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Nada de redução de preços para o Xbox One e PS4

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Os analistas do Wedbush Securities garantem que não veremos uma redução de preços dos consoles Xbox One e PS4 durante a próxima E3 2015, que começa no dia 16 de junho.

A notícia pode ser um balde de água fria para todos que esperavam valores mais baratos dos consoles de nova geração da Sony e Microsoft, mas o lançamento de novos packs poderiam compensar a manutenção de preços, com diferentes jogos com importantes descontos.

Sobre o Xbox 360 e o PS3, comenta-se em possíveis quedas de preços, com uma redução considerável. Tal rumor tem grande credibilidade, já que a partir desse ano os dois consoles vão receber cada vez menos lançamentos importantes.

Os jogos mais esperados já foram anunciados, de modo que a E3 2015 terá poucas surpresas, que podem ser os detalhes adicionais do Fallout 4 e o novo DOOM. Vamos aguardar.

Via Softpedia

Apple TV agora custa US$ 69

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Para impulsionar o lançamento do HBO NOW, a Apple decidiu reduzir o preço do seu ‘hobby’. O Apple TV – que vai receber o novo serviço de streaming da HBO de forma exclusiva no seu lançamento – teve o seu preço reduzido para US$ 69 (antes US$ 99).

A Apple anunciou que eles venderam mais de 25 milhões de unidades do Apple TV, e com essa redução de preço, o produto se torna um streamer de conteúdo com um preço muito tentador. Passa a competir diretamente com produtos da Google e Amazon, e pode abrir o caminho para que, no futuro, novos serviços pagos de consumo de conteúdo sejam lançados.

A Apple não anunciou nenhuma renovação de hardware no Apple TV, e não está confirmado qual será o novo valor do dispositivo no Brasil.

NET modifica planos de entrada de internet banda larga

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Nos últimos dias, usuários da operadora NET puderam observar algumas mudanças nos planos de internet da operadora, principalmente nos pacotes de entrada, mais econômicos. As mudanças tem como objetivo (indireto) estimular os assinantes a aderirem ao combo de produtos da operadora, uma vez que nessa modalidade de compra os descontos são mais agressivos.

O plano de ‘banda larga popular’, com 512 Kbps continua em vigor, custando R$ 29,90/mês. As mudanças mais sensíveis começam a partir do plano de 1 Mbps, que não mais existe entre os planos ofertados. A partir de agora, o plano mais básico da operadora (fora a ‘banda larga popular’) é o plano de 2 Mbps, que custa R$ 39,90/mês.

Porém, a principal mudança está no novo plano de 15 Mbps, que substitui o plano de 10 Mbps, e fica no meio do caminho com o já finado plano de 20 Mbps. Seu preço no combo para os novos assinantes é de R$ 39,90/mês (válidos por seis meses), enquanto que os usuários veteranos pagarão R$ 69,90/mês – R$ 10 a mais que o valor cobrado no plano de 10 Mbps, e R$ 20 a menos que o valor do plano de 20 Mbps.

Outra vantagem desse novo plano de 15 Mbps é que a velocidade de upload foi aumentada para 2 Mbps, atendendo melhor quem tem a necessidade de subir vídeos na internet com maior agilidade, ou para quem quer melhores resultados nos jogos via internet.

Fora do combo, esse plano de 15 Mbps custa R$ 89,90/mês, deixando de ser um negócio tão interessante assim. Até porque com R$ 30/mês a mais, você assina o plano de internet de 30 Mbps, com o dobro de velocidade de download, e 50% a mais de upload (3 Mbps).

Aparentemente, os demais planos ficam alterados nos seus valores e velocidades. Alguns usuários relatam em fóruns especializados que aqueles que ainda assinavam o plano de 10 Mbps estão sendo migrados automaticamente para os planos de 15 Mbps.

Vale lembrar que a disponibilidade dos novos planos podem variar de acordo com a região em que o assinante vive, assim como os valores ofertados no site, que em via de regra, são destinados aos novos assinantes.

Via NET

Galaxy S6 pode custar 749 euros, e Galaxy S6 Edge pode ser mais caro que o iPhone 6 Plus

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Segundo fontes próximas da Samsung (para o Ars Technica), os novos Samsung Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge seriam smartphones com preços realmente elevados. O que não chega a ser surpresa, se olharmos para o histórico dos sul-coreanos nos últimos lançamentos de dispositivos top de linha.

Os preços do Samsung Galaxy S6 seriam de 749, 849 e 949 euros para as versões de 32, 46 e 128 GB de armazenamento, respectivamente. O modelo de 64 GB do Samsung Galaxy S6 Edge custaria 949 euros, e a versão com 128 GB custaria 1.049 euros, sendo este último mais caro que o iPhone 6 Plus de 128 GB.

A esses valores considerados exorbitantes, soma-se um outro problema: parece que a disponibilidade de estoque da Samsung para o Galaxy S6 será limitada, com um cenário mais agravante para o Galaxy S6 Edge, já que as fontes afirmam que a Samsung está tendo problemas com a capacidade de produção das telas curvas dos dispositivos.

Se isso estiver correto, a Samsung corre o risco de estar incindindo muito o modelo com tela curva na sua campanha de marketing, mas na hora de colocar o produto no mercado, não ter muitas unidades do produto. As fontes afirmam que apenas uma terça parte das unidades do Galaxy S6 corresponderá ao modelo Edge.

Via Ars Technica

Rumor: Dá pra encarar um iPhone 6 Plus custando até R$ 4.400?

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Segundo o site MacMagazine (que acertou no ano passado quando antecipou os preços do iPhone 5s), os novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus podem custar uma pequena fortuna para os usuários brasileiros. Os valores podem ser até 50% mais caros do que se os mesmos modelos fossem comprados nos EUA.

Se a lista publicada estiver correta, o iPhone 6 de 16 GB, que é o modelo mais barato, vai custar a ‘bagatela’ de R$ 3.199. A versão de 64 GB do iPhone 6 deve custar R$ 3.599, e o modelo de 128 GB do mesmo modelo sai por R$ 3.999. Já o iPhone 6 Plus de 16 GB deve custar R$ 3.599, o modelo de 64 GB por R$ 3.999, e a versão de 128 GB deve custar exorbitantes R$ 4.399.

Alguns pontos precisam ser colocados diante desse cenário. Primeiro, que ainda estamos na zona de rumores, e que apesar da fonte ser confiável, ainda não são valores oficiais. Por outro lado, as chances dessas informações se confirmarem, ou dos valores oficiais serem muito próximos aos listados são enormes. Logo, é possível traçar um cenário aproximado da relação custo/benefício a partir desses valores.

Os valores dessa vez superam e muito aqueles cobrados pelo iPhone 5s, lançado no Brasil em novembro de 2013, com preço inicial sugerido de R$ 2.799. Algumas empresas chegaram a cobrar valores ainda mais altos pelo iPhone 5s (o iPhone 5s de 64 GB no plano pré-pago da Vivo chegou a ser encontrado por absurdos R$ 4.499).

Se confirmados, mais uma vez temos valores simplesmente ridículos para um smartphone. É evidente que temos que considerar o fato que o dólar no Brasil está com uma considerável alta em relação ao mesmo período do ano passado (cotação atual alcançando os R$ 2.50), e isso faz com que os preços sejam empurrados para cima, levando em conta que as primeiras unidades não devem ser fabricadas no Brasil.

Mesmo assim, são valores patéticos para um smartphone, mesmo um top de linha. Ok, achamos o iPhone 6 um belo dispositivo, mas pensando de forma mais fria e calculista, a maioria dos principais concorrentes oferecem alternativas tão boas quanto os novos iPhones (deixando de lado as individualidades mais evidentes – iOS, Touch ID, etc), com valores consideravelmente mais acessíveis.

Os dois modelos já estão homologados no Brasil pela Anatel. A Apple não se pronuncia sobre o assunto, e a previsão é que esses novos iPhones devem chegar ao mercado até o final de 2014.

Via MacMagazine, Tecnoblog

Apple Brasil reduz os preços dos iPhones 5s e 5c

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Com o anúncio dos novos iPhones, a Apple decidiu reduzir os preços das versões antigas do smartphone. No Brasil, o iPhone 5s teve seu preço (sugerido) reduzido de R$ 2.799 para R$ 2.199, e o iPhone 5c passa a ter o valor de R$ 1.499, no modelo com 8 GB de armazenamento.

O iPhone 5s pode ser encontrado nas versões com 16 e 32 GB de armazenamento, por R$ 2.199 e R$ 2.599, respectivamente. O modelo de 64 GB foi descontinuado. Para compras à vista, a loja online da Apple oferece 10% de desconto nos valores cobrados. O iPhone 5c só está disponível agora na versão com 8 GB de armazenamento (modelos de 16 e 32 GB foram descontinuados), a partir de R$ 1.499 (ou R$ 1.349 com desconto).

O iPhone 4s ainda é vendido por R$ 1.099 na versão única de 8 GB, com atualização garantida para o iOS 8 em 17 de setembro.

Sobre o iPhone 6 e iPhone 6 Plus, os valores não foram anunciados, nem sua data de lançamento.

Vale o registro que alguns e-commerces nacionais (aka Ponto Frio) já fazem listas de espera dos novos iPhones.

Via Tecnoblog

NVIDIA Shield Tablet, a nova proposta para games no formato tablet

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Depois de vários rumores e especulações, o NVIDIA Shield Tablet foi oficialmente anunciado. O novo membro do projeto Shield se apresenta com o que há de mais avançado no hardware para os games, além de uma grande versatilidade em um formato tablet. O novo produto conta com a nova plataforma Tegra K1, tela Full HD e várias novidades de software, além de um controle sem fio.

A NVIDIA aposta em um formato mais versátil que o primeiro NVIDIA Shield, através de um tablet com tela de 8 polegadas, que possui um hardware potente o suficiente para rodar os jogos mais exigentes, além de um bom sistema de alto-falantes e vários acessórios para torná-lo muito versátil.

O NVIDIA Shield Tablet possui dimensões de 221 x 126 x 9.2 mm, peso de 390 gramas, tela IPS de 8 polegadas Full HD (1920 x 1200 pixels), processador NVIDIA Tegra K1 quad-core de 2.2 GHz, GPU GeForce de 192 núcleos, 2 GB de RAM, 32 GB de armazenamento (na versão WiFi + 4G) e 16 GB (versão WiFi) – ambas expansíveis via microSD), sistema operacional Android 4.4.2 KitKat, conectividades WiFi 802.11n, Bluetooth 4.0 LE, USB 2.0, LTE (opcional), GPS e GLONASS, câmeras traseira e frontal de 5 megapixels, alto-falantes estéreo frontais, duplo refletor de baixos e microfone integrado, além de bateria com autonomia de até 10 horas de uso.

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O NVIDIA Shield Tablet permirá o streaming a partir do seu PC ou portátil, sempre e quando esses equipamentos contarem com uma GPU NVIDIA GeForce GTX, além de contar com o acesso ao NVIDIA Grid, para streaming a partir dessa plataforma. O Twitch também é compatível com o produto, e no Modo Console, o Shield Tablet pode se conectar à TV para rodar jogos e consumir conteúdo multimídia.

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O produto conta com dois acessórios. O primeiro é uma smart cover, muito parecida com a de modelos concorrentes no mercado, permitindo posicionar o produto em diferentes posições.

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O segundo é um controle sem fio, muito parecido com o layout do controle do primeiro Shield, mas dessa vez pensado em oferecer uma experiência mais completa quando conectamos o tablet à TV. Possui D-Pads, joysticks, gatilhos, botões ABXY e trackpad touch, além de suportar comandos de voz.

Duas versões do NVIDA Shield Tablet estarão disponíveis no mercado. Uma com WiFi e 16 GB de armazenamento (US$ 299), e outra com WiFi + 4G/LTE e 32 GB de armazenamento (US$ 399). O controle sem fio custa US$ 59, e a smart cover custa US$ 39. Está disponível em pré-venda exclusivamente nos Estados Unidos e Canadá, com os primeiros envios acontecendo a partir do dia 29 de julho.

A seguir, mais imagens do produto e de alguns dos seus jogos, além de um vídeo de apresentação.

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Via NVIDIA Shield

Os exorbitantes preços da PlayStation Now foram revelados

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A Sony confirmou os preços para os Estados Unidos da beta do PlayStation Now, o seu serviço de aluguel de jogos por streaming. Vale lembrar que tanto os valores quanto o serviço como um todo são experimentais, e talvez principalmente por conta desses dois fatores, esses valores são simplesmente absurdos.

Por partes. Um jogo como Final Fantasy XIII, que foi lançado em 2012, tem os preços que você vê na tela a seguir.

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Isso mesmo que você acabou de ler: US$ 5 por apenas QUATRO HORAS DE JOGO, ou US$ 30 por TRÊS MESES DE ALUGUEL. Levando em conta que esse mesmo jogo pode ser comprado na Amazon por US$ 18 (em média) a proposta da Sony é simplesmente ridícula. Apenas isso.

Agora… imagina se fosse no Brasil?

Os valores variam de jogo para jogo, mas a cobrança acontece com todos os jogos. A Sony explica em nota na parte inferior da tela que “os jogos e as funções mostradas são apenas para testes, e não são um indicativo do preço final”. Tudo bem. Porém, o grande problema é que, se nesse momento, se o objetivo é testar um software beta, é preciso pagar. Por que lançar então um beta com preços tão elevados?

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O mais preocupante de tudo isso é que esses valores não se distanciam muito dos preços finais. Em um documento de FAQ para o PlayStation Now, a Sony explica: “A próxima bera aberta testará múltiplas opções de preços e períodos de duração de aluguel. Veremos períodos curtos de aluguel a preços muito baixos, como US$ 2.99, e a maioria dos jogos estarão entre esse valor e US$ 19.99. Anunciaremos em breve maiores informações”.

US$ 2.99 pode ser barato sim, mas não por um aluguel de apenas quatro horas de jogo.

Conclusão: a não ser que algum maluco queira pagar absurdas quantidades de dinheiro, pelo menos por enquanto, não ter a opção do PlayStation Now para testes no Brasil acaba sendo um ótimo negócio.

Via US.PlayStation.com

Microsoft promete tablets mais baratos

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Os tablets e samrtphones com Windows serão mais baratos ainda em 2014. É o que afirma a Microsoft.

Durante a Computex 2104, o vice-presidente de parcerias com os fabricantes da Microsoft, Nick Parker, informou que os preços dos tablets Windows com 7, 8 e 10 polegadas terão preços mais competitivos e “surpreendentes”, na faixa entre US$ 100 e US$ 300. Além disso, o custo dos smartphones com Windows Phone também vai cair para menos de US$ 200 em mercados selecionados ainda em 2014.

A redução do preço dos tablets ajudaria a Microsoft a atrair mais clientes em um mercado dominado pelos iPads e dispositivos Androids mais baratos. O custo de concorrentes como o Google Nexus 7 ronda os US$ 200, e o Kindle Fire 7 da Amazon quase não tem concorrência custando apenas US$ 139. Já os tablets Windows, por outro lado, custam muito caro: o Surface Pro 2 da Microsoft custa US$ 900, apesar de oferecer mais memoria e funções que um tablet médio com Windows 8.

Porém, a redução de preço não é a única coisa que a Microsoft precisa para atrair mais clientes. A recepção do Windows 8 não foi das mais calorosas, e custou para a empresa convencer os usuários a escolherem um tablet com Windows 8 no lugar de um iPad ou um tablet Android. No mercado de smartphones inteligentes, o Windows Phone cresceu em popularidade e participação do mercado, mas ainda fica muito atrás do iOS e do Android.

Em abril, a Microsoft anunciou que ofereceria o Windows gratuitamente para os fabricantes de smartphones e tablets com telas inferiores a 9 polegadas, o que deve fazer com que os preços dos produtos caiam de forma significativa.

Via CNET

Nextel oferece iPhone 5s no Brasil com planos que reduzem valor do aparelho para até R$ 999

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A assessoria de imprensa da Nextel informa que a operadora começa a oferecer os smartphones iPhone da Apple em seu portfólio de produtos. A oferta se destaca por oferecer modelos diferentes do dispositivo com um valor inicial sugerido de R$ 999, atrelados a diferentes planos de dados.

Por exemplo, o novo iPhone 5s de 16 GB, adquirido em conjunto com o plano 3G Smart 2500, pode ser adquirido em até 10 parcelas de R$ 99,90 (ou R$ 999 a vista). O valor do plano em questão é de R$ 299,99/mês, e oferece 2.500 minutos de chamadas para outras operadoras e telefone fixo, 10 GB de dados por mês, mensagens SMS, ligações locais entre aparelhos Nexel e ligações gratuitas à noite e aos finais de semana.

A oferta se estende para os modelos iPhone 5c de 16 GB (com o plano de 500 minutos + 5 GB de dados, por R$ 199,99/mês) e iPhone 4s de 8 GB (com o plano de 300 minutos + 3 GB de dados, por R$ 99,99/mês), replicando todos os benefícios já encontrados na compra do iPhone 5s.

IPHONE POR R$ 999,00 ou 10 x R$ 99,90

MODELO

PLANO / INTERNET

MENSALIDADE

IPHONE 4S (8GB)

300 minutos/ 3Gb

R$ 99,99

IPHONE 5C (16GB)

500 minutos / 5Gb

R$ 199,99

IPHONE 5S (16GB)

2500 minutos / 10Gb

R$ 299,99

Para mais informações, acesse: nextel.com.br.

Como (e por que) a Samsung cobra R$ 2.899 pelo Galaxy Note 3?

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Eu não sei se realmente vale refletir muito em cima desse assunto, pois para aqueles que acompanham de forma mais atenta o mercado de tecnologia do Brasil já sabem muito bem as respostas. Porém, de qualquer maneira, para aqueles que ainda se pegam indecisos sobre a validade dos valores cobrados, daremos o nosso parecer sobre o assunto. Até porque o Samsung Galaxy Note 3 está em pré-venda no Brasil (chegando ao mercado de forma definitiva no dia 10 de outubro), e é promovido com certa badalação por algumas operadoras de telefonia, e pela própria Samsung.

A pergunta fica no ar: como o Galaxy Note 3 pode custar no Brasil o absurdo valor de R$ 2.899? E por que isso acontece?

Sabe, acho que o brasileiro se conforma muito rapidamente com as coisas. Se conforma com valores abusivos e exorbitantes. Ou tem muita gente com grana por aí, que simplesmente não dá a mínima se está gastando aproximadamente 4 salários mínimos em um produto de tecnologia que, na imensa maioria dos casos, está comprando esse produto pelo status que o mesmo oferece. Na boa, é a minoria que realmente vai utilizar o Galaxy Note 3 de forma construtiva, e mesmo assim, questiono o quão produtivo isso vai ser.

A questão não é bem o Galaxy Note 3 em si. Não vamos nos esquecer que a versão mais avançada do iPhone 5 (64 GB) custa mais ou menos o mesmo preço (entre R$ 2.699 e R$ 2.999). Tá, eu sei que tem gente pagando por isso. Mas… será que realmente é justo cobrar R$ 3 mil por um smartphone? Mais: será que quem paga R$ 3 mil está comprando pelos benefícios que o produto está oferecendo? Ou pela vaidade latente que a aquisição de um produto desses oferece?

As operadoras nacionais não podem ser excluídas dessa equação. A TIM não facilitou nos valores do Galaxy Note 3 nos planos pós, com o absurdo valor de R$ 2.299. Na Claro, se você pagar um pacote generoso de dados e minutos, você paga R$ 649 no smartphone (mas para isso, o valor do seu plano de telefonia será uma paulada), e para os planos pós, o Note 3 custa R$ 2.699. Ainda assim: é caro!

Vivo e Oi ainda não revelaram os seus valores para o produto, mas não vamos criar muitas expectativas, correto?

Todas as partes envolvidas (fabricante, operadora e consumidor) fazem parte de uma máquina viciada. O pior é que a parte do consumidor é a engrenagem que menos gostaríamos de ver funcionando nessa máquina. Nós, consumidores, supervalorizamos marcas e produtos, entendendo que um produto que custa esse valor pode massacrar modelos de outras marcas e valores inferiores, e acabamos pagando pelo status do “exclusivo”. Em contrapartida, essas marcas compreendem que muita gente no Brasil pensa dessa forma, e entrega aquilo que eles querem: o produto por preços elevadíssimos, para atender a vaidade de alguns.

Por outro lado, outra grande parcela da população se conforma com esses preços, com as desculpas tradicionais, que vão desde o “no Brasil tudo é caro, e nada vai mudar” até o “você paga pela experiência de uso”. Será? Na boa, não sei se a experiência de uso do Note 3 ou do iPhone 5 valem tudo isso não. Até porque eu quero um smartphone que funcione muito bem, atendendo minhas expectativas, oferecendo funcionalidade, agilidade, e realizando as tarefas do jeito que eu quero.

Por conta disso, comprei o Motorola Moto X. E, mesmo assim, por R$ 1.239, por considerar um preço mais que justo para aquilo que o produto me entrega na relação custo/benefício.

Não vou aqui dizer o que você faz com o seu dinheiro. É seu, e você gasta como bem entender. Mas questiono fortemente a sobrevivência dessa máquina mercadológica que nós, consumidores, alimentamos de forma burra em muitos casos. Não questionamos fabricantes e operadoras sobre os valores adotados, não questionamos ao Governo Federal sobre os impostos cobrados pelos produtos, e nem mesmo sobre o destino desses impostos. Não nos questionamos se esses produtos realmente valem tudo isso.

Infelizmente, nos dividimos em dois grupos: entre os conformados, que aceitam tudo isso de cabeça baixa, e aqueles que pagam por tudo isso, sem olhar para os lados.

Os poucos que não estão nesses dois grupos tentam consumir a tecnologia de forma mais consciente. Eu, ao menos, tento fazer parte desse terceiro grupo, e tento colocar esses pontos em discussão nesse post.

Fica a reflexão.

Microsoft é processada de novo por propaganda enganosa no Surface

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O escritório de advocacia Robbins Geller Rudman & Dowd garante que as vendas do tablet Surface RT da Microsoft foram feitas sem informar aos consumidores do real estado comercial desses dispositivos. No texto do processo coletivo, é descrito que a gigante de Redmond fez “declarações enganosas” sobre o funcionamento do produto e seus resultados financeiros.

A rigor, os advogados defendem que a Microsoft fez uma apologia completamente oposta aos dados reais de demanda e vendas. Nenhum consumidor foi informado que o valor material do Surface RT estava tão baixo no final do primeiro trimestre de vendas. E vale lembrar que o processo em questão não está relacionado ao fato do tablet da Microsoft ser um produto bom ou ruim, mas segundo o processo, a Microsoft se aproveitou da cegueira informativa e o temor na compra de uma nova tecnologia dos usuários para gerar as vendas de seus produtos.

Para completar, diante da notável falta de sucesso do Surface, começaram a surgir os problemas de falta de retrocompatibilidade com aplicativos base do sistema, o que resultou em uma brutal queda de preços dos seus tablets.

As motivações do processo são um pouco confusas, mas compreensíveis. Em outros termos, a ação coletiva dá a entender que o movimento feito pela Microsoft em reduzir o preço dos tablets Surface, buscando estimular as vendas, fez com que automaticamente aqueles poucos que se aventuraram em ser os primeiros a adquirirem o produto fossem lesados financeiramente, pagando a mais por um produto que não entregou na prática a experiência e funcionalidades na sua plenitude, tal como esperado.

Mais: a própria Microsoft reconheceu as limitações do seu produto, e para não perder mais dinheiro com os tablets encalhados nas lojas, decidiu reduzir o preço final dos produtos, como “forma de compensar” o serviço abaixo do esperado. O que prejudica os “early adopters” do Surface ainda mais.

Algumas limitações do produto foram, de fato, descobertas depois que o mesmo chegou ao mercado, como por exemplo a redução drástica de espaço disponível para o usuário e a ausência de retrocompatibilidade com alguns aplicativos. Sem falar nas diversas limitações da versão Surface RT.

De qualquer forma, a defesa da Microsoft deve se calcar (muito provavelmente) no processo de atualização do próprio Surface. A empresa deve alegar que a recente redução de valores dos modelos atuais está diretamente ligada com o lançamento da segunda geração do Surface, que contaria com o sistema operacional Windows 8.1, além dos processadores Intel Haswell.

Até o momento, a Microsoft não se pronuncia sobre o assunto.

Via Gadgetos

Console portátil NVIDIA Shield tem preço e período de lançamento anunciados

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E finalmente temos algumas notícias oficias sobre o NVIDIA Shield, console portátil da fabricante mundialmente famosa por desenvolver chips gráficos para computadores. Preços, datas e características técnicas do produto foram revelados no blog oficial da fabricante.

O preço de venda sugerido para o consumidor final (nos Estados Unidos) é de US$ 350, algo que já era esperado, e um pouco salgado para um mercado cujo console doméstico mais caro custa US$ 249 (PlayStation 3). Porém, não é um preço que torne o produto inalcançável para todos (talvez para a maioria). As reservas do produto começam no dia 24 de maio, e os envios das primeiras unidades começam no final de junho.

O NVIDIA Shield conta com um processador NVIDIA Tegra 4 com 72 núcleos de GPU, 4 núcleos de CPU e 2 GB de RAM. Seu controle se parece muito com um controle do Xbox 360, e sua tela touch de 5 polegadas conta com resolução HD (720p).

O som do dispositivo será reproduzido por alto-falantes centrados nos graves, que devem ser melhores do que aqueles que temos nos consoles portáteis atuais. Sua conectividade será a WiGi 802.11n 2X2 MIMO, e o sistema operacional será o Android Jelly Bean, sem nenhum tipo de personalização.

O dispositivo ainda conta com 16 GB de memória interna, GPS, Bluetooth 3.0, saída mini-HDMI, porta micro USB, slot para cartões microSD, conector para fones de ouvido de 3.5 mm e peso de 579 gramas.

Só resta saber quando o produto será vendido fora dos Estados Unidos e Canadá, e a que preço. Não há informações sobre a sua disponibilidade no Brasil. Além disso, estamos curiosos para saber se essa potência toda vai se converter em uma experiência de uso de máxima qualidade, levando em consideração os jogos que temos hoje.

Via NVIDIA

iPhone 5 no Brasil: preços na Vivo são oficialmente revelados – a partir de R$ 1.499

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Nesse momento, os eventos de lançamento do iPhone 5 no Brasil estão a todo vapor em diversos shoppings de todo o Brasil, que abriram as suas portas para receber os primeiros compradores do cobiçado smartphone da Apple. Mas um dos mistérios até então não revelados acaba de ser anunciado: os preços do iPhone 5 na operadora Vivo.

Diferente da TIM e da Claro, que decidiram anunciar previamente os seus valores (até mesmo para tentar atrair uma clientela no lançamento do produto), a Vivo deixou para revelar os seus preços pelo iPhone 5 no ato do lançamento mesmo. A única informação que era sabida sobre os valores da operadora é que o smartphone seria vendido “com preços a partir de R$ 1.499”.

E foi basicamente isso o que aconteceu. Não dá para ver na foto, mas a foto acima mostra que, na aquisição do iPhone 5 de 16 GB pelo plano Vivo Smartphone Ilimitado Completo 400 3G Plus, o telefone sai por R$ 1.499. Os demais valores são:

Pré-pago:

iPhone 5 16 GB, por R$ 2.499
iPhone 5 32 GB, por R$ 2.799
iPhone 5 64 GB, por R$ 3.099

Plano Vivo Smartphone Ilimitado 400:

iPhone 5 16 GB, por R$ 1.699
iPhone 5 32 GB, por R$ 1.999
iPhone 5 64 GB, por R$ 2.299

Abaixo, a tabela completa de preços da Vivo (via @paulohiga):

Apenas a título de comparação: na TIM, os valores para o iPhone 5 são R$2.399 (16GB), R$2.699 (32GB) ou R$2.999 (64GB).

Buscaremos informações sobre os valores cobrados pelas demais operadoras.

Descobrindo o novo Office 2013: versões e preços

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Aos poucos, vamos descobrindo as novidades dos produtos incluídos no novo pacote de aplicativos de escritório da Microsoft, o Office 2013. Nesse post, vamos repassar as versões e os valores dessas suítes (valores em dólares), que devem chegar ao mercado no primeiro trimestre de 2013.

O novo Office 2013 está dividido em três versões, que são bem diferentes entre si, além de uma quarta versão, que é exclusiva para a versão Windows RT, que já virá pré-instalada nesses equipamentos, e que não está disponível para compra nas lojas. Essa versão exclusiva para o Windows RT será equivalente à versão Home and Student do Windows 7/8.

As versões comercializáveis são:

  • Office 2013 Home and Student, por US$ 139,99 (Word, Excel, PowerPoint e OneNote)
  • Office 2013 Home and Business, por US$ 219,99 (Word, Excel, PowerPoint, OneNote e Outlook)
  • Office 2013 Professional, por US$ 399,99 (Word, Excel, PowerPoint, OneNote, Outlook, Access e Publisher)

A Microsoft já anunciou que a nova versão do Office estará disponível em todo o planeta no seu lançamento, e que na maioria das lojas da Europa e dos Estados Unidos estará disponível a PKC (Product Key Card), no lugar da tradicional caixa de DVD. Com a PKC, o usuário pode simplesmente fazer o download do instalador em seu computador, e usar a nova chave de licença para ativar o produto.

Além desses pacotes de suíte de aplicativos, o novo Office incorpora duas ramificações do Office 365, denominadas Home Premium e University. Os dois segmentos incluem, além dos produtos presentes no Office 2013, os benefícios dos serviços da Microsoft na nuvem, tais como:

  • 20 GB de capacidade de armazenamento gratuito no SkyDrive
  • 60 minutos mensais de chamadas internacionais gratuitas via Skype
  • Assinatura anual de atualizações automáticas
  • Capacidade de usar o Office 2013 em até 5 PCs

O pacote do Office 365 Premium tem um preço sugerido de US$ 99,99/ano, enquanto que o Office 365 University (que é exclusivo para instituições acadêmicas) tem um valor de US$ 79,99, para um período de quatro anos.

Agora, se você está assustado com os preços cobrados pelo Office 2013, temos uma dica para passar: para os usuários que comprarem o Microsoft Office 2010 Home and Student nesse final de ano, terá a atualização para o Office 2013 garantida, de forma gratuita. É um bom negócio, se levarmos em conta que você pode ter um software oficial da Microsoft, com direito a três licenças, e ainda atualizável sem custo adicional.

Outro detalhe: o Office 2012 Home and Studend pode ser encontrado a R$ 99, dependendo do e-commerce que estiver comercializando o produto (o preço normal do pacote é de R$ 199).