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Skype deixa de dar suporte ao Windows Phone e versões antigas do Android

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A Microsoft anunciou o fim do suporte do Skype para alguns sistemas operacionais. O movimento é o mesmo feito recentemente pelo WhatsApp e BlackBerry Messenger.

A empresa dotou o seu aplicativo de mensagens e videochamadas com várias novas características nos últimos tempos, mas tais recursos só poderão ser funcionais nos dispositivos com hardware e software mais recentes.

O grande prejudicado com essa decisão é, por incrível que pareça, o Windows Phone. O sistema operacional móvel da Microsoft deixa de receber o suporte do Skype (que também é um aplicativo da Microsoft) a partir de outubro de 2016, o que faz com que os usuários da plataforma se vejam obrigado a migrar para o Windows 10 Mobile para seguir utilizando o aplicativo.

O problema é que não são todos os dispositivos que hoje suportam a nova versão do sistema operacional móvel da Microsoft. A empresa reduziu bastante o número de smartphones suportados. Ou seja, muita gente não terá outra escolha a não ser mudar de plataforma, ou adquirir um smartphone com Windows 10 Mobile.

O Android também se viu muito prejudicado com as mudanças, já que o Skype 6.2 é compatível com o Android 4.0.3 ou superior para funcionar. O Skype 4 requer o Android 2.3 como requisito mínimo.

Os usuários do OS X/macOS também foram afetados pelas mudanças realizadas pela Microsoft. Para usar o Skype 7.0 para Mac, é exigido a versão Mavericks ou superior, forçando os usuários de versões anteriores a utilizarem o cliente web a partir de outubro de 2016. Apesar de isso representar uma perda, ao menos existem alternativas para os usuários da Apple para seguir utilizando o serviço.

Via Skype

Sai OS X, entra macOS (Sierra)

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A Apple anunciou hoje a mudança do nome do seu sistema operacional para desktops, abandonando o termo OS X para adotar oficialmente o macOS, seguindo assim as grafias iOS, watchOS e tvOS. Aproveitou a oportunidade para apresentar as novidades da nova versão do software, a macOS Sierra, que traz como principal novidade a chegada do Siri ao desktop.

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A Apple começou falando de várias melhorias menores no sistema operacional, que se somarão à outras tantas nos próximos meses, como modos para desbloquear o equipamento sem senhas adicionais, com a ajuda do Apple Watch, opções de copiar e colar qualquer elemento de qualquer aplicativo, de qualquer dispositivo, o iCloud Drive, que passa a oferecer acesso remoto à área de trabalho de nossos equipamentos e dispositivos que temos no dia a dia, gerenciamento de armazenamento, com liberação de mais documentos nas unidades internas, suporte ao Apple Pay e suporte de abas para aplicativos. Outra característica do novo macOS Sierra é o Picture in Picture, que favorece o trabalho enquanto consumimos outros conteúdos.

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Uma das opções mais esperadas é o principal protagonista entre as novidades do macOS Sierra: o Siri. O assistente estará sempre disponível e mostrará suas respostas – além de conversar conosco – na parte superior direita da tela, onde também podemos interagir com esses resultados de forma direta.

A Apple quis destacar a capacidade do Siri de fazer buscas complexas de arquivos (por exemplo) e filtrar essas buscas por contexto: depois de uma primeira busca, era possível adicionar mais termos de busca específicos para que o Siri atue sobre as buscas recém realizadas.

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O macOS Sierra estará disponível para desenvolvedores a partir de hoje (13), e sua beta pública estará disponível durante o mês de julho. A versão final será lançada “no outono (do hemisfério norte) de 2016”, mas sem especificar datas concretas. A atualização do OS X para o macOS Sierra será gratuita.

Apple pode mudar o nome do OS X

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Hoje, a Apple conta com uma ampla gama de sistemas operacionais disponíveis de acordo com a plataforma que utilizemos. Mas em se tratando do quesito ‘nome do sistema operacional’, o OS X se mantém na ‘velha guarda’ em relação ao padrão dos nomes adotados pelos softwares lançados depois dele.

Por exemplo: iOS (smartphones e tablets), watchOS (smartwatches), tvOS (Apple TV) e OS X (computadores). Percebe a diferença?

O sistema operacional para equipamentos Macintosh não segue o padrão dos outros sistemas operacionais, algo que pode mudar em breve, de acordo com uma nova informação que caiu na internet nas últimas horas.

O que uma referência encontrada no código mais profundo do OS X El Capitan, a última versão disponível do sistema operacional para computadores, sugere em uma linha a menção clara do termo ‘macOS’, o que em teoria alinharia a nomenclatura do sistema operacional com as demais plataformas já existentes. A imagem abaixo mostra o termo.

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Devemos levar em consideração que ainda que não podemos confirmar de forma oficial a mudança, fato é que ela faz muito sentido. Não seria estranho que a Apple acabe mudando o nome para macOS, mas não tem muito sentido isso acontecer “imediatamente”, já que essa pode ser uma decisão já tomada, e que será implementada mais adiante.

Porém, não descartamos que essa mudança pode ser anunciada de forma iminente. Afinal de contas, a WWDC 2016, evento para desenvolvedores da Apple, acontece em junho. E lá seria o local perfeito para fazer um anúncio desse porte.

Via SlashGear

Um site que bloqueia o seu navegador apenas por visitá-lo

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Com certeza você já se deparou com algum site que acabou bloqueando o seu navegador. È algo bem desagradável que acabou com sua longa coleção de abas abertas, mas jamais imaginamos que algum dia sentiríamos a necessidade de entrar em um endereço web cuja única função é bloquear o seu navegador.

É isso o que acontece com o crashsafari.com (é óbvio que não vamos deixar o link desse site, por motivos óbvios), uma página que gera uma cadeia infinita de caracteres, o que acaba sobrecarregando o navegador Safari até que o mesmo seja bloqueado. A pior parte dessa equação é que a sua funcionalidade não se limita ao navegador da Apple para o iOS e OS X, mas também parece funcionar no Chrome para Android e Windows.

Aparentemente, a falha parece não incluir nenhum tipo de malware ou algo semelhante, mas para solucionar o mesmo é algo bem simples: basta reiniciar o navegador ou, na pior das hipóteses, o computador por completo.

Infelizmente, existe a possibilidade de alguém se utilizar dessa vulnerabilidade para comprometer a segurança do seu equipamento, ou simplesmente fazer graça utilizando um encurtador de URLs (cuidado com os seus amigos malas, metidos a piadistas nas redes sociais). É de se imaginar que, com uma simples atualização dos navegadores, o problema do crashsafari seja resolvido. Mas pelo menos por enquanto, fique de olho: não clique em links considerados suspeitos.

Via AppleInsiderThe Guardian

Estão vendendo o iPad Pro com o Windows 10 pré-instalado

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O iPad Pro é um produto pensado em um tipo de usuário muito específico: os profissionais. Agora… o que aconteceria se começassem a comercializar o iPad Pro com o Windows 10 pré-instalado?

Essa pergunta está sendo respondida em Taiwan, onde lojas locais estão comercializando o tablet da Apple com o sistema operacional da Microsoft pré-instalado. Vale lembrar que o iPad Pro possui um processador SoC A9X, o que não permitira (na teoria) a instalação do Windows 10 de forma integral no equipamento, e sim de um Windows RT com um menu iniciar similar ao do Windows 10.

Mas isso não é tudo. também é dito que teriam várias versões do iPad Pro no mesmo país com o OS X instalado, e outras com os três sistemas operacionais na mesma máquina (iOS, OS X e Windows 10), de forma que o usuário pode usar aquela que mais lhe favorece naquele momento.

Desde já, isso não tem muito sentido, que até mesmo o OS X também não é capaz de ser instalado no iPad Pro. Porém, a fonte informa o nome do fabricante que é responsável pela proeza (Data Express), de modo que ficamos na expectativa para que apareça mais informações nesse sentido.

Via WCCFTechDigiTimes

2016: o ano da explosão de malwares contra a Apple?

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Apesar dos produtos da Apple sempre se mostrarem como mais seguros que os da concorrência (principalmente quando comparados com o Windows), são muitos os que cedo ou tarde acusam a gigante de Cupertino de falta de cuidado contra os malwares (diferente da Microsoft, que dispensa tempo e recursos com o assunto).

Se 2015 foi o pior ano da história do Mac no que se refere aos malwares, o relatório do FireEye prevê que os problemas para a Apple nesse tema serão ainda maiores em 2016. O estudo indica que os produtos da empresa se tornarão um alvo preferencial, por conta do constante crescimento da marca no segmento de tecnologia, o que faz com que naturalmente eles se tornem mais atraentes para os ataques de criminosos.

O FireEye também alerta sobre o sistema de pagamento Apple Pay, que pode ser outro potencial alvo dos cibercriminosos. Por outro lado, indica que a Internet das Coisas pode ser um meio para amplificar os crimes.

É fato que a Apple terá no futuro um grande desafio na hora de frear os malwares. O problema não está no fato dos produtos serem mais visados para os ciberataques, algo lógico quando vemos a maior presença de Macs e iPhones, mas sim a capacidade da empresa em responder a esses problemas.

Como precedentes, temos o Rootpipe e o Shellshock. Para o primeiro, a Apple pediu ao investigador que descobriu o problema que ocultasse tudo, e a própria Apple levou cinco meses para solucioná-lo. No segundo caso, eles ofereceram uma resposta difícil de acreditar, mas retificou pouco depois.

Estaria a Apple a altura desse aumento de malwares conta as suas plataformas? A gigante de Cupertino possui recursos de sobra para fazer frente a este problema, mas é preciso ver na hora H se eles serão diligentes com a questão.

Via BetaNews

Modbook, o iPad Pro com OS X que existe desde 2012

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Para aqueles que queriam um iPad Pro com OS X, se for depender da Apple, pode esquecer. Tão cedo não vem. Mas olhando para o ano de 2012, vemos o Modbook, que nada mais é do que o modding de um MacBook Pro de 13 polegadas para o formato tablet, e com o sistema Mac OS X.

O Modbook basicamente integra todo o hardware do MacBook Pro, mas em um formato de tablet. Aqui, temos duas limitações importantes: a ausência do teclado físico e de uma tela touch. No seu lugar, temos o suporte para a caneta digitalizadora, com a ajuda da tecnologia Wacom.

O resultado é um dispositivo que é quase um “Frankenstein”, não sendo leve, nem fino, mas muito caro: entre US$ 2.699 e US$ 2.999, de acordo com a configuração escolhida. Sem falar que você perde a garantia da Apple (mas o seu fabricante oferece um ano de garantia própria).

Com o OS X, não deve ser difícil integrar um teclado e mouse ao Modbook, mas com esse preço, o iPad Pro começa a ser visto com outros olhos.

Via ZDNet

 

OS X El Capitan disponível para download e instalação

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A Apple disponibilizou a nova versão do seu sistema operacional, o OS X El Capitan, para download. Para aqueles que quiserem desfrutar de todas as suas novidades, basta revisar a lista de atualizações disponíveis em seu sistema atual, e realizar o update.

A seguir, uma lista com o resumo das novidades da nova versão:

– Mission Control passa a oferecer um melhor posicionamento das janelas, de modo que elas não voltarão a ficar sobrepostas, permitindo uma visualização de tudo de forma mais rápida.
– Com o Split View, podemos dividir a tela pela metade, com dois aplicativos exibidos, podendo centrar nosso trabalho nos dois, esquecendo das demais distrações.
– O Safari recebeu melhorias. O Pinned Sited manterá nossas páginas favoritas sempre ao nosso alcance, com uma visualização prévia.
– O Mail recebe as Smart Suggestions, que permite adicionar nomes e eventos aos Contatos e ao Calendário. Também foram incluídos os gestos para apagar mensagens ou a nova visualização na tela completa, desde que seja possível trabalhar com vários e-mails ao mesmo tempo.
– O aplicativo Fotos permite agora a adição de localização em uma imagem, além de poder adicionar ferramentas e extensões de terceiros, onde é possível melhorar nossas fotos.
– O Spotlight passa a ser capaz de oferecer mais resultados, dando informações relacionadas com a previsão do tempo, esportes, bolsa de valores, vídeos de internet e até o transporte público.
– O framework que estreou no iOS também chega ao Mac. O Metal vai melhorar o desempenho gráfico, sendo 50% mais rápido e 40% mais eficiente.
– Melhorou o suporte para os idiomas chinês e japonês, incluindo novas fontes e métodos de entrada mais efetivos.

 

 

O OS X El Capitan é compatível com todos os equipamentos da lista a seguir, ainda que alguns usuários chegaram a instalar essa versão em equipamentos mais antigos e não listados, e tudo funcionou sem problemas (mas não terá o suporte oficial da Apple).

– iMac do meio de 2007 ou posterior.
– MacBook Air do final de 2008 ou posterior.
– MacBook Pro do meio de 2009 ou posterior.
– Mac Mini do começo de 2009 ou posterior.
– Mac Pro do começo de 2008 ou posterior.
– Xserve do final de 2009.
– MacBook com tela retina do começo de 2015.

Adolescente descobre vulnerabilidade crítica no OS X

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Não existe sistema operacional infalível. Nem mesmo o OS X. Duas vulnerabilidades críticas no sistema operacional da Apple foram descobertas por um adolescente italiano, ambas do tipo ‘zero day’, o que implica em uma elevada gravidade.

As vulnerabilidades aproveitam uma falha que permite o uso da RAM para corromper o núcleo do OS X, conseguindo assim o acesso ao mesmo, de modo que o atacante possa obter o controle do sistema de forma remota. Hoje, as versões que vão entre 10.9.5 e 10.10.5 do OS X estão afetadas, mas as vulnerabilidades também foram detectadas na última beta do El Capitan.

Para ajudar os usuários, o jovem italiano publicou um parche chamado NULLGuard (não oficial), que acaba com tais vulnerabilidades. Mas o mesmo é complicado de instalar, de modo que é provável que muitos vão preferir esperar por uma correção oficial da Apple. A gigante de Mountain View não comentou sobre o assunto.

Via WCCFTech

Mac OS X El Capitan é anunciado oficialmente

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Um dos protagonistas claros da WWDC 2015. A Apple apresentou oficialmente o OS X 10.11 El Capitan, uma versão centrada ‘na experiência e no desempenho’. Na demo de hoje já vemos melhorias no Spotlight, nos aplicativos nativos e no gerenciamento de janelas.

O El Capitan não apresenta mudanças radicais, mas visa melhorar tudo o que o Yosemite tem de bom. Nessas melhoras, o OS X 10.11 oferece um gerenciamento de janelas que lembra outras plataformas, além de uma maior eficiência, através de novidades como o Metal for Mac, que permite uma eficiência gráfica muito melhor para o sistema operacional (segundo a Apple, é claro).

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O novo Mac OS X El Capitan conta com um novo assistente de busca, que permite ser posicionado em outro local do desktop (uma pequena melhora, mas que pode ser muito bem vinda em alguns cenários), que conta inclusive com buscas em linguagem natural. Craig Federighi demonstrou isso no palco, onde buscas com termos mais específicos retornam resultados ainda mais alinhados com a definição da busca.

 

O Snap do Windows chegou ao OS X

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Uma das melhorias mais destacadas do OS X El Capitan é o gerenciamento de janelas. Agora, é possível redistribuir as janelas de forma mais cômoda, trabalhando com duas janelas de aplicativos simultaneamente, com uma função que é praticamente idêntica ao Snap do Windows.

Uma vez posicionada uma janela de cada lado ocupando a metade da tela, podemos deslocar essa margem de um lado para outro, para dar mais espaço para uma ou outra, de acordo com a nossa necessidade. O funcionamento dessa característica era um pedido de longa data dos usuários da Apple, que ganharam uma forma útil de trabalhar com duas janelas no desktop.

Essa opção se soma à melhorias no Mission Control, que agora é mais potente para mostrar os apps abertos, escolher aqueles que serão utilizados, e enviar para os dois o espaço de trabalho rapidamente. Algumas mudanças nas ferramentas nativas foram detectadas, como por exemplo no Mail.app, que agora permite trabalhar com abas para passar de uma mensagem para outra facilmente, arrastando também elementos de um e-mail para outro.

 

Metal for Mac

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O novo OS X oferece melhorias no desempenho geral do sistema. Sem entrar em detalhes, a Apple explica que a abertura de apps no El Capitan é 1.4 vezes mais rápido que no Yosemite, além de oferecer melhorias nos downloads das mensagens de e-mail e abertura de documentos em PDF.

O desempenho gráfico recebeu atenção especial, ganhando novos contornos com a chegada do Metal for Mac. Essa biblioteca estreou no iOS 8 no ano passado, e explora todo o potencial da GPU, sendo agora integrada ao sistema operacional para desktops, oferecendo grandes melhorias. Com isso, o OpenGL é deixado um pouco de lado, para que os desenvolvedores explorem a nova solução.

O Metal no OS X deve oferecer uma melhora na eficiência de 40% em relação à geração anterior do sistema operacional, tendo um impacto tanto em jogos como em aplicativos onde o trabalho gráfico é intenso. A Adobe indica que, graças ao sistema, é possível obter velocidades até oito vezes superiores no After Effects, enquanto que a Epic Games demonstrou as vantagens dessa biblioteca tanto para usuários como para desenvolvedores.

 

Nada de Siri no OS X

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As melhorias da Apple são interessantes, mas provavelmente muitos usuários ficaram decepcionados pela escassez das melhorias relevantes em outras áreas. Provavelmente a maior ausência foi a do Siri.

O assistente de voz foi protagonista no iOS, mas fica restrito na plataforma móvel da Apple. É estranho, pois isso acontece justamente quando vemos um suporte de linguagem natural nas buscas do Spotlight, e um aumento de idiomas compatíveis com o assistente de voz.

Também não foram feitos comentários nos campos de realidade virtual, ou de uma hipotética mudança para um novo sistema de arquivos, ou sobre os rumores do OS X rodar em micros ARM. Pode ser que algumas (ou todas) essas soluções a Apple esteja guardando para um momento futuro.

 

Preço e Disponibilidade

O novo OS X El Capitan estará disponível para os desenvolvedores presentes no WWDC 2015 em beta preliminar a partir de hoje (8), via download. No mês de julho, a beta pública estará disponível para os usuários de computadores da Apple, e durante o outono – sem data especificada -, a versão final será lançada. De graça.

Richard Stallman: “Windows e OS X são malwares”

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Richard Stallman, fundador do projeto GNU, sempre se caracterizou por sua posição intransigente em relação ao Software Livre. E quando ele é questionado sobre um sistema operacional que não faz parte da filosofia FSF, ele nunca teve uma resposta positiva. Pois bem, o site The Register recompilou uma série de declarações do guru do Software Livre sobre os quatro principais sistemas operacionais do momento: Windows, OS X (Mac), iOS e Android.

Stallman afirmou que o primeiro malware é sempre o próprio sistema operacional, fazendo alusão que os citados contam com uma grande quantidade de software malicioso pré-instalado. Falando de forma mais específica, ele afirma que os sistemas da Apple são malwares, e que o OS X simplesmente aprisiona o usuário.

Sobre o iOS, sua opinião foi ainda mais negativa, já que além dos defeitos presentes no OS X, soma-se ao fato que o sistema móvel da Apple censura aplicativos e contém backdoors. Sobre o Windows, Stallman comenta que a Microsoft sabota os usuários do Windows revelando as vulnerabilidades do seu sistema operacional para a NSA, antes de lançar as correções.

Com o Android, ele foi um pouco mais condescendente, dizendo que o sistema operacional do Google contém malwares no seu software não livre, que podem ser usados como backdoors para forçar de fora remota a instalação e remoção de aplicativos. Aqui, vale a pena lembrar que o Android, na sua maior parte, utiliza uma licença Apache 2.0, ou seja, ele é tecnicamente um Software Livre.

Richard Stallman não limitou suas críticas aos sistemas operacionais. Ele também criticou as Smart TVs e até os carros inteligentes, argumentando que eles podem ser utilizados para espionar as pessoas, inclusive quando eles estão conversando por voz, através de um microfone.

Quem conhece Richard Stallman não se surpreende com suas declarações, e ainda que para muitos ele seja considerado apenas mais um extremista, não podemos dizer que ele está totalmente equivocado. Ele comenta que nunca teve um smartphone porque as agências de segurança espionam através desses dispositivos, e nesse ponto ele tem razão, para desgosto de muitos proprietários de smartphones e os seus próprios detratores.

Via The Register

Duet Display, o seu iPad como uma segunda tela com o Windows

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O Duet Display é um aplicativo que permite a utilização do iPad como uma tela secundária. O projeto é gerenciado por um ex-engenheiro da Apple, e originalmente só funcionava com o OS X. Agora, ele é compatível também com dispositivos baseados no Windows.

Se você tem um desktop ou notebook com Windows 7 ou Windows 8, além de um iPad – cenário bem possível em muitos lares -, poderá aproveitar o tablet como tela estendida do dispositivo com Windows, conectando via cabo Lightning.

O Duet Display também oferece suporte touch ao Windows, algo interessante e que beneficia o uso nos apps Metro do Windows 8. Para os usuários do Windows 7, o suporte touch também está disponível para gestos em diferentes cenários.

Não há indícios que o Duet Display será compatível com o Windows 10 TP, mas certamente essa funcionalidade estará presente no futuro. A produtividade de uma tela secundária sempre é muito bem vinda, se bem aproveitada. Logo, o aplicativo é uma excelente forma de você aproveitar ainda mais o seu iPad.

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iPad Air 32 GB

 

 

Via TechCrunchDuet DisplayDuet Display @ App Store

Ou você atualiza para o Yosemite, ou podem tomar o controle do seu computador

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A Apple encontrou uma importante falha de segurança no OS X, e publicou um parche de correção. Até aí, tudo bem. O problema é que tal erro está presente em todas as versões do OS X, e a mesma Apple decidiu solucionar apenas na versão Yosemite, deixando as demais expostas e vulneráveis.

De acordo com o AppleInsider, a Apple alega que a complexidade para corrigir o problema é o motivo para não atualizar as demais versões. A falha foi descoberta por Emil Kvarnhammar do TrueSec a alguns meses, e desde 2011 (pelo menos) o erro existe, sem que ninguém tenha percebido (na teoria).

O problema está em uma API privada, que é utilizada pelas preferências do sistema que permite acessar o root, deixando o equipamento totalmente à mercê de qualquer um que queira assumir o controle da máquina.

O conselho aqui é atualizar o seu equipamento, deixando para trás qualquer versão anterior (OS X 10.7 Lion, OS X 10.8 Mountain Lion e OS X 10.9), para trabalhar desde já com o Yosemite. É a única forma para você ficar 100% seguro.

Via AppleInsiderApple, TrueSecFaq-mac

 

Google encontra bugs também no OS X

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O Project Zero do Google é um projeto onde um grupo de especialistas em segurança da empresa dedicam sua jornada laboral na busca de erros e vulnerabilidades em softwares espalhados por toda a internet, incluindo sistemas operacionais. Recentemente eles encontraram problemas no Windows 8.1, algo que incomodou a galera da Microsoft. E agora, eles fizeram o mesmo com o OS X da Apple.

Seguindo o seu protocolo de tornar públicas as vulnerabilidades que foram encontradas há três meses (com prévio aviso da empresa encarregada do desenvolvimento do software), o Project Zero publicou três erros no OS X, que afetam tanto a última versão do sistema operacional (Yosemite) como as versões anteriores do sistema da Apple.

São problemas de baixo calibre, relacionados com a conectividade, a memória e o Bluetooth. Nada muito grave. Você pode ler os detalhes dos erros no Google-security-research, onde a equipe do Project Zero recompila todas as informações em code.google.com:

Issue 130: OS X networkd “effectiveaudittoken” XPC type confusion sandbox escape (with exploit)

Issue 135: OS X IOKit kernel code execution due to NULL pointer dereference in IntelAccelerator

Issue 136: OS X IOKit kernel memory corruption due to bad bzero in IOBluetoothDevice

São pequenos erros que podem abrir o caminho para problemas de segurança, mas que exigem a execução de um determinado código por parte do usuário. Não são vulnerabilidades graves, tal como aconteceu em outras ocasiões (Internet Explorer, SMS do Nexus, etc), de modo que a Apple pode não ter dado a prioridade necessária para solucionar esses problemas dentro dos três meses de prazo estabelecidos pela Google.

As três falhas liberadas nessa semana se unem a outros três já existentes (#21, #80y #92), e que seguem sem solução. Pelo visto, a Apple está centrada em outras questões do que corrigir esses pequenos probleminhas no seu sistema operacional.

Usuários, fiquem tranquilos. Nada será alterado no seu dia a dia com o OS X.

Via Ars Technica

NPD: Chromebooks e Macs são protagonistas da recuperação dos PCs nos EUA

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A consultora NPD publicou os seus dados de vendas nos EUA de Chromebooks, Macs e equipamentos com Windows durante um período de 10 semanas, entre 1 de maio e 4 de julho de 2014.

De acordo com os dados, os equipamentos baseados em Chrome OS e OS X foram os mais vendidos nesse período, enquanto que os PCs e portáteis com Windows tiveram vendas mais discretas, mas ainda assim lideram com folga um mercado que melhorou em relação ao ano de 2013.

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As vendas no mercado norte-americano cresceram 3% durante esse período, contra 2.5% de queda registrada entre 2012 e 2013. Os Chromebooks aumentaram a sua cota de mercado em 37% (de 3.3% para 4.5%), enquanto que os iMacs e os MacBooks cresceram 14% (de 24.2% para 26.8%).

O Windows, por sua vez, caiu de 72.3% da cota do ano passado para 68.4% desse ano, algo que mostra o claro interesse pelos equipamentos da concorrência nos EUA. Os Chromebooks foram um sucesso nesse período, representando 5% de todas as vendas de portáteis, e 18% do total de vendas de equipamentos abaixo dos US$ 300.

Como nota curiosa, os dispositivos conversíveis baseados no Windows foram responsáveis de 13% de todas as vendas de produtos com esse sistema operacional, e o seu volume de vendas se multiplicou por seis ao longo de 2013.

Via NPD

ARChon permite a execução de apps Android no Windows, Mac e Linux

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O recurso App Runtime for Chrome (ARC) é o elemento principal do runtime ARChon, desenvolvido por Vladikoff, que não só consegue executar qualquer aplicativo Android no Chrome OS, mas também em outras plataformas, como Windows, OS X e Linux.

O ARC foi distribuído como uma extensão do Chrome OS, mas as extensões Native Client se caracterizam por ser válidas em qualquer tipo de plataformas. Com isso em mente, Vladikoff desenvolveu uma versão personalizada do ARC, que pode ser carregada arrastando o arquivo para o navegador Chrome. A partir daí, é possível executar aplicativos do Android em qualquer plataforma que conte com o navegador Chrome 37 ou superior.

O único problema é que o ARC não suporta pacotes tradicionais do Andorid (APK), o que obriga uma conversão prévia dos aplicativos em extensões do Chrome. Algo que Vladikoff já resolveu, com a ferramenta chromeos-apk.

O resultado é a possibilidade de executar diversos apps do Android no Chrome no Windows, OS X ou Linux. Os testes preliminares da ferramenta mostram que ainda há muito o que se melhorar: apesar dos aplicativos serem executados com muita velocidade, a ausência de suporte do Google Services faz com que muitos aplicativos não funcionem.

Porém, esses problemas estão sendo trabalhados, e podemos acreditar que em médio prazo a Google pode até oferecer uma solução oficial para o assunto. E, com isso, mais de 1.3 bilhão de aplicativos que estão disponíveis para nossos smartphones e tablets Android podem rodar em nossos PCs ou notebooks no futuro.

 

Via Ars Technica

OS X Yosemite mostra evidências de um iMac com tela Retina

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Os desenvolvedores da Apple estão descobrindo intrigantes dados ocultos no código das versões beta do iOS 8 e OS X. A última descoberta nesse sentido é a existência de um possível iMac com tela Retina a caminho.

A versão anterior do OS X (10.9.4) já apontava para essa possibilidade, mas o Yosemite praticamente confirma essa informação. Segundo informa o site francês Macbiouille, a beta do novo sistema operacional inclui um arquivo que define as possibilidades de escala de diferentes resoluções de tela. Nesse arquivo, há um dispositivo definido simplesmente como iMac, onde as resoluções oscilam entre 3.200 x 1.800 pixels e 6.400 x 3.600 pixels. A resolução nativa não se especifica, mas o site estima que pode ficar entre os 5.120 x 2.880 pixels.

A resolução do MacBook Pro Retina de 15 polegadas é de 2.880 x 1.800 pixels, de modo que tal teoria pode ter sentido. O rumor de que a Apple está trabalhando em um desktop com tela Retina circula na web desde que foram lançados os notebooks com esta tecnologia. Porém, desenvolver telas confiáveis com tantos pixels não é algo tão simples, especialmente em um diagonal de 27 polegadas.

Via MacRumors, Macbiouille

Há quem diga que essas imagens são do novo OS X…

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Faltando poucas horas do início da WWDC 2014, novas imagens vazadas mostram supostas telas do OS X 10.10, nova versão do sistema operacional para Macs da Apple. Não há muitos detalhes sobre o sistema, mas se as fotos forem verdadeiras, uma coisa fica bem clara: ele está mais próximo do que nunca do iOS.

São esperadas mudanças de design e funções no OS X 10.10, patrocinadas por Jonathan Ive. As imagens vazadas foram publicadas na comunidade Mac no Reddit, e rapidamente foram eliminadas (mas não a tempo de outros sites republicarem as mesmas). Segundo o MacRumors, de tudo o que se conhece até agora da nova versão do OS X, não é descabido pensar que as fotos são legítimas.

A qualidade das imagens não ajuda, mas é possível identificar uma nova central de notificações, melhorias na Dock, a busca com Spotlight, uma central de controle que lembra muito o design do iOS e um navegador Safari reformulado. Nada revolucionário, mas uma mudança estética (e, talvez, funcional) importante). O novo Dock translúcido e a central de notificações são pontos de maior proximidade com o iOS.

Ainda é difícil saber se as imagens são autênticas ou não, já que são fotos do dia 24 de março. Mesmo sendo reais, a Apple pode ter adicionado mudanças desde então no software. Hoje (02), essas dúvidas serão sanadas. Ao menos esse post fica como registro.

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Via MacRumors, Reddit

Apple vai exibir a palestra inaugural da WWDC 2014 para usuários do iOS, OS X e Apple TV

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A Apple vai transmitir a palestra inaugural da WWDC 2014 para os usuários de dispositivos com os sistemas iOS, OS X e Apple TV. O evento acontece no dia 2 de junho, no Monscone West, em San Francisco (Estados Unidos).

Tradicionalmente, a palestra inaugural da Apple na WWDC serve para apresentar números de vendas, novos planos e próximos produtos ou serviços. A apresentação começa às 10 AM (horário da Costa Oeste dos Estados Unidos, ou 14h, horário de Brasília), e os usuários de qualquer dispositivo com os sistemas listados poderão assistir o evento via streaming. Ou seja, proprietários do iPhone, iPad, iPod Touch, Mac ou Apple TV.

Muitos são os rumores do que veremos na apresentação do dia 2 de junho, mas é muito provável que o iOS 8 seja esboçado pela primeira vez, assim como o OS X 10.10. Aliás, pouco se sabe da nova versão do OS X, diferente do que acontece com o iOS 8, onde se especula novas funcionalidades, como a Healtbook e uma nova ferramenta para controle dos dispositivos no lar.

Recentes especulações indicam que novos hardwares serão mostrados, como novos MacBook Air, um iMad “econômico”, e uma nova plataforma para o iOS que permite o controle dos dispositivos inteligentes do lar, como lâmpadas ou fechaduras de portas, através de um smartphone ou tablet.

Por enquanto, só nos resta esperar até a próxima semana. A boa notícia é que vamos poder ver tudo isso em tempo real.

Via CNET

Rumor: a nova versão do OS X pode sofrer uma mudança tão radical como o iOS 7

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No ano passado, a World Wide Developers Conference da Apple apresentou uma grande e importante mudança no design do iOS 7. Nesse ano, o grande protagonista do evento promete ser o OS X, e tudo indica que ele pode seguir os passos ditados por Jony Ive, e sofrer uma profunda reformulação.

Diferentes fontes próximas da Apple relataram ao site 9to5Mac que a próxima versão do sistema operacional para os Macs (conhecida internamente como Syrah) sofrerá uma transformação similar ao iOS 7. Os aplicativos de base como o Finder ou o Mission Control continuam, mas sua estética abandonará o design atual para adotar formas mais limpas e simples. Para isso, a Apple teria deslocado boa parte da mesma equipe técnica responsável pelo iOS 7 no redesign do OS X.

Na realidade, a Apple está em um opa posição otimista para dar esse passo. Apesar das críticas (e bugs) iniciais, o iOS 7 foi bem recebido, e o OS X há muito tempo pede por uma mudança estética. A decisão de oferecer a versão Mavericks de forma gratuira também é uma forma de evitar a fragmentação e unificar completamente as versões para esta nova versão.

Ainda que os rumores apontem para esse sentido e que tem toda lógica de ser, teremos que esperar a WWDC 2014, que acontece em junho, para confirmar tais rumores. Se a política da Apple não se modificar, o OS X deve estar disponível no final de 2014.

Via 9to5Mac