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LG K4 | Primeiras Impressões

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No mesmo evento de apresentação do LG K10, também conhecemos o LG K4, o modelo de entrada dessa nova série de smartphones. Pela sua própria proposta de preço, temos aqui um dispositivo mais comedido nas suas especificações técnicas, mas com uma proposta igualmente válida.

Começando pelas diferenças visualmente detectáveis. O LG K4 tem uma tela menor, algo que todo mundo consegue reconhecer em um primeiro contato. Há quem prefira um telefone com tela menor, o que facilita o manejo do dispositivo com uma única mão. Porém, o preço a pagar nesse caso é justamente ter um menor desempenho, maiores restrições de uso, e um software da geração anterior do Android.

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As linhas arredondadas estão mantidas, mas as bordas ao redor da tela são maiores. O seu acabamento inclui o plástico na sua construção, mas visualmente aparenta ser mais simples que os modelos mais completos dentro dessa série.

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Há um ponto positivo aqui: diferentes de outros modelos da concorrência, ao menos o LG K4 não conta com os botões do Android físicos e impressos na área frontal da carcaça. Isso quer dizer que, apesar de chegar ao mercado com um Android defasado (Android 5.1 Lollipop), ele pode receber a atualização para uma versão mais recente um pouco mais rápido. Resta saber se a LG terá interesse em atualizar esse dispositivo em algum momento.

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Outro destacado diferencial do LG K4 em relação aos demais modelos da série K é a presença dos botões de controle de volume na lateral do dispositivo. Isso chama a atenção, e levanta questões: isso teria acontecido por conta das dimensões do dispositivo, ou por que o design dos botões traseiros encarece de alguma forma o preço final do produto?

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Mesmo assim, não temos um produto espesso. É um smartphone com agradável agarre, e cômodo transporte nas jornadas diárias, sem gerar muito volume quando carregado no bolso da calca.

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A decisão de manter um acabamento com relevo para oferecer um melhor agarre ao produto está mantida e é muito bem vinda. De novo: pensando no perfil de usuário que esse produto é voltado, essa medida é mais que acertada, ao menos para tentar oferecer uma maior segurança ao produto no uso diário.

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Também temos uma câmera traseira mais modesta, mas herdando alguns dos recursos inteligentes implementados pela LG nos modelos maiores. Será que serão suficientes para ao menos produzir boas fotos para os usuários compartilhar suas imagens nas redes sociais? Esperamos que sim.

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O LG K4 entra na briga dos modelos de entrada, concorrendo diretamente com o Moto E da Motorola e os modelos da Samsung, além dos dispositivos lançados por fabricantes nacionais recentemente. Vamos aguardar o produto efetivamente chegar ao mercado para identificar qual será a reação do consumidor brasileiro diante dessa proposta.

A seguir, vídeo com o hands on e as primeiras impressões.

 

Eduardo Moreira viajou para São Paulo a convite da LG do Brasil.

LG K10 | Primeiras Impressões

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Estive ontem (16) em São Paulo para o evento de lançamento da nova série de smartphones de linha média da LG. A série K é composta por três modelos: K10, K8 e K4, e nesse post, passo minhas primeiras impressões do modelo mais completo dessa série, o LG K10.

A LG destacou em seu evento que a maioria dos usuários brasileiros de smartphones nesse momento está concentrada entre o público jovem (13-20 anos). Logo, eles queriam focar nesse nicho de mercado, oferecendo produtos que contam com um preço menor, mas com qualidades pontuais nos itens que mais interessam a esse grupo de consumidor: tela, desempenho e câmera.

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Uma das coisas boas dessa nova série é que os smartphones contam com películas que protegem a tela no kit de compra do produto. Se levarmos em conta que o público alvo desse produto está entre os mais jovens, é mais do que razoável ter essa preocupação, aumentando a integridade da tela diante da rotina movimentada do seu usuário.

O design do LG K10 é bem cuidado, com cantos arredondados, e apesar da predominância do plástico ao longo de sua construção, o modelo é aparentemente bem construído. Outro detalhe bem vindo nesse modelo é a presença de uma tampa traseira com relevo, que oferece um melhor agarre durante o uso.

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A LG manteve a tendência de design dos seus últimos smartphones top de linha, ao deixar os botões de controle de volume e liga/desliga/bloqueio de tela na parte traseira do dispositivo. Isso curiosamente não é mantido no LG K4 (que ainda vou escrever as primeiras impressões hoje), talvez por conta das dimensões do dispositivo, e também pela estrutura técnica para implementar essa solução, o que pode (na teoria) encarecer o valor final do produto.

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Um dos pontos mais promissores do LG K10 é a sua câmera traseira de 13 megapixels. A LG fez um excelente trabalho no conjunto sensor + software no caso do LG G4. Resta saber o quanto que eles decidiram adotar dessa qualidade no seu novo smartphone intermediário.

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É um dispositivo com baixa espessura, bem ajustado para o perfil jovem, que vai levar o dispositivo no bolso para todos os lugares. Isso resulta em uma pegada agradável para o smartphone.

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Uma das boas novidades do LG K10 é essa capa protetora inteligente. Ela é capaz de exibir notificações importantes e até mesmo que o usuário receba ligações sem precisar abrir a tampa do dispositivo.

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É um recurso inteligente, adotado com inteligência, e um modelo de linha média.

Uma das preocupações dos leitores do TargetHD (e minha também, confesso) é a presença de apenas 1 GB de RAM no LG K10. Vale lembrar que esse smartphone conta com um processador MediaTek octa-core e o sistema operacional Android 6.0 Marshmallow, cuja otimização de software é um dos grandes pontos que a Google promove nessa versão. Resta saber se isso será o suficiente para entregar um desempenho final satisfatório, em virtude do seu conjunto de hardware.

O LG K10 já está aqui para testes, e vamos responder essas questões todas em um review que será publicado em breve. A seguir, o vídeo das primeiras impressões desse lançamento.

 

Eduardo Moreira viajou para São Paulo a convite da LG do Brasil.

Primeiras impressões do Motorola Moto X Play (2015)

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Por último, mas não menos importante, temos o Moto X Play, versão mais modesta dos novos modelos Moto X 2015, mas igualmente interessante,  por apostar na ‘troca’: abrir mão de um desempenho top de linha para uma maior autonomia de bateria, com a promessa da manutenção da experiência de uso.

O modelo chega ao mercado em agosto, com um valor sugerido de R$ 1.499. Essa informação pode ser vista de duas formas (como em praticamente tudo o que temos nessa vida).

Por um lado, temos um dispositivo com recursos novos, um Android atualizado e uma relação custo-benefício bem ajustado para o cenário atual do mercado e para a sua proposta dentro do segmento mobile. Por outro lado, o dispositivo é uma ‘involução’ em relação ao Moto X 2014, se pensarmos que traz um processador inferior, o Snapdragon 615.

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Mesmo assim, nem tudo está tão perdido assim. O modelo possui uma tela de 5.5 polegadas, que pode atender bem a aspiração dos usuários menos exigentes. E pode não parecer, mas ele conta com uma leve diferença de tamanho em relação ao Moto X Style (que tem 5.7 polegadas). E essas 0.2 polegadas a menos podem fazer uma boa diferença no agarre e usabilidade diária. De qualquer forma, segue a tendência de mercado e repete as dimensões do Moto X lançado no ano passado.

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Diferente do Moto X Style, o Moto X Play NÃO conta com o flash LED para a câmera frontal. É, amigo, não podemos ter tudo. Você só pode escolher uma coisa de cada vez para priorizar. E no caso desse modelo, o item em evidência é a sua bateria. Ou melhor, a autonomia de bateria prometida para o produto. Em compensação, esse sensor frontal foi melhorado, passando a contar com 5 megapixels de resolução.

O Moto X Play possui uma bateria de 3.630 mAh, e de acordo com a Motorola, por conta do conjunto técnico (tela com menor resolução, menor quantidade de RAM, processador mais modesto) trabalhando em conjunto com as otimizações de software, esse dispositivo é capaz de oferecer uma autonomia de uso de até 48 horas longe do carregador.

Se conseguir isso, ele consegue ficar ativo por mais tempo que o Motorola Moto Maxx, por exemplo. É algo impressionante, mas que só poderemos comprovar durante os testes para um eventual review.

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Outra diferença que diferencia esse modelo do Moto X Style é a presença do plástico no lugar do metal em sua estrutura principal. Talvez por conta disso o Moto X Play acabe sendo naturalmente mais espesso, mas não a ponto de incomodar. Esse é outro ponto a ser considerado antes de escolher esse modelo: nesse aspecto de acabamento, a Motorola promoveu mais um ‘downgrade’, onde o produto tem o mesmo preço que o Moto X 2014, mas com um material menos nobre.

Se bem que, mais uma vez, é preciso lembrar que deixar esse dispositivo como um ‘premium’, não foi o objetivo da Motorola em nenhum momento. Mas sim oferecer vários dos elementos consagrados nos modelos anteriores, principalmente nas funcionalidades de software.

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Em compensação, estamos diante de um smartphone com um visual bonito, principalmente na combinação com tons mais escuros. A parte traseira do dispositivo – assim como os demais modelos apresentados no evento – também foi modificada, com o objetivo de oferecer um melhor agarre durante o uso.

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Outra boa novidade (e mais uma melhoria solicitada pelos usuários) está na sua câmera traseira, que tem o mesmo sensor de 21 megapixels presente no Moto X Style, que é – segundo a Motorola – ‘uma das três melhores câmeras disponíveis no mercado mobile atual’. Mais uma vez, só vamos conseguir comprovar isso na prática com os testes diários.

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O pouco tempo que fiquei com o dispositivo me deixou animado. Mais uma vez, sou obrigado a lembrar que só vou saber se ele vende tudo o que ele promete com o review – que desejo fazer o quanto antes possível, Motorola! -, mas as impressões que tive foram muito positivas, com um comportamento estável e muita velocidade na operação do sistema operacional e seus elementos mais utilizados.

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Assim como aconteceu com o Moto X Style, o Moto X Play também possui suporte para o dual nano SIM, além da possibilidade de expansão de sua memória interna via microSD. Essas mudanças tornam a ideia geral da linha Moto X mais atraente, já que muitos usuários reclamavam dessas ausências nos modelos anteriores.

O que muitos chamam de ‘downgrade’ em relação ao Moto X 2014 eu chamo de ‘reposicionamento’. O grande atrativo do Moto X Play é a sua autonomia de bateria, que trabalha em conjunto com uma relação custo-benefício que ofereça uma experiência de uso competente. Nesse caso, as restrições adotadas pela Motorola são condizentes, pensando nesses objetivos.

Por outro lado, entendo o que muitos usuários reclamam. A tecnologia precisa sempre andar para frente, e não dar passos para trás. Para muitos, a autonomia de bateria maior e as demais modificações adotadas não justificam que o novo Moto X Play custe o mesmo valor que o Moto X 2014. Ele poderia custar menos, até mesmo para ser mais competitivo e atraente do que os seus competidores.

De qualquer forma, deve fazer barulho e chamar a atenção. Mas vamos esperar pelos primeiros testes e feedbacks.

Primeiras impressões do Motorola Moto G de 3ª geração (2015)

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Ontem (28), eu estive em São Paulo (SP) para o evento de imprensa da Motorola Mobilty, onde eles apresentaram três novos smartphones. Ao longo do dia, vou passar as minhas primeiras impressões sobre cada um deles, começando pelo Motorola Moto G de terceira geração (2015), um dos modelos mais especulados dos últimos dias.

Em linhas gerais, o Moto G 2015 é o que mais apresenta mudanças estéticas em relação ao modelo anterior. A Motorola certamente detectou que o principal ponto de interesse dos consumidores desse tipo de produto está na liberdade de personalização do dispositivo na carcaça traseira, mas mantendo a experiência de uso e as melhorias adotadas na segunda versão.

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Dito isso, o novo Moto G de terceira geração mantém os dois alto-falantes frontais, algo que foi elogiado no Moto G 2014, o que reforça um pouco as aspirações para consumo de conteúdos em multimídia do smartphone. Não que esse seja o forte do dispositivo, mas ao menos para os menos exigentes na parte de vídeo (que vão assistir os vídeos do YouTube, Netflix e outros serviços via streaming) ou para quem quer um áudio um pouco mais potente para a reprodução de músicas, o dispositivo atende bem essas necessidades.

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O dispositivo mantém as suas linhas mais sóbrias, uma característica que já estava presente nas primeiras versões. O ar mais ‘descolado’ ficará por conta do usuário, que tem um grande leque de opções de cores para customizar o seu Moto G 2015.

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Aliás, com o novo Moto G de terceira geração, o Moto Maker finalmente estreou no Brasil. O serviço de customização de smartphones da Motorola chega oferecendo ao usuário o pode de deixar o seu dispositivo com a sua cara, e pagando pouco por isso. De novo: a Motorola certamente entende que é isso o que o consumidor brasileiro mais deseja nos seus dispositivos de linha média.

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O resultado final é uma série de opções de combinações de cores, que podem acompanhar o estilo do usuário. Essa liberdade de escolha pode ser um dos diferenciais relevantes a favor da Motorola dentro desse segmento de smartphones (com preços entre R$ 800 e R$ 1 mil).

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Voltando a falar do design do produto, ele aparenta ser um pouco mais espesso, mas na verdade o seu agarre é bem confortável. Por conta de sua tela de 5 polegadas, o Moto G 2015 continua a ser um dispositivo fácil de ser manejado/utilizado, onde até mesmo os usuários com mãos relativamente pequenas poderão utilizar o dispositivo sem maiores problemas. Mas dentro de um limite, que fique bem claro.

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Como você já percebeu nas fotos anteriores, a carcaça traseira foi modificada, com um novo formato para os detalhes do logo da Motorola, além de uma carcaça traseira com uma textura que melhora o agarre do produto. Um sinal de evolução que, no final das contas, agrada bastante se comparado com as versões anteriores do Moto G.

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Uma nova câmera, com um novo flash, recebeu também um novo detalhe de acabamento. Tudo isso pensando em reforçar os pontos de evolução estética do dispositivo.

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Por fim, mas não menos importante, o novo Moto G de terceira geração agora é resistente à água, ficando imune nas imersões de até 30 centímetros de profundidade por 30 minutos. Pode parecer pouco, mas é um diferencial relevante para um dispositivo de sua categoria. E um alívio para quem usa o smartphone enquanto ocupa o banheiro, ou enquanto toma banho com ele (acredite, 17% das pessoas fazem isso).

De fato, a Motorola apostou em mais mudanças no Moto G 2015 para que o mesmo continuasse a ser um campeão de vendas. No Brasil, o dispositivo foi o smartphone mais vendido por 12 meses consecutivos. Não é pouca coisa.

Porém, alguns pontos levantam dúvidas sobre como o dispositivo vai se sair em um uso diário.

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Muitos entendem que a manutenção do processador Snapdragon 410 (mesmo em uma nova versão) no novo Moto G de terceira geração é uma decepção. Seria muito interessante ver a Motorola apostar no Snapdragon 615 (que por sua vez está presente no novo Moto X Play), mas entendemos que está muito difícil manter a relação custo-benefício do passado. A variação do dólar aqui e no exterior obriga os fabricantes a repensarem suas estratégias nos diferentes mercados globais.

Com tudo isso, resta saber como o Android Lollipop vai se comportar com o novo Moto G 2015 com 1 GB de RAM, 8 GB de armazenamento e esse processador Snapdragon 410 no dia a dia. Sabemos que a Motorola customiza muito bem o seu Android, deixando ele praticamente puro. E a breve experiência que tive com o smartphone no evento foi muito boa. Mesmo assim, entendo que será pouco no futuro, deixando a vida útil do dispositivo em risco com as futuras atualizações, e só poderemos tirar conclusões definitivas depois de testar o produto em uma rotina diária.

Ao menos temos um atenuante: através do Moto Maker, os usuários mais exigentes podem optar pela versão com 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento, mais aceitáveis para os propósitos gerais da maioria dos usuários em potencial.

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Esperamos que a Motorola não demore no envio do Moto G de terceira geração para testes e review.

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Veja o Android L em ação, em um vídeo de primeiras impressões

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Mais cedo ou mais tarde, isso iria acontecer. Com a Google I/O 2014 em andamento, e os desenvolvedores já podendo utilizar o Android L de forma antecipada, começam a pipocar pela internet os primeiros vídeos de hands on (ou primeiras impressões) da nova versão do sistema operacional móvel da Google.

E as primeiras impressões realmente chamam a atenção. O vídeo mostra um sistema visualmente atraente, fluído, com transições perfeitas e novas animações e recursos visuais que chamam a atenção. É claro que alguns fatores precisam ser considerados, como o fato de ser uma versão “Developers Preview” do Android L, e do dispositivo rodar em um Nexus 5, que possui um hardware top de linha (estamos curiosos para ver como o sistema vai se comportar em dispositivos com um hardware mais modesto).

De qualquer forma, esse é um dos primeiros de muitos vídeos que veremos na internet com o novo Android L em ação. Logo, fiquem ligados em nossas atualizações. Vem muito mais por aí.

 

LG Digital Experience 2014 | Em mãos, o LG G2 Mini

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Outro produto que recebeu destaque da LG na Digital Experience 2014 foi o LG G2 Mini, modelo que se propõe a ser uma versão mais compacta e com valor mais competitivo do muito elogiado LG G2. Por conta disso, possui algumas “restrições de hardware”, mas pelo menos nas primeiras impressões, a adaptação foi bem sucedida.

Para começar, o LG G2 Mini é um dos clássicos exemplos de ser “mini” em tudo. Não só na redução do tamanho, mas nas especificações técnicas (tela, dimensões, resolução de tela, bateria, processador, quantidade de RAM, entre outros). Aliás, os executivos da LG compartilharam no evento a informação que as duas versões do smartphone estarão disponíveis no mercado brasileiro, ou seja, uma versão com conectividade 3G, e outra, com 4G/LTE, que contam com diferenças técnicas entre si (principalmente no processador).

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Em linhas gerais, o LG G2 Mini é uma cópia autêntica e reduzida do LG G2, com uma diferença estética: a presença de uma carcaça traseira com relevo no lugar da carcaça traseira lisa. Um diferencial interessante, para que o smartphone fique melhor ajustado nas mãos. O que não é difícil, levando em conta que a sua tela é de 4.7 polegadas (porém, com bordas maiores que as presentes no Moto X e no LG G2, ou seja, com menor aproveitamento de área de tela).

De qualquer forma, é um dispositivo simpático. Por manter a mesma estética do LG G2, é igualmente agradável diante dos olhos. O botão traseiro, tão comentado no modelo maior, está devidamente adaptado às novas dimensões do modelo menor. Afinal de contas, é basicamente a assinatura não só do G2, mas da nova série G da LG, uma vez que o G Flex também possui essa característica de design.

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Curiosamente, o fato dele ser um modelo “mini” fez com que sua espessura aumentasse (até porque seria difícil uma redução nesse aspecto, ainda mais em um modelo intermediário). Ele é mais espesso sim, mas não algo gritante. Porém, é algo que precisava ser registrado, apenas como uma observação. Entendo que tal detalhe não vai interferir no interesse dos usuários em relação ao smartphone.

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Outro ponto positivo do LG G2 mini é a sua tela. Apesar de contar com uma resolução mais baixa (qHD), ela possui a mesma qualidade apresentada pelo G2 original. Esse é um dos principais pontos positivos do modelo maior, e é algo que deve pesar na eventual escolha do cliente em potencial. Sua câmera traseira (de 8 megapixels) oferece parte dos recursos já conhecidos nos modelos anteriores.

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Por fim, o seu desempenho. A boa notícia é que o LG G2 Mini aparentemente oferece um desempenho bem ajustado para suas características técnicas. Mais uma vez, é preciso ressaltar que existe a possibilidade dos dispositivos terem sido ajustados para oferecer a melhor performance possível, evitando assim que eventuais falhas sejam detectadas durante as degustações. Mesmo assim, como estamos falando das primeiras impressões do dispositivo, o que posso dizer sobre o pequeno G2 da LG é que ele aparenta ser um modelo fluído, bem funcional e com desempenho fluído na maior parte do tempo.

O LG G2 Mini chega para competir na faixa de preço que estão hoje o Motorola Moto X, o Samsung Galaxy Gran 2 Duos (já podemos citar esse), o Sony Xperia SP e derivados. Não estou considerando aqui as diferenças técnicas entre os diferentes modelos (e no caso específico do LG G2 Mini, só com o review poderemos saber se essas diferenças são significantes ou não).

O LG G2 Mini tem preços sugeridos de R$ 1.179 (versão 3G) e R$ 1.299 (versão 4G). Para a versão 3G, sua chegada está prevista para o mês de abril. A versão 4G do smartphone só vai chegar ao mercado brasileiro em junho.

Abaixo, veja o vídeo de hands-on do dispositivo.

Nota: Eduardo Moreira viajou para São Paulo (SP) a convite da LG do Brasil

LG Digital Experience 2014 | Em mãos, o LG G Flex, o smartphone curvado (com hands on)

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A LG do Brasil deu um destaque especial para o LG G Flex, modelo que é o primeiro do mercado brasileiro a contar com tela e bateria curvas, oferecendo uma nova proposta de design para o já mais que saturado mercado de smartphones. Experimentei o modelo por alguns minutos, e nesse post, eu passo as minhas primeiras impressões sobre o exótico modelo.

A primeira curiosidade que você tem ao se deparar com um produto como esse é verificar como ele vai ficar em suas mãos. Ok, eu não sou parâmetro para isso – pois minhas mãos são grandes -, mas a partir da minha perspectiva, a primeira palavra que vem na minha cabeça é “estranho”. O LG G Flex é, efetivamente, uma nova proposta de dispositivo, que pretende se “encaixar” ao usuário no ato da conversação. Na mão, ele encaixa melhor, mas quando você vive a vida inteira segurando dispositivos com superfície plana, e passa para uma que tem uma curva, a tendência é você estranhar um pouco.

Agora, se a comunicação por voz se torna mais eficiente e inteligível em um produto com esse formato, só saberemos quando o mesmo chegar até aqui para review. Algo que já estamos na espera.

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Por outro lado, essa curva do LG G Flex não é o fim do mundo. Ela existe, mas não é acentuada a ponto de tornar o smartphone impossível de ser colocado no bolso, como alguns (de forma tola até) temiam. Essa curva dá um ar de modernidade ao seu design, combinando com o seu ar futurista. Sem falar que (teoricamente) a sua tela acaba sendo mais resistente que as demais, uma vez que, por ser curva, ela também é flexível. Mas até um certo ponto, que fique bem claro – isso foi muito frisado durante a apresentação do produto.

Além disso, temos que lembrar que a tela curva está presente no G Flex também com o objetivo de melhorar a experiência multimídia do usuário, aumentando a imersão da reprodução de vídeos em alta definição. Até porque essa será uma excelente maneira de aproveitar a tela de 6 polegadas do dispositivo.

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Outro ponto que a LG destacou de forma enfática foi a sua carcaça traseira, que como já foi amplamente divulgado, possui um recurso de “regeneração”, que praticamente remove os pequenos riscos provocados por moedas, chaves e outros objetos que normalmente transportamos no bolso junto com o dispositivo. Para mostrar a eficiência desse sistema, a LG montou um stand específico para o recurso, que foi comparado com um case protetor da própria LG. Infelizmente, não temos imagens do processo, mas falando como alguém que presenciou a demonstração: definitivamente, o recurso de regeneração funciona muito bem, eliminando quase completamente os arranhões realizados no dispositivo.

E digo “quase”, mas não com tom de desprezo. É simplesmente surpreendente que um smartphone consiga tal efeito. É claro que os mais cismados vão querer usar o smartphone com um case – e até recomendo. Mas para uma tecnologia considerada como novidade e diferencial, é animador saber que ela ainda pode evoluir.

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Também testei de forma breve a sua câmera, que com um sistema de foco muito rápido, promete ser outro ponto de destaque do LG G Flex. A LG vem dando prioridade ao sensor fotográfico nos seus últimos lançamentos, não apenas acrescentando novos recursos e efeitos no software, mas efetivamente melhorando o seu sensor. É claro que não dá para tirar qualquer tipo de conclusão dom um teste tão breve (mais uma vez, dependo do review para tirar conclusões definitivas), mas é outro ponto do smartphone que deve ser pelo menos muito procurado pelos usuários nos futuros reviews.

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Sobre o seu desempenho, nenhum senão. Com um hardware competente, a presença do Android 4.4 KitKat e uma ótima tela, o LG G Flex oferece uma experiência de uso prazerosa, com uma performance limpa e fluída. Deixando de lado que muito provavelmente os modelos demonstrados pela LG no evento podem ter sido otimizados para serem à prova de falhas, devo dizer que fiquei bem animado com a performance do aparelho. Sem engasgos, sem sinais de lags, e mostrando um potencial de desempenho excelente.

Por fim, as primeiras impressões do LG G Flex são realmente muito positivas. Eu gostei muito do que vi na proposta geral do aparelho e no seu desempenho. Fica evidente que a LG tenta repetir o resultado de ótimas primeiras impressões que o LG G2 obteve na época da sua apresentação, mas a proposta do modelo curvo ainda tem alguma resistência por parte de alguns. Esse quadro talvez só mude depois dos primeiros reviews.

Informações técnicas:

Processador: quad-core 2.26 GHz Qualcomm® Snapdragon™ 800
Display: 6”, HD (1280×720), OLED plástica curva (Real RGB)
Memória: 2GB RAM, 32 GB de memória interna
Câmera: 13MP traseira, 2.1 MP frontal
Bateria: 3,400 mAh
Sistema operacional: Android JellyBean+ 4.2.2
Tamanho: 160.5 x 81.6 x 7.9- 8.7mm
Peso: 177g

Preço sugerido: R$ 2.699,00

A seguir, um breve vídeo de hands-on do dispositivo, e mais fotos.

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Nota: Eduardo Moreira viajou para São Paulo (SP) a convite da LG do Brasil

[Primeiras Impressões] LG G Pad

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Apesar do evento da LG de ontem (29) ser totalmente centrado no LG G2, outro produto foi muito procurado entre os presentes: o LG G Pad. O produto estava exposto em uma única unidade de protótipo para degustação, e passo aqui as minhas primeiras impressões sobre o pouco tempo que fiquei com o produto.

Nesse caso, vamos nos focar mais nos aspectos físicos do produto. As características técnicas e de software não podem ser concluídas de forma definitiva, justamente pelo fato do produto ser um protótipo funcional, e não a sua versão final.

Dito isso, o tablet chama a atenção por alguns fatores. Primeiro, por ele lembrar as linhas de um certo concorrente sul-coreano (de forma leve), mas por também lembrar um certo concorrente norte-americano (ainda mais nessa cor branca). Deixando esses detalhes de lado, o LG G Pad é um modelo visualmente atraente, e mais uma vez o seu principal destaque no seu externo é a sua tela, com alta resolução e densidade de pixels superior a 300 ppp.

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É um produto fino e leve para ser manejado, algo que vem se estabelecendo como uma tendência e preferência do mercado atual. Sua combinação de cores (considerando o protótipo que foi apresentado) tornam o produto visualmente atraente, e o material empregado pela LG resulta em um produto com uma boa qualidade de construção. Algo que considero positivo para um produto que visa ser competitivo contra concorrentes na sua faixa de preço.

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Outro ponto positivo é essa sua estrutura metálica na parte traseira, que reforça a impressão de qualidade mais elevada para o acabamento do produto, o que é algo sempre bem vindo para quem vai adquirir um produto desse porte.

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Uma câmera traseira não pode faltar (porém, sou contra: me recuso a usar um tablet para tirar fotos).

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Por fim, o LG G Pad parece ser um produto bem promissor. Ainda mais considerando o fato da LG ter a intensão de oferecer o modelo com um preço competitivo. De forma ainda não oficial, os executivos da empresa informaram que pretendem lançar o tablet no Brasil a tempo dele ser comercializado para o período das vendas de Natal, com um preço estimado de R$ 1.099, na sua versão WiFi.

Mas, atenção! O produto ainda não é oficial. Ele só foi demonstrado no evento do lançamento do LG G2. O tablet ainda será anunciado oficialmente, e suas especificações técnicas ainda serão confirmadas, assim como o seu preço.

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[Dicas de Compras] Samsung Galaxy S4 Mini Duos Branco

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Para aqueles que não se convenceram com o modelo na cor preta (e entraram em contato conosco solicitando a opção do lançamento na cor branca), aqui está. A Samsung também está disponibilizando o modelo em branco do Galaxy S4 Mini Duos (GT-I9192), tal como foi previamente anunciado no ato do seu lançamento.

Não há diferenças nas especificações técnicas dos dois modelos. A única diferença está na cor da carcaça do produto. O que acontece é que alguns usuários simplesmente preferem ter uma opção alternativa para a compra de seus produtos de tecnologia, seja por uma questão de estilo ou porque se cansaram dos dispositivos com uma cor mais sóbria.

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O Galaxy S4 Mini Duos é a versão 3G do dispositivo, que também está disponível na versão 4G, mas com apenas um slot para chips de operadoras. O modelo possui uma tela de 4.3 polegadas, processador dual-core de 1.7 GHz, 1.5 GB de RAM, GPU Adreno 305, 8 GB de armazenamento interno (5 GB disponíveis para o usuário), câmera traseira de 8 megapixels, câmera frontal de 1.9 megapixels e sistema operacional Android 4.2.2 Jelly Bean.

Preço: R$ 1.399.

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[Dicas de Compras] Samsung Galaxy S4 Mini Duos

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Anunciado para o mercado brasileiro em julho, o Samsung Galaxy S4 Mini Duos chega ao comércio eletrônico brasileiro só agora, em agosto. Mesmo assim, é um smartphone que muitos estão prestando atenção, por oferecer não apenas as características visuais do Galaxy S4, mas alguns dos seus recursos e funcionalidades. Sem falar que suas especificações podem colocar o modelo como uma das opções de smartphone dual-chip mais interessantes do mercado.

O Galaxy S4 Mini Duos é a versão 3G do dispositivo, que também está disponível na versão 4G, mas com apenas um slot para chips de operadoras. O modelo possui uma tela de 4.3 polegadas, processador dual-core de 1.7 GHz, 1.5 GB de RAM, GPU Adreno 305, 8 GB de armazenamento interno (5 GB disponíveis para o usuário), câmera traseira de 8 megapixels, câmera frontal de 1.9 megapixels e sistema operacional Android 4.2.2 Jelly Bean.

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O produto é um modelo de linha média, mas com um desempenho que pode surpreender. É um telefone pequeno, leve, ágil e bem funcional, com uma fluidez que chama a atenção, sendo uma opção muito interessante para a maioria dos usuários que querem um desempenho mais potente para um modelo com dois slots para SIM cards.

Além disso, o mercado está oferecendo bons smartphones com dual-chip SIM, mas a maioria deles se caracteriza mais pelo grande tamanho de tela. E não são todos que estão dispostos a carregar por aí um telefone que se aproxima de um tablet em suas dimensões. Por isso, o Galaxy S4 Mini Duos pode ser uma interessante alternativa.

Nós já recebemos o Galaxy S4 Mini, e estamos testando o smartphone para um review, que deve ir ao ar no blog em breve. Enquanto isso, veja o vídeo de primeiras impressões que o editor-chefe do blog, Eduardo Moreira, produziu para o seu blog pessoal.

 

Preço: R$ 1.399.

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Samsung Galaxy Mega já é visto no mercado brasileiro

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O meu domingo na verdade é no sábado. É o dia que costumo sair com a minha esposa para caminhar um pouco pelo centro da cidade, visitar o shopping local, almoçar fora… e sempre que possível, conferir o que o comércio local está oferecendo no segmento de tecnologia. E não chega a ser uma grande surpresa me deparar com o Samsung Galaxy Mega em uma loja física do comércio local.

Um dos leitores do TargetHD (o @johnsonjones) já havia cantado essa bola na semana passada, informando que o Magazine Luiza já listava o Galaxy Mega como um produto indisponível (estranhamente sendo listado como “mini tablet”, mas isso é outra história). E durante a minha caminhada no comércio da minha cidade (Araçatuba/SP), eu me deparei com o dispositivo pela primeira vez, e obtive as primeiras impressões físicas do modelo.

Como a loja em questão (Casas Bahia… sim, me julguem) estava muito cheia, ficou um tanto quanto complicado testar o desempenho do smartphone. Porém, consegui tirar as fotos do modelo rapidamente, além de obter algumas impressões do produto. Na sua estética, ele não se diferencia em nada dos recentes lançamentos da linha Galaxy, com exceção das bordas de tela um pouco mais finas, aproveitando melhor espaço de tela.

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Sobre o seu tamanho, o Samsung Galaxy Mega é um monstro! Eu achava o Gran Duos grande, mas o Galaxy Mega é significativamente maior com sua tela de 6.3 polegadas. mesmo assim, a Samsung fez com que sua pegada fosse minimamente confortável para ser segurado com uma das mãos. Logo, é um produto que é melhor sendo utilizado com a sua interação de tela do que se imagina.

Por outro lado, é um dispositivo que realmente chama a atenção em qualquer lugar pelo seu tamanho. Ou seja, todo mundo vai ver DE LONGE que você está com um smartphone de Itu quando você atender uma chamada, levando o dispositivo ao ouvido. É altamente recomendável que você utilize os fones de ouvido para as chamadas, para não chamar muito a atenção.

A qualidade do material empregado pela Samsung no Galaxy Mega é a mesma de qualquer modelo de linha média da empresa. Não esperava um material melhor, mas apenas faço esse registro para os mais curiosos. A sua embalagem vem em uma coloração em tom “amarelo palha”, o que passa a sensação de ser um produto um pouco mais “premium”.

O problema (na minha modesta opinião) está, de novo, no quesito preço. O Samsung Galaxy Mega estava disponível pelo valor de R$ 1.499, o que só se justifica se o usuário realmente deseja um produto com aquele tamanho de tela. É uma das maiores telas de mercado, com resolução HD Super Clear LCD, processador dual-core de 1.7 GHz e 1.5 GB de RAM, o que deve dar conta do recado na maioria das atividades.

Porém, nesse exato momento, temos modelos com especificações de hardware muito melhores e com preços similares ou até inferiores. O próprio Galaxy S III da Samsung custa hoje R$ 1.499, assim como o LG Optimus G e o LG Nexus 4. Sem falar no Nokia Lumia 820 (para quem gosta do Windows Phone 8), que também está nessa faixa de preço.

De qualquer forma, fica o registro da presença do modelo no nosso mercado. Devo testar o produto de forma mais informal nessa semana. Caso os testes aconteçam, eu volto aqui e conto para vocês as minhas impressões de desempenho desse dispositivo.

Veja um hands-on em vídeo do iOS 7 em ação

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O iOS 7, nova versão do sistema operacional móvel da Apple, foi apresentado oficialmente ontem (10/06), durante o evento de abertura da WWDC 2013. Todo mundo comentou como ele é colorido e diferente, mas ninguém viu o sistema funcionando na prática, em um smartphone mundano, ou de um usuário como outro qualquer.

No vídeo abaixo, o pessoal do site PocketNow mostra como ficou o iOS 7 em um iPhone 5, mostrando pare dos seus recursos novos, e relatando suas primeiras impressões. Entendo que o vídeo ajuda a mostrar um pouco de como o sistema é na prática, e como as modificações aplicadas por Jony Ive podem resultar em uma melhor experiência de uso. Vale a pena lembrar que os resultados podem variar de acordo com o modelo de iDevice utilizado para a instalação da versão beta do sistema (não espero a mesma fluidez encontrada em um iPhone 5 no iPhone 4), mas pelo menos temos uma ideia exata de como e até que ponto o sistema se modificou, e como ele está se comportando com a versão beta do iOS 7.

Vídeo abaixo.

[Primeiras Impressões] Nokia Lumia 620, em fotos e detalhes

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O Nokia Lumia 620 é o modelo de entrada com Windows Phone 8. Se apresenta como a melhor relação custo/benefício entre os modelos com o novo sistema, e tem uma missão muito clara no mercado: competir com os modelos Android na sua faixa de preço, que possuem um hardware limitado, e uma experiência de uso mais limitada ainda. Para muita gente, o Lumia 620 é o smartphone a ser observado.

Lembra quando eu disse que o Windows Phone 8 oferece a mesma experiência de uso, mesmo com diferentes perfis de hardware? Pois é, se você não lembra, é sinal que você ou não lê o TargetHD, ou caiu nesse post pela primeira vez. De qualquer forma, eu já disse isso antes aqui, e essa frase cai como uma luva no caso do Nokia Lumia 620. Ele tem uma performance tão boa quanto ao dos modelos anteriores, mesmo sendo o mais simples dos smartphones Nokia com Windows Phone 8 até agora.

Sua tela é menor (3.8 polegadas), com uma resolução de 800 x 480 pixels. É uma resolução baixa, mas é mais ajustado para uma tela dessas dimensões do que o modelo Lumia 820. Mesmo assim, temos sempre que ter em mente que estamos falando de um modelo de entrada, logo, não é um prejuízo tão grande assim. Outra defasagem está na sua bateria, que é de 1.300 mAh. A Nokia promete uma autonomia de uso de quase 10 horas (em modo GSM), mas é possível que o smartphone alcance esse autonomia, uma vez que o modelo não conta com 4G como os anteriores (compatível apenas com HSPA+) e sua tela é, pelo menos, 0.5 polegada menor que o Lumia 820.

Outro ponto de simplicidade do Lumia 620 em relação aos seus modelos maiores está no seu design, que é visivelmente mais simples. O modelo também é mais espesso, e com linhas menos refinadas que os modelos 920 e 820. Mesmo assim, é mais um telefone de bom agarre e de peso relativamente leve (127g), se levarmos em conta a sua elevada espessura (11 mm).

Mas nem tudo são espinhos quando falamos do Lumia 620. Como disse antes, esse smartphone chegou para competir com smartphones Android de sua faixa de preço, e não faz feio nesse quesito. Conta com todos os principais recursos de conectividade (GPS, acelerômetro, etc), câmera traseira de 5 megapixels com foco automático, flash LED e gravação de vídeos em HD (720p@30FPS), NFC (algo que os concorrentes de sua faixa de preço não possuem na sua grande maioria) e um processador Snapdragon S4 dual-core de 1 GHz, que como trabalha com um sistema devidamente ajustado, oferece ao Windows Phone 8 o um desempenho muito próximo ao do Lumia 920, que tem um processador com velocidade 50% maior.

Não estou aqui dizendo que o Lumia 620 faz tudo que o Lumia 920 faz. A maioria das coisas que um faz, o outro faz também. O que diferencia o 920 do 620 são justamente as configurações mais avançadas, que permitem que você faça mais ao mesmo tempo e melhor. O Lumia 620 ainda conta com algumas restrições, como 512 MB de RAM e 8 GB de memória interna (que podem ser expandidas via slot para cartões microSD de até 64 GB). Mesmo assim, nos breves testes que fiz no evento, pude constatar que, nesse aspecto, a Microsoft está cumprindo o prometido, oferecendo um desempenho muito bom do seu Windows Phone 8 em um smartphone considerado de entrada.

Aqui, temos que pensar diretamente na relação custo/benefício de usabilidade. O Android tem mais aplicativos que o Windows Phone? Sim. Agora, me pergunte se ele vai funcionar de forma tão fluída em um Galaxy Ace como vai funcionar em um Lumia 620. A resposta é NÃO. E é aqui que está o pulo do gato. Se você é um usuário iniciante, que está começando no mundo dos smartphones, suas necessidades são menores. Logo, pode investir em um smartphone mais simples, que oferece para você o básico do que você precisa: redes sociais, e-mails, navegação na internet, música, mapas, entre outros. Isso, sem falar nos recursos exclusivos da Nokia.

E mesmo você, que já sabe mexer em um smartphone, mas quer algo mais simples e com boa experiência de uso, o Lumia 620 é uma pedida mais acertada do que a imensa maioria dos Androids de sua faixa de preço (R$ 899). Afinal de contas, se é para ser um segundo smartphone, que seja um Windows Phone básico e que funcione bem do que um Android que pode te dar muita dor de cabeça. Nada contra o sistema do Google. Eu adoro ele. Só que é fato que ele só funciona bem com um hardware mais parrudo. E, nas especificações sugeridas pelo Lumia 620, a satisfação pode ser maior, com um hardware muito semelhante, e pelo mesmo preço.

[Primeiras Impressões] Nokia Lumia 820, em fotos e detalhes

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O segundo modelo com Windows Phone 8 apresentado pela Nokia no Brasil é o Lumia 820, que é o que podemos chamar de “sentado no meio do caminho” entre o 920 e o 620. É um modelo intermediário, pensado naqueles que não querem se comprometer muito no preço com um smartphone com Windows Phone, mas que querem um produto potente e com recursos interessantes.

Para começar, é bom ter em mente que ele é inferior ao Lumia 920, incluindo no seu hardware. Talvez, a diferença seja até grande para o seu valor de mercado (se ele ficasse na faixa de R$ 1.500, seria quase o preço ideal), mas como a Nokia adicionou diferenciais bem interessantes no telefone, essa pequena diferença “para mais” é explicada. Exemplos: assim como o seu irmão maior, ele pode ser recarregado de forma indutiva (sem a intervenção de cabos), além de ser compatível com a maioria dos acessórios de áudio da JBL e da Monster. Por consequência, o modelo conta com tecnologias como NFC e o mesmo processador Snapdragon S4 dual-core de 1.5 GHz. E isso para um modelo considerado de linha média, vem bem a calhar.

Então… o que ele tem de diferente?

O Nokia Lumia 820 possui uma estrutura mais “simples” que o Lumia 920. E coloco o “simples” “entre aspas”, porque mesmo sendo teoricamente mais simples, ele é muito bem construído. Só perde pelo fato do Lumia 920 praticamente ser um produto de construção única, compacto, robusto e seguro. Não que o Lumia 820 seja um produto frágil, mas por contar com capas traseiras intercambiáveis, ele possui um material um pouco mais simples. Só isso.

Outra diferença está na sua tela, que tem 4.3 polegadas e é em AMOLED, com uma resolução de apenas 800 x 480 com Clear Black. O resultado pode não ser visível para a maioria, mas é gritante para quem viu a tela do Lumia 920. Também é compatível com as redes 4G do Brasil, conta com 1 GB de RAM, mas apenas 8 GB de memória interna. Em compensação, possui um slot para cartões microSD de até 64 GB, algo que o Lumia 920 não possui. Mas aqui é até prevista essa adição, uma vez que, na prática, são menos de 8 GB disponíveis para dados de usuário, que podem se esgotar rapidamente. De modo complementar, o usuário ainda conta com 7 GB de armazenamento gratuito via SkyDrive.

O Lumia 820 é menor no seu tamanho, logo, é menor na sua bateria também. Com 1.650 mAh, ele promete uma autonomia de uso de até 8.1 horas (no modo 3G). Também é um pouco mais espesso do que se imagina (ainda mais com uma bateria menor). Mesmo assim, ele ainda é um modelo compacto.

O Nokia Lumia 820 aposta na proposta jovial, despojada e descolada para trocar suas carcaças. Não é nenhum erro apostar nesse segmento de consumidor, uma vez que cada vez mais os usuários querem personalizar os seus dispositivos, ou trazê-los para a sua afinidade, gostos e estilos. Mesmo assim, é preciso tomar cuidado nas comparações. Aqui também é necessário se levar em conta qual é a experiência de uso que você quer. De novo: se você AMA a Nokia e AMA o Windows Phone, e não pode pagar o valor cobrado pelo Lumia 920, essa pode ser uma boa escolha. A relação custo/benefício é boa, principalmente se levarmos em conta que o Ativ S custa R$ 1.999, e possui um hardware semelhante.

Outro ponto a se considerar é que, mesmo com todos os cortes nas especificações técnicas, a experiência de uso do Lumia 820 segue sendo muito boa. Na verdade, excelente. Mais uma vez, afirmo que esse é o grande trunfo do sistema da Microsoft, logo, essa vantagem não pode ser levada em consideração entre os modelos com Windows Phone. O que vai mandar aqui é o que o Windows Phone da Nokia pode te oferecer a mais.

Por outro lado, se compararmos com alguns smartphones Android na mesma faixa de preços, podemos detectar modelos com especificações de hardware similares ou levemente superiores. Não creio em uma diferença muito grande nesse aspecto, o que vai deixar a decisão para a experiência de uso e para o ecossistema de aplicativos. Particularmente, acho que o valor cobrado pelo Lumia 820 (R$ 1.599) é um tanto quanto salgado para aquilo que ele pode oferecer. Porém, acredito que esse valor não vai perdurar por muito tempo no Brasil. É esperado que esse valor se reduza, mas não muito. Mas, se algum dia você encontrar ele por R$ 1.399, ao menos comece a considerar.

[Primeiras Impressões] Nokia Lumia 920, em fotos e detalhes

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Até que enfim, chegou a hora. Hora de testar, mesmo que por breves minutos, o Nokia Lumia 920, a principal aposta da Nokia com Windows Phone 8. Um modelo que chega cheio de recursos diferenciados, que tornam o modelo exclusivo em relação aos seus concorrentes. A pergunta que fica é: será que vale o quanto pesa? Vamos tentar descobrir.

A primeira coisa que observei no Nokia Lumia 920 é a sua pegada. É um modelo bem agradável de se segurar com uma mão ou com as duas mãos, mesmo contando com uma tela de 4.5 polegadas. Por outro lado, compreendo que esse tamanho de tela é considerado “o limite” para uma boa utilização com uma única mão. É claro que isso pode variar, de acordo com o fabricante e o modelo escolhido, mas se você observar bem, os smartphones com telas a partir de 4.8 polegadas podem ficar desajeitados na mão do usuário. Mesmo que esse usuário tenha uma mão gigante.

Outro destaque relevante do smartphone é a sua tela com tecnologia PureMotion HD+, que é mais brilhante que o convencional, mostrando cores mais vivas e traços mais definidos. Isso fica bem claro durante a reprodução de jogos, com imagens de alta qualidade. Conforme fui conversando com executivos e profissionais da Nokia, fui entendendo que o Nokia 920 foi pensado nos consumidores de conteúdo: aqueles que gostam de ver vídeos e rodar jogos no smartphone com qualidade máxima. Vale lembrar que essa tela é uma LCD IPS com resolução de 1280 x 768, e além da alta qualidade visual, é capaz de oferecer uma sensibilidade maior na tela.

Aqui vemos a parte superior do smartphone, com a sua parte traseira contando com uma curva que auxilia na ergonomia do smartphone. Também podemos ver o conector para fones de ouvido.

Visão geral da parte traseira do Lumia 920. E aqui eu me lembro que ele é um smartphone de grandes dimensões. Essa sensação não é algo tão visível quando vi o telefone de frente (até porque a tela com pouca borda ajuda a passar uma sensação de dimensão reduzida), mas quando visto por trás, nos relembramos do seu tamanho real.

Visto pela lateral, ele lembra de forma breve o Nokia N8 (não sei porque isso me veio à cabeça), mas sem as suas curvas acentuadas de design. Sua espessura é boa o suficiente para chamá-lo de “elegante”, sem criar muito volume no bolso da calça. Bom, pelo menos ficou dentro do meu aceitável (se bem que ele poderia ser um pouco mais fino, mas entendo que isso seria muito difícil pelas suas características técnicas).

A Nokia combinou no Lumia 920 a tecnologia PureView (algo que eles se orgulham muito, e deixaram claro na apresentação – falarei mais sobre isso aqui no blog amanhã) e as mundialmente conhecidas lentes Carl Zeiss, uma das melhores do mundo. Conversando com os especialistas treinados para demonstrar os produtos, fiquei sabendo que a parte que protege a lente (onde está escrito “Carl Zeiss” é revestida com cerâmica, para evitar riscos e desgastes. O mesmo procedimento foi adotado com os botões de controle de volume e liga/desliga, nas laterais.

Na parte inferior, temos o conector para cabo de dados.

Mas… e a experiência de uso?

Impecável. Com um hardware do seu porte (processador Snapdragon S4 dual-core de 1.5 GHz, câmera de 8.7 megapixels com PureView e lentes Carl Zeiss, NFC, compatibilidade com redes 4G do Brasil, sensores de acelerômetro, proximidade, luz ambiente, bateria de 2.000 mAh, etc), combinado com um Windows Phone 8 muito liso e fluído, é inegável dizer que o Nokia Lumia 920 é um smartphone com um desempenho excelente.

Aliás, um dos grandes trunfos do Windows Phone é que desde a versão 7.5 ele oferece um desempenho muito agradável. Além disso, a Nokia adicionou como principais diferenciais os seus aplicativos e recursos de software para tornar o sistema ainda mais intuitivo e completo, como Nokia Dirigir, Nokia Here, recursos de localização com o auxílio da realidade virtual e complementos exclusivos, que oferecem um “algo a mais” na experiência de usuário. Isso, sem falar em pequenos elementos que fazem com que o smartphone se destaque junto ao consumidor final, como integração com redes sociais, customização de contatos favoritos e otimização para crianças (evitando assim que o seu filho desconfigure o smartphone por completo).

Tudo muito lindo. O problema é o preço: R$ 1.999,00.

Os próprios executivos da Nokia afirmam que esse é um produto “de elite, premium”. Ou seja, para públicos selecionados. O presidente da Nokia no Brasil, Almir Luiz Narcizo, afirmou durante a coletiva de hoje que o pré-venda do Nokia Lumia 920 foi o maior sucesso da empresa nos últimos 10 anos, esgotando a sua cota inicial de produtos. Porém, o mesmo Almir não revela quantos smartphones foram disponibilizados para venda. Como tudo isso pode ser o tal “marketing para impressionar”, é sempre bom ter um pé atrás com essa informação. Quem sabe quando a Nokia decidir revelar em algum momento esses números. Aí sim, vamos ter uma ideia do quão bem sucedida foi essa pré-venda.

O Nokia Lumia 920 é um ótimo smartphone, mas se colocarmos em paralelo com outros modelos, ele possui alguns pontos que não o torna superior que os seus principais concorrentes na categoria, o que poderia sim indicar um preço menor para o produto. Por exemplo, a ausência de um slot para cartões microSD no modelo. A Nokia possui um argumento válido, que é a presença do SkyDrive, serviço de armazenamento na nuvem da Microsoft (7 GB de armazenamento gratuito). A ideia da Microsoft é que o usuário faça a integração de todo o seu conteúdo em todos os equipamentos disponíveis com sistemas da Microsoft, sem a intervenção de fios. E uma das formas mais práticas disso acontecer é o usuário armazenando tudo isso na nuvem. Logo, pra quê cartões de memória, não é mesmo?

Pois é. mesmo assim, muita gente não vai entender que 32 GB são mais que suficientes para a maioria dos usuários considerados “normais” armazenarem seus dados. Agora, para os hard users, não é suficiente. “Ah, mas o iPhone também só vai até isso”. Mas o iPhone está consolidado no mercado, e não precisa recuperar mercado.

Outro fator é o próprio hardware em si. Para mim (e para muita gente), as especificações do Nokia Lumia 920 são ótimas e suficientes para ter uma vida feliz com ele. Mas vai explicar para o vendedor ou para aquele cliente que acredita que um processador quad-core com Android oferece mais. Por fim, o ecossistema de aplicativos. A Nokia afirmou que tem pouco mais de 125 mil aplicativos para o Windows Phone. É muita coisa, mas se comparado com o universo de mais de 700 mil aplicativos que as plataformas iOS e Android possuem, isso acaba pesando.

Resumindo: eu gostei muito do Nokia Lumia 920. Se você gosta MUITO da Nokia, gosta MUITO do Windows Phone, e não se incomoda de pagar R$ 2 mil no produto, vá em frente. Quem sou eu para dizer “não” para o desejo de alguém. Eu mesmo gostaria de ter um smartphone como esse. Mas não por esse preço. Lembre-se: pagar R$ 2 mil em um smartphone, seja ele qual for, deve ser um investimento de longo prazo. Logo, pense várias vezes antes de tirar o cartão de crédito da carteira.

Motorola Milestone 3: primeiras impressões e hands-on com fotos

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Estivemos presentes no evento de lançamento do portfólio de produtos da Mororola Mobility no Brasil para o terceiro trimestre de 2011. Foram três lançamentos Android, e ao longo do dia, vamos apresentar detalhes desses novos modelos. Começamos com o lançamento mais importante do dia de ontem (16/08), o Motorola Milestone 3.

O modelo chega com a proposta de ser um Android potente, prático e mais próximo aos usuários casuais e corporativos. Então, vamos aos detalhes.

O modelo é o mais fino da família Milestone, e isso não se discute. Ele tem um agarre mais confortável, e tem uma espessura mais aceitável para ser levado no bolso da calça sem chamar a atenção de olhares mais atentos. Aqui, vemos um esforço da Motorola em tornar o Milestone 3 ainda mais elegante, algo que eles já buscaram fazer no Milestone 2.

Com isso, o aparelho tem um agarre melhor, mais confortável. O Milestone 3 ficou melhor para ser utilizado com apenas uma mão (interagindo na tela de toque com o polegar). É uma vantagem para quem tem mãos pequenas, abrindo a possibilidade das mulheres cogitarem a aquisição do modelo, mesmo que ele seja bem maior que os aparelhos que normalmente chamam a atenção das garotas geeks.

Outro detalhe a ser destacado no Milestone 3 é a presença do seu par de portas de dados. A mini-USB mais uma vez aparece ao lado da mini-HDMI, indicando que o telefone pode, no futuro, ser compatível com um dock multimídia, tal como é no Atrix. Esperamos que, no futuro, esse dock multimídia apareça por aqui. Porém, é possível que o usuário reproduza imagens multimídia em telas de TV, com o simples conectar da porta mini-HDMI, sem maiores dificuldades, utilizando o efeito espelho do aparelho, que reproduz o conteúdo da tela do aparelho na TV.

A câmera parece ser promissora. Um dos colegas blogueiros presentes resolveu tirar algumas fotos com o Milestone 3, e os resultados foram bem interessantes. É claro que devemos levar em consideração que ninguém transferiu as fotos para um notebook, e não pudemos conferir o resultado final dessas fotos. Mas a qualidade é mais que suficiente para você compartilhar essas fotos nas redes sociais sem passar vergonha.

Particularmente, gostei do teclado do Milestone 3. Ele é bem achatado, como se fossem pequenas placas no formato do teclado. Por incrível que pareça, mesmo com teclas relativamente pequenas, a área de contato de cada tecla é maior, tornando a digitação mais precisa e prazerosa. O único ponto que ainda me incomoda é a largura do aparelho na orientação horizontal. Para mim, isso me causa incômodo na hora de digitar, me afastando do aparelho para produção de textos mais longos.

Acima, visão geral da lateral do Milestone 3 com o teclado QWERTY slide aberto.

A Motorola resolveu reformular o Motoblur, com o objetivo de torná-lo mais simples. Isso foi feito, em partes. Os widgets estão mais quadrados e alinhados na tela, e os ícones podem se destacar, dependendo da função escolhida, ou da tela apresentada. Porém, a interface pode ser um pouco confusa para os usuários que já estão acostumados ao sistema de ícones. Porém, tudo pode ser personalizado no aparelho, deixando assim o smartphone com a cara e o gosto do usuário.

A combinação do Android 2.3 (Gingerbread) com um processador de núcleo duplo tornam a navegação do sistema muito prazerosa. As páginas de widgets se alternam com facilidade e fluidez, e os aplicativos executados não contam com travamentos e atrasos. Esperamos que o desempenho seja o mesmo quando o aparelho atingir o limite de aplicativos instalados, ou com diversos aplicativos abertos. Ficamos devendo esse teste.

Uma das alterações interessantes na interface do Milestone 3 é esse recurso que permite que o usuário adicione os 20 contatos mais importantes da sua lista, visualizando os contatos em formato agrupado, podendo interagir com eles das formas mais diversas.

E a minha primeira impressão foi: que o Milestone 3 amadureceu. Se tornou sim um smartphone melhor. Não sei se justifica a troca para aqueles que já contam com um modelo anterior do Milestone (talvez pela versão do Android? Nem tanto…). Mas, para aqueles que sempre sonharam com o aparelho e ainda não comprou, esse pode ser o modelo que justifique o investimento.

Evento Motorola: primeiras impressões do smartphone Motorola Atrix, com HD media dock e Lapdock

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O smartphone Motorola Atrix também está entre nós. O super smartphone (ou, como a própria Motorola afirma, “o smartphone mais poderoso do mundo”) se apresenta como um produto com múltiplas funcionalidades, que cumpre o que promete, e com uma performance que oferece muito mais que um simples entretenimento ou gerenciamento pessoal de contatos e agenda do usuário.

Pouco pude ter contato com o aparelho (já que o responsável pela demonstração dificultava um pouco as coisas, mas poderemos ver ele melhor no vídeo que vai ao ar no final dessa semana no blog), mas pelo pouco que pude ver, o Atrix é bem construído, combinando bem as partes plásticas das metálicas.

O Atrix apresentado hoje estava rodando o Android 2.2 (Froyo), mas segundo os executivos da empresa, a atualização para o Android 2.3 (Gingerbread) vai acontecer “em breve”. Eles não quiseram confirmar datas, para não cometer erros do passado. Ele possui uma aparência renovada, com traços mais suaves, mais agradável de se ver.

O aparelho está realmente muito rápido, com excelente transição nas suas telas de aplicativos, e uma boa velocidade na execução dos aplicativos instalados. Muito disso se explica pelo seu poder de hardware: processador de 1 GHz, 1 GB de RAM, tela qHD e 16 GB de memória interna (expansível para até 48 GB, com os 32 GB adicionais via microSD – adquirida separadamente).

Quando conectado ao car dock, o Atrix possui uma aparência ajustada para quem precisa acionar comandos rápidos no celular enquanto está no trânsito, com recursos especiais para GPS assistido. Também é possível adicionar widgets para que o usuário acione o aplicativo com um simples toque na tela, em uma interface simplificada, com botões maiores, facilitando o uso.

Foto da parte traseira do aparelho.

Foto que dá uma ideia da espessura do telefone (você verá melhor isso no vídeo que vamos preparar).

Um dos objetos de desejo dos presentes era o laptop dock (ou lapdock) que é compatível com o Atrix. O produto pesa aproximadamente 1.1 kg, e é uma interessante opção para quem quer ter um notebook que trabalhe de forma combinada com os sistemas Android e Linux. O smartphone gerencia as funções e comandos da interface exibida na tela, oferecendo ao usuário as opções mais básicas para que ele possa utilizar o produto na internet sem maiores problemas.

Suas teclas são levemente curvadas, e seu touchpad é bem amplo. Isso facilita para aqueles que querem usar o lapdock como ferramenta de trabalho.

Na parte inferior, ele possui um indicador de nível de bateria (apesar de achar isso estranho, uma vez que, teoricamente, a sua interface deve ter algum indicador de bateria presente).

A interface do produto é bem agradável. Pelas demonstrações apresentadas (e pelo pouco que consegui brincar com ele), ele parece ser bem ágil e objetivo na sua proposta de trabalhar como um sistema de leitura de arquivos e conexão na web. Muita gente vai gostar dessa proposta justamente por ser uma proposta que conta com o sistema Linux, e essa pode ser uma excelente plataforma de propaganda positiva do sistema operacional.

Foto lateral do laptop dock, com o Atrix conectado.

O lapdock possui, pelo menos, duas portas USB, para conexão de mouse e outros periféricos, como pendrives e HDs externos. O sistema também possui um recurso de virtualização, que permite ao usuário acessar, de forma remota, um computador com sistema Windows. Apesar de considerar isso útil, posso dizer que quem utilizar o laptop dock vai preferir ele com a interface do jeito que está, que está muito simples, intuitiva, prática e elegante.

Por fim, o HD Multimedia Dock, que reforça o conceito que o Atrix foi feito para ser poderoso, principalmente no entretenimento. Com ele, você pode ter um excelente dispositivo de player multimídia, que pode executar arquivos de áudio e vídeo armazenados no telefone ou em um dispositivo externo (pendrives e HDs externos), sempre contando com a ajuda do Atrix para coordenar tudo isso.

E se prepare para ter mais cabos atrás de sua televisão… mas, é por uma causa justa. Nas demonstrações que vi durante o evento (uma delas está no vídeo que vai ao ar no fim de semana), o aparelho foi muito bem na tarefa de reproduzir vídeos em alta definição (no formato mp4). Fica difícil dizer se ele é tão eficiente quanto se promete na hora de reproduzir arquivos em outros formatos que exigem mais do hardware, como o AVI. Mas esperamos que, nos primeiros reviews, essa dúvida seja sanada por completo.

O Motorola Atrix chega ao mercado brasileiro nos próximos 15 dias, nas principais operadoras de telefonia móvel no Brasil. O seu preço, sem vínculos com operadoras, é de R$ 1.999,00, e dá direito ao HD Multimedia Dock.

Evento Motorola: primeiras impressões do tablet Motorola Xoom

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Estivemos presentes ontem (12/04) no evento de lançamento de dois dos mais esperados produtos no mercado nacional para este primeiro semestre. Começamos pelo Motorola Xoom, um tablet que bate de frente com o iPad, e com uma performance que impressiona à primeira vista. Vou aqui passar as primeiras impressões que tive do produto, com o rápido teste que fiz do aparelho. Peço desculpas desde já por algumas fotos, mas em virtude da baixa luminosidade, algumas delas podem passar uma qualidade aquém do que aquilo que estou descrevendo.

O produto é bem compacto, com um acabamento em metal que, para mim, pareceu pesado, apesar do pessoal responsável pela demonstração alegar que o produto tem o mesmo peso que um iPad (eu discordo dessa informação). Mas é um tablet robusto, e seu acabamento metalizado te oferece um ar sóbrio, que vai agradar os usuários corporativos.

Parte traseira do Motorola Xoom. Vale lembrar que esse modelo de acabamento está presente na versão com WiFi. Na versão WiFi + 3G, o acabamento vai ser em branco.

O Xoom traz o Android 3.0 (Honeycomb) como seu sistema operacional. E as impressões que tive do novo sistema foram muito boas à primeira vista. O sistema de transição de páginas de aplicativos tem uma excelente velocidade, além de novos widgets que foram pensados especificamente para uma melhor experiência com os tablets, como a seleção de vídeos mais vistos no YouTube em uma pequena janela no tablet, e uma versão do GMail específica para o Honeycomb. Tudo foi pensado para uma experiência mais completa por parte do usuário, com recursos que podem tornar o seu uso mais prazeroso.

A nova aparência do Honeycomb é customizável também nas cores, e sua velocidade de execução de aplicativos e transição de páginas é muito boa. Não notei travamentos, nem dificuldades na hora de abrir aplicativos (alguma lentidão para abrir o widget da Veja, mas isso depende também da conexão de internet que você está utilizando). Espero poder no futuro fazer mais testes com essa combinação Honeycomb + tablet processador Dual Core de 1 GHz. À princípio, ela parece ser a mais ajustada para os tablets, e o resultado realmente surpreendeu.

O Motorola Xoom possui câmera traseira de 5 MP com flash LED duplo, o que pode ser um bom quebra-galho para quem precisa de registros fotográficos para posterior atualização em blogs ou jornais. Não sabemos da qualidade dessa câmera, por isso que dizemos que ela pode ser um bom quebra-galho (só não dizemos que pode ser uma ótima alternativa porque ficou difícil testá-la com justiça em um ambiente com baixa iluminação).

O Xoom é um tablet relativamente fino. Apesar de considerar ele um tablet pesado, em contrapartida, ele é um produto compacto para ser transportado em qualquer lugar. Não vai ocupar espaço na sua mochila ou mala de viagem, sendo um bom companheiro para suas atividades profissionais, ou de lazer.

Outra visão lateral do tablet, que possui pouquíssimos botões físicos. Aqui, dois deles, para acessos a alguns itens do sistema.

Na parte inferior, ficam os seus conectores de mini USB, fones de ouvido e mini HDMI.

Uma das demonstrações feitas pelos expositores foi sobre o sistema multitouch do aparelho, que se mostrou muito prático e eficiente para quem quer uma digitação mais rápida na hora de produzir textos mais longos. O recurso também mostra uma vantagem para a navegação na internet e para os jogos, já que a precisão e agilidade dos toques tende a ser maior.

Ao adquirir o Motorola Xoom, ele vem sem acessórios. Mas eles apresentaram um case/suporte, que é bem construído e pode ser muito útil para quem quer manter o tablet em uma posição mais ajustada para digitações e visualizações de vídeos. Mais fotos abaixo.

O Motorola Xoom já está em pré-venda, pelo valor de R$ 1.899,00. Se você quer garantir o seu, clique no banner abaixo.

Review | Análise em vídeo do iPad 2, por @oEduardoMoreira e @LeoAFarias

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Um presente para os leitores do blog TargetHD. Aproveitando que o iPad 2 é o tablet mais desejado do momento (e que ele vai levar um bom tempo para chegar ao Brasil, Eduardo Moreira e Leonardo Farias (do Alienígenas na América) resolveram produzir um vídeo, mostrando o máximo de detalhes sobre o último lançamento da Apple. Leonardo comprou o iPad 2 nos Estados Unidos logo no lançamento do tablet, e nessa conversa, trocamos opiniões e impressões do produto. É só ativar o player abaixo.