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Google trabalha no Fuchsia, um novo sistema operacional Open Source

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Google Fuchsia

A Google está trabalhando em um novo sistema operacional, o Fuchsia, que será em código aberto.

Mas… por que a Google quer ter outro sistema operacional quando já domina o mercado com o Android?

Google Fuchsia, também pensado nos PCs

Inicialmente, o Fuchsia não sera destinado exclusivamente ao setor de smartphones. A Google quer que o software também desembarque nos PCs.

Tal detalhe se vale do princípio que o novo sistema operacional pode rodar em equipamentos do tipo NUC, com processadores baseados nas arquiteturas Skylake e Broadwell da Intel, mas também foram encontradas referências sobre seu uso em tablets com processadores Intel Core e unidades Raspberry Pi 3.

Por enquanto, a Google não revela detalhes oficias sobre o assunto. Todos os dados citados aqui vieram do repositório do GitHub, e foram respaldados por alguns desenvolvedores.

Em teoria, os desenvolvedores são fontes bem confiáveis, mas como não são fontes oficiais, só podemos colocar as notícias daqui como rumores.

Do mais, se comenta que o kernel do Fuchsia seria o Magenta, e que estaria concebido para um desempenho máximo em equipamentos modernos, com processadores potentes e grandes quantidades de RAM.

É fácil entender a estratégia da Google: dividir para conquistar.

Via Fossbytes

A segurança é o grande problema do código aberto

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O código aberto tem um grande problema: a segurança. É preciso mais pessoas trabalhando juntas para eliminar bugs e superar falhas críticas de segurança no código de um software que se sustenta em grande parte pela internet.

Quem afirma é o diretor de tecnologia da Fundação Linux, Nicko van Someren, em um discurso na Cloud Expo de Londres. Ele afirma que “chegamos na era do código aberto”, mas há um problema histórico nos projetos desse grupo, onde as falhas de segurança podem se tornar um problema crítico nos projetos.

“Os projetos de código aberto são as estradas e pontes da internet. Quase tudo o que fazemos na internet é baseado em código aberto”, afirma Someren, destacando os aspectos positivos da colaboração no desenvolvimento de novas características e ideias inovadoras de alta tecnologia. Porém, o executivo entende que o código aberto tem um grande obstáculo a superar: as falhas de segurança causados pela codificação casual, falta de orientação, melhores práticas e falta de gente suficiente para detectar problemas e corrigir falhas.

Someren destacou a Core Infraestructure Initiative (CII), criada pela fundação Linux para adotar um foco preventivo dos problemas de segurança. A CII está trabalhando com a comunidade de código aberto e gigantes de tecnologia (IBM, Google, Qualcomm, Facebook) para estabelecer as melhores práticas, educar os desenvolvedores e oferecer ferramentas para buscar e corrigir problemas no código antes que eles se transformem em graves vulnerabilidades.

O CTO da Fundação Linux conlui garantindo que as pessoas que acreditam que o seu negócio na internet podem funcionar sem o código aberto estão muito equivocadas, e alerta que é necessário que a comunidade se una e ajude a remediar alguns desses problemas de segurança, mantendo as pontes e estradas que sustentam a internet.

Via The Inquirer

Facebook Surround 360, uma câmera de 360 graus 8K de código livre

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Facebook Surround 360

O Facebook apresentou hoje uma iniciativa no mínimo bem diferente de tudo o que a empresa propõe, ainda mais quando pensamos na marca como uma ferramenta de aproximação de pessoas através de sua rede social e comunicadores instantâneos. O Facebook Surround 360 é uma câmera para transmissão ao vivo de conteúdo em 360 graus com resolução 8K.

A aposta de captura de vídeo ao vivo do Facebook promete cobrir completamente qualquer ambiente, mas não será acessível para todos os bolsos. Para tudo funcionar, é necessário um conjunto de 14 câmeras que, acompanhado do software correspondente, é capaz de gerar uma imagem de 360 graus com resolução 8K. Além das 14 câmeras, o Facebook Surround 360 inclui outras duas com uma lente olho de peixe, que podem cobrir as áreas superior e inferior da câmera, para que a cobertura seja irrestrita.

Para aqueles que pensam que o Facebook Surround 360 é uma proposta parecida com a Gear 360, estão enganados. Este equipamento é pensado no uso mais profissional, e ainda que os planos do projeto estejam disponíveis para todo o planeta de forma gratuita em alguns meses, o custo dos componentes para concretizar o dispositivo rondam os US$ 30 mil, o que torna o produto proibitivo para a maioria.

Logo, esqueça de construir um desses por sua conta, e espere outros fabricantes utilizarem essa tecnologia e o design para dar vida a outros produtos mais baratos, que podem obter resultados semelhantes. O que fica claro é que, com dispositivos como esse, podemos receber em breve imagens simplesmente espetaculares.

Facebook Surround 360-02 Facebook Surround 360-03 Facebook Surround 360-04 Facebook Surround 360-05

Via Facebook

Microsoft oferece certificações Linux (?)

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Há quase 15 anos, as coisas eram bem diferentes do que são agora. A revolução dos smartphones ainda caminhava a passos lentos, e a batalha pelos desktops estava em pleno auge, com um suado Steve Ballmer berrando que “o Linux é um câncer”. Desde então, a relação entre Microsoft e Linux/Open Source mudou de forma radical.

Isso fica bem claro com um anúncio surpreendente: a disponibilidade de uma nova certificação MCSA (Microsoft Certified Solutions Associate) para profissionais que querem receber esse título no âmbito do Linux sobre o Azue. Essa iniciativa não é só uma coisa da Microsoft: a própria Linux Foundation está colaborando com a gigante de Redmond, em um movimento que une mais do que nunca dois mundos que até então eram antagônicos.

Faz tempo que a Microsoft oferece surpresas em todos os âmbitos. Esta é uma empresa que parece ter aprendido a escutar os seus usuários e o mercado, adotando mudanças radicais em uma estratégia onde eles se abrem em todos os tipos de âmbitos que antes pareciam vetados aos desenvolvedores e soluções da empresa.

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O protagonismo que o Linux possui nos servidores é enorme, e o impulso do Linux no Azure começa a ser algo notável. A Microsoft assinou recentemente um acordo com a Red Hat para oferecer soluções empresariais baseadas nos serviços e soluções da Red Hat sobre a plataforma na nuvem da Microsoft, e o suporte de distribuições Linux no Azure é bem amplo.

Para obter essa nova certificação, será necessário superar dois exames: o Microsoft Exam 70-533 (Implementing Microsoft Azure Infraescructure Solutions) além de um da Linux Foundation, o Certified System Administrator (LFCS).

Isso, combinado aos últimos esforços da Microsoft no âmbito do Open Source, deixam claro que as coisas estão mudando na gigante de Redmond. E mudando para melhor, felizmente.

Via SlashdotDice

Aquaris E5 HD Ubuntu chega ao mercado (lá fora)

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Aquaris E5 HD Ubuntu

A BQ colocou no mercado o segundo smartphone com Ubuntu, o Aquaris E5 HD Ubuntu. O dispositivo de linha média tem preço sugerido de 199 euros, e é fruto da parceria da Canonical com o fabricante espanhol.

O objetivo do acordo é introduzir o Ubuntu no universo mobile, uma tarefa nada simples se levarmos em conta o duopólio Android e iOS – a gigante Microsoft tem apenas 4% do mercado com Windows Phone, e a BlackBerry vive em situação delicada -.

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O Aquaris E5 HD Ubuntu é uma variante do modelo do mesmo nome com Android. Possui tela IPS de 5 polegadas (1280 x 720 pixels), SoC MediaTek MT6592 quad-core ARM Cortex A7 de 1.3 GHz, GPU Mali 400-MP2, 1 GB de RAM, 16 GB de armazenamento (expansíveis via microSD), câmera frontal de 5 MP, câmera traseira de 13 MP com foco automático e dual flash, bateria de 2.500 mAh, conectividades WiFi, Bluetooth, GPS e 3G+, dimensões de 71 x 142 x 8.65 mm e peso de 134 gramas.

O dispositivo está 100% otimizado para o sistema da Canonical, em uma parceria que já dura dois anos. A BQ informa que essa será uma colaboração a longo prazo, e que os resultados até agora são muito satisfatórios, reforçando o compromisso deles com o Open Source e o código livre.

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O Aquaris E5 HD Ubuntu estará disponível apenas na União Europeia, Noruega e Suíça. Supõe-se que a BQ pode comercializá-lo em outros mercados, mas nada está confirmado.

Via Aquaris E5 HD Ubuntu

Na Microsoft, há quem diga que um Windows “Open Source” é possível

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Mark Russinovich, engenheiro da Microsoft, afirma que é “absolutamente possível” que a empresa adote um modelo Open Source para o futuro desenvolvimento do Windows.

Russinovich é um dos principais responsáveis pelo Windows, e fez suas declarações durante a sua participação na Chefcon, local onde a maioria dos presentes possuem uma relação “complicada” (para dizer o mínimo) com a Microsoft, uma vez que quase todos usam o Linux.

A abertura da Microsoft para uma filosofia de código aberto foi nula ou lenta na maior parte de sua história (Steve Ballmer chegou a afirmar em uma oportunidade que o Open Source era um “câncer”), mas isso mudou radicalmente nos últimos tempos. O Azure, plataforma de cloud computing da empresa, oferece suporte ao Linux a algum tempo, e 20% dos sistemas de rodam na plataforma o fazem com alguma das muitas distribuições disponíveis.

De acordo com Russinovich, a mudança é necessária, pois é algo que já vivemos nos dias de hoje. O que surpreende é saber que o debate sobre a adoção dessa filosofia se tornou muito mais ativo em uma empresa que tradicionalmente defendeu o modelo de software comercial.

A própria Microsoft dá mostras que sua visão de hoje já não é a mesma, com a publicação do .NET com a licença Open Source.

Mas uma coisa é dizer que o Windows poderia ser de código aberto um dia, e outra – muito diferente – é fazer isso acontecer. Russinovich afirma que o sistema operacional é muito complexo, e torná-lo Open Source não seria uma tarefa fácil, necessitando um sistema de compilação que utilizaria vários engenheiros e meses de trabalho para funcionar.

Por outro lado, o Open Source é muito coerente com o atual caminho escolhido pela Microsoft, que está se voltando muito mais para os serviços e menos para as licenças (mesmo que as licenças ainda sejam boa parte dos lucros da empresa), e que se beneficiaria muito mais de um alcance maior das suas soluções para diferentes tipos de dispositivos.

A estratégia é parecida com a da Red Hat, empresa que melhor conseguiu monetizar os seus investimentos no Linux, comercializando serviços de suporte ou implementação de serviços a partir de produtos Open Source. A participação de Russinovich mostra que essa é uma possibilidade real. Não que esse será o caminho do Windows no futuro, mas o simples fato da Microsoft pensar assim deixa claro que a empresa está mudando. E muito.

Via Wired

ResearchKit: a pesquisa médica chega ao iPhone

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A Apple também apresentou no evento de hoje (9) os seus ecossistemas que ainda estão em desenvolvimento, mas aos poucos ganha terreno como parte dos serviços e soluções da empresa. Os protagonistas do anúncio foram o CarPlay, o HomeKit e o Health, três projetos que integrarão as soluções da Apple, mas o principal anúncio foi a aparição do ReserachKit um framework especificamente orientado à investigação médica.

A Apple mencionou praticamente de passagem tanto o CarPlay como o HomeKit. No primeiro caso, Tim Cook afirmou que “todos os grandes fabricantes são parceiros” (sem especificar quais), e confirmou que 40 novos modelos de carros o integração antes do fim de 2015. Porém, o protagonista do dia foi o novo framework pensado na saúde.

A ideia do ResearchKit é de permitir que pesquisadores aproveitem o potencial das soluções da Apple para avançar as suas pesquisas médicas. A Apple anunciou vários acordos com entidades médicas e acadêmicas para ajudarem na nova plataforma.

Entre os primeiros aplicativos orientados para esse segmento, estão cinco que foram desenvolvidos pra combater algumas das mais sérias enfermidades do planeta, como o Mal de Parkinson, por exemplo. O aplicativo mPower permite avaliar vários sintomas, e ajudar na detecção e estudo dessa informação. Outros aplicativos devem ajudar no tratamento de enfermidades cardiovasculares (MyHeart Counts) ou asma (Asthuma Health).

Duas notícias importantes: a primeira, o quesito privacidade, onde a Apple deixa claro que ‘não veremos os seus dados’, e esse é um dos aspectos mais delicados na hora de trabalhar com as informações sensíveis dos usuários.

A segunda notícia está no fato do ResearchKit ser um projeto Open Source, algo surpreendente em se tratando da Apple. A empresa convida os desenvolvedores a criar soluções que possam ajudar nessas pesquisas.

O ResearchKit será lançado no mês que vem, mas os cinco primeiros aplicativos citados durante a apresentação estão disponíveis a partir de hoje.

Purism Librem: o notebook ideal para quem é fã do software livre

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O Purism Librem 15 é um notebook com tela de 15.6 polegadas, que lembra um MacBook Air no seu design, mas se diferencia por contar com um hardware e software Open Source. O produto só possui o firmware da Intel como componente proprietário, e suas configurações incluem um sistema operacional em software livre e várias licenças abertas no hardware.

O notebook possui um processador Intel Core i7-4712MQ, GPU NVIDIA GT840M, 4 GB de RAM, 500 GB de disco rígido (com opção em SSD) e uma unidade de CD/DVD. O produto ainda conta com três portas USB 3.0, porta HDMI, slot SDXC e entrada RJ-45, além de suporte ao WiFi 802.11n, webcam frontal 720, saída de áudio HD e teclado retro-iluminado.

O sistema operacional é o Trisquel, uma conhecida distribuição Linux derivada do Ubuntu, que foi defendida por Richard M. Stallman – defensor acérrimo do software livre. Essa é uma das poucas distribuições qualificadas como ‘livres’ pela Free Software Foundation, que ‘homologa’ distribuições sem blobs binários nem componentes proprietários. Essa escolha como sistema operacional se soma à integração do Tor pré-instalado e pré-habilitado como padrão, de forma que o anonimato de cada usuário trate de se proteger por conta desse serviço.

Os responsáveis desse projeto estão buscando financiamento para colocar esse notebook no mercado, com preço inicial sugerido de US$ 1.449. As primeiras unidades chegarão em abril de 2015, e o objetivo desse portátil é ‘restabelecer o direito dos usuários à liberdade e a privacidade’.

 

Via Ars TechnicaPurism Librem 15 em CrowdSupplyPurism

Motorola Moto G é agora um produto de código aberto, por decisão da própria Motorola

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O Motorola Moto G é um dos smatphones de maior destaque no mercado atual (e um dos reviews mais solicitados aqui no TargetHD… calma, pessoal… vai sair…), e de certo modo, o sistema operacional que ele carrega (o Android) já é de código aberto. Porém, a Motorola decidiu liberar todos os códigos fontes do dispositivo, como ROMs e Kernels para desenvolvedores estudarem o dispositivo com maior riqueza de detalhes, e para os mais curiosos descobrirem como o mesmo foi desenvolvido.

A maioria dos meros mortais não precisam desses códigos para absolutamente nada. Até porque a maioria dos mortais são consumidores dos produtos, logo, não terá serventia nenhuma os tais kernels. Porém, para a grande quantidade de desenvolvedores de aplicativos e soluções pensadas nos smartphones Android, essa é ótima notícia. Terão a oportunidade de estudar a fundo a estrutura de software, e desenvolver soluções ainda melhores para um dos melhores smartphones de linha média do mercado.

Por tabela, o usuário final é beneficiado. Afinal de contas, o dispositivo ficará melhor, não só com melhorias de software vidas de desenvolvedores independentes, mas também pelos novos aplicativos e widgets que certamente serão lançados. E tudo isso, de graça.

Em resumo: essa é uma excelente notícia para os proprietários do Moto G. E, para aqueles que estavam meio reticentes com essa nova fase da Motorola, é melhor rever conceitos. Do jeito que eles estão trabalhando (ou melhor, que a Google está trabalhando com eles), o futuro aparenta ser muito promissor.

Para mais detalhes, acesse a página da Motorola na Source Forge.

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Via Android Central

Novidades do Google: Código fonte do Jelly Bean disponível, e Google Chrome com multimídia sem Flash

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Duas notícias importantes sobre o Google para esta terça-feira. A primeira delas se refere ao Android 4.1 Jelly Bean. O Google publicou hoje (10/07) o código fonte da última versão do seu sistema operacional, permitindo assim aos desenvolvedores o download imediato para compilação, adaptação e desenvolvimento de aplicativos para os dispositivos que já contam com o sistema operacional móvel (até o momento o Nexus 7 e o Galaxy Nexus). Também foi informado que os códigos binários do Jelly Bean para o Nexus S e Motorola Xoom estarão disponíveis em breve.

A disponibilidade do código fonte indica que fabricantes e desenvolvedores de mods (como o pessoal do CyanogenMod) poderão trabalhar em suas versões do sistema operacional a partir de hoje, permitindo que os usuários mais corajosos instalem os mods do Jelly Bean em aparelhos que originalmente não vão receber a mais recente versão do sistema operacional (como o Galaxy S II) em breve.

A segunda notícia está ligada ao navegador do Google, o Chrome. Ainda que para muitas pessoas o uso de uma webcam com o navegador não represente algo muito importante, a realidade é que a tecnologia que permite a exibição de vídeos em um PC conectado à Internet está mudando rapidamente. E a nova versão do Chrome é uma amostra disso.

Na demonstração da versão beta do novo Google Chrome, graças a uma integração do padrão WebRTC, já não é necessário ter um plugin como o Flash instalado para obter acesso à webcam e microfone. A API de vídeo (getUserMedia) desenvolvida pelo Google permite o uso de filtros CSS e WebGL para aplicar modificações e efeitos ao vivo nos vídeos transmitidos.

E essa não é a única novidade. O novo software inclui ainda uma API JavaScript para joysticks, que permite uma interação dos usuários de forma mais cômoda e natural com os seus jogos. O melhor de tudo é que já é possível fazer o download da versão beta do navegador, para que você possa testar por sua conta e risco (ou seja, certamente está sujeita a bugs e imperfeições; pense bem antes de instalar o software).

Via Google (link 01 e link 02)

Linus Torvalds recebe o “Millennium Technology Prize” pelo seu trabalho no Linux

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O mais habitual é ver Linus Torvalds relaxado, usando calça jeans e camiseta. Mas a foto que você vê acima foi registrada em uma ocasião muito especial. Mais precisamente, durante a entrega do “Millennium Technology Prize”, uma importante honraria que é uma espécie de “Prêmio Nobel” de tecnologia, que agora passa a brilhar na estante do criador do Linux.

Ao lado de Torvalds está o Dr. Shinya Yamanaka, que também foi premiado pelo seu trabalho com as células-mãe. Os dois compartilharam o prêmio de 1.2 milhão de euros entregues aos vencedores.

Durante a cerimônia, o Dr. Ainomaija Haarla, da Academia de Tecnologia da Finlândia, disse que o trabalho de Torvalds “manteve a internet aberta para a busca do conhecimento e o benefício da humanidade, e não apenas pensando nos interesses financeiros”. Concordo em 100% com essa afirmação.

E parabéns ao senhor Torvalds, e muito obrigado pelo seu trabalho.

P.S.: cá pra nós: o Torvalds não está parecendo um pinguim na foto que ilustra esse post?

Via Engadget

Tizen OS executará apps para Android, com uma pequena ajuda de software

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O sistema operacional Tizen OS continua dando os seus primeiros passos nesse mundo, e hoje chega disposto a eliminar uma de suas possíveis desvantagens: sua escassa coleção de aplicativos.

Ao que parece, esse sistema operacional de código aberto será compatível tanto com o SDK do Android como com o o do Bada (mas ou menos da mesma forma que o BlackBerry PlayBook aceita aplicativos Android). A OpenMobile, empresa responsável por tornar isso possível através de sua ACL, garante que a plataforma será 100% compatível com o catálogo de aplicativos do Google, chegando ao mesmo nível de resposta da sua versão original.

E, como você bem pode imaginar, mal posso esperar para ver essas afirmações sendo colocadas a prova em testes práticos e reviews. Até lá, vamos ter que nos contentar com um pequeno aperitivo de seu funcionamento, no vídeo abaixo.

Via BGR

Facebook adquire a rede social de fotografia Lightbox

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Mark Zuckerberg continua na sua fase de compras. Se depois da compra do Instagram ficava alguma dúvida que o Facebook apostaria com muita força no universo da fotografia, essa recente compra do Lightbox eliminou todas as dúvidas pendentes.

Na verdade, o Facebook englobou os profissionais que trabalham no LightBox, uma vez que o site do serviço vai fechar a partir do dia 15 de junho. Os membros da equipe, Nilesh Patel e Thai Tran, são especialistas no desenvolvimento para Android e plataformas HTML5. Por isso, vão trabalhar no Facebook.

Se daqui a alguns meses o Facebook surpreender o mundo com um excelente software para registrar e compartilhar fotos no Android, já sabemos os nomes dos elementos que estão por trás do aplicativo. Um detalhe importante: eles anunciaram que uma parte do código escrito para o LightBox será compartilhado abertamente no repositório GitHub, mas as fotos e dados do usuário serão eliminados depois do meio de junho. Ou seja, se você tem fotos armazenadas lá e não quer perder, tem um mês para salvar tudo no seu computador.

Via The Next Web

HP demite aproximadamente 275 funcionários da divisão do webOS

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Não deve ser surpresa para ninguém que um grande número de trabalhadores que até hoje se dedicavam ao desenvolvimento do webOS acabam de perder os seus empregos, mas de qualquer forma, vale o registro. 275 empregados ligados ao projeto do webOS foram demitidos pela HP, pois a empresa “não necessita mais de tantos postos no setor de engenharia e relacionados como precisava antes”, uma vez que a divisão do webOS “continua com a transição de fabricação de dispositivos móveis para os softwares de código aberto”.

Em todo caso, muitas dessas pessoas não ficaram necessariamente sem emprego, pois “a HP está trabalhando para redistribuir os empregados afetados por estas mudanças em outros postos na empresa”. Fica a esperança que isso realmente aconteça, especialmente depois da renúncia de Jon Rubinstein. Se a HP não fabrica mais hardware para utilizar o webOS, fica evidente que não precisa mais de engenheiros e designers. De qualquer forma, sempre dói quando recebemos esse golpe de realidade em nossa cara. Nunca é legal saber que tem gente perdendo emprego por causa de decisões equivocadas de grandes executivos.

Via The Verge

Dell e Ubuntu voltam a lançar novos produtos em parceria, dessa vez, na China

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A Dell já tem uma parceria de vários anos com a Canonical, confiando ao Ubuntu o compromisso de manter alguns de seus computadores com o seu sistema operacional. Mesmo que os resultados não sejam tão expressivos como as duas empresas desejavam. Mas, de qualquer modo, a dupla volta a lançar produtos na China.

Graças a um exaustivo acordo assinado na última quarta-feira (26/10), um total de 220 estabelecimentos no país asiático poderão vender portáteis e desktops da Dell com as últimas versões do Ububntu. Para apoiar a iniciativa, os tais estabelecimentos contarão com pessoal especializado, que vai explicar aos clientes as vantagens da famosa distribuição Linux, facilitando assim a transição da plataforma, além de material promocional das duas empresas para conquistar novos adeptos.

Não sabemos se a iniciativa virá para o Ocidente algum dia.

via Canonical

Notebook Kogan Agora terá Chromium OS no Reino Unido e Austrália

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A Kogan acaba de adicionar ao seu catálogo de produtos um notebook com sistema operacional Chromium OS, que recebe o sugestivo nome de Agora. O dispositivo oferece especificação de um netbook do que um notebook, já que possui uma tela de 11,6″, processador Intel Celeron, de 1,3 GHz, 1 GB de RAM e até 30 GB de espaço em SSD. Ou seja, um portátil bem modesto.

Além de ter um sistema que trabalha na nuvem, ele conta com uma bateria de 3,5 horas de uso, um leitor de cartões SD, webcam, conexão Bluetooth e uma saída HDMI. Ele chega nos mercados do Reino Unido e Austrália nesta semana, com um preço inicial de US$ 350.

via Kogan

DARwIn-OP é um humanóide caseiro com alma de open source

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O DarwIn-OP é a nova geração dos já conhecidos robôs Robotis e RoMeLa (que vieram da universidade de Virginia Tech) está para ser lançado, de modo que as primeiras imagens não iriam demorar a aparecer. O que temos é um novo robô, completamente operável, que conta com sensores e servomotores “recicláveis” em modelos muito mais sofisticados do que os anteriores.

Mas a grande novidade é que este robô é desenvolvido com código aberto, logo, pode ser personalizado tanto no seu hardware quanto no seu software. O robô pode ser adquirido através da Robotis, e os seus arquivos CAD estão disponíveis para download público, para que você possa construir o seu próprio modelo com a ajuda de uma impressora 3D (se você tiver uma, é claro). Seu preço estimado é de US$ 8.000.

Fonte

[internet] Os anúncios do Google formato de vídeo WebM e loja de aplicativos para o Chrome OS

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Primeiro, o Google adquiriu o codec de vídeo VP8 recentemente. E mostra que, a troco de nada, não foi. Eles anunciaram que agora vão abrir esta plataforma para o mundo, em um novo formato, chamado WebM. Seu conteúdo está baseado em Matroska, e incorpora vídeo em VP8 e áudio em Ogg Vorbis, todos customizados para permitir sua reprodução em produtos de potência mais baixa, como netbooks, tablets e telefones.

O WebM é um conteúdo de código aberto e licença sem royalties tipo BSD. Como era de se esperar, a Mozilla já suporta este formato, e com ele vão oferecer atualizações imediatas para o Firefox. A Opera também está na lista de espera, ainda que por enquanto só indique suas novidades para este conteúdo como “em breve”. E nem é preciso dizer que Google apoiará o WebM através do YouTube, Chrome e Chromium, de modo que podermos dar como certo a sua integração em massa na internet. Para Apple e Microsoft integrar os serviços no Safari e Internet Explorer será uma questão de tempo. (fonte)

A segunda novidade é que o Google anunciou sua nova loja online, durante a mesma conferência I/O realizada ontem (19/05). Não mostraram muita coisa, mas entre os programas disponíveis estavam o editor de imagens Darkroom (US$ 4,99), TweetDeck, Plants vs Zombies e Lego Star Wars. Por enquanto, não tem data de lançamento. Segundo o Google, desenvolvedores do Chrome e Chrome OS terão acesos à loja “em breve”.

Fonte

[Bossa Conference 2010] Parte 04: o INdT, para desenvolver produtos e modificar a vida das comunidades

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O Instituto Nokia de Tecnologia existe desde 2002, e desenvolve um trabalho importante em quatro grandes cidades brasileiras (Manaus, Brasília, Recife e São Paulo), que não só beneficia à Nokia e aos seus clientes em potencial, mas também nas comunidades onde o Instituto está presente.

Um dos objetivos principais do INdT é propagar a tecnologia na região onde ele se encontra, através de recursos próprios, ou com parcerias com empresas diversas. Em Manaus, são 270 funcionários envolvidos neste projeto, e um dos grandes desafios do instituto é como aplicar a tecnologia para melhorar a vida das pessoas, buscando suprir as suas necessidades mais simples dentro da tecnologia. Compreender as necessidades das pessoas da região, mesmo que não estejam tão ligadas à tecnologia.

Para aquelas que possuem gadgets e/ou produtos eletrônicos em casa, ou que esboçam ter uma maior intimidade com isso, tentar resolver algumas variantes que os próprios consumidores apresentam através das diversas situações que acontecem dentro de vários tipos de consumidor existentes no Brasil. Um dos exemplos citados: a pessoa possui um celular, que também atua como player de música, mas não possui um computador para transferir as músicas. O que ela faz? Usa o pendrive como dispositivo de armazenamento de conteúdo do dispositivo móvel. A partir disso, os times de desenvolvimento do INdT começam a pensar como melhorar a experiência do usuário com o produto, partindo deste perfil de uso.

As equipes de desenvolvimento trabalham de forma livre e dinâmica para buscar as soluções de produtos e aplicativos. Tanto que diversos aplicativos que antes eram apenas protótipos e esboços de programas, foram implementados a ponto de se tornarem produtos de caráter mais definitivo, como os aplicativos Canola Z, MundoVerde, Sports Tracker, QTopia QT, entre outros. Além disso, o INdT identificou que a melhor forma de se desenolver produtos criativos e eficientes é mesmo como o Open Source, e contando com o auxílio da comunidade de entusiastas nesse tipo de plataforma. E, por isso, eventos como o Bossa Conference se tornam importantes nesse processo de expansão.

[tecnologia] Bossa Conference 2010. O TargetHD.net estará em Manaus, para 3 dias de Open Source e mobilidade

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É com muita satisfação que informamos que o blog TargetHD.net (na pessoa do seu editor responsável, Eduardo Moreira) foi convidado a participar do Bossa Conference 2010, evento internacional realizado pelo Instituto Nokia de Tecnologia, que na sua quarta edição, acontecerá em Manaus, Amazonas. O evento acontecerá entre 07 e 10 de março, no Hotel Tropical Manaus. Mas, afinal de contas, o que é o Bossa Conference?

O Bossa Conference é uma conferência dedicada ao Open Source e mobilidade. Durante três dias, os participantes vão estar em um ambiente voltado para o estudo e desenvolvimento de novas soluções voltadas para o Software Livre e mobilidade, além de se ter as descobertas de novos serviços voltados à sistemas embarcados. Na programação do evento, nomes como Joahan Hedberg, Leonardo Sobral, Kenneth Christiansen, Fábio Ranieri, Tobias Mueller, Espen Riskedal, Rodrigo Beém e Alexandra Leisse vão compartilhar com os participantes suas experiências, ideias e soluções referentes às suas especialidades.

E o TargetHD.net estará lá, acompanhando tudo. Faremos uma série de posts especiais sobre os principais pontos do evento a partir de 11 de março (ou em um momento posterior, dependendo das possibilidades de blogagem). Fiquem ligados!