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Se você gosta de usar calças justas, não compre um iPhone 6 Plus

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Esse é um dos conselhos que parecem fazer pouco sentido, mas precisa ser dado: se você usa calças justas, não coloque dispositivos de grande tamanho e muito fino nos bolsos, se você não quer que o produto fique deformado quando você se sentar. Ainda mais se esse grande objeto é fino e muito caro… como um smartphone da Apple, por exemplo.

Alguns usuários do novo iPhone 6 Plus estão reclamando que os seus novíssimos dispositivos estão dobrando depois de passar algumas horas no bolso das calças, em um uso aparentemente normal. O mais interessante é que essa não é a primeira vez que um smartphone da Apple faz isso: os modelos iPhone 5 e iPhone 5s, que possuem telas de 4 polegadas, também apresentaram tal característica no passado, fugindo à regra de que isso só acontece com dispositivos com telas de 5 polegadas ou mais.

O iPhone 6 Plus parece se encaixar de forma cômoda no bolso quando estamos em pé, mas pode sofrer grande tensão quando nos sentamos. Bolsos muitos folgados também podem ser um problema. Se o smartphone desliza para uma posição horizontal, perpendicular ao eixo da perna, quando nos sentarmos, a tensão sobre as extremidades pode ser elevada. Pode ser que o novo iPhone pode ser especialmente sensível a este problema. Afinal de contas, é um smartphone muito fino e fabricado em alumínio.

Independente da marca do produto escolhido, a melhor solução é buscar calças menos justas, usar um case semi-rígido ou rígido, ou se o smartphone é grande demais, leve o dispositivo em um bolso no interior do paletó, ou até mesmo em uma mochila ou bolsa.

Via MacRumors

Unidades do LG G Watch estão provocando queimaduras em usuários; empresa já trabalha na solução

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Alguns usuários internacionais do LG G Watch começaram a reclamar de reações na pele, como manchas, irritações e queimaduras menores depois de usar o relógio, que pareciam ser provocadas pela corrente contínua que mantém os pinos de carga do dispositivo (na foto no final do post, é possível ver esses pinos corroídos). LG e Google já se manifestaram sobre o assunto, e informam que estão trabalhando em uma solução para o problema.

O site Android Police confirmou com as duas empresas que uma atualização de software via OTA parra o G Watch está prestes a ser oferecido, o que solucionaria esse sério problema. A solução é a interrupção da produção de corrente nos pinos quando os mesmos não estão em sua base de carga.

Tanto Google como LG garantem que apenas um pequeno número de unidades do G Watch foram afetadas com esse problema. O produto ainda não está a venda no Brasil, ou seja, as chances do relógio chegar ao nosso mercado com o problema já resolvido são grandes. Assim espero.

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Via Android Police

Samsung confirma uma falha que inutiliza a câmera de algumas unidades do Galaxy S5

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O Samsung Galaxy S5 não está livre dos problemas típicos de um lançamento. Depois de diversas reclamações feitas pelos compradores do novo smartphone, a Samsung confirmou a existência de um problema de fabricação em algumas unidades, que faz com que a câmera do dispositivo pare de funcionar.

A falha parece estar afetando especialmente os terminais vendidos nos Estados Unidos pela operadora Verizon. Os smartphones afetados mostram a mensagem “Camera Failure”, que indica que a câmera deixou de funcionar completamente. Técnicos da empresa em pontos de venda tentaram solucionar o problema, mas sem sucesso.

Por enquanto, a Samsung está oferecendo a substituição das unidades afetadas mediante apresentação da garantia de compra (nota fiscal). O problema aparece pouco depois da publicação de um anúncio, onde a Samsung compara a câmera do Galaxy S5 com a do iPhone 5s.

 

Via The Verge

Sony informa sobre problemas de bateria do VAIO Fit 11a, e recomenda que usuários deixem de usá-lo o quanto antes

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A Sony alerta aos proprietários dos notebooks Sony VAIO Fit 11a, apresentados em janeiro de 2014, contam com baterias problemáticas, e recomenda que o seu uso deve ser abandonado o quanto antes possível, com riscos que os produtos podem chegar a pegar fogo por conta dessa anormalidade.

Segundo o Wall Street Journal, são 26 mil unidades desses portáteis afetados em todo o planeta, “incluindo 497 nos Estados Unidos, 7.158 na Europa, 2.088 na China e 3.619 no Japão”.

É provável que a Sony inicie em breve um programa de recall desses portáteis para solucionar o problema, que não é novo, não é algo exclusivo da Sony, nem de outros fabricantes. A notícia chega pouco tempo depois do anúncio vender a sua divisão de PCs e portáteis para a Japan Industrial Partners.

Via The Wall Street Journal

Google confirma que Android 4.4.2 KitKat “devora” a bateria de alguns smartphones com SoC da Qualcomm

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De forma curiosa, o Nexus 5 e o Android 4.4.2 KitKat não conseguem se entender. A bateria do smartphone da Google com essa versão do sistema é consumida muito antes do que deveria. Um dos culpados é o processo mm-qcamera-daemon, que permite o acesso à câmera do dispositivo aos aplicativos, e mesmo que ele não seja utilizado na maior parte do tempo, o problema se torna acentuado com o uso de aplicativos como o Skype e o Snapchat.

Porém o Nexus 5 não é o único a ser afetado com esse problema. A Google confirmou que outros smartphones com SoC da Qualcomm, como o Galaxy Note 3 da Samsung, contam com o mesmo problema com esta versão do sistema operacional. O processo citado fica em permanente execução em segundo plano, e não apenas provoca uma redução na autonomia de bateria desses smartphones, mas também um aquecimento acima do esperado.

Um usuário do Nexus 5 compartilhou em um fórum que a autonomia do smartphone cai 1% a cada dois minutos, inclusive quando o terminal está em modo de espera (ou standby). Felizmente, um responsável da Google confirmou que eles estão trabalhando para resolver este problema, que será definitivamente solucionado na próxima atualização do Android KitKat.

A má notícia é que a Google não menciona quando o update estará disponível. Pelo menos por enquanto, a única dica passada é desinstalar o Skype até que esteja pronta uma atualização que evite o uso inadequado da câmera, um problema que parece ter se agravado ainda mais com a última atualização do dispositivo.

Via International Business Times

Novo bug do iOS 7 permite a realização de chamadas sem o uso de senha

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Tudo bem, nós entendemos que um novo software apresenta problemas não previstos durante o desenvolvimento do mesmo, mas 1) eles tiveram quase 1 ano e meio para desenvolver o iOS 7, e 2) os problemas começam a ser frequentes, e em um ponto onde a própria Apple se gaba muito: a segurança.

Não faz nem dois dias que publicamos aqui no blog um problema de segurança, que permitiam que alguns aplicativos pudessem ser abertos na tela de bloqueio, além de poder visualizar fotos no dispositivo, sem precisar digitar a sua senha de acesso. Hoje, temos algo parecido, mas que permite a realização de chamadas a partir de qualquer iPhone bloqueado.

O bug foi divulgado pela Forbes por Karam Daoud, um jovem palestino que gravou um vídeo demonstrando o problema na prática (você pode conferir o vídeo no final do post). E, antes que você me pergunte, sim: tal como no bug anterior, Daoud já tinha reportado à Apple sobre o problema, mas ao que tudo indica, mais uma vez, o pessoal de Cupertino decidiu simplesmente ignorar que o problema existia (ou não recebeu os e-mails de Daoud, vai saber…).

Para ativar o bug, basta ir ate a tela de chamadas de emergência, digitar o número, e realizar a chamada, tocando o botão verde de discagem várias vezes, até que a tela fique negra e exiba a maçã na cor branca. Vale aqui o registro que o pessoal do Engadget tentou realizar esse bug, mas diferente do anterior (que existe, e já pode ser comprovado pelos usuários brasileiros – recebi relatos de usuários do Twitter), eles não conseguiram reproduzir esse problema em específico. Na melhor das hipóteses, o telefone discado até chegou a tocar, mas a chamada foi encerrada imediatamente.

Vídeo abaixo.

 

Via Forbes, Engadget

Um bug do iOS 7 permite a execução de alguns aplicativos com a tela bloqueada

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Não causa mais espanto. A cada vez que uma nova versão de um sistema operacional é lançada, rapidamente os primeiros bugs e exploits aparecem, para colocar água no chope de todo mundo. O usuário do Twitter @VBarraquito enviou para o pessoal do Engadget um vídeo que mostra um problema com a tela de bloqueio do iOS 7, que permite o acesso a alguns aplicativos e serviços, sem precisar incluir o código de desbloqueio.

Segundo confirma a fonte do vazamento, o bug foi enviado para a Apple há muito tempo, mas ao que tudo indica, não foi solucionado. Para ver o bug com os seus próprios olhos, basta você conferir o vídeo a seguir. O Engadget testou essa falha em um iPhone 5s e em um iPhone 5, ambos com o iOS 7.0.1, e teria funcionado perfeitamente.

 

Via @VBarraquito, Engadget

Usuários do novo Nexus 7 confirmam os problemas com o GPS do tablet

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Segundo informam alguns usuários que já receberam o novo Nexus 7 lá fora, o dispositivo está apresentando alguns problemas com o seu módulo de GPS, ocasionando alguns problemas localizados, como queda na navegação, perda de sinal e até mesmo a inutilização do recurso de forma constante.

Em algumas ocasiões, a reinicialização do dispositivo é a solução adotada para que o mesmo volte a funcionar. Porém, em outros casos, nem mesmo essa medida ajuda a evitar que o problema do GPS volte a aparecer.

Aparentemente, a Google já estaria trabalhando em uma solução, mas detalhes sobre quando e como o problema estará resolvido não foram revelados. O que é sugerido é que os usuários desativem o recurso Google Play Services, algo que poderia servir de “placebo”, para assim evitar inconvenientes maiores.

Porém, ao desabilitar o recurso, outras recursos do dispositivo simplesmente iriam parar de funcionar. Ou seja, estamos na situação onde você cobre a cabeça, mas deixa os pés de fora.

Ficamos na espera de uma solução para o problema, antes que o produto comece a ser distribuído em outros países (com esse problema como “brinde”.

Via Phone Arena, Fóruns de Produto da Google

Falha da atualização do Windows 7 (KB2823324) só afeta o Brasil, diz a Microsoft

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De ontem para hoje (11), muitos usuários brasileiros do Windows 7 32 bits se depararam com um grave problema após a atualização do sistema operacional para a patch KB2823324: o sistema operacional simplesmente parou de inicializar. Mas a má notícia não é essa. A pior parte é que o problema só afetou o Brasil.

Após a aplicação dessa atualização, algumas máquinas foram incapazes de dar o “boot” no sistema, impedindo assim que o sistema operacional fosse carregado. O patch é oficial da Microsoft, e faz parte do seu programa “Patch Tuesday”, que envia automaticamente um pacote de pequenas correções e atualizações relacionadas ao sistema operacional. O pacote é oficial, e é enviado para o mundo todo. Porém, por algum motivo ainda não detectado pela Microsoft, ele causou alguns problemas com a versão brasileira do Windows 7 32 bits.

As máquinas afetadas pelo patch problemático estão entrando em looping infinito na tela de inicialização.

A Microsoft emitiu um comunicado, confirmando que “o problema está isolado no Brasil”, e que a empresa está ciente das dificuldades detectadas após a atualização ser aplicada. Por enquanto, não há nenhuma solução oficial da Microsoft para essa anormalidade, e o recomendado é que os usuários das versões 32 bits do Windows 7 desativem o recurso de atualizações automáticas temporariamente.

Caso a sua máquina já está atualizada com o KB2823324, você pode tentar reiniciar a máquina e, durante o boot, acionar a tecla F8, e tentar utilizar um Ponto de Restauração do Windows. Quando o sistema voltar às atualizações pendentes, elas podem ser aplicadas, sem o patch problemático.

ATUALIZADO EM 12/04/2013 @ 11h36: a Microsoft já se pronunciou oficialmente sobre a solução do patch de atualização do Windows 7, e publicou um passo a passo de como resolver o problema. Clique aqui para ler.

 

Nexus 7? Tem no Brasil, mas Asus não sabe quando (e se) ele será vendido

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A novela do Nexus 7 no Brasil continua. O site iG Tecnologia falou hoje (02) sobre o assunto, e confirma aquilo que já tinha sido antecipado internamente por fontes envolvidas com a questão: o Nexus 7 só não chegou ao mercado brasileiro porque existe uma “queda de braço” entre Google e Asus no principal quesito da proposta do produto, e um dos fatores decisivos para o consumidor brasileiro na hora da compra: o preço.

Google e Asus não falam sobre o assunto, mas o iG apurou informações que a Asus chegou a importar lotes do Nexus 7 para o Brasil, mas não lançou o produto porque não chegou em um acordo com o Google em relação ao preço. O Google deu a sua versão dos fatos durante o lançamento do Nexus 4 no Brasil, dizendo que “erraram na estratégia” do Nexus 7 no país, alegando um “desencontro de informações” com a Asus. Por outro lado, a história parece não ser bem essa.

Na ocasião do evento da Asus (onde o tablet Asus MeMo Pad foi apresentado), recebemos informações de fontes envolvidas no assunto que reforçam o que foi publicado pelo iG hoje. A Asus do Brasil queria que o Google aplicasse o seu subsídio para que o valor do produto fosse reduzido em nosso mercado, porém, o pessoal de Mountain View se manteve irredutível sobre a questão. Lembrando: o Nexus 7 inicialmente seria importado (diferente do Nexus 4, que será fabricado localmente pela LG do Brasil), o que torna o processo ainda mais complicado, com todas as taxas de importação e comercialização aplicadas pelo governo brasileiro, que tão bem conhecemos.

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A imagem acima? Um grande erro. Erro do Google, que alega que foi uma “falha de comunicação entre o Google e o seu parceiro”, e Hugo Barra, vice-presidente global do Android, trata o assunto como um “pseudolançamento”. Apesar de alguns e-commerces terem disponibilizado o Nexus 7 para venda, os seus compradores jamais receberão os produtos (se é que chegaram a comprar). Segundo o Magazine Luiza, nenhuma unidade foi vendida, pois o produto foi anunciado no dia 23 de janeiro de 2013, e foi retirado do seu site no mesmo dia. Um lote de unidades do Nexus 7 que chegou ao Brasil foi recolhido, e não há previsão de quando o produto efetivamente será vendido pelo seu site.

Um item que entra em discordância com as informações coletadas pelo iG é o dado que apenas o Magazine Luiza disponibilizou o Nexus 7 para compra. Não é bem assim. No post que fizemos no dia 23/01/2013 (nós fomos um dos primeiros blogs a falar sobre o assunto), destacamos que outras lojas virtuais, como a FNAC e as Lojas MM.com também chegaram a divulgar o tablet como “lançamento” (clique aqui para ler). A imagem abaixo comprova o que estamos falando.

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Durante o evento de lançamento do Nexus 4, o Google não confirma o cancelamento das vendas do Nexus 7 no Brasil. Só afirma que “não tem previsão para lançamento”. Porém, a essa altura dos acontecimentos, não podemos excluir tal possibilidade. Diante desse cenário, a Asus mudou a sua estratégia no Brasil, anunciando o modelo MeMo Pad ME172V, que tem a mesma aparência e conceito do Nexus 7, mas com especificações técnicas bem mais limitadas que o tablet do Google (clique aqui para ler). Por outro lado, o MeMo Pad está mais próximo da proposta de tablet econômico que eles queriam introduzir no mercado brasileiro, o que pode fazer com que a fabricante “esqueça” (em partes) de lançar o Nexus 7 a curto prazo.

Outro ponto desfavorável para a chegada do Nexus 7 no Brasil é a possível chegada do Asus Vivo Pad, tablet com Windwos 8, que deve chegar ao nosso mercado nos próximos meses. Mas, veja bem: em nenhum momento estou afirmando que a Asus desistiu do Nexus 7, ou que eles não querem mais lançar o produto no Brasil. Só estou afirmando que a postergação do lançamento pode ser reflexo dessa mudanças de estratégia da Asus no Brasil. Enquanto isso, eles trabalham paralelamente junto ao Google, brigando pela redução do preço do produto no Brasil.

De fato, um Nexus 7 no Brasil a R$ 1.299 é algo inviável. Por melhor que o seu hardware seja, ele foge do seu propósito principal, que é oferecer um tablet com bom preço e ótimas especificações técnicas, que é a combinação perfeita para disputar com o peixe grande no mercado, o iPad. Com o Nexus 7 custando o mesmo que um iPad 2, para a maioria dos consumidores em potencial, o produto não tem apelo suficiente para que seja a primeira escolha, e a Apple vai levar vantagem nesse aspecto.

Quanto à você, amigo leitor, mais uma vez eu digo: ou você espera (deitado), ou você corre atrás para comprar nos “mercados alternativos”. Pelos indícios, não temos um cenário muito animador, e não há perspectivas para uma solução a curto prazo. Se bem que, na minha opinião, Google e Asus perdem uma extraordinária oportunidade de pegar de assalto o mercado brasileiro de tablets. Afinal de contas, os modelos vigentes do iPad continuam com preços elevados, o iPad Mini não tem nem previsão de chegar ao Brasil, e o Nexus 7 por um preço mais convidativo seria um golpe de mestre para dominar um mercado que ainda está em crescimento.

 

Com informações do iG Tecnologia e Tecnoblog

Sim, amigos… aconteceu uma “tela azul da morte” na demonstração da Sony na CES 2013

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A Sony chegou na CES 2013 com vontade de realizar uma apresentação que impressionasse a todos os presentes, demonstrando algumas de suas novidades para 2013. Porém, se deparou com uma bela (e nada desejada) tela azul da morte na hora de demonstrar a sua nova linha de televisores OLED 4K de 56 polegadas.

Kaz Hirai, CEO da Sony, foi o encarregado de apresentar esta nova linha de televisores, e ao mesmo tempo, foi que teve que segurar a bucha (e não se esconder no primeiro buraco no chão) quando a falha aconteceu, em uma sala de imprensa lotada. Kaz olhava surpreendido para o seu protótipo de produto que era uma das grandes apostas da Sony para este ano. A tela simplesmente apagou, do nada, sem motivo algum. E, não mais que de repente, uma bela tela azul apareceu. Nesse momento, Kaz tentava, de forma inútil, resetar o equipamento para continuar demonstrando as novidades do seu produto.

Quando o executivo voltou a olhar para a tela da TV, se deu conta que a coisa era mais séria do que imaginava, e presenciou algo que os jornalistas e os fãs de tecnologia conhecem desde a década de 1990, quando durante a demonstração do Windows 98, Bill Gates e centenas de jornalistas conheceram a “tela azul da morte” pela primeira vez.

Entre risos, a tela azul exibida no evento da Sony era da BIOS do equipamento. Logo depois, foi vista a tela de recuperação do Windows. Vendo que o problema era de difícil solução imediata, os funcionários da Sony decidiram retirar o modelo da demonstração. Só para refrescar a sua memória: se não aconteceu em todos os eventos da Microsoft, na sua grande maioria, pelo menos uma falha grave ou paralisação ocorreu em sua demonstração de lançamento. Um exemplo: no ano passado, durante a apresentação oficial do Microsoft Surface, o sistema simplesmente paralisou quando o ex-diretor da divisão do Windows, Steven Sinofsky, estava realizando uma demonstração do produto.

Essas coisas acontecem. É claro, estamos em um evento ao vivo, e por mais que façamos testes em um produto, não podemos prever o que pode acontecer durante a demonstração do mesmo. E é melhor mostrar que o produto é “falível”, do que tentar enganar todo mundo, produzindo fotos e vídeos com câmeras que não são as câmeras originais do produto. Não é mesmo, Nokia?

Microsoft Surface Pro possui a metade da autonomia de bateria do Surface RT. E isso é um grande problema…

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Diversas fontes internacionais estão relatando que a Microsoft  não está se dando muito bem com a sua linha de tablets Surface. Ontem (29), foi divulgado que a gigante de Redmond decidiu cortar pela metade a produção do Surface RT, por causa da fraca demanda. Hoje, o rumor do dia é que o Microsoft Surface Pro pode chegar ao mercado mais cedo, e com um preço reduzido (o valor anunciado oficialmente para o produto – inicial – é de US$ 899).

Mas o problema maior não é esse. O problema é que parecem ser mais evidentes os sinais de “trapalhadas” da empresa de Steve Ballmer na estratégia comercial e de concepção do produto. O fato é que o modelo mais avançado do tablet Surface, com um hardware mais robusto, e com o sistema operacional Windows 8 na íntegra já conta com um grave problema: ter a mesma bateria do Surface RT.

Com isso, tendo uma maior demanda de recursos (justamente por conta de um hardware e software mais robusto), ele vai contar com uma autonomia de bateria de 4 a 5 horas de uso, que é a metade da autonomia oferecida pelo Surface RT (10 horas). Que é o que mais ou menos se espera de autonomia de bateria de um bom tablet, principalmente quando vamos utilizar o dispositivo para fins profissionais.

Para um produto que tem como objetivo ser um adversário do ultrabook, e se propõe a ser uma ferramenta de trabalho para os profissionais itinerantes, não dá para ver nenhuma vantagem realmente considerável em adquirir o Surface Pro nessas condições. Afinal de contas, é tão caro quanto um ultrabook, mais desajeitado (pois não pode ser utilizado no colo), menos potente que alguns modelos, com menor capacidade de armazenamento (para modelos com armazenamento híbrido) e com um autonomia de bateria menor?

É… pelo visto, alguém (ou algumas pessoas) na Microsoft não fizeram direito a lição de casa. Vamos esperar o lançamento do produto (marcado para janeiro de 2013) para concluir melhor se o Surface Pro vale a pena ou não.

Via ZDNet

Google fora do ar no Brasil (mas não para todos os internautas) (ATUALIZADO 2X)

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Nesse exato momento, o Google e todos os seus serviços relacionados estão fora do ar para parte dos brasileiros. Não sabemos ainda a extensão do problema, mas questionando os internautas nas redes sociais, tudo indica que o problema não é geral (não afeta todo o Brasil), atingindo a grupos diferentes de internautas, que utilizam diferentes operadoras de internet.

No nosso caso em especial (interior do estado de São Paulo), o Google e seus demais serviços estão inoperantes, com “problemas na busca de DNS”. Outro detalhe observado é que usuários da mesma operadora, mas de diferentes regiões do estado/país recebem comportamentos diferentes. Por exemplo usuários da NET na capital paulista se alternaram entre operantes e inoperantes quando acessam os serviços do Google.

Em diferentes operadoras, os usuários também contam com respostas diferentes, o que aumenta a dúvida sobre a real origem do problema. Estamos investigando, e para qualquer novidade sobre o assunto, atualizaremos esse post.

ATUALIZADO em 26/11/2012, 17h26: pelo menos por aqui, os serviços do Google retornaram. Ainda estamos buscando por explicações para a pane de hoje. Quem passou pelo problema (ou não), pode informar se na sua região os serviços do Google estão ou não no ar, na área de comentários.

ATUALIZADO em 26/11/2012, 18h17: segundo o pessoal do Tecnoblog (que também ficou sem acesso aos serviços do Google), nenhuma das grandes operadoras brasileiras de banda larga informaram nenhum tipo de falha em específico da rede, e em contato com a assessoria do Google Brasil, não houve registro de problemas em sua página de status. Apenas informaram que seguiram monitorando os seus sistemas, e alertariam em caso de alguma novidade. Ainda segundo o Tecnoblog, a falha teria acontecido a partir das 16h19 de hoje (horário de verão de Brasília), e especula-se que um um ponto de troca da Embratel com a Global Crossing (GLBX) tenha saído do ar, o que causou a inoperância nas redes Oi Velox e Net Virtua. Nas redes da GVT e do Speedy, o Google seguiu funcionando normalmente.

Microsoft está investigando o problema dos reboots aleatórios no Windows Phone 8

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No dia de ontem (19), diversos sites especializados divulgaram a notícia que o recém lançado Windows Phone 8, a nova versão do sistema operacional móvel da Microsoft, estava sendo alvo de reclamação dos usuários de smartphones Microsoft e HTC por um comportamento anormal de reboots aleatórios. Para alguns, pode parecer um problema pequeno, mas pense naquele momento em que você está escrevendo aquele e-mail importante, e o seu smartphone reinicializa. Do nada.

Inicialmente, a Microsoft não se pronunciou sobre o assunto, mas hoje (20), foi divulgada a confirmação que a empresa de Redmond está preocupada com o feedback passado pelos usuários, e que já está buscando a causa do problema, trabalhando assim em uma possível solução.

O site CNET informa que a Microsoft não disse nada além de “nós estamos investigando as causas desses incidentes”. O problema não está limitado às reinicializações espontâneas: os usuários também estão reclamando de problemas na sincronização de e-mails, e outras pequenas imperfeições em algumas funções. Obviamente, esses problemas no Windows Phone 8 não são boas notícias para a Microsoft, e é a maior dor de cabeça que a empresa precisa lidar desde o lançamento do sistema. Porém, esse incidente faz com que essa versão do Windows Phone entre na longa lista de sistemas operacionais móveis que “tiveram problemas sérios logo após o seu lançamento”.

Uma das preocupações da Microsoft é causar uma boa primeira impressão com o Windows Phone 8, e esses problemas de reinicialização aleatória acabam sendo um problema para alcançar esse objetivo. Assim como em quase tudo nesse mundo, “a primeira impressão é a que fica”, e a Microsoft sabe que precisa ir muito bem nessa primeira impressão, até mesmo para que a popularidade do sistema cresça, roubando assim um pouco do público que está hoje com o iOS e o Android.

Existem algumas suspeitas sobre o que estaria causando esse problema. Alguns usuários afirmam em fóruns da internet que o preview do Skype para Windows Phone 8 seria o aplicativo que estaria causando os reboots aleatórios, mas por enquanto, essa informação não se confirma como oficial. Mesmo porque desinstalar o Skype não vai resolver de forma permanente o problema. Logo, o leque de motivos para o problema se amplia, e é necessária uma investigação mais ampla para encontrar uma solução.

Windows 8 com preço errado no Brasil: Microsoft interrompe vendas do produto para corrigir o erro

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Sim, o preço está errado. E não pague a mais por um erro da Microsoft. Durante o dia de hoje (26), muitos usuários de redes sociais que estavam tentando atualizar o seu sistema atual Windows para a versão Windows 8 estavam constatando um valor diferente do anunciado ontem (R$ 69) para a atualização via download.

Tudo indica que o sistema de venda online da Microsoft acabou convertendo o valor da cobrança do update via download do dólar norte-americano (US$ 39,99) para a nossa moeda local, o real (R$ 83,31), e já embutindo no preço as taxas de IOF (6,838) para esse tipo de transação. Levando em conta que o dólar está custando R$ 2.02 (cotação do dia 25 de outubro), essa é a única explicação plausível para o pequeno erro.

Vale lembrar que, durante o lançamento realizado ontem em São Paulo, um dos pontos enfatizados pelos executivos da empresa de Redmond é justamente o fato da atualização do Windows 8 no Brasil ser mais barata que nos Estados Unidos (aqui está custando o equivalente a US$ 35, sem impostos), e que essa era uma estratégia agressiva, para estimular os usuários a atualizarem as suas máquinas, e assim, popularizar o sistema de forma mais rápida.

Para corrigir o problema, a Microsoft interrompeu as vendas do update do Windows 8, e já elabora uma solução para o assunto, e pede desculpas pelos transtornos causados. Vamos esperar pelas próximas horas, e aguardar um posicionamento da empresa, na esperança que esse seja apenas um problema passageiro.

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Apple retira o Java do OS X

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A última atualização de software para OS X Lion e Mountain Lion traz uma pequena surpresa que pode causar um certo desgosto para alguns usuários: eliminar o Java do sistema operacional. Vamos supor que a Apple tomou esta decisão depois dos últimos incidentes que vulneravam a segurança aos computadores Mac, aproveitando-se dos problemas presentes na plataforma da Oracle.

O problema para os usuários é que o Java é uma plataforma utilizada em alguns sites, especialmente em aplicações corporativas online, o que supomos que vai colocar os administradores desses sistemas em alguns apuros, que a partir de agora, deverão buscar novas alternativas, como por exemplo instalar o Java diretamente no sistema, a partir do site da Oracle. Vale mencionar que a atual versão do software, o Java 7, não oferece suporte para navegadores de 32 bits, como o Chrome.

Por fim, os problemas que a decisão da Apple vai ocasionar aos usuários mal começaram a ser descobertos, mas se o resultado final vai resultar em uma maior segurança para os usuários, eu apoio a eliminação de uma plataforma que não teve a competência ou capacidade de proteger o usuário das ameaças virtuais.

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Microsoft vai banir contas e consoles que usarem as cópias vazadas de Halo 4

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Na semana passada, a Microsoft confirmou que cópias piratas do esperado jogo Halo 4 vazaram na internet, e logo em seguida chegaram notícias que indicavam que as contas e consoles que resolverem usar o jogo sem autorização seriam expulsas da Xbox Live. Muito bem, a gigante de Redmond foi confirmada, e essa decisão não é algo raro no histórico da empresa, uma vez que no passado já foram banidos consoles que “mostraram atividades estranhas”. Logo, é totalmente normal que os piratas recebem esse tipo de castigo.

Resumindo: as pessoas que usarem cópias do Halo 4 em seu Xbox 360 verão na tela da sua TV uma mensagem que diz algo como “suspenso permanentemente, por uso ilegítimo de um título de pré-lançamento”. E, mesmo que o gamer venha com o argumento do tipo “não violei nenhum direito autoral, pois a culpa não é minha de alguém ter vazado o jogo na internet antes do seu lançamento”, o que vale é que o título não foi lançado oficialmente, e pode sequer estar oficialmente finalizado. Isso, sem falar que o software foi adquirido sem os devidos pagamentos de direitos de utilização do mesmo.

É importante destacar que contas e consoles verão o seu seu acesso à Xbox Live restringido, e não estamos falando de uma ou duas unidades. A Microsoft ainda afirma que está trabalhando com as autoridades para solucionar o problema das cópias piratas de Halo 4, mas como bem sabemos, uma vez que alguma coisa chega na internet, é muito difícil fazê-la desaparecer.

Então, se você vê aquele camelô que você conhece vendendo o novo Halo 4 para Xbox 360 nessa semana, recuse gentilmente. É melhor para você.

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Usuários do iPhone 5 reclamam de um certo brilho roxo em fotos registradas com a câmera traseira

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E parece que os problemas no iPhone 5 não chegam ao fim. Ou talvez os consumidores da Apple ficaram muito exigentes ou mal acostumados, com produtos de alta qualidade. Seja como for, depois de tantos problemas com o recém lançado smartphone, um grupo de usuários estão reclamando sobre a presença de um certo “brilho roxo” nas fotos registradas pela câmera traseira do dispositivo.

De acordo com os fóruns de discussão do site Anandtech, esse brilho roxo pode ser visto quando as fotos são registradas com a câmera diretamente apontada para uma fonte de luz, como por exemplo o Sol.

Enquanto se busca uma razão para isso estar acontecendo, os usuários do fórum informam que já comunicaram o suporte da Apple sobre o problema, e a resposta recebida é que eles estão investigando a causa. Uma teoria que pode explicar o fenômeno é a presença dos cristais de safira, que reveste a lente da câmera do iPhone 5.

Essa cobertura protege de forma mais eficiente a câmera contra arranhões e outros acidentes. por outro lado, uma lente de safira pode refletir a luz de tal forma, que deixa mesmo um brilho roxo nas fotos tiradas diante de uma fonte de luz. É claro que essa é apenas uma teoria. Vamos esperar a Apple se pronunciar sobre o assunto (e se explicar).

Vale a pena também registrar que, segundo a CNET, esse tipo de reclamação não foi mencionada em outros fóruns especializados em produtos da Apple, e não há muitas menções no fórum de suporte da empresa de Cupertino sobre o assunto

Para você ter uma ideia melhor do que estamos falando, veja abaixo um vídeo registrado com a câmera do iPhone 5, e perceba como é possível identificar claramente um rastro de luz roxa nas imagens.

Via CNET

Você está enfrentando problemas de bateria depois da atualização do iOS 6?

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O iOS 6 chegou, e aquilo que era para ser motivo de alegria e contentamento para a maioria dos usuários dos dispositivos Apple continua sendo motivo para mudar a vida de muita gente. E não falo isso só por causa dos mapas (que não são mapas, convenhamos…), mas também pelas melhorias e implementações adotadas pela empresa de Cupertino no novo sistema.

Mas parece que nem todos os usuários estão muito satisfeitos com a atualização, e um número considerável de proprietários de dispositivos com iOS estão reclamando de um excessivo consumo de bateria depois da atualização para o iOS 6. No momento em que esse post é feito, já são mais de 24 páginas de reclamações que chegam ao fórum oficial de suporte da Apple.

Vale registrar também que não são todos os usuários que estão insatisfeitos com o desempenho do software. Muitos usuários informam que, com o iOS 6, ouve até uma melhora no consumo do sistema. Na verdade, em toda atualização de software, sempre há uma tendência de aparecerem erros e falhas das mais diversas, mas na maioria dos casos, o update acaba sendo bem sucedido.

Como também acabaram perguntando para a gente aqui no TargetHD sobre o consumo de bateria após o update para o iOS 6, mas ninguém aqui teve culhões para atualizar os nossos dispositivos (sim, somos fracos…), estamos repassando a pergunta para você: amigo leitor, que atualizou o seu dispositivo para a versão mais atualizada do iOS… você está tendo um consumo de bateria maior do que ocorria antes do update? Ou tudo segue normal?

Deixem suas respostas e comentários nesse post.

Via fóruns de discussão – Apple

2012 ainda é o ano do Android Gingerbread (infelizmente)

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Eu adoro o Android! Diferente de muitos “entendidos” (que só sabem usar o iOS), eu acho o sistema operacional móvel do Google incrível, cheio de possibilidades e altamente customizável. E que fique claro: nada disso me faz desgostar do iOS, diferente de algumas pessoas com ânimos mais exaltados (e com menor senso de discernimento). Porém, uma coisa eu tenho que admitir, e o Google também precisa entender isso: o Gingerbread ainda é a versão dominante no mundo Android, e ao que tudo indica, esse quadro está longe de ser mudado. Infelizmente.

O Google apresentou na semana passada os números atualizados de como está a distribuição das versões do Android nos dispositivos do mercado. Saber que o Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) tem apenas 20% do mercado, e que o Android 4.1 (Jelly Bean) tem uma expansão mínima é, ao meu ver, uma péssima notícia. O Android 2.3 Gingerbread ainda é o sistema dominante do seu universo, e isso acontece desde dezembro de 2010. Ou seja, são 21 meses de liderança, e contando. E ele começa a ser um grande problema para o Google e seus parceiros.

Nesse aspecto, os principais concorrentes… desculpa, a principal concorrente – nesse caso, a Apple… enfim, ela faz o serviço direito. Bem ou mal, todos recebem a atualização do seu sistema operacional móvel no mesmo dia (tá, nem todos, pois os servidores da Apple não aguentam o tranco), e todos acabam tendo as novidades oferecidas pela nova versão do sistema em conjunto. Tudo bem, você pode até dizer “mas a Apple tem apenas um smartphone e um tablet; já o Android precisa oferecer updates para centenas de dispositivos”. Eu sei disso. Mas, vale lembrar que o iOS 6 estará disponível (em diferentes níveis e disponibilidades de recursos) para os modelos 3GS, 4, 4S e iPod Touch. Ou seja, são quatro produtos com características diferentes. E isso dá um certo trabalho. Afinal, são mais de 250 milhões de iPhones ativos no mundo, desde a primeira versão. Logo, tire uma boa porcentagem dos modelos compatíveis com a atualização.

Voltando a falar do Android Gingerbread. O Google ativa 1.3 milhão de dispositivos ao redor do planeta. Desses, a grande maioria contam com o Gingerbread, e a velocidade com que eles são ofertados no mercado é um verdadeiro problema para o Google. Para você ter uma ideia, segundo um estudo feito pela empresa Sauve, a velocidade com que os dispositivos com Gingerbread chegam ao mercado é 14 vezes maior que os produtos com Ice Cream Sandwich. E olha que o ICS nem é mais a mais recente versão do Android.

Outro indício que o Google tem problemas em distribuir as suas novas versões de seu sistema móvel é que, depois de quatro meses do seu lançamento oficial, o Android Ice Cream Sandwich estava disponível apenas em 1% de todos os smartphones Android. Tudo bem, hoje são 21% dos dispositivos. Mas… quanto tempo levou para chegar nesse número mesmo? O Jelly Bean segue o mesmo ritmo lento de expansão: lançado em junho de 2012, o Android 4.1 está presente em apenas 1% do mercado de dispositivos do robozinho verde.

Fato é que o Google precisa tomar providências mais enérgicas contra isso. Tudo bem, se não dá para impedir os fabricantes de lançar produtos com a versão Ice Cream Sandwich, que ao menos incentive esses mesmos fabricantes a desenvolverem produtos compatíveis com essa versão (pelo menos essa; o ideal seria já os modelos com Android Jelly Bean). O Google reduziu a janela de lançamentos de novas versões do Android para um grande update por ano, mas isso não foi incentivo para os fabricantes apostarem em produtos com as novas versões do sistema.

Pelo contrário. Com o mundo em crise, os fabricantes estão apostando de forma mais convicta nos smartphones de entrada, buscando os mercados cujos usuários preferem modelos mais simples, com preço menor e recursos como chips dual SIM, para reforçar a proposta de economia. Com isso, apenas os smartphones de linha média ou alta recebem as versões Ice Cream Sandwich e Jelly Bean, deixando essa expansão mais lenta que o desejado.

E o pior de tudo: 99% dos usuários atuais do Android estão usando uma versão do sistema do Google que não suportam os novos recursos do sistema, como o Google Now, o suporte à buscas por voz, e as melhorias de performance previstas no “Project Butter”. E tenho certeza que o pessoal de Mountain View não estão gostando nada disso.