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Microsoft admite que o PC eclipsou os consoles

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Albert Penello, diretor sênior de gestão e planejamento de produto da divisão Xbox, reconheceu abertamente em uma entrevista recente que o PC eclipsou os consoles.

“Nos últimos cinco anos, houve um verdadeiro renascimento dos games no PC, e isso aconteceu graças à NVIDIA e AMD, que investem em maximizar o desempenho nos modelos top de linha, ao ponto que os PCs eclipsaram os consoles mais do que nunca. De fato, antes os consoles lideravam, e os PCs levavam um tempo para chegar no mesmo nível”. 

Penello tem razão, mas é interessante observar também o tema do desenvolvimento centrado nos consoles, e em como e lastra o correto aproveitamento do PC, e das adaptações mal finalizadas. Um exemplo que surpreende (negativamente) é o de Quantum Break, jogo distribuído pela Microsoft Studios como exclusivo para Xbox One e PC.

De qualquer forma, temos que reconhecer que o Xbox 360 e o PS3 também deram sinais de esgotamento com o lançamento das placas GTX 200 e Radeon HD 4000 entre 2008 e 2009. A adaptação do primeiro Crysis é um exemplo claro do que estamos falando.

 

 

Via TweakTown

Você já pode usar o Android Marshmallow em um PC

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O projeto Android-x86 se mostrou como uma excelente opção para utilizar a plataforma móvel da Google em computadores, e por conta de seus últimos avanços já é possível instalar o Android Marshmallow em um PC com arquitetura x86.

A primeira build Release Canditate do sistema operacional já está disponível, e foi desenvolvida para funcionar sem problemas em quase qualquer processador x86, tanto de 32 bits como de 64 bits. É preciso levar em consideração que, apesar de estar bem avançada, ela não é perfeita, e ainda apresenta erros menores, especialmente na hora de ativar o modo de suspensão e em algumas situações específicas com a Google Play Services.

Mesmo assim, o suporte em geral é muito bom, já que é compatível com UEFI e OpenGL ES 3.x em equipamentos com placas gráficas AMD e NVIDIA. Também não apresenta problemas em aproveitar características e funções importantes como WiFi, Bluetooth, Ethernet, multitouch, som e câmera.

Vale lembrar que não estamos diante de um sistema de emulação, que permite a execução do Android Marshmallow com o Windows como plano de fundo/sistema operacional principal, mas sim um sistema operacional completo e independente, cuja instalação acontece de forma bem simples, com um processo similar às distribuições mais populares do Linux, como é o caso do Ubuntu.

Para quem quer testar o Android x86 em uma partição do seu computador, acesse o site do projeto, e você vai encontrar todas as informações necessárias, além de dois links para fazer o download da imagem do sistema operacional.

IDC: Windows 10 grátis penaliza vendas de PCs

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O Windows 10 “de graça” (programa de atualização gratuita em equipamentos com Windows 7 e Windows 8.1) está desacelerando as vendas de computadores pessoais. É o que mostra um relatório da IDC, que rebaixou ainda mais as previsões futuras das vendas do setor.

As vendas de PCs devem cair 7,3% em 2016, dois pontos abaixo do estimado inicialmente. Em 2017, o mercado vai cair mais 1,6%, e só debe se estabilizar em 2018. A IDC indica o Windows 10 de graça como um dos motivos, além da desaceleração do ciclo médio de atualização dos equipamentos, que passou de quatro para seis anos, de acordo com a Intel.

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O modelo de “software como serviço” adotado pela Microsoft para o Windows 10, com atualização gratuita incluída, era uma bomba relógio na questão das vendas de novos equipamentos. Alguns analistas qualificaram de “experimento arriscado”, e outros pensaram diretamente que seria prejudicial para o ecossistema de PCs, já que não estimularia a compra de novos equipamentos, como aconteceu no lançamento das versões anteriores do Windows.

Não está no fato do Windows 10 ser melhor ou pior. São os seus baixos requisitos de hardware e sua gratuidade permite atualizar os equipamentos sem a necessidade de uma renovação completa, ou no máximo trocando alguns componentes. É claro que nem tudo é culpa disso, já que as vendas de PCs vem caindo antes do seu lançamento: a IDC também cita os motivos econômicos.

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As previsões são muito pessimistas, e a estagnação prevista no final de 2015 não é vista, com uma nova forte queda em 2016 e queda menor em 2017. Esse descenso só seria interrompido em 2018 e, mesmo assim, não em todos os segmentos: os desktops devem registrar quedas nas vendas até 2020.

Via IDC

Cinco mitos sobre o PC que não abandonamos

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Incrível como estamos em 2016, alguns dos grandes mitos sobre o PC continuam vivos, e por décadas. O pior de tudo é que tudo indica que eles não vão desaparecer a curto prazo.

Os mitos se mantém e, em alguns casos, foram exagerados a ponto de quase perderem o pouco sentido original, ficando relegados a um absurdo que ainda tem força enter as pessoas. Esse post tem como objetivo desmentir cinco desses mitos sobre o PC. Alguns provavelmente são muitos conhecidos. Outros, nem tanto. Mas todos ainda muito utilizados pelos leigos.

 

1. Jogar no PC é caro

Não. Jogar no PC não só não é caro, como que a médio prazo é mais barato que nos consoles.

Primeiro: você não precisa pagar R$ 2.500 em um PC para um bom desempenho nos jogos. É possível ter um bom notebook por pelo menos R$ 1.000 a menos. Também leve em consideração que um console não inclui a TV e alto-falantes, e no PC não precisamos recorrer a um sistema operacional pago para jogar. Basta ter uma licença antiga do Windows que não seja OEM para seguir utilizando o software em um novo equipamento.

Por outro lado, leve em conta o preço dos jogos. Várias lojas vendem jogos para PC no formato digital com preços muito baixos, sem falar nos packs disponíveis na web que oferecem uma economia muito maior. Tudo isso pode gerar uma economia a médio prazo muito grande.

 

2. Seu PC está ruim porque tem vírus

Outro mito muito comum, talvez um dos mais utilizados. Um PC pode ter funcionamento ruim por causa de malwares, e isso é bem óbvio. Porém, a frase é utilizada com muita frequência, inclusive com pessoas com algum tipo de formação em informática.

Vi vários casos onde essa frase foi usada para deixar uma reparação mais cara, com uma formatação o reinstalação de softwares. Logo, é preciso ter claro que nem sempre um vírus é o culpado pelo mau desempenho. Em muitos casos, a culpa é do próprio usuário que instalou programas que geram conflitos de algum tipo, ou pela instalação de aplicativos ou adicionais que consomem recursos, ou até por excesso de sujeira na torre e problemas com excesso de temperatura.

 

3. É ruim ter muita RAM ocupada

Quando a memória é ocupada normalmente, por aplicativos que utilizamos de forma voluntária, o mito se torna um absurdo total.

A RAM existe para ser utilizada (sem ser extremista), e ter uma grande quantidade dela vazia é o mesmo que ter um recurso desaproveitado. Quando alguma coisa está ocupando a RAM mas não está em uso em primeiro plano, temos uma situação onde podemos recuperá-la rapidamente, sem a necessidade de voltar a abrir o aplicativo.

Ou seja, se esvaziamos constantemente a RAM, temos que voltar a carregar muitos aplicativos que poderiam ficar em segundo plano. Isso faz com que o processador tenha que voltar a trabalhar, afetando negativamente o desempenho geral do equipamento.

 

4. É preciso desligar o PC

Diferente do que muitos acreditam, você não precisa desligar e ligar o PC por um determinado período, principalmente se o equipamento não é muito antigo (aproximadamente 10 anos). Obviamente, isso não quer dizer que você vai deixar o computador ligado a noite toda, mas existe a opção de suspender o computador, que é algo bem interessante.

Não confunda hibernação com suspensão. Na segunda opção, o sistema fica em um estado onde ele apenas consome energia, e todos os programas abertos ficam ativos na RAM. Ou seja, quando retornar ao estado de funcionamento, não haverá processos de gravação no disco, o que é muito bem vindo para quem tem uma SSD instalada.

Já a hibernação utiliza menos energia, além de realizar operações de gravação em proporção à RAM ocupada. De um modo geral, recomendamos a suspensão, principalmente no caso de longas jornadas de trabalho, facilitando a retomada da seção no dia seguinte.

 

5. É preciso trocar de PC a cada ano

Ou de forma constante, o que nos dois casos o mito é quase o mesmo que dizer que ter um PC é caro, tendo o mesmo fundo econômico. Isso é falso em todos os casos de uso possível.

Se você compra um PC para os games com componentes novos e fez um investimento minimamente razoável, não terá que trocar nada em pelo menos três ou quatro anos. Por exemplo, quem comprou um PC de linha média em 2013, com processador Core i5 ou AMD FX, 8 GB de RAM e gráficos Radeon HD 7870, tem um equipamento que funciona muito bem em 2016.

Se olharmos para os equipamentos multimídia ou de escritório, para tarefas menos exigentes, é fácil encontrarmos PCs com 10 anos ou mais de vida, e perfeitamente viáveis nos dias de hoje.

Logo, a necessidade de renovação a cada ano não tem sentido. Mas devemos ter em conta que é possível que alguns se deixem levar por essa “necessidade” de ter sempre o que é considerado o top de linha, mas é algo que não tem nada a ver com a obrigatoriedade que o mito quer passar.

Mercado de PC desmorona, com as menores vendas desde 2007

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O mercado de PC não consegue se recuperar. Pelo contrário: suas vendas desmoronaram no primeiro trimestre de 2016.

A Gartner estima que o número total de PCs vendidos no período foi de 64.8 milhões de unidades, uma queda de 9.6% em um ano, seguindo com o sangramento de 2015, que registrou um recorde negativo de vendas. É o pior resultado registrado para um primeiro trimestre desde que as vendas de PCs caíram para abaixo dos 65 milhões de unidades no mesmo período em 2007. Também é o sexto trimestre consecutivo de quedas.

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Os dados do IDC são ainda piores, mas vale observar que a empresa usa uma métrica diferente, e não inclui nas vendas os dispositivos 2 em 1 (Surface Pro 4, Surface Book, iPad Pro ou Pixel C), que é o segmento que mais vende hoje. Dito isso, a queda foi de 11.5%.

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Os motivos para a queda nas vendas de PCs

A crise econômica em algumas regiões do planeta ou a forte alta do dólar diante das principais moedas são elementos que estão impactando as vendas de computadores pessoais. O aumento de preço de toda a tecnologia é mais um fator que explica a queda nas vendas.

Também não podemos nos esquecer que vivemos a era da mobilidade, colocando o PC clássico para concorrer com outros formatos computacionais como smartphones e tablets, ainda que para uma boa parte dos usuários o PC clássico continue a ser o seu principal equipamento informático.

As consultorias explicam que o lançamento do Windows 10 teve até agora um impacto mínimo nas vendas, diferente do que acontecia antes a cada nova versão lançada do sistema operacional. Isso acontece por conta da gratuidade da atualização a partir do Windows 7 e Windows 8.1 e seus requisitos de hardware mais modestos.

Vendo o aumento de cota do Windows 10, tudo indica que os usuários estão optando por atualizar os seus computadores atuais para o novo sistema da Microsoft do que comprar novos equipamentos.

 

O mercado de PC em 2016

Mesmo com o cenário desolador, as duas consultorias enxergam sinais de estabilização ao longo do ano, com previsão de aumento de vendas especialmente no mercado empresarial, depois dos programas de migração para o Windows 10 esperados para o final de 2016.

Também se prevê melhoras no mercado educacional e o interesse por segmentos como os mini-PCs, os PCs para games com a realidade virtual como plano de fundo e os atraentes computadores 2 em 1 conversíveis. Tudo isso deve ajudar a estancar o sangramento nas vendas que já dura alguns anos.

Alem disso, a venda de componentes, periféricos e acessórios que não se contam na lista de novos equipamentos podem ser um aporte de receita muito importante para todo o setor. Não há dados precisos, mas acredita-se que esse segmento está melhorando à medida que os usuários atualizam os seus equipamentos, substituindo discos rígidos por SSDs, aumentando a quantidade de RAM, melhorando a placa gráfica ou adquirindo um novo monitor.

Xbox One terá cross-network com PC e outros consoles

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Chris Charla, diretora da plataforma Xbox, confirmou durante o evento para desenvolvedores ID@Xbox que o Xbox One vai receber em breve o cross-network, permitindo a realização de partidas entre jogadores de PC e até de outras plataformas.

A ideia consiste em interconectar as redes das diferentes plataformas, para cruzar jogadores em uma mesma partida, independente dessa plataforma. Um dos primeiros jogos a fazer uso da nova funcionalidade é Rocket League (Psyonix), e apesar de garantirem o cruzamento entre Xbox One e PC, as demais redes estão convidadas a participar, de modo que precisamos ver o que a Sony pensa a respeito disso.

Pode ser que essa função não chame muita a atenção de alugns, mas é sem dúvida um movimento que podem melhorar e muito as partidas multiplayer. Se você está temendo encontra gamers com mouse e teclado em jogos de primeira pessoa, sempre é possível selecionar exclusivamente os jogadores do Xbox One.

Via Xbox

Dell completa primeiro ano na liderança do mercado brasileiro de PCs

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A Dell conquistou a liderança no mercado brasileiro de PCs, com 18,4% de todas as unidades vendidas pela indústria durante 2015, de acordo o Brazil PC Tracker 2015Q4, divulgado pela consultoria IDC Brasil.

A empresa é líder pela primeira vez na soma anual do mercado, a marca também registrou nos três últimos meses do ano sua maior participação no segmento brasileiro de computadores em um trimestre, com 21,3% dos equipamentos comercializados pelo setor no período. De acordo com o relatório da IDC, no último trimestre de 2015 (outubro a dezembro) a Dell assumiu, pela primeira vez, a liderança nas vendas no segmento de monitores (sem a função TV) no Brasil, concentrando 25% de todas as unidades vendidas no país durante o período e saltando da terceira para a primeira colocação.

O desempenho da Dell no mercado brasileiro, que saltou da terceira para a primeira posição nas vendas de PCs no Brasil – entre janeiro de 2014 e 2015 – significa uma resposta positiva do mercado à estratégia da empresa, baseada na construção de um portfólio completo e adequado às necessidades dos clientes. Além do foco na qualidade dos produtos e serviços, o período também foi marcado por expansão dos canais de venda e a continuidade da integração da oferta de PCs como parte da linha de soluções de ponta-a-ponta.

Atualmente, a Dell também mantém a liderança em outros segmentos-chave no Brasil, seguindo sua estratégia de posicionar-se como uma fornecedora de soluções completas de TI. Entre os destaques, há dez anos a marca tem sido uma das protagonistas no setor de servidores no país, assim como concentra o maior volume de vendas de storage abaixo de US$ 150 mil.

Mercado brasileiro de PCs sofre queda de 36% nas vendas em 2015

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Segundo dados do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil, foram vendidos 6,6 milhões de computadores de janeiro a dezembro, o que representa uma queda de 36% na comparação com 2014.

Desde total, 2,6 milhões foram desktops (queda de 36%) e 4 milhões foram notebooks (também queda de 36%), sendo 32% comercializados para o mercado corporativo e 68% para o consumidor final. 2015 foi o pior ano nas vendas de computadores desde 2005, quando o país comercializou quase a mesma quantidade de máquinas, porém se tratava de um mercado novo, que estava em ascensão.

O ano passado foi um período de altas frequentes do dólar e das taxas de desemprego e o país enfrentou um momento político-econômico cheio de conturbações. Isso refletiu diretamente na decisão de compra dos consumidores. Enquanto o mercado apontou queda nas unidades vendidas, a receita caiu apenas 13%.

Em 2014, um computador custava, em média, R$ 1694. No ano passado, este valor foi para R$ 2323, um aumento médio de 37%. O consumidor brasileiro está mais exigente e prefere equipamentos mais robustos, e os fabricantes, por sua vez, não conseguem oferecer máquinas mais potentes por preços mais baixos.

O estudo da IDC Brasil também mostra que entre os meses de outubro e dezembro de 2015 foram vendidos 1,4 milhão de computadores no país, sendo 531 mil desktops (queda de 45% na comparação com 2014) e 847 mil notebooks (queda de 50% na comparação com 2014). Deste total, 65% foram destinados aos consumidores finais e 35% ao mercado corporativo.

A tendência é que a retração no mercado de PCs se repita em 2016, com uma queda de 18% em unidades, e um crescimento de 20% no valor médio. Com o fim da Lei do Bem, os preços dos computadores devem ficar pelo menos 10% mais altos em comparação com o ano passado.

Intel mostra smartphone Android convertido em PC com Ubuntu

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A Intel mostrou na MWC 2016 de Barcelona um smartphone Android que se transforma em um PC com Ubuntu quando conectado a uma tela externa.

A Intel denomina a função como “Big Screen Experience”, e é outra mostra de convergência de plataformas móveis para outros formatos. Para isso, eles utilizaram sua plataforma “Sofia” sobre um smartphone com sistema operacional Android, processador Atom x3, 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento. O modelo está modificado para dar suporte a uma tela externa, e com a ajuda de um teclado e mouse, transformá-lo em uma experiência de desktop Linux.

O núcleo Linux utilizado pelo Android favorece a convergência, já que o sistema de arquivos dos dois sistemas é idêntico, mantendo assim o smartphone plenamente funcional. O ambiente multi-tarefas, a interação com aspectos de produtividade e funcionalidades básicas rodam sem problemas em uma plataforma com hardware básico.

A Intel está lançando a ideia para os fabricantes parceiros, que pode se concretizar como algo prático para o futuro. O chip que gerencia tudo isso está pronto para produção imediata. É parte da estratégia da empresa em ampliar a sua presença no mercado mobile.

Via The Register

O PC segue como protagonista na indústria dos videogames

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Um relatório da SuperData revela que os PCs ainda são os dispositivos com maior relevância no mudo dos videogames. Diferente do que muitos imaginavam (acreditando que as pessoas agora jogam mais nos smartphones), o consumo do PC supera de longe tanto os consoles tradicionais como os onipresentes dispositivos móveis.

O estudo mostra como os PCs para videogames “estão supervalorizados”. Diferente do que possa parecer, o protagonismo nas plataformas móveis não é tão evidente, uma vez que os lucros da indústria dos videogames com os PCs são muito maiores, e em 2015 alcançaram os US$ 32 bilhões, contra US$ 25 bilhões arrecadados pelos games móveis.

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Na verdade, as estimativas dos PCs estão até pessimistas, porque não levam em conta as vendas de videogames nas lojas. Pode ser que as vendas sejam marginais, mas nos smartphones são praticamente inexistentes. As coisas são ainda mais chamativas se comparamos essas duas plataformas com os consoles.

Os lucros totais dos 10 jogos mais vendidos nos consoles alcançaram a marca de US$ 2.1 bilhões em 2015, ficando bem longe dos US$ 6.3 bilhões dos 10 jogos mais vendidos no PC, contra US$ 6.18 bilhões dos 10 jogos mais vendidos nas plataformas móveis.

É claro que, em um determinado momento, os dispositivos móveis vão assumir o protagonismo do mercado dos games. Mas até lá, a situação dos PCs segue sendo excelente nesse segmento.

Via ArsTechnicaSuperData

Queda recorde no último trimestre fecha um 2015 desastroso para o mercado de PC

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2015 foi um ano para esquecer no mercado de PCs, com uma queda recorde no último trimestre, de aproximadamente 10%.

Com os dados dos trimestres anteriores e as previsões para o último ano, era de se esperar que o mercado de PCs fecharia um dos seus priores anos de sua história, mas também se esperava uma recuperação por conta das vendas de natal, que poderiam limitar um pouco essa queda nas vendas. E não foi isso o que aconteceu.

A Gartner calcula que foram enviados 75.7 milhões de equipamentos durante o quarto trimestre de 2015, 8.3% a menos que no mesmo período em 2014. O IDC é mais pessimista, com 71.9 milhões de unidades, 10.6% a menos que o registrado no mesmo período no ano anterior. Pela primeira vez em muitos anos, as vendas anuais de PCs ficaram abaixo das 300 milhões de unidades comercializadas.

Lenovo, HP, Dell, ASUS e Apple seguem sendo as cinco maiores vendedoras do setor, de acordo com Gartner e IDC. Com exceção da Apple, todas registraram quedas nas vendas. Todas as regiões mundiais acompanharam essa queda, especialmente no Japão e na América Latina, com quedas acima dos 10%.

A queda nas vendas do mercado de PCs se arrasta nos últimos anos, em uma tendência de sangramento brutal, que deve ter alcançado o seu piso em 2015. A crise econômica em algumas regiões do planeta e a grande alta do dólar estão impactando as vendas de computadores pessoais, aumentando o preço de todo o setor de tecnologia, e explicam em partes as quedas nas vendas.

Também não podemos nos esquecer da entrada da era da mobilidade, que colocou os PCs para competir com tablets e smartphones, mesmo que para uma boa parcela de usuários o PC ainda é o principal equipamento informático.

Por fim, as consultoras explicam que o lançamento do Windows 10 teve (até agora) um impacto mínimo nas vendas, diferente do que estava acontecendo em geral com cada novo lançamento do sistema operacional da Microsoft. Isso se explica diante da gratuidade do sistema para atualizações a partir do Windows 7 e Windows 8.1, e o seu nível de requisitos de hardware.

Os usuários estão optando por atualizar os seus PCs atuais para o Windows 10 do que comprar novos equipamentos. O atraso das grandes migrações empresariais que persiste desde o lançamento do Windows 8 fecha o círculo de explicações da queda do mercado de PCs.

O PC não está morto, e os analistas conseguem ver uma luz no fim do túnel. A Gartner prevê sinais de estabilização e crescimento para o futuro, com uma recuperação do mercado em 2016. A IDC segue essa linha otimista, e mesmo não recuperando os números dos melhores anos, ao menos pode frear a queda, impulsionando o setor através de novos formatos de computadores.

IDC Brasil: mercado de PCs tem a maior queda dos últimos 10 anos

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O terceiro trimestre de 2015, período em que normalmente o mercado de PCs é bastante aquecido, foi extremamente negativo. É o que conclui o estudo IDC Brazil PCs Tracker Q3, da IDC Brasi.

Entre os meses de julho e setembro, apenas 1,6 milhão de computadores foram comercializados, 37% a menos do no mesmo período de 2014. Esse é o pior desempenho trimestral em volume de vendas da última década. Do total de equipamentos vendidos, 993 mil foram notebooks e 607 mil desktops.

O resultado de vendas está de acordo as projeções da IDC e reflete a situação econômica e política do país, com uma queda na receita de 7% frente ao mesmo período de 2014. Mesmo vendendo menos, o ticket médio ficou em R$ 2.341, o que representa um acréscimo de 49% de um ano para cá.

Até 2o12, o PC era praticamente o único equipamento que permitia acesso à internet. Hoje temos outros dispositivos e a vida útil das máquinas praticamente dobrou. Há muitos computadores com melhores especificações técnicas , e isso faz com que a troca seja postergada.

Sobre a Black Friday, vários fabricantes não participaram, com uma adesão mais baixa que a dos últimos anos. Alguns fabricantes sequer promoveram ações junto aos varejistas. As vendas foram positivas, porém, não ajudaram a recuperar o desempenho.

Até o final do ano, a IDC Brasil projeta queda de 37% nas vendas (com 6.5 milhões de PCs vendidos), alta de 39% no ticket médio e queda de aproximadamente 12% na receita. Em relação a 2016, o mercado será diretamente impactado por conta do fim da Lei do Bem.

Sony confirma o Remote Play, o streaming do PS4 em PC e Mac

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Executar um jogo do PS4 via streaming em um PC com Windows ou Mac OS X será possível de forma oficial no futuro via Remote Play. A Sony confirmou a funcionalidade, já anunciada por um desenvolvedor a alguns dias, que revelou um aplicativo extra-oficial para a funcionalidade, o que confirmou o desenvolvimento de um aplicativo oficial.

A ideia da Sony é responder a estratégia da Microsoft com o Xbox One, que tem no Windows 10 o elemento unificador. O PS3 e o PS4 já contam com essa função utilizando dispositivos próprios (PS Vita, Smart TVs da Sony e smartphones Xperia).

Sua chegada oficial ao PC e Mac abre novas possibilidades, permitindo rodar jogos do PS4 de forma remota e em streaming em um computador pessoal. Por enquanto, Shuhei Yoshida só revelou que a Sony trabalha em um aplicativo oficial, mas não anunciou datas de lançamento, ou se a funcionalidade será gratuita.

Via Shuhei Yoshida (Twitter)

Microsoft não descarta jogos do Xbox 360 no PC

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Em novembro, a retrocompatibilidade chega ao Xbox One, movimento que é bem recebido e com um impacto positivo, aumentando as possibilidades e o atrativo do console da Microsoft. Porém, mais interessante pode ser a ideia de colocar os jogos do Xbox 360 no PC.

Phil Spencer, chefe da divisão do Xbox, disse em sua participação na Brasil Game Show 2015 que “É algo que quero fazer. É uma questão de prioridades. Me encantaria ter a possibilidade de rodar jogos do Xbox 360 no PC, mas temos diferentes coisas para pensar e planejar. Porém, seria genial ter o suporte para os jogos originais do Xbox.”.

Os jogos do Xbox 360 no PC é uma ideia excelente, apoiada por muitos, mas que infelizmente não deve passar de um plano conceitual, Temos que ter paciência e esperar que a Microsoft materialize essa ideia.

Porém, isso não deve ser algo muito complicado. O Xbox One é quase um PC com Windows 10, ou seja, em teoria, quando a retrocompatibilidade estiver completa, pode ser mais fácil trabalhar na extensão dessa funcionalidade para o PC.

Via Neowin

Estudo mostra que games móveis são os preferidos para crianças e adolescentes

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Um estudo da NPD Group afirma que os games móveis são os favoritos para crianças e adolescentes entre 2 e 17 anos de idade. A partir dessa idade, a preferência fica com os games no PC ou consoles dedicados.

Os dados do estudo mostram que 63% das crianças e adolescentes jogam nos smartphones ou tablets, contra 60% que preferem os consoles, e 45% adeptos do PC. Os dados são de 2015, e comparados com os dados do mesmo estudo em 2013, o smartphone se mantém na liderança, enquanto que os tablets e os PCs/consoles registraram queda de uso.

O motivo para todas essas mudanças é o tempo maior que as crianças ficam jogando nos smartphones (6 horas por semana, em média). O estudo não determina o tamanho da amostra de entrevistados, mas garante que os dados foram obtidos através de uma pesquisa online com crianças e adolescentes entre 2 e 17 anos de idade.

A tendência parece ser clara: o maior uso dos smartphones e tablets pela sua facilidade e comodidade, a disponibilidade de jogos (gratuitos ou muito baratos), e pela mobilidade.

Via CNET

OEX lança Air Mouse para SmartTV, Android TV e PC

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Para garantir maior conforto e praticidade aos usuários que acessam a internet e a programação on demand na SmartTV, Android TV e PC, a OEX lança no mercado o Air Mouse CK103.

A novidade destaca-se pelo design compacto de controle remoto e por ser dois em um, funcionando como mouse e teclado. Com Air Mouse, os usuários ganham mais comodidade na hora de navegar pela internet, acessar e-mails, conversar com os amigos, ouvir músicas e ver vídeos na tela grande.

Air Mouse vem com USB nano e opera a até 10 metros de distância do receptor. Compacto e com toque suave, possui 56 teclas na disposição QWERTY e mede apenas 16x5x1,5 cm.  A novidade da OEX é compatível com Windows/Macintosh/Android/Linux e conta com alimentação através de 2 pilhas alcalinas AAA. O preço sugerido é de R$ 169,00 (valor médio para o consumidor e válido até o final de outubro de 2015).

ZOMBI é lançado para PC, Xbox One e PlayStation 4

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A Ubisoft lançou uma versão atualizada do aclamado jogo de terror e sobrevivência ZOMBI. Originalmente exclusivo de Wii U, ZOMBI agora está disponível para download no PlayStation 4, Xbox One e PC.

ZOMBI leva os jogadores a uma Londres infectada. A cidade está totalmente tomada por uma praga que transformou a população em monstros famintos em busca da carne fresca dos sobreviventes. Todas as mecânicas do game de tiro em primeira pessoa estão de volta, garantindo tensão ao jogador a todo momento. Vários pontos do jogo contaram com updates para as novas plataformas, como a adição de armas corpo-a-corpo, telas de carregamento mais rápidas, aperfeiçoamento do sistema de lanterna, além dos efeitos visuais, que também foram melhorados.

ZOMBI faz com que o jogador se sinta dentro de um universo apocalíptico e de autopreservação onde vale tudo para sobreviver aos ataques zumbis. O sentimento de suspense e opressão é constante, principalmente pelo fato de não existir nenhuma forma de pausar o jogo, até mesmo quando o jogador está com a janela do inventário aberta. Componente indispensável para a sobrevivência, a mochila carrega o inventário de ferramentas, mapas, armas e kits de primeiros socorros.

Outra mecânica existente em ZOMBI, que proporciona maior imersão e tensão ao jogador, é o sistema de permadeath, ou “morte definitiva”. Neste sistema, o jogador perde definitivamente o seu personagem e inventário quando morre, reaparecendo na pele de outro sobrevivente. E surge uma dúvida: os jogadores devem arriscar o confronto com o seu antigo personagem infectado para recuperar os pertences, ou abandonar o inventário perdido e recomeçar?

No Brasil, ZOMBI está disponível para download no PlayStation 4, Xbox One e PC por R$ 39,99.

 

Um simples celular pode roubar as informações de um PC não conectado na internet

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Um computador desconectado na internet, sem Bluetooth, ou qualquer outro tipo de conectividade não quer dizer que ele está livre do roubo de informações. Ajuda, mas não resolve. No passado, vimos como o calor pode ser uma vulnerabilidade nesse tipo de sistemas, ou como um smartphone com um receptor FM pode atuar com receptor de dados exibidos no monitor. Mas estas não são as únicas ameaças.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Ben-Gurion (Israel) elaborou um malware que, com a ajuda de um celular comum, pode interceptar informações vindas de computadores isolados. Eles utilizaram um Motorola C123, um celular tradicional e não um smartphone, que não conta com WiFi ou sequer 2G. A única conectividade aqui é a rede móvel GSM.

Para tudo funcionar, o computador precisa estar infectado por um malware específico. O smartphone, com um específico rootkit instalado e relativamente próximo ao computador vai atuar como receptor de rádio frequência, detectando os sinais eletromagnéticos gerados pelo equipamento. O método é excelente para interceptar pequenos fragmentos de dados.

O vídeo a seguir demonstra a técnica, onde é possível obter ma senha digitada no PC infectado.

O malware em questão é o GSMem, e é necessário que ele esteja no computador, já que ele induz um processo que amplifica os sinais eletromagnéticos gerados no bus de memória multicanal do equipamento, forçando a transferência da informação de forma simultânea em diferentes canais.

Ao fazer isso ao mesmo tempo, é detectado um aumento de sinal entre 0.1 e 0.15 dB, o que permite o recebimento sem problemas desses dados a partir de um telefone básico que está por perto. Dentro dessa amplitude, ele é capaz de saber se é um ‘1’ ou um ‘0’.

Os pesquisadores indicam que o fato de utilizarem um celular básico faz com que as grandes empresas fiquem em perigo, já que algumas delas só permitem esse tipo de telefone nas suas instalações, com o objetivo de evitar vazamentos de informação, já que esses modelos não contam com câmera ou conexão de internet.

Os testes foram além dos celulares, utilizando um receptor GSM específico, o que resultou no mesmo ataque com uma distância de 30 metros entre o computador e o receptor. Ou seja, em alguns casos, com um hardware específico e acessível, é possível interceptar dados até de fora de um edifício.

O sistema utilizado não é o ideal para interceptar documentos ou outras atividades, mas sim para senhas ou códigos RSA privados. Por enquanto, os pesquisadores aconselham que as grandes empresas proíbam os celulares nas suas dependências, por mais antigos que eles sejam, deixando eles longe dos computadores com informações sensíveis.

Melhor prevenir do que remediar.

Via UsenixMotherboardWired

Warner Bros já sabia que Batman: Arkham Knight para PC era ‘um desastre’

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Segundo o site Kotaku, a Warner Bros sabia a algum tempo que Batman: Arkham Knght estava repleto erros graves na sua versão para o PC, e que o cenário geral era bem mais grave do que parece.

A fonte afirma que os erros e problemas detectados pelos jogadores de PC são praticamente os mesmos que o jogo possui há quase um ano, algo que uma das pessoas que testou o jogo antes do seu lançamento pode comprovar. Esse gamer era designado a encontrar os erros e relatá-los, para que as correções sejam feitas.

Os problemas de queda massiva de FPS, os erros nas texturas e todo o caos do desempenho que era produzido ao se conduzir o Batmóvel eram conhecidos de longa data, e não foram resolvidos na versão para PC. Apesar disso, o jogo foi lançado em um estado lamentável. Tudo porque para a Warner Bros ‘era bom o suficiente’, de acordo com fontes confiáveis que não se identificaram.

O resultado? O fiasco que hoje a gente conhece, que obrigou a retirada do jogo temporariamente, com o objetivo de fazer o trabalho que antes deveria ser feito e não foi. Isso tudo fez com que a paciência dos jogadores de PC perdessem a paciência.

Mais que justificado.

 

Via WCCFTech

Warner Bros suspende as vendas de Batman: Arkham Knight para PC

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Batman: Arkham Knight prometia muito, mas na sua versão para PC, o desastre foi tão grande e as críticas foram tão duras, que a Warner Bros se viu obrigada a suspender as suas vendas.

O grande culpado foi a terrível otimização do jogo, que começou a ser vendido nos últimos dias, sendo este um dos mais esperados pelos fãs da franquia. Porém, o que funciona muito bem nos consoles, no PC é uma grande porcaria. No Steam, de mais de 8.500 análises de usuários, apenas 32% recomendam o jogo.

Com isso, a distribuidora pede desculpas aos usuários, e anuncia a suspensão das vendas do jogo, de forma temporária. A Warner Bros se comprometeu a analisar os problemas de desempenho, e os usuários descontentes podem ter o seu dinheiro de volta.

Está previsto que Batman: Arkham Knight chegue ao OS X e Linux no final do ano, mas diante dos últimos acontecimentos, qualquer coisa pode acontecer, e um adiamento nesses lançamentos não seria nenhum absurdo.

 

Via Warner Bros Games, Steam