seguir trabalhando para que a quantificação seja algo atraente ao longo do tempo, e que não se limite ao mero capricho pela última tendência.

Via Endeavour Partners