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Lista do Procon sobre os sites de compras não recomendados é atualizada

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A Fundação Procon divulgou a lista atualizada de sites não recomendados para compras online. São mais de 400 sites listados desde 2011, quando a lista foi criada.

A lista é baseada nas reclamações dos usuários registradas na entidade. Os clientes relatam as experiências negativas no processo de compra, principalmente nos casos de produtos que não foram entregues. Além disso, a possibilidade de usuários terem os seus dados clonados por alguns desses sites existe, e a lista pode evitar problemas futuros.

Sempre vale o lembrete de, além de evitar a compra nesses sites, o internauta deve realizar uma busca sobre o site que deseja comprar aquele produto com preço reduzido. Em muitos casos, um determinado site pode não estar presente na lista do Procon, mas pode contar com reclamações de outros usuários que eventualmente tiveram problemas no processo de compra.

Para ler a lista completa dos sites não recomendados pelo Procon, clique aqui.

Compras online: Procon-SP inclui mais 71 sites de e-commerce em sua lista de não recomendados

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Mais uma vez, alertamos: cuidado ao fazer compras online. O número de sites de e-commerces com irregularidades é alto, e a lista só aumentou hoje (22), quando o Procon-SP divulgou uma lista com 71 estabelecimentos que acabam de entrar no grupo de “não recomendados” para o internauta brasileiro.

A Fundação Procon-SP está constantemente recebendo reclamações sobre compras online que não foram concluídas, ou que apresentaram inconsistências e informações inverossímeis sobre o produto ou a empresa em questão. Normalmente, o internauta encontra uma boa oferta na internet, mas não se preocupa em pesquisar qual é a credibilidade da empresa em questão, ou consultar outros internautas para analisar a experiência de compras.

Por isso, a lista do Procon-SP é bem vinda. Na listagem, os sites são exibidos em ordem alfabética, mostrando a razão social da empresa, o número do CNPJ ou CPF e o seu atual status na rede (no ar ou fora do ar). A lista do Procon-SP existe desde 2011, e com a adição dos 71 sites de hoje, já soma 275 estabelecimentos no grupo dos não recomendados.

Para um site ser incluído na lista, a Fundação Procon precisa receber reclamações por parte dos consumidores, alegando irregularidades no processo de compra do produto, ou na falta de entrega do mesmo, sem nenhum tipo de resposta por parte do estabelecimento para resolver o problema. Em alguns casos, o site sequer conta com registro na Junta Comercial ou Receita Federal, inviabilizando a solução do problema para o consumidor dentro das opções disponíveis no próprio Procon.

O Procon-SP alerta que muitos dos sites que prejudicaram outros consumidores continuam no ar, e que os casos levados ao órgão são denunciados ao Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), e ao Comitê Gestor da Internet (CGI), que pode iniciar as efetivas medidas legais para retirar o site do ar.

De qualquer forma, fica o aviso: se desconfiou de um determinado site, ou acha que o preço é baixo demais para ser verdade, não feche o negócio. É melhor pagar um pouco a mais e em um site onde já temos uma experiência comprovadamente positiva do que correr o risco de ser lesado por alguém que age com desonestidade, com a ajuda da internet.

Clique aqui para ler a  lista completa dos e-commerces não recomendados pelo Procon-SP.

Procon-SP notifica a Microsoft pela falha na atualização do Windows 7 de 32 Bits

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Parece que o problema do patch de atualização do Windows 7 (KB2823324) só está resolvido em partes. Para a Microsoft no Brasil, os problemas estão só começando. Hoje (12), o Procon de São Paulo notificou oficialmente a Microsoft Brasil para prestar esclarecimentos sobre o problema ocorrido em máquinas de todo o Brasil (e somente no Brasil, é sempre bom lembrar).

A notificação solicita explicações da Microsoft sobre o problema, o motivo do mesmo, e os riscos que o patch de atualização em questão pode causar aos computadores. Vale lembrar que esse mesmo patch parou de ser distribuído pelas atualizações automáticas. A Microsoft também vai ter que informar sobre a descrição dos produtos afetados (nesse caso, computadores com o sistema operacional Windows 7 de 32 bits) e a quantidade de computadores afetados pelo problema.

Além disso, o Procon-SP exige que a Microsoft apresente descrição e comprovante de medidas a serem adotadas para ajudar os usuários prejudicados, além dos canais de atendimento disponíveis. Ontem (11), o site brasileiro da empresa publicou uma página com o passo a passo para que o usuário possa solucionar ele mesmo o bug causado pela atualização, além de canais de suporte ao cliente, via telefone ou internet (clique aqui para ler).

Para os usuários que sofreram danos econômicos com o problema da atualização problemática (pagou um técnico para resolver o problema, perdeu dias de trabalho, dados de usuários ou outros prejuízos de qualquer espécie), o Procon-SP informa que existe o direito de reparação por parte da empresa. Caso não consiga um acordo satisfatório, o cliente deve acionar o órgão de defesa do consumidor de sua cidade.

Por fim, Dustin Childs, gerente de comunicações da Microsoft, afirmou que o posicionamento oficial da empresa é a ciência dos problemas ocorridos, e a interrupção do envio do patch 2823324 no Windows Update. Segundo Dustin, essa atualização combatia uma vulnerabilidade de nível médio, que exige que o atacante tenha acesso físico ao computador para explorar tal falha.

Além disso, especula-se que um software bancário seja o principal responsável da falha, algo que não é oficialmente confirmado pela Microsoft.

Via Olhar Digital

Procon infrorma quais são as lojas virtuais que os internautas brasileiros devem evitar

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Se você ama o seu dinheiro, e não quer se meter em problemas em suas futuras compras virtuais no final de ano, esse post é praticamente uma leitura obrigatória. Depois de várias denúncias de consumidores durante a Black Friday 2012, acusando os sites de e-commerce brasileiros de “maquiarem” os preços anunciados, o Procon de SP divulgou hoje (28) uma lista com pelo menos 200 sites que são considerados “não recomendados” para a compra de produtos, incluindo eletrônicos, que são os itens mais procurados pelo internauta brasileiro.

A lista completa está disponível no site do Procon/SP, e todas essas empresas receberam reclamações de irregularidades no serviço prestado, e não apenas no período promocional da Black Friday. Produtos não entregues, produtos listados mas com preços alterados ao finalizar a compra e solicitações do próprio Procon que não foram respondidas são alguns dos motivos mais frequentes para reclamações.

Todos os casos foram denunciados ao DPPC (Departamento de Polícia e Proteção a Pessoa) e ao Comitê Gestor da Internet. Paulo Góes, diretor executivo do Procon/SP, recomenda que os consumidores consultem a lista publicada pelo órgão antes de concluírem a compra, para evitar prejuízos e aborrecimentos.

Alguns dos sites listados pelo Procon anunciam ofertas realmente tentadoras para os usuários, o que atraem os consumidores menos experientes no mundo das compras online. Normalmente, os sites suspeitos oferecem preços muito abaixo do que a média praticada pelo mercado, e as chances do internauta não receber um produto exatamente nas mesmas características daquele que foi anunciado (isso é, quando recebem) são grandes.

No site do Procon, o internauta pode consultar o nome da empresa, o seu CNPJ, a situação do site (online ou offline) e a data de sua inclusão nessa lista. Para conferir a lista completa, clique aqui (arquivo em PDF). E fica a nossa recomendação para o leitor do TargetHD: se puder evitar, evite. É melhor pagar um pouco a mais do que morrer no prejuízo depois.

Black Friday Brasil 2012: empresas que “inflaram” seus preços foram notificadas pelo Procon

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Antes mesmo da Black Friday 2012 acabar no Brasil, o Procon de São Paulo já começou a tomar providências sobre as supostas irregularidades cometidas pelas empresas de e-commerce nacionais. Um grande grupo de empresas que participaram da ação de descontos foram notificadas por maquiarem os preços dos produtos, para que os descontos posicionassem os preços para os valores reais dos itens anunciados como promocionais.

A prática foi a mesma adotada no ano passado, quando muitos internautas reclamaram que não conseguiram obter nenhum tipo de vantagem nos preços oferecidos pelas lojas virtuais, uma vez que, de forma repentina, os preços dos itens mais procurados pelos consumidores tinham sido aumentados, para que os descontos fossem aplicados e, dessa forma, os produtos voltassem aos seus valores originais. Falamos disso mais cedo aqui mesmo no TargetHD, e pelo visto, dessa vez, as reclamações dos internautas foram ouvidas.

As empresas que foram notificadas pelo Procon são:

– Extra (lojas física e virtual)
– Ponto Frio
– Submarino
– Americanas.com
– Walmart
– Saraiva
– Fast Shop

As notificações foram emitidas bom base em denúncias dos consumidores, que foram feitas pelos canais de atendimento do Procon e de outros órgãos independentes de fiscalização e defesa dos direitos do consumidor, além de denúncias realizadas nas redes sociais. Segundo o Procon, existem “fortes indícios que as empresas fizeram uma maquiagem nos descontos”. Para o consumidor, isso parece ter ficado bem evidente.

Os internautas também reclamaram das diversas dificuldades que encontraram para acessar alguns sites durante as tentativas de compras. Na primeira hora da Black Friday 2012 no Brasil, praticamente todos os principais e-commerces nacionais ficaram fora do ar por causa da demanda de acessos dos internautas, ficando apenas o Ponto Frio com o seu site funcionando, e com dificuldades para finalizar os pedidos. Nesse caso, o portal Busca Descontos, que é quem organiza a iniciativa da Black Friday no Brasil, será notificado para que apresente explicações sobre o incidente.

As empresas notificadas pelo Procon tem até o dia 30 de novembro para se justificar sobre a prática dos preços maquiados. Quanto ao consumidor, repetimos o alerta: se o preço do produto que você procura está muito acima daquilo que ele realmente vale, apenas para que o desconto resulte no preço normal dele, não compre o produto, e pesquise mais um pouco. E principalmente: denuncie as lojas que estão utilizando de tal prática.

Via UOL

Procon vai notificar a Microsoft pelo erro no preço de venda do Windows 8

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Foi um erro. Mas mesmo assim, o Procon de São Paulo ficou de olho no que aconteceu, e principalmente, nas reclamações dos consumidores, a ponto de decidir notificar a Microsoft sobre esse erro no preço da venda digital do Windows 8 Pro.

Para os primeiros compradores da atualização online, a Microsoft prometeu vender o software via download pelo valor de R$ 69. Porém, a última sexta-feira (26), os consumidores que tentaram efetuar a compra pela modalidade encontraram o valor de R$ 83,98. As vendas foram imediatamente interrompidas pela gigante de Redmond para a correção do problema, que já foi solucionado (segundo informa a própria Microsoft).

O Procon comunicou em seu site oficial que vai exigir da Microsoft o material de divulgação do Windows 8 que contém os preços e condições de venda do produto no valor correto. A empresa agora tem até a próxima quinta-feira (31) para apresentar os dados solicitados. Outra medida exigida pelo Procon é que a Microsoft divulgue aos usuários que se inscreveram no programa de upgrade qual será a política de devolução dos valores cobrados indevidamente, além de informar quantos consumidores acabaram comprando o produto no valor alterado.

Para os clientes que se sentirem lesados pelo problema, o Procon orienta que façam uma reclamação no escritório do órgão de defesa do consumidor de sua cidade. Em comunicado, a Microsoft Brasil informa que tão logo identificou o problema retirou o site de venda do produto do ar, e que a empresa está trabalhando na solução do problema, e pede desculpas pelos inconvenientes.

Alguns internautas nas redes sociais afirmam que o problema do site já foi resolvido. Se você já comprou, ou tentou comprar a atualização do Windows 8, deixe um comentário nesse post, relatando a sua experiência.

Via Exame, Procon

O “Perdi meu amor na balada” da Nokia pode virar caso de Procon e Conar

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Um viral tem os seus efeitos. Positivos e negativos. Quando dão certo, é considerado uma boa sacada de marketing. Quando dão errado, eles viram casos de Procon (SP) e Conar (Conselho Nacional de Autoregulamentação Publicitária). As duas entidades estão investigando a campanha “Perdi meu amor na balada”, da Nokia, para saber se a mesma desrespeitou os direitos do consumidor.

O motivo da investigação é a ausência de identificação do viral como uma propaganda, algo que é obrigatório em uma estratégia de marketing do gênero. A campanha deu certo, pois mobilizou os internautas, que por sua vez, tornaram o vídeo um hit na internet. Porém, dias antes de anunciar o lançamento do seu novo smartphone, o 808 Pure View, a Nokia revelou que a ação do vídeo era uma campanha para promover o smartphone.

Para a Nokia, a campanha “foi um sucesso”. Mas boa parte dos internautas não gostou da forma como as coisas terminaram. E o Conar ficou de olho na manifestação popular sobre o assunto. Segundo informa o site da revista Isto É Dinheiro, o Conselho que fiscaliza as atividades de marketing e propaganda no Brasil já acionou a Nokia, e espera um posicionamento oficial da empresa. Em último caso, o vídeo pode ter a sua veiculação suspensa, o que, cá para nós, seria um efeito com danos pequenos para a fabricante de celulares, uma vez que o resultado já foi atingido, e o smartphone já está no mercado.

A decisão do Conar é baseada no artigo 9o, que diz que “a atividade publicitária de que trata este Código será sempre ostensiva”, ou seja, toda e qualquer campanha publicitária deve deixar claro, em algum momento, que é uma campanha publicitária, mesmo que seja durante os chamados “intervalos comerciais”. A campanha em questão da Nokia não tem o logo da empresa, nem mesmo qualquer referência à sua agência que a criou, o que seria o suficiente para configurar uma chamada publicitária.

Até o momento, o Procon de São Paulo não recebeu nenhuma notificação contra a campanha, porém, o diretor-executivo do órgão regulamentador, Paulo Arthur Gomes, considera validar uma investigação, já que a publicidade se tornou pública e notória de forma repentina. Gomes reforça que toda mensagem de caráter publicitário deve ser feita de modo que o consumidor possa identificá-la como tal, pela simples questão de ética e transparência para o consumidor.

Caso aconteça uma punição, a Nokia pode receber uma multa que varia de R$ 400 a R$ 6 milhões.

Via Isto É Dinheiro

Nokia é acusada pelo Ministério Público de vender aparelhos que enferrujam

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Uma péssima notícia para a Nokia no Brasil. No mesmo dia em que eles anunciam o preço do Nokia 808 PureView por R$ 1.999, o Ministério Público de São Paulo iniciou uma ação civil pública contra a fabricante, que está sendo acusada de vender celulares no mercado que enferrujam, sem alertar ao consumidor dessa possibilidade.

A ação tem como objetivo obrigar a Nokia a informar o consumidor dos riscos de oxidação dos aparelhos celulares, uma vez que este problema pode levar à perda de garantia da empresa. Outro objetivo do Ministério Público é impedir que a Nokia se exima de sua responsabilidade de reparar os danos nos aparelhos que já saem de fábrica com essa possibilidade de oxidação espontânea. Nesse caso, a perda de garantia só teria efeito se a oxidação fosse provocada exclusivamente por culpa do consumidor.

De acordo com o Procon, a Nokia coloca no mercado brasileiro celulares que são “eivados de vícios e atribui ao consumidor a culpa exclusiva pelos danos apresentados pelos produtos, especialmente quando o defeito decorre de oxidação de seus componentes”. Em linhas gerais, os usuários mais prejudicados são aqueles que moram nas regiões litorâneas do Brasil, onde naturalmente o número de oxidação dos aparelhos é maior. A ação também acusa a empresa de não cobrir os produtos oxidados baseados nas análises realizadas pelas assistências técnicas autorizadas em todo o Brasil, porém, as padronizações dos laudos apresentam fortes indícios de fraude.

Os promotores do caso argumentam que eventos como o suor do corpo humano, a chuva, a umidade do ar, contato com a saliva (o alto-falante muito próximo à boca), maresia e outros eventos (inclusive o local de armazenamento do produto antes da venda) podem provocar a oxidação das peças, e todos esses eventos não podem ser considerados “culpa do usuário”. Os manuais dos celulares da Nokia não mostram essas informações de forma clara e objetiva, tirando a ostensividade exigida pelo Código de Defesa do Consumidor.

É dever da Nokia prestar informações claras, precisas e corretas sobre a eventual oxidação dos seus produtos, e de reparar os seus vícios, fazendo com que a perda dos direitos do consumidor só aconteça quando, de maneira inequívoca, se comprove que a culpa do problema seja do próprio usuário. A promotoria exige que a Justiça conceda uma liminar proibindo a Nokia de vender celulares e smartphones no Brasil sem a prévia informação ao consumidor sobre a questão da oxidação, de forma ostensiva e destacada, seja no manual ou na caixa de venda do produto.

Além disso, a ação pede que a Justiça obrigue a Nokia a se abster de negar a garantia do produto, só tendo esse direito quando demonstrar que a culpa é exclusiva do consumidor. A Nokia foi procurada pelo IDG Now! (fonte das informações desse post), e a empresa informou que “não foi formalmente notificada” sobre a ação civil. A Nokia ainda alegou que seus manuais e certificados “contém toda a informação necessária ao consumidor”, tanto na parte do uso do aparelho quanto na hipótese de exclusão de sua garantia.

É, amigo… já pensou? Você perdendo a garantia do seu celular por que mora em Santos? Ou porque transpira demais?

Todas as operadoras de telefonia móvel estão proibidas de vender celulares em Porto Alegre pelo Procon

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O PROCON tomou uma decisão radical contra as principais operadoras de telefonia móvel no Rio Grande do Sul: impedir que as mesmas comercializem celulares em Porto Alegre. A decisão atende a representação recebida da OAB/RS (Seccional do Rio Grande do Sul da Ordem dos Advogados do Brasil).

A OAB/RS elaborou um documento baseado em mais de 500 reclamações dos clientes contra as principais operadoras de telefonia móvel do mercado brasileiro (TIM, Oi, Vivo e Claro). As principais queixas estão relacionadas à qualidade de sinal e a baixa qualidade de atendimento das prestadoras de serviço quando os problemas acontecem. Diversas zonas que teoricamente deveriam receber cobertura de sinal simplesmente não contam com sinal, deixando os aparelhos inoperantes. Além disso, as reclamações dos clientes estão relacionadas a cobranças indevidas das prestadoras.

O SindiTelebrasil emitiu um comunicado na noite de ontem (12), e responsabiliza a estrutura da capital gaúcha pelos problemas de recepção de sinal, apontando uma legislação muito restritiva para a instalação de infraestrutura, exigindo um alto número de licenciamento e proibindo que as antenas fiquem a uma distância inferior de 500 metros uma das outras quando instaladas em torres. E isso (na teoria) prejudica a cobertura adequada de sinal.

Já a diretora executiva do PROCON do Rio Grande do Sul, Flávia do Canto Pereira, informa que será estabelecido um prazo para a suspensão das vendas, e uma multa para as operadoras que desobedecerem a decisão, cuja medida cautelar será encaminhada às operadoras na próxima segunda-feira (16).

Entre as principais operadoras, a situação mais crítica em âmbito nacional é a da TIM. Recentemente, o Ministro das Telecomunicações, Paulo Bernardo, alertou que ameaça suspender as vendas de novos planos da operadora em todo o Brasil, caso a empresa não aumente os investimentos em infraestrutura, com o objetivo de oferecer ao consumidor melhores serviços.

Via AdNews

TargetHD Podcast | 153 | Novo iPad Esgotado, Nokia Quer Tablet e Galaxy S 2 com Android 4.0

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Nesta edição:

– Novo iPad esgotado na pré-venda
– Nokia Lumia no Brasil: pré-venda e apresentação
– Twitter compra o Posterous
– Samsung começa a atualizar o Galaxy S II para o Android 4.0
– Enciclopédia Britânica deixa de ser impressa, depois de 244 anos
– Procon suspende empresas da B2W, que recorreram com liminar

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TargetHD Podcast | 117 | Telefônica e Speedy: Obrigado Por Nada

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Nesta edição:

– Telefônica e sua incompetência
– Nokia e Microsoft assinam o acordo definitivo de parceria
– Aparelhos com iOS superam os aparelhos Android nos Estados Unidos
– Seagate assume o controle da divisão de discos rígidos da Samsung
– Brasil atrai cada vez mais investimentos extrangeiros no setor de TI
– Alugue países, cidades e províncias pela internet
– Casal dos EUA recupera porco de estimação graças ao Facebook

Links do Episódio:

Lista de reclamações contra a Telefônica no Reclame Aqui
Relato de cliente que mostra o baixo nível de atendimento da Telefônica

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