Arquivo para a tag: pirataria

Microsoft segue rastreando cópias piratas do Windows 7 e Windows 8

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16 A medida visa identificar cerca de 1000 ativações realizadas com licenças roubadas dentro de sua cadeia de fornecedores.

A Microsoft já interpôs a correspondente demanda diante de um tribunal de Seattle (EUA), indicando que rastreou o IP dos equipamentos piratas, e pede autorização judicial para identificar as pessoas que estão com as licenças, requisito imprescindível para garantir a validade da prova. A partir do endereço do IP indicado no processo, foram produzidas mais de 1000 ativações de cópias piratas das duas versões citadas, além de versões do Windows Vista e dos pacotes Office 2010 e Office 2013 serem afetados.

Isso foi possível pelo trabalho dos seus especialistas e pela tecnologia ciberforense. Os dois elementos permitem a identificação com total precisão dos padrões e características de ativação dos seus produtos e o endereço de IP associado a tais ativações, o que reduz drasticamente a margem de erro.

Fica claro aqui que a Microsoft não está disposta a seguir tolerando a pirataria de seus produtos, pelo menos em um determinado nível. Isso não quer dizer que eles vão rastrear todos os usuários que contam com uma cópia pirata do Windows e tomar medidas contra eles, principalmente porque, nesse caso, a conta sairia bem cara.

Porém, a medida pode servir de aviso para todos aqueles que fazem negócios instalando e ativando cópias ilegítimas do Windows por dinheiro. Quando um certo número de ativações é alcançado, o movimento pode chamar a atenção dos especialistas da Microsoft, e isso pode resultar em um belo processo.

Via Deccan Chronicle

Getty Images acusa Google de fomentar a pirataria

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A Getty Images, agência que trabalha com mais de 200 mil fotógrafos e que serve como repositório de fotos e vídeos pagos, acusa a Google de fomentar a pirataria.

É estimado que a Getty Images conta hoje com, pelo menos, 80 milhões de imagens, e a empresa acusa a Google de exibir em seus resultados de busca as imagens de terceiros em alta resolução, o que viola os direitos do autor da imagem, prejudicando de forma séria o seu modelo de negócio. Yoko Miyashita, membro do conselho geral da agência fotográfica, quando um usuário vê que pode obter essas imagens de graça com uma busca no Google, sem precisar pagar por uma assinatura, não pensa duas vezes em fazer o download da foto, utilizando a mesma de forma ilegal.

Miyashita também comentou que a Getty Images tentou entrar em um acordo com a Google nos últimos três anos, mas como eles não foram capazes de chegar a um acordo, decidiram processar a gigante de Mountain View.

Por enquanto, o processo foi aberto apenas no continente europeu, e não afeta o acesso aos usuários a qualquer tipo de conteúdo hoje disponível no Google Search. Por outro lado, é mais um processo contra a gigante de Mountain View no continente europeu, e tudo indica que essa ação vai se arrastar ao longo de vários meses.

Via TIME

Flagraram o Kanye West procurando por software pirata na internet

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A típica situação onde não sabemos se uma celebridade faz isso para chamar a atenção, ou porque é tão mortal quanto eu e você. O polêmico cantor Kanye West é notório no Twitter por fazer declarações fora de contexto a postagens um tanto quanto absurdas. E a última confusão que ele se envolveu está relacionado com a pirataria.

O seu último álbum, ‘The Life of Pablo’, está disponível exclusivamente no Tidal (mais ou menos), e o músico esta obcecado com a distribuição do mesmo, denunciando e eliminando qualquer tipo de distribuição ilegal do álbum, através dos clássicos meios de download. A grande surpresa é que West publicou em sua conta no Twitter a foto acima, que escondia um pequeno segredo.

tweet-kanyeO músico Deadmau5 (que aparece na foto do topo desse post, com o capacete estilizado) alerta que, se olharmos para as abas do navegador que aparece na imagem publicada por West, é possível ver como na primeira das abas aparecia a página web do software musical Xfer Serum, um programa que custa US$ 190, valor este que Kanye West se recusou a pagar.

Por que?

Porque tal como mostra a próxima aba, o artista decidiu buscar o citado software no famoso The Pirate Bay, com o mesmo objetivo que alguns dos seus fãs procurou por ‘The Life of Pablo’ no mesmo site.

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Ah, não conseguiu ver? A gente amplia para você! :)

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Como você já pode imaginar, a imagem está rodando a internet rapidamente, e o próprio Deadmau5 decidiu fazer bullying com Kanye West, convidando as pessoas a criarem uma campanha no Kickstarter para arrecadar os US$ 190 e presentear o ‘pobre’ cantor.

Bullying arte. Maravilhoso.

Via @KanyeWest

Não será possível piratear discos Blu-ray 4K (pelo menos temporariamente)

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Apesar do formato físico dar sinais de declínio com o emergente consumo dos formatos digitais e/ou via streaming, O Blu-ray 4K é uma das grandes apostas da indústria do entretenimento, e virá respaldado por medidas de proteção mais intensas, com o objetivo de reduzir o problema da pirataria.

Nesse sentido, o AACS 2.0 é a peça central de tudo isso. Esta medida de proteção chegará em duas variantes: uma, que vai recuperar as chaves de decodificação de conteúdos do próprio disco, e outra que o fará conectando à Internet. Os reprodutores Blu-ray 4K também contarão com suporte AACS 1.X para discos.

A media pode ser efetiva, mas possui problemas que afetam a grande maioria dos usuários, além da própria adoção do formato em si. Não só o usuário não poderia ver os seus filmes offline, como também podem ter seus filmes bloqueados caso o serviço de fornecimento de chaves de decodificação via internet parar de funcionar ou simplesmente desaparecer.

Via TorrentFreak

Como seria a cota de mercado do Linux sem a pirataria do Windows?

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A cota de mercado do Linux nos computadores não alcança os 2%, enquanto que o Windows supera os 90%. O Linux arrasa nos setores como o da supercomputação, superando 80% de cota na telefonia móvel, com uma grande presença em servidores e sistemas integrados. Porém, é um fracasso nos computadores pessoais.

Os motivos disso acontecer foram publicados em um estudo da Universidade de Oslo de nome “Pirataria de software e adoção do Linux”. A análise utiliza dados oficiais da BSA (Business Software Alliance) recolhidos desde 2012 em 104 países. Dependendo do país e do nível de desenvolvimento, a taxa de pirataria de software varia entre 40% e 90%.

A principal conclusão do estudo: se tirarmos a pirataria dessa equação, a cota de mercado do Linux nos desktops seria entre 20% e 40%. O Windows é um dos softwares mais pirateados do planeta, com um hack simples e disponível com certa facilidade desde o seu lançamento. Há anos que a Microsoft vem permitindo uma “pirataria controlada” no consumo pessoal, sendo esta uma estratégia pragmática: é preferível que um usuário use um Windows pirata do que outro sistema operacional alternativo.

Os dados matemáticos levando em conta a pirataria de software podem oferecer as conclusões do estudo de Oslo, mas a realidade é muito mais complexa. O domínio do Windows é algo incontestável, onde poucas máquinas OEM são vendidas sem o sistema pré-instalado, com um suporte de terceiros muito completo e a quantidade de aplicativos e jogos elevadíssima.

Sem falar que, pelo menos até julho de 2016, o Windows 10 é de graça.

Em resumo: a pirataria do Windows, ainda que ela exista, não explica por que um usuário não utiliza o Linux quando o mesmo está disponível de graça.

Para saber mais sobre o estudo, clique aqui.

O Oscar e a pirataria: o Chromecast é a solução?

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Estamos em pleno ano de 2016, e os membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood seguem recebendo DVDs dos indicados ao Oscar. Isso é um problema, e não por conta do DVD, mas sim do perigo de vazamento que é ter um material tão sensível em um formato físico tão vulnerável.

O perigo fica refletido nos principais sites de downloads, onde todos os 8 indicados a Melhor Filme estão alojados. Pois bem… como evitar isso?

Uma solução foi aquela adotada pela Academia de Ciências e Artes Televisivas adotou no ano passado para o emmy Awards. Os membros votantes teriam que acessar um portal na web ou um aplicativo móvel, onde as séries estavam alojadas, e a partir daí faziam o streaming para a sua TV ou projetor, com a ajuda de um Chromecast. Além de ser algo mais cômodo para os votantes, implementa um certo nível de segurança, apesar de não evitar que alguns episódios vazassem, já que a pirataria ainda é um problema sem solução.

No caso dos Academy Awards, a ideia de migrar para uma solução baseada no streaming sempre foi discutida. Além de demonstrar o problema de privacidade ou falha no sistema, os cineastas estão preocupados com o ofato dos inspetores preferirem ver os filmes a partir de um smartphone ou tablet do que em uma televisão. Dessa forma, detalhes do filme podem não ser apreciados.

Logo, pelo menos por enquanto, o tema ainda é um mar de dúvidas, mas para a Academia, não resta outra alternativa a não ser tomar uma decisão em breve para frear a pirataria, que até agora não parou de crescer.

Via Variety

3DM garante que em dois anos não existirão mais jogos piratas

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Bird Sister é o fundador do 3DM, popular grupo chinês de cracking, especializado em videogames. Recentemente, ele reconheceu no TorrentFreak que, se as melhorias de segurança e proteção continuarem no ritmo atual, em dois anos será impossível piratear os jogos. O motivo disso seria principalmente a Denuvo, nova tecnologia de proteção de dados, implementada em jogos como FIFA 16 ou Just Cause 3.

Palavras de Bird Sister:

“Trabalhando no crack de Just Cause 3, nos demos conta que a última fase era extremamente complicada, e Jun (um dos responsáveis do projeto) quase se deu por vencido: na última quarta-feira o animei a continuar. Sigo acreditando que esse jogo pode ser pirateado, mas se as tendências atuais no desenvolvimento de tecnologia de encriptação continuarem, temo que em dois anos não haverá nenhum jogo grátis no mundo”.

Para você ter uma ideia da complexidade da Denuvo, o seu funcionamento é um completo segredo. Alguns garantem que está baseada no tempo real de execução, teoria desmentida pelos seus responsáveis. Já outras fontes afirmam que seu comportamento varia em função do hardware detectado, complicando o desenvolvimento de soluções universais.

O custo dessa proteção (não revelado) é elevado, e esse é o motivo de poucos jogos a utilizarem. Mas… qual companhia não pagaria para garantir que todos os usuários paguem pelo seu produto?

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A pirataria faz parte do mundo da informática desde o seu início, bem antes da Internet existir. Para muitos, não há problemas em baixar jogos e outros produtos que alguém já pagou e decidiu compartilhar com o mundo. Já as empresas se queixam de perdas de milhões de dólares com essa prática.

No meio do caminho, modelos de negócio como Steam e GOG mostram que é possível reduzir de forma notável a pirataria, ajustando preços e oferecendo valor agregado.

Será que é mesmo o fim da era da pirataria? E que consequências a Denuvo pode resultar ao mercado? É tolerável (e até benéfica) certa margem de pirataria?

Via TorrentFreak

A pirataria está mesmo chegando ao fim?

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A pirataria de jogos de videogames, software, filmes, músicas e outros conteúdos foi uma das maiores dores de cabeça para a indústria do entretenimento nas últimas décadas, e como sabemos, motivou o surgimento de uma grande quantidade de sistemas de proteção.

Diversas medidas foram adotadas, desde códigos e chaves de acesso, na sua maioria impressas no próprio manual do jogo e muito fáceis de serem superadas, até ferramentas mais sofisticadas e complexas, como o DRM, que se tornou muito popular. Apesar de não ser bem visto entre os usuários, o DRM se revelou muito eficaz na luta contra a pirataria.

Um claro exemplo disso foi o lançamento do jogo Dragon Age: Inquisition. O jogo vinha com um sistema de DRM que foi capaz de manter o jogo longe da pirataria durante quase um mês, para só depois chegar nas mãos daqueles que não podiam (ou não queriam) pagar pelo jogo.

Fato é que o DRM está evoluindo ao ponto que está ficando cada vez mais complicado quebrá-lo, podendo resultar no desaparecimento dos jogos piratas, segundo informa a Bird Sister, fundadora do 3DM, um dos fóruns especializados na violação do DRM, e um dos mais importantes da China. A dificuldade é adicionada à clara perda de interesse do usuário, que não quer ter que esperar semanas ou meses para jogar um game até que o seu DRM seja superado.

Será que veremos o fim da pirataria em alguns anos?

Talvez não completamente, mas é possível que a mesma seja reduzida em grande parte, e não apenas pelo tema do DRM, mas também pelas ofertas e bons preços que plataformas como o Steam e o G2A oferecem.

Via DvHardware

A lista dos 10 filmes mais pirateados de 2015

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Saiu a lista dos 10 filmes mais pirateados de 2015. A lista é baseada no rastreamento dos downloads via BitTorrent entre os dias 1 de janeiro e 25 de dezembro.

O grande destaque da lista não é o resultado final, que ilustra os filmes mais populares de 2015, mas sim o grande aumento dos downloads. Em 2014, “O Lobo de Wall Street” foi o filme mais baixado, com 30 milhões de downloads. Já em 2015, a liderança ficou com “Interstellar”, com 46.7 milhões, 56% a mais em relação ao líder do ano passado.

Mais: toda a lista de 2015 registrou mais downloads do que o líder de 2014:

1. Interstellar (46.7 milhões)
2. Velozes e Furiosos 7 (44.7 milhões)
3. Os Vingadores 2: A Era de Ultron (41.5 milhões)
4. Jurassic Park 4 (36.8 milhões)
5. Mad Max: Estrada da Furia (36.4 milhões)
6. O Francoatirador (33.9 milhões)
7. 50 Tons de Cinza (32.1 milhões)
8. O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (31.5 milhões)
9. Terminator: Genesis (31.1 mihões)
10. Serviço Secreto (30.9 milhões)

 

O que fazer com o aumento de downloads?

O estudo não detalha os downloads por regiões, mas o aumento geral dos números é evidente. A troca de arquivos não deve desacelerar tão cedo, através de redes de intercâmbio de arquivos, downloads diretos e outros meios.

Convém para a indústria cinematográfica adotar outras medidas diante da pirataria, que não passem por mais leis punitivas que não serviram para nada nas últimas duas décadas. A chegada dos serviços de vídeo por streaming para um maior número de países é um bom começo. Sobre os filmes, o ideal era considerar o lançamento de um download digital ou em streaming ao mesmo tempo que o lançamento nos cinemas.

Via SpinOff.com.br

Microsoft teria feito publicidade em sites piratas

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Uma lista elaborada pelo governo russo sugere que a Microsoft financiou sites piratas mediante anúncios publicitários de seus produtos nesse tipo de páginas. Algo que a gigante de Redmond não teria feito sozinha: outras 99 marcas comerciais também teriam contratado publicidade em sites de conteúdos piratas.

No relatório aparecem nomes como Ford, Volvo e Toyota, e o documento tem como objetivo identificar de onde vem os fundos que obtinham os sites de conteúdos ilegais, mediante uma investigação que apontava diretamente para as marcas e empresas.

Uma vez que a Microsoft é uma das companhias mais afetadas mundialmente pela pirataria, não deixa de ser surpreendente ver o seu nome nessa lista. O ministro russo responsável pela investigação estuda incluir todas as marcas em uma espécie de “grupo da vergonha”, como uma forma de intimidar as mesmas, com o objetivo de fazer com que elas parem de anunciar nessas páginas.

A Rússia deixa claro que vai levar muito a sério essa nova caça às bruxas, algo que não é exclusivo desse país. O Reino Unido faz algo semelhante.

A Microsoft ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Via TorrentFreak

Microsoft está rastreando cópias piratas do Office

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A Microsoft está realizando buscas por cópias piratas do Office. Essa medida se une à outras adotadas recentemente pela empresa, que já rastreava cópias piratas do Windows, mas assim como feito com o sistema operacional, o alvo não é o usuário doméstico, mas sim as empresas que pirateiam, e aquelas que cobram para instalar e ativar os produtos de forma ilegal.

Ou seja, se você é um estudante que tem uma cópia pirata do Office ou do Windows no seu computador, a Microsoft não vai tomar medidas punitivas ou denunciar o seu uso. Já a empresa Global Electronics Recycling, do estado do Arizona (EUA) teve um fim bem diferente, uma vez que os seus funcionários teriam subtraído aproximadamente 70 mil licenças do Office 2010, que foram vendidas posteriormente para o mercado negro, obtendo assim um lucro de milhões de dólares.

Os donos da empresa, Danny e Gary Kirkpatrick, foram acusados em um processo apresentado pela Microsoft como responsáveis de violar o dever de proteção e cuidado das licenças facilitadas pela empresa, quebrando assim o contrato vigente. Aqui está claro que a tolerância da gigante de Redmond com a pirataria dos seus softwares é zero, quando se trata de grandes quantidades de licenças, e quando as mesmas estão envolvidas em entidades ou empresas.

O recado aqui é bem claro para quem usa essa solução, e não está descartada que estas medidas acabem chegando a outros países a médio ou longo prazo.

Via Softpedia

RIAA quer se aliar ao BitTorrent na luta contra a pirataria

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A RIAA, órgão que cuida dos direitos da indústria musical nos Estados Unidos, pediu ajuda para ninguém menos que a BitTorrent para frear a pirataria dos conteúdos protegidos por copyright.

Em carta assinada pelo vice-presidente da RIAA, Brad Buckles, dirigida ao CEO da BitTorrent, Eric Klinker, ele acusa diretamente a companhia do famoso protocolo P2P µTorrent de ser ‘a fonte do software que se utiliza majoritariamente para violar o copyright’.

Buckles indica que o software de BitTorrent ‘facilitou em aproximadamente 75% das mais de 1.6 milhões de violações de copyright através do torrent das obras dos membros da RIAA nos Estados Unidos em relação ao ano de 2014’. A carta inclui uma lista de arquivos de verificação, que contam com trabalhos dos membros da RIAA, procedentes de artistas como Michael Jackson e Red Hot Chili Peppers.

Apesar das acusações, a RIAA tenta ser conciliadora, dizendo que ‘está disposta a estabelecer um processo para compartilhar arquivos de verificação com a BitTorrent, Inc., sobre uma base para que a BitTorrent possa utilizar a informação para impedir novas violações de copyright desses arquivos através de seus produtos e serviços’.

Será que a RIAA consegue um acordo com a BitTorrent? Acho difícil.

Via The Next Web

Atacar os que baixam conteúdos não resolve nada, diz o Google

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Os defensores dos direitos autorais seguem buscando formas de barrar a pirataria, e agora adotaram a surpreendente estratégia de acionar diretamente aqueles que baixam conteúdos protegidos. Essa medida é uma clara tentativa de intimidação, tentando fazer com que os usuários tenham medo de realizar o download de conteúdos pirateados.

Apesar da ideia não ser 100% absurda, o Google se pronunciou sobre o assunto, garantindo que esta não é a melhor forma de lutar de forma efetiva contra a pirataria, uma resposta que deixa claro o seu descontentamento com a atitude dos grandes grupos de mídia.

Hoje, o Google adota uma clara política de transparência no seu serviço de fibra, que está disponível apenas nos Estados Unidos, o que obriga à eles a reenviarem os processos e multas de entidades proprietárias de conteúdos protegidos estão impondo a alguns assinantes do Google Fiber.

Tais multas vão desde US$ 20 até US$ 300. Muitos ISPs dos EUA não reenviam essas multas, já que normalmente o impacto das mesmas não possuem grandes consequências, mas o Google começou a fazer isso ‘a contragosto’, e garantindo que realmente essa medida não resolve em nada para combater a pirataria.

Via TorrentFreak

Microsoft rastreia IPs de usuários com softwares piratas, e tomará medidas legais

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Um dos principais objetivos da Microsoft com o Windows 10 e acabar (ou pelo menos reduzir ao máximo) com o problema da pirataria, chegando ao ponto de converter as ativações ilegais dos seus produtos em uma forma de ganhar dinheiro. Há mais de duas décadas que a gigante de Redmond faz frente ao problema, e agora eles miram aqueles que piratearam o Windows 7, com um contra-ataque pesado.

Segundo o site TorrentFreak, a Microsoft está monitorizando os IPs para identificar os dispositivos com cópias piratas do Windows 7. Os usuários normais não precisam se preocupar com isso. Já os IPs que identificarem uma ativação ilegal do sistema poderão sofrer sanções da empresa criadora do Windows.

No processo, a Microsoft reclama os lucros perdidos como consequência dos atos de pirataria dos acusados, além de uma indenização pelo o triplo dos danos causados, além do pagamento dos custos judiciais. Vamos dar tempo ao tempo para observar como essa questão se desenvolve. A Microsoft quer que o Windows 10 esteja presente no maior número de computadores disponíveis, mas também quer cobrar daqueles que durante anos aproveitaram da ‘benevolência’ deles, e registraram de forma irregular o Windows 7.

É mais ou menos um ‘aqui se faz, aqui se paga’ que Satya Nadella quer promover.

Via TorrentFreak

Polícia sueca derruba os servidores do The Pirate Bay

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O barco pirata mais famoso da internet sofreu um dos seus ataques mais fortes de sua história. Nesse momento, o The Pirate Bay navega por mares desconhecidos, que podem levar para as profundezas da internet, por conta de uma investida da polícia sueca que reduziu e confiscou em Estocolmo os servidores, computadores e equipamentos que davam vida ao tracker mais importante da internet.

O resultado? Um site fora do ar há mais de 24 horas, e muita gente já pensando no pior.

A polícia sueca confirma a desativação de um dos servidores que atentavam conta a propriedade intelectual, apesar da situação de momento ainda parecer confusa. Enquanto o domínio principal segue fora do ar (thepiratebay.se), os primeiros rumores de um novo domínio em funcionamento já surgem (thepiratebay.cr, da Costa Rica).

Segundo o TorrentFreak, esse domínio é apenas um proxy/mirror que mantém uma cópia do que estava armazenado no domínio principal a alguns dias. Existem muitos clones desse tipo, de modo que não podemos confirmar se o The Pirate Bay segue funcionando ou não.

E a pergunta que fica é: seria este o fim do The Pirate Bay?

Via TorrentFreak (1), (2)

Google recebe 1 milhão de petições por dia para remover links piratas

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Além dos milhões de resultados obtidos em uma busca do Google, existem muitos outros que foram apagados por infringir direitos de copyright. Essa é uma das duras tarefas da Google: apagar do mapa resultados que levam aos links piratas. Mas… de que quantidade estamos falando?

Um relatório publicado pela própria Google mostra que eles recebem aproximadamente 1 milhão de avisos por dia, vindos da DMCA. Na semana passada – por exemplo -, eles tiveram que eliminar 8 milhões de resultados, um número que, de acordo com o Torrent Freak, aumentou nos últimos meses, já que não faz muito tempo que as petições chegavam a registrar apenas algumas centenas de milhares de reclamações ao longo de um ano.

Aqui, fica claro que a internet evoluiu, e que a batalha contra a pirataria é um claro exemplo disso.

Via Google, Torrent Freak

Furto de sinal de TV por assinatura chega a 4,2 milhões de lares no Brasil

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A prática de furto de sinal de TV por assinatura já alcança cerca de 4,2 milhões de lares brasileiros. Essa grupo representa 18% do total de domicílios com acesso a canais fechados, baseado nos 18.5 milhões de assinantes (relatório da Anatel publicado em maio de 2014). Uma pesquisa divulgada ontem (06) na ABTA 2014 que acontece em São Paulo informa que 22.7 milhões de pontos estão conectados a programas da TV paga, o que pode tornar o alcance da pirataria ainda maior.

O estudo foi realizado pela realizado pela H2R Pesquisas Avançadas, a pedido da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA). Foram entrevistadas 1750 pessoas em 16 cidades brasileiras, de seis estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

De acordo com o levantamento, 58% dos usuários que praticam o furto de sinal estão em cidades do interior e os demais 42% nas regiões metropolitanas. As entrevistas apontaram também que o uso irregular ocorre em todas as classes sociais. A pesquisa levou em consideração não apenas aqueles que admitem praticar o furto de sinal, mas também os que não assumem a clandestinidade, mas sinalizaram em suas respostas que assistem a programas da TV paga sem assinar pacotes das operadoras. O estudo apontou ainda que, para 38% dos que estão conectados irregularmente, possuir uma TV clandestina não parece ser uma contravenção.

Segundo Oscar Simões, presidente da ABTA, os impactos quantitativos do furto de sinal são a perda de receita das empresas do setor, a redução do recolhimento de tributos e, consequentemente, menor geração de empregos formais.

Recentemente, ações conjuntas da Polícia Civil e do Ministério Público têm apreendido centenas de receptores clandestinos em pontos de vendas de produtos eletrônicos de diversos estados, como a região da Santa Ifigênia, em São Paulo. As apreensões são feitas com base na lei que proíbe atividades clandestinas de telecomunicações, mas um novo projeto de lei está em tramitação no Congresso Nacional, classificando como crime especificamente o furto de sinal de TV paga.

Via assessoria de imprensa (ABTA)

Prince processa 22 internautas em US$ 22 milhões (ATUALIZADO: Prince desistiu)

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O cantor Prince (que um dia foi conhecido por um símbolo) odeia mesmo a Internet e quem a utiliza. Ele está processando 22 usuários do Facebook e proprietários de outros sites em US$ 1 milhão cada. Detalhe: todos eles administram fanpages e sites com conteúdo do próprio Prince.

No processo, o cantor acusa os internautas de criar páginas de tributo e fanpages com conteúdos que infringem “de forma massiva” o seu material promocional, além de incentivar a pirataria. No processo, Prince alega que cada um deles “é responsável para que milhares aprendam a separar atitudes que culminem na infração de direitos de imagem e pirataria”.

Prince também alega que a criação de tais páginas “se configura em uma rede interconectada de pirataria e distribuição não autorizada de composições musicais e performances ao vivo” do seu material.

Além dos US$ 22 milhões, Prince quer eventuais lucros gerados pelo material pirateado, além dos eventuais custos legais da ação.

Algumas das fanpages citadas no processo são, de fato, páginas que promovem o compartilhamento de músicas do cantor. Muitas delas criados por fãs incondicionais do próprio Prince. Será que a solução é mesmo processar todo mundo?

ATUALIZADO em 29/01/2014 @ 21h05: segundo o site Ars Technica, Prince e seus advogados decidiram encerrar o caso. Um dos advogados do cantor afirmou que “por conta das recentes pressões, os responsáveis pelos sites piratas removeram os arquivos ilegais, e se comprometeram a não mais se engajarem pela pirataria. Nós reconhecemos que os fãs desejam consumir o máximo de material possível, mas preferimos que eles peçam para nós diretamente do que obtenham através de terceiros”.

Via TV Guide

Justiça sueca multa usuário em mais de R$ 1.5 milhão, pelo compartilhamento de um único filme

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Não é a multa mais elevada da história por conta da pirataria, mas a sanção imposta por um tribunal sueco a um internauta de 28 anos é, provavelmente, uma das maiores pelo compartilhamento de um único filme através da internet.

Uma corte do distrito de Västmanland, província central da Suécia, impôs uma multa de 4.3 milhões de coroa suecas (ou 478.900 euros, ou US$ 655 mil, ou R$ 1.540.887, na cotação do dia 19/12) a um jovem de 28 anos por compartilhar um filme através da página Swebits.org, onde o acusado tinha a função de moderador e uploader. A Nordisk Film AS, companhia proprietária dos direitos do filme em questão, chegou a pedir o dobro do que conseguiu na sentença.

O nome do uploader, que é descrito pela associação de direitos autorais Rights Alliance como “o pior pirata de todos os tempos”, também foi condenado a uma sentença de prisão suspendida, e a 160 horas de trabalho para a comunidade, mas essa segunda pena está relacionada a outros 517 filmes e séries de TV que ele compartilhou com os demais usuários da Swebits.

A diferença entre as penas não aconteceu por um mero capricho do juiz. De acordo com as informações divulgadas pelo site da BBC, a coisa só não foi pior porque os proprietários dos direitos desses 517 filmes e séries de TV não fizeram uma estimativa das perdas. Segundo a Rights Alliance, “a maior parte (da sanção econômica) é pela compensação, e deveria equilibrar o que o usuário deveria ter pago por ter adquirido uma licença para distribuir o filme através de downloads gratuitos”.

Via BBC

O Installous morreu, e foi o próprio Hackulous quem desligou seus aparelhos

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Uma ótima notícia para muitos desenvolvedores de aplicativos para iDevices, mas uma verdadeira tragédia para os usuários de smartphones com Jailbreak. O Installous, famosa plataforma gestora de aplicativos não oficiais para iOS, morreu. E foi o próprio Hackulous, grupo responsável pelo serviço, quem deu o golpe final ao serviço.

No site da comunidade existe um breve comunicado, que inicia citando uma famosa frase de “Hamlet”, explicando que, dada a evolução da comunidade e a situação atual dos fóruns, eles decidiram encerrar o serviço, mas não sem antes agradecer o apoio recebido de todos que colaboraram durante todos esses anos com o projeto. Dessa forma, um dos recursos mais conhecidos entre os usuários que defendiam a liberdade nos dispositivos da Apple (e buscavam aplicativos comerciais de uma forma não oficial) deixa de existir.

O comunicado diz:

Boa noite, doce príncipe.

É com muita tristeza que anunciamos o fim do Hackulous. Depois de muitos anos, nossa comunidade se estancou, e os fóruns são uma espécie de “cidade fantasma”. Ficou cada vez mais difícil manter essas comunidades em ordem e bem moderadas, apesar da dedicação de nossa equipe. Estamos muito agradecidos pelo apoio que recebemos em todos esses anos, e esperamos que novas comunidades floresçam com a nossa ausência.

Com muito amor,
Equipe Hackulous

O fim do Installous causa um impacto imediato nesse segmento de dispositivos Apple com Jailbreak. O seu catálogo de aplicativos era um dos mais completos e solicitados por todos aqueles que não queriam pagar pelos aplicativos disponíveis na App Store. Podemos dizer que a Apple vence uma importante batalha contra a pirataria de seus aplicativos? Só o tempo vai dizer de forma concreta, mas pelo menos em uma análise inicial, a resposta é “sim”.