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IDC: vendas de PCs no Brasil apresentaram a pior queda dos últimos anos em março de 2014

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Mais um capítulo do mais que evidente declínio do mercado nacional de PCs. Segundo o IDC, o mês de março de 2014 se encerrou com uma queda de vendas de 37% em relação ao mesmo período em 2013. Mesmo crescendo 16% em relação ao mês anterior, o cenário é negativo, já que o mês de março é um daqueles que tradicionalmente concentravam um grande volume de vendas, e nesse ano, isso não aconteceu.

O estudo IDC Brazil Montlhy PC Tracker revela que, após um fraco começo de ano nas vendas, previa-se uma boa recuperação no mês de março. Porém, o que se viu foi um volume de vendas modesto, com apenas 915 mil unidades comercializadas (entre desktops e notebooks).

“Embora não tão acentuada, já era esperada uma queda nas vendas de computadores no primeiro trimestre. Historicamente, em anos de Copa do Mundo, o segmento varejista volta suas atenções para as vendas de TVs. Considerando ainda as vendas de outros dispositivos como tablets e smartphones e o cenário econômico modesto, o mercado de PCs sofreu um grande impacto”, afirma Pedro Hagge, analista de mercado da IDC Brasil.

Via assessoria de imprensa

Aplicativos universais passam a fazer parte do ecossistema Windows, convergindo tablets, smartphones e PCs

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A Microsoft demonstrou pela primeira vez na BUILD 2014 como vai funcionar a convergência entre smartphones, tablets e PCs no ecossistema Windows. O Universal Windows Apps são aplicativos que se adaptarão tando a arquitetura de hardware como ao tipo de tela que utilizamos nos dispositivos que serão executados.

A ideia aqui é simples: um mesmo aplicativo é capaz de se ajustar às dimensões de todos os elementos visuais para apresentar a melhor experiência possível, independente do tipo de dispositivo utilizado. Apesar de não se tratar de uma fusão completa do Windows Phone com o Windows RT ou Windows 8.1, o fato é que a aproximação das APIs e ferramentas de desenvolvimento para essas plataformas se tornou algo muito mais claro e prático.

Essa experiência unificada é algo que muitos esperavam, e já era planejado pela Microsoft a algum tempo. Esse novo conceito começa a ser oferecido a partir de agora, com uma Windows Store que servirá de reforço para distribuir os tais aplicativos universais.

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O desktop só segue sobrevivendo no mercado se passar a ser como esse mod-PC

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O mercado de PCs está em crise. A plataforma que foi a predominante para a informática de consumo por anos agora recebe duros golpes por todos os lados, até mesmo empresas como Intel e Microsoft estão olhando para outros, mercados, vendo o declínio das vendas dos computadores tradicionais.

Porém, perder o seu posto como plataforma predominante não quer dizer que ela precisa morrer. O computador tradicional seguirá como peça fundamental para a produtividade, especialmente em centros de desenvolvimento, escritórios, indústria de design, produção e edição de vídeo e áudio, videogames e, no meu caso em especial, blogueiros.

Uma comunidade gamer está especialmente orgulhosa dos seus computadores tradicionais. E como não ficar, uma vez que eles conseguem resultados fantásticos como esse mod-PC que você vê nas fotos desse post? Se os próximos PCs forem desse jeito, ainda há esperança para os tradicionais desktops.

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Via Gizmologia

Usuários da Itália, EUA e Reino Unido já passam mais tempo usando o smartphone do que o computador

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Faz tempo que essa tendência já era um fato, mas só agora recebemos uma confirmação oficial. Segundo um minucioso estudo realizado pela Nielsen nos principais mercados de telefonia móvel, os smartphones derrotaram os computadores pessoais no quesito tempo de uso.

Mercados como Itália, Reino Unido e Estados Unidos registram índices de utilização dos dispositivos móveis mais altos do que desktops, notebooks e derivados. Em alguns casos, a diferença é muito grande. Por exemplo, os italianos passam em média 37 horas por mês diante dos seus dispositivos, contra 18 horas na frente de computadores.

As redes sociais são as principais responsáveis por essa mudança. Os usuários dedicam um quarto do seu tempo no Facebook, Twitter e derivados. É certo que cada mercado possui a sua peculiaridade, mas o estudo é muito significativo, e aponta uma clara mudança de tendências.

A seguir, um quadro que resume o estudo em números.

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Gartner: vendas de PCs caem 6,9% no último trimestre de 2013 (mas existe uma luz no fim do túnel)

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A indústria da informática acaba de receber uma má notícia, e uma notícia… menos ruim, por assim dizer. A má notícia é que as vendas globais de computadores registraram um descenso de 6.9% durante o quarto trimestre de 2013. Essa é a queda mais acentuada até agora. Ah, a notícia “menos ruim”? Nem tudo está perdido.

A Gartner publicou o seu relatório trimestral de vendas de computadores, que mostra um movimento de 82.6 milhões de unidades vendidas durante os últimos 3 meses do ano passado. Lenovo e HP são as empresas com o maior número de equipamentos distribuídos, e as únicas companhias dentro do grupo de top 5 a registrar um crescimento de vendas foram Lenovo e Dell (na terceira posição), enquanto que as demais registraram quedas nos envios, principalmente a ASUS, com -19% em relação ao ano passado.

Ainda segundo a Gartner, grande parte da responsabilidade por essa queda nas vendas cai nas costas dos mercados emergentes da região Ásia-Pacífico, onde os tablets e smartphones estão se transformando no primeiro dispositivo de tecnologia para um grande número de consumidores.

Fato é que: o PC não é mais a ferramenta favorita para navegar na internet e se comunicar com o resto do mundo para a maioria das pessoas. Hoje, os dispositivos móveis são a primeira escolha, por diversos motivos: são mais atraentes, são portáteis, e principalmente, mais baratos.

Por outro lado, parece que o momento de quedas nas vendas de PCs está chegando ao fim. O sempre importante mercado norte-americano permanece estável depois de um longo período de quedas, o que dá a perspectiva que ao menos os laptops de baixo custo e novas propostas de produtos, como os equipamentos conversíveis, dinamizariam o mercado, impulsionando as vendas ao longo de 2014.

Veremos o que os números de vendas do primeiro trimestre de 2014 vão indicar.

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Via Gartner

Lenovo alcança a segunda posição no mercado de PCs no Brasil

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A Lenovo informa através de sua assessoria de imprensa que alcançou a vice-liderança do mercado brasileiro de PCs e tablets. Os números apresentados pelo último relatório da IDC mostram que o fabricante conta hoje com 9.7% de participação de mercado no Brasil no segundo trimestre de 2013. Antes, a Lenovo estava na quarta posição do mesmo ranking.

Ainda segundo o relatório da IDC, a Lenovo fechou o segundo trimestre de 2013 com um crescimento de 135% no país, representando um aumento de 63.3% em suas vendas, em relação ao trimestre anterior. Já no mercado de tablets, Lenovo e CCE alcançaram a segunda posição no mercado nacional, com 16% de participação no segundo trimestre do ano, ultrapassando a Apple. No primeiro trimestre de 2013, as duas empresas ocupavam a quarta posição.

Vale a pena lembrar que, em 2012, a Lenovo adquiriu a CCE, e é dessa forma que a empresa informa o segundo posto no mercado de tablets. A compra da CCE fez parte de um plano de reposicionamento estratégico da empresa no Brasil, ampliando assim os pontos de venda dos seus produtos, o que resultou em um aumento natural nas vendas.

Além disso, a Lenovo inaugurou uma fábrica em Itu (SP), o que resulta automaticamente em produtos com um custo menor, já que recebem todos os incentivos fiscais do Governo Federal. E isso também ajuda nos resultados positivos nas vendas.

Os jogos do Xbox One na E3 foram rodados em potentes PCs

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A E3 2013 está chegando ao fim, porém, a Microsoft e o Xbox One continuam dando o que falar. Agora, chega a notícia que os jogos do novo console da empresa de Steve Ballmer que foram apresentados durante o evento estavam rodando em potentes PCs instalados nas salas disponíveis para degustação dos gamers, e não em consoles Xbox One.

A notícia veio através de uma mensagem enviada por Julian Rignall, via Twitter:

I just played an Xbox One game using an Xbox One controller that crashed… to a Windows 7, Hewlet Packard-branded desktop. Magic!

— Julian Rignall (@JazRignall) June 13, 2013

Peter Moore, executivo da Electronic Arts, comentou durante a coletiva de imprensa da empresa que os jogos do Xbox One estavam rodando em kits de desenvolvimento, que contavam com especificações técnicas comparáveis ao dos consoles atuais. Não dá para saber se durante o keynote isso foi verdade, mas fato é que, a não ser que o Xbox One venha camuflado dentro de um equipamento da HP, com uma unidade gráfica da NVIDIA (GeForce 700 GTX), estamos diante de mais um caso de “maquiagem” de demonstração, que está ficando cada vez mais comum no mundo da tecnologia.

O pior da história para a Microsoft não foi a confissão de Peter, mas pelo fato de diversos convidados para as tais demos fotografarem o os tais PCs que estavam instalados no recinto (uma vez que um deles deu problema no meio da demo), enquanto outros jogadores se divertiam em um Xbox One que, na prática, não estava lá.

Devo deixar claro que não podemos podemos qualificar isso como um escândalo. A essa altura do campeonato, não deveria ser surpresa para ninguém a adoção dessa prática. A E3 é a maior feira do mundo dos videogames, e as marcas estão lá para apresentar as suas principais armas, com a menor margem de erros possível. Porém, na prática, o que rolou por lá foi uma pequena (grande) “enganação”, uma vez que certamente alguns convidados acreditavam que estavam tendo uma experiência completa, com um console Xbox One.

Diante dessa notícia, diversos desenvolvedores de jogos para o PlayStation 4 se apressaram em confirmar que os seus jogos estavam rodando na sala de demonstração da feira em equipamentos de desenvolvimento. A única diferença é que todos esses equipamentos contavam com as mesmas especificações técnicas do novo console da Sony, e não com “valores aproximados”, como nos PCs da demonstração da Microsoft.

E como até o momento não foi provado o contrário no caso da Sony, temos que acreditar nas palavras dos desenvolvedores.

Mas… Microsoft… vocês poderiam ter avisado antes, não é mesmo?

Foto: GamindBlend

Via 

Itautec abandona o mercado de PCs, em nome de um reposicionamento no mercado

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Mais uma empresa abandona o mercado de PCs, o que deixa claro uma mudança de comportamento de mercado. A Itautec anunciou hoje (15) que, em nome de um reposicionamento estratégico, vai desativar a sua unidade de computação, que é responsável pela fabricação e desenvolvimento de desktps, laptops e servidores.

A Itautec não se limitava a fabricar PCs. Seu principal segmento de mercado hoje é a área de automação, como caixas eletrônicos e terminais de autoatendimento. Esse segmento da empresa será controlada pela japonesa Oki Electric Industry, que comprou 70% dessa participação, em um negócio que envolve a quantia de R$ 100 milhões. A transação precisa ser aprovada pelos órgãos reguladores.

No acordo, a área de serviços de TI também será controlada pelos japoneses, e deve sofrer reformulações mais profundas. De fato, a Itautec obtinha lucros muito baixos com as vendas de PCs, e isso se acentua com uma queda generalizada de vendas de computadores no Brasil. Em 2012, a queda foi de 2% (15.5 milhões de unidades), e nesse período, a Itautec vendeu apenas 585 mil unidades de desktops, laptops e servidores.

A Itautec informa que a divisão de PCs não será revendida, e sim, desativada. Mesmo assim, a empresa promete manter os seus compromissos de garantia e manutenção, sem prejuízo ao consumidor final em relação aso produtos com as marcas Itautec e InfoWay.

Via Itautec, Reuters

 

Vendas mundiais de PCs registram a maior queda de sua história

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Sinal dos tempos. Durante meses, nós vimos e relatamos vários rumores sobre o baixo volume de venda dos computadores em todo o mundo. Logo, esse relatório pessimista do IDC quase não chega a causar surpresa para quem está em contato com esse tipo de notícia todos os dias.

Talvez o que realmente chame a atenção é o ponto que as coisas estão chegando: durante o primeiro trimestre de 2013, foi registrada uma queda de 13.9% nas vendas de computadores, em relação ao mesmo período de 2012. E essa é a maior queda em um intervalo de 12 meses que a IDC registrou, desde que começou a fazer esse tipo de estudo, em 1994.

Os motivos para essa  queda no volume de vendas não são muito claros, porque os fatores envolvidos são muito diferentes. Como por exemplo a rejeição às mudanças incluídas no Windows 8 e o constante aumento nas vendas dos tablets e smartphones. Esses são apenas alguns dos fatores que justificam o fenômeno.

Além disso, é importante levar em conta que os computadores com telas sensíveis ao toque, que são os mais populares nesse momento, custam mais caro que os modelos tradicionais, o que dificulta ainda mais o processo de expansão e vendas dos modelos.

Aproveitando o momento, a IDC também mostrou o posicionamento dos fabricantes nas vendas ao redor do planeta. A HP segue como líder global, com 15.7% das vendas no primeiro trimestre de 2013. Um pouco atrás está a Lenovo, com 15.3%, e na sequência, aparecem a Dell (11.8%), Acer (8.1%) e Asus (5.7%).

A diferença desse estudo para o anterior é que a Lenovo melhorou o seu número de vendas, mas isso não serve de consolo para o mercado em geral. Todas as demais fabricantes registraram quedas nas vendas dos PCs, e na opinião da IDC, a Microsoft deve buscar algum tipo de solução para atrair o consumidor, ou corre o sério risco de perder mais clientes para os tablets e smartphones. E o estudo nem leva em conta a Apple, que por sua vez também registrou queda em suas vendas, por algum motivo que não ficou muito claro no estudo.

Para ler o estudo completo do IDC, clique aqui.

Rumor: a Dell pode ser vendida em breve

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Por enquanto, são apenas rumores, já que esse tipo de negociação (quando elas acontecem) sempre é conduzida em segredo máximo. Porém, uma fonte anônima revelou ao Bloomberg que a Dell pode estar a venda, já que tudo indica que a empresa estaria em negociações avançadas para ser adquirida por empresas de capital privado, o que indica que eles não conseguiram solucionar todos os problemas do passado.

Se a notícia se concretizar, estaremos diante de mais uma empresa que se tornou uma vítima da “era pós-PC”. Essa mudança faz com que muitas empresas que não conseguem se reinventar simplesmente sucumbam ao poder do novo mercado mobile. A grande maioria dos negócios da Dell está focado nos PCs e seus derivados, obtendo vendas muito boas em seus notebooks e desktops. Porém, a realidade atual é que os consumidores preferem comprar outros tipos de dispositivos que, na maioria dos casos, atendem as necessidades dos usuários, mas que custam bem menos que um PC.

Hoje, as pessoas que compram um PC o fazem porque precisam, ou porque não resta outra solução, ou necessitam dele apenas para trabalhar. Mas a grande maioria do segmento de eletrônicos de consumo passou do PC para outros tipos de dispositivos, como smartphones e tablets, que hoje são os mais cobiçados na época natalina. Além disso, são muitos negócios que ainda usam os PCs antigos (com mais de 5 anos de vida), mas ninguém quer um tablet ou smartphone antigo.

Para responder a essa mudança de comportamento, a Dell investiu milhões de dólares para oferecer produtos que ficaram de foram do segmento de PCs e derivamos, mas não podemos dizer que esses esforços foram suficientes. Se você visitar a página oficial da empresa, vai constatar que o que domina por lá são os ultraportáteis, que por sua vez não estão com vendas muito promissoras.

Vamos ver onde esses rumores vão resultar. Segundo informa as tais fontes anônimas, as negociações podem não resultar em uma venda, já que as empresas compradoras poderiam ter problemas para reunir o capital necessário para finalizar a negociação. Por outro lado, se o negócio se concretizar, esta pode ser a maior compra de uma empresa de tecnologia desde 2007, e a maior na indústria dos computadores desde 2002, quando a HP comprou a Compaq.

Concurso Cultural da Kingston no Facebook: uma boa história rende um PC turbinado

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A Kingston publicou em sua página do HyperX Brasil no Facebook um concurso cultural relâmpago, onde os internautas tem até a próxima sexta-feira (amanhã, 14 de dezembro) para contar na fanpage HyperX Brasil uma grande história. Na verdade, a melhor história que sua mente pode criar.

Para concorrer, o internauta deve responder a pergunta: “Qual a melhor memória gamer que você tem com um(a) amigo(a)?” A melhor história será contemplada com um PC equipado com memória RAM, unidade SSD e cooler da linha Kingston HyperX, além de um kit com memória e SSD HyperX para o seu amigo.

Mas é melhor correr! Acesse o link da promoção Natal HyperX, faça a inscrição e conte a sua história. As respostas poderão ser enviadas na fanpage do HyperX Brasil até as 23h59 (horário de verão de Brasília) de amanhã, 14 de dezembro.

Via Assessoria de Imprensa – Kingston Brasil

Paul Allen gosta do Windows 8. Bem, exceto por algumas coisas…

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Paul Allen, co-fundador da Microsoft ao lado de Bill Gates, é outro que está testando de forma antecipada a versão final do Windows 8, e está gostando do que está vendo. Não de forma tão entusiasmada quanto o seu colega de fundação de empresa, detectando algumas características que ele mesmo descreve como “intrigantes” no novo sistema.

O Windows 8 chegará ao mercado no final do mês de outubro, e apesar de sua baixa adoção junto aos usuários (em versão prévia), o novo sistema traz como principal novidade ser o primeiro a contar com duas interfaces de usuário, e um modo específico para interagir com as tela sensíveis ao toque. A antiga interface Metro, que hoje se chama “Windows 8 Style” é voltada para os tablets, enquanto que a interface mais tradicional é pensada para os PCs convencionais.

Allen descreve o seu ponto de vista em um post no seu blog pessoal, com uma análise bem completa do Windows 8, incluindo capturas de telas e dicas para ajudar os usuários a personalizarem os seus dispositivos com determinadas características. O que ele conclui é que o sistema é “muito simples e ágil”, e que as características na interface pensada para os tablets são “ousadas e inovadoras”.

Por outro lado, Allen observa que pode ser confuso para os usuários lidarem com duas interfaces tão diferentes, principalmente pelo fato de um mesmo aplicativo se apresentar de forma bem diferente nas duas interfaces, como é o caso do Internet Explorer, que pode ser aberto e executado simultaneamente nos dois ambientes. Exemplo: se você abre o IE no tablet, e vai para o desktop, ao ligar, a seção do navegador é iniciada, ficando no mesmo ponto da seção de navegação que você interrompeu no tablet.

Palavras de Paul Allen:

“O Windows 8 certamente vai exigir um breve período de adaptação para que os usuários se familiarizem como novo sistema operacional, e se sintam confortáveis com os dois modos de interface de usuário”.

Por um lado, o Windows não permite que os usuários iniciem os seus sistemas com o ambiente de trabalho como o modo de exibição padrão de sua preferência, algo que, no entendimento de Allen, deveria ser uma opção do usuário. Ou seja, o Windows 8 sempre vai iniciar no modo “Windows 8 Style”, com a sua interface pensada nos tablets, e não com a interface que eles já estavam acostumados. Além disso, a nova barra “Charms”, que oferece acesso a alguns recursos importantes, como configurações de pesquisa, não é tão simples de ser utilizada, e os usuários iniciantes terão dificuldades em utilizá-la.

O que Paul Allen descreve como mais “intrigante” foi o ajuste aos novos recursos a partir da visão de um usuário de desktop tradicional. Por exemplo, ele teve dificuldades em usar o Windows 8 com múltiplos monitores e, às vezes, o sistema simplesmente alternava entre os dois modos de uso em momentos indesejados. “Pessoalmente, eu quase sempre prefiro que o Windows me deixe escolher qual o modo que quero usar”, alerta Allen.

Porém, Allen informa que os usuários de dekstops mais experientes, ou que pegam rapidamente as mudanças em diferentes versões de sistemas operacionais, vão pegar o jeito do Windows 8 rapidamente. Além disso, ele observa que o Windows 8 nos tablets é um sistema muito elegante, com respostas rápidas, e que pode sim bater de frente com os demais tablets disponíveis no mercado.

“Estou confiante que o Windows 8 pode oferecer o melhor dos recursos herdados do sistema Windows, com um olhar para um futuro muito promissor”.

Via CNET

A televisão já é mais usada para ver vídeos online que os computadores

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A visão futurista das empresas de tecnologia em transformarem a televisão em mais um dispositivo que pode exibir conteúdos por streaming pode finalmente se tornar realidade. O NPD Group apresentou nessa quinta-feira (27) que as TVs jã são “a tela principal para os usuários assistirem conteúdos de vídeos na web, tanto gratuitos quanto pagos”, ultrapassando os computadores pela primeira vez.

De acordo com a última pesquisa da NPD, 45% dos consumidores norte-americanos estão utilizando a televisão como sua principal tela para ver o conteúdo de vídeos da internet, enquanto que apenas 31% dos consumidores afirmam que usam o computador (desktop ou notebook) como tela principal para os seus vídeos.

Esses números mostram o quanto que os usuários não só compraram mesmo a ideia de trocar a programação tradicional da TV aberta ou TV paga, mas que também está comprando equipamentos para tornar esse entretenimento o mais confortável possível para os usuários.

Os números são praticamente uma reversão perfeita, se comparados com os dados do último estudo, quando a NPD revelou que 48% dos norte-americanos usavam de forma prioritária os PCs para ver vídeos, enquanto que apenas 33% usavam os televisores como tela principal. E, como já era de se esperar, o Netflix é o mais popular serviço de streaming online do mercado, e o principal incentivo para as pessoas migrarem dos PCs para as TVs. 40% dos entrevistados afirmam que usam suas TVs conectadas para ver vídeos do Neflix. 12% acessam o HuluPlus e 4% se conectam ao Vudu.

E você, leitor do TargetHD? Onde você costuma ver os seus vídeos online? Diante do PC? Ou na TV, no conforto da sala de sua casa?

Via BGR.com

PCs alcançam um nível de satisfação recorde com os consumidores, com uma ajuda dos tablets

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Diante da popularidade dos tables, os computadores pessoais, de forma quase que surpreendente, tiveram um aumento de satisfação por parte dos seus usuários ao longo do último mês, de acordo com um relatório divulgado pela American Customer Satisfaction Index.

Colocando em um mesmo grupo os dekstops, laptops e tablets em um mesmo grupo denominado “computadores pessoais”, o estudo da ACSI conclui que o índice de satisfação desse conjunto de produtos nos Estados Unidos é de 80, em um índice que vai até 100. Esse é um aumento de 2.6%, se comparado ao mesmo estudo realizado nos anos de 2011 e 2010. O estudo gera uma certa controvérsia, pois muitos não consideram que tablets podem entrar na categoria de PCs, mas vale lembrar que o iPad é um dos principais responsáveis por esse aumento de satisfação, mesmo porque o grupo de compradores também é aquele que pensa em ou adquirir o seu primeiro computador pessoal, ou que deseja substituir o seu desktop pelo tablet da Apple.

O estudo também mostra que a menor demanda nos computadores desktops acontece em conjunção com o aumento constante dos usuários nos computadores menores e portáteis, principalmente nos produtos ultrafinos e ultraleves, como são os tablets e os ultrabooks. Logo, os números do estudo, mesmo que contraditórios, são considerados válidos (em partes), pois essencialmente é o mesmo público que antes era usuários de computadores para a casa e o escritório. Resumindo: o mercado de tablets aumenta, e a satisfação do usuário pelo seu “computador pessoal” também aumenta, de forma proporcional.

Então, por que o estudo incluiu os tablets dentro da categoria de PCs em um estudo de satisfação? Segundo um porta-voz da ACSI, uma das perguntas feitas aos entrevistados foi “vocês compraram um computador nos últimos três anos? Se sim, DE QUE TIPO?”. Desse modo, os consumidores acabaram incluindo nas respostas os tablets como um dos tipos de PCs adquiridos, o que fez com que o instituto de pesquisa o incluísse nessa categoria de produto.

Entre os fabricantes, a Apple segue liderando o ranking de satisfação, com uma porcentagem de 86% de clientes satisfeitos. Na sequência, aparecem a Dell, a Acer, a HP e a Toshiba. O iPad segue no topo entre os produtos, com uma pequena queda no seu índice, em contraste a um pequeno aumento dos computadores com o sistema Windows.

Via CNET

7.8 milhões de computadores foram vendidos no Brasil no primeiro semestre de 2012, diz IDC

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Apesar de registrar um crescimento de 2% em relação ao mesmo período do ano passado, o mercado de vendas de PCs no Brasil mostra sinais de desaceleração de vendas durante o primeiro semestre de 2012. Segundo o estudo Brazil Quarterly PC Tracker, realizado pela IDC, foram vendidos nos primeiros seis meses do ano o total de 7.8 milhões de computadores no país.

As previsões realizadas no início de 2012 registravam um crescimento de vendas de 7% para o mesmo período, e o Brasil foi o país que registrou o pior crescimento entre os países membros do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). Na Rússia, o aumento das vendas de PCs foi de 37%; na Índia, 9%, e na China, 3%. O motivo para um índice tão baixo de aumento das vendas foram as dificuldades econômicas enfrentadas pelo setor de bens de consumo e segmento de informática. Segundo Attila Belavary, analista do IDC Brasil, as empresas estão mais inseguras em fazer novos investimentos por causa da crise internacional, além de uma certa instabilidade na confiança do consumidor brasileiro em adquirir novos produtos de informática.

No primeiro semestre de 2012, 45% das vendas foram de desktops, e 55% foram de notebooks (nesse grupo, o estudo inclui netbooks, ultrabooks, notebooks e ultraportáteis), mostrando que cada vez mais o usuário brasileiro está interessado na portabilidade do notebook, enquanto que as empresas ainda preferem a segurança e performance dos desktops. 27% das vendas do semestre foram destinadas ao segmento corporativo, 67% são vendas para usuários domésticos, e 6% foram para instituições educacionais e órgãos do governo.

O IDC Brasil ainda prevê que as vendas para 2012 devem crescer 8% em relação aos números registrados em 2011, com um total de 17.2 milhões de PCs vendidos. Inicialmente, essa taxa de crescimento foi prevista para 13%, mas foi reduzida, para se ajustar ao cenário apresentado no primeiro semestre. ”Apesar da expectativa otimista para o segundo semestre, que contará com um aumento de notebooks ultrafinos produzidos localmente e o lançamento do Windows 8, o cenário mundial de instabilidade econômica dificulta maiores crescimentos para toda a indústria”, completa Belavary.

Via Assessoria de Imprensa – IDC Brasil