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Review Comparativo | Motorola Moto X vs Motorola Moto G

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Os dois últimos lançamentos da Motorola são comparados. Os modelos Moto X e Moto G receberam destaque positivo de grande parte da imprensa especializada. Porém, muitos acreditam que os modelos são praticamente os mesmos, tirando um ou outro recurso inteligente presente no Moto X. Será que é isso mesmo? Esse comparativo vai responder essa questão de uma vez por todas.

Não vamos aqui dizer qual é melhor ou pior. Até porque, por razões óbvias, o Moto X é melhor que o Moto G, e ponto final. Não há discussão nesse aspecto. O objetivo desse post é mostrar onde estão as principais diferenças entre os dois produtos, o que justificariam a diferença de preços entre os dois produtos (tá, talvez não tão gritante assim, pois o Moto X poderia custar menos), e principalmente: qual é o modelo mais adequado para o seu perfil de uso e/ou suas necessidades.

Características Físicas

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Vendo de longe, lado a lado, você realmente não consegue dizer qual é um, qual é outro. De perto, apenas aqueles que tem um olhar mais apurado vai dizer qual é qual (os menos íntimos com o mundo da tecnologia deverão confundir os modelos). A Motorola apostou em manter a mesma proposta de design para os dois produtos, com o objetivo de reforçar a nova proposta para o consumidor, e repetir a experiência de uso nos dois modelos.

Com isso, o Moto X e o Moto G são modelos “gêmeos”. As diferenças começam a aparecer quando aproximamos os dois dispositivos, e começamos a observar as suas características peculiares. Para começar, os diferentes materiais adotados para a tela fazem com que a coloração do LED do Moto G seja algo mais uniforme, enquanto que no Moto X apresenta uma área levemente mais clara na tela, por conta do AMOLED.

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Outra leve diferença é percebida na lateral direita dos dois dispositivos, onde ficam os botões de liga/desliga/bloqueio de tela e controles de volume. Além de contarem com orientações diferentes (no formato), os botões do Moto G são um pouco menores.

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Na parte frontal do dispositivo, também é possível observar que o alto-falante de chamadas do Moto G é um pouco menor (e, por conta disso, um pouco menos audível) que o do Moto X. Além disso, a câmera frontal do Moto G se posiciona do lado esquerdo do corpo do dispositivo, enquanto que no Moto X, a câmera está no lado direito. Sem falar que o Moto G possui um LED para notificações de atividades.

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Mas é na parte traseira dos dois smartphones que encontramos as principais diferenças físicas. O Moto X possui um acabamento com um material que simula o Kevlar (sim, eu sei…), enquanto que o Moto G conta com uma carcaça de plástico removível. Aqui, fica bem evidente que o modelo de linha média possui um material (teoricamente) mais simples no seu acabamento, se comparado com o modelo mais avançado. Além disso, o alto-falante traseiro do Moto X fica à direita do usuário, ao contrário do Moto G.

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As diferenças de altura, largura e profundidade entre os dois smartphones são praticamente imperceptíveis, mas existem. O Moto G, por ter uma tela menor, é levemente mais estreito e baixo que o Moto X, o que faz com que o seu agarre fique levemente mais agradável. Por outro lado, o Moto G é mais espesso e reto na parte traseira, além de ser um pouco mais pesado que o Moto X (143 gramas para o Moto G, contra 130 gramas para o Moto X).

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Essas pequenas diferenças se refletem nas dimensões dos dispositivos. O Moto X mede 129.3 x 65.3 x 10.4 mm, enquanto que o Moto G conta com medidas de 129.9 x 65.9 x 11.6 mm. Ou seja, eles são praticamente idênticos, mas o Moto G é um pouco mais confortável de se segurar. A tela de 4.5 polegadas e a parte traseira menos curvada faz com que o modelo de linha média se encaixe melhor na mão, tornando o seu uso mais confortável.

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No final das contas, as diferenças físicas não são muito gritantes. Não são fatores determinantes para a escolha de um ou de outro. Qualquer pessoa poderia escolher qualquer um dos dois smartphones por conta desses aspectos. As diferenças entre o Moto X e o Moto G começam a ficar acentuadas a partir de agora.

Tela

O Moto X possui uma tela AMOLED de 4.7 polegadas, com resolução de 1280 x 720 pixels e 312 pixels por polegada. Já o Moto G tem uma tela de 4.5 polegadas em IPS LCD, com a mesma resolução de 1280 x 720 pixels e 329 pixels por polegada. Nos números as telas são muito parecidas, e essa densidade maior do Moto G não é relevante para determinar uma melhor experiência visual.

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Na prática, as duas telas são excelentes. Porém, a tela do Moto X oferece cores mais mais quentes, puxando as tonalidades um pouco mais para o vermelho. O Moto G oferece tonalidades mais frias, o que pode soar mais agradável para muitos usuários (que entendem que a tela do Moto X satura demais as cores). Isso fica mais evidente quando abrimos páginas web com a predominância do fundo branco (como é o caso dos posts do TargetHD).

No Moto X, o branco apresenta um tom um pouco avermelhado, enquanto que no Moto G, a imagem se aproxima mais da tonalidade real (ou daquela captada pela maioria das pessoas). Particularmente, me agrada mais a tela do Moto G, justamente por esse aspecto: o resultado oferecido na reprodução das cores dos elementos da tela.

Sistema Operacional e Interface de Usuário

O Moto X (nesse exato momento que estou escrevendo esse post) está recebendo o Android 4.4 KitKat. O meu aparelho ainda não foi atualizado, de modo que o dispositivo ainda se encontra com o Android 4.2.2 Jelly Bean. O Moto G já está com a versão 4.3 Jelly Bean, e já tem a atualização garantida para o Android KitKat.

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Na prática, as diferenças na experiência de uso (nesse momento, com os dois smartphones com Android Jelly Bean) são mínimas. Elas se fazem mais presentes por conta dos recursos inteligentes presentes no Moto X, como por exemplo os comandos inteligentes por voz, os comandos de movimento para a câmera e, principalmente, na tela inteligente. Fora isso, os dois modelos oferecem experiências de usabilidade muito similares.

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Com isso, os dois smartphones se comportam, em linhas gerais, de forma idêntica. Essa é uma grande vantagem dessa nova linha de smartphones da Motorola: mesmo com produtos diferentes, com preços tão diferentes, o usuário vai receber experiências de uso similares. Mais ou menos aquilo que a Nokia faz com os modelos da linha Lumia, com Windows Phone.

Hardware

O Moto X possui processador Qualcomm MSM8960 Snapdragon S4 Pro dual-core de 1.7 GHz (com a tecnologia X8 Mobile Computing System), 2 GB de RAM, GPU Adreno 320 e até 16 GB de armazenamento. O Moto G conta com processador Qualcomm Snapdragon 400 quad-core de 1.2 GHz, 1 GB de RAM, GPU Adreno 305 e versões com 8 e 16 GB de armazenamento. Essas diferenças técnicas são importantes para determinar o que um produto é ou não capaz de fazer, mas não fundamentais para se converter em uma experiência de uso pior ou melhor.

Como já foi dito antes nessa análise, os dois modelos oferecem uma experiência de uso muito boa. No caso do Moto G, ele impressiona de forma positiva, pois em jogos que exigem uma maior demanda dos recursos de hardware (como nos casos de Real Racing 3 e Iron Man 3), o smartphone apresentou um desempenho surpreendentemente impecável (mesmo com algumas restrições de reprodução de gráficos), sem lags ou travamentos.

O usuário que optar pelo Moto G não vai se arrepender nesse aspecto. É o modelo com um desempenho acima de sua média de preço e posicionamento de mercado. O Moto X também impressiona pela sua performance impecável, mas se posiciona em um patamar diferente. É um smartphone com recursos inteligentes, mostrando a nova proposta da Motorola/Google  para os seus futuros lançamentos.

Podemos definir dessa forma:

– O Moto G é o smartphone ideal para os usuários de entrada, ou para aqueles que querem o melhor desempenho possível pelo menor preço.
– O Moto X é o smartphone para usuários avançados, que querem a máxima performance, com recursos inteligentes.

Nos dois casos: é uma das melhores escolhas possíveis no mercado de smartphones.

Câmera

Aqui está um dos itens que mais acentuam as diferenças entre o Moto X e o Moto G. Por partes.

O Moto X possui uma câmera traseira de 10 megapixels (1/2.6″), gravação de vídeos em Full HD (1080p, 30 FPS), recurso de câmera lenta nas gravações de vídeo, recursos de geo tagging, HDR e outras funcionalidades inteligentes. Além disso, o modelo conta com um sensor frontal de 2 megapixels, com gravação de vídeos em Full HD.

O Moto G trabalha com um sensor traseiro de 5 megapixels, com recurso de HDR e foto através do toque na tela, gravação de vídeos em HD (720p, 30 FPS), e câmera frontal de 1.3 MP, com gravação de vídeos em HD.

Pelos números e características, já é possível observar que as câmeras dos dois smartphones são bem diferentes. Na prática, os resultados são ainda mais díspares. Apesar das fotos produzidas pelo Moto X ainda ficarem aquém dos seus principais concorrentes, depois da primeira atualização feita pela Motorola para corrigir os seus problemas, a qualidade das fotos melhorou de forma considerável. E, comparadas com as fotos capturadas pelo Moto G, os resultados produzidos pelo sensor do Moto X são muito superiores.

Por outro lado, a câmera do Moto G está “na média” que encontramos entre os modelos de sua categoria. Historicamente, a Motorola nunca conseguiu entregar boas câmeras para os seus smartphones. E esse parece ser um dos pontos de maior reclamação dos proprietários do Moto G, que esperavam uma câmera melhor (algo que é compreensível, já que estamos falando de um produto que é considerado acima da média dos seus rivais).

A seguir, um breve comparativo de fotos (na ordem, Moto X e Moto G):

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Fotos Noturnas

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Bateria

Esse é outro ponto que detectei diferenças nos dois modelos, e que não são diferenças apenas numéricas. O Motorola Moto X possui uma bateria de 2.200 mAh, enquanto que o Moto G conta com uma bateria de 2.070 mAh. Você poderia imaginar que essa desvantagem de 130 mAh do Moto G poderia se converter em uma pior autonomia de bateira. Mas não é isso o que acontece.

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O Moto X possui uma bateria considerada boa para um produto do seu porte. Conta com um processador que executa mais recursos de forma simultânea, mais sensores funcionando ao mesmo tempo, e funcionalidades que fazem com que o smartphone necessite ficar conectado o tempo todo no WiFi ou 3G/4G. Logo, de forma natural, essa demanda de bateria é maior. Mesmo assim, para quem tem um uso considerado normal ou moderado, pode ter a certeza que a bateria do Moto X vai sobreviver por um dia completo de uso, antes de ir para o carregador no final do dia.

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Já o Moto G impressiona na sua autonomia de bateria. Em standby, sem mexer muito no aparelho e com a conectividade WiFi ativa, o smartphone consegue ficar por mais de um dia sem precisar chegar perto do carregador (em nossos testes para o review, ele ficou mais de quatro dias em standby sem recarga de bateria, e ainda com mais de 40% de bateria restante). Para quem usa o smartphone para as atividades mais comuns (redes sociais, e-mails, navegação na web, música, fotos, etc), a autonomia dura tranquilamente pelo menos um dia e meio de uso. E até para os usuários mais exigentes (fotos, vídeos, games, etc), é possível alcançar um dia completo de uso, antes da bateria ser recarregada.

Não só pelas diferenças do hardware, mas devemos levar em conta que, no momento dos testes, o Moto G contava com o sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean, que possui melhorias diversas em relação ao Android 4.2.2 Jelly Bean do Moto X, incluindo um melhor gerenciamento de recursos, que se convertem em uma maior autonomia de bateria.

Conclusão

A Motorola fez um ótimo trabalho nos dois smartphones, que podem atender muito bem usuários com perfis distintos. O Moto G é o melhor smartphone de linha média do mercado nesse momento, pois oferece benefícios decisivos para atender as necessidades dos usuários. O Moto X é um dos smartphones recomendados para os geeks convictos, pela experiência de uso próxima ao do Android “puro”, pelo design agradável e pelos recursos inteligentes (que, aos poucos, se tornam mais inteligentes ainda).

Review em Vídeo

Especial | A minha (breve) experiência com o Samsung Galaxy S3 LTE (GT-i9305)

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Daniel Pereira

Esse post não é um review, nem uma análise muito aprofundada sobre o produto. É mais um testemunho pessoal que descreve a minha breve experiência pessoal com o Samsung Galaxy S3 LTE (GT-i9305). Vocês não sabem, mas aproveitei o período da Black Friday 2013 para adquirir uma unidade desse produto, com a esperança que ele pudesse ser o meu segundo smartphone de uso pessoal (o primeiro segue sendo o Motorola Moto X). Porém, devolvi o telefone cinco dias depois. De qualquer forma, segue as minhas impressões sobre o produto.

O modelo foi adquirido através do site do Ponto Frio, e o motivo para a compra foi o simples fato dele estar mais barato que o Galaxy S3 3G. É verdade. Encontrei o Galaxy S3 4G a R$ 1.299 (clique aqui), enquanto que o Galaxy S3 3G estava com preço sugerido de R$ 1.499. Enão, eu disse para mim mesmo, em alto e bom som: “por que não”? E, mesmo sendo um produto lançado em 2012, entendo que alguns ainda se interessam pelo produto, inclusive com o objetivo de utilizar o smartphone como telefone principal.

Outro motivo para a compra do produto foi o fato desse modelo (o GT-i9305) não contar com o problema da “morte súbita”, que tanto assombrou os proprietários do Galaxy S3 3G ao redor do planeta. Depois de muito pesquisar na internet sobre o assunto, e até mesmo utilizar o aplicativo que faz o teste do chip, para verificar se o mesmo é ou não defeituoso (o eMMC Brickbug Check), pude constatar que a compra era algo seguro nesse aspecto.

Mais tranquilo sobre isso, hora de passar as minhas impressões, e principalmente, explicar por que eu não fiquei com o smartphone. E, justamente pelo pouco tempo que fiquei com o dispositivo, esse post não contará com fotos do aparelho (até porque não é um review, e sim, um post especial).

Características Físicas

O Galaxy S3 LTE não possui grandes diferenças físicas, se comparado com o Galaxy S3 3G que já conhecemos. É um smartphone com um corpo de plástico, com uma tampa traseira fina (mesmo), que passa uma certa fragilidade na hora da remoção para acesso à bateria, slot para SIM card e microSD. Porém, é um smartphone fino. Sua baixa espessura cai bem na hora do uso, e mesmo com uma tela de grandes dimensões, o dispositivo se torna agradável para o uso com uma ou duas mãos.

Vale lembrar que o Galaxy S3 LTE, além de ser compatível com a conectividade 4G, conta com 2 GB de RAM, o que ajuda e muito no seu desempenho geral. Ajuda, mas não resolve. Mas falarei disso daqui a pouco.

Tela

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Esse sempre foi um ponto forte dos modelos top de linha da Samsung, e no caso do Galaxy S3, isso não é diferente. É uma tela de alta qualidade, com elevado nível de brilho e contraste. As 4.8 polegadas são excelentes para interagir com o Android. Pena que…

Sistema Operacional e Interface de Usuário

Aqui começaram os motivos para a desistência do produto. Para começar, a unidade que chegou até aqui contava com uma firmware de uma operadora de telefonia móvel (Oi), ou seja, eu teria “alguns pequenos problemas” (na verdade, problemas gigantes) na hora de atualizar o Android (que ainda estava estacionado na versão 4.12 Jelly Bean). Eu poderia instalar uma ROM customizada, mas isso poderia representar dores de cabeça ainda maiores.

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Além disso, o velho problema da TouchWiz se fez presente. Eu sei que tem gente que gosta da interface, que acha ela o máximo e tudo. Eu, particularmente, detesto. Não chega nem perto da excelência da experiência do Android “puro”, além de elevar o consumo de recursos do smartphone, prejudicando no seu desempenho. Veja bem, eu não estou falando que os recursos inteligentes que a Samsung adiciona nos seus smartphones não são bem vindos. Pelo contrário: alguns eu gostaria de ter hoje nos meus smartpohones. Porém, na minha opinião, a TouchWiz ferra com tudo isso, deixando o smartphone com um desempenho aquém do que poderia ser.

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Resultado: uma certa dose de frustração com o desempenho geral do dispositivo. Eu só consegui uma performance próxima do que eu considero a ideal quando eu instalei a NOVA Launcher no dispositivo (aliás, a última versão dessa launcher está impecável). Sem falar em uma porção de complementos/aplicativos que instalei para aproximar a experiência de uso daquela que eu já contava com o Moto X.

GPS

Outro motivo que me levou a desistir do Galaxy S3 LTE é o velho problema de GPS que esse modelo apresentou. Aliás, desde o Galaxy S2 que observo que os modelos top de linha da Samsung levam um pouco mais de tempo do que o desejado na hora de localizar a posição do usuário com o GPS. Tudo bem, você pode “se encontrar no mundo” mais rapidamente quando você usa os serviços de localização da Google, mas quando não temos internet, isso passa a ser um problema considerável. Uma prova disso foi a utilização do Waze com o dispositivo.

Câmera

Se existe um um ponto que vou sentir saudades do Galaxy S3 LTE, esse ponto é justamente a câmera. Tanto a câmera traseira de 8 megapixels, quanto a câmera frontal de 1.9 megapixels apresentaram resultados muito bons (levando em conta que é uma câmera de um smartphone lançado em 2012). Tudo bem, algumas fotos registradas durante o dia apresentaram um aspecto um pouco “lavado” (com um certo excesso de captação de luz), mas nada muito fora do aceitável. E, em compensação, as fotos noturnas apresentam ainda uma qualidade muito boa. Ou seja, para quem pensa em tirar fotos com o smartphone, ainda é uma opção a se considerar.

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Internet

Outro fator que me fez desistir do Galaxy S3 LTE é a sua conectividade à internet. Observei no modelo que chegou até aqui que o sinal de rede móvel variou bastante entre 2G/3G/3G+. E não… antes que você diga que “isso é problema da sua operadora, e…”, devo dizer que em outros smartphones (incluindo no Moto X), isso não aconteceu.

Como resultado, a navegação e acesso aos aplicativos que dependiam do sinal de internet ficavam com a sua performance prejudicada, uma vez que o sinal não ficava em uma velocidade constante. De novo: como não observei essa mesma anormalidade em outros dispositivos (e apenas no Galaxy S3 LTE), concluí que a deficiência estava nesse dispositivo. E isso me desencorajou bastante a permanecer com o produto.

Games

O hardware do Galaxy S3 LTE ainda é razoável para os jogos, apesar de muitos entenderem que o dispositivo já está “no seu limite” entre as especificações de hardware (comparados com os modelos lançados esse ano). Para quem pretende rodar jogos de forma mais descompromissada no smartphone, o modelo ainda é uma boa pedida. Se você é um gamer mais exigente, isso pode significar algumas doses de dores de cabeça.

Multimídia

Uma vez que conta com a TouchWiz (e os recursos personalizados da Samsung), o Galaxy S3 LTE oferece um bom desempenho nas funcionalidades de multimídia. Não há nada de diferente daquilo que já encontramos nos outros dispositivos da Samsung.

Bateria

A autonomia de bateria do Galaxy S3 LTE é boa. Se o usuário tiver um perfil de uso moderado, consegue chegar ao final do dia com alguma bateria, podendo simplesmente recarregar o dispositivo na tomada durante a noite. Para usos mais intensos (e principalmente, ao utilizar a internet via 3G/4G), o consumo de bateria é naturalmente maior. Mas nada fora do normal, ou do que já encontramos em outros modelos da Samsung. Um detalhe: durante o breve tempo de uso, percebi que a parte traseira do dispositivo esquenta um pouco a mais do que o desejado, talvez por conta da fina tampa traseira do dispositivo.

Conclusão

O Samsung Galaxy S3 LTE é hoje um bom smartphone de linha média. Tem algumas limitações que me incomodaram, mas não descarto como uma opção para aqueles que gostam dos produtos da Samsung, ou da interface TouchWiz na sua experiência de uso. Para mim, não caiu bem, por causa dos pontos listados. Mas quem sabe não pode ser uma opção para aqueles que não podem gastar mais do que isso em um smartphone (apesar de compreender que existem hoje opções melhores na concorrência, na mesma faixa de preço.

 

Review | Motorola Moto G

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Um dos modelos mais procurados pelos leitores do TargetHD nesse final de 2013, e uma das melhores relações custo/benefício do mercado brasileiro. Essas são as credenciais do Motorola Moto G, o último lançamento da Motorola no seu portfólio de smartphones. Um modelo de linha média, com características de produto top de linha. E é o smartphone que vamos analisar nesse post.

A assessoria de imprensa da Motorola Brasil enviou para nós uma unidade da versão de 8 GB dual SIM do Moto G para testes e reviews. Exceto pela diferença de capacidade de armazenamento, entendo que o comportamento geral e as características desse modelo são similares em todas as suas versões. Logo, se você pretende comprar o modelo com 16 GB de armazenamento (Colors Edition ou Music Edition), você terá a mesma experiência de uso e características da versão que será analisada nesse post.

Mas, antes desse review começar, lançarei a pergunta: será que o Moto G é mesmo o melhor smartphone de linha média que o seu dinheiro pode comprar? Guardem essa pergunta. Você mesmo vai respondê-la depois de ler na íntegra esse review.

Características Físicas

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Vendo de longe, você não é capaz de dizer se esse smartphone é o Moto G ou o Moto X. Esteticamente, os dois são realmente muito parecidos, o que é um ponto muito positivo para o produto. Afinal de contas, o design do Moto X é muito elogiado pelos seus usuários, por ser simples, elegante e de agarre agradável. Logo, o Moto G herda todas esses aspectos naturalmente. Da mesma forma, a maioria dos elementos físicos do dispositivo são os mesmos do Moto X.

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A disposição dos botões físicos na lateral direita (botão de liga/desliga e bloqueio de tela, e botões de controle de volume), deixando a lateral esquerda livre. Assim como o conector para fones de ouvido na parte superior…

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…e a porta microUSB, na parte inferior.

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As diferenças físicas entre os dois smartphones começam a ficar visíveis quando olhamos para a parte traseira do smartphone. O Moto G possui uma carcaça traseira de plástico removível, que dependendo da cor escolhida, pode sim deixar algumas marcas de dedos decorrentes do uso. Obviamente, não testei as capas da versão Colors Edition (já que não foi a versão que recebi para testes), mas já li relatos na internet que tal característica fica mais clara na capa na cor preta.

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Além disso, você vai precisar de uma boa dose de paciência para retirar a capa traseira do Moto G. É um processo realmente complicado e até doloroso. Se as suas unhas estão bem cortadas, vai ser bem difícil retirar essa tampa traseira. Sem falar que o esforço dispensado para tal tarefa pode resultar em eventuais quebras nas linguetas internas da tampa, o que pode causar problemas futuros na hora de manter o encaixe dessa tampa no dispositivo.

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Mas aqui, temos duas boas notícias: 1) você sempre pode comprar uma nova tampa traseira para o telefone; 2) você não vai ficar colocando e retirando essa tampa traseira constantemente.

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Outra diferença visual do Moto G para o Moto X é que o primeiro possui o alto-falante traseiro posicionado do lado esquerdo do usuário, enquanto que o segundo possui o alto-falante à direta da câmera. Além disso, o Moto G possui o LED de notificação (já que sua tela não é inteligente) e a câmera frontal à esquerda do usuário, enquanto que o Moto X posiciona a câmera do lado direito do dispositivo.

De um modo geral, o dispositivo é muito bem construído, com uma aparência de solidez para o usuário. Foi um belo trabalho da Motorola nesse aspecto. É um produto que não é tão pesado para se levar no bolso (130 gramas), e possui um agarre muito bom para os diferentes tipos de uso.

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Tela

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O Motorola Moto G possui uma tela de 4.5 polegadas, com resolução HD (1280 x 720 pixels, 329 pixels por polegada). Segundo a Motorola, é uma tela “com resolução melhor que a do iPhone”. De fato, tecnicamente, é: é uma tela maior, com maior resolução, e maior densidade de pixels. E o resultado na prática é muito positivo.

A tela do Moto G é realmente muito boa. Os gráficos são exibidos de forma plena, sem deformações de ícones ou serrilhados. Para quem deseja utilizar o smartphone para o entretenimento (vídeos, jogos, etc), vai ficar bem satisfeito com a capacidade de exibição das imagens. Tudo bem que é mais uma tela que atrai rapidamente as marcas de dedo com um uso constante, mas nesse caso, é seu dever você instalar uma película protetora, não mesmo pela proteção contra riscos (é preciso, mesmo com a presença da película Corining Gorilla Glass), mas também para evitar que a tela do seu dispositivo fique engordurada.

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Aparentemente, a tela do Moto G apresenta cores menos saturadas que o Moto X, e isso se dá por conta do material adotado na tela do modelo de linha média da Motorola. Enquanto a tela do Moto X usa o AMOLED como material, o Moto G possui uma tela LCD, o que resulta nessa menor saturação e, por tabela, cores menos fiéis, mais frias e com menor contraste.

Por outro lado, tais diferenças só serão percebidas se você colocar os dois dispositivos lado a lado.Para quem nunca se deparou com um Moto X na vida, ou não considera esses detalhes relevantes o suficiente na escolha, essas características da tela LCD passam completamente desapercebidas, e não são fatores determinantes para descartar o Moto G. A tela do smartphone continua sendo excelente.

Bem melhor do que qualquer um de seus concorrentes de preço.

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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O Motorola Moto G conta com o sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean, e já tem a atualização para a versão 4.4 KitKat prometida para janeiro de 2014. A interface de usuário do smartphone é aquela que chamamos de “Android (quase) puro”, com poucas adições e modificações da Motorola.

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Nesse sentido, a experiência que o usuário vai receber no aparelho é muito similar ao que encontramos no Moto X, com a diferença que no Moto G você não vai encontrar os recursos inteligentes do Moto X (tela inteligente, comandos de voz, comandos por movimento, etc).

Logo, posso dizer que o usuário vai encontrar um smartphone com uma usabilidade plena, com transições suaves, sem engasgos ou lags. O conjunto hardware + software do Moto G está muito bem ajustado para o uso diário, com uma performance praticamente impecável, o que é um ponto muito positivo para o dispositivo.

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Uma das principais diferenças na interface de uso do Moto G está no menu para os dois slots para SIM cards. Ele fica acessível ao usuário no atalho de abas de notificações, e possui uma área única para gerenciamento das suas configurações. Através dessa tela, você pode ajustar não só o funcionamento das linhas, mas também o controle de chamadas e mensagens por cada chip, além do controle de dados e do tipo de conexão de cada linha.

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Fora isso, não há maiores destaques a serem assinalados nesse quesito. Para os usuários que desejam obter uma experiência Android próxima daquela que o Google entende como ser a ideal (muito próxima do Android puro, nesse caso), o Moto G é a sua escolha.

Qualidade de Áudio e Chamadas

A qualidade de reprodução de áudio do alto-falante traseiro do Motorola Moto G é mediana. Não é tão alto no seu volume quando alguns desejam, mas é em um volume audível, dependendo do toque adotado pelo usuário para chamadas e alarmes. Entendo que o volume é (e não surpreende esse aspecto) tão audível quanto o do Moto X, o que deve ser considerado algo satisfatório para a maioria dos usuários.

O mesmo acontece com o alto-falantes para chamadas. O volume é considerado o ideal para a maioria dos usuários compreenderem a pessoa que está do outro lado da linha, até mesmo em ambientes com relativo volume de ruído. O microfone integrado no smartphone aparentemente é competente o suficiente para que a pessoa do outro lado ouça a sua voz sem maiores problemas.

O modelo enviado para testes foi o dual SIM de 8 GB de armazenamento. Pelo menos no modelo enviado para testes, as duas linhas funcionaram sem maiores problemas, com boa qualidade de sinal e conectividade.

Internet

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O Moto G se vale das conectividades WiFi e 3G para acesso à web, algo mais do que esperado para um dispositivo desse porte. Com alguma sorte (e dependendo do plano de internet que você utiliza), é possível obter alguma conectividade em HSPA+ (ou 3G Plus, dependendo da operadora), que já dá uma bela ajuda na exibição de páginas e acesso às redes sociais.

De um modo geral, não foram registrados problemas de navegação, queda de sinal de rede ou dificuldades no acesso aos recursos conectados. Nesse aspecto, tudo aconteceu dentro do esperado, levando em consideração as características do produto.

GPS

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Mais uma vez, a Motorola repetiu o bom trabalho do Moto X com o GPS do Moto G. Por contar com os sistemas GLONASS e A-GPS, o posicionamento do GPS é mais rápido e preciso, produzindo ótimos resultados.

De forma nativa, o Moto G não traz o aplicativo de navegação pré-instalado, mas isso não impede que o usuário instale aquele aplicativo que melhor atenda as suas necessidades. De qualquer forma, durante os testes com recursos como Foursquare e Google Mapas, o sistema de localização funcionou de forma perfeita. Para quem precisa transformar o smartphone em um GPS em algumas ocasiões, não deve ficar decepcionado com o Moto G nesse aspecto.

Câmera

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O Moto G possui uma câmera traseira de 5 megapixels, que é considerada “OK”. Se pensarmos que nenhum smartphone na sua faixa de preço possui uma câmera que vai além do mediano, podemos dizer que a câmera do novo smartphone da Motorola está na média. É claro que poderíamos esperar um pouco mais (uma vez que todo mundo está tirando fotos a qualquer momento, em qualquer lugar), mas ainda não chegamos nesse ponto.

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A interface de software é a mesma do Moto X, com algumas pequenas modificações. A transição do modo câmera para o álbum de fotos está mais rápida, e o recurso de foco com o deslizar de um dedo está presente. Essas são duas características que colocamos na conta do Android 4.3 Jelly Bean, e que também estão presentes no Android 4.4 KitKat, que oferecem uma experiência de fotos mais prazerosa e eficiente.

De novo, tenho que ressaltar que as fotos produzidas pelo seu sensor são medianas. Para quem não coloca a câmera como prioridade, isso não será um grande problema. Logo, leve em consideração que é uma típica câmera de um smartphone de linha média.

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O mesmo se aplica à câmera frontal de 1.3 MP. Ela se faz mais eficiente para eventuais videochamadas, e até alguns “selfies” (essa palavra está na moda) sem compromisso. Mas não espere uma qualidade de imagem elevada. Talvez ela ainda seja um pouco melhor do que as câmeras frontais de alguns de seus concorrentes, que possuem uma resolução menor e uma qualidade de imagem pior do que essa demonstrada pelo produto da Motorola.

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Games

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De forma quase surpreendente (ou não, se levarmos em conta as suas características de hardware), o Motorola Moto G foi muito bem nos jogos. Para começar, a sua tela de 4.5 polegadas em HD (1280 x 720 pixels) garante uma reprodução dos gráficos com alta qualidade. Sua GPU Adreno 305 não é a mais potente do mercado, mas também não faz feio, e oferece um desempenho muito bom mesmo em jogos com gráficos complexos. E a presença de um processador quad-core Qualcomm Snapdragon 400 é decisivo em um desempenho que considero excelente para um produto do seu porte.

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Nos testes realizados, o Moto G conseguiu reproduzir jogos com gráficos pesados sem maiores dificuldades. Tudo bem que em alguns títulos, os gráficos foram automaticamente simplificados (como no caso de Real Racing 3, onde o próprio jogo detecta as especificações do dispositivo, e ajusta a exibição gráfica de acordo com os recursos de hardware disponíveis, para garantir o melhor desempenho possível). Mesmo assim, a experiência de jogo é plena.

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Sem lags, sem engasgos, sem comprometer o desempenho do jogador durante as partidas. Para um smartphone com preço inicial sugerido de R$ 649 (ou até menos, dependendo da promoção dos e-commerces nacionais), é uma excelente notícia. E, sem medo de errar: para quem quer jogar no smartphone, o Moto G é aquele que vai entregar a melhor experiência nos games, dentro da sua faixa de preço.

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Multimídia

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O Moto G oferece os mesmos aplicativos padrão do Android para vídeos e músicas (Google Play Filmes e Google Play Música), obrigando o usuário a buscar soluções em outros softwares para atender essas necessidades em específico. Ou seja, não há muito o que dizer nesse aspecto.

O desempenho do smartphone para essas tarefas fica dentro do esperado. De novo, ter um hardware robusto e uma tela em HD ajuda e muito na hora da reprodução de vídeos em alta definição. Nesse aspecto, o smartphone oferece bons resultados, sem problemas de travamentos ou engasgos.

Talvez o único ponto negativo desse aspecto está no fone de ouvido que acompanha o pacote de venda do smartphone. São fones padrão, com baixa qualidade de áudio, e que obriga automaticamente um investimento na aquisição de fones de melhor qualidade. Por outro lado, temos sempre que lembrar que estamos diante de um smartphone de baixo custo, logo, não é surpresa encontrar um fone com essa característica. Mesmo assim…

Também entendo que outro fator que prejudica e muito os fãs de vídeos e músicas nos smartphones está no restrito espaço para armazenamento. Mesmo no modelo com 16 GB, o Moto G não possui slot para cartões microSD, limitando o armazenamento do dispositivo. Ou seja, ou você escolhe muito bem o que será armazenado no smartphone, ou começa a pensar seriamente em consumir músicas e vídeos em serviços de streaming.

Bateria

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Aqui está mais um trunfo do Moto G. A sua autonomia de bateria é realmente muito boa, com uma administração de consumo e recursos muito competente. Um dos motivos para isso é a presença do Android 4.3 Jelly Bean, que consegue gerenciar melhor as funcionalidades do Android, corrigindo alguns problemas presentes na versão 4.2.2.

O resultado é que a bateria de 2.070 mAh consegue sobreviver tranquilamente ao dia completo de uso intenso, com WiFi ativo o tempo todo, 3G em momentos ocasionais, tela ativa com redes sociais e e-mails, músicas e alguns vídeos. Em standby, o Moto G é um monstro, o que reforça a tese de sua autonomia de bateria ser excelente.

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É claro que o consumo da bateria é acentuado quando atividades que exigem mais do processador, GPU e RAM são executadas, como vídeos em HD armazenados no smartphone e games. E, mesmo assim, essa autonomia ainda pode ser satisfatória para quem vive jogando no dispositivo.

De um modo geral, a bateria do Moto G vai atender as necessidades da maioria dos usuários. Ou pelo menos uma das mais importantes: não ficar sem bateria no smartphone antes que o dia acabe.

Desempenho

Usar o Motorola Moto G por duas semanas foi uma experiência excelente. A Motorola acertou de novo em oferecer um produto com preço competitivo, com especificações técnicas interessantes, e um desempenho final muito bom. Levando em consideração a sua faixa de preço, o Moto G é, hoje, a melhor relação custo/benefício no mercado de smartphones de linha média. Nenhum modelo disponível entre os concorrentes em sua faixa de preço consegue oferecer um conjunto tão equilibrado, com performance e experiência de uso otimizada.

Alguns podem alegar “o Nexus 4 é bem melhor que o Moto G, e custa quase a mesma coisa”. Ok. Porém, essas mesmas pessoas se esquecem de analisar questões pontuais. Para começar, são produtos diferentes, com públicos diferentes e características diferentes.

Vale lembrar que o Moto G possui algumas vantagens em relação ao Nexus 4, que são importantes para alguns consumidores, como os recursos personalizados da Motorola (Migração Motorola, Assist, Moto Care, etc), é um aparelho com dois slots para SIM cards (muita gente quer e precisa disso), uma autonomia de bateria melhor que a do Nexus 4, alto-falantes com melhor qualidade, tela com maior densidade de pixels, entre outros fatores.

E tudo isso se converte em uma excelente experiência de uso para quem busca alguns itens específicos em um smartphone. Aliás, faz muito tempo que especificações de hardware não são os fatores mais decisivos para dizer se esse ou aquele produto é melhor que o outro. O que realmente importa é se o dispositivo em questão é competente o suficiente para oferecer uma experiência de uso competente e prazerosa. Nesse sentido, reforço a minha afirmação: entre os modelos de linha média, o Moto G é o melhor produto disponível no mercado nesse momento.

Conclusão

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O Motorola Moto G está APROVADO, com louvor. É um modelo que surpreende pelo ótimo desempenho, por manter a proposta estabelecida pelo Moto X, oferecendo um design e experiência de uso similares, e entregando ao usuário um resultado final melhor do que os seus principais concorrentes de preço. Os itens negativos do dispositivo são compensados com uma qualidade superior na construção do aparelho, e principalmente, na performance do conjunto hardware + software.

Com o Moto G, a Motorola estabelece o padrão a ser seguido pelos demais fabricantes no segmento de linha média. É o aparelho que recomendo dentro da sua faixa de preço. E cria uma perspectiva muito interessante do que está por vir em 2014.

Review em Vídeo

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Opinião | Por que um smartphone Android da Nokia faz todo o sentido (inclusive nesse momento)?

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Segundo divulgou o The Verge ontem (11), a Nokia possui, na pior das hipóteses, um protótipo de smartphone com o sistema Android. E, por incrível que pareça, o rumor fecha todo o sentido da compra da fabricante finlandesa por parte da Microsoft, que garante que o principal motivo da compra foi focar a Nokia em 100% no Windows Phone. Mas… não é bem assim.

Aqueles que imaginavam que uma aliança entre Nokia e Google poderia dar certo podem parar de se lamentar, pois esse casamento pode acontecer justamente agora. Mas não da forma explícita que todos queriam ou imaginavam. Afinal de contas, nada mudou: a Microsoft está comprando a Nokia para, basicamente, evitar que os finlandeses se entregassem de corpo e alma para o Android. Mesmo assim…

Aos fatos.

As coisas estão dando certo para a Nokia com o Windows Phone, mas no segmento de produtos de entrada e/ou linha média. Nos modelos de linha alta e nos feature phones, nem tanto. No primeiro grupo, Apple e Samsung são dominantes, e no segundo grupo, temos um mercado muito mais etéreo, onde os chineses estão prevalecendo, independente se é uma marca famosa ou não.

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Os modelos Android top de linha seguem obtendo melhores resultados que os modelos Nokia Lumia mais avançados. Por conta disso, a própria Nokia investe mais nos modelos de entrada, tal como se posiciona o bem sucedido Lumia 520. Até a HTC e a LG consegue vender mais nos modelos top de linha do que a Nokia, e isso, com produtos com preços similares.

Para piorar a situação, o Android se destaca por ser um sistema operacional muito flexível, algo que a Nokia poderia se adaptar com isso, ainda mais contando com um hardware potente. E isso, eles nem podem sonhar em pensar em fazer usando o Windows Phone. Tudo bem, a Nokia ainda tem a linha Asha, que é composta por smartphones baseados no sistema S40, uma plataforma que pode se adaptar facilmente com um hardware barato, permitindo a oferta de produtos com preços competitivos em mercados emergentes.

Mas para o azar da Nokia, o Asha não está indo tão bem nas vendas como eles gostariam, e a cada dia perde mais terreno para os dispositivos chineses… com Android. Os asiáticos conseguem ofertar dispositivos com o mesmo preço de um Nokia Asha, com um sistema operacional mais maduro, e que mesmo que não ofereça uma experiência de uso fluída, conta com todo o tipo de aplicativo que o usuário deseja e espera.

Android sim… Google? Não!

A solução para a Nokia resolver esse problema? Uma só: Android.

Se você não pode vencê-los, você deve se unir à eles. Ou, pelo menos, seguir a mesma estratégia deles. A empresa segue relutante em estabelecer uma aliança com a Google, e tudo indica que isso será uma questão de tempo para acontecer. Ou pelo menos assim que a Microsoft conclua a aquisição da empresa.

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É simples de compreender: a Nokia segue o seu casamento com a Microsoft, e não há espaço para a Google nessa relação. Porém, há espaço para o Android. O sistema operacional da gigante de Mountain View é a solução para todos os males presentes para eles, ou pelo menos para a linha de dispositivos de entrada e/ou pensados para os mercados emergentes. O grande truque é, nesse caso, explorar o fato do Android ser um sistema operacional de código aberto, e usar isso a seu favor.

Os rumores do Nokia Normandy parecem apontar para um novo smartphone de baixo custo da Nokia com uma versão totalmente personalizada do Android. E quando falo em customização, eu quero dizer até a raiz do sistema. Não seria a primeira vez que essa estratégia poderia dar certo, uma vez que a Amazon aproveitou da mesma premissa para modificar completamente o sistema da Google, limpando todos os serviços de Mountain View, redesenhando a interface, e inserindo os seus próprios serviços, para oferecer uma experiência de uso única e totalmente centrada na Amazon, para os tablets Kindle.

É uma estratégia inteligente, e até elegante. Se por um lado a Nokia se livra do compromisso de ficar atrás dos desenvolvedores, implorando para que eles desenvolvem aplicativos para a sua plataforma, eles se limitam a ter o trabalho de criar a sua própria loja de aplicativos, que comercializará aplicativos Android. Dessa forma, eles agradam os usuários e fortalece os seus serviços, com maior capacidade de monetização das vendas de aplicativos e serviços.

Resumindo: todo mundo sai ganhando.

Para concluir, a Nokia apostar no Android não fará danos à Microsoft e ao Windows Phone. A eventual chegada de smartphones Android da empresa finlandesa poderia sim fazer grandes estragos na concorrência, dentro do segmento dos dispositivos de entrada, que hoje é dominado quase que exclusivamente pelo Android. Além de ser ambicionado pelo Firefox OS, que pode não ter nenhuma chance com uma dupla tão poderosa (Nokia + Android).

Review | HP Slate 7

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Nem só de computadores vive a HP. Em 2013, eles decidiram apostar com um pouco mais de ênfase no mundo da mobilidade, e a principal investida nesse segmento no ano está representada no tablet HP Slate 7. O produto chegou ao mercado brasileiro como uma opção de entrada, mas com a “grife” de uma marca consagrada, e com alguns recursos que o diferenciaria dos seus principais concorrentes.

Recebemos da assessoria de imprensa da HP do Brasil uma unidade do Slate 7. Testamos o produto por dez dias, e nesse review, passamos as impressões obtidas. Vamos descobrir se o produto está mesmo acima dos seus concorrentes na mesma faixa de preço, e se os seus diferenciais justificam a sua compra, principalmente para quem deseja um tablet Android para as necessidades mais básicas.

Características Físicas

Um dos diferenciais do HP Slate 7 em relação aos seus concorrentes diretos é a qualidade de sua construção. Mesmo sendo considerado um tablet de entrada (ou “de baixo custo”, se preferir assim), ele é muito bem montado, com um acabamento excelente e a utilização de materiais que passam uma maior sensação de segurança e dedicação da HP em oferecer um produto um pouco melhor do que o convencional.

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Suas laterais contam com um acabamento metálico, que reforça essa sensação de solidez no tablet. Nada de bordas pintadas, e os parafusos ficam muito bem integrados ao corpo do produto (os poucos parafusos na parte superior são visíveis, mas não se sobressaem ao design do produto).

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Além disso, a parte traseira do tablet é composta por um material levemente emborrachado, oferecendo assim uma maior sensação de segurança no agarre do produto. E, convenhamos: você não vai encontrar essa mesma qualidade de acabamento nos concorrentes de preço do Slate 7.

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Também não podemos nos esquecer da câmera traseira do produto, de 3 megapixels. Falaremos sobre ela mais adiante.

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Como a tampa traseira do produto não é removível (assim como acontece na maioria dos tablets, e essa é até uma escolha coerente para dispositivos dessa categoria), o slot para cartão de memória fica na parte superior, ao lado do conector para fones de ouvido.

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Também merece destaque os alto-falantes na parte inferior, próximos ao conector para o cabo micro USB.

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O tamanho do produto (com dimensões de 197 x 116 x 10.7 mm, e peso de 370 gramas) favorece ao usuário que deseja utilizá-lo em diferentes situações. Para uma eventual leitura, ele é compacto o suficiente para ser segurado com apenas uma das mãos (desde que a sua mão seja razoavelmente grande) na posição vertical, ou na horizontal, com as duas mãos nas bordas inferior e superior.

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E, mesmo que você conte com mãos pequenas, você ainda consegue ter uma ótima usabilidade com o dispositivo, em uma eventual necessidade de produtividade (digitar e-mails e mensagens nas redes sociais), mesmo que o produto não seja pensado necessariamente para aqueles que querem desenvolver atividades mais longas e complexas.

Acessórios

Além de uma embalagem mais reforçada do que os seus concorrentes diretos (temos que fazer isso sempre para uma análise mais justa), o HP Slate 7 oferece os itens básicos para que o usuário possa utilizar o produto de forma imediata. Ou seja, o cabo micro USB para conexão com o computador e recarga de bateria, e o adaptador de rede elétrica.

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E não… apesar do produto contar com os recursos da Beats Audio (algo que vamos abordar mais adiante nesse review), ele não vem com fones de ouvido, seja da Beats, seja de qualquer outro fabricante. A HP deve ter compreendido que a adição desse acessório poderia encarecer o valor final do produto. Bom, é o que eu imagino que aconteceu (não é uma posição oficial da HP). Até porque estamos falando de um produto de entrada, e o que interessa nesse caso é oferecer um produto barato para o consumidor.

Tela

A sua tela de 7 polegadas é multitoque, o que torna a sua usabilidade algo mais prazeroso e eficiente para as tarefas mais básicas. Para quem deseja ler os feeds das redes sociais, ler e-mails, ler eBooks e consumir conteúdos de foto e vídeo de forma descompromissada, o produto pode atuar muito bem, sem trazer maiores problemas ou inconvenientes.

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Por outro lado, a tela do HP Slate  7 reflete as características de uma tela de um produto de entrada, com uma aparência mais “lavada”, com cores menos vivas. Não é um problema do produto, mas sim uma característica que um modelo do seu preço oferece. Temos sempre que ter em mente que esse tablet tem como principal objetivo ser um produto barato, mais barato do que concorrentes mais destacados (como o Nexus 7 e o Kindle Fire), e por conta disso, algumas de suas características se apresentam mais limitadas.

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Sua tela possui uma resolução de 1024 x 600 pixels. Sim, eu sei que você esperava uma tela com, pelo menos, resolução HD (720p), mas já explicamos no parágrafo anterior por que isso não está presente. Por conta disso, essa não é a tela ideal para ver vídeos e rodar jogos, mas entendo que é algo que os compradores desse produto já deverão estar bem cientes disso antes da compra. Ou seja, não deve ser algo que deve incomodar (e reviews como esse servem TAMBÉM para serem usados como argumentos do tipo “não diga que ninguém avisou”).

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Sistema Operacional e Interface de Usuário

O HP Slate 7 conta com o sistema operacional Android 4.1.1 Jelly Bean, o que é mais que suficiente para gerenciar todos os seus recursos técnicos. Não imagino esse produto sendo atualizado para o Android 4.4 KitKat, mas como é de objetivo da Google oferecer o sistema para o máximo de dispositivos possível com especificações técnicas recomendadas para o sistema (1 GB de RAM, pelo menos), eu não descarto o update. A HP não se pronunciou sobre o assunto até o momento da produção desse review.

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Um ponto positivo do produto está no fato da HP não ter customizado a interface de usuário do tablet. Ou seja, você encontra no Slate 7 o Android em estado puro, o que é algo sempre muito bem vindo, já que oferece ao usuário a experiência do Android tal como foi pensada pela Google. Além disso, não encontramos no produto os “cacarecos” adicionados por outros fabricantes, que invariavelmente acabam afetando no desempenho final do produto.

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Por conta disso, não há surpresas nem novidades na interface do Android do HP Slate 7. Alguns poucos aplicativos dedicados foram adicionados pela HP, como o ePrint (que permite a impressão sem fio de conteúdos através de impressoras compatíveis com o recurso).

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Talvez a principal adição encontrada no Android do Slate 7 está mesmo no item Beats Audio, que oferece ajustes dedicados para a reprodução de áudio com fones de ouvido, permitindo alguns ajustes específicos e individuais para diferentes tipos de fones, incluindo o Beats Passive.

Qualidade de Áudio

Aqui, temos um ponto de “decepção” com o produto. Mesmo levando em consideração que o produto se destina a ser acessível no seu valor final, eu imaginava que, pelo fato da Beats Audio estar presente na concepção do tablet (contribuindo com as suas tecnologias), que a reprodução de áudio fosse algo mais satisfatório, com alto volume e boa qualidade. Não foi isso o que encontramos.

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Os alto-falantes externos do tablet são apenas medianos, com um volume de áudio um pouco abaixo do satisfatório. Talvez até faça algum sentido, já que a HP decidiu investir mais na qualidade de áudio para quando o produto é utilizado com os fones de ouvido. Mesmo assim, estamos falando de um produto que é superior aos seus concorrentes diretos em vários aspectos. Poderia ser melhor nesse item também.

Já quando utilizado com os fones de ouvido, a coisa muda de figura completamente. Como utiliza as tecnologias de equalização da Beats Audio, o HP Slate 7 possui uma reprodução excelente dos conteúdos multimídia armazenados e instalados no dispositivo, principalmente quando utilizados com fones do tipo in-ear. Diferentes timbres (graves, médios e agudos) e instrumentos são ouvidos claramente na execução de músicas, vídeos e jogos, e a experiência de uso nesse aspecto é excelente.

Em resumo: se você quer privacidade para jogar, ver os seus filmes e ouvir suas músicas, o HP Slate 7 vai oferecer uma experiência sonora impecável, desde que você utilize os fones de ouvido de sua preferência.

Internet

Por ser um produto de entrada, o HP Slate 7 não conta com a conectividade 3G de forma nativa, deixando o WiFi como opção única para acesso à internet. E, nesse ponto, o produto apresentou um bom desempenho.

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Trabalhando no padrão 802.11 b/g/n, o WiFi do dispositivo não apresentou problemas de inconsistência de sinal, e sua performance foi considerada satisfatória durante os testes para as diferentes situações (jogos, navegação em geral, redes sociais, streaming, etc). O tablet oferece poucas opções nativas para acesso à web (Chrome incluso), mas não observamos maiores dificuldades nos demais recursos utilizados (redes sociais, streaming, etc).

Câmera

Eu sou um daqueles que entendem que um tablet NÃO precisa ter uma câmera traseira, pelo simples fato de não ser algo muito elegante registrar fotos com um produto com uma tela de 7 polegadas (me desculpem os hipsters, mas é o que eu penso). No máximo uma câmera frontal para videochamadas (algo que é mais do que bem vindo em qualquer dispositivo móvel). Mas como o HP Slate 7 traz o recurso, vamos analisar se o mesmo pode corresponder aos anseios dos fãs da fotografia.

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Sempre levando em consideração que estamos diante de um produto de entrada, e que a câmera está mais como um “bônus” do que como um dos itens essenciais para destacar o produto, o sensor de 3 megapixels presente no Slate 7 não faz milagre. Sem recursos de foco automático, ajustes de imagem e outros ajustes necessários para a captação de imagens, a câmera oferece fotos simples, que não se comparam na qualidade final com as fotos registradas pelos smartphones, mesmo que de médio porte.

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A mesma regra vale para a câmera frontal, com resolução VGA, que é mais que suficiente para as eventuais videochamadas que você poderá realizar com o produto. Aliás, essa câmera frontal poderia até contar com uma qualidade maior, levando em consideração que o único modo de conectividade presente no Slate 7 é o WiFi. Ou seja, não dá para esperar fotos com boa qualidade desse sensor frontal. Nem mesmo para fazer uma graça com os amigos.

A seguir, algumas amostras das fotos registradas pelo HP Slate 7 no dispositivo durante os testes.

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Games

Com um processador ARM A9 dual-core de 1.66 GHz e 1 GB de RAM, o HP Slate 7 oferece um hardware suficiente para rodar sem maiores problemas os jogos mais básicos. Os jogos com gráficos mais elaborados (como Real Racing 3 e Iron Man 3) e que exigem um pouco mais do conjunto de hardware do dispositivo são “jogáveis”, dentro de suas limitações.

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Mais uma vez, é bom lembrar que estamos falando de um tablet de entrada, que não foi pensado para rodar jogos com gráficos mais exigentes. Porém, isso não quer dizer que executar tais jogos seja algo considerado impossível. Diferente de outros tablets considerados de entrada, o HP Slate 7 até consegue desempenhar bem alguns títulos mais pesados, com alguns lags e travamentos eventuais, mas nada que prejudique a jogabilidade de forma crítica.

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De novo: não é o melhor tablet do mundo para rodar jogos (e nem foi feito para isso, logo, não há desabono nesse aspecto), mas para aqueles que pensam em eventualmente jogar no dispositivo, até que poderá contar com uma experiência satisfatória, sempre levando em consideração as suas limitações técnicas.

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Multimídia

Por contar com os recursos da Beats Audio, podemos dizer que o HP Slate 7 tem nessa característica a sua principal vantagem para as atividades multimídia. Fora isso, ele não conta com players de música e vídeo dedicados, ficando restrito aos aplicativos nativos da Google (Google Play Música e Google Play Vídeos).

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Como já é de conhecimento geral, esses aplicativos oferecem os recursos mais básicos de música e vídeo, o que faz com que o usuário um pouco mais exigente busque pelas alternativas disponíveis na própria Google Play Store para complementar o uso, ampliando as possibilidades de utilização de vídeos com legendas e/ou identificação de formatos de vídeo não reconhecidos de forma nativa pelo tablet.

Durante os testes, não observamos maiores dificuldades na reprodução dos principais formatos de áudio e vídeo. Obviamente, o produto fraquejou na hora de reproduzir conteúdos em alta definição, mas isso já era esperado. De um modo geral, o Slate 7 se sai melhor na reprodução de conteúdos via streaming (YouTube, Netflix, etc) do que nos arquivos armazenados no dispositivo e/ou cartão de memória (mas isso não quer dizer que ele não o faça bem).

Bateria

O Slate 7 possui uma bateria de 3.500 mAh, que segundo a HP, possui uma autonomia de até 5 horas de reprodução de vídeos. Em nossos testes, a autonomia de bateria foi dentro do esperado, com um consumo maior em atividades que exigem um pouco mais do seu hardware, ou que obrigam o produto a permanecer com a sua tela ligada por mais tempo.

Mais uma vez, temos aqui uma assinatura de um produto de entrada nesse comportamento de bateria. Modelos um pouco mais avançados nas suas especificações (e mais caros no seu preço sugerido) contam com autonomias de consumo maiores do que a apresentada pelo Slate 7. Porém, de novo, temos que enfatizar que o comportamento do modelo da HP para a sua proposta de preço é absolutamente normal.

E que o futuro comprador fique bem ciente disso: é um produto que até pode sobreviver por um dia inteiro de uso, desde que esse uso seja moderado, e com alguns comportamentos considerados necessários para aqueles que precisam economizar um pouco mais de bateria para aproveitar melhor as suas funcionalidades.

Desempenho

Enfatizamos o review inteiro que o HP Slate 7 é um produto de entrada, e próximo ao final desse review, podemos dizer que ele é sim um tablet de baixo custo, mas com alguns diferenciais interessantes. Por contar com um processador um pouco mais potente que alguns de seus concorrentes de marcas menos conhecidas (processador ARM A9 dual-core de 1.66 GHz, 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento interno – expansíveis via slot para cartões microSD de até 32 GB), o seu desempenho geral é satisfatório e relativamente estável.

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Para um produto do seu porte, ele desempenha bem as suas tarefas. As atividades mais básicas e procuradas pelo usuário (redes sociais, internet, eBooks, jogos básicos, etc), são executadas sem maiores problemas, e entendo que os usuários que buscam um tablet na sua faixa de preço (R$ 600 ou menos) querem um produto cuja ênfase de desempenho seja para essas atividades.

Logo, para ser objetivo, eu digo que: entre o modelo da HP e um tablet de marcas alternativas (na mesma faixa de preço), se eu tivesse que escolher um tablet de entrada hoje, a minha escolha seria o HP Slate 7.

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Conclusão

O HP Slate 7 é um produto que cumpre ao que se propõe a ser: um tablet de baixo custo, para atender às necessidades mais básicas dos usuários que não querem gastar muito com um produto desse porte, e com alguns diferenciais que o coloca na frente de seus concorrentes de preço. Um produto com um acabamento de boa qualidade, a tecnologia Beats Audio e uma performance que até surpreende em alguns aspectos. Entendo que é uma das melhores escolhas dentro da sua faixa de preço (sugerido de R$ 599). Excelente para quem não exige muito de um tablet, ou para quem não pode gastar muito em um tablet para fazer o básico.

Review em Vídeo

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TargetHD Responde | iPhone 4… ainda vale a pena?

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Recebemos em nossa caixa de entrada a seguinte questão:

Pretendo começar a conhecer o mundo do iOS, mas estou com dúvidas sobre qual modelo escolher. Não sou um hard user, não gosto de jogos, baixar aplicativos, etc. Queria um iPhone para fotos, e-mails e contatos com amigos, conversar via Facetime e WhatsApp.
Notei que já possível comprar o iPhone 4 abaixo de 1 mil reais. Vale a pena ainda investir nesse modelo? Ele suporta bem o iOS 7? Ou devo colocar um pouco mais de $$ e pegar logo um 4S? Bem, se eu tivesse dinheiro pegaria logo o 5 mesmo.

Resposta:

Bom, vamos lá. Existem casos e casos. Pelo o que identifiquei, você quer um iPhone para um uso mais básico, para atividades que poderiam ser realizadas por qualquer outro smartphone (exceto o Facetime, que é um recurso exclusivo do iOS). Mesmo assim, tenho que pensar na primeira frase que você disse na mensagem (“pretendo começar a conhecer o mundo do iOS”). E, nesse sentido, entendo que, se queremos conhecer algo, temos que investigar, pesquisar, e ir fundo nesse processo de conhecimento.

Logo, você deixa de ser um usuário de entrada, para ser, no mínimo, um intermediário.

Se você vai comprar um iPhone novo, eu entendo que a melhor relação custo/benefício hoje é o iPhone 4S. Explico: ainda não é um iPhone tão desatualizado do que o iPhone 4, oferece o dobro de desempenho do modelo que você aspira, e está bem mais ajustado com o iOS 7 do que um iPhone apresentado em 2011, ou seja, com dois anos de desfasagem de tecnologia.

Eu li algumas reclamações de usuários reclamando do desempenho do iPhone 4 depois da atualização para o iOS 7. E não foram poucas. Particularmente, abri mão dessa versão do iPhone (que me fez feliz durante pouco mais de um ano) pois entendi que ela já estava no limite em atender as minhas necessidades, e antes mesmo de chegar a atualização para o iOS 7.

Logo, se você quer conhecer o mundo do iOS como você mesmo diz, um bom começo é pelo iPhone 4S. Não é a mesma coisa do iPhone 5, mas vai oferecer a mesma experiência de uso. Hoje, eu só recomendo o iPhone 4 para as nossas mães e avós, que não vão explorar todas as possibilidades do sistema e, mesmo assim, com a ressalva que elas podem se irritar com um eventual desempenho ruim do smartphone com o iOS 7.

Além disso, a sobrevida do iPhone 4S é bem maior do que a do iPhone 4, que entendo estar no seu último ciclo de atualização do iOS. Logo, pelo menos a médio prazo, o 4S é uma relação custo/benefício bem melhor.

Review | LG G2

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Um dos smartphones de maior destaque no segundo semestre de 2013 é o LG G2. E o dispositivo reúne atributos de sobra para receber tantos holofotes. O modelo combina as melhores soluções de software apresentadas pela LG até agora, com um hardware que o torna competente para qualquer tipo de atividade, indo das tarefas mais simples para as mais complexas sem apresentar dificuldades na transição.

Nesse review, vou mostrar as principais características do produto, com o objetivo de descobrir se ele pode mesmo ser aquele dispositivo que poderá bater de frente com os concorrentes de sua categoria, não apenas na performance, mas com uma experiência de uso elevada. O que posso adiantar é que essa foi uma das minhas melhores experiências de uso de um produto de tecnologia em 2013.

Mas… que ele entra na briga dos modelos top de linha? Ou é apenas mais um modelo superestimado, que custa R$ 2 mil e nada mais? É o que vamos descobrir juntos nesse review.

Características Físicas

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O LG G2 traz como primeiro (e talvez principal) ponto de destaque o seu conjunto de características físicas. Afinal de contas, o modelo possui uma assinatura registrada: os botões de volume e liga/desliga do aparelho na parte traseira do dispositivo, uma solução até então inédita entre os dispositivos móveis. Mas não é só isso. Essa decisão permitiu que outras soluções de design fossem tomadas, e falaremos delas nesse segmento.

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Para começar, o G2 é um modelo de linhas sóbrias e minimalistas. Desligado, lembra um produto moderno, agradável de se ver. Também lembra um smartphone da linha Nexus (alguns toques do Nexus 4, outros do Nexus 5), o que não chega a incomodar. Só nos faz lembrar que foi a LG que fez o dispositivo.

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Por contar com os botões de comando na parte traseira do produto, as suas laterais são completamente lisas, Apenas com um friso prateado na lateral, reforçando o seu ar futurista, e ajudando  no objetivo de demonstrar a baixa espessura do aparelho. Com dimensões de 138.5 x 70.9 x 9.1 mm, é um dos modelos mais manejáveis que já testei em 2013.

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O modelo possui o slot para cartões micro SIM na lateral superior esquerda, que é removida com uma chave que acompanha o kit de venda. E mais nada. Essa é a única parte removível da carcaça do aparelho. Todo o restante fica integrado ao corpo do produto e inacessível ao usuário. Lembrando: o LG G2 não possui slot para cartões microSD.

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Na parte inferior do produto, temos o alto-falantes bem posicionados, onde a LG aproveita de forma inteligente a espessura final do dispositivo. Também estão presentes o conector para o cabo micro USB e para o fone de ouvido.

Mas o principal destaque são os botões na parte traseira do produto.

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Confesso que achei estranho utilizar essa proposta durante a demonstração do produto no seu evento de lançamento em São Paulo. Mas isso aconteceu porque eu realmente tive pouco tempo com o produto. Depois de uma semana de uso, essa proposta faz todo o sentido, não apenas na usabilidade, mas também na segurança do dispositivo durante o seu uso.

Naturalmente, o LG G2 ganha um ponto de apoio quando segurado pelo usuário, que nada mais é do que o dedo indicador na parte traseira do aparelho. Não é incomum que o usuário posicione o indicador na parte traseira de qualquer telefone, de forma quase intuitiva. Com os botões nessa região, o acesso aos comandos para controle de volume podem ser feitos de forma funcional e natural, passando a ser uma questão de treino e boa vontade do próprio usuário.

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Além disso, o botão central também passa a ser de fácil acesso com poucos dias de treino. Tudo bem que você utiliza mais esse botão para bloqueio e desbloqueio de tela (além de contar com um LED de notificação alternativo no próprio botão), e mesmo assim, se você achar que as coisas ficaram complicadas na hora de desbloquear a tela do produto, um simples toque duplo na tela faz com que a mesma seja acionada para ser desbloqueada.

Como podem ver, não é uma simples proposta de design, mas sim mudanças que te tem como principal objetivo tornar a vida do usuário com o smartphone algo mais descomplicado e intuitivo.

Tela

Outro ponto de grande destaque do LG G2. A tela desse smartphone é algo simplesmente espetacular. A LG mostra que soube fazer um bom trabalho nesse aspecto, ao combinar uma tela de grandes dimensões em um produto não muito largo, aproveitando ao máximo o espaço disponível para essa tela (com bordas mínimas) e com uma qualidade de imagem final excelente.

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A tela do LG G2 possui 5.2 polegadas, e é no padrão IPS, com resolução de 1920 x 1080 pixels e densidade de 423 pixels por polegada. Em um mundo onde os dispositivos móveis são cada vez mais utilizados para o consumo de conteúdo de vídeos e jogos com gráficos avançados, posso entender que esse será o padrão a ser adotado pelos fabricantes de dispositivos móveis. Acredito que qualquer coisa abaixo de uma resolução Full HD ou é destinada para uma linha intermediária de produtos, ou não pode ser classificado como um produto top de linha.

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Durante o evento de lançamento do smartphone em São Paulo, a LG afirmou que adaptou algumas de suas tecnologias empregadas na fabricação das telas de TV no G2. E a prática comprova isso. A exibição de vídeos em alta definição é perfeita, a reprodução de cores são vivas, com uma qualidade de imagem que salta os olhos, e a reprodução de jogos é algo prazeroso.

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Sem me alongar muito, é uma das melhores telas que você pode encontrar em um smartphone, sem medo de errar. Tanto na teoria, quanto na prática. Pouquíssimos concorrentes de preço apresentam números tão elevados e resultados práticos tão completos.

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Sistema Operacional e Interface de Usuário

O LG G2 carrega o sistema operacional Android 4.2.2 Jelly Bean. Estranhamente, a LG não adotou uma versão mais atualizada do Android para o dispositivo, que possui especificações de hardware mais que suficientes para receber uma versão mais avançada do produto. A única explicação que encontro é que o modelo deve, em um futuro que espero que não seja algo muito distante, “saltar” a versão Android 4.3 para ir direto para a versão 4.4 KitKat.

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Como já vimos em outros modelos da LG, o G2 carrega todas as customizações de interface para deixar o Android com a sua cara. Tal como já afirmei em outros reviews, tantas modificações podem confundir e incomodar os usuários novatos. É claro que esse problema pode ser solucionado de forma simples, com a instalação de outras interfaces (sem precisar trocar a ROM do aparelho), mas o ideal era que o usuário comum recebesse o telefone e não tivesse um choque visual ao se deparar com um verdadeiro arsenal de recursos espalhados na tela.

Por outro lado, os usuários mais veteranos vão agradecer essa mesma gama de recursos. As funcionalidades exclusivas da LG são bem vindas, e pode não parecer, mas mesmo que fiquemos com a impressão que nunca vamos usar tais recursos, é bom saber que, eventualmente (e quando necessário), eles estão lá. Além disso, é parte da assinatura da LG oferecer tais elementos de interação para o usuário.

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Com isso, recursos como Quick Memo, QSlide, Quick Remote, Miracast e outros estão presentes no LG G2, oferecendo uma maior produtividade ao usuário que souber aproveitar desses recursos. Sem falar nos aplicativos pré-instalados como o LG SmartWorld, LG Backup, Editor de Vídeos, Remote Call Service e outros, que já são conhecidos dos usuários da LG.

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A principal novidade oferecida pelo LG G2 na sua interface é o recurso “deslizar para a lateral”. Com esse recurso, você pode armazenar até três aplicativos em execução na memória temporária do smartphone, para que com um movimento rápido com três dedos na tela, o usuário possa acessar os aplicativos salvos nessa memória em abas, podendo executá-los a qualquer momento.

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Com tudo isso, o sistema roda de forma fluída no smartphone. A interface é customizada sim, mas não prejudica em nada no desempenho do dispositivo. A experiência de uso oferecida pelo LG G2 é uma das mais agradáveis possíveis em um smartphone Android.

Qualidade de Áudio e Chamadas

Por conta de sua disposição dos alto-falantes na parte inferior do dispositivo, a sua reprodução de áudio é algo mais limpo e audível para as chamadas em viva-voz. Para a reprodução de músicas e atividades multimídia (vídeos e jogos), o volume da reprodução ficou um pouco abaixo do esperado.

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O mesmo pode ser dito quando o produto é utilizado com o fone de ouvido que acompanha o kit enviado pela assessoria da LG do Brasil. São fones com um formato diferente do que aqueles que apresentamos nos modelos Optimus G e Optimus G Pro, mas oferecendo a mesma qualidade de áudio, com ótimo isolamento do ruído externo, e com um design mais anatômico, mais confortável para um uso mais prolongado.

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A comunicação através do alto-falante para as chamadas é clara e audível mesmo em locais com muita interferência de barulho externo. Além disso, a qualidade de sinal se manteve plena na maior parte do tempo, sem apresentar variações ou quedas (lembrando que os resultados podem variar, de acordo com a região do Brasil que você vive, e da qualidade da sua operadora de telefonia móvel).

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O LG G2 possui conectividade 4G, que mais uma vez não pode ser testada pelo fato da minha região não contar com o 4G. Porém, os testes com o 3G+ e/ou 3G foram muito satisfatórios. Não percebi variações, quedas ou lentidão na conexão (e, de novo, os resultados podem variar, dependendo da região onde você se encontra, e da operadora que você usa).

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Por contar com uma conexão WiFi 802.11 a/b/g/n/ac, o usuário também não terá problemas nesse aspecto, com uma qualidade maior de conexão sem fio, um maior potencial de conectividade e um resultado final mais satisfatório. Downloads de grande porte (como no caso dos itens complementares do Real Racing 3) são feitos de forma mais consistente, com velocidade maior.

Também vale o registro que todos os aplicativos mais comuns de uso com a internet (Facebook, Twitter, Instagram, Chrome, etc) funcionam sem maiores problemas. Ou seja, sem grandes novidades nesse aspecto.

GPS

Esse é mais um ponto que a LG melhorou em relação ao modelo anterior (Optimus G Pro). O GPS do LG G2 está muito bem ajustado, com um ótimo tempo de resposta, identificando rapidamente a posição do dispositivo no mapa. A presença dos recursos A-GPS e GLONASS ajudam nesse bom desempenho de localização.

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Nos testes feitos com o Google Mapas e no recurso de navegação via GPS, os dois softwares conseguiram desempenhar muito bem as suas funções. Ambos identificaram a localização do dispositivo sem demoras ou atrasos, e em testes breves de rota, o resultado foi dentro do esperado, ou seja, com uma resposta precisa e rápida.

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Acredito que o GPS não vai apresentar problemas ao trabalhar em conjunto com o seu sistema preferido de navegação. Ou seja, mais um dos pontos que a LG acerta com o LG G2.

Câmera

A câmera é um dos pontos que temos que observar com certa dose de reservas no LG G2. Para começar, devo reconhecer que a LG melhorou a qualidade da câmera presente no G2 em relação aos modelos anteriores (Optimus G e Optimus G Pro). O sensor de 13 megapixels não é o único responsável por essa melhora. Um conjunto muito interessante de recursos e funcionalidades que a câmera traseira do dispositivo oferece ajudam e muito na qualidade das imagens registradas.

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O sensor do LG G2 traz a tecnologia OIS, de estabilização de imagens, além do recurso de foco automático em multipontos (até 9 pontos de foco) e lentes com cristal de safira. Também devemos levar em consideração os diversos modos de captura de imagem e ajustes avançados de captura de imagem, com regulagem de brilho, foco, ISO, balanço de branco, efeitos de cor, entre outros.

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O sensor também possui um zoom digital de até 8x, algo que não oferece tantas vantagens assim na hora de capturar imagens. A não ser que você queira produzir fotos conceituais, ou quando registradas com finalidades específicas. Mas nada que exija muito do sensor, pensando em uma qualidade final mais apurada.

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O LG G2 também possui diversos modos de cena, para situações específicas, que oferecem uma certa versatilidade na hora do registro de fotos para determinadas situações.

O resultado? Fotos de alta qualidade, em diferentes condições de luz. É evidente que temos que levar em consideração o resultado final das imagens captadas na tela do nosso computador (até porque a tela do LG G2 é boa o suficiente para “esconder” certas imperfeições das imagens), e que o resultado para muitos pode variar, dependendo do nível de exigência do usuário. Porém, não podemos negar que o produto oferece uma qualidade de captação de fotos superior em relação aos modelos anteriores.

Os usuários mais casuais (ou menos exigentes) vão ver na câmera do G2 algo mais que suficiente para suas aspirações e objetivos fotográficos em um smartphone. Também é importante lembrar que essa câmera é capaz de registrar vídeos em Full HD, a 60 FPS.

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Sua câmera frontal possui 2.1 megapixels de resolução, e é bem competente para registros de auto-retratos casuais e vídeos informais, apesar de apresentar um pouco de saturação na hora de captar a luz pelo seu sensor. Mas em compensação, oferece resultados mais naturais do que, por exemplo, o sensor frontal do Motorola Moto X, que mesmo após a sua atualização, apresenta um excesso de utilização de filtros.

A seguir, fotos registradas durante os testes.

Durante o dia

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Com luz artificial

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Sem luz, com flash

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Games

Com um hardware do seu quilate, era difícil de se imaginar que o LG G2 iria tropeçar logo nesse item, certo? E ele não me decepcionou nesse aspecto. O smartphone oferece uma excelente experiência para os gamers de plantão, desempenhando muito bem em jogos com diferentes níveis de exigências de hardware.

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Não há muito o que dizer aqui. O LG G2 é um smartphone altamente recomendado para os usuários que pensam nos games, tanto pela parte do desempenho quanto na exibição dos gráficos dos jogos. Sua tela de 5.2 polegadas em Full HD e 423 ppp faz toda a diferença na hora de exibir gráficos bem elaborados, sem engasgos, lags ou travamentos. E, de novo, seria de se estranhar se aparecesse anormalidades nesse aspecto.

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Vale a ressalva que a temperatura da parte traseira do dispositivo aumenta um pouco durante a reprodução de jogos mais complexos (que exigem mais do seu processador e GPU). Posso considerar isso normal, levando em conta a baixa espessura do dispositivo. Logo, não estranhem se isso acontecer.

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Para resumir: quer se divertir com jogos de diferentes características, sem se preocupar se o seu jogo será prejudicado com travamentos eventuais, o LG G2 é um modelo a ser considerado.

Multimídia

O LG G2 oferece as mesmas soluções de multimídia já apresentadas nos modelos da empresa. Ou seja, um player musical personalizado, um player de vídeo dedicado, além das presenças dos players da Google (Google Play Música e Google Play Filmes). Todos os itens otimizados para um melhor desempenho, trabalhando em conjunto com o hardware avançado da LG para o seu novo smartphone.

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As soluções de multimídia da LG seguem a proposta da interface de uso, ou seja, é bem personalizada, oferecendo uma grande gama de recursos e opções de execução, localização e personalização das listas de reprodução. Entendo que a maioria dos usuários ficará satisfeita com as opções presentes, tanto para áudio como para vídeo.

Complementa essa boa qualidade (e aqui reforço o que já foi dito antes) a qualidade de reprodução de áudio do produto, tanto nos alto-falantes integrados no dispositivo, quanto no fone de ouvido que acompanha o kit de venda. Ah, e antes que você me pergunte: sim… o LG G2 carrega consigo o rádio FM, algo que é desejado por uma boa parcela dos usuários que estudam a aquisição de um novo smartphone.

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O player de vídeo da LG permite a identificação de arquivos de legendas nas pastas de vídeo, o que facilita muito a vida de quem gosta de ver filmes e séries no smartphone. Por outro lado (e infelizmente), o espaço de armazenamento do dispositivo é limitado, o que torna essa experiência (por tabela) algo limitado para o usuário.

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Por conta de sua tela de elevada qualidade (e do seu conjunto de hardware em geral), a experiência de reprodução de vídeos é algo excelente, inclusive nos arquivos em Full HD (e não poderia ser diferente). Vale lembrar que não são todos os formatos de arquivos de vídeo que o LG G2 identifica (algo normal em qualquer smartphone), ou seja, é recomendado a instalação de codecs complementares, para a identificação de múltiplos formatos.

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Também não posso deixar de citar o Quick Remote, aplicativo da LG que transforma o aparelho em um controle remoto de acesso rápido para a sua TV, receptor de TV por assinatura, DVD, Blu-ray e outros equipamentos compatíveis. Além disso, o Editor de Vídeos está presente, para permitir ao usuário a criação de vídeos com os conteúdos armazenados no smartphone, oferecendo uma ferramenta simples de criação, com o objetivo de envio posterior desse vídeo para o YouTube, a partir do próprio dispositivo.

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Bateria

Outro ponto bastante positivo do LG G2 é a sua bateria. Por contar com um processador Qualcomm Snapdragon 800 quad-core de 2.26 GHz, e com uma generosa bateria de 3000 mAh, o smartphone não só possui uma ótima autonomia de bateria, como também consegue administrar melhor o seu consumo, de acordo com as suas necessidades.

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Em um uso regular (verificação de e-mails, redes sociais, música, fotos, etc), o G2 aguenta um dia de uso sem maiores problemas. Obviamente o consumo de bateria é maior quando o produto precisa desempenhar tarefas com maior exigência de performance (jogos e vídeos principalmente), mas o consumo de bateria não é algo considerado gritante quando são executados, tal como acontecia no LG Optimus G Pro. É algo mais racional e aceitável.

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E se levarmos em consideração o tamanho da sua tela (de novo, 5.2 polegadas) e suas especificações de hardware, a bateria do LG G2 não só é eficiente mas competente para poder administrar tudo isso de modo que o usuário termine o dia de trabalho com bateria suficiente para poder chegar em casa. Ou seja, esse é mais um ponto que precisa ser considerado na hora de tirar o cartão de crédito da carteira para comprar o produto: o seu equilíbrio para administração de consumo de energia entre os seus diferentes recursos.

Desempenho

O LG G2 possui um desempenho excelente. É um smartphone rápido na resposta de seus comandos, com uma ótima velocidade de execução de aplicativos de diferentes portes e categorias, uma excelente resposta do sistema operacional, uma grande gama de recursos exclusivos (que complementam a interface personalizada do sistema operacional), e todas as características físicas que já foram citadas nesse review.

Poderia dizer que não esperava menos do LG G2 em termos de desempenho, mas posso afirmar que ele me surpreendeu positivamente pelo equilíbrio das especificações, e por uma experiência de uso completa. É um smartphone que se apresenta como modelo premium pelo seu desempenho e alta performance.

É simplesmente um dos melhores smartphones com o sistema Android que testei em 2013, e talvez um dos melhores gadgets do ano.

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Conclusão

O LG G2 é um dos melhores smartphones que o seu dinheiro pode comprar. É um modelo top de linha, com um desempenho e design que justificam isso. É claro que alguns usuários vão preferir um produto com uma aparência física mais resistente, ou um dispositivo que ofereça o Android em estado puro. Compreendo todas esses argumentos. Porém, na minha opinião, a experiência que o dispositivo oferece diante das minhas necessidades de usuário é mais do que excelente para colocá-lo na lista dos melhores.

Com um preço sugerido de R$ 1.999, o LG G2 se apresenta como um modelo premium, para disputar com outros modelos de sua faixa de preço. Talvez os seus botões na parte traseira, a sua proposta de design refinado e a sua carcaça externa possam ser fatores que não o tornem tão atraentes para usuários mais estabanados. Aí, sou obrigado a dizer: “tenha mais cuidado com o seu dispositivo”. Não é porque ele custa R$ 2 mil que ele tem que ser resistente à um atrapalhado, que lida com o smartphone tal como um item qualquer de sua casa.

O LG G2 é uma das melhores combinações hardware + software + design do mercado atual, e custa um pouco mais barato que os seus adversários diretos. Para quem não suporta a TouchWiz, quer uma tela com qualidade maior que a do Xperia ZQ, e não quer ver um iPhone na sua frente, o G2 pode ser uma opção mais do que interessante. Pode ser uma das melhores escolhas a serem feitas hoje.

Review em Vídeo

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Review | LG Optimus G Pro

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Recebemos da assessoria de imprensa da LG do Brasil o modelo Optimus G Pro, que é uma versão atualizada do Optimus G (atualizada, mas que não substitui – o seu sucessor é o recém-lançado LG G2). O modelo oferece modificações importantes na estrutura externa e nas especificações técnicas, mas promete a mesma experiência de uso competente da primeira versão. Vamos conferir nesse review se a LG alcançou esse objetivo.

Características Físicas

Visualmente, o LG Optimus G Pro é consideravelmente diferente em relação ao Optimus G. É um modelo com linhas mais arredondadas, com um design que se aproxima dos produtos de outra fabricante sul-coreana, que não vou citar o nome aqui (mas vocês sabem qual é). Também é um telefone com uma construção melhor acabada, passando uma impressão de produto “Pro”, e não apenas com a proposta para profissionais, mas que conseguiu dar um passo além no seu conceito. DSC00955 Outro detalhe que chama a atenção é o material do produto. O plástico é de alta qualidade, com um acabamento que lembra (eu disse lembra, sem ser igual) ao encontrado no Nexus 4. Suas laterais são bem marcadas e acabadas, com detalhes em tons metálicos, que reforçam a proposta de solidez e alta qualidade empregada na proposta de design. DSC01022 A tampa traseira é removível, e mesmo sendo feita de plástico, aparenta ser mais resistente do que as tampas de modelos concorrentes. É flexível sim, mas não passa a impressão de ser apenas um fino pedaço de plástico que vai proteger a bateria e os componentes internos. DSC01030 Também vale a pena destacar a bateria de nada menos que 3.040 mAh. Não podemos pedir menos que isso para um phablet. Afinal de contas, essa bateria não só precisa gerenciar os diferentes recursos de hardware do aparelho, mas principalmente a sua generosa tela de 5.5 polegadas (que, por sinal, e excepcional, mas falo disso mais para frente). DSC00981 DSC00983 Os conectores e botões físicos estão posicionados da mesma forma como estavam presentes no Optimus G, mas com uma disposição melhor do que no modelo anterior. Até porque esse é um modelo com tamanho consideravelmente maior, o que permitiu ao departamento de design da LG obter melhores resultados nesse aspecto. DSC00917 Chama muito a atenção o posicionamento do alto-falante frontal do aparelho, que está praticamente integrado à borda superior. Em outros smartphones, esse intervalo do alto-falante para a borda é bem maior. No caso do Optimus G Pro, é praticamente inexistente. DSC00922 Não posso me esquecer do botão central na parte inferior (entre os comandos de Menu e Voltar, que são botões virtuais), que possui um LED de notificação integrado e multicolorido. Pode parecer um detalhe efêmero, mas que chama a atenção de muitos usuários, principalmente pelo fato de modelos concorrentes diretos do Optimus G Pro possuem recursos semelhantes (exemplo: Sony Xperia ZQ). Em resumo: a LG fez um belo trabalho na estrutura externa do aparelho, oferecendo um resultado final melhorado. É o que esperava de um produto que se apresenta como top de linha. Nesse sentido, o Optimus G Pro é top de verdade. DSC00991 DSC00997 DSC00973 DSC00915 DSC01015 DSC00904 DSC01025

Acessórios

O kit enviado pela assessoria de imprensa da LG do Brasil conta com o básico: a caixa do produto (muito bonita, por sinal), o smarphone (dããã), o adaptador para rede elétrica, o cabo de dados USB, e o fone de ouvido. Ou seja, os itens considerados básicos para qualquer smartphone. Talvez o kit de venda do produto venha alguma papelada a mais, mas o essencial está aqui. DSC01050 Desses itens, mais uma vez destaco o fone de ouvido que a LG oferece nesse produto. É o mesmo fone que está presente no kit de venda do Optimus G, logo, com a mesma qualidade acima da média destacada naquela ocasião. Para quem gosta de ouvir música no smarphone, e considera esse detalhe essencial para a decisão da compra, pode ter a certeza que ficará muito satisfeito com a qualidade final de reprodução de áudio desse acessório. DSC01052 DSC01054

Tela

A tela é um dos pontos mais fortes do LG Optimus G Pro. E, para resumir: é uma tela simplesmente espetacular. São 5.5 polegadas de tela IPS LCD, com resolução de 1080 x 1920 pixels, com 401 ppp e película Gorilla Glass 2. Ou seja, é um dos melhores conjuntos técnicos do mercado, e para quem procura aproveitar ao máximo os recursos de jogos, imagem e multimídia em um smartphone, talvez esse possa ser um fator decisivo na hora da compra. DSC00953 O resultado das imagens apresentadas é de encher os olhos. As cores são vivas e vibrantes, com uma qualidade de brilho impecável. Até é redundância falar muito sobre isso nesse post, pois estamos falando de uma tela de 5.5 polegadas em Full HD. Mesmo assim, vale a pena destacar (e reforçar) que a experiência visual é a melhor possível. DSC00962 A resposta da tela ao toque é muito boa, mesmo com elementos de tela de dimensões reduzidas (como é o caso do seu teclado virtual), o que acaba favorecendo e muito a sua interação com a interface Android proposta pela LG. Logo, o conjunto geral desse aspecto promete a melhor experiência de uso possível. DSC00926 DSC00930 DSC00968

Sistema Operacional e Interface de Usuário

O produto enviado pela LG para testes está com a versão 4.1.2 Jelly Bean do Android, e durante o período de testes, nenhuma atualização foi enviada. Entendo que o Optimus G Pro possui hardware de sobra para receber as versões mais recentes do Android. Só espero que isso não demore a acontecer. Seria quase um pecado um produto desse porte simplesmente ficar estacionado em uma versão Android considerada defasada, e dispositivos com especificações semelhantes (e, em alguns casos, inferiores) ao do G Pro. Screenshot_2013-10-28-19-19-27 Mais uma vez, a LG escolheu a sua interface de usuário customizada para entregar a sua proposta de experiência de uso. Mais uma vez, tenho que destacar os pontos positivos e negativos disso. O ponto positivo é que, mesmo com tantas intervenções do fabricante, a interface oferece uma experiência fluída, sem engasgos. É claro que também se leva em consideração o seu elevado hardware, mas já vimos em produtos de outros fabricantes as interfaces altamente customizadas, que “matam” essa experiência de uso.

Screenshot_2013-10-28-19-09-57Screenshot_2013-10-28-19-10-12

Muitos elementos presentes no Android da LG são interativos, e podem ser úteis no uso diário. O Quick Memo é um dos mais destacados (até possui um botão dedicado ao recurso), permitindo que o usuário faça anotações rápidas em qualquer ponto da tela. Funcionalidades como o backup, editor de vídeos e Smart Share podem fazer a diferença na hora de entregar uma experiência de uso completa para aqueles que souberem aproveitar desses benefícios.

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Por outro lado, essa mesma interface segue visualmente carregada. Tem elementos demais na tela, cores demais, e uma disposição de elementos que podem deixar o uso confuso para os iniciantes. Para quem tem experiência com o mundo dos dispositivos móveis, tudo bem. Mas para aqueles que são usuários de primeira viagem, podem efetivamente se complicar com tantos recursos apresentados de uma vez.

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Também estão disponíveis outras funcionalidades interessantes, como o Remote Call Service, que inicia um suporte remoto ao usuário com um especialista da LG, que vai diagnosticar os problemas que o dispositivo pode ter, e ajudar o mesmo na resolução do problema…

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…o Quick Translator, que permite a tradução rápida de palavras e frases…

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…o Safety Care, que permite que seus amigos e familiares sejam alertados, caso você esteja em uma situação de emergência ou perigo…

Screenshot_2013-10-28-20-15-47 …o SmartWorld, que reúne aplicativos escolhidos pela LG para o seu dispositivo…

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…e o SmartShare, que compartilha os seus conteúdos de mídia com outros dispositivos, como TVs e monitores compatíveis, de modo sem fio. Screenshot_2013-10-28-19-16-59 Não podemos nos esquecer do já tradicional Quick Memo, que também está presente em outros modelos da LG, e que é mais um destaque de interação do usuário com o dispositivo, mas em uma proposta diferenciada e intuitiva.

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Por fim, outro detalhe que parece ter melhorado de forma considerável em relação ao Optimus G é o seu teclado virtual. Tanto na orientação horizontal quanto na vertical, o teclado do Optimus G Pro parece estar mais preciso e funcional. Além disso, a impressão que tive é que o dicionário do teclado virtual melhorou de forma considerável, com maior capacidade de previsibilidade.

Qualidade de Áudio

O LG Optimus G Pro tem como um dos seus principais apelos a qualidade de sua reprodução de conteúdos de multimídia e entretenimento. Para complementar essa experiência, eles adicionaram bons alto-falantes externos, que reproduzem o som com uma potência satisfatória, oferecendo assim um conjunto completo para um entretenimento de boa qualidade. DSC01018 Além disso, destaco novamente o seu fone de ouvido que acompanha o produto. Muitas vezes o fabricante coloca no kit de venda de um smatphone um fone de ouvido “genérico”, ou um produto que basicamente funcione. Mas isso não quer dizer que esses fones funcionem bem. E muitos fabricantes simplesmente não entendem que muita gente usa o smartphone também como player musical principal.

No caso do LG Optimus G Pro, isso não acontece. Temos aqui um fone com qualidade acima da média em relação aos demais, tanto em relação ao áudio, quanto em relação ao material empregado na construção do produto. É o mesmo fone já encontrado no kit de venda do LG Optimus G, e por mais que alguns digam que os fones são razoáveis (eu discordo), ao menos é um item a menos para você se preocupar em comprar logo após a compra do smartphone.

Internet

Esse é mais um modelo que conta com a conectividade 4G LTE. E esse é mais um review que vou pedir desculpas para vocês, por morar em uma cidade que não possui uma rede 4G habilitada (lamento mesmo, mas assim é a vida). Logo, não posso passar as minhas impressões sobre essa característica. Screenshot_2013-10-28-19-18-43 Nos demais modos (3G e Wi-Fi), o LG Optimus G Pro se apresenta bem competente, oferecendo uma rápida transmissão de dados para a navegação em geral. A presença do Wi-Fi a/b/g/n ajuda na navegação doméstica e/ou em redes privadas, e por contar com um modem naturalmente mais potente, pode se beneficiar das conexões HSPA+ para uma transmissão de dados mais eficiente em 3G (ou 3G+, que lá fora é chamado de 4G).

Não registrei problemas de incompatibilidade de aplicativos que dependem dos recursos de internet, que não ofereceram inconsistências ou travamentos. Também não percebi perdas de sinal ou quedas em um uso considerado normal (apenas em locais onde naturalmente o sinal de rede se torna mais fraco). Nesse ponto, o LG Optimus G Pro se comporta como o esperado.

GPS

Este não é um dos pontos fortes do LG Optimus G Pro. Pelo menos o modelo enviado para testes apresentou muita demora para fixar o GPS nos aplicativos de mapas e navegação. A localização do Google funcionou bem (como sempre), porém, o GPS em si demorou demais (bem mais de um minuto) para determinar a localização do aparelho. Isso é, quando ele conseguiu detectar essa posição. O principal problema está principalmente no aplicativo de navegação (por sinal, o aplicativo de navegação padrão do Google não está presente de forma nativa no Optimus G Pro).

Se o GPS demora demais para determinar a sua posição no mapa, o aplicativo de navegação fica seriamente prejudicado, não funcionando da forma mais adequada. Em resumo: se você pensa em utilizar o LG Optimus G Pro como GPS alternativo, reconsidere a sua escolha, pois as chances do modelo não atender as suas expectativas são enormes.

Câmera

O LG Optimus G Pro possui uma boa câmera de 13 megapixels para os interesses gerais, mas apresenta algumas deficiências que podem ficar mais evidentes para os mais exigentes. DSC01062 As fotos registradas durante o dia resultam em imagens com uma boa qualidade, mas é possível perceber que alguns tons mais quentes ficam muito carregados. Não temos imagens tão naturais quanto desejado ao registrar as imagens em condições perfeitas de iluminação. O que não quer dizer que você não possa capturar imagens de boa qualidade. DSC01063 A parte positiva do software da câmera do LG Optimus G Pro é a quantidade de ajustes que podem ser feitos pelos usuários mais experientes para corrigir um pouco essas imperfeições. Além disso, os recursos adicionais (HDR, disparo automático, ISO, efeitos de cor, etc) podem ajudar a otimizar os resultados. Porém, os modos automáticos da câmera apresentam esses problemas. Em fotos registradas com baixa luminosidade, essa câmera se apresenta apenas como uma câmera regular, onde uma considerável quantidade de ruídos pode ser detectada nas imagens.

De novo, pode não incomodar os usuários que tiveram celulares com câmeras inferiores (aliás, para as principais atividades – de compartilhamento nas redes sociais e envio de imagens no Instagram – segue sendo o suficiente) ou nunca aspiraram ter um telefone desse porte, não será esse o detalhe que desabone a compra. Por outro lado, se a qualidade de imagem captada é a sua prioridade, é melhor considerar outras opções. DSC01065 Para a captação de vídeos, tanto a câmera frontal quanto a traseira apresentaram bons resultados. O nível do áudio é satisfatório, e chamou a atenção a boa qualidade de captação de áudio dos microfones. A qualidade de imagem é boa o suficiente para que a maioria dos usuários possam publicar os seus vídeos no YouTube sem maiores problemas.

A câmera frontal de 2.1 megapixels é apenas razoável para fotos, apresentando algumas distorções e excessos de filtros para melhorias da imagem captada. Por outro lado, é uma câmera mais adequada para videochamadas. Logo, também não devemos considerar esse detalhe um grande problema. A seguir, algumas fotos registradas durante o período de testes.

Durante o dia, em ambiente externo

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Fotos noturnas, com baixa luminosidade

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Da câmera frontal

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Games

Com um hardware do seu porte, o LG Optimus G Pro oferece uma excelente experiência para os jogos. A combinação de um potente processador (Qualcomm Snapdragon 600 quad-core de 1.7 GHz), trabalhando com 2 GB de RAM, uma GPU avançada (Adreno 320) e uma ampla tela de 5.5 polegadas (1080p, IPS e 401 ppp) é uma das mais completas para que você possa rodar qualquer tipo de jogo, principalmente aqueles que possuem gráficos mais elaborados.

Jogos que naturalmente exigem uma demanda maior dos recursos do smartphone para uma melhor performance (como é o caso de Real Racing 3) são executados sem maiores problemas. Não se percebem engasgos, lags ou travamentos, e a jogabilidade está absolutamente garantida. Por consequência, a qualidade de reprodução dos gráficos é simplesmente impecável. Afinal de contas, é uma tela de 5.5 polegadas em Full HD. Logo, não poderia se esperar menos que isso. Screenshot_2013-10-26-13-24-07 A principal novidade desse review em relação aos anteriores é que utilizei pela primeira vez o game Dead Trigger 2, uma novidade que ficou disponível no mesmo período em que o aparelho estava disponível para testes. E os resultados do jogo com esse smartphone são simplesmente excepcionais. Screenshot_2013-10-26-13-25-06 Screenshot_2013-10-26-13-46-26 No vídeo review (no final desse post), você poderá conferir as demonstrações dos jogos testados com o LG Optimus G Pro, inclusive o Dead Trigger 2. Screenshot_2013-10-26-13-26-23 Screenshot_2013-10-26-13-46-06

Multimídia

Contando com os mesmos recursos já presentes no Optimus G, o LG Optimus G Pro vai bem nesse quesito. Combinado com o fato de contar com alto-falantes potentes, ótimos fones de ouvido e uma tela com alta resolução (com 5.5 polegadas, é sempre bom lembrar), o smartphone pode ser um excelente aliado daqueles que gostam de ouvir música e consumir vídeos na tela do smartphone. Screenshot_2013-10-28-19-12-16 Nesse sentido, a LG apresenta aplicativos próprios de música e vídeo, com recursos específicos e diferenciados dos players padrão da Google. No app de música, por exemplo, o usuário pode controlar o recurso de Dolby Surround (quando os fones de ouvido estão conectados), SmartShare (para compartilhamento do conteúdo reproduzido em outros equipamentos conectados) e músicas favoritas. Screenshot_2013-10-28-19-55-27 O player de vídeo também conta com SmartShare, além de diferentes modos de ajuste de tamanhos de reprodução de tela. Também está presente um interessante modo de bloqueio de tela, para evitar acidentais acionamentos da mesma em um contato ocasional dos dedos do usuário ou em outras situações eventuais. Screenshot_2013-10-28-19-56-30 O usuário também conta com recursos interessantes de produção e edição de conteúdo, como por exemplo o gravador de voz (que deveria ser algo comum em todos os smartphones, mas alguns fabricantes insistem em o deixá-lo de fora)… Screenshot_2013-10-28-19-24-48 …e um simples editor de vídeos, que permite ao usuário em criar suas obras visuais de forma rápida, no próprio smartphone, sem precisar depender do computador para uma edição mais simples. Screenshot_2013-10-28-19-23-40

Bateria

A bateria de lítio do LG Optimus G Pro possui 3.040 mAh. Essa bateria se comporta de acordo com o nível de exigência do usuário. O problema é que o usuário de um modelo como esses tende a ser mais exigente, e explorar todo o potencial que o produto oferece. E aí, essa bateria pode ser insuficiente. Screenshot_2013-10-28-19-20-58 Para os usuários que pretendem ter um uso considerado “normal” (acesso às redes sociais, música nos fones de ouvido, e-mails o tempo todo, ler notícias ocasionalmente, acesso à internet, fotos no Instagram/Facebook, etc), a autonomia de bateria pode aguentar até um dia de uso sem maiores problemas.

Até porque essas atividades combinadas não exigem um uso prolongado da tela e dos recursos de hardware (processador, RAM e GPU). Porém, se você precisa rodar um vídeo ou um jogo, o consumo de bateria aumenta de forma considerável, acima daquilo que eu considero aceitável para um produto desse porte. Para aqueles que pretendem utilizar o smartphone com essas atividades (o que é mais do que aceitável, se analisarmos as características do produto), a bateria é um ponto que pode deixar a desejar.

Desempenho

O LG Optimus G Pro possui um processador Qualcomm Snapdragon 600 quad-core de 1.7 GHz, trabalhando com uma GP Adreno 320, com 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento (expansível via slot para cartões microSD de até 64 GB). São especificações poderosas, que posicionam o modelo como um autêntico top de linha, e a sua experiência geral comprova isso.

É um smartphone poderoso para qualquer tipo de atividade. Tudo o que foi executado no modelo rodou de forma plena e limpa, sem engasgos ou travamentos. Jogos e gráficos mais pesados, vídeos e aplicativos de diferentes categorias foram executados perfeitamente.

A interface de usuário, apesar de um grande nível de customização, é leve e fluída, permitindo uma utilização prazerosa o tempo todo. O desempenho geral do Optimus G Pro foi excelente. Um dos melhores que já testamos em 2013 no TargetHD. DSC00954

Conclusão

O LG Optimus G Pro está aprovado. Pesando as qualidades e desvantagens detectadas durante os testes, concluo que esse smartphone da LG consegue sim oferecer uma experiência de uso “Pro” que deve agradar aos usuários iniciantes e os avançados. Para quem quer ter um tabletphone no bolso, ou um modelo com tela em Full HD (e, principalmente, se o dinheiro não é um grande problema para você), o Optimus G Pro se apresenta como uma das melhores opções de 2013.

Review em Vídeo

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TargetHD Podcast | 204 | Google Nexus 5 e Android 4.4 KitKat

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Nesta edição:

Google Nexus 5 é anunciado oficialmente
Android 4.4 KitKat é anunciado oficialmente
Galaxy Nexus não vai receber a atualização para o Android 4.4 KitKat
Android KitKat: mais detalhes sobre os primeiros updates; Motorola pretende atualizar “por etapas”
[TargetHD Responde] Vale a pena mudar para o Nexus 5, uma vez que tenho o Nexus 4?

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[Especial] Tudo o que sabemos (até agora) sobre o Nexus 5

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Com tantos rumores e vazamentos sobre o novo smartphone da Google, o que resta mesmo acontecer é o seu anúncio oficial. Já vimos o manual do telefone, especificações técnicas, renders, e até um vazamento do produto com preço na Google Play. Para deixar você mais por dentro do que a própria Google, esse post faz uma compilação de todas as informações divulgadas até agora sobre o Nexus 5. Enquanto você espera ele ser anunciado oficialmente.

Depois de aparecer rapidamente na Google Play de vários lugares do mundo (com as páginas sendo removidas minutos depois), sempre fica aquela suspeita que a Google está liberando pequenas amostras do que está por vir, para deixar os fãs mais animados. Por conta disso, vamos concentrar aqui tudo o que pode ser considerado como algo concreto e/ou muito próximo da realidade.

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O que sabemos sobre o Nexus 5

A empresa de telefonia canadense Wind Mobile deixou vazar informações técnicas sobre o Nexus 5, incluindo um registro de pré-venda dos smartphones. Obviamente, essas informações foram eliminadas, mas como na era digital nada morre, existem capturas de imagens das supostas especificações técnicas do Nexus 5. A saber:

– tela de 4.95 polegadas, com Gorilla Glass 3 e resolução de 1920 x 1080 pixels
– câmera frontal de 1.3 megapixels, e câmera traseira de 8 megapixels
– peso de 130 gramas, e medidas de 69.1 x 17 x 137.8 x 8.59 milímetros
– sistema operacional Android 4.4 KitKat
– processador Qualcomm Snapdragon 800, de 2.3 GHz
– bluetooth 4.0
– WiFi 802.11 a/b/g/n/ncNC
– 2 GB de RAM
– 16 GB ou 32 GB de armazenamento interno

Sobre o seu design e opções de cores, desde o meio do mês de outubro que os vazamentos confirmam as cores preto e branco para o smartphone. Ambos estariam disponíveis de imediato, mas não é informado se o modelo da cor branca seria uma edição limitada do smartphone, tal como aconteceu com o Nexus 4.

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Preço

Muito se especulou sobre esse item. Inicialmente, o valor rumorado variava entre US$ 350 e US$ 400, mas o vazamento da Google Play confirmou que a versão mais barata do smartphone (16 GB) vai custar US$ 349, livres de contratos. Ou seja, ele custaria quase a metade do preço do seu adversário direto, o iPhone.

Disponibilidade

Só Deus sabe (e desconfio que nem ele). A janela prevista sempre foi o mês de outubro: primeiro, 15 de outubro, depois, 24 de outubro, e agora, 31 de outubro. Ainda existe uma chance de tanto o Nexus 5 quanto o Android 4.4 KitKat serem anunciados em 1 de novembro (sexta-feira), para fugir do Halloween nos EUA. Se isso acontecer, coincidiria com exatos 1 ano de Nexus 4 no mercado, e com o dia do início das vendas do iPad Air em mercados selecionados.

Porém, os rumores mais recentes afirmam que o Nexus 5 deve estar disponível na Google Play (nos Estados Unidos, pelo menos) a partir das 8h da manhã, no horário da Costa Oeste dos Estados Unidos (ou seja, 13h, no horário de verão de Brasília). Se acontecer, você vai ficar sabendo aqui, no TargetHD.

Tudo o que podemos dizer sobre o seu lançamento é que ele é algo iminente. Fotos de estoques da LG com várias e várias caixas do Nexus 5 foram publicadas nessa semana em blogs e sites especializados, e até imagens dos caixas de varejistas já mostram o novo produto listado em suas caixas registradoras.

Ou seja, falta muito pouco para o lançamento do Nexus 5. É agora uma questão de tempo. Muito pouco tempo, mesmo.

Ainda vale a pena montar um computador do zero?

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No passado, montar um computador era a melhor opção para obter exatamente aquilo que se desejava nas configurações de hardware, mas sem precisar gastar uma grande quantidade de dinheiro. Aliás, montar o seu PC era o sonho de qualquer entusiasta da informática, e com certeza muitos leitores do TargetHD tentam montar o PC ideal até hoje.

Eu mesmo contava com pelo menos dois computadores: um para o uso diário, e outro, para experimentos. Depois, troquei tudo isso por notebooks e ultrabooks (porque o próprio TargetHD se voltou para um lado mais “mobile”). De qualquer forma, os dois PCs eram considerados “clones” (ou “frankensteins”, uma vez que esses PCs eram o resultado da somatória de peças de diferentes fabricantes), e por conta disso, eram muito mais baratos do que comprar um Compaq, que era a “marca da moda” no passado.

 

Tudo isso ficou no meu passado. Mas… e no presente? Ainda vale a pena montar o seu próprio computador? Ainda é mais barato e prático?

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Os computadores do presente

Já não se montam computadores do zero, e não encontramos no mercado os chamados “clones”, que naturalmente seriam produtos mais baratos. Tudo isso mudou, apenas porque o mercado hoje é bem diferente do que era no passado.

Hoje, as pessoas preferem comprar um notebook do que um desktop. Por que? Porque os preços dos computadores portáteis caíram consideravelmente nos últimos anos, e porque são mais cômodos. Eu sou a prova viva dessa teoria.

A arquitetura dos notebooks é perfeita para fazer coisas simples, mas também encontramos opções mais potentes, que atendem aos gamers mais dedicados. Além disso, a sua principal vantagem é que pode ser levado para todos os lados, algo muito importante nos dias de hoje, onde os dispositivos móveis são a primeira opção entre os usuários.

E ainda que você possa montar um notebook em casa, o resultado não seria tão eficiente e barato. Ou seja, para quem gosta de customizar equipamentos, a melhor opção é mesmo montar um desktop, e principalmente, que o usuário QUEIRA um desktop, o que faz toda a diferença. A decisão, mais uma vez, vai depender completamente das necessidades individuais de cada usuário.

Vantagens em montar um computador

Personalização: isso é o mais importante e a principal vantagem que o computador montado oferece. O usuário pode decidir quais as características e componentes que o equipamento vai ter. Terá o controle completo do hardware, determinando também a qualidade dos componentes.
Atualização: uma coisa que sempre se escutava quando a era dos “clones” ainda se fazia presente na Terra era que esses computadores poderiam ser atualizados na hora que o usuário quisesse, colocando mais RAM, mais portas USB ou um disco rígido maior. Se comparado com os portáteis (que eram mais caros, e não permitiam tais mudanças), era uma vantagem considerável. Logo, montar um PC também é pensar na possibilidade de expansão dos seus componentes no futuro.
Preço: esta será uma vantagem apenas se você conseguir componentes que sejam mais baratos do que eles custariam se você comprasse o mesmo computador já montado.

Desvantagens em montar um computador

Garantia: quando se compra um computador já montado, você tem a garantia da máquina toda, o que quer dizer que se algo funciona mal, ou se danifica, o produto inteiro pode ser mandado para o fabricante, para que ele o conserte ou o substitua. Com um computador montado pelo usuário, isso não acontece. Ou você torce para que tudo trabalhe com sintonia, ou você vai perder tempo e dinheiro, na investigação da peça defeituosa, ou no tempo que o seu computador vai ficar parado, até uma nova peça chegar.
Esforço: obviamente, montar um computador toma muito tempo e trabalho, principalmente se você é um iniciante nesse mundo. Para aqueles que já sabem muito bem o que estão fazendo, o tempo de montagem é consideravelmente menor, mas não se compara ao tempo economizado por aqueles que apenas vão até à loja ou compram um computador já montado pela internet.
Preço: menciono novamente o preço, agora como desvantagem. Temos que considerar que os fabricantes hoje adquirem peças com descontos, porque compram em grandes quantidades. Isso quer dizer que é possível que a mesma peça pode ficar mais cara, a menos que você a encontre em uma oferta momentânea, ou consiga de um vendedor que tenha reduzido o seu preço para eliminar os estoques. Além disso, também devemos considerar como fator os motivos pelos quais queremos o computador, e dependendo das necessidades envolvidas, o preço será muito baixo ou muito elevado. Para os gamers e profissionais de edição (gráfica, áudio e víde0< os computadores facilmente ultrapassam a barreira dos R$ 4 mil.

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E aí? Vale a pena montar um PC do zero?

A resposta é muito subjetiva, pois vai depender dos objetivos de cada usuário. Primeiro, temos que levar em conta que o usuário deve querer um desktop para pensar no que ele quer montar por sua conta e risco. Depois, deve refletir para quais tarefas ele quer o computador. É para o uso diário, com navegação na internet e utilização do Microsoft Word? Ou é um típico gamer?

Alguém que quer um desktop para o uso diário nunca vai conseguir montar um pagando muito pouco por isso. Hoje em dia, desktops de porte médio, que realizam as tarefas simples de forma decente custam entre R$ 500 e R$ 800. Para aqueles que pensam em customizar, estejam cientes que a somatória do valor das peças e do preço empregado certamente sairá mais caro. Nesse caso, a montagem não é a melhor opção, levando em conta o dinheiro gasto e o tipo de atividades que você vai exercer com o equipamento.

Por outro lado, se você é um gamer, um entusiasta dos computadores personalizados, ou quer fazer um Hackintosh em sua casa – e, principalmente, o dinheiro não é um problema para você -, a montagem do computador é a solução mais viável. Além disso, qualquer gamer ou profissional de edição está de acordo que, ainda que seja possível comprar computadores pré-montados muito bons de diferentes marcas e para todos os gostos, montar o PC do zero tem muitas vantagens, principalmente a customização de todos os componentes de acordo com o nosso gosto e necessidades.

Se você tem a ideia em mente, tudo o que você precisa fazer é pesquisar todas as variáveis e comparar os preços, para que cada um decida por si qual a opção que vale a pena o investimento.

TargetHD Podcast | 203 | Brasil Game Show 2013

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Nesta edição:

– Os principais destaques da Brasil Game Show 2013, realizada no último final de semana em São Paulo (SP).

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iPad Air ou iPad mini Retina? Qual dos dois você deve comprar?

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A Apple anunciou duas novas versões do seu tablet iPad. O iPad Air e o iPad mini 2 (ou iPad mini Retina, ou iPad Mini 2013). Os dois são poderosos, com características bem destacadas. Colocados lado a lado, eles são muito parecidos em muitos aspectos, o que pode tornar difícil a decisão sobre qual deles é a melhor opção de compra.

E mesmo que alguns usuários já estejam seguros sobre qual dos dois merece o seu dinheiro, é possível que outras pessoas estejam se questionando sobre essa escolha. Esse é um assunto muito pessoal, já que a decisão depende exclusivamente das necessidades de cada usuário. Porém, entendo que um post como esse pode ajudar um pouco na decisão dos mais indecisos.

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iPad Air

O principal destaque desse novo tablet é o seu peso de 469 gramas. Além disso, é um produto muito fino, com apenas 7.5 mm de espessura. São melhorias consideráveis, principalmente se considerarmos as medidas do iPad de quarta geração (700 gramas de peso, e 12.7 mm de espessura).

Outras características:

– tela LED-IPS de 97 polegadas, com multi-touch e Retina Display
– resolução de 2048 x 1536 pixels (264 ppp)
– processador A7 com arquitetura de 64 bits, tornando o novo iPad Air 72% mais rápido que a primeira geração do iPad
– câmera frontal de 1.2 MP, com gravação de vídeos a 720p, com detecção de rostos; câmera traseira de 5 megapixels, com foco automático, fotos com HDR e gravação de vídeos a 1080p
– versões Wi-Fi e Wi-Fi com 3G

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iPad Mini com tela Retina

A segunda geração do iPad mini mantém a sua tela de 7.9 polegadas, mas com a novidade de trazer a esperada e solicitada Retina Display, tornando esse um tablet muito atraente para aqueles que desejam um produto com um tamanho de tela menor.

Outras características:

– peso de 331 gramas, e a mesma espessura do iPad Air (7.5 mm)
– tela de 7.9 polegadas LED-IPS, com multitouch e Retina Display
– resolução de 2048 x 1538 pixels (326 ppp)
– chipset A7 de 64 bits
– as mesmas câmeras do iPad Air (frontal, de 1.2 MP, e traseira, de 5 MP)
– versões Wi-Fi e Wi-Fi com 3G

 

iPad Air vs iPad mini 2013

Depois de revisar as principais características dos produtos, podemos notar que eles são praticamente os mesmos na sua concepção, exceto quatro diferenças fundamentais, que serão utilizadas para que cada usuário tome a sua decisão:

1) Preço
O iPad Air mais barato custa US$ 499, enquanto que o iPad mini Retina custará US$ 399. US$ 100 de diferença podem ser pouco ou muito, dependendo do bolso de cada um. Passando para o Brasil, e baseado no comportamento do nosso mercado, a diferença de preço pode ser elevada o suficiente para deixar essa decisão para o consumidor algo ainda mais simples de se tomar.

2) Tamanho
Você prefere um tablet grande, que possa ser usado como um netbook quando você o conecta ao seu telclado portátil? Ou quer um tablet que você possa levar em um bolso ou na mochila sem maiores complicações? Essas são outras questões cuja resposta varia de usuário para usuário, avaliando as suas necessidades e o seu estilo de vida. Particularmente, prefiro os tablets menores, pois são mais cômodos para as minhas necessidades. Mas tem muita gente que prefere que uma tela de (quase) 10 polegadas seja o ideal para o consumo de multimídia de diferentes categorias.

3) Densidade de Pixels
Ainda que os dois modelos contem com tela Retina e a mesma resolução, o iPad mini 2013 tem uma densidade de pixels por polegada maior. Isso quer dizer que imagens, vídeos e todos os elementos visuais reproduzidos nessa tela terão uma visualização melhor, se comparado com o iPad Air.

4) Disponibilidade

Vamos ignorar o fato que, no Brasil, esses tablets devem demorar para chegar. Se você tem bala na agulha para comprar lá fora, e quer comprar um novo iPad imediatamente, vá de iPad Air, que começa a ser vendido no dia 1 de novembro. O iPad mini 2 deve ser lançado também no mês de novembro, mas sem data anunciada.

 

Veredito

Tal como no caso do iPhone 5c vs iPhone 5s, escolher qual é a melhor opção é algo complicado. Os tablets são bem similares, mas com diferenças pontuais. A decisão fica mais fácil de ser respondida se observarmos as reais necessidades do usuário com um produto como esse, com perguntas simples e objetivas, como “quero uma tela grande ou pequena?”, “prefiro uma tela maior, porém, menos nítida? Ou seria o contrário?”, “quero fazer a compra de forma imediata?”, entre outras importantes questões.

Alguns vão acreditar que o iPad Air seria a melhor escolha, por ter uma tela maior, e apresentar uma grande quantidade de novidades. Porém, outros entendem que o novo iPad mini com Retina é imbatível, justamente por ter uma tela menor (o que é considerado uma vantagem no quesito mobilidade), custa menos e sua tela é mais nítida. No final das contas, a resposta é sempre a mesma: aquele produto que oferecer o maior número de vantagens diretas no seu uso diário.

Agora, se você quer ser do contra, e acha que nenhum dos dois prestam…

 

Bônus: cinco motivos para não comprar nenhum dos dois

Como em qualquer produto de tecnologia, tanto o iPad Air como o iPad mini Retina tem vantagens e desvantagens. Algumas dessas desvantagens são tão contundentes para algumas pessoas, que esses decidem por não comprar o produto, e esperar pelas próximas gerações.

1) Não tem um teclado incorporado
Se isso é algo que realmente te preocupa, a melhor saída hoje é comprar um Microsoft Surface (que vem com um case com teclado incorporado), adquirir um notebook, ultrabook ou qualquer computador portátil, ou conseguir um acessório para os novos iPads. Se o usuário quer ter um híbrido entre um MacBook e um iPad, sem precisar comprar o MacBook (que é muito mais caso), pelas necessidades de produtividade, existem algumas opções que até transformam o iPad em um computado portátil, com o teclado custando menos que um MacBook Pro.

2) E o identificador biométrico?
Para alguns, essa é uma característica importante, e os novos iPads não contam com o já famoso Touch ID.

3) Não possui Wi-Fi 802.11ac
Os dois novos iPads contam com conectividade Wi-Fi 802.11 a/b/n, que não são padrões tão rápidos quanto o 802.11ac, que está presente nos novos MacBook Pro Retina. Mas… por que ficou de fora do novo iPad, principalmente pelo fato de serem produtos relativamente caros?

4) Não querer um dispositivo tão dependente da nuvem
A Apple quer que os seus usuários usem os serviços como iCloud, oferecendo aplicativos grátis que necessitam acessar a nuvem para funcionar. Se você é um usuário que prefere manter os seus dados em um dispositivo (de forma local), talvez uma versão anterior do iPad seja uma opção melhor.

5) Preciso de aplicativos que não existem para tablets
Alguns usuários querem e necessitam usar aplicativos de edição de vídeo e foto em nível avançado, ou ter jogos como World of Warcraft, que ainda não existem para os dispositivos móveis da Apple. Nesse caso, não tem jeito: é melhor investir em um notebook ou ultrabook, ou até mesmo em um MacBook Pro para essas tarefas.

TargetHD Podcast | 202 | Apple Cover 2013

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Nesta edição:

Apple Cover 2013 | Apple e os seus números: 170 milhões de iPads vendidos, 64% de iDevices com iOS 7
Apple Cover 2013 | Mac OS X Mavericks é lançado oficialmente. E é de graça!
Apple Cover 2013 | Mac Pro: nos EUA, a partir de US$ 2.999. No Brasil, a partir de R$ 12.999
Apple Cover 2013 | Novas versões do MacBook Pro com processadores Haswell e tela Retina são anunciados
Apple Cover 2013 | iPad Air é anunciado oficialmente
Apple Cover 2013 | iPad mini (2013), com tela Retina, é anunciado oficialmente

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TargetHD Podcast | 201 | Nokia World 2013

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Nesta edição:

Nokia World 2013 | modelos Asha 500, Asha 502 e Asha 503 são anunciados oficialmente
Nokia World 2013 | Nokia Lumia 1520, com tela de 6 polegadas a 1080p, é anunciado oficialmente
Nokia World 2013 | Nokia Lumia 1320 é anunciado oficialmente
Nokia World 2013 | Nokia Lumia 2520, o tablet com Windows RT 8.1 é anunciado oficialmente
Nokia World 2013 | Nokia Black será a próxima atualização do Windows Phone da Nokia
Nokia World 2013 | Parece que agora vai! Instagram no Windows Phone “nas próximas semanas”

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O que podemos esperar da Apple no evento de amanhã (22 de outubro)

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Como você bem já sabe (não é possível que você não saiba a essa altura do campeonato), a Apple convidou a imprensa especializada nos Estados Unidos para um evento que vai acontecer amanhã, 22 de outubro, no Yerba Buena Center, em San Francisco, California. Nesse evento, eles devem apresentar uma série de novidades que devem chegar ao mercado internacional até o final de 2013 (ou naqueles mercados que a Apple considera importante – e nessa lista, o Brasil não está presente), além de algumas possíveis surpresas que Tim Cook deve ter guardado na manga.

Tudo indica que o evento de amanhã será o último evento da Apple no ano, mas apesar da empresa não deixar muito claro os seus reais motivos, o que fica implícito é que serão alguns lançamentos. Ou muitos, já que a frase que reforça o convite é “we still have a lot to cover”.

Sabendo que essa é a sua última oportunidade para mostrar novos produtos (mesmo apenas um mês depois de lançarem os novos iPhones), a Apple fatalmente deve apresentar os novos iPads, novos Macs e o preço e data de lançamento do OS X Mavericks. Mas… será que é só isso? Nesse post, faremos uma revisão sobre o que pode ser apresentado amanhã no evento. Se nada disso acontecer, a culpa não é nossa se eles mudam de planos do nada.

Logo, vamos revisar tudo o que pode ser anunciado amanhã pela Apple.

(Com certeza) Novos iPads (iPad 5 e iPad mini 2)

Os principais destaques do evento de amanhã podem ser os novos iPads. A quinta geração do iPad deve ser um produto completamente redesenhado, e a segunda versão do iPad mini deve receber melhorias de especificações, para um melhor desempenho.

As fones de tecnologia que especularam sobre o assunto nos últimos meses (e que anteciparam os novos iPhones antes dos mesmos serem anunciados pela Apple) indicam que o novo iPad 5 terá uma aparência externa muito mais próxima ao do iPad mini, com laterais mais finas. Já o iPad mini incluiria a esperada tela Retina. Nos dois casos, também é esperado que a Apple inclua o novo processador A7 e o identificador biométrico Touch ID.

Em junho de 2014, a Apple mostrou a sua nova versão do sistema operacional para desktops e notebooks, o OS X Mavericks, e prometeu o seu lançamento para o final de 2013. Logo, está quase confirmado que este evento também servirá para apresentar mais novidades e recursos ainda não anunciados, além da sua data exata de lançamento e o seu preço. Muito provavelmente ele deve estar disponível no mesmo dia do evento, ou poucos dias depois.

(Provavelmente) Novos Macs

Na parte de computadores, além do OS X Mavericks, a Apple deve revelar mais detalhes sobre o novo Mac Pro, que foi apresentado na WWDC 2013. O produto recebeu uma radical reformulação de hardware, recebendo não só novas e turbinadas especificações técnicas, mas também apresentando modificações importantes na sua estética.

O novo MacPro é agora um cilindro tecnológico, com a parte central aberta. As novas características do produto incluem um processador mais rápido, memórias Flash com maior velocidade, além das conectividades Thunderbolt 2, HDMI e USB 3.0.

A Apple deve finalmente contar ao mundo quanto vai custar para nós ter um produto como esse em casa.

Por outro lado, o MacBook Pro pode apresentar diferenças em seus dois modelos: dos modelos com tela Retina é esperado pelo menos uma atualização para os processadores mais recentes da Intel (da linha Haswell), o que deve se converter em um maior desempenho para o produto. Por outro lado, os modelos cuja tela não possui retina não são atualizados desde junho, e a tela com especificações melhoradas pode ser uma das novidades desses modelos.

O Mac Mini é outro produto que não é atualizado desde outubro de 2012, e pode receber uma nova versão. Alguns rumores apontam para alguma menção da porta Thunderbolt 2, uma vez que a primeira versão do Thunderbolt foi lançada no final de 2011.

Uma Nova Apple TV (talvez)

Alguns veículos de imprensa (inclusive nós aqui no TargetHD) chegaram a publicar um vazamento da versão alemã do site da Amazon, que apontava para uma nova versão da Apple TV. Alguns rumores foram ditos sobre isso nos últimos meses, mas não com tanta ênfase como acontece hoje com os novos iPads. O que fez reacender a fogueira de especulações sobre esse tema foi justamente esse vazamento. Logo, não será surpresa se o produto aparecer no evento, atualizado e repaginado.

Novos iPods (pouco provável)

Como a Apple não falou sobre novos iPods no evento de lançamento dos novos iPhones (e eles mesmos afirmam que estão com um monte de coisas para contar”, existem os mais otimistas que estão na esperança que a empresa de Cupertino apresente novas versões do seu player musical. Particularmente, acho pouco provável de acontecer, mas não completamente impossível. A Apple não decretou oficialmente o fim da produção dos seus players musicais. Logo, enquanto há vida, há esperança.

Por outro lado, as vendas dos iPdos caem de forma vertiginosa a cada trimestre. Com os usuários buscando outras soluções para ouvirem as suas músicas preferidas (e em muitos cassos, aproveitando da portabilidade), não será surpresa se esse segmento chegar ao fim em um futuro próximo.

Apple HDTV e iWatch (quase certeza que não)

Essas são duas novidades muito esperadas e especuladas pelos analistas e especialistas em tecnologia, e são produtos considerados como certos entre as futuras iniciativas de inclusão de mercado da Apple. Porém, nada aponta para um lançamento de qualquer um deles para o final de 2013. Talvez o iWatch contasse com mais chances de ser apresentado (e, se for anunciado amanhã, será uma imensa surpresa para todos. Talvez fosse até positivo o lançamento do relógio inteligente da Apple agora, mas por outro lado, pode não ser algo estrategicamente sábio. O melhor mesmo é deixar para o começo de 2014.

O mesmo acontece para a suposta Apple HDTV. É fato que é a intensão de Tim Cook e sua turma é adentrar de forma séria nesse terreno, mas acredito que o produto ainda está em estágio de desenvolvimento, e espera um momento mais adequado para ser anunciado. Logo, não é possível sequer imaginar que será anunciado amanhã. Se for, é mais uma surpresa daquelas. Mas não vamos reclamar por conta disso. Muito pelo contrário.

TargetHD Podcast | 200 | Bem mais barato que o PlayStation 4 no Brasil

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TargetHD Podcast | 199 | Aquele Antes do Episódio 200

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TargetHD Podcast | 198 | #fail Black Night, #fail benchmark, #fail smartphone caro no Brasil

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TargetHD Podcast | 197 | Não Recomendado Para Fanboys da Apple

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