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Eleições brasileiras geram mais de 674 milhões de interações no Facebook

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O Facebook liberou os dados de interação dos seus usuários durante o período das eleições presidenciais desse ano. Desde o início da campanha eleitoral, em 6 de julho, e até o final da noite de ontem (26 de outubro), as eleições brasileiras de 2014 geraram 674,4 milhões de interações no Facebook, se tornando as eleições com maior número de interações na história da rede.

Somente no dia das eleições, foram geradas mais de 49 milhões de interações no Facebook, mais que o dobro em relação ao debate da última sexta-feira, que reuniu 19 milhões de interações e foi o mais interativo destas eleições.

O primeiro turno atingiu 346 milhões de interações, superando inclusive todo o período de eleições da Índia**, que reuniu 227 milhões de interações. O segundo turno das eleições brasileiras chegou a 328,4 milhões de interações. No segundo turno tivemos mais de 23 milhões de interações por dia, mais de 977 mil por hora.

As cores mais fortes refletem os estados com maior intensidade de comentários envolvendo cada um dos candidatos – Dilma Rousseff (em vermelho) e Aécio Neves (em azul).

Dilma (estados com maior volume de comentários e uso de hashtags de apoio)

1) Rio Grande do Norte
2) Ceará
3) Sergipe
4) Pernambuco
5) Piauí

Aécio (estados com maior volume de comentários e uso de hashtags de apoio)

1) Santa Catarina
2) Mato Grosso do Sul
3) Mato Grosso
4) Goiás
5) São Paulo

Dados gerais

Interações: 674,4 milhões

Mais de 5,9 milhões de interações ao dia (6 de julho a 26 de outubro)

Demográfico por volume de interações:

  1. Mulheres,  25-34
  2. Mulheres,  18-24
  3. Homens, 18-24
  4. Homens, 25-34
  5. Mulheres, 35-44

Estados por volume de interações:

  1. São Paulo
  2. Rio de Janeiro
  3. Minas Gerais
  4. Rio Grande do Sul
  5. Parana

Mais dados brasileiros

  • 89 milhões de pessoas usam o Facebook ativamente ao mês
  • 3 de cada 5 eleitores estão no Facebook
  • 68 milhões de pessoas usam o Facebook ativamente em dispositivos móveis no Brasil ao mês
  • 59 milhões de pessoas usam o Facebook diariamente
  • 41 milhões de pessoas usam o Facebook diariamente por dispositivos móvis
  • 8 em cada 10 usuários de internet estão no Facebook (são 89 milhões de usuários ativos no Facebook e 107,7 milhões de usuários de internet no Brasil segundo a E-Marketer)

* Só inclui posts que contenham uma indicação clara de apoio a um candidato, como posts e comentários onde foram identificadas hashtags dos candidatos, mostrando apoio ou oposição e frases como “eu votei em Dilma”.

**A Índia registrou 100 milhões de usuários no Facebook durante suas eleições]

Via assessoria de imprensa

FCC aprova o projeto de neutralidade da Internet dos EUA

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Tom Wheeler

A Comissão Federal das Comunicações dos Estados Unidos (FCC) aprovou hoje (15) a sua impopular proposta para estabelecer novas regras da neutralidade da Internet do país, tal e como era conhecido até agora. Tom Wheeler, presidente da FCC (foto acima) conseguiu que fosse aprovado o texto que, na sua essência, permite a priorização do tráfego online em função do que cada empresa paga para oferecer seus produtos e serviços.

A partir de agora, começa um prazo onde o texto será submetido ao debate público antes de sua aprovação definitiva, algo que deve acontecer até o final do ano. É importante deixar bem claro que, pelo menos por enquanto, o texto segue sendo uma proposta, e a normativa ainda não está 100% aprovada. Porém, a votação de hoje permite que o texto siga adiante, e esta é uma má notícia, já que o plano está cada vez mais próximo de se tornar realidade.

O plano de neutralidade da rede da FCC foi alvo de duras críticas por parte de quase todos os setores da Internet. Por um lado, a proposta pretende estabelecer as bases de uma internet aberta e neutra. Por outro lado, há pontos muito ambíguos. O principal deles e a possibilidade de grandes empresas pagarem para priorizar o seu tráfego. Durante sua explanação de hoje, Wheeler esclareceu que as novas regras não autorizam tal prática. Ok. O problema é que o texto também não proíbe que isso aconteça.

O que acontecer com as novas regulações de Internet nos Estados Unidos é muito mais importante para todos do que aparentemente parece. As decisões nos Estados Unidos podem servir de precedentes para que outros países tentam regular o controle da neutralidade da rede, como estão a ponto de fazer os Estados Unidos. Teremos que esperar e observar o debate público dessa questão, mas do jeito que as coisas estão, a Internet libre e aberta como conhecemos está mais perto de desaparecer nos Estados Unidos.

Via SlashGear

Kim Dotcom vai deixar o Mega, para se centrar na música e na política

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Depois do lançamento do Mega no começo de 2013, Kim Dotcom decidiu deixar o seu posto de diretor da empresa para se centrar em outros projetos que passavam pela sua cabeça. A notícia surpreende, já que o Mega prometeu apresentar novas funções que complementariam o novo serviço de armazenamento na nuvem, mas seja por uma suposta queda de usuários do serviço (algo que, honestamente, não acreditamos que esteja acontecendo) ou porque Kim tem suas motivações pessoais muito fortes, o certo é que o fundador do Mega está abandonando o corpo diretivo da empresa.

Porém, Dotcom não vai se desvincular do mundo da internet por completo. O seu próximo projeto passa pelo antigo Megabox, uma empresa que pretende apresentar uma nova plataforma de música, cujo nome será revelado mais adiante. Dotcom esclarece que o serviço não terá nada a ver com o atual Mega.

Mas o mais surpreendente é que Kim também tem aspirações políticas, já que o magnata garantiu ao site TorrentFreak que preparou um programa eleitoral, como objetivo de participar das próximas eleições na Nova Zelândia em 2014. E desse modo, temos mais um filme biográfico de uma grande personalidade do mundo da tecnologia em produção no futuro.

E você? Votaria em Kim Dotcom?

Via TorrentFreak

Facebook encerra votação sobre as mudanças de suas políticas. E vai aprovar tudo, mesmo com 88% de respostas contrárias

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Quem votou, votou. Quem não votou, não pode sequer reclamar do resultado. No mês passado, o Facebook anunciou que vai mudar a forma que decide as suas novas políticas, e que não mais usará o processo de votação adotado até o momento. Pela última vez, os membros da rede social de Mark Zuckerberg puderam opinar a respeito de suas políticas, e 88% das pessoas expressaram o seu descontentamento com as mudanças. Porém, nada disso importa, pois o Facebook vai mudar tudo assim mesmo.

O motivo é simples: os resultados só valeram para que o Facebook tivesse uma amostra da quantidade de pessoas que vai desagradar quando as políticas forem alteradas em definitivo, mas não uma manifestação concreta de descontentamento de um volume considerável de usuários da rede.

Explico: para o Facebook, um número considerado significativo de respostas seria algo em torno de 30% de seu número total de usuários cadastrados (ou aproximadamente 300 milhões de respostas na pesquisa). Porém, apenas 667 mil usuários da rede responderam a pesquisa, representando apenas 0.00668% de manifestações entre os usuários registrados. Logo, o Facebook se dá o direito de mudar tudo a seu critério, ignorando o termo “amostragem” na pesquisa.

Tão logo a nova política tenha efeito no Facebook, os usuários só poderão se manifestar contra alguma coisa através de um sistema de perguntas previamente determinadas para a Chefe de Privacidade do serviço, Erin Egan. Infelizmente, duvido que Egan tenha tempo suficiente para ler todas as mensagens que vai receber (e até duvido que seja ela mesma que faça isso; com certeza teremos uma equipe responsável pelas respostas, chefiada por ela).

Entre outras coisas, a nova política do Facebook inclui uma cláusula que permitirá compartilhar os dados dos usuários entre empresas afiliadas, como o Instagram. Isso quer dizer que os internautas que possuem contas nos dois serviços poderão ver conteúdos de publicidade dirigida e similar nos dois sites (por enquanto, o Instagram não mostra publicidade em seu conteúdo, mas mesmo assim…).

Tudo nessa vida tem os dois lados da moeda, e essa situação em particular não é diferente. Com essa decisão, o Facebook tem a liberdade de dizer “nós perguntamos, vocês não se manifestaram de forma maciça, então não reclamem porque mudamos as regras do jogo”. Além disso, o fator “amostragem” que já citei um pouco antes nesse post é ignorado por completo, e para o Facebook, mesmo tendo uma amostra que pode contrariar quase 9 entre 10 de seus usuários atuais com a medida, as mudanças se fazem práticas, porque o questionamento não atingiu uma massa significativa de pessoas.

Por outro lado, a culpa é do próprio internauta, que na grande maioria dos casos, é desinteressado nessas regras que ficam nas entrelinhas, ou são preguiçosos demais para responder uma pesquisa de opinião e satisfação (e depois ficam reclamando quando os serviços promovem as mudanças, de acordo com o índice de respostas dadas por aqueles poucos que se interessaram em responder a pesquisa). Posso dizer isso com propriedade, pois fizemos uma pesquisa de opinião no mês de novembro, e apesar do TargetHD contar com um ótimo índice de visitas diárias, o número de respostas foi bem abaixo do esperado.

De qualquer forma, o tema de privacidade e negócios das redes sociais sempre foi algo controverso. Já vi muita gente publicando em sua timeline do Facebook notificações inúteis, advertindo a rede social sobre o uso indevido de sua informação privada. Na verdade, quem aceita os termos de utilização do Facebook aceita, por tabela, quando a rede social muda as regras de privacidade e utilização de dados para publicidade. Os próprios termos do Facebook informam que essa é uma decisão unilateral. Todo mundo tinha a opção de votar se queria que isso mudasse ou não.

Bom, agora não tem mais. E se você não concorda com isso, a opção que você tem é sair do Facebook. Simples assim.

Via TechCrunch

Votação do Marco Civil da Internet brasileira é adiada pela Câmara dos Deputados

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É um assunto que tomou uma importância ainda maior nas últimas semanas, e que parece que só agora se deram conta que está sendo discutido por pessoas que não possuem muita intimidade com isso para formular alguns pontos dessa lei. De qualquer forma, a Câmara dos Deputados decidiu adiar para a próxima semana a votação do Marco Civil da Internet, marcada para ontem (13).

O adiamento foi adiado a pedido do líder do governo na Câmara, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), que entrou em acordo com as lideranças de outros partidos para adiar a votação do texto, que ainda apresenta pontos controversos. Um dos pontos de maior discordância entre os políticos votantes (e que deve ser de interesse geral dos internautas brasileiros) é a neutralidade na rede. Basicamente, ela vai determinar se o usuário vai ter a liberdade de escolha sobre o conteúdo a ser consumido, e em qual velocidade esse conteúdo será baixado por você, ou se os provedores vão determinar quais são as prioridades de conteúdo serão baixados com maior ou menor velocidade.

Outro ponto polêmico do texto do Marco Civil da Internet está nos direitos autorais dos conteúdos publicados na rede. Pelo texto do relator do projeto na Câmara, o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), os provedores de serviços na Internet só serão responsabilizados de forma civil apenas se não retirarem o conteúdo em questão após receberem uma ordem judicial. A exceção está nos conteúdos protegidos por direitos autorais, que dispensaria a burocracia da Justiça, e uma simples notificação do eventual titular pode obrigar o provedor de serviço a remover o conteúdo. E, se o texto for aprovado desse jeito, teremos uma avalanche de notificações extrajudiciais, institucionalizando a prática da censura prévia em muitos casos, algo que é inconstitucional. Além de invalidar a regra geral de retirada apenas após a realização de um processo legal.

Chinaglia pediu o adiamento da votação para negociar um acordo que possibilite a aprovação das propostas. Como a semana que vem é mais curta (por causa do feriado de 20 de novembro – Dia da Consciência Negra – que apesar de ser um feriado facultativo – onde cada cidade decide se é feriado ou não -, em Brasília, como não podia deixar de ser, é feriado), não será surpresa se essa votação do Marco Civil da Internet acontecer mesmo para a última semana do mês de novembro.

É de bom tom você, amigo leitor, acompanhar de perto como essa questão vai ser decidida, incluindo ler as notícias sobre as modificações que esse texto ainda pode sofrer. Vale lembrar que depois da aprovação na Câmara dos Deputados, o Marco Civil da Internet deve passar pelo Senado Federal (ou seja, pessoas que entendem ainda menos de Internet do que os nobres deputados), e se não sofrer alterações, vai para a sanção presidencial da presidente Dilma Rousseff. Ou seja, é um longo caminho, em um processo chato e demorado, mas que está diretamente ligado à liberdade do que você vai consumir na web e como.

Para entender mais sobre o assunto, clique nos links abaixo:

texto do Marco Civil na Internet
as modificações feitas no texto
a questão das notificações extrajudiciais em conteúdos com direitos autorais
Alessandro Molon fala sobre a notificação que trata da neutralidade no acesso

TargetHD Podcast | 027 | Por Que Eu Quero José Sarney Fora do Senado

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Nesta edição, tomamos uma iniciativa de protesto contra tudo o que está acontecendo no nosso Senado Federal, e das palhaçadas que alguns estão fazendo em ferramentas importantes na internet. Aqui, eu mostro minha clara insatisfação do caso dos “Atos Secretos”, explico o que são estes tais atos, e mostro, de forma definitiva, por que o câncer chamado José Sarney deve sair o mais depressa possível do Senado Federal. Além de dar minha opinião sobre o “cala a boca” que Ashton Kutcher deu em boa parte dos twitters brasileiros.

Links deste episódio:

– Entenda o escândalo recente no Senado Federal
– Movimento Fora Sarney chega ao Twitter
– Portal da Transparência
– O show de horror das (sub) celebridades no Twitter

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[16/02] Microsoft com apoio de Ned Flanders e Obama no estilo Hang Loose!

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Microsoft começa a apelar aos céus para que suas iniciativas de mercado dêem certo.

E quer apoio melhor do que o de Ned Flanders, de Os Simpsons? Tudo bem, às vezes eu penso que seria o nerd-mor apoiando a empresa de Bill Gates (sim, porque Flanders é um nerd religioso… aliás, como tem nerd em Os Simpsons), mas é um reforço diretamente ligado ao Divino. Aí, todos nós teremos que dizer “só Deus salva… a Microsoft”. E, cá pra nós: são de pessoas devotadas e engajadas que a empresa precisa para defendê-la. E realmente eu sinto falta da presença dos “Windows Xiitas” no nosso meio. Neste ponto, os Mac Xiitas estão muito a frente, fazendo um certo barulho (geralmente um barulho insuportável).

E o Obama? A piada não morre mais? Não que o presidente seja uma piada, pelo contrário: já está trabalhando e, como boa parte dos presidentes ao redor do mundo, não agrada a algumas pessoas com suas medidas. Mas, de qualquer forma, cada vez mais a síndrome do “vamos tirar proveito da imagem do novo presidente continua”. Chocolates, camisinhas, fonte de computador com a caligrafia dele, videogames… tem de tudo. Agora, começam a se pegar em aspectos frívolos, como um singelo Hang Loose que ele fez em algum lugar… tá, ok, Barack Obama é descolado. Ponto. Agora, podemos voltar à nossa vida normal?

E TENHO DITO!!!