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Reino Unido pode proibir WhatsApp, iMessage e Snapchat

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Quando falamos de proibir o WhatsApp ou outros aplicativos de mensagens instantâneas, sempre vem na nossa cabeça países com regimes autoritários, falsas democracias, ou juízes brasileiros que não compreendem como a tecnologia funciona. Mas dessa vez, a polêmica decisão está em um projeto de lei do Reino Unido.

O primeiro ministro britânico David Cameron é um conservador com clara moral dúbia e cinismo na hora de violar direitos fundamentais. Porém, essas características lhe renderam uma triste popularidade, e infelizmente, ele não gosta da codificação das mensagens que aplicativos como WhatsApp, Snapchat e iMessage utilizam.

A última ‘pérola’ proferida por Cameron para justificar o novo projeto de lei foi: “Queremos permitir que se mantenha em nosso país um meio de comunicação que não poderemos ler? Minha resposta à isso é um ‘não, não devemos permitir isso'”.

É um absurdo em todos os sentidos, uma vez que ele se ampara no medo como justificativa de uma limitação de direitos fundamentais.

Esperamos que essa lei absurda não seja aprovada, e que os britânicos tomem consciência dos objetivos ‘pontuais’ de Cameron, para que nas próximas eleições ele receba o ‘prêmio’ por mais esse serviço prestado. E que os demais países tomem esse caso como um exemplo a NÃO ser seguido.

Via Softpedia

China nega ter proibido suas agências a utilizarem produtos da Apple

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O governo chinês desmentiu oficialmente as informações divulgadas pela Bloomberg, sobre a proibição de suas agências em comprar produtos da Apple, por questões de segurança. O governo alega que a Apple jamais solicitou ser incluída na sua lista de provedores oficiais.

Tanto o órgão central chinês encarregado de gerenciar os provedores de equipamento de suas agências governamentais como o Ministro das Finanças chinês confirmam a informação. A lista em questão fazia referências aos produtos destacados pela sua economia de energia, e esta é apenas uma das dezenas de listas que as agências governamentais da China utilizam. No caso, 10 produtos da Apple desapareceram dessa lista, indo do MacBook Pro ao iPad.

A Apple também confirmou que nunca esteve nessa lista.

O Ministério das Finanças da China garante que “ainda que a Apple possua a certificação de economia de energia, eles nunca facilitaram as informações necessárias para se verificar se eles estão de acordo com as regulamentações chinesas”.

Ou seja, tudo foi uma confusão da informação inicial da Bloomberg. Ou algum erro de tradução. Sem teorias conspiratórias. Pelo menos nesse caso.

Via Reuters

Governo da China proíbe a compra de produtos da Apple em suas agências

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A China decidiu incluir na sua lista negra de dispositivos proibidos alguns equipamentos da Apple. Mais precisamente: iPad Air, iPad mini, e toda a família MacBook.

Os funcionários das agências do governo chinês não poderão utilizar tais produtos de acordo com as novas ordens, já que segundo o entendimento dos seus governantes, tais produtos contam com “sérios problemas de segurança”. A decisão é mais uma entre a série de medidas do país asiático contra empresas do ocidente, depois de declarações de Edward Snowden sobre produtos como Windows 8, computadores da IBM, Apple, Google, Kaspersky e Symantec.

De acordo com a Bloomberg, a decisão é uma medida para garantir que os Estados Unidos não exerçam nenhuma influência sobre a China.

Via Bloomberg

FIFA proíbe jogadores de utilizar os fones da Beats no Brasil

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Nós já divulgamos aqui no blog que a Sony, como um dos patrocinadores oficiais da Copa do Mundo FIFA 2014, distribuiu gratuitamente seus fones de ouvido para jogadores e membros das delegações que estão disputando o torneio no Brasil. Mas nada disso vem de graça: em troca, os jogadores são proibidos de utilizar os seus fones da Beats ou de qualquer outra marca rival dentro das dependências esportivas (estádios).

Porém, fora desse local sagrado, astros do futebol como Neymar, Cristiano Ronaldo ou Wayne Rooney mantém os seus fones de ouvido da Beats em funcionamento, e nas mais diferentes cores para, entre outras coisas, chamar a atenção do público sobre suas preferências pessoais de acessórios musicais.

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Acima, os jogadores da seleção portuguesa, Cristiano Ronaldo e Miguel Veloso. Miguel usa o seu iPad com fones da Beats. Essa foto foi registrada na chegada da delegação lusitana no Brasil.

Esse é mais um caso que, por mais que se pague para uma personalidade midiática para marcar tendências, não é possível mudar as regras do jogo. Pelo contrário: só vai amplificar o alcance de algumas marcas. Gostemos ou não, os fones Beats continuam na moda. Muitos afirmam que o som não é grande coisa, e que existem alternativas melhores e mais baratas. Tudo isso é verdade. Porém, os fones da marca seguem sendo um fenômeno, que só aumentou depois da compra da empresa pela Apple.

De acordo com a Reuters, a Beats é uma das marcas que mais apareceu na Copa do Mundo 2014 sem precisar pagar um centavo de patrocínio, enquanto que os seus rivais pagaram fortunas para aparecerem no maior evento do planeta. Especialmente a Sony, que é uma das principais patrocinadoras do evento.

Neymar, Rooney ou Luiz Suarez são apenas alguns dos jogadores que foram vistos com fones Beats fora dos estádios. Muitos por escolha própria. Outros – como é o caso de Neymar – por conta de acordos publicitários.

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A decisão da FIFA de proibir os jogadores de utilizarem os seus fones Beats dentro dos estádios, para não prejudicar a imagem da Sony como patrocinador, só torna a situação ainda pior. E não é a primeira vez que isso acontece com a Beats em um evento mundial desse porte (algo parecido aconteceu com a Panasonic, patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos de Londres 2012).

Moral da história: é difícil mudar a moda na base da canetada.

 

Via Reuters

Vendas do HTC One Mini estão suspensas no Reino Unido: Nokia vence nos tribunais

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Algumas batalhas de patentes não foram concluídas, e a gente nem sabia. Enquanto nossas atenções ficaram por muito tempo concentradas na batalha entre Apple e Samsung, nos esquecemos completamente da disputa que Nokia e HTC travava na Europa. O motivo é o mesmo: infração de patentes. E a Nokia venceu uma importante batalha, já que o HTC One Mini terá que ser retirado do mercado do Reino Unido.

O tribunal local emitiu uma sentença a favor dos finlandeses, que proíbe que o citado smartphone seja vendido nas lojas daquele país. A ordem de sentença se tornará efetiva a partir do próximo dia 6 de dezembro – ou seja, dentro de apenas três dias. Vale a pena lembrar que o modelo HTC One também é alvo da fúria da Nokia pelas mesmas infrações de patentes, o que pode resultar no mesmo fim que o seu irmão menor, porém, o juizado do caso reconheceu que a proibição de venda do principal smartphone da HTC nesse momento pode ser consideravelmente danoso para a marca.

A HTC (como era de se esperar) não está de acordo com a decisão, alegando que o componente de hardware criador de toda essa discórdia é pequeno demais para que as vendas do One Mini sejam proibidas no Reino Unido. Obviamente, eles pretendem apelar dessa decisão. Veremos como essa questão será resolvida no futuro.

Via Bloomberg

O PlayStation 3 deixou de ser “um perigo para a juventude chinesa”, e finalmente pode ser vendido legalmente no país

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Algumas coisas muito bizarras só acontecem na China. Motivo: ditadura. Eu sempre achei toda ditadura essencialmente burra e não funcional. E o caso desse post é mais um exemplo. Você acredita que, depois de anos do seu lançamento, só agora o PlayStation 3 pode ser vendido de forma legal no país?

Pois é. Há mais de uma década, o governo chinês decidiu “frear a decadência de sua juventude”, combatendo essa “ameaça capitalista”, o videogame. O governo de Pequim não poderia permitir que as futuras gerações fossem corrompidas na sua mais tenra infância pela mácula do produto vindo do Japão e/ou do imperialismo ocidental, de modo que em 2000, o governo impôs a proibição dos videogames na China. Isso mesmo. Nenhum videogame poderia ser comercializado no território chinês.

Agora, imagine você, gamer convicto, vivendo essa realidade. Terrível, não?

A consequência mais direta dessa “inteligente” medida para os chineses é que os consumidores fizeram a mesma coisa que outros países do mundo fazem quando os fabricantes demoram para lançar os seus produtos em um determinado mercado: importou os consoles por sua conta e risco. Dessa forma, um enorme mercado cinza (a.k.a. pirata) se estabeleceu no país. Quando o governo viu, não tinha mais jeito, e a solução foi liberar os videogames novamente no território chinês.

Resumindo: depois de seis anos de seu lançamento, e com a nova versão do console a caminho, o PlayStation 3 finalmente recebeu a certificação CCC (China Compulsory Certificate) no mês de de julho, o que dá à Sony local o direito de vender o videogame no país, de forma oficial.

Na prática, nesse exato momento, nenhum dos três principais consoles de videogames do mercado mundial (PS3, Xbox 360 e Nintendo Wii) são comercializados de forma oficial na China. Os portáteis da Nintendo (linha 3DS e seus outros consoles portáteis) ainda estão no mercado, graças à uma joint-venture com a empresa iQue, que driblou as proibições legais para ser lançado. A Lenovo também lançou recentemente o seu próprio console de videogames no pais, mas legalmente, o produto não é um videogame, e sim “um dispositivo de entretenimento doméstico”, ou uma espécie de Blu-ray player mais inteligente.

Se vamos ver o fim do veto na China aos videogames, é cedo para dizer. O PlayStation 3 é o primeiro que recebe essa certificação do governo chinês, e sabe-se lá o que foi que eles disseram para conseguir tal aprovação. O fato é que as portas agora estão abertas para a Sony comercializar o seu produto por lá, e nada impede que a Microsoft e a Nintendo façam o mesmo. Agora, até mesmo eu, que não jogo mais tanto quanto eu gostaria, não consigo imaginar um mundo onde eu estaria proibido de jogar videogames eventualmente. Ainda mais na era da internet.

Se bem que estamos falando da China, onde até a internet tem as suas restrições.

Apple consegue bloquear as vendas do Samsung Galaxy Tab 7.7 na Europa, mas com resultados incertos

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É possível que você tenha uma certa sensação de “déjà-vu” ao ler esta notícia, mas acredite: ela é totalmente nova. A publicação holandesa WebWereld informa que a Apple ganhou no tribunal de Dusseldorf em instância preliminar o processo (dos trocentos mil que eles moveram) contra a Samsung, proibindo assim a venda do Galaxy Tab 7.7 não só na Alemanha, mas sim em toda a União Europeia.

O motivo que levou a corte germânica a tomar esta decisão é que eles consideram que o tablet viola algumas patentes de design da Apple, que datam do ano de 2004. Ainda que esta restrição tenha um alcance europeu, aparentemente outros países poderão optar por não aplicar a decisão. E, como nem tudo pode sair como planejado, a Apple também sofreu uma derrota no mesmo tribunal, tendo sua solicitação em restringir as vendas do Galaxy Tab 10.1N na Alemanha rejeitadas. Vale lembrar que a Samsung apresentou o 10.1N como uma repaginação do 10.1, para tentar se salvar das brigas judiciais com a empresa de Cupertino.

Diante do lastro encontrado no Tab 7,7, a Samsung não ficou calada, e já manifestou sua opinião a respeito, aceitando a decisão do juiz alemão, mas lamentando que as alegações da Apple estão restringindo “a inovação do design e o progresso da indústria”. E a patética guerra de patentes continua.

Via The Next Web

COMUNICADO: TIM cumprirá exigências da Anatel e prepara-se para apresentar plano de ações

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Segue abaixo comunicado enviado pela assessoria de imprensa da TIM Brasil, que informa o posicionamento da empresa sobre a proibição estabelecida pela Anatel, e o compromisso da operadora em oferecer melhoras na estrutura dos seus produtos e serviços.

Rio de Janeiro, 20 de julho de 2012 – A TIM voltará a se reunir com a Anatel na próxima semana, em Brasília, para apresentar um plano de ações, de forma a atender plenamente as exigências determinadas pelo órgão regulador. A operadora reitera o seu compromisso de oferecer serviços de qualidade aos consumidores ao priorizar investimentos. Somente este ano, a TIM investirá cerca de R$ 3 bilhões em infraestrutura. A empresa, porém, reconhece a existência de gargalos capazes de causar danos aos clientes e está empenhada para se adequar aos novos padrões adotados pela agência.

“Trabalhamos prioritariamente para atender os altos níveis de exigência dos nossos usuários e não somente para cumprir padrões exigidos pela Anatel. Estamos inseridos em um mercado altamente competitivo, o que nos força a oferecer os melhores serviços e ofertas”, afirma Rogerio Takayanagi, executivo da TIM Brasil.

Foco em qualidade

A TIM está atenta às queixas expostas pela Anatel, como ligações interrompidas ou entrecortadas, mas empenha-se para melhorar os serviços. De acordo com o Índice de Desempenho no Atendimento do próprio órgão regulador, o IDA, que mede volume e prazo de atendimento das reclamações recebidas, a operadora apresenta evolução. Segundo esse parâmetro, reduziu em 36% a taxa de reclamações no primeiro trimestre de 2012 sobre o ano passado, e hoje tem a segunda melhor performance do setor. O número de demandas de seus consumidores nos órgãos competentes manteve a taxa registrada em 2010, de 0,04% de reclamações sobre a base de assinantes. E, em 2012, a operadora é menos demandada nos Procons integrados ao Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça (SINDEC).

“Estamos dispostos a entender melhor estes indicadores apresentados pela Anatel para que possamos nos adequar às novas exigências. O que observamos é que esses resultados são diferentes daqueles usados normalmente pela própria agência para medir a qualidade de rede. Com relação aos indicadores oficiais, a TIM vem respeitando os limites definidos pela agência e sempre com ótimos resultados em relação às demais operadoras. Por isso, fomos surpreendidos pela decisão”, diz Takayanagi.

Mandado de segurança

Paralelamente à elaboração do plano de ações que irá apresentar à Anatel, a TIM entrou nesta sexta-feira (20) com mandado de segurança contra a decisão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de suspender as vendas e ativações de novos chips da empresa em 18 estados do país e no Distrito Federal a partir de segunda-feira (23). A ação foi impetrada na 4ª Vara Federal no Distrito Federal. Segundo a Justiça Federal, a decisão pode sair ainda nesta sexta.

Investimentos em rede

A TIM investirá cerca de R$ 3 bilhões em rede neste ano. O grande esforço do primeiro semestre foi a integração da rede móvel da TIM com a rede de fibra da TIM Fiber, para expandir a capacidade. Em 2013, a previsão é que 80% das maiores cidades brasileiras estejam conectadas via fibra. Esse investimento melhorará a qualidade de transmissão de voz e dados de forma significativa.

A operadora também trabalha na modernização de equipamentos, dobrando a velocidade da infraestrutura de acesso à internet móvel para 42 Mbps (HSPA+, etapa intermediária entre 3G e 4G). Hoje, em São Paulo, cerca de 50% dos sites já foram modernizados para operar com essa tecnologia, que seguirá nas principais cidades.

Para a TIM, qualidade é tema constante das interações com a Anatel e, neste sentido, a operadora trabalha com a área técnica para sempre oferecer a melhor prestação de serviço. A TIM saiu da última posição no indicador e assumiu a vice-liderança, estando cada vez mais próximo do primeiro lugar. Comparando o 1º trimestre/2012 com o mesmo período 2011 a TIM foi a única operadora a apresentar redução na taxa de reclamações e crescimento na pontuação do IDA.

Atualizado em 23 de julho de 2012
– Em cumprimento à determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a TIM comunicou e instruiu toda equipe de vendas (direta e indireta) em dezoito Estados e no Distrito Federal sobre a suspensão da habilitação de novas linhas e serviços de dados a partir desta segunda-feira. A empresa também customizou seus sistemas de tecnologia para garantir que nenhuma ativação seja realizada, mesmo em algum eventual caso em que o chip seja comercializado por uma revenda indireta (exemplo: bancas de jornais, entre outros estabelecimentos).
 
A medida restritiva é válida para todos pontos de vendas da TIM nos seguintes Estados: Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia e Tocantins.
 
As lojas próprias e de parceiros da TIM também não poderão oferecer, temporariamente, aos clientes os seguintes serviços: portabilidade, mudança de área de registro (troca de DDD) e transferência de titularidade. A operadora ressalta que todos os demais serviços prestados para a base atual de clientes, que não caracterizarem uma nova ativação e que não tenham alteração no número da linha, estão liberados.
 
“A TIM cumprirá o que foi determinado pela Agência Reguladora. As lojas permanecerão abertas normalmente para que os clientes possam ter acesso a diversos serviços e facilidades, como compra ou troca de aparelhos. Todo o sistema utilizado para novas ativações foi atualizado e está bloqueado para a realização de habilitação de novos chips. A TIM recomenda que os consumidores não adquiram chips nos estados em que a medida da Anatel está em vigor, mesmo que encontrem no mercado, em função da grande capilaridade da empresa, pois temos mais de 300 mil pontos de venda. No entanto, é importante ressaltar que em São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Sergipe, Mato Grosso do Sul e Amazonas, a TIM vai continuar comercializando normalmente  seus serviços tanto para novos clientes quanto para os atuais”, diz Lorenzo Lindner, Diretor Nacional de Operações da TIM Brasil.

Via Assessoria de Imprensa

Operadoras de telefonia móvel se defendem: TIM afirma que medida da Anatel é para “beneficiar concorrentes”

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A TIM Brasil foi a operadora mais afetada pela decisão anunciada ontem (18) pela Anatel, que proíbe a venda de novos chips da operadora em 19 estados brasileiros a partir da próxima segunda-feira (23). E a TIM resolveu contar a sua versão da história.

Vale lembrar que a decisão da Anatel foi tomada com base na má prestação de serviços. O retorno das vendas das linhas por parte das operadoras atingidas (TIM, Oi e Claro) está condicionada a cada uma delas apresentarem um plano de investimento em melhorias na infraestrutura da rede, o que deve ser feito nos próximos 30 dias.

Para se defender, a TIM apresenta o gráfico que você vê acima, que está em posse da Anatel, e que mostra os indicadores de qualidade da rede, comprovando assim que a operadora está em posição de destaque. Ainda baseado em dados que também estão em poder da Anatel, no quesito “Índice de Desempenho no Atendimento”, os resultados alegados pela TIM são “excelentes” (palavras da nota de imprensa emitida pela operadora), e que saiu da última posição do último estudo realizado para ocupar a vice-liderança na análise mais recente.

A TIM também informa que a taxa de reclamação dos usuários caiu em 36%, e se os dados forem comparados com aqueles avaliados no primeiro trimestre de 2011, a operadora foi a única que apresentou uma redução na taxa de reclamações, e crescimento no Índice de Desempenho de Qualidade.

A operadora aproveitou a nota de imprensa para atacar a Anatel, declarando que a medida é “desproporcional”, e que “certamente afetará a competição no setor de telecomunicações (…), em benefício de alguns concorrentes”. A TIM afirma também que investiu aproximadamente R$ 3 bilhões por ano para melhorar a capacidade de sua rede, expansão do backbone, cobertura e instalação de hotspots WiFi.

A Claro também se pronunciou, mas foi menos enfática. Esclareceu que o critério estabelecido para a decisão da Anatel é relacionado a problemas pontuais de atendimento do call center nos estados onde a proibição foi decretada, e que as medidas de melhorias no atendimento já estão em prática, apresentando os resultados nos indicadores de junho. A operadora afirma ter investido R$ 3.5 bilhões apenas em 2012, e afirmam ter “o melhor serviço de banda larga em vários estados, inclusive em São Paulo”. A Claro já informou que vai apresentar os seu plano de investimento à Anatel em breve.

Por fim, a Oi informa que já investiu R$ 6 bilhões em melhorias do serviço em 2012, que já é um montante maior do que o investido em 2011 (R$ 4.959 bilhões) e 2010 (R$ 3.09 bilhões), e que em quatro anos (entre 2012 e 2015), eles pretendem investir até R$ 24 bilhões. Vai manter o diálogo com a agência, uma vez que entende que o parâmetro que fundamenta a análise da Anatel não “não reflete os investimentos maciços realizados em melhorias de rede”, e afirma que, na opinião da operadora, a análise está “defasada em relação à evolução recente percebida na prestação de serviços”, alegando que os dados revelados não consideram a concentração de investimentos em 12 meses.

Fato é que nunca vimos uma decisão tão incisiva da Anatel contra as operadoras de telefonia móvel. Por outro lado, a decisão é mais que necessária. O serviço no Brasil é caro, e a qualidade entregue ao consumidor brasileiro está muito abaixo daquela que é considerada o ideal. Quem sabe com tais atitudes as coisas mudam um pouco, e a qualidade melhore. Torcemos.

Via ITWeb

Todas as operadoras de telefonia móvel estão proibidas de vender celulares em Porto Alegre pelo Procon

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O PROCON tomou uma decisão radical contra as principais operadoras de telefonia móvel no Rio Grande do Sul: impedir que as mesmas comercializem celulares em Porto Alegre. A decisão atende a representação recebida da OAB/RS (Seccional do Rio Grande do Sul da Ordem dos Advogados do Brasil).

A OAB/RS elaborou um documento baseado em mais de 500 reclamações dos clientes contra as principais operadoras de telefonia móvel do mercado brasileiro (TIM, Oi, Vivo e Claro). As principais queixas estão relacionadas à qualidade de sinal e a baixa qualidade de atendimento das prestadoras de serviço quando os problemas acontecem. Diversas zonas que teoricamente deveriam receber cobertura de sinal simplesmente não contam com sinal, deixando os aparelhos inoperantes. Além disso, as reclamações dos clientes estão relacionadas a cobranças indevidas das prestadoras.

O SindiTelebrasil emitiu um comunicado na noite de ontem (12), e responsabiliza a estrutura da capital gaúcha pelos problemas de recepção de sinal, apontando uma legislação muito restritiva para a instalação de infraestrutura, exigindo um alto número de licenciamento e proibindo que as antenas fiquem a uma distância inferior de 500 metros uma das outras quando instaladas em torres. E isso (na teoria) prejudica a cobertura adequada de sinal.

Já a diretora executiva do PROCON do Rio Grande do Sul, Flávia do Canto Pereira, informa que será estabelecido um prazo para a suspensão das vendas, e uma multa para as operadoras que desobedecerem a decisão, cuja medida cautelar será encaminhada às operadoras na próxima segunda-feira (16).

Entre as principais operadoras, a situação mais crítica em âmbito nacional é a da TIM. Recentemente, o Ministro das Telecomunicações, Paulo Bernardo, alertou que ameaça suspender as vendas de novos planos da operadora em todo o Brasil, caso a empresa não aumente os investimentos em infraestrutura, com o objetivo de oferecer ao consumidor melhores serviços.

Via AdNews

Samsung se esquiva do bloqueio comercial do Galaxy Nexus nos Estados Unidos… por enquanto!

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A Samsung conseguiu um pouco de sossego em sua interminável batalha com a Apple. Se a alguns dias a fabricante coreana se via proibida de vender o Galaxy Nexus nos Estados Unidos, por causa da decisão da juíza Lucy Koh, agora pode voltar a sorrir ao saber que o seu recurso de apelação deu resultado, de forma que pode seguir vendendo o smartphone em terras norte-americanas até o dia 12 de julho. Enquanto isso, a Apple prepara uma nova apelação.

A verdade é que é muito pouco tempo, se pensarmos em um período a longo prazo, mas pelo menos o Google poderá seguir distribuindo o smartphone através da Google Play, ao menos até que a Apple responda aos argumentos da Samsung, e a Justiça dos EUA determine com clareza se realmente são tão graves os supostos danos que as supostas infrações do Galaxy Nexus podem causar nos iPhones a ponto de retirar de forma cautelar no mercado.

Além disso, a Samsung aposta na distribuição do Android 4.1 (Jelly Bean) nos modelos do Galaxy Nexus que já chegarão ao consumidor com a nova versão do sistema do Google, que teoricamente já devem trazer as modificações necessárias que driblam as acusações da Apple.

O circo segue na semana que vem.

Via Bloomberg

Apple consegue bloquear as vendas do Samsung Galaxy Tab 10.1 nos Estados Unidos

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Vitória expressiva da Apple nos Estados Unidos. Um tribunal do Distrito Norte da Califórnia aceitou a petição da empresa de Cupertino para bloquear, como medida cautelar, as vendas do Samsung Galaxy Tab 10.1 nos Estados Unidos.

A Apple, que já havia entrado com ações similares contra o Galaxy S III e o seu S Voice, viu suas petições cumpridas uma vez que a juíza Lucy Koh considerou que o citado tablet Android é “praticamente indistinguível” no seu design em relação ao iPad, e é possível que o mesmo infrinja a propriedade intelectual da Apple.

A juíza ainda afirma que, uma vez que Apple e Samsung são concorrentes diretos no segmento de tablets e o design é algo muito importante para o consumidor na hora de adquirir o produto, a Apple “poderia sofrer um dano irreparável” com o volume de vendas do modelo Galaxy Tab 10.1.

É evidente que a Samsung não vai ficar com os braços cruzados, e já apresentou um recurso de apelação para evitar tal proibição, de modo que a briga pode ser longa (pra variar).

Via Reuters

TIM proibida de vender novas linhas no estado de Alagoas pelos próximos 30 dias

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Mais um estado onde a TIM não poderá comercializar novas linhas. Uma ação civil pública movida pelo PROCON do estado das Alagoas, em conjunto com o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil resultou em uma decisão judicial, que proíbe a operadora de comercializar seus serviços no estado pelo período de 30 dias, por causa das diversas reclamações sobre a qualidade dos serviços prestados pela operadora no estado.

Também estão proibidas as atividades promocionais, ações de portabilidade e outros expedientes comerciais. Em caso de não cumprimento, a TIM terá que pagar multa diária de R$ 10 mil. A Justiça das Alagoas solicita que a TIM apresente um projeto de melhora da qualidade dos seus serviços no estado. Entre os problemas relatados pelos usuários estão a baixa qualidade na realização e recebimento de chamadas, além das interrupções dos serviços.

A TIM alega que ainda não foi notificada oficialmente sobre o assunto, mas que vai respeitar a determinação da Justiça. Em sua defesa, a empresa informa que investiu R$ 23 milhões em infra-estrutura em 2011, e que para os próximos três anos, o investimento previsto é de R$ 51 milhões.

Via UOL