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Razer anuncia a compra da OUYA e do seu console Android

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Julie Uhrman, atual CEO da OUYA, anunciou através de sua conta no Twitter que vai abandonar a empresa que ela mesma co-fundou. Agradeceu ao trabalho dos funcionários, desenvolvedores e patrocinadores, e aproveitou para confirmar que a Razer passa a ser a nova proprietária da empresa.

O anúncio confirma os rumores levantados há muito tempo. O início do console OUYA foi marcado por um incrível apoio nos projetos de crowdfunding (aka Kickstarter), o que fez com que o console fosse lançado em junho de 2013. Porém, as diversas críticas acumuladas (qualidade do controle, interface, biblioteca de jogos) fizeram com que o projeto tivesse o seu prestígio arruinado.

Para evitar confusões, a Razer confirmou para o TechCrunch a compra da marca, e apesar de não revelar detalhes sobre a operação, seu fundador, Min-Liang, garante que a operação foi concretizada. O mais chamativo é que eles ficaram com os ativos e com o pessoal encarregado pela parte de software, abrindo mão de tudo o que está relacionado ao hardware. Os novos integrantes passam a trabalhar na plataforma de entretenimento doméstico da Razer, a Forge TV, que é baseada no Android.

Aqueles proprietários de um console OUYA receberão o suporte da Razer no dispositivo durante os próximos 12 meses, mas provavelmente depois desse prazo eles serão abandonados, ou incentivados a migrarem para o Forge TV com descontos que facilitam a amenizar o processo de troca.

Via Razer, Julie Uhrman (Twitter)Techcrunch

 

Razer adquire a Ouya

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A Razer anunciou a aquisição da Ouya, um dos projetos de consoles Android mais promissores da história, mas que foi um grande fracasso comercial.

Na época do seu período de financiamento no Kickstarter, o Ouya arrecadou mais de US$ 20 milhões, quando precisavam de apenas US$ 1 milhão para chegar ao mercado. A ideia de um console barato e potente, com acesso ao catálogo de jogos do Android, incluindo títulos exclusivos, era realmente muito interessante. Porém, não recebeu o apoio dos desenvolvedores, e o seu hardware não foi revisado ou melhorado para o lançamento oficial do produto.

Soma-se à isso a outros problemas (como os defeitos do controle), e o Ouya não teve o sucesso esperado, e a empresa ficou sem rumo, recebendo investimentos que não souberam aproveitar (incluindo o da gigante asiática do comércio eletrônico Alibaba).

Por fim, a Razer, fabricante de hardware e acessórios para PCs, ficou com 100% da Ouya, o que pode ser o que faltava para que o pequeno console volte a ter a devida visibilidade, buscando o seu espaço no mercado de videogames.

Por enquanto, não há detalhes concretos sobre os valores pagos na transação, nem os planos da Razer com o Ouya. Vamos aguardar por maiores detalhes.

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Via VentureBeat, Liliputing, Engadget

O OUYA necessita de um comprador. E rápido!

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O OUYA, esse pequeno console Android que chamou a atenção de todos, fez sucesso no crowdfunding. Mas depois de chegar ao mercado, se transformou em uma grande decepção, e fonte de problemas para a empresa, que agora busca um comprador para resolver os seus problemas financeiros.

Em um comunicado vazado onde Julie Uhrman (CEO do OUYA) enviou para os seus investidores e conselheiros, a empresa revela uma necessidade urgente de encontrar um comprador, já que os últimos movimentos na China e as reestruturações não fizeram com que a empresa saldasse suas dívidas.

Recentemente a OUYA recebeu um investimento do Alibaba de US$ 10 milhões. Dois anos depois, recebeu mais US$ 15 milhões em uma rodada de investimentos. A prioridade atual é recuperar a maior parte do capital dos investidores.

Uhrman explica que sua empresa segue tendo valor de mercado acima da concorrência direta, principalmente por conta da sua marca. Opina que eles criaram um produto real, com mais de 1.000 aplicativos (a maior biblioteca Android adaptada para a TV – maior que a Amazon) e 40 mil desenvolvedores ativos.

Lançada em 2012 e com vários clones no mercado (especialmente chineses), o OUYA recebeu destaque pelo seu design, conceito e preço. O principal problema do produto é, nesse momento, não só de ter que disputar terreno com os fabricantes chineses, mas também com os gigantes do mercado que fizeram algo parecido (Razer, NVIDIA, Amazon e Google).

Via Fortune

A salvação do Ouya seria o… Alibaba?

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Segundo o Wall Street Journal, fontes próximas da Ouya informam que a eles estariam próximos de fechar um acordo com a Alibaba, para obter um investimento de US$ 10 milhões. Um investimento generoso que poderia dar uma sobrevida ao console, além de buscar uma forma de enriquecer o catálogo de jogos que possui o set top box da gigante chinesa.

O fim da proibição dos videogames na China fez com que muitas empresas com pequenos sistemas com jogos baseados no Android decidissem apostar nesse segmento. O Alibaba, com o Ouya, pode buscar um sócio consolidado para dar mais valor para a plataforma, posicionando com força em um nicho de mercado que, de forma local, parece ser promissor.

O console da Alibaba, o Tmall Box 2, tem proposta semelhante ao Ouya. É uma pequena caixa que reproduz jogos e conteúdo multimídia, com sistema operacional próprio, que é licenciado para outros fabricantes. Salvo as diferenças, a Google oferece algo parecido com o Android TV. Seu preço é de 55 euros.

Nenhuma das empresas envolvidas comenta o assunto. Veremos se nos próximos dias o acordo é oficial.

Via WSJ

Ouya pode estar negociando a sua venda

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Foi um dos projetos de maior sucesso no Kickstarter, mas que pode estar prestes a desaparecer. O console Ouya pode estar negociando a sua própria venda, e entre os supostos interessados, temos nomes do porte de Xiaomi, Google e Amazon.

Segundo fontes próximas da empresa – que confirmaram as novidades para o site Re/code -, nenhuma oferta foi apresentada, mas ao que tudo indica, vender a Ouya parece ser a melhor opção. Até porque está cada vez mais difícil obter mais financiamentos.

A possibilidade de uma grande empresa chinesa comprar a Ouya parece ser mais realista. O fim da proibição das vendas dos consoles de videogames no país despertou o interesse dos fabricantes pelo mercado chinês. De fato, Ouya e Xiaomi acabaram de chegar a um acordo para integrar a tecnologia do console nos set-top boxes e TVs do fabricante chinês.

Via Re/code

Ouya busca sobreviver, com um plano anual de jogos por US$ 60

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O Ouya não vingou. O console Android que prometia ameaçar os consoles domésticos tradicionais não conseguiu sequer arranhar a superfície dessa dominância. Com um futuro incerto, onde nem o console voltará a existir, a chegada do Android TV pode ser a última pá de terra em cima do projeto. Porém, eles tentam o golpe de misericórdia, com uma nova estratégia: um plano anual de US$ 60 por um ano de jogos.

Com essa tarifa, os assinantes teriam acesso a todo o catálogo de jogos (que custam menos de US$ 30) durante  um ano. Oras, US$ 5 por mês para acessar a todos os jogos não é nada mal (comparando com os testes do serviço similar ao da Sony no PlayStation, que custa US$ 4.99 por quatro horas de jogo…).

Até agora, a Ouya tem aproximadamente 800 jogos disponíveis, mas os desenvolvedores já demonstraram que criar jogos para o sistema não está entre os seus principais planos. E sem o apoio deles, o console não terá futuro.

Outra dúvida está relacionada com as compras dentro dos jogos, que não entram nessa tarifa fixa, e nem fica muito claro o que acontecerá quando os 12 meses de assinatura acabarem. O sistema é uma oferta temporária que a Ouya vai usar como testes para avaliar o nível de aceitação dos usuários. No futuro, esse pode ser o formato definitivo para o seu serviço. Com console de videogame ou não.

Via ArsTechnica

Ouya Everywhere: os jogos do Ouya rodando em qualquer lugar

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A Ouya já tem fechado um primeiro acordo com um grande fabricante de hardware para que os jogos Android que nesse momento necessitam do seu console para funcionar possam chegar aos televisores, set-top boxes e outros dispositivos, sem a necessidade que o seu console esteja presente. O estranho movimento para uma empresa que nasceu por conta de um console com Android de baixo custo foi confirmado pela própria CEO, Julie Uhrman, e se chama Ouya Everywhere, e será anunciado ainda nessa semana.

Tudo aponta que, com esse movimento, a empresa não teria mais o interesse em desenvolver a parte de hardware, mas tal rumor é desmentido pela própria Ouya, por enquanto. Eles admitem que não são capazes de oferecer novidades de hardware no mesmo ritmo que eles crescem, ou que os seus usuários possam necessitar. Também reconhecem que, no fundo, eles são mais uma empresa de software que de hardware.

Ao que tudo indica, eles pensam em adotar o hardware de terceiros. Uhrman não deu detalhes sobre o assunto, mas indica que poderia ser no formato de um novo set-top box, ou em uma solução já integrada nos televisores atuais, que é onde a empresa acredita que deve ser uma das suas principais apostas. Esta última opção é a mais provável. Basta fechar os acordos com os fabricantes.

O objetivo da Ouya é claro (e eles não negam isso): ser uma espécie de Steam, mas no segmento dos jogos Android (hoje eles já contam com 675 títulos, dos quais 100 são exclusivos para o seu console), e que o Ouya Everywhere possa estar disponível em diferentes plataformas de hardware. Curiosamente, e o movimento no sentido contrário que fez a Steam, que passou de plataforma de sucesso na oferta de jogos para se tornar um console de videogames com proposta diferenciada.

Via Engadget

OUYA lança versão com 16 GB de armazenamento do seu console Android

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A OUYA anunciou hoje (31) a disponibilidade de um novo modelo na cor preto mate do seu console Android, com 16 GB de armazenamento. Além disso, adiciona algumas melhorias ao produto.

O novo pacote inclui um controle redesenhado, com botões de maior qualidade. Além disso, o novo OUYA conta com a firmware mais recente da empresa, melhorando o desempenho da conectividade WiFi e tornando o seu Bluetooth mais sensível.

O novo OUYA já está disponível na página da empresa na internet ou na Amazon, por um preço de US$ 130. Vale a pena observar que tal modelo não substitui o original, que segue disponível no mercado, com os seus 8 GB de armazenamento.

Via OUYA

Ouya se veste de branco e duplica a sua capacidade de armazenamento, em uma nova (e limitada) edição

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Com a chegada do PlayStation 4 no último final de semana (pelo menos lá fora: aqui no Brasil, só no final do mês de novembro) e o lançamento iminente do Xbox One, não resta dúvidas que estamos em plena alta temporada para o mercado de games. E a próxima empresa do setor a aproveitar o período natalino foi a Ouya, que apresentou uma nova versão do seu console Android, em uma edição limitada, revestida em branco.

Mas muito além de trocar de cor, o produto conta com algumas especificações melhoradas em relação ao modelo original, principalmente no que se refere ao armazenamento. uma vez que a edição especial possui 16 GB de memória interna, ou seja, o dobro do modelo original.

Por enquanto, a edição limitada do Ouya está disponível apenas nos Estados Unidos, com um preço sugerido de US$ 130. Vale lembrar que o fabricante confirmou que, em breve, eles vão lançar uma atualização de software que trará consigo a esperada compatibilidade com dispositivos de armazenamento USB, entre outras novidades.

Via Ouya

Sega vai lançar três jogos da série Sonic para o OUYA

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O Ouya, console gerenciado pelo sistema Android já tem o seu lançamento internacional marcado para o dia 25 de junho. E agora, eles passam a contar com o apoio de mais uma grande desenvolvedora de jogos. A Sega anunciou que vai oferecer pelo menos três jogos da série Sonic para o console.

O mascote da Sega estará presente no Ouya com os seguintes títulos: Sonic The Hedgehog 4: Episódio I, Sonic The Hedgegh 4: Episódio II e Sonic CD. Os três jogos serão lançados no dia 27 de junho, e os títulos estão totalmente otimizados para o processador NVIDIA Tegra 3 presentes no console. Todos os games estarão disponíveis na versão “free-to-try” (degustação gratuita).

A versão completa dos jogos estarão disponíveis por US$ 6,99 cada. É muito mais caro do que o preço cobrado pelas versões para iOS (US$ 1.99) ou smartphones/tablets Android (US$ 3.99). Isso se explica pelo fato do Ouya não oferecer acesso à Google Play Store, permitindo que eles fechem os próprios acordos financeiros com os desenvolvedores. O preço é realmente discrepante, e pode atrapalhar os objetivos do Ouya em curto prazo.

Por outro lado, Julie Uhrman, fundador do Ouya, acredita que a série de jogos Sonic será um sucesso no seu console. O executivo afirmou recentemente que os gamers preferem jogar Sonic em uma TV do que em um smartphone, e dessa forma, o Ouya seria a opção perfeita para essa finalidade. Além disso, Julie destaca o grande número de desenvolvedores que já fecharam acordos para lançamentos de jogos para o seu console (mais de 16 mil).

Via Games Industry International

Videogame Android OUYA será lançado em março de 2013. Em pré-venda, por US$ 109

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O sucesso do OUYA parece não ter fim, e o console não para de bater recordes. O dispositivo Android que não só vai rodar jogos que serão oferecidos de graça, mas também conteúdos multimídia diversos, já arrecadou na Kickstarter a generosa quantia de US$ 8,58 milhões em investimentos nos 29 dias que o projeto está ativo no site, com 63.280 usuários que apostam que o console vai dar certo.

Para aqueles que optaram pela versão de desenvolvedores, as primeiras unidades serão enviadas em dezembro, enquanto que a grande massa que optou pela versão final e comercial, terá que esperar até o mês de março de 2013 para poder aproveitar de todos os seus benefícios. Ainda que, em teoria, o projeto cumpriu com o seu prazo de arrecadação, e seria retirado da Kickstarter, ainda é possível identificar que ainda estão recebendo doações, de modo que aqueles que ainda estão interessado em adquirir uma unidade do console por um preço preferencial no ato do seu lançamento, devem correr e fazer a sua doação, antes que o produto saia da Kickstarter pelos meios convencionais.

O OUYA já criou uma expectativa de sucesso que é assustadoramente gigantesca. Os números por si são espetaculares, e as parcerias que o projeto está fechando são promissoras. Ontem (08/08), rumores revelaram que a Namco Bandai e a Plex estão se unindo ao projeto, para oferecer os seus conteúdos, e que cada console vai suportar até quatro joystick para partidas multiplayer no local.

E parece que a festa não termina aqui, uma vez que os promotores do projeto garantem que novas atualizações nas funcionalidades do produto devem acontecer antes do seu lançamento oficial. Para nós, brasileiros, nos resta ficar atentos aos próximos meses, e começar a rezar para que uma empresa resolva importar o produto para o Brasil. E vendê-lo por preços razoáveis (vai sonhando…).

O produto já está em fase de pré-venda no seu próprio site (link abaixo), por U$ 109.

Via OUYA e Kickstarter

OUYA anuncia a XBMC como nova parceira do console Android, além de revelar lista de jogos para o lançamento

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Ele é pequeno, não é mesmo?

Bom, depois de detonar na Kickstarter, sendo uma das iniciativas mais lucrativas da história do site, a OUYA está contando com colaboradores de peso, e aos montes. A nova parceria fechada é com a XBMC, que vai oferecer ao console os seus serviços de oferta de stremaing de conteúdo multimídia. Por enquanto, não há informações sobre os tipos de adaptação que serão feitas na plataforma para se tornar compatível com o console, mas ao que tudo indica, os seus desenvolvedores serão os primeiros felizardos que poderão utilizar os primeiros protótipos do hardware do console, para poder fazer o que for necessário para que tudo funcione de forma correta desde o primeiro dia.

De qualquer forma, a XBMC não é a única nova parceira da OUYA no projeto a investir na parte multimídia do console. O OUYA também vai receber o serviço de rádio por streaming Tunelen, que já está disponível para os smartphones Android. Por fim, também temos uma suposta lista de jogos que podem estar disponíveis no console no ato do seu lançamento.

  •     AR-K: A Dark Acid Adventure Comedy
  •     Armored Tank Assault 2
  •     Aura Tactics
  •     Auro
  •     Castle Conflict 2
  •     Echoes of Eternea
  •     Final Fantasy III
  •     Gish (and more!)
  •     Gravestompers
  •     Gunblitz
  •     Heroes Call and Ski Safari
  •     Ittle Dew
  •     Kaiju Combat
  •     Kitaru
  •     Legends of Aethereus
  •     MANOS: The Hands of Fate
  •     Megatroid
  •     Mutant Mudds
  •     Orbital Blaster
  •     Quest for Infamy
  •     Reincarnation: The Root of All Evil
  •     Rival Threads
  •     Rush Bros
  •     Saturday Morning RPG
  •     Spinferno
  •     Super Retro Squad
  •     Volgarr the Viking
  •     Xenonauts

Via XBMC e Kickstarter

Ouya: jogos por streaming via OnLive e edição limitada na última semana de arrecadação de fundos

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Depois de arrasar na Kickstarter e ultrapassar em muito a sua meta de US$ 950 mil para financiar o seu projeto, a Ouya parece estar atenta de que este é o seu momento, e os seus criadores seguem atualizando os seus milhares de “investidores” ao redor do planeta sobre o estágio de desenvolvimento do console, cujas especificações técnicas (em parte) foram conhecidas, inclusive o seu controle oficial.

O console “livre” conseguiu a façanha de arrecadar mais de US$ 6 milhões em doações, e chamou a atenção de diversos desenvolvedores e empresas ligadas ao mundo dos videogames, dentre as quais destaco nesse post a OnLive, que fechou um acordo com a startu-up de Julie Uhrman para oferecer um serviço de jogos por streaming para o Ouya, quando o mesmo chegar ao mercado.

A OnLive é conhecida por oferecer jogos na nuvem para computadores e diversos dispositivos, como televisores e set-top boxes, e vai oferecer ao console de US$ 99 o mesmo catálogo de títulos presente em suas outras versões, que é um amplo leque de jogos para escolha, através do formato de assinatura, pagamento único ou até uma demonstração de 30 minutos. O OnLive permite que o usuário jogue nem nenhum tipo de armazenamento de conteúdo na unidade de armazenamento do equipamento do cliente, mantendo todas as nossas partidas salvas e perfis de jogo na nuvem, com opções para recuperar as partidas exatamente do mesmo ponto que você parou, a qualquer momento, e em qualquer equipamento que conte com uma conexão de banda larga compatível com o serviço.

Além disso, como o tempo de arrecadação ainda não terminou, e o dinheiro que a Ouya possui é exorbitante, a empresa pode se dar ao luxo de pensar em ideias mais sofisticadas, ou mimos especiais para os gamers mais empolgados no projeto. O console segue aberto, e você não vai pagar nada pelos jogos, mas se você investir na página do console na Kickstarter até o dia 9 de agosto com a quantia de US$ 140, vai receber uma edição especial do console na cor café, escolhida especialmente pelo designer Yves Behar, um dos “pais” do Ouya.

A cor do console da edição limitada é só uma parte de suas novidades, pois eles anunciaram também que chegaram a um acordo com o Vevo, para oferecer vídeos musicais por demanda. Como era de se esperar, o console não poderá ser usado apenas para jogos, mas pode se converter em uma central de entretenimento completa.

O Ouya se apresenta como um novo paradigma no mercado de consoles domésticos, oferecendo um sistema aberto para todo o tipo de desenvolvedores e prometendo jogos gratuitos aos usuários, tanto nas versões de testes e versão de compra, como em jogos no estilo “Freemium”, onde o jogo em si não requer nenhum tipo de pagamento, mas os seus complementos, que ampliam a experiência do jogo, são pagos.

O console Ouya vai contar com um SoC NVIDIA Tegra 3 com quatro núcleos ARM e GPU GeForce, gerenciados pelo sistema operacional Android Ice Cream Sandwich (ou até mesmo o Jelly Bean), o que poderia resultar em um catálogo de jogos muito casuais, ou talvez de baixa qualidade, mas graças ao acordo com a OnLive e outros distribuidores de conteúdo para games de renome, as possibilidades desse sistema doméstico prosperar se multiplicarão.

Resumindo: o Ouya (aparentemente) tem tudo para ser um bom investimento para qualquer gamer que está cansado dos jogos das plataformas da Microsoft, Sony e Nintendo. Afinal de contas, quem não quer jogos em streaming na sala de casa, sem a necessidade de um computador?

Via Pocket-Lint e Kickstarter

Final Fantasy III será um dos primeiros títulos do videogame Ouya, graças a um acordo com a Square Enix

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Desde o seu lançamento na Kickstarter, o console Ouya só dá passos gigantes para o seu lançamento oficial ao mercado, ainda que fiquem dúvidas sobre o seu catálogo de jogos disponíveis no ato do lançamento do produto. Porém, a notícia que chega hoje pode esclarecer um pouco as inquietudes dos mais aflitos.

A Ouya anunciou um acordo com a Square Enix, o que resulta na oferta do jogo Final Fantasy III no mesmo dia do lançamento do console, marcando assim um a vitória importante para os fãs de RPG mais nostálgicos. Além disso, a empresa confirmou que o título chegará otimizado e aproveitando ao máximo o potencial do console. Mas se você ainda acha que que o Ouya nunca vai ver a luz do mercado, veja a quantidade de doações que o projeto recebeu na Kickstarter, e conclua rapidamente que o projeto, de brincadeira, tem muito pouco (na verdade, nada).

Via Kickstarter

Ouya consegue o seu primeiro jogo exclusivo

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Como todo o falatório que o console Ouya gerou, seria uma verdadeira tragédia se esse videogame com sistema Android, desenvolvido por Yves Behar e financiado pelo público se tornasse uma simples caixa para jogar Angry Birds, certo? Pois bem, todos nós sabemos que o produto será julgado pela qualidade dos seus jogos, e tudo indica que o primeiro game exclusivo já tem nome: Human Element, um jogo que já esteve disponível para PCs, cuja história é contada em um mundo tomado pelos zumbis.

Poucas informações sobre o título foram reveladas. Human Element está sendo programado pela Robotoki, uma nova empresa presidida por Robert Bowling, produtor na Infinity Ward, que produz a série de jogos Call of Duty. Segundo comunicou Bowling para as pessoas que apoiaram o projeto do Ouya na Kickstarter (ele mesmo contribuiu com US$ 10 mil), todos eles receberão uma primeira amostra de Human Element de forma antecipada. O jogo está previsto para ser lançado apenas no começo de 2015.

Via Kickstarter

Ouya confirma a presença do Tegra 3 e pensa em um possível acesso antecipado aos desenvolvedores

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Acho que todos os detalhes sobre o meteórico acesso ao estrelado do Ouya foi contado, de modo que os seus criadores contam com a tarefa mais difícil a partir de agora: transformar as prometidas ideias em produto real.

O segmento da Kickstarter onde os dados do console Android são exibidos foi atualizado, para sinalizar que sua equipe está trabalhando com a NVIDIA, inclusive se reunindo com eles na próxima sexta-feira (20), para “maximizar o rendimento do chip Tegra 3”, que estará presente no equipamento. O Ouya também pode facilitar a vida dos desenvolvedores de jogos, informando que “pode considerar” a possibilidade de oferecer um acesos antecipado para os usuários ao console e as primeiras versões do software, com o objetivo que exista jogos desde o primeiro minuto do lançamento do produto. mesmo assim, vale lembrar que o console será lançado com o seu próprio SDK, para que qualquer pessoa possa desenvolver jogos e aplicativos para o mesmo.

Via Kickstarter

Mais imagens do Ouya, o console Android de US$ 100 destruidor de recordes na Kickstarter

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Todo mundo comentou sobre ele, e isso surtiu resultado. O Oiuya, o console Android com processador Tegra 3 que está publicado na Kickstarter para arrecadar fundos para ser produzido, quebrou dois recordes de arrecadação no site. Em apenas 12 horas, arrecadou os US$ 950 mil que estabeleceu como objetivo principal, e em menos de 24 horas, o montante arrecadado era de nada menos que US$ 2 milhões.

O recorde anterior era do relógio Pebble, que levou mais tempo para arrecadar os US$ 1 milhão necessários para ser produzido. Agora, os criadores do produto, impressionados com o apoio recebido (também, pudera: um console de US$ 99, que roda os seus jogos preferidos na nuvem… e de graça) começam a pedir para os entusiastas ideias para que o produto se torne ainda melhor, aproveitando o “pequeno capital extra” que inesperadamente entrou na conta bancária da Ouya.

Abaixo, mais fotos conceituais do produto.

Via Joystiq e CNET

Um console Android de US$ 100 para jogos gratuitos. Sim, ele existe!

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A próxima geração de consoles começou a ser lançada antes do previsto, e de forma surpreendente, o primeiro console não é da Microsoft, Nintendo ou Sony. A Ouya é um conceito diferente dos videogames comerciais atuais, e basicamente “existe para ser hackeado”, segundo os seus criadores.

Cada console vendido será distribuído em pack, junto a um pequeno kit de desenvolvimento, para que você possa criar videogames ou softwares caseiros, que permitirá aos mais ousados adicionar ou modificar as funcionalidades do dispositivo. O Ouya é uma obra de um equipamento com uma trajetória bem conhecida, liderado pelo designer Yves Behar, que trabalhou em projetos como o Jawbone Jambox ou o OLPC (One Laptop Per Child), contando também com a presença de Ed Fries, veterano da Microsoft na era Xbox, e tem suporte do seu CEO, a ex-executiva da IGN, Julie Uhrman.

O console conta com o sistema operacional Android, de modo que, em teoria, qualquer jogo já programado para a plataforma do Google deve funcionar sem problemas no produto, que vai contar com uma interface de usuário totalmente personalizada (mas que levemente lembra a interface da Xbox Live).

O principal diferencial do Ouya é o seu preço de venda de US$ 99. O produto não vai se sustentar na venda de grandes títulos, já que todos os seus jogos serão gratuitos, tal como acontece com uma grande quantidade dos jogos disponíveis para o Android, que são pagos graças à publicidade vinculada – como é o caso do Angry Birds – ou através dos modelos “Freemium”, que por pequenos pagamentos é permitido adquirir novos pacotes exclusivos para os jogos.

Algumas fontes próximas ao projeto, que como podemos observar envolve gente com muita experiência na indústria dos videogames, garantem que eles reservaram muitas surpresas a serem reveladas sobre o console, que se apresenta como mais um candidato na batalha dos sistemas de entretenimento doméstico. É certo que falta muito o que dizer sobre o Ouya, que até o momento e/ou novo aviso, não possui suas especificações técnicas reveladas, de modo que é cedo para dizer se vale a pena investir seu dinheiro em uma proposta nova, ou nos consoles convencionais.

Não estando diante de um novo Polystation, já está ótimo.

Via DVICE