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Apple Brasil reduz os preços dos iPhones 5s e 5c

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Com o anúncio dos novos iPhones, a Apple decidiu reduzir os preços das versões antigas do smartphone. No Brasil, o iPhone 5s teve seu preço (sugerido) reduzido de R$ 2.799 para R$ 2.199, e o iPhone 5c passa a ter o valor de R$ 1.499, no modelo com 8 GB de armazenamento.

O iPhone 5s pode ser encontrado nas versões com 16 e 32 GB de armazenamento, por R$ 2.199 e R$ 2.599, respectivamente. O modelo de 64 GB foi descontinuado. Para compras à vista, a loja online da Apple oferece 10% de desconto nos valores cobrados. O iPhone 5c só está disponível agora na versão com 8 GB de armazenamento (modelos de 16 e 32 GB foram descontinuados), a partir de R$ 1.499 (ou R$ 1.349 com desconto).

O iPhone 4s ainda é vendido por R$ 1.099 na versão única de 8 GB, com atualização garantida para o iOS 8 em 17 de setembro.

Sobre o iPhone 6 e iPhone 6 Plus, os valores não foram anunciados, nem sua data de lançamento.

Vale o registro que alguns e-commerces nacionais (aka Ponto Frio) já fazem listas de espera dos novos iPhones.

Via Tecnoblog

NVIDIA Shield Tablet, a nova proposta para games no formato tablet

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Depois de vários rumores e especulações, o NVIDIA Shield Tablet foi oficialmente anunciado. O novo membro do projeto Shield se apresenta com o que há de mais avançado no hardware para os games, além de uma grande versatilidade em um formato tablet. O novo produto conta com a nova plataforma Tegra K1, tela Full HD e várias novidades de software, além de um controle sem fio.

A NVIDIA aposta em um formato mais versátil que o primeiro NVIDIA Shield, através de um tablet com tela de 8 polegadas, que possui um hardware potente o suficiente para rodar os jogos mais exigentes, além de um bom sistema de alto-falantes e vários acessórios para torná-lo muito versátil.

O NVIDIA Shield Tablet possui dimensões de 221 x 126 x 9.2 mm, peso de 390 gramas, tela IPS de 8 polegadas Full HD (1920 x 1200 pixels), processador NVIDIA Tegra K1 quad-core de 2.2 GHz, GPU GeForce de 192 núcleos, 2 GB de RAM, 32 GB de armazenamento (na versão WiFi + 4G) e 16 GB (versão WiFi) – ambas expansíveis via microSD), sistema operacional Android 4.4.2 KitKat, conectividades WiFi 802.11n, Bluetooth 4.0 LE, USB 2.0, LTE (opcional), GPS e GLONASS, câmeras traseira e frontal de 5 megapixels, alto-falantes estéreo frontais, duplo refletor de baixos e microfone integrado, além de bateria com autonomia de até 10 horas de uso.

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O NVIDIA Shield Tablet permirá o streaming a partir do seu PC ou portátil, sempre e quando esses equipamentos contarem com uma GPU NVIDIA GeForce GTX, além de contar com o acesso ao NVIDIA Grid, para streaming a partir dessa plataforma. O Twitch também é compatível com o produto, e no Modo Console, o Shield Tablet pode se conectar à TV para rodar jogos e consumir conteúdo multimídia.

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O produto conta com dois acessórios. O primeiro é uma smart cover, muito parecida com a de modelos concorrentes no mercado, permitindo posicionar o produto em diferentes posições.

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O segundo é um controle sem fio, muito parecido com o layout do controle do primeiro Shield, mas dessa vez pensado em oferecer uma experiência mais completa quando conectamos o tablet à TV. Possui D-Pads, joysticks, gatilhos, botões ABXY e trackpad touch, além de suportar comandos de voz.

Duas versões do NVIDA Shield Tablet estarão disponíveis no mercado. Uma com WiFi e 16 GB de armazenamento (US$ 299), e outra com WiFi + 4G/LTE e 32 GB de armazenamento (US$ 399). O controle sem fio custa US$ 59, e a smart cover custa US$ 39. Está disponível em pré-venda exclusivamente nos Estados Unidos e Canadá, com os primeiros envios acontecendo a partir do dia 29 de julho.

A seguir, mais imagens do produto e de alguns dos seus jogos, além de um vídeo de apresentação.

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Via NVIDIA Shield

Os exorbitantes preços da PlayStation Now foram revelados

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A Sony confirmou os preços para os Estados Unidos da beta do PlayStation Now, o seu serviço de aluguel de jogos por streaming. Vale lembrar que tanto os valores quanto o serviço como um todo são experimentais, e talvez principalmente por conta desses dois fatores, esses valores são simplesmente absurdos.

Por partes. Um jogo como Final Fantasy XIII, que foi lançado em 2012, tem os preços que você vê na tela a seguir.

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Isso mesmo que você acabou de ler: US$ 5 por apenas QUATRO HORAS DE JOGO, ou US$ 30 por TRÊS MESES DE ALUGUEL. Levando em conta que esse mesmo jogo pode ser comprado na Amazon por US$ 18 (em média) a proposta da Sony é simplesmente ridícula. Apenas isso.

Agora… imagina se fosse no Brasil?

Os valores variam de jogo para jogo, mas a cobrança acontece com todos os jogos. A Sony explica em nota na parte inferior da tela que “os jogos e as funções mostradas são apenas para testes, e não são um indicativo do preço final”. Tudo bem. Porém, o grande problema é que, se nesse momento, se o objetivo é testar um software beta, é preciso pagar. Por que lançar então um beta com preços tão elevados?

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O mais preocupante de tudo isso é que esses valores não se distanciam muito dos preços finais. Em um documento de FAQ para o PlayStation Now, a Sony explica: “A próxima bera aberta testará múltiplas opções de preços e períodos de duração de aluguel. Veremos períodos curtos de aluguel a preços muito baixos, como US$ 2.99, e a maioria dos jogos estarão entre esse valor e US$ 19.99. Anunciaremos em breve maiores informações”.

US$ 2.99 pode ser barato sim, mas não por um aluguel de apenas quatro horas de jogo.

Conclusão: a não ser que algum maluco queira pagar absurdas quantidades de dinheiro, pelo menos por enquanto, não ter a opção do PlayStation Now para testes no Brasil acaba sendo um ótimo negócio.

Via US.PlayStation.com

Microsoft promete tablets mais baratos

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Os tablets e samrtphones com Windows serão mais baratos ainda em 2014. É o que afirma a Microsoft.

Durante a Computex 2104, o vice-presidente de parcerias com os fabricantes da Microsoft, Nick Parker, informou que os preços dos tablets Windows com 7, 8 e 10 polegadas terão preços mais competitivos e “surpreendentes”, na faixa entre US$ 100 e US$ 300. Além disso, o custo dos smartphones com Windows Phone também vai cair para menos de US$ 200 em mercados selecionados ainda em 2014.

A redução do preço dos tablets ajudaria a Microsoft a atrair mais clientes em um mercado dominado pelos iPads e dispositivos Androids mais baratos. O custo de concorrentes como o Google Nexus 7 ronda os US$ 200, e o Kindle Fire 7 da Amazon quase não tem concorrência custando apenas US$ 139. Já os tablets Windows, por outro lado, custam muito caro: o Surface Pro 2 da Microsoft custa US$ 900, apesar de oferecer mais memoria e funções que um tablet médio com Windows 8.

Porém, a redução de preço não é a única coisa que a Microsoft precisa para atrair mais clientes. A recepção do Windows 8 não foi das mais calorosas, e custou para a empresa convencer os usuários a escolherem um tablet com Windows 8 no lugar de um iPad ou um tablet Android. No mercado de smartphones inteligentes, o Windows Phone cresceu em popularidade e participação do mercado, mas ainda fica muito atrás do iOS e do Android.

Em abril, a Microsoft anunciou que ofereceria o Windows gratuitamente para os fabricantes de smartphones e tablets com telas inferiores a 9 polegadas, o que deve fazer com que os preços dos produtos caiam de forma significativa.

Via CNET

Nextel oferece iPhone 5s no Brasil com planos que reduzem valor do aparelho para até R$ 999

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A assessoria de imprensa da Nextel informa que a operadora começa a oferecer os smartphones iPhone da Apple em seu portfólio de produtos. A oferta se destaca por oferecer modelos diferentes do dispositivo com um valor inicial sugerido de R$ 999, atrelados a diferentes planos de dados.

Por exemplo, o novo iPhone 5s de 16 GB, adquirido em conjunto com o plano 3G Smart 2500, pode ser adquirido em até 10 parcelas de R$ 99,90 (ou R$ 999 a vista). O valor do plano em questão é de R$ 299,99/mês, e oferece 2.500 minutos de chamadas para outras operadoras e telefone fixo, 10 GB de dados por mês, mensagens SMS, ligações locais entre aparelhos Nexel e ligações gratuitas à noite e aos finais de semana.

A oferta se estende para os modelos iPhone 5c de 16 GB (com o plano de 500 minutos + 5 GB de dados, por R$ 199,99/mês) e iPhone 4s de 8 GB (com o plano de 300 minutos + 3 GB de dados, por R$ 99,99/mês), replicando todos os benefícios já encontrados na compra do iPhone 5s.

IPHONE POR R$ 999,00 ou 10 x R$ 99,90

MODELO

PLANO / INTERNET

MENSALIDADE

IPHONE 4S (8GB)

300 minutos/ 3Gb

R$ 99,99

IPHONE 5C (16GB)

500 minutos / 5Gb

R$ 199,99

IPHONE 5S (16GB)

2500 minutos / 10Gb

R$ 299,99

Para mais informações, acesse: nextel.com.br.

Como (e por que) a Samsung cobra R$ 2.899 pelo Galaxy Note 3?

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Eu não sei se realmente vale refletir muito em cima desse assunto, pois para aqueles que acompanham de forma mais atenta o mercado de tecnologia do Brasil já sabem muito bem as respostas. Porém, de qualquer maneira, para aqueles que ainda se pegam indecisos sobre a validade dos valores cobrados, daremos o nosso parecer sobre o assunto. Até porque o Samsung Galaxy Note 3 está em pré-venda no Brasil (chegando ao mercado de forma definitiva no dia 10 de outubro), e é promovido com certa badalação por algumas operadoras de telefonia, e pela própria Samsung.

A pergunta fica no ar: como o Galaxy Note 3 pode custar no Brasil o absurdo valor de R$ 2.899? E por que isso acontece?

Sabe, acho que o brasileiro se conforma muito rapidamente com as coisas. Se conforma com valores abusivos e exorbitantes. Ou tem muita gente com grana por aí, que simplesmente não dá a mínima se está gastando aproximadamente 4 salários mínimos em um produto de tecnologia que, na imensa maioria dos casos, está comprando esse produto pelo status que o mesmo oferece. Na boa, é a minoria que realmente vai utilizar o Galaxy Note 3 de forma construtiva, e mesmo assim, questiono o quão produtivo isso vai ser.

A questão não é bem o Galaxy Note 3 em si. Não vamos nos esquecer que a versão mais avançada do iPhone 5 (64 GB) custa mais ou menos o mesmo preço (entre R$ 2.699 e R$ 2.999). Tá, eu sei que tem gente pagando por isso. Mas… será que realmente é justo cobrar R$ 3 mil por um smartphone? Mais: será que quem paga R$ 3 mil está comprando pelos benefícios que o produto está oferecendo? Ou pela vaidade latente que a aquisição de um produto desses oferece?

As operadoras nacionais não podem ser excluídas dessa equação. A TIM não facilitou nos valores do Galaxy Note 3 nos planos pós, com o absurdo valor de R$ 2.299. Na Claro, se você pagar um pacote generoso de dados e minutos, você paga R$ 649 no smartphone (mas para isso, o valor do seu plano de telefonia será uma paulada), e para os planos pós, o Note 3 custa R$ 2.699. Ainda assim: é caro!

Vivo e Oi ainda não revelaram os seus valores para o produto, mas não vamos criar muitas expectativas, correto?

Todas as partes envolvidas (fabricante, operadora e consumidor) fazem parte de uma máquina viciada. O pior é que a parte do consumidor é a engrenagem que menos gostaríamos de ver funcionando nessa máquina. Nós, consumidores, supervalorizamos marcas e produtos, entendendo que um produto que custa esse valor pode massacrar modelos de outras marcas e valores inferiores, e acabamos pagando pelo status do “exclusivo”. Em contrapartida, essas marcas compreendem que muita gente no Brasil pensa dessa forma, e entrega aquilo que eles querem: o produto por preços elevadíssimos, para atender a vaidade de alguns.

Por outro lado, outra grande parcela da população se conforma com esses preços, com as desculpas tradicionais, que vão desde o “no Brasil tudo é caro, e nada vai mudar” até o “você paga pela experiência de uso”. Será? Na boa, não sei se a experiência de uso do Note 3 ou do iPhone 5 valem tudo isso não. Até porque eu quero um smartphone que funcione muito bem, atendendo minhas expectativas, oferecendo funcionalidade, agilidade, e realizando as tarefas do jeito que eu quero.

Por conta disso, comprei o Motorola Moto X. E, mesmo assim, por R$ 1.239, por considerar um preço mais que justo para aquilo que o produto me entrega na relação custo/benefício.

Não vou aqui dizer o que você faz com o seu dinheiro. É seu, e você gasta como bem entender. Mas questiono fortemente a sobrevivência dessa máquina mercadológica que nós, consumidores, alimentamos de forma burra em muitos casos. Não questionamos fabricantes e operadoras sobre os valores adotados, não questionamos ao Governo Federal sobre os impostos cobrados pelos produtos, e nem mesmo sobre o destino desses impostos. Não nos questionamos se esses produtos realmente valem tudo isso.

Infelizmente, nos dividimos em dois grupos: entre os conformados, que aceitam tudo isso de cabeça baixa, e aqueles que pagam por tudo isso, sem olhar para os lados.

Os poucos que não estão nesses dois grupos tentam consumir a tecnologia de forma mais consciente. Eu, ao menos, tento fazer parte desse terceiro grupo, e tento colocar esses pontos em discussão nesse post.

Fica a reflexão.

Microsoft é processada de novo por propaganda enganosa no Surface

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O escritório de advocacia Robbins Geller Rudman & Dowd garante que as vendas do tablet Surface RT da Microsoft foram feitas sem informar aos consumidores do real estado comercial desses dispositivos. No texto do processo coletivo, é descrito que a gigante de Redmond fez “declarações enganosas” sobre o funcionamento do produto e seus resultados financeiros.

A rigor, os advogados defendem que a Microsoft fez uma apologia completamente oposta aos dados reais de demanda e vendas. Nenhum consumidor foi informado que o valor material do Surface RT estava tão baixo no final do primeiro trimestre de vendas. E vale lembrar que o processo em questão não está relacionado ao fato do tablet da Microsoft ser um produto bom ou ruim, mas segundo o processo, a Microsoft se aproveitou da cegueira informativa e o temor na compra de uma nova tecnologia dos usuários para gerar as vendas de seus produtos.

Para completar, diante da notável falta de sucesso do Surface, começaram a surgir os problemas de falta de retrocompatibilidade com aplicativos base do sistema, o que resultou em uma brutal queda de preços dos seus tablets.

As motivações do processo são um pouco confusas, mas compreensíveis. Em outros termos, a ação coletiva dá a entender que o movimento feito pela Microsoft em reduzir o preço dos tablets Surface, buscando estimular as vendas, fez com que automaticamente aqueles poucos que se aventuraram em ser os primeiros a adquirirem o produto fossem lesados financeiramente, pagando a mais por um produto que não entregou na prática a experiência e funcionalidades na sua plenitude, tal como esperado.

Mais: a própria Microsoft reconheceu as limitações do seu produto, e para não perder mais dinheiro com os tablets encalhados nas lojas, decidiu reduzir o preço final dos produtos, como “forma de compensar” o serviço abaixo do esperado. O que prejudica os “early adopters” do Surface ainda mais.

Algumas limitações do produto foram, de fato, descobertas depois que o mesmo chegou ao mercado, como por exemplo a redução drástica de espaço disponível para o usuário e a ausência de retrocompatibilidade com alguns aplicativos. Sem falar nas diversas limitações da versão Surface RT.

De qualquer forma, a defesa da Microsoft deve se calcar (muito provavelmente) no processo de atualização do próprio Surface. A empresa deve alegar que a recente redução de valores dos modelos atuais está diretamente ligada com o lançamento da segunda geração do Surface, que contaria com o sistema operacional Windows 8.1, além dos processadores Intel Haswell.

Até o momento, a Microsoft não se pronuncia sobre o assunto.

Via Gadgetos

Console portátil NVIDIA Shield tem preço e período de lançamento anunciados

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E finalmente temos algumas notícias oficias sobre o NVIDIA Shield, console portátil da fabricante mundialmente famosa por desenvolver chips gráficos para computadores. Preços, datas e características técnicas do produto foram revelados no blog oficial da fabricante.

O preço de venda sugerido para o consumidor final (nos Estados Unidos) é de US$ 350, algo que já era esperado, e um pouco salgado para um mercado cujo console doméstico mais caro custa US$ 249 (PlayStation 3). Porém, não é um preço que torne o produto inalcançável para todos (talvez para a maioria). As reservas do produto começam no dia 24 de maio, e os envios das primeiras unidades começam no final de junho.

O NVIDIA Shield conta com um processador NVIDIA Tegra 4 com 72 núcleos de GPU, 4 núcleos de CPU e 2 GB de RAM. Seu controle se parece muito com um controle do Xbox 360, e sua tela touch de 5 polegadas conta com resolução HD (720p).

O som do dispositivo será reproduzido por alto-falantes centrados nos graves, que devem ser melhores do que aqueles que temos nos consoles portáteis atuais. Sua conectividade será a WiGi 802.11n 2X2 MIMO, e o sistema operacional será o Android Jelly Bean, sem nenhum tipo de personalização.

O dispositivo ainda conta com 16 GB de memória interna, GPS, Bluetooth 3.0, saída mini-HDMI, porta micro USB, slot para cartões microSD, conector para fones de ouvido de 3.5 mm e peso de 579 gramas.

Só resta saber quando o produto será vendido fora dos Estados Unidos e Canadá, e a que preço. Não há informações sobre a sua disponibilidade no Brasil. Além disso, estamos curiosos para saber se essa potência toda vai se converter em uma experiência de uso de máxima qualidade, levando em consideração os jogos que temos hoje.

Via NVIDIA

iPhone 5 no Brasil: preços na Vivo são oficialmente revelados – a partir de R$ 1.499

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Nesse momento, os eventos de lançamento do iPhone 5 no Brasil estão a todo vapor em diversos shoppings de todo o Brasil, que abriram as suas portas para receber os primeiros compradores do cobiçado smartphone da Apple. Mas um dos mistérios até então não revelados acaba de ser anunciado: os preços do iPhone 5 na operadora Vivo.

Diferente da TIM e da Claro, que decidiram anunciar previamente os seus valores (até mesmo para tentar atrair uma clientela no lançamento do produto), a Vivo deixou para revelar os seus preços pelo iPhone 5 no ato do lançamento mesmo. A única informação que era sabida sobre os valores da operadora é que o smartphone seria vendido “com preços a partir de R$ 1.499”.

E foi basicamente isso o que aconteceu. Não dá para ver na foto, mas a foto acima mostra que, na aquisição do iPhone 5 de 16 GB pelo plano Vivo Smartphone Ilimitado Completo 400 3G Plus, o telefone sai por R$ 1.499. Os demais valores são:

Pré-pago:

iPhone 5 16 GB, por R$ 2.499
iPhone 5 32 GB, por R$ 2.799
iPhone 5 64 GB, por R$ 3.099

Plano Vivo Smartphone Ilimitado 400:

iPhone 5 16 GB, por R$ 1.699
iPhone 5 32 GB, por R$ 1.999
iPhone 5 64 GB, por R$ 2.299

Abaixo, a tabela completa de preços da Vivo (via @paulohiga):

Apenas a título de comparação: na TIM, os valores para o iPhone 5 são R$2.399 (16GB), R$2.699 (32GB) ou R$2.999 (64GB).

Buscaremos informações sobre os valores cobrados pelas demais operadoras.

Descobrindo o novo Office 2013: versões e preços

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Aos poucos, vamos descobrindo as novidades dos produtos incluídos no novo pacote de aplicativos de escritório da Microsoft, o Office 2013. Nesse post, vamos repassar as versões e os valores dessas suítes (valores em dólares), que devem chegar ao mercado no primeiro trimestre de 2013.

O novo Office 2013 está dividido em três versões, que são bem diferentes entre si, além de uma quarta versão, que é exclusiva para a versão Windows RT, que já virá pré-instalada nesses equipamentos, e que não está disponível para compra nas lojas. Essa versão exclusiva para o Windows RT será equivalente à versão Home and Student do Windows 7/8.

As versões comercializáveis são:

  • Office 2013 Home and Student, por US$ 139,99 (Word, Excel, PowerPoint e OneNote)
  • Office 2013 Home and Business, por US$ 219,99 (Word, Excel, PowerPoint, OneNote e Outlook)
  • Office 2013 Professional, por US$ 399,99 (Word, Excel, PowerPoint, OneNote, Outlook, Access e Publisher)

A Microsoft já anunciou que a nova versão do Office estará disponível em todo o planeta no seu lançamento, e que na maioria das lojas da Europa e dos Estados Unidos estará disponível a PKC (Product Key Card), no lugar da tradicional caixa de DVD. Com a PKC, o usuário pode simplesmente fazer o download do instalador em seu computador, e usar a nova chave de licença para ativar o produto.

Além desses pacotes de suíte de aplicativos, o novo Office incorpora duas ramificações do Office 365, denominadas Home Premium e University. Os dois segmentos incluem, além dos produtos presentes no Office 2013, os benefícios dos serviços da Microsoft na nuvem, tais como:

  • 20 GB de capacidade de armazenamento gratuito no SkyDrive
  • 60 minutos mensais de chamadas internacionais gratuitas via Skype
  • Assinatura anual de atualizações automáticas
  • Capacidade de usar o Office 2013 em até 5 PCs

O pacote do Office 365 Premium tem um preço sugerido de US$ 99,99/ano, enquanto que o Office 365 University (que é exclusivo para instituições acadêmicas) tem um valor de US$ 79,99, para um período de quatro anos.

Agora, se você está assustado com os preços cobrados pelo Office 2013, temos uma dica para passar: para os usuários que comprarem o Microsoft Office 2010 Home and Student nesse final de ano, terá a atualização para o Office 2013 garantida, de forma gratuita. É um bom negócio, se levarmos em conta que você pode ter um software oficial da Microsoft, com direito a três licenças, e ainda atualizável sem custo adicional.

Outro detalhe: o Office 2012 Home and Studend pode ser encontrado a R$ 99, dependendo do e-commerce que estiver comercializando o produto (o preço normal do pacote é de R$ 199).

Preços do iPhone 5 na TIM são revelados (de forma oficial): a partir de R$ 2.399

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Dia 14 de dezembro está chegando, e as operadoras, aos poucos, começam a revelar os seus preços para a comercialização do iPhone 5. Bom, eu cheguei a publicar no meu Twitter alguns valores extra oficiais que teriam vazado de uma planilha interna da TIM nessa semana, com preços sugeridos (iniciais) de R$ 1.999. Ok, esquece isso. A facada será mais cara.

A TIM já disponibiliza em sua loja virtual uma página para pré-venda do iPhone 5, revelando assim de forma oficial quais são os valores que eles vão adotar para comercializar o produto para seus consumidores. Só para lembrar: até então, os preços da tal planilha vazada (que o pessoal do Tecnoblog chegou a publicar também) eram de: R$ 1.999, para o modelo de 16 GB, e R$ 2.249,0 para o modelo de 32 GB. A TIM rapidamente desmentiu a informação na época, afirmando que a operadora ainda não havia definido os preços para os modelos.

Pois bem, a seguir, temos os preços divulgados nesse momento pelo site da TIM:

– iPhone 5 de 16 GB, por R$ 2.399
– iPhone 5 de 32 GB, por R$ 2.699
– iPhone 5 de 64 GB, por R$ 2.999

Para todos os modelos divulgados, não existe nenhum contrato de fidelização, ou seja, são vendidos nos planos pré-pago vigentes na TIM nesse momento. Pela loja virtual, a compra pode ser feita no cartão de crédito, com um parcelamento em até 10 vezes sem juros e frete grátis. Nas lojas físicas, as opções de parcelamento são mais flexíveis para os clientes pós-pagos (12x), enquanto que os clientes dos planos pré-pago só podem parcelar o produto em até 3x sem juros.

O que podemos concluir aqui, amigo leitor, é que o cenário de preços do iPhone 5 não muda muito daquele que já era praticado pelo iPhone 4S, pelo menos por enquanto. O iPhone ainda segue sendo uma questão de status, e não de consumo de tecnologia. Não creio que seja muito prático, funcional ou até vantajoso pagar R$ 2.400 em um único smartphone, para fazer praticamente as mesmas coisas que o meu Motorola RAZR i faz, custando a metade disso. Sem falar que concorrentes diretos do novo smartphone da Apple custam consideravelmente menos que ele (Motorola RAZR HD, a R$ 1.699, LG Optimus 4X HD, por R$ 1.799, Samsung Galaxy S III, por R$ 1.999, e Samsung Galaxy Note II, por R$ 2.299).

Ainda temos que esperar as demais operadoras se pronunciarem sobre os seus valores, mas baseado na experiência que tivemos no ano passado com o iPhone 4S, não consigo imaginar que teremos valores muito abaixo da casa dos R$ 2 mil nas operadoras, e na Apple Store Brasil eles devem ser ainda maiores do que os praticados pela TIM, já que temos que imaginar que os preços adotados pelas operadoras já contam com o tal “subsídio” (na teoria), que reduzem (na teoria) o valor final do produto (o que, na prática, isso não confere).

O iPhone 5 chega ao mercado brasileiro no dia 14 de dezembro. Ou seja, certamente na próxima semana teremos os preços do novo smartphone nas demais operadoras brasileiras.

Preços oficiais do Microsoft Surface Pro foram anunciados: a partir de US$ 899

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Depois do lançamento oficial do Microsoft Surface RT, as atenções do mercado se voltaram para a expectativa sobre o lançamento da versão “principal” do produto, o Microsoft Surface Pro. Muito se especulou sobre o valor dos produtos, mas só agora temos uma confirmação oficial de preços e disponibilidade do tablet que contará com o Windows 8 na íntegra.

Antes de você saber quanto vai custar a facada no seu bolso, é sempre bom lembrar que o Surface pro possui a versão completa do Windows 8, podendo assim executar qualquer programa ou aplicativo desenvolvido para o Windows, e não apenas aqueles que estão disponíveis na Windows Store, como acontece no Windows RT. Isso beneficia principalmente os usuários profissionais, que desejam contar com um tablet que pode executar qualquer tipo de software.

Pois bem, o Microsoft Surface Pro chega ao mercado internacional em janeiro de 2013, com preços de US$ 899 (com 64 GB de armazenamento) e US$ 999 (128 GB de armazenamento). Nesse valor, o usuário leva para casa o tablet e uma caneta Stylus para apontamento de itens na tela, mas os cases Touch Cover e Type Cover serão vendidos separadamente (preços de US$ 119 e US$ 129, respectivamente). Lembrando um pouco das especificações do Surface Pro: processador Intel Core i5, portas USB 3.0 e tela de 10.6 polegadas (1920 x 1080).

O preço acaba sendo justificado se considerarmos o Surface Pro como um substituto para o seu laptop no seu dia a dia. Seu preço é semelhante a um dos seus concorrentes diretos dentro do segmento computacional, o ultrabook. Talvez esse seja o empurrão que a Microsoft esteja esperando para impulsionar as vendas do Windows 8, uma vez que no Surface Pro o sistema se apresenta de forma plena, tal como ele foi planejado.

Claro reduz os preços dos pacotes BlackBerry Pré Pago

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Se você tem um BlackBerry e o utiliza como smartphone principal, saiba que não precisa mais pagar fortunas de dinheiro para utilizar o seu telefone da Research in Motion em todo o seu potencial. Como parte da estratégia de recuperar a popularidade perdida, a RIM está em constante negociação com as operadoras que utilizam as suas redes, para oferecer propostas de pacotes mais acessíveis ao consumidor. Como é o caso da Claro, que reduziu os preços dos seus pacotes pré pago para BlackBerry.

O pacote de dados BlackBerry Total é compatível de forma exclusiva com os smartphones da RIM, e podem ser contratados nas opções de 15 e 30 dias de acesso. Aqui, temos uma vantagem direta e bem interessante: o acesso ilimitado. Diferente de outros planos, você não tem restrição de uso do volume de dados, e nem mesmo de sites a serem acessados. A única limitação existente é para o uso do smartphone como hotspot Wi-Fi, ou seja, ao utilizar o smartphone como ponto de acesso à internet sem fio para outros dispositivos. Você até pode fazer isso, mas o volume de dados é muito limitado (50 MB e 100 MB).

Algo que você precisa analisar entres de fazer a contratação do BlackBerry Total é se realmente vai valer a pena para o seu caso em específico. Não existe uma regra em termos de telefonia móvel no Brasil. Nós bem sabemos que uma operadora funciona muito bem em uma determinada cidade, e em outras, a mesma operadora simplesmente não funciona. Eu mesmo já passei por isso. Logo pesquise com amigos e até mesmo em sites especializados em cobertura de sinal da internet (como o Sinal 3G) para analisar como a operadora está atuando na região que você deseja.

Dito isso, a solução é uma mão na roda (quando ela funciona). Você tem acesso ilimitado aos principais recursos do BB e de sua conta de e-mail mais importante pagando, no máximo, R$ 19,90 por 30 dias de acesso. Vale lembrar que esse mesmo pacote pré pago custava R$ 39,90, e que os serviços de voz serão cobrados separadamente. Outra vantagem é que você não tem nenhum tipo de redução de velocidade durante o período contratado. Por outro lado, quando o pacote expirar o seu período de uso, ele não se renova automaticamente, o que pode fazer com que você fique na mão em algum momento importante que você não pode ficar sem internet.

O valor do período para 15 dias de acesso é de R$ 11.90, o que particularmente não acho tão vantajoso, mesmo para um uso eventual, já que a diferença para o pacote de 30 dias de acesso é de apenas R$ 8. Abaixo, segue a tabela completa de preços e serviços oferecidos. Para mais informações sobre esses planos, acesse o site da Claro.

Por que o LG Nexus 4 é tão barato?

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A nova família de produtos Nexus do Google é um dos destaques entre as novidades do mercado de tecnologia em 2012. Os novos Nexus 4, Nexus 7 e Nexus 10 chamam a atenção dos fãs da plataforma Android ao redor do planeta, e falando mais especificamente do smartphone Nexus 4, temos um smartphone com uma tela fantástica, um dos processadores mais potentes do mercado, um ótimo design e as mais elevadas especificações técnicas que você pode encontrar no mundo Android. E tudo isso, por apenas US$ 299. Como eles conseguiram? É o que vamos tentar descobrir nesse post.

O conteúdo antes do dispositivo

Estamos diante de um smartphone top de linha. Isso é fato. Mesmo assim, o Nexus 4 tem um preço ridiculamente baixo, se comparado aos seus concorrentes diretos. Podemos dizer aqui que Google e LG estão perdendo dinheiro ao vendê-lo com um preço abaixo do custo de produção. Porém, isso é possível por causa da estratégia de mercado do próprio Google, que opta por obter lucros atrelados ao conteúdo do que ao dispositivo em si. Em outras palavras, eles ganham mais por aquilo que o usuário acessa pelo seu dispositivo (que é preparado para isso, que fique bem claro), clicando em links patrocinados e outros recursos que geram dinheiro para a empresa de Mountain View, deixando os lucros das vendas dos aparelhos como algo secundário.

A grande maioria dos lucros do Google vem da publicidade. E eles sabem que ter um smartphone rápido e poderoso se converte em mais pessoas clicando em seus links. E em muito mais links com um menor tempo. Todo mundo acha que o Google é generoso demais por oferecer serviços como o GMail, YouTube, Google Search ou até mesmo o Android “de graça. Na verdade, não é tão de graça assim.

Se você olhar de forma mais atenta, vai perceber que os serviços do Google bombardeiam o usuário de todo o tipo de publicidade, e é aí que eles obtém os seus lucros. O Google oferece a maioria dos seus serviços de forma gratuita, porque é interessante para eles que esses serviços sejam usados, para assim oferecer uma publicidade para empresas que estão dispostas a gastar muito dinheiro nos serviços online mais utilizados do mundo. Simples assim.

Mais que publicidade: o Google agora oferece conteúdo

O Google oferece ao longo dos últimos anos aplicativos e diferentes serviços através do Android. Hoje, a família Nexus está pronta para oferecer todos os serviços da Google Play Store, como livros, filmes, episódios de séries de TV, músicas, álbuns musicais completos, revistas e outros serviços online. E certamente isso vai trazer mais dinheiro para a empresa de Eric Schmidt.

Nesse quesito, o principal adversário do Google é a Amazon, e não a Apple, como muitos imaginam. O Google passou a se preocupar com o conteúdo de sua loja virtual, pois sabe o quanto isso agrega valor aos seus produtos, além de fazer o dinheiro girar de forma mais efetiva, com conteúdos que os usuários estão consumindo cada vez mais em seus tablets e smartphones (e pagando por isso de forma legal, o que é o mais importante). Isso explica porque o Kindle Fire custa US$ 199, e porque rapidamente o Google lançou o Nexus 7, que é mais potente que o tablet da Amazon, custando os mesmos US$ 199.

A estratégia foi tão impactante, que fez a Apple lançar um iPad Mini, se focando na mesma proposta dos dois primeiros, atrelando os serviços do iTunes e iCloud ao produto. Lentamente, um novo mercado aparece no mundo da tecnologia: o mercado de quem vende mais conteúdo online. Por enquanto, Amazon e iTunes brigam cabeça a cabeça pela liderança, mas o Google se aproxima perigosamente, uma vez que mais de 500 milhões de dispositivos Android estão no mercado, prontos para usar a Google Play Store. E isso se reforça com os rumores dos planos de expansão da loja online de conteúdos do Google para a América Latina.

Quem paga a conta de um Nexus 4 tão barato?

Agora que você sabe dos motivos que levou o Google a lançar dispositivos tão baratos, a pergunta persiste: como eles conseguiram? E essa pergunta se soma a outras, como: quem paga a diferença? Como a LG topou esse acordo? E a mais curiosa de todas… por que eles não produziram esses novos dispositivos com a Motorola?

Não existe uma resposta oficial para essas perguntas, mas podemos tirar nossas próprias conclusões, baseadas em estudos de mercado e analistas do meio de tecnologia. Para começar, a Motorola não é a fabricante do Nexus 4 porque o Google não queria assumir sozinha todos os prejuízos que eles vão ter com a produção do dispositivo. Parte desse prejuízo vai ficar com a LG, que em compensação, tem o seu nome valorizado com um produto espetacular, dando assim uma maior relevância para a sua marca no segmento de mobilidade.

Além disso, a LG pode e deve assumir tal risco. Precisa contra-atacar em relação ao seu principal concorrente na Ásia (Samsung), e não existe melhor forma de chamar a atenção com um smartphone que praticamente grita a frase “a LG pode fazer smartphones fantásticos, e o Nexus 4 é a prova que o Google confia na gente para isso”. A mesma regra vale para a Samsung, com o tablet Nexus 10. A Samsung reforça a sua mensagem de “somos bons nisso”, enquanto que o Google reforça a sua ideia de que “os melhores tablets Android do mercado são do Google”.

Seja como for, a linha Nexus reforça a popularidade e a cota de mercado de qualquer fabricante de tecnologia, fazendo esse parceiro se destacar dos demais. Se o preço do Nexus 4 é tão baixo, é porque a LG aceitou isso, e porque aposta que as vendas do produto serão realmente expressivas. Essa é uma estratégia de mercado para os fabricantes, ainda que nesse caso, quem sai ganhando financeiramente é o Google. E o consumidor, que paga menos por uma tecnologia de ponta.

Só espero que o Nexus 4 não chegue ao Brasil com o “preço padrão” de R$ 1.999. Se isso acontecer, será uma piada. E de mau gosto.

Windows 8 é oficialmente lançado: preços, versões e primeiros detalhes

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Agora é pra valer, e ele é real. Em evento realizado ontem (25) em São Paulo, a Microsoft apresentou oficialmente a nova versão do seu sistema operacional, o Windows 8, para 131 países ao redor do planeta, incluindo o Brasil. Essa é a mudança mais radical do seu sistema operacional desde o lançamento do Windows 95, e para alguns, é a modificação mais drástica que o sistema operacional sofre em sua história.

O objetivo principal do Windows 8 e “costurar” a nova proposta da empresa de unificação de interface do usuário. Daqui pra frente, tudo vai ser diferente… mas igual. Todas as soluções da Microsoft vão contar com essa interface cheia de “azulejos” (ou “tiles”), prometendo assim a mesma experiência de uso, facilitando assim a vida dos usuários menos experientes. Pela primeira vez na história da Microsoft, os usuários vão utilizar o seu tablet, smartphone ou videogame da mesma forma como usa o computador de casa ou do escritório. E mais: em alguns casos, boa parte dos dados e recursos disponíveis em um equipamento estarão presentes em outro. Basta que você use o seu nome de usuário e senha, e pronto. E isso vale para qualquer equipamento com Windows 8 no planeta.

A ideia da Microsoft de unificar suas interfaces de usuário começou com o conceito do Windows Phone, que já se apresentava em azulejos. O sistema operacional móvel foi elogiado pela agilidade, pela proposta diferenciada dos seus concorrentes mais diretos, mas principalmente, pela sua simplicidade. De fato, o Windows Phone era apenas parte de um grande plano da empresa de Redmond em criar um ecossistema completo para os seus produtos. O lançamento do Windows 8 é, efetivamente colocar todo esse plano em prática. E, quem sabe, seguir para um próximo passo.

Em uma recente entrevista publicada no site da Microsoft, Bill Gates, co-fundador da empresa, afirmou que o compartilhamento dos códigos entre o Windows 8 e o Windows Phone 8 é apenas o começo, e que eventualmente, as duas plataformas vão se fundir completamente, e não apenas compartilhar a sua interface de usuário, mas também as suas ferramentas de desenvolvimento e suas principais funcionalidades. Se a Microsoft conseguir isso, vai reter um grande poder em duas plataformas muito relevantes no mundo da tecnologia de consumo (computadores e smartphones). Alguns acreditam que, com essa ideia de “fusão”, o sistema Windows pode ultrapassar o Android em 2015. Acho difícil, mas não improvável.

Agora, uma coisa é certa: se o Windows 8 não for um sistema do seu agrado, ou se for um sistema decepcionante, não será por falta de testes. Segundo Steven Sinofsky, presidente da divisão do Windows e do Windows Live, a Microsoft registrou um recorde de 1.24 bilhão de horas de testes públicos da nova versão do sistema operacional em 190 países. Mais de 1.000 PCs receberam a certificação do Windows 8, e mais de 420 milhões de dispositivos e periféricos, como impressoras, mouses e teclados foram testados e certificados para o novo sistema operacional.

Outro objetivo claro da Microsoft com esse lançamento é mudar, de forma definitiva, o seu foco no mercado de tecnologia. Segundo o presidente da Microsoft Brasil, Michel Levy, durante o evento de lançamento do novo produto, “Estamos na transição de uma empresa de software para uma empresa de serviço”. O recado aqui é claro: o desenvolvimento de softwares não é mais o foco principal da Microsoft. Aliás, não é desde o lançamento do Xbox, lá atrás. Acontece que a empresa cometeu alguns erros no lançamento de produtos (o próprio Xbox, Microsoft Zune), para só depois parar, observar o que os rivais estavam fazendo, e finalmente entender que não é simplesmente lançar um produto, e sim, um conceito completo.

O Xbox 360 é a prova disso. É um console poderoso, com um hardware excelente, mas que oferece uma vasta gama de produtos e serviços atrelados ao console e aos seus jogos, que estimula o consumidor a adquirir outros produtos dentro dessa plataforma, agregando valor ao produto. É essencialmente o que a Apple fez com os seus eletrônicos de consumo. No caso da Microsoft, eles levaram isso para outro nível, reinventando a roda dos jogos eletrônicos ao lançar o Kinect, que conseguiu o que para muitos era considerado impossível: roubar o público casual que era da Nintendo. Hoje, o Xbox 360 é, simplesmente, o console mais popular do mundo.

A Microsoft não precisa brigar pelo mercado de software, pois já é dela desde o começo da década de 1990, e esse cenário não vai mudar. Nove entre dez computadores do mundo rodam alguma versão do Windows, e o pacote de escritório mais popular (e eficiente) do mundo recebe o nome de Microsoft Office. Aliás, esse é hoje o software mais lucrativo da empresa de Redmond, conseguindo sobreviver às propostas gratuitas de pacotes de escritório online dos concorrentes. Logo, é hora de buscar novos desafios.

Conquistar o mundo mobile é uma tarefa muito difícil. Na verdade, hercúlia. O mundo dos smartphones é dominado pelo Android, e o iPad é o tablet dominante do momento. O único trunfo da Microsoft para tentar mudar um pouco esse cenário é chegar para o usuário e dizer:

“a partir de agora, tudo o que você faz no seu computador, você pode fazer no seu tablet. Se você tem um ultrabook híbrido, pode escolher quando quer um produto para trabalhar ou para se divertir. Não precisa mais comprar dois produtos. E o seu smartphone vai se comportar de forma semelhante ao seu desktop, notebook e Xbox 360. Nós somos mais simples e diretos que os demais.”

Agora, vamos para a parte que realmente interessa: quem pode atualizar para o Windows 8, e quanto a brincadeira vai custar?

Tecnicamente, a maioria dos computadores mais recentes podem receber o Windows 8 sem problemas. A Microsoft prometeu que os requisitos de hardware para rodar o Windows 8 seriam parecidos com os do Windows 7, porém, é sempre bom ter uma “folga” na tabela de recursos, para que o sistema tenha uma performance plenamente satisfatória. Abaixo, os requisitos mínimos informados pela Microsoft para rodar o Windows 8 em desktops e laptops:

  • 32 Bits – 1 GB de memória, processador de 1 GHz, 16 GB de espaço no HD, uma placa de vídeo compatível com Directx 9 e monitor com resolução superior a 1024×768 (para rodar o novo menu Metro);
  • 64 Bits – versão indicada para quem tem mais do que 3 GB de memória, o sistema precisa de 2 GB de memória e 20 GB de HD, além dos requisitos de 32 Bits.

Passada essa barreira física, você precisa verificar em qual caso você se encaixa para atualizar para a solução mais vantajosa para você.

Para os usuários que compraram computadores a partir de 2 de junho de 2012, e pretendem comprar equipamentos com Windows 7 até 31 de janeiro de 2013, poderão fazer a atualização para o Windows 8 Pro por apenas R$ 29. Para aproveitar essa promoção, o usuário deve fazer um cadastro no site do programa Windows Upgrade Offer até o dia 28 de fevereiro de 2013. A Microsoft vai enviar um e-mail com a chave de validação e instrução para download e instalação do software. Detalhe: nessa modalidade, a oferta é exclusiva para aquisição do software via download. Não haverá mídias físicas para essa promoção.

Para quem tem uma versão anterior e original do Windows (Windows XP SP3, Windows Vista ou Windows 7), comprado em qualquer época de sua vida, poderá atualizar para o Windows 8 Pro, sem a necessidade de comprar a mídia física, pagando R$ 69. Nesse caso, o upgrade também é feito via download, mas em compensação, você vai poder atualizar até cinco licenças por usuário, o que passa a ser uma grande vantagem para quem tem muitos computadores em casa. Eu mesmo tenho quatro licenças originais do Windows 7 (um notebook e um ultrabook que uso em casa, e duas outras licenças adquiridas), e vou poder atualizar todos esses equipamentos pagando apenas uma vez. Essa oferta é válida a partir de hoje, 26 de outubro de 2012, e vai até o dia 31 de janeiro de 2013, e pode ser adquirida na página oficial do Windows 8.

Agora, se sua internet é uma porcaria, e o download é inviável para você, a única solução que lhe resta é comprar a licença física do Windows 8 Pro, por R$ 269. A vantagem aqui é que, a cada problema, você não passa pelo inconveniente de ter que queimar um DVD com a ISO do sistema, ou fazer o download tudo de novo para recuperar o equipamento.

Agora… se você viveu os últimos anos da sua vida se negando a pagar o seu rico dinheirinho para a Microsoft, e sempre se orgulhou de ter uma cópia “alternativa” do Windows em sua máquina, escuta essa: a Microsoft está se vingando de você, e vai fazer você esperar. Sentado.

Tudo o que falamos até aqui vale para o Windows 8 Pro, e em pacote de atualização. A versão “normal” do Windows 8, que estará disponível em tablets e equipamentos específicos e designados, não será comercializada no Brasil até, pelo menos, janeiro de 2013. Nos Estados Unidos, essa versão (Windows 8 System Builder) está a venda por US$ 100 (Windows 8) e US$ 140 (Windows 8 Pro), em versão OEM. Essa versão é a única que permite a instalação em um equipamento “do zero”, independente do sistema operacional, e se ele é ou não um Windows original.

Resumindo: para quem não tem o Windows original instalado, vai ter que esperar até o ano que vem para instalar o Windows 8. Os preços para o Brasil ainda não foram revelados.

Tudo é muito confuso para você? Não se preocupe. Ao longo dos próximos dias, temos muito material para falar sobre o Windows 8, e prometo publicar tudo de forma calma e progressiva. No final das contas, você vai ficar por dentro de tudo o que você quer e precisa saber sobre o novo sistema operacional da Microsoft, e não ficar perdido diante dos azulejos.

Preços do tablet Surface foram oficialmete revelados pela Microsoft

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O Microsoft Surface finalmente entrou em pré-venda nos Estados Unidos, e com isso, os seus preços oficiais foram revelados. Essa era uma das últimas dúvidas que pairavam sobre o produto, e cumprindo a sua promessa, a gigante de Redmond estabeleceu preços que posicionam o produto na faixa de valores do que é cobrado hoje pela mais recente versão do iPad.

De acordo com as informações publicadas na Microsoft Store, todos os modelos em pré-venda começam a ser distribuídos a partir do dia 26 de outubro, data do lançamento oficial do sistema operacional no mercado. A grande vantagem em termos de preço do Surface para o novo iPad é que a sua versão mais básica já conta com 32 GB de armazenamento, mas custa o mesmo preço do modelo de 16 GB do concorrente da Apple.

O Surface com Windows RT, 32 GB de armazenamento e sem a capa protetora com teclado virtual custa US$ 499, enquanto que o mesmo modelo de 32 GB com o case e teclado touch custa US$ 599. Já o modelo de 64 GB com a capa traseira tem preço sugerido de US$ 699. Essas capas também são vendidas separadamente, com cinco diferentes opções de cores (branco, vermelho, preto, azul e rosa), com preço sugerido de US$ 119,99.

Vale lembrar que essas capas não contam com o teclado físico que vimos nas demonstrações do produto. Esse case, o Surface Type Cover, estará disponível apenas na cor preta, e tem preço sugerido de US$ 129,99, e pode ser adquirida separadamente.

Muito se especulou sobre o preço do Microsoft Surface, e alguns até acreditaram que o produto poderia alcançar os US$ 1 mil, pelo simples fato de contar com especificações de um sistema operacional completo, e não de um produto com um sistema operacional móvel. Provavelmente essa oferta mais cara e mais completa fique para o Surface Pro, que vai contar com uma versão do Windows 8 “na íntegra”, mas que só chegará ao mercado no começo de 2013. Mesmo assim, podemos dizer que a oferta do Surface com Windows RT é, no mínimo, ambiciosa, uma vez que a Microsoft ainda não conta com o volume de aplicativos que o iPad possui, e de certo modo, aposta na popularidade da expansão dessa plataforma para ampliar a sua presença no mercado. Só o tempo vai dizer se eles serão bem sucedidos nessa empreitada.

Por fim, fiquem com a primeira campanha em vídeo do Microsoft Surface.

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Revelado preços e versões do iPad Mini na Europa

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Parece que, mais uma vez, vamos ter todas as informações sobre o iPad Mini antes mesmo dele ser apresentado. Enquanto os veículos de imprensa internacionais esperam pelo convite para o evento da Apple (que deve acontecer no final desse mês de outubro, em San Francisco, Califórnia), o Flo’s Weblog publicou o que parece ser uma captura de tela da base de dados da Media Markt, onde podemos ver os preços e as versões do novo tablet da Apple.

As referências mostram a existência de modelos nas versões de 8, 16, 32 e 64 GB de armazenamento, disponíveis nas cores branco e preto, em versões com WiFi e WiFI + 3G. O modelo sem 3G e com 8 GB é, obviamente, o mais barato de todos, com preço inicial de 249 euros. Por 349 euros, você leva a versão de 16 GB, por 449 euros, a versão 32 GB, e por fim, para a versão de 64 GB, o preço é de 549 euros.

Para as versões WiFi + 3G, os tablets recebem um acréscimo de 100 euros em cada modelo. Ou seja, 349 euros para 8 GB, 449 euros para 16 GB, 549 euros para 32 GB, e 649 euros para 64 GB.

Se não tivermos mais nenhum tipo de surpresa ao longo dessa semana, no dia 23 de outubro, devemos ter a confirmação oficial desses preços e respectivas confirmações. Enquanto isso, fica a pergunta: por quanto será que o iPad Mini será vendido no Brasil?

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Tablets ASUS com Windows RT chegarão ao mercado com valor inicial de US$ 600

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Com a chegada do Windows 8 definida para o mês de outubro, esperamos os primeiros computadores e dispositivos com o novo sistema operacional inundando o mercado, incluindo um primeiro lote de tablets com o sistema Windows RT. Um dos fabricantes que vai apostar na nova versão do sistema da Microsoft desde o primeiro dia é a ASUS. O problema é que o seu preços podem ser nada atraentes.

Um documento da empresa acabou vazando e caindo na internet, mencionando os preços dos três primeiros modelos de tablets da ASUS com Windows 8 e Windows RT. Começamos pelo ASUS Vivo Tab RT (modelo TF600T) com Windows RY, que teria preço sugerido de US$ 599. Mas isso, só o tablet. O seu dock teclado custaria US$ 199. O modelo conta com um processador NVIDIA Tegra 3 e uma tela de 10.1 polegadas.

Também está listado o ASUS Vivo Tab (modelo TF810C), com Windows 8, com preço sugerido de US$ 799 pelo tablet, e os mesmos US$ 199 para a base com teclado. Esse modelo conta com um processador Intel Atom Z2760 e tela de 11.6 polegadas. Por fim, o modelo ASUS Taichi é um dispositivo com tela dupla, sendo um híbrido entre laptop e tablet, com Windows 8 e custa a “bagatela” de US$ 1.299.

Levando em conta que os dois últimos modelos contam com Windows 8, o que mais preocupa é o modelo ASUS Vivo Tab RT, que deveria ter um preço um pouco mais acessível justamente por causa da versão do sistema operacional. Além disso, desde o começo foi dito que os modelos de tablets com Windows RT teriam a missão de disputar mercado com os tablets Android mais populares (Google Nexus Play e Android Kindle Fire) e com o iPad, mas com esse preço tão alto, ele não será ameaça para ninguém.

Além disso, a oferta da ASUS contraria aquilo que a própria Microsoft afirmou desde a apresentação do seu Surface, onde eles indicam que os seus tablets teriam um preço bem acessível, com o objetivo de popularizar a plataforma, algo que não agradou muito os seus parceiros (em software), que naquele momento, estavam se tornando os seus rivais (em hardware). Resumindo: um tablet da ASUS de US$ 600 não é rival para nenhum produto que custe entre US$ 200 e US$ 300.

O jeito é esperar até 26 de outubro, para saber se tudo isso se confirma.

Via ZDNet

Sony @ Tokyo Game Show 2012: PlayStation Portable com preço reduzido, e PlayStation Plus no PS Vita em novembro

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Os atuais proprietários e os futuros proprietários do PlayStation Vita podem ficar felizes, uma vez que a Sony apresentou interessantes novidades para o console portátil na Tokyo Game Show 2012. A primeira delas é que a PlayStation Plus será compatível com o PS Vita a partir do próximo mês de novembro (sem data concreta para a sua chegada).

Tal como acontece com o PS3, os assinantes do serviço poderão jogar com “versões completas de determinados conteúdos para o PS Vita disponíveis na PlayStation Store, sem custo adicional”, assim como obter descontos em determinados títulos na loja. Os usuários também vão receber até 1 GB de armazenamento online para salvar jogos, além de oferecer o recurso de atualização automática de jogos e do software do sistema. A PlayStation Plus permitirá também a sincronização automática de troféus nos servidores da PlayStation Network.

Além disso, a Sony resolveu anunciar uma redução de preço para o PlayStation Portable. A má notícia é que, por enquanto, esse corte é apenas para o Japão. O console passa a custar US$ 190 (já convertidos), e não está claro se esse corte de preços se aplicará ao resto do mundo. Se acontecer, informamos aqui no blog.

Via Sony e Engadget

Microsoft revela os preços do Office 2013 (lá fora), a partir de US$ 100

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A Microsoft ainda não definiu de forma oficial uma data para o lançamento do Office 2013, mas isso não quer dizer que a empresa não possa falar sobre quanto que ele vai custar no bolso dos usuários. Segundo o site ZDNet, as versões via assinatura do Office 2013 vai custar US$ 100 por ano, com acesso ao Office 365 Home Premium, e US$ 150, para o Office 365 Small Business Premium.

Vale lembrar que o Office 365 conta com os aplicativos Word, Excel, Powerpoint, OneNote, Outlook, Publisher e Acess, além de poder ser instalado em até cinco computadores. O Office 365 Small Business Premium possui todos os produtos do pacote Home Premium, acrescido dos aplicativos Lync e InfoPath.

Para os usuários que optarem em adquirir o DVD de instalação do Office 2013, pode optar por uma das três diferentes versões do produto: Office Home & Student (US$ 140), Office Home & Business (US$ 220) e Office Professional (US$ 400). A versão Office Home & Student inclui: Word, Excel, Powerpoint e OneNote; já a Office Home & Business adiciona ao conjunto o Outlook, e a versão Office Professional conta ainda com os aplicativos Publisher e Access.

Para tornar as ofertas online mais atraentes, o Office 365 Home Premium vai oferecer aos seus usuários 60 minutos grátis por mês no Skype e 20 GB de espaço de armazenamento no SkyDrive. a versão Office 365 Small Business Premium contará com 25 GB de espaço no Exchange para e-mail e calendários compartilhados, além de 10 GB de armazenamento do SharePoint. Também estão inclusos nos dois pacotes os recursos de conferência de vídeo em HD de forma gratuita.

No Brasil, os valores dos pacotes Office 2013 não foram oficialmente anunciados, mas assim que isso acontecer, publicaremos aqui no TargetHD.

Via ZDNet