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Assim são os anúncios dos smartphones com desconto da Amazon

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Recentemente comentamos aqui no blog que a Amazon iniciou uma promoção de venda de smartphones com preços reduzidos em troca de exibição de publicidade na tela bloqueada. Por enquanto, apenas o BLU R1 HD e o Moto G4 estão incluídos nessa promoção, e o youtuber Tim Schofield fez o unboxing de um desses smartphones, mostrando exatamente como seriam esses anúncios.

 

Similar ao que existe hoje no Kindle

A publicidade nesses smartphones é similar ao que vemos nas telas de repouso dos e-readers Kindle, com imagens e preços de produtos disponíveis na Amazon. Após umas primeiras telas iniciais de configuração de qualquer Android, o smartphone mostra uma tela especial da plataforma de compra onde indica que, para continuar, é necessário iniciar a seção com uma conta da Amazon e aceitar os termos do acordo.

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Uma vez concluída a configuração do smartphone, podemos ver como a cada vez que a tela é ligada, um novo anúncio de publicidade aparece na tela de bloqueio, com um botão de acesso direto para a compra do item exibido. O vídeo também mostra que não apenas estão presentes os anúncios, mas também vários aplicativos da Amazon pré-instalados, e um widget com ofertas.

Alémd isso, se você receber notificações, elas serão exibidas em pequenas caixas retangulares de informação, e ao final, um item com publicidade da Amazon.

Tim vai além, e decide instalar no smartphone o Next, um popular aplicativo de tela de bloqueio, para ver o que acontece nos anúncios. Efetivamente, a tela de anúncios da Amazon desaparece, o que pode ser uma alternativa para quem quer retirar os anúncios.

Ou seja, visto pelo visto, o acordo de publicidade para o usuário pode sair muito em conta.

 

Via RedditYouTube

A publicidade móvel pode consumir até 79% dos seus dados

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Estamos em pleno debate sobre a necessidade e pouca otimização de publicidade na internet. Não só pelo fato de entorpecer a visibilidade dos sites em telas pequenas, mas também no consumo de dados móveis.

A Apple abriu a porta dos adblockers nativos no iOS 9, e o assunto voltou a ficar em evidências. Algumas operadoras europeias já moderam a publicidade exibida em conexão móvel. E agora, um novo estudo mostra um dado alarmante: até 79% do nosso consumo de dados durante o uso do navegador pode ser causado pela publicidade.

 

Porcentagens para todos os gostos

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O gráfico acima mostra que o consumo de dados nos smartphones com e sem um bloqueador de publicidade varia muito de acordo com o caso. Nem todos os anúncios são iguais, ou estão mal otimizados. Mas vemos que em casos extremos e em determinados sites, quase 80% dos dados baixados correspondem à publicidade.

Obviamente que vemos os casos em que o gasto é muito menor, e ainda assim é resenhável. No melhor dos casos estudados, a publicidade não chega a ser 30% do consumo total de dados em sites especificamente de notícias, onde os anúncios contam com grande predominância. É um dado conhecido, porém, alguns servidores de publicidade para sites taxam o consumo de dados entre 10% e 50% dos planos de dados dos usuários, fazendo uma estimativa entre o tempo que ele passa navegando e utilizando aplicativos que também consomem dados nos smartphones.

O New York Times realizou a alguns meses um estudo sobre a publicidade nos sites mais populares de notícias nos Estados Unidos. Não no consumo de dados, mas sim no tempo de carga das páginas, e o resultado mostra que o abuso existe, prejudicando seriamente a navegação. Até 80% do tempo de carga são de anúncios em alguns sites.

 

Porque nem tudo é consumido pelo navegador

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Mas isso não quer dizer que a publicidade pura e simples consome os 79% registrados pelo estudo. O consumo total entre aplicativos de mensagens, chamdas VoIP, conexões de diferentes aplicativos, apps de conteúdo multimídia como vídeo e música e o tráfego produzido por aplicativos de redes sociais também impactam no consumo.

Porém, ainda que o estudo represente apenas uma mostra do que podemos encontrar na internet, veremos as consequências das páginas que abusam da publicidade daquelas que simplesmente não estão otimizadas para smartphones. O Google já decidiu que vai começar a premiar os sites otimizados.

Dito isso, use o bloqueador de publicidade com parcimônia. Alguns sites apelam do recurso da publicidade. Por enquanto, essa é uma via de receita muito importante para muitos sites (inclusive o nosso) que não podem abrir mão dela. Ao mesmo tempo, é nosso dever deixar essa mesma publicidade otimizada para a sua melhor navegação.

Via BusinessInsider

Este é o dinheiro que um usuário gera ao Facebook

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Todo mundo sabe que o Facebook obtém seus lucros pela publicidade, mas… quanto dinheiro um usuário comum gera ao Facebook? Não dá para obter uma resposta uniforme, uma vez que os números podem variar de acordo com a nacionalidade do usuário, mas dados de um estudo da empresa eMarketer revelam ao menos como o usuário norte-americano vale para Mark Zuckerberg.

Cada usuário do Facebook nos EUA tem um valor em publicidade de US$ 48,76 por ano. O valor pode parecer pequeno, mas multiplicado por centenas de milhões de usuários… Enfim, os usuários que não são norte-americanos geram uma média de US$ 7.71 de lucros em publicidade por ano, algo muito distante dos norte-americanos, o que deixam claro que as grandes empresas de publicidade valorizam mais o marketing no Facebook dentro dos EUA do que fora dele.

O gráfico abaixo mostra uma previsão de crescimento dos lucros em publicidade, que podem alcançar nos EUA o valor de US$ 61,06 em 2016, e US$ 73,29 em 2017, enquanto que os usuários dos outros países ficariam nos valores de US$ 9,26 e US$ 10,79, respectivamente.

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Não resta dúvidas que o Facebook explora ao extremo a sua ideia de oferecer um serviço gratuito em troca de transformar o usuário em produto, algo que outras empresas souberam explorar perfeitamente. A Google é uma prova do que estou falando.

Via The Telegraph

HTC já insere publicidade em seus smartphones

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Mesmo com uma avalanche de protestos em sua comunidade, a HTC decidiu seguir em frente com o seu plano de exibir publicidade nos seus smartphones. Para isso, eles estão utilizando o aplicativo Blinkfeed para inserir um anúncio em forma de notificação para o filme ‘Quarteto Fantástico’, oferecendo um novo tema para o smartphone.

Essa é mais uma medida (quase) desesperada da HTC para sair da fase difícil. Não duvido da qualidade do hardware de seus produtos, que está entre os melhores para a plataforma Android. Mas em um mercado tão complexo, isso não basta para vender smartphones.

A HTC utiliza um aplicativo nativo integrado na interface que, como padrão, está habilitado para mostrar essas publicidades. Além disso, os usuários que não usam o HTC Sense recebem notificações de publicidade encoberta em um fundo de tela de ‘presente’, que exibe mensagens promocionais.

A manobra da HTC é simplesmente inexplicável. O catálogo de dispositivos da empresa não é suficientemente grande para rentabilizar uma ação que já irritou milhares dos seus usuários que pagam caro por um terminal premium e, obviamente, sem publicidade incluída.

Imagem: DroidLife

Uma nova tela na Times Square é tão grande quanto um campo de futebol

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Dizem que para você detectar um estrangeiro em Nova York, tudo o que você precisa fazer é olhar para alguém que está olhando para cima, impressionado com as luzes da Big Apple. Mas podemos dizer que com essa nova tela publicitária colocada na Times Square, muitos locais também ficarão embasbacados pela rua.

Com 24 milhões de pixels, a tela se tornou o maior painel publicitário dos Estados Unidos, com uma altura de 8 andares, cobrindo a largura de um quarteirão (entre as ruas 45 e 46). Segundo o New York Times, o custo da publicidade nesse painel pode alcançar o US$ 2.5 milhões por quatro semanas, e quem vai inaugurar essa tela será ninguém menos que a Google, que manterá campanhas na tela até 2015.

De qualquer forma, a tela não é a maior do mundo, já que a LG coloca sua publicidade na Arábia Saudita em uma tela com 250 metros de largura.

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Essa propaganda será exibida em seu pulso em 3, 2, 1…

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Hoje, qualquer tela, independente do seu tamanho, pode receber propagandas que podem ser bem recebidas (ou não) pelos usuários. E parece que os wearables não estão livres disso. Bom, pelo menos se depender da empresa Tecsol Software.

Eles querem ser os primeiros a lançar um motor de anúncios pensado nos gadgets vestíveis. Por enquanto, o foco principal são os relógios inteligentes, e eles entendem que a ideia do Motorola Moto 360 se transformar em um painel de anúncios é algo incrível (para eles).

 

Tênis em oferta na loja que está na sua frente

O uso proposto pela Tecsol é bem simples: publicidade contextual. Você passa diante de um estabelecimento, e recebe uma notificação avisando sobre uma promoção específica. Tecnicamente, o sistema é bem simples, e até agora, o tal motor só exibe imagens estáticas.

Porém, só nesse ponto, já tempos dois problemas. Um deles é o que as pessoas pensam disso. Tem gente que quer receber tais notificações. Já outros não querem os anúncios por perto. No final das contas, vivemos rodeado de estímulos, e fica cada vez mais difícil se destacar diante de tanto ruído visual.

O outro problema é a forma como esse sistema vai acessar nossos dados. Será específico o tipo de informação que esse motor de publicidade poderá acessar? Afinal de contas, os smartwatches poderão ler dados de passos, calorias queimadas, pulsações e o nosso posicionamento. O sistema vai usar essas variáveis para segmentar os anúncios enviados?

Por fim – e se esse modelo vingar -, terá alguma distinção entre os dispositivos que recebem ou não a publicidade? Por exemplo, um aplicativo: terá duas versões, com e sem propagandas?

Fato é que esta é uma categoria que ainda dá os seus primeiros passos, e muitas coisas precisam ser definidas para que os planos dessa empresa vinguem. Até porque não sabemos se os wearables vão conquistar o grande público, ou se serão um gadget para um nicho de mercado. Sem essa definição, é difícil fazer uma aposta como essas vingar, não é mesmo?

Via VentureBeat

Apple cria uma agência de publicidade prórpia que chegará a ter 1.000 funcionários

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A Apple está criando a sua própria divisão de marketing, com o objetivo de oferecer um trabalho mais eficiente na hora de promover os seus produtos e serviços. A ideia é fazer com que a empresa continue a ser lembrada pelas impecáveis campanhas publicitárias do passado, com novas soluções que chamem a atenção do consumidor.

As campanhas publicitárias da Apple são consideradas como algumas das melhores da indústria de tecnologia há muito tempo. Em ordem de importância, temos o lendário comercial de 1984 (vídeo no final do post), seguida das campanhas PC vs Mac, e vale a pena uma menção para as silhuetas de publicidade do iPod. Porém, nos últimos anos, nada de muito especial apareceu das mãos da Apple nesse sentido, e isso até o Phil Schiller (vice-presidente sênior de publicidade global da Apple) admitiu recentemente em um dos e-mails publicados na disputa de patentes com a Samsung.

Na ocasião, Schiller reconhece que recentemente a Samsung tem feito um trabalho melhor que a Apple no segmento da publicidade. E para solucionar esse problema, essa nova divisão está nascendo. Divisão essa que já contaria com líderes importantes que estariam se preparando para contratar até 1.000 empregados.

Porém, isso não quer dizer que a Apple pretende romper os seus laços com a TBWA/Media Arts Labs, empresa por trás dos maiores anúncios da empresa. Pelo contrário: a parceria continua, mas a diferença é que agora existirá uma espécie de “competição” com as ideias internas do marketing da Apple, e até pode haver o convite para que outras empresas possam apresentar suas ideias, sempre com o conceito que “a melhor campanha vence”.

Resta saber se essa estratégia é a mais apropriada para criar anúncios tão icônicos como os do passado, mas adimito que a ideia é bem curiosa e promissora.

 

Via AdAge

Rumor: Amazon está preparando um serviço gratuito de streaming de vídeos (com publicidade)

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Na próxima semana, a Amazon vai realizar um evento relacionado aos serviços de vídeo e o lar. Se até agora todos os sinais apontava para um streamer de conteúdos com importante foco para os videogames, o Wall Street Journal revela hoje um adicional interessante: podemos ter um serviço de streaming de vídeo gratuito com publicidade.

Esta nova via de negócios da Amazon incluiria tanto o conteúdo de produções originais como de terceiros. De fato, a Amazon já investe a algum tempo nos dois segmentos: estima-se que em 2013, eles gastaram US$ 1 bilhão na produção de conteúdo para o seu serviço de streaming.

A diferença da Amazon para os seus rivais seria a publicidade. Eles planejam oferecer uma nova via de acesso ao seu conteúdo pelos canais já existentes, mas de forma gratuita, ou seja, sem a necessidade de assinatura ao seu serviço premium de compras. Também vai servir para a Amazon entrar em competição direta com as principais empresas do segmento de streaming, assim como no mercado de publicidade em conteúdos multimídia.

Isso não significa o fim da Amazon Prime. Pelo contrário: a publicidade vinculada pode ser até um estímulo para muitos adquirirem a assinatura anual, para justamente não ter que sofrer interrupções nos programas assistidos.

Com o formato de vídeos com publicidade, a Amazon pode oferecer videoclipes musicais associados a buscas na sua própria loja, o que pode ser melhorado, levando em conta tudo o que a gigante do e-commerce já conhece dos nossos gostos e hábitos.

Por enquanto, tudo está na zona dos rumores. Na semana que vem, vamos descobrir a verdade sobre os planos da Amazon.

Via WSJ

Teremos smartwatches cheios de banners publicitários?

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A febre dos smartwatches está apenas come;cando. De acordo com uma recente pesquisa feita pela Nielsen, 15% dos usuários colocaria em seu pulso algum tipo de wearable. Isso é algo muito tentador para marcas e anunciantes, pois o relógio inteligente pode se transformar em mais uma plataforma de publicidade, aumentando o lucro dos envolvidos.

Mas… será que vai ser assim mesmo? O site Mashable contempla essa possibilidade, e entrevistou algumas das principais agências de  publicidade nova-iorquinas, e pelo menos por enquanto, isso não vai acontecer. “O smartwatch não representa algo importante nesse momento”, sentencia Doug Hetch, presidente da agência de publicidade Digitaria, que vê os relógios inteligentes como “uma extensão dos smartphones”, em termos de publicidade.

Mas… como funcionaria a publicdade nos smartwatches?

O usuário verá anúncios baseados em seus interesses e localização, ou seja, imagina-se que quando ele chegar a uma cidade que ele nunca esteve, ele vai receber uma notificação, anunciando algum local próximo que os seus amigos no Facebook recomendaram ou frequentam. Em um cenário hipotético, também deve receber notificações de cupons de desconto via Foursquare, onde todos saem ganhando com a veiculação da campanha.

Tudo isso vai depender da quantidade de relógios distribuídos no mercado. Hoje, ainda são poucos. Quem sabe em um futuro a médio prazo?

Via Mashable

BlackBerry: as conversas no BBM não terão publicidade, mas nos Channels, sim

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O BBM, popular aplicativo de mensagens da BlackBerry – agora, multiplataforma – evoluiu. Na semana passada, era anunciada a chegada dos stickers, e de uma loja onde era possível comprá-los, a BBM Shop. Além disso, de forma mais sigilosa, eles começaram a testar a inclusão de conteúdos promocionais e anúncios no BBM Channels, a parte social e pública do BBM. Isso significa que veremos anúncios em nossas conversas?

A resposta, que está publicada em um post no blog oficial da BlackBerry, é um contundente “não”.

Segundo a BlackBerry, “as conversas no BBM são intocáveis”, e a empresa alega que quer manter a experiência atual na comunicação do usuário com os seus amigos, família e colegas de trabalho, livre de qualquer anúncio.

A publicidade no BBM Channels

O BBM Channels sim, vai mostrar conteúdos publicitários e promocionais, três categorias:

* Localização destacada: os donos dos canais poderão pagar para incluir a sua publicidade na lista de Canais em Destaque.

* Convites patrocinados: os proprietários de um canal podem convidar aos usuários (especificando parâmetros como idade, localização e interesse), que podem aceitar ou recusar o convite. Para evitar que sejamos bombardeados com convites, o sistema limita o envio de três convites por usuário ao mês, e se algum desses convites for recusado, o canal em questão não pode mais enviar convites.

* Posts patrocinados: é parecido com o que acontece hoje no Twitter. Na aba de atualizações, o usuário vai ver o que publicam os seus contatos e os canais que eles assinam. Com os posts patrocinados, serão incluídas algumas atualizações etiquetadas como tal.

Ao que tudo indica, não será uma publicidade muito intrusiva, mas os convites podem ser algo que pode incomodar alguns usuários, mesmo com estas limitações. A BlackBerry garante que estas opções promocionais só serão oferecidas a um grupo seleto de marcas, e que serão muito restritas na hora de controlar a quantidade de publicidade que receberão os seus usuários.

Via BlackBerry (blog oficial)

A NSA utilizou aplicativos “inseguros” e até o Angry Birds para espionar usuários

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De acordo com os últimos vazamentos de Edward Snowden, a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) e o seu equivalente britânico, o Quartel General de Comunicações do Governo do Reino Unido (GCHQ) teriam utilizado aplicativos de dispositivos móveis e até o Angry Birds para coletar todo e qualquer tipo de informação pessoal do usuário.

Segundo publicam o The Guardian, o ProPublica e o Ney York Times, tanto a NSA como o GCHQ podem acessar detalhes, como os códigos de identificação do smartphone em uso, a localização do dispositivo, o sexo, a idade e o estado civil do usuário, utilizando brechas como as presentes na rede de publicidade do Angry Birds, que oferecem esta informação para as agências de marketing (que também são espionadas pelas agências).

Os dados divulgados por Snowden não revelam o número de usuários afetados com a espionagem, mas se levarmos em conta que o Angry Birds tem mais de 1.7 bilhão de downloads desde o seu lançamento, já dá para ter uma boa extensão do potencial do programa.

Um dos documentos revelados por Snowden informa que basta atualizar o software instalado em um dispositivo Android para que centenas de linhas com informações relevantes sobre o histórico do seu smartphone fiquem expostos. Os dados são utilizados por anunciantes presentes nos apps gratuitos, para criar perfis detalhados de usuários, e assim, criar uma publicidade mais eficiente. E agora, para que os dados caiam nas mãos das agências de inteligência.

E a brecha não se limita aos apps do Android. Os aplicativos do iOS são igualmente vulneráveis às ações da NSA e GCHQ, cujos agentes teriam compartilhado informações técnicas para extrair dados como listas de contatos, históricos de chamadas e metadados armazenados em fotos compartilhadas nas principais redes sociais, através de dispositivos das duas principais plataformas móveis.

Por fim, o New York Times informa que análises conjuntas realizadas em 2009 entre a NSA e o GCHQ terminaram com o surpreendente resultado de mais de 30 milhões de contatos “de interesse”, depois de meses de processamento.

Via The Guardian, The New York Times, ProPublica

Vídeo | O novo comercial do Samsung Galaxy Gear foi uma das piores coisas desse Natal

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Eu sei que muita gente deve ter visto esse vídeo nos últimos dias, mas como eu decidi aproveitar a companhia dos meus familiares durante o Natal (e deixar a internet um pouco de lado), vou falar sobre esse assunto apenas hoje. Mas… fato é que: a Samsung conseguiu algo que não é fácil com o seu Galaxy Gear: não passar indiferente a ninguém. Ainda mais depois dessa última campanha publicitária.

O célebre relógio dos coreanos segue o seu ciclo de evolução, com constantes atualizações. Nesse meio tempo, o produto precisa conviver com algumas críticas, onde algumas pessoas o acusam de contar com um desenho tosco, ou por contar com um resultado final de um produto que mais parece um protótipo do que uma versão final do produto. Ou seja, a vida do Galaxy Gear já não é muito fácil por conta do produto em si.

Agora, adicione os diversos veículos especializados e blogs, que discutem o quesito vendas. Existem acusações de alguns importantes meios de imprensa sobre uma suposta “maquiagem” sobre os números divulgados pela Samsung sobre as vendas do Galaxy Gear. Por outro lado, os sul-coreanos garantem que o produto possui um ritmo de vendas “muito saudável”, mas sem entrar em detalhes.

Com um cenário como esse, era de se esperar que o período de vendas de Natal pudesse ajudar a melhorar esse cenário. E a Samsung preparou uma publicidade toda especial para esse período do ano. Porém, a estratégia não foi aquela que eu posso considerar como “sábia” (para dizer o mínimo).

O anúncio faz uma revisão das principais funções que o Galaxy Gear possui. Até aí, tudo bem. O problema é que o vídeo dá a entender que qualquer cidadão com o tal relógio inteligente da Samsung pode se dar bem em uma abordagem com finalidades amorosas. Ok, a ideia parece ser boa, mas o resultado passa bem longe de ser bem sucedido.

Aconteceu de forma involuntária? Ou era esse o objetivo da Samsung? Não sabemos. Mas tire as suas próprias conclusões vendo o anúncio a seguir.

 

Via Phandroid

Samsung reúne “o mais poderoso time de futebol da história” para promover o Galaxy 11

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A algumas semanas, a Samsung publicou alguns vídeos onde alienígenas estavam inserindo bizarras imagens em locais famosos ao redor do planeta, e descobriu-se que se tratava de uma invasão alienígena, que tinha como objetivo acabar com o futebol no planeta. O primeiro vídeo mostrava o contato da lenda do futebol alemão Franz Beckembauer informando que entrou em contato com os alienígenas.

 

Depois disso, a “imprensa” foi atrás dessa história, e entrevistou Beckembauer.

 

Na sequência, essas figuras bizarras do vídeo abaixo foram vistas no Allianz Arena, em Munique (Alemanha).

 

E agora, temos a campanha por completo, com a convocação daquele que é considerado “o mais poderoso time de futebol da história”. Um grupo de atletas com poderes de outro planeta, para combater uma invasão alienígena com o poder do futebol.

Muito bem, essa campanha pode significar duas coisas:

1. ou esse é o institucional da Samsung para todos os seus produtos durante o ano de 2014, utilizando como pano de fundo o futebol (afinal, estaremos em ano de Copa do Mundo).

2. ou essa campanha é para o lançamento de um novo produto. Segundo especula o ETNews, a Samsung pode lançar em breve um tablet de 10.5 polegadas (OLED). Tradicionalmente, os sul-coreanos lançam produtos com telas de 10.1 polegadas. Outros rumores afirmam que esse novo tablet pode até contar com uma tela de 12 polegadas, mas não existe nada de concreto.

Fato é que a campanha existe, e tem como foco principal o termo Galaxy 11. Pode até ser que mais de um produto seja apresentado, uma vez que 13 jogadores foram recrutados, representando seleções e clubes de todos os continentes.

Ah, a lista do “maior time de futebol da história” (segundo a Samsung)? A seguir:

1. Lionel Messi (Argentina – Capitão)
2. Mario Götze (Alemanha)
3. Oscar (Brasil)
4. Wu Lei (China)
5. Stephan El Shaarawy (Itália)
6. Victor Moses (Nigéria)
7. Radamel Falcao (Colômbia)
8. Lee Chung-Yong (Coreia do Sul)
9. Iker Casillas (Espanha)
10. Wayne Rooney (Inglaterra)
11. Landon Donovan (Estados Unidos)
12. Alexander Kerzhakov (Rússia)
13. Cristiano Ronaldo (Portugal)

P.S.: não… Neymar não está na lista. E nem estaria. Afinal de contas, ele é patrocinado por uma marca concorrente (a Panasonic).

 

Via Samsung Tomorrow, IGN

Motorola Moto G aparece em folheto de Natal

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O Natal está chegando e, ao que tudo indica, os fabricantes ainda vão apresentar novidades para esse período de vendas tão desejado. A Motorola, por exemplo: não faz muito tempo que eles deixaram vazar em seu site o nome Moto G “por engano”, e nessa semana, vimos uma campanha publicitária em uma revista mostrando o smartphone. Agora, mais um indício de sua existência aparece na internet.

O pessoal do site GSMArena conseguiu um folheto preparado pelas lojas britânicas da Phones4U, que mostra o Moto G e algumas de suas características, em uma típica campanha natalina. Agora, sabemos que o novo smartphone terá uma tela de 4.3 polegadas, processador Qualcomm Snapdragon quad-core de 1.2 GHz, câmera traseira de 5 megapixels e 8 GB de armazenamento.

O mais interessante do anúncio, entretanto, é a confirmação que o Moto G pode ser mesmo o modelo de baixo custo da Motorola. No Reino Unido, a Phones4U anunciou o smartphone a 135 libras (ou US$ 215, ou 160 euros), sem contratos de permanência com as operadoras.

Se esse valor se confirmar, o Moto G pode se transformar automaticamente em um dos dispositivos mais populares entre os modelos considerados de entrada. E, levando em conta que estamos diante de um anúncio natalino, podemos concluir que o Moto G pode ser anunciado a qualquer momento.

Via GSMArena

…e assim será a publicidade no Instagram

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O Instagram já havia avisado que, em breve, os seus usuários norte-americanos veriam publicidades entre as fotos exibidas em seu serviço, e uma primeira mostra de como essa publicidade vai funcionar foi apresentada.

A divisão do Facebook compartilhou não só a amostra dessa publicidade, mas também que a marca “Sponsored” (no canto superior direito) funcionará como um link para um texto, onde eles explicarão a forma como esses anúncios estão funcionando.

As imagens de promoção de produtos e serviços começarão a aparecer de forma limitada nas contas dos usuários dos Estados Unidos nas próximas semanas, mostrando nomes de empresas como Ben & Jerry’s, Lexus, Levi’s e PayPal.

Mais exemplos das publicidades no Instagram a seguir.

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Via Instagram, TechCrunch

A publicidade da LG detecta que você está utilizando um smartphone da concorrência (e te convida a comprar um LG G2)

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Adoramos estratégias de marketing que quase beiram à trollagem contra os seus concorrentes. A LG já demonstrou que tem essa habilidade, quando decidiu colocar outdoors gigantes em Nova York, em locais estratégicos, para promover o seu então recém lançado Optimus G, praticamente nos mesmos locais onde a Samsung promovia o lançamento do Galaxy S4. Agora, eles estendem o efeito para os demais fabricantes.

A última façanha veio da agência de publicidade M&C Saatchi, que ficou encarregada em desenvolver o novo banner de publicidade da empresa (que você vê na foto acima). Mas, longe de ser uma simples animação que tenta chamar a sua atenção, o banner consegue na prática identificar qual é o telefone que está exibindo a sua propaganda, e utilizar essa informação para promover o recente lançamento da empresa, o LG G2. Mais: dizendo que o G2 é melhor que o telefone que o usuário utiliza para visualizar essa propaganda.

No exemplo acima, temos um HTC One, que foi detectado pelo banner, que por sua vez informa ao usuário que, com o LG G2, o usuário poderia ter pelo menos 30% a mais de bateria. Simplesmente genial, e até mesmo divertido.

Não dá para dizer que teremos um grande número de usuários convencidos em trocar o seu atual dispositivo por um modelo da LG, mas podemos dizer que, dessa vez, eles foram no mínimo muito inteligentes ao adotar essa estratégia. Veremos o que os seus principais concorrentes responderão ao ataque frontal dos coreanos. Aliás, frontal e incisivo: o pesadelo de todo mundo é ver uma propaganda do rival dentro do seu produto.

Via AdAge.com

Instagram vai começar a exibir publicidade para os usuários dos Estados Unidos

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Cedo ou tarde, todas as empresas precisam buscar uma maneira de ganhar dinheiro. E mesmo vivendo sob a tutela do Facebook, o Instagram não é uma exceção. Por isso, a rede social voltada para a publicação de fotos e vídeos anunciou que vai começar a veicular publicidade nas fotos apresentadas.

A integração do sistema de publicidade vai começar “em alguns meses” nos Estados Unidos, e eles antecipam que os anúncios comerciais “serão tão naturais para o Instagram como as fotos e vídeos apresentados hoje”. A empresa informa ainda que os usuários terão toda a liberdade de configurar a exibição dessa publicidade, que será muito similar ao que é apresentado hoje no Facebook, e lembra que cada pessoa segue sendo dona de suas fotos e vídeos.

Ainda que faça sentido o fato do Instagram utilizar a publicidade para monetizar o seu negócio, fica bem claro que esta é uma medida um tanto quanto delicada, uma vez que se isso for mal implementado ou se abusos forem cometidos, o serviço pode fatalmente perder usuários.

Por enquanto, não há nenhuma comunicação oficial sobre a inclusão de publicidade para os usuários brasileiros do Instagram. Pelo menos por enquanto, as mudanças só são válidas para os usuários dos Estados Unidos.

Via Instagram

Como funciona os novos anúncios localizados no Google Mapas para smartphones?

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Os serviços da Google não são de graça, e você já deve saber disso a essa altura do campeonato. Nenhum serviço ou aplicativo da gigante de Mountain View se paga com downloads ou joínhas, e sim com publicidade. Todas as ferramentas deles são monetizadas com pequenos anúncios que invadem, cedo ou tarde, os seus serviços. E a partir de agora, sempre que você procurar um endereço de um determinado local do Google Mapas, você vai ver uma propaganda de algum estabelecimento da região correspondente.

A Google anunciou que os aplicativos do Google Mapas para iOS e Android receberão em breve mais uma atualização, cuja a principal novidade será a exibição de publicidade durante as buscas de endereços. Isso pode ser algo bem chato, então, para tentar limpar a barra deles, um post publicado no blog oficial do aplicativo explica como tudo vai funcionar.

Quando você fizer uma busca no Google Mapas e enquanto você se desloca para o seu destino, um pequeno quadro de cor mais clara, com um título e a etiqueta AD vai aparecer, indicando que é um anúncio de algo que está naquela região, com uma breve descrição do que se trata. Aqui também será indicado quanto tempo vai levar para você chegar à esse local em questão, caso você resolva mudar a sua rota para lá.

Para ver mais informações sobre aquele local, basta você clicar sobre o quadro, para ver mais informações. Aí sim, uma janela maior vai mostrar dados como críticas ao estabelecimento (positivas e/ou negativas), pontuação (ranking), reviews, análise e opiniões via Zagat, e outros dados como o link para a página oficial, ou para compartilhar aqueles dados com as redes sociais.

Os anúncios serão gerados via AdWords, e os anunciantes interessados deverão pagar os anúncios no formato CPC (Custo Por Clique). A Google não informou quando que os anúncios vão começara a aparecer para os usuários, mas já é de se imaginar que sua frequência vai depender das campanhas que serão inseridas em determinados locais do planeta.

Se por um lado o recurso pode ser bem útil na hora de conhecer estabelecimentos em locais que você não conhece (principalmente durante as férias), por outro, o recurso pode ser intrusivo, uma vez que reduz a área útil do aplicativo no smartphone. De qualquer forma, ele está aí. E vai ter muita gente reclamando e elogiando a chegada do recurso.

Via Google AdWords

Apple estaria desenvolvendo uma tecnologia para pular propagandas nos canais pagos

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No começo, o Apple TV nada mais era do que um passatempo para a Apple. Depois, passou a ser uma “área de grande interesse” para Tim Cook e seus comparsas, e agora, estaria a ponto de se transformar em um negócio sério da empresa. Quem informa é Jessica Lessin, ex-jornalista do Wall Street Journal, que garante que a empresa de Cupertino pensa em adicionar recursos mais completos ao produto.

Segundo indica Lassin, a Apple está negociando com as empresas de TV a cabo dos Estados Unidos para oferecer uma tecnologia que permitiria que o assinante evitasse os anúncios comerciais exibidos durante a programação. Por meio de um “equipamento decodificador ou por uma TV da Apple”, seria possível pular os espaços publicitários, pagando é claro um valor adicional.

Esse valor pago seria destinado aos provedores de conteúdo, e no final, os fundos do aluguel do serviço se repartiriam entre as empresas que não podem mostrar os seus anúncios e os criadores de conteúdo. Dessa forma (e no entendimento da Apple), nenhuma das partes seria prejudicada pela ausência de visibilidade de sua marca ou produto durante a reprodução de um programa gravado pelo assinante em um DVR.

Os detalhes sobre essa nova tecnologia ainda são muito escassos, e existe a possibilidade das informações de Jessica serem equivocadas. Caso as informações sejam verídicas, seria uma iniciativa de negócio completamente nova para a Apple, como também seria a primeira vez que a empresa se atreveria a melhorar um produto ou serviço existente desde a revolução musical criada com o iTunes (em relação aos downloads de música).

Via JessicaLessin.com

Twitter oferece detalhes sobre o seu novo modelo de publicidade

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A publicidade que vemos no Twitter é (supostamente) ajustada aos nosso gostos, baseando-se nas mensagens que publicamos na rede social. Porém, na prática, essa mesma publicidade não é algo muito chamativo ou interessante para a maioria dos usuários. Por esse motivo, o microblog vai começar os testes de um novo sistema de publicidade, que deve tornar os anúncios algo mais dinâmico e atraente para quem acessa o serviço.

Esse novo sistema não apenas vai considerar os comentários publicados pelos internautas, mas também vai coletar dados dos cookies do navegador e endereços de e-mail, para oferecer uma publicidade relacionada com os sites visitados pelos usuários. Pelo menos nessa primeira fase, essa nova mecânica de publicidade estará disponível apenas nos Estados Unidos.

Se por algum motivo você se incomoda com essa publicidade dirigida (e principalmente, se você se preocupa com as questões da privacidade dos seus dados), o Twitter esclarece que será possível desativar esse novo sistema a partir das opções de configurações de cada conta.

A ferramenta pode ter a sua utilidade. Para quem quer obter um bom preço ou uma promoção em produtos de uma determinada categoria (gadgets e eletrônicos, no nosso caso), saber que uma promoção está ativa naquele momento de forma prática e rápida pode representar alguma economia. Porém, muitas pessoas podem simplesmente se incomodar em ver as propagandas na sua timeline, principalmente se elas forem mais frequentes do que o desejado.

Via Blog Twitter