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Preço do notebook varia 110% no e-commerce brasileiro

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MSI WT70

Segundo levantamento realizado pelo CupoNation, plataforma de cupons de desconto e ofertas online que mais cresce no mundo, o notebook mais barato disponível no e-commerce é o Philco 10C-P123LM, cujo valor mínimo encontrado é de R$ 566,10. Já o modelo mais caro é o MSI WT70 2OK Workstation que sai pelo preço de R$ 16.999.

A pesquisa destaca ainda a alta variação de preço praticada no varejo online em produtos semelhantes. No modelo da Philco, o mais barato do mercado, a diferença atinge 58%, com ofertas que variam entre R$ 566,10 e R$ 899. A diferença de preço chega alcançar 110% no modelo 2 em 1 – CCE F10-30, encontrado por valores entre R$ 619 e R$ 1.299 em diferentes e-commerces.

O MSI WT70 2OK Workstation não apresentou variação de preço nos e-commerces pesquisados. A diferença de preço entre o aparelho da MSI e da Philco é de aproximadamente 30 vezes, no entanto Maria Fernanda esclarece que o primeiro passo é escolher um notebook que melhor atenda as necessidades de cada um.

O segmento de eletrônicos e informática é um dos mais importantes do varejo online brasileiro, ocupando a terceira e a quarta posição nas categorias que mais faturaram durante o primeiro semestre de 2015, segundo relatório recente divulgado pelo E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico. Juntos os segmentos representam 24% de todo o faturamento do e-commerce brasileiro.

Já segundo outro estudo do CupoNation, eletrônicos é a categoria preferida dos usuários de cupom de desconto brasileiros, seguida por esportes e livros, músicas e games. Atualmente o site disponibiliza quase 500 cupons e ofertas para o segmento de eletrônicos e celulares.

Confira abaixo o modelo e o preço dos notebooks mais barato e caro no e-commerce:

 

Preço dos notebooks no e-commerce brasileiro

Modelo

Menor valor

Maior valor

Variação

Mais barato: Philco 10C-P123LM Intel Atom D2500 1.86 2048 320

R$ 566,10

R$ 899

58,8%

Mais caro: MSI WT70 2OK Workstation Intel Core i7 16GB 1TB 128GB SSD Tela LED 17.3″

R$ 16.999

R$ 16.999

0%

Fonte: CupoNation / Setembro 2015

*Valores consultados no dia 01/09/2015 e sujeito a alterações.

74% dos brasileiros compartilham informações pessoais em ambientes móveis

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A pesquisa da Symantec, Norton Mobile, aponta que 74% dos brasileiros cedem diversos tipos de informações, como por exemplo, sua geolocalização, contatos, fotos, senhas, pacote de dados do aparelho, que podem ser usadas pelos criminosos digitais em busca de ganho financeiro.

Até mesmo os aplicativos legítimos podem apresentar brechas de segurança, que são aproveitadas pelos malfeitores. O estudo também traz que os brasileiros estão preocupados com as golpes e armadilhas digitais no mundo móvel. Do total dos entrevistados, 63% se preocupam com vírus ou malware. No Brasil, este número cresce para 89%.

Apesar disso, em sua grande maioria, os usuários desconhecem quais informações estão cedendo aos desenvolvedores de aplicativos, comprometem sua própria privacidade e colocam-se em risco.

Este cenário acontece pois, muitos dos usuários que mais se preocupam com a privacidade móvel são os que menos tendem a tomar precauções para se proteger – tudo em troca de downloads gratuitos de aplicativos.

Além disso, a pesquisa também inclui que:

· 81% dos entrevistados não sabe que aplicativos podem modificar seus favoritos no celular;

· 75% não sabe que permitem o acesso à câmera e microfone do smartphone;

· 38% está disposto a permitir que os aplicativos usem mais a bateria para obter um aplicativo gratuito;

· 45% sabe que estão cedendo a localização de seu aparelho aos desenvolvedores;

· 1 em cada cinco consumidores permite que um aplicativo controle o quanto usa de seu pacote de dados.

Muitas das ameaças móveis atuais estão localizadas em aplicativos para smartphones e tablets. Globalmente, são mais de 3 milhões de aplicativos maliciosos e 8 milhões que podem expor a privacidade dos dados. Por isso, é necessário saber que, quando se trata de aplicativos, a palavra ‘grátis’ raramente vem sem um custo. Os dados pessoais se tornam a moeda de troca e como a maioria dos usuários não sabem das vantagens e desvantagens de privacidade online, acabam por expor suas informações.

Para mais informações sobre a pesquisa Norton Mobile, acesse o site da Symantec.

Via assessoria de imprensa

O que queremos? Maior autonomia de bateria em nossos gadgets!

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A CES 2015 mostrou que as duas grandes tendência para o ano são as telas em 4K e a Internet das Coisas. Mas… até que ponto as pessoas estão realmente interessadas nisso? A Fortune fez uma pesquisa com mais de 1.000 pessoas nos EUA, questionando sobre as novidades apresentadas em Las Vegas. E o resultado mostra que os usuários contam com outras prioridades.

Quando questionados sobre qual tecnologia que eles gostariam de ver nos próximos smartphones, eles foram objetivos: mais bateria. 33% dos entrevistados citaram esse aspecto, que foi a opção mais votada. 16% preferem uma maior capacidade de processamento, o que surpreende se levarmos em conta a potência dos dispositivos atuais.

Apenas 2% mostraram interesse em adquirir um produto da Internet das Coisas, e mais de 70% dos entrevistados afirmaram não saber o que é 4K. Ou seja, são as tendências para 2015, mas muita gente continua sem saber para que serve, ou não se interessam por elas.

Os wearables passaram por resultado semelhante, onde apenas 12% declararam que pretendem comprar um produto dessa categoria esse ano.

Os dados são muito reveladores, e deixam algumas reflexões interessantes, como o que oferecem os fabricantes, como recebemos essas ofertas, e quais são as prioridades dos usuários. Some à tudo isso uma dupla visão de tecnologia: aqueles que seguem as novidades todos os dias, e aqueles que não querem fazer isso de forma aprofundada, mas querem uma aproximação mais prática para o seu dia a dia.

É claro que todos queremos baterias que durem mais, mas o desenvolvimento nesse aspecto é algo lento, e em muitos casos implica certas consequências, como o aumento da espessura do dispositivo. É um preço a ser pago para ficar longe do carregador.

Apenas um de cada dois usuários de smartphones possui seu dispositivo intacto

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Um recente estudo publicado pela Zagg (empresa especializada em cases e acessórios que protegem diferentes dispositivos) mostra que ter um smartphone danificado é algo bem mais comum do que se imagina. A pesquisa realizada por eles revela que 48% dos proprietários de telefones inteligentes contam com algum tipo de dano em seus dispositivos.

A enquete online foi feita com 768 pessoas nos Estados Unidos, onde 54% deles responderam que seus smartphones contam com algum tipo de trincado ou rachadura no dispositivo. A tela é outro elemento que também apresenta rachaduras (52%), e telas quebradas são a causa de 32% dos modelos danificados.

Também chama a atenção o dado que 44% dos usuários alegam como principal motivo para os danos em seus dispositivos as famigeradas quedas do dispositivo ao solo. Já 20% confessam quedas na água ou que deixaram molhar o telefone (6% confessaram deixar cair o smartphone no vaso sanitário), sem que esses dispositivos contassem com alguma proteção para os líquidos.

Por outro lado, os tablets parecem ser menos propensos a passar por esses problemas. Apenas 27% dos usuários admitiram contar com um dispositivo danificado. Outro dado curioso: 49% dos pesquisados que possuem dispositivos danificados não pensaram em consertar ou substituir os seus aparelhos quando os danos aparecem. E utilizam o aparelho desse jeito por muito tempo.

Via Zagg (PDF)

Quantos usuários do Android passarão para o iPhone 6? Ao que tudo indica, não muitos…

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Pelo visto, uma tela maior não quer dizer nada. Uma pesquisa recente feito pela consultoria Survata (que prestas serviços para as listas de 100 mais da revista Fortune) informa que apenas 5% dos usuários do Android estão “muito propensos” a mudar para o novo iPhone 6.

A empresa consultou 889 consumidores entre 2 e 4 de setembro, e os dados refletem uma tendência lógica: tanto o Android quanto o iOS alcançaram o seu objetivo de fixarem a sua cota de usuários, tornando a missão de troca de plataforma entre os dois algo muito complicado. Até mesmo para uma terceira (aka Windows Phone).

Já quando os consultados são os proprietários de um smartphone da Apple, a margem de expectativa é maior: 36% dos usuários de um iPhone 5 admitem que “muito provavelmente” vão comprar um dos novos iPhones. A porcentagem cai para 18% entre os usuários do iPhone 5s, e para 15% dos usuários do iPhone 5c.

Via CNET

Um pâncreas artificial que ajuda a controlar a diabetes tipo 1

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Uma das peculiaridades da diabetes tipo 1 é que é comum que ela se detecte em crianças ou jovens com maior frequência. Tal enfermidade requer um controle exaustivo dos níveis de glicose no sangue para determinar qual é a quantidade de insulina é necessária para compensar o trabalho ineficiente do pâncreas.

A Universidade de Boston, em parceria com o Hospital de Massachusetss (EUA) está desenvolvendo desde 2011 um pâncreas artificial. O dispositivo é encarregado de monitorar e regular o açúcar no sangue de forma automática, e determinar a quantidade de insulina necessária a todo instante.

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O sistema, que não é um órgão como tal e nem pode ser transplantado, é composto por um monitor para a glicose que é colocada sobre a pele, e que envia a cada cinco minutos a informação medida da quantidade de glicose no sangue para um smartphone. Um aplicativo é encarregado de calcular as doses de insulina necessária, e enviar a ordem de liberá-la a um administrador automático, que é utilizado pelo usuário.

O próprio aplicativo permite levar um controle da alimentação do paciente, cuja maior melhora sobre o sistema tradicional de medir o nível de glicose e administrar a insulina de um dos pacientes, é poder simplesmente esquecer de horários, rotinas e esperas, pois os níveis de glicose no sangue se regula de forma automática, de acordo com as rotinas de vida normal do paciente.

De acordo com o estudo, aqueles usuários que fizeram uso dos pâncreas artificiais controlaram melhor os níveis de açúcar no sangue do que aqueles que mantiveram o sistema manual habitual. Além disso, o sistema, uma vez automatizado, permite esse controle preciso a cada momento, o que ajuda a manter distante o fantasma das enfermidades a longo prazo, associadas com esse tipo de diabetes.

Via NS, Bionic Pancreas

Cider, ou como os aplicativos do iOS podem rodar no Android

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Um grupo de estudantes da Universidade de Columbia (EUA) anunciou o projeto Cider, que é um sistema que permite a execução de aplicativos do iOS em dispositivos Android. O software atua como uma espécie de “capa de compatibilidade”, que pode ser algo muito interessante para muitos usuários.

O Cider não usa uma virtualização ou reimplementação das bibliotecas e frameworks do iOS, mas sim um código de compilação totalmente inédito. O software usa as mesmas bibliotecas e componentes presentes em aplicativos do sistema da Apple, mas usa o kernel XNU presente no iOS no lugar do kernel Linux do Android. Com isso, os aplicativos do iOS se tornam “compatíveis” e executáveis no sistema da Google.

Por enquanto, o projeto está em fase de desenvolvimento, e não há versão de download público do software. As limitações ainda são consideráveis, e por enquanto se os aplicativos do iOS dependem de GPS, câmera, controle do rádio do telefone ou conectividade Bluetooth, eles não serão compatíveis com o Cider.

Os criadores do projeto explicam que esse é um trabalho em desenvolvimento, e que as pesquisas continuam, com a esperança que desenvolvedores e pesquisadores possam se beneficiar desse sistema.

 

Via SDT, Cider (PDF)

Fabricantes de wearables, prestem atenção: o segredo está no software!

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Os alertas são frequentes. Não faz muito tempo que foi divulgado um relatório sobre os wearables, que revelava que os produtos estão vendendo muito, mas não estão conseguindo conquistar os usuários ao longo do tempo. Agora, um novo estudo relembra as empresas do setor como as coisas devem ser feitas.

Parece algo bem óbvio, mas segundo o estudo da Forrester Research, os fabricantes devem começar a trabalhar melhor o seu software para triunfarem no segmento de dispositivos vestíveis. O design é importante, mas no final das contas, se querem dar continuidade ao uso e consolidar a categoria, devem oferecer uma experiência de uso agradável e funções úteis.

O software é o rei

Fazendo uma espécie de “radiografia” na maioria das pulseiras quantificadoras já lançadas, vemos que todas fazem basicamente o mesmo: conta os passos, mede as calorias queimadas e até a qualidade do nosso sono. Algumas fazem isso melhores que as outras, e é justamente aí que os fabricantes devem melhorar.

É fato que algumas empresas fazem isso muito bem, e contam com aplicativos bem completos. Porém, conforme o gadget fica cada vez mais complexo (como é um smartwatch), vemos que oferecer um software bom e ajustado para o produto pode ser algo muito complicado. A Samsung mostrou isso no Galaxy Gear e a Sony ainda não conseguiu afinar a sua segunda geração do SmartWatch, apesar de insinuar que com a SmartBand, as coisas devem mudar muito.

Dos wearables apresentados até agora, o Pebble se destaca como relógio, e o FitBit Flex como pulseira quantificadora. Mesmo assim, tanto um como outro podem melhorar em alguns pontos. A Forrester assinala alguns exemplos de como as empresas podem fazer bons trabalhos nesse segmento, como por exemplo a Nike como Fuelband, e o Jawbone UP.

Veremos se os novos Samsung Gear são capazes de superar essa questão, e se o software está à altura do produto, que tem um ótimo design. Sem se esquecer é claro que todos esses fabricantes lançaram seus produtos com certa pressa, com o objetivo de oferecer o seu dispositivo wearable o quanto antes possível.

Via New York Times

A grande maioria dos usuários não pagaria mais de US$ 400 no Google Glass

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A Google apostou pesado no Google Glass, mas ainda existem muitas dúvidas se o produto será de interesse para o grande público. E um dos motivos é o preço cobrado pelo gadget. Por enquanto, apenas desenvolvedores podem desembolsar os US$ 1.500 cobrados pelo produto, e o seu valor para o consumidor final ainda não foi definido. Porém, a grande maioria dos interessados pagaria pelos óculos inteligentes o valor máximo de US$ 400.

O site Gizmodo en Español fez uma pesquisa entre seus leitores, perguntando quanto eles estariam dispostos a pagar pelo Google Glass. Com quase 2 mil respostas, já podemos ter uma boa ideia do interesse e disponibilidade de pagamento pelo produto. E os resultados parecem não ser muito diferentes daqueles que poderiam ser encontrados em outras regiões do planeta.

34.4% dos leitores não pagariam mais de US$ 200 pelo produto, enquanto que 34.8% pagaria entre US$ 200 e US$ 400. 12% pagariam entre US$ 400 e US$ 600, enquanto que apenas 0.6% estariam dispostos a desembolsar os US$ 1.500 cobrados nesse momento para os desenvolvedores. Um detalhe importante: 10% dos leitores sequer estão interessados no Google Glass.

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É muito importante observar que essa foi uma pesquisa orientada, mas que dá uma pista do preço que as pessoas estão dispostas a pagar pelo Google Glass. Certamente a Google deve levar isso em consideração para tentar obter êxito junto ao grande público, e um valor entre US$ 200 e US$ 400 é um preço bem ajustado para o mesmo (particularmente, apostei em um valor limite de US$ 800).

Há quem diga que a Google vai apostar em um valor muito superior aos US$ 400, o que automaticamente tira o produto como um gadget de grande público para ser um produto pensado nos geeks mais sofisticados, com bolsos mais afortunados.

Via Gizmodo

Cinco tipos de pessoas que normalmente eliminamos da nossa lista de amigos do Facebook

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Quem tem mais chances de ser eliminado de nossa lista de amigos do Facebook?

Pesquisadores da Universidade do Colorado (EUA) conduziram um estudo que tratou de responder essa pergunta. Segundo os resultados, os cinco tipos de pessoas a seguir são as mais propensas de serem eliminadas de nossa timeline na rede de Mark Zuckerberg:

1. Antigos amigos dos tempos de escola
2. Outros
3. Amigos de amigos
4. Colegas de trabalho
5. Amigos por interesses comuns

Começando pelo primeiro grupo. Os ex-colegas de escola são os mais suscetíveis a serem eliminados de nossa lista de contatos, e o motivo está no fato de eliminar uma pessoa que publica comentários ofensivos sobre certos temas considerados polêmicos, como política ou religião.

Além disso, os colegas de colégio são pessoas que estiveram em contato conosco por um período de tempo limitado. Nesse tempo, as conversas sobre certos temas podem ter se desenvolvido em uma direção completamente oposta ao que nós pensamos. E muitas dessas pessoas não se preocupam em ser politicamente corretas nos comentários sobre tais temas. E esse é motivo mais que suficiente para eliminar alguém. Isso, ou as nossas atualizações são pouco interessantes para a outra pessoa.

Na segunda posição, os resultados do estudo mostram um grupo heterogêneo e de difícil análise, os “outros”. E isso engloba pessoas com outros tipos de relação e interação com o usuário e, por consequência, os membros do terceiro grupo, os “amigos de amigos”, que são pessoas que, em muitos casos, não temos a menor obrigação de aturar.

No quarto grupo, temos um coletivo mais concreto, os colegas de trabalho. Segundo os pesquisadores, as razões para eliminar essas pessoas da nossa lista de amigos do Facebook não é por causa daquilo que elas falam na internet, mas do que elas fazem e dizem no mundo real, do nosso lado.

Os pesquisadores também estudaram a reação emocional que alguém eliminado por outra pessoa pode sentir. A maioria dos entrevistados simplesmente ficam surpresos. Um segundo grupo reconhece que fica chateado. Na terceira posição, estão aqueles que acham graça da exclusão, e finalmente, no final da lista, aqueles que se sentem traídos e tristes pela remoção.

O estudo foi realizado com 1.077 enquetes online com usuários do Facebook nos Estados Unidos. Nesse momento, também é feita uma pesquisa com uma questão ainda mais interessante: por que as pessoas deixam o Facebook, e por que alguns voltam para a rede social depois de abandoná-la?

Via Phys

Estudo mostra quais versões do Android e do iOS são mais estáveis (e não há surpresas nos resultados)

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Um estudo realizado pela empresa Crittercism mostra quais são as versões dos mais populares sistemas operacionais móveis (pela ordem, Android e iOS) são as mais estáveis, ou seja, menos suscetíveis aos erros, travamentos e reinicializações. O mais curioso do estudo é que, de acordo com os seus resultados, os aplicativos do iOS falham o dobro de vezes do que no Android, levando em consideração as versões mais recentes dos dois sistemas operacionais.

O estudo mostra que a taxa de reinicialização dos aplicativos no Android KitKat é de 0.7%, enquanto que no iOS 7.1 é de 1.6%. Quando pegamos versões anteriores, essa diferença reduz um pouco, mas o sistema da Google ainda é mais estável (1.7% para o Android Gingerbread, contra 2.5% para o iOS 6).

Quanto aos smartphones, os mais confiáveis de acordo com o estudo são o Samsung Galaxy S4 e o iPhone 5. A pesquisa também revela que os tablets (de um modo geral) são muito mais confiáveis nesse aspecto.

As consequências desse estudo são bem lógicas, se levarmos em conta que os engenheiros das duas plataformas investem muito tempo na correção de erros nas novas versões. Ou seja: valorize esse tempo dos profissionais, e procure sempre ter a versão mais atualizada do seu sistema operacional e/ou do seu aplicativo preferido, para evitar problemas futuros.

Abaixo, o gráfico que mostra os dado sobre o iOS.

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Via GigaOM, DocumentCloud.org

Moto G e Moto X lideram ranking dos smartphones mais populares do Brasil no momento

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Segundo o levantamento do site comparador de preços Zoom, os três primeiros colocados no ranking dos smartphones mais populares do mercado brasileiro são da Motorola. Desde janeiro de 2014 (na ordem), os modelos Moto G Colors Edition, Moto X e Moto G Dual são os modelos mais buscados nas buscas por smartphones no site.

Apenas o Moto G Colors Edition representam 10% das buscas de smartphones no Zoom, sendo o líder dessa ranking, com um preço médio de R$ 699 e variação de preços de até 18%. Já o Motorola Moto X tem como menor preço R$ 1.099, e variação de valor de 36%. O terceiro colocado do ranking, o Motorola Moto G Dual, tem como menor valor sugerido R$ 615,12, com variação de preço de apenas 14%.

A Motorola também colocou um quarto smartphone na lista de top 10 entre os mais procurados. O Motorola RAZR D1 ocupou a sexta posição, com um preço inicial de R$ 399, e variação de preços de até 35%.

A Nokia posicionou o seu popular Nokia Lumia 520 na quinta posição, com menor valor de R$ 389, e variação de preços de até 28%. Esse é um dos smartphones cuja procura mais aumento nos últimos meses, por conta do crescimento da fatia de mercado do Windows Phone. Segundo a empresa de consultoria ABI Research, o número de aparelhos vendidos com Windows Phone 8 dobrou no ano passado (104%).

Um detalhe importante do relatório publicado pela Zoom é que, dessa vez, nenhum iPhone (Apple) está na lista do top 10. Por outro lado, um dos concorrentes mais diretos do iPhone, o Samsung Galaxy S4, está na quarta posição do ranking.

A seguir, a lista dos 10 smartphones mais pesquisados no Zoom.com.br:

 

Modelo

Menor Preço

Maior Preço

Variação

Smartphone Motorola Moto G Colors Edition XT1033 Câmera 5,0 MP Desbloqueado 2 Chips 16 GB Android 4.3 (Jelly Bean) Wi-Fi 3GR$ 699,00R$ 823,4118%
Smartphone Motorola Moto X XT1058 Câmera 10,0 MP Desbloqueado 16 GB Android 4.2 (Jelly Bean Plus) 4G Wi-Fi 3GR$ 1099,00R$ 1499,0036%
Smartphone Motorola Moto G Dual XT1033 Câmera 5,0 MP Desbloqueado 2 Chips 8 GB Android 4.3 (Jelly Bean) Wi-Fi 3GR$ 615,12R$ 699,0014%
Smartphone Samsung Galaxy S4 GT-I9505 Câmera 13,0 MP Desbloqueado 16 GB Android 4.2 (Jelly Bean Plus) Wi-Fi 4G 3GR$ 1492,26R$ 2.099,0041%
Smartphone Nokia Lumia 520 Câmera 5,0 MP Desbloqueado 8 GB Windows Phone 8 3G Wi-FiR$ 389,00R$ 499,0028%
Smartphone Motorola Razr D1 XT918 Câmera 5,0 MP Desbloqueado 2 Chips 4 GB Android 4.1 (Jelly Bean) Wi-Fi 3GR$ 399,00R$ 539,0035%
Smartphone Samsung Galaxy S III Mini I8190 Câmera 5,0 MP Desbloqueado 8 GB Android 4.1 (Jelly Bean) 3G Wi-FiR$ 636.50R$ 849,0033%
Smartphone Samsung Galaxy S4 Mini Duos GT-I9192 Câmera 8,0 MP Desbloqueado 2 Chips 8 GB Android 4.2 (Jelly Bean Plus) 3G Wi-FiR$ 964,62R$ 1199,0024%
Smartphone Samsung Galaxy S4 Mini Duos GT-I9192 Câmera 8,0 MP Desbloqueado 2 Chips 8 GB Android 4.2 (Jelly Bean Plus) 3G Wi-FiR$964,62R$ 1199,0024%
10°Smartphone Samsung Galaxy Win Duos GT-I8552 Câmera 5,0 MP Desbloqueado 2 Chips 8 GB Android 4.1 (Jelly Bean) Wi-Fi 3GR$ 729,90R$ 899,0023%

Paddle oferece o conceito de smartphones “dobráveis”

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Os smartphones modulares parecem ser uma das tendências que mais gerou expectativas nos últimos meses, mas as ideias que prometem revolucionar o mercado não param de aparecer. Os responsáveis do Paddle demonstraram essa semana um smartphone que “apenas” muda de forma. Literalmente.

O dispositivo foi desenvolvido pelos pesquisadores da Universidade Hasselt (Bélgica), é conta com um design que lembra de certa forma o cubo de Rubik, e é composto de oito módulos quadrados que se dobram para se adaptar a diversas formas.

O resultado é um smartphone que é capaz de assumir a forma de um bracelete, um tablet, um bloco de anotações, entre outros. Raf Ramakers, um dos responsáveis pelo seu desenvolvimento, explica: “quando o Paddle se abre completamente, ele é quase do tamanho de um iPad, mas quando ele é dobrado, ele consegue ficar menor que um iPhone”.

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O design atual faz uso de dois componentes externos: um sistema de seguimento óptico e um projetor. O primeiro elemento calcula a posição de todos os marcadores em 3D ao combinar imagens das oito câmeras infravermelhas instaladas no produto, e registra também a posição dos dedos para habilitar a interação táctil.

Por sua parte, o projetor é o que representa a informação no dispositivo e a distorção em base dos movimentos dos dedos do usuário. No futuro, eles querem um substituto do seguimento com telas OLED ou de tinta eletrônica, podendo ter um protótico funcional em 12 ou 18 meses.

A ideia pretende explorar um novo segmento de dispositivos que combinam a flexibilidade das telas touch com as vantagens que a interação com objetos com diferentes formas pode oferecer.

 

Via FastCo Design

Por que 50% dos usuários perderam o interesse nos wearables?

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O TargetHD está acompanhando de perto o surgimento do segmento dos wearables, ou gadgets vestíveis. Esses dispositivos estão ganhando popularidade nos últimos anos. Foram uma das tendências da CES 2014, e muitas novidades vão aparecer na MWC 2014.

Nos dois eventos, os grandes fabricantes demonstraram claro interesse em adentrar nesse mercado. E contam com um argumento comum: o dinheiro que hoje representa, e que pode representar nos próximos anos. Para 2018, os gadgets vestíveis podem movimentar até US$ 8 bilhões.

Nenhum fabricante quer perder um negócio que pode ser tão grande quanto é o dos smartphones hoje. Porém… o que os usuários pensam? Ao que parece, eles se viram atraídos por esses dispositivos, mas perderam o interesse por eles rapidamente.

Dados sobre os usuários de wearables

Uma pesquisa da Endeavour Partners publicada recentemente, feita com mais de 6 mil norte-americanos que são usuários de gadgets Fitbit ou Nike+ Fuelband (que são gadgets que analisam o desempenho físico, o nicho de maior sucesso dos wearables até agora), mostra como se comportam esses usuários de gadgets vestíveis. Os dados mostram que:

* 50% dos usuários abandona o wearable que comprou
* 33% dos usuários abandonam o dispositivo nos primeiros seis meses após a compra

Isso mostra como os fabricantes estão no caminho errado. Simplesmente não estão aproveitando a leva de consumidores que seguem a última tendência, e simplesmente fabricam wearables sem determinar um critério claro.

O pessoal do site TechRepublic entrevistou os encarregados da pesquisa. Dan Ledger, o diretor da Endeavour Partners, declarou que os gagdets vestíveis de maior sucesso são aqueles que solucionam um modelo específico que o smartphone não é capaz de manejar.

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O que os usuários de dispositivos wearables mais reclamam?

* Os fabricantes criam produtos feios e incômodos: um wearable é um gadget vestível, e o usuário precisa se sentir tão cômodo com o seu design como o fariam com a sua roupa preferida. Os dispositivos com os designs mais simples e menos chamativos são melhores recebidos. Trabalhar com designs personalizados é algo muito complicado, levando em conta a produção em massa que utilizam os fabricantes para abater o custo final.

* É necessário obter uma utilidade: parece algo óbvio, mas muitos dos wearables disponíveis hoje não são mais que uma disculpa para entrar na tendência do mercado. Não oferecem uma boa experiência para o usuário. Os pontos de maior reclamação estão na facilidade de uso e na sincronização com o smartphone.

* Ninguém quer mais um item para ficar recarregando a bateria: a questão da bateria é complexa em dispositivos tão pequenos como esses. Mas oferecer uma bateria que dure aproximadamente uma semana de uso deveria ser um item essencial para qualquer fabricante na hora de desenvolver o seu produto.

O curioso é que seja justamente os wearables os gadgets com essa taxa de abandono tão alta, levando em conta que a categoria mais popular desses produtos (análise de desempenho esportivo) contam com plataformas próprias, onde os usuários podem compartilhar as suas rotinas e competir com os amigos. A tão mencionada “gamificação” dos exercícios, que deveria convencer as pessoas para seguir usando um produto, não evita o abandono seis meses após a compra.

Os fabricantes devem tratar esses problemas como prioridade, ou itens que precisam ser solucionados a curto prazo. Se continuarem a lançar produtos inúteis, os gadgets vestíveis podem perder o interesse dos usuários por completo, e um grande negócio para o futuro pode se perder.

Ao que parece, os consumidores devem seguir esperando por uma solução mais próxima dos seus interesses gerais.

Para mais informações, acesse: Endeavour Partners e TechRepublic

Um passo mais próximo de uma cura do Mal de Alzheimer

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Hoje, 21 de setembro, é o Dia Mundial de Luta contra o Mal de Alzheimer. Nessa data, vale a pena lembar que ao redor do planeta, quase 40 milhões de pessoas sofrem dessa doença, que ainda desconhecemos as principais causas de sua existência, e que infelizmente não tem cura. Ainda. O Mal de Alzheimer é um grave problema de saúde, que está se tornando cada vez mais popular, e que afeta não apenas os pacientes, mas também aos familiares que estão ao seu redor.

Porém, nessa semana, recebemos boas notícias de cientistas da Universidade de Valência (Espanha). Empregando o Caenorhabditis elegans, um modo animal de vida, eles conseguiram resultados efetivos de um bioativo procedente do cacau, que pode servir de tratamento e prevenção para o Mal de Alzheimer.

Essa descoberta foi publicada na revista PLOS One, e é um passo adiante para uma futura descoberta de uma cura para essa enfermidade no futuro. A doença, que foi diagnosticada pela primeira vez em 1906, afeta milhões de pacientes em todo o mundo, que seguem esperando que a ciência descubra uma cura para tal síndrome.

Apesar dessa descoberta, ainda restam muitos anos para que tal método seja aplicado na prática clínica, com seres humanos. A pergunta que fica é: será que seremos capazes de ver no futuro o sucesso dessa pesquisa, com a viabilidade de um tratamento efetivo contra o Mal de Alzheimer. Ficamos na torcida para que sim.

Via PLOS One

33% dos usuários da Apple atualizaram os seus dispositivos para o iOS em 24 horas

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O ritmo de adoção do iOS 7 em dispositivos compatíveis é simplesmente incrível. Mais de 30% de usuários de iDevices já atualizaram para a nova versão do sistema nas primeiras 24 horas de disponibilidade oficial do software.

Essa é a maior e mais significativa atualização que o sistema da Apple recebeu desde o seu lançamento. Essa renovação, cujo desenvolvimento foi liderado por Jonathan Ive, traz aos iPhones, iPods, iPads e iPad mini uma interface completamente diferente, mais limpa, plana e inegavelmente colorida (colorida até demais, para alguns). Amado ou odiado, o iOS 7 chegou para ficar. Essa é que é a verdade.

Os primeiros relatos dos usuários comprovavam as opiniões previamente transmitidas pelos desenvolvedores: estamos diante de um sistema fluído, veloz, com novas animações e transições de telas, aplicativos e funções. É um novo iOS, que vai dar aos usuários dos dispositivos da Apple algo que eles desejavam a algum tempo: uma cara nova aos seus dispositivos. E isso se reflete no ritmo de adoção do iOS 7, que é algo impressionante.

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Como a comparação com o Android nessas horas é inevitável, temos que lembrar que a Apple atualiza diferentes categorias de dispositivos ao mesmo tempo, de uma só vez, sem depender das operadoras para que os dispositivos sejam atualizados. E isso é possível por causa do sistema “fechado” da Apple. Irônico, não?

Com menos de 2 dias de disponibilidade, o iOS 7 já ultrapassou a marca dos 40% de adoção. Para que uma versão recente do Android alcance essa marca, o caminho é longo e exaustivo, pois passa pela modificação da plataforma por parte do fabricante (isso é, se o fabricante quiser), para depois ser enviada para as operadoras, para que as mesmas modifiquem ainda mais o sistema, enchendo o mesmo de crapwares que não desejamos, para que só aí a atualização chegue ao consumidor final.

Só recebe a atualização da Google “de forma imediata” (e, mesmo assim, isso muda de país para país), os dispositivos da própria Google. E são coisas assim que ajudam a explicar por que o Android Gingerbread, que é uma versão de quase três anos de vida, tem ainda 30% de cota de mercado.

Voltando ao iOS 7, é estimado que em apenas uma semana, mais de 80% de usuários já terão atualizado os seus dispositivos com a nova versão. Um dado curioso: os telefones Nokia Lumia (que agora são da Microsoft, como você bem sabe) são atualizados mais rápido que os dispositivos Android, e contam com um suporte melhor que os dispositivos da Google. Sem falar que as atualizações chegam diretamente da Nokia, e não da Microsoft.

Via Mixpanel

A maioria dos estudantes querem substituir os livros por tablets para estudar

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Muitas coisas do nosso mundo nos remetem ao século 21, e isso significa que a evolução está produzindo a substituição de elementos e recursos clássicos pela tecnologia que temos dismponível hoje. Por exemplo, um relatório realizado pela Nielsen nos Estados Unidos revela que 71% dos estudantes querem contar com o benefício de utilizarem os textos dos livros indicados pelos professores em seus tablets.

A Google é uma das empresas que estão tentando promover um crescimento nesse aspecto, oferecendo para os estudantes as opções de comprar ou alugar as versões digitais de alguns livros que fazem parte da grade escolar do aluno, através da Google Play.

E isso se alinha ao comportamento atual do estudante: 51% das crianças com mais de 13 anos que estão na escola usam a internet a partir de tablets. Desses, 42% costumam ler livros regularmente. Além disso, 46% usam o e-mail, 40% fazem anotações, e 30% completam os seus trabalhos escolares com a ajuda do dispositivo.

Um fato interessante é saber que dos 51% dos estudantes que usam tablets, 30% o fazem para pesquisas para as lições de casa. Na era das redes sociais e pesquisas na web, as crianças podem encontrar praticamente tudo o que elas precisam apenas utilizando o Google Search. O relatório da Nielsen também revela que os pais não se importam com a idade que eles passam a querer um maior conteúdo educacional nos tablets. Esse é até um ponto de ênfase para empresas como Apple, Google e Amazon começarem a focar nesse segmento de mercado.

Obviamente, a transição dos livros para os tablets não pode acontecer até que as editoras se convençam que a ideia é valida. E com tantos processos contra Amazon e Apple por causa das publicações editoriais e preços cobrados pelas obras, entendo que o caminho a se percorrer para que a teoria se torne uma agradável realidade é consideravelmente longo.

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Via Nielsen

IDC: smartphones superam os celulares tradicionais em vendas no Brasil pela primeira vez

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A última análise da IDC Brasil sobre o mercado brasileiro de smartphones mostra que, pela primeira vez desde que o estudo começou a ser feito no país, os smartphones superaram em vendas. O volume de unidades vendidas no segundo trimestre de 2013 alcançou a marca de 8.3 milhões de unidades, o que representa um aumento de 110% em relação ao ao mesmo período em 2012.

Na fatia de mercado, os smartphones representaram 54% das vendas totais de telefones móveis (15 milhões de unidades), enquanto que 46% são vendas de feature phones, ou celulares tradicionais.O mercado brasileiro de celulares cresceu 3% em relação ao mesmo período do ano passado, e enquanto as vendas de smartphones cresceram 110%, os feature phones perderam 35% no volume de vendas.

O resultado mostra que o usuário brasileiro está em processo de migração, deixando os celulares de entrada e adotando os smartphones, surpreendendo até as expectativas feitas no começo do ano para o mercado. Outro motivo é o período de vendas do Dia das Mães, que em alguns fabricantes, tiveram estoques esgotados.

Além disso, o aumento de ofertas de produtos por parte dos fabricantes é mais um fator para o aumento das vendas, sem falar nas promoções realizadas pelas operadoras e no varejo (físico e via e-commerce). Também deve ser levado em consideração a forma como o comércio apresenta esses produtos ao consumidor, e a aplicação efetiva da desoneração fiscal para os produtos de produção local (MP do Bem).

Um reflexo claro disso é que alguns modelos antes considerados top de linha e com preços na casa dos R$ 2 mil tiveram o seu preço reduzido para a faixa dos R$ 1.500 (para ter direito à desoneração), assim como modelos de R$ 1.500 passaram a custar aproximadamente R$ 1.000. Como consequência, o preço médio dos smartphones, que era de US$ 316 no primeiro trimestre de 2013, caiu para US$ 240 no segundo trimestre, resultando em uma explosão de vendas de novos produtos.

A IDC informa que o mercado está favorável para produtos em todas as categorias de preços, incluindo os modelos considerados top de linha. Esse segmento se tornou mais competitivo nos últimos meses pelas diferentes alternativas ofertadas pelos fabricantes.

Dois 8.3 milhões de smartphones vendidos no Brasil no segundo trimestre de 2013, 90% eram do sistema operacional Android. Além disso, o estudo da IDC mostra que os smartphones com mais de um slot para SIM Cards (multi-sim) cresceram significativamente no mercado, saindo de 15% em 2012 para 40% em 2013.

Por fim, o estudo espera que modelos das linhas de entrada e linah média melhorem nas suas configurações, para que eles fiquem mais atraentes para o consumidor. Telas maiores e câmeras de melhor qualidade são alguns dos itens mais solicitados pelos consumidores brasileiros. Já o mercado de modelos top de linha vai receber lançamentos até o final do ano, o que deve acirrar ainda mais a competição nesse segmento.

Via Assessoria de Imprensa

Estudo mostra a origem dos usuários do iPhone e smartphones da Samsung nos EUA

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Não é novidade para ninguém que Apple e Samsung vivem uma batalha épica pelo domínio do mercado mobile, e que as duas empresas fazem de tudo para turbinar seus dados. Porém, até agora, ninguém sabia de forma muito clara qual era a origem dos usuários dos smartphones de cada fabricante. Um estudo recente realizado nos Estados Unidos revela dados muito interessantes sobre o comportamento dos usuários de smartphones naquele país.

O estudo foi realizado pela CIRP (Consumer Intelligence Research Partners), e mostra o índice de fidelidade das marcas, e a sua capacidade de retenção de usuários. Nesse sentido, 42% dos usuários do iPhone entre julho de 2012 e junho de 2013 já tinham um iPhone antes, enquanto que a Samsung se alimenta mais de outras marcas. 43% dos proprietários de um smartphone dos sul-coreanos no mesmo período já estavam no Android, mas não utilizavam necessariamente um produto da empresa.

No quesito “roubo de usuários”, a Apple aproveita melhor esse expediente, capturando 33% dos usuários da Samsung, enquanto que os coreanos conseguiram apenas 11% dos cliente dos norte-americanos.

O estudo detalhado da CIRP também perguntou aos usuários sobre o perfil de uso por marca, e conclui que os proprietários do iPhone nos EUA contam com um maior poder aquisitivo e nível de estudo superior que os proprietários de smartphones da Samsung. Para ler o estudo completo, clique aqui.

Motorola Mobility aposta na tendência de smartphones com TV no Brasil

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De acordo com o Barômetro de Engajamento de Mídia, pesquisa realizada pela Motorola Mobility, o Brasil aumentou de 34% para 43%, se comparado 2011 com 2012, o consumo médio de vídeos em tablets, smartphones e laptops fora de casa. Esse dado pode ser comprovado pela mudança de comportamento do torcedor de futebol, por exemplo, que trocou o tradicional rádio portátil pelos aparelhos celulares com TV digital para acompanhar as partidas ao vivo, de dentro dos estádios.

O estudo mostra que o País está acima da média global de 2012, de 38%, e à frente dos Estados Unidos, que diminuíram o interesse: de 31% (2011) para 28% (2012). Com foco nesse mercado promissor, a Motorola Mobility busca sempre manter smartphones equipados com TV digital em seu portfolio, como o Motorola RAZR D1, que foi lançado recentemente no Brasil.

“Hoje o consumidor busca um smartphone que ofereça uma experiência completa. Percebemos que o brasileiro é um dos principais povos do mundo que assistem TV e que se adaptaram totalmente ao padrão digital, formato que tende a crescer cada vez mais com os eventos internacionais que acontecerão no País nos próximos anos, como Copa do Mundo e Olimpíadas”, explica Rodrigo Vidigal, diretor de Marketing da Motorola Mobility. O executivo completa que esses eventos poderão fazer com que o consumidor opte por um aparelho com TV integrada, para não perder nenhum momento, de qualquer lugar onde estiver.

Outro dado interessante apresentado pelo Barômetro é a convergência de multitelas, já adotada por 62% dos entrevistados no Brasil, que assistem a conteúdo em tablets, smartphones ou desktops. O estudo revela ainda que o País figura entre os três que mais assistem TV no mundo, com uma média de 20 horas semanais, atrás apenas dos Estados Unidos (23 horas), o líder na categoria. Empatados em segundo lugar, estão Índia, China, Malásia e Turquia, com 22 horas cada um.

O Motorola RAZR D1 é uma das opções no mercado nacional de smartphones com TV móvel integrada. Clique aqui para ler o review que fizemos desse smartphone.

Via Assessoria de Imprensa