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Netflix faz história no Emmy Awards 2013

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House of Cards, uma das séries da Netflix que foi criada exclusivamente para estar disponível através do seu serviço de streaming de vídeos, encerrou o Emmy Awards 2013 com três prêmios, entrando para a história como a primeira série online a vencer um prêmio em um evento para as melhores produções da TV dos Estados Unidos.

David Fincher venceu a categoria Melhor Direção em Série Dramática, pelo piloto de House of Cards (Chapter 1), e a série venceu dois prêmios criativos do Emmys (Creative Arts), como Melhor Elenco de Série Dramática, e Melhor Fotografia em Série Dramática. A produção foi indicada em outras seis categorias, incluindo Melhor Série Dramática e Melhor Ator em Série Dramática, com Kevin Spacey.

Esse pode ser o início de uma nova fase para a produção de conteúdos televisivos. A Netflix tem planos de lançar, pelo menos, cinco séries originais por ano, a partir de 2014. E eles não se envergonham em anunciar planos ambiciosos: “queremos nos transformar em HBO mais rápido que a HBO possa se transformar na gente”.

Esses prêmios para séries feitas exclusivamente para a internet pode alterar de forma decisiva a produção e lançamento das séries televisivas. Pode não acontecer de forma imediata, mas a longo prazo, poderemos ver os canais tradicionais de TV investindo esforços para as produções de internet, e como consequência, os usuários pagando pelo “canal”, online, ou na pior das hipóteses, pagando para assistir as séries que ele mais gosta.

Enquanto ainda vivemos um modelo de negócios tradicional, onde pagamos pelos pacotes de canais, é inegável afirmar que o potencial para um futuro mais flexível e específico dentro das plataformas online é enorme. A prova disso é que, mesmo sem um formato de negócios definido, já temos muitas pessoas que migraram da TV para o consumo de programas de TV online, sem sentir a menor falta do formato tradicional de TV.

Via The Verge

Electronic Arts anuncia FIFA World para PCs: Brasil será um dos primeiros países a receber o game

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Um jogo de futebol, da EA Sports, com suporte online, e de graça? Sim! A Electronic Arts anunciou de forma oficial a produção de FIFA World para PCs, que chegará nos mercados do Brasil e da Rússia (sedes das duas próximas Copas do Mundo FIFA), de forma exclusiva, em novembro de 2013.

FIFA World é, segundo a EA, o mais avançado jogo de futebol gratuito já criado, contando com a mesma mecânica e recursos populares encontrados na franquia principal, como por exemplo os modos FIFA Ultimate Team e Seasons, além de 30 ligas oficiais licenciadas e mais de 600 clubes, incluindo as 19 equipes presentes na primeira divisão do futebol brasileiro.

Aí você me pergunta: “mas, Moreira, no Campeonato Brasileiro tem 20 times… quem está faltando na lista de FIFA World”. A resposta: Corinthians. Não sei exatamente por que, mas muito provavelmente o licenciamento do uso da marca do time de Parque São Jorge ficou caro demais para os padrões da EA. E não é a primeira vez que isso acontece com times brasileiros.

O jogo está sendo desenvolvido pela equipe da EA no Canadá, e os interessados já podem se cadastrar para participar dos testes beta fechados do jogo. Essa oferta de jogos online de graça já foi implementada na Coreia do Sul pela própria EA, e segundo a empresa, eles obtiveram sucesso com a adoção de FIFA Online 3. O game é hoje o segundo mais jogado nos cybercafés coreanos (segundo a Gametrics), e o seu lançamento na China e sudeste asiático está em desenvolvimento.

Para mais detalhes (e para se registrar para os testes beta fechados), visite a página oficial de FIFA World.

Google Keep é oficial: um serviço para você fazer anotações rápidas

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O Google lançou ontem (20) o Google Keep, um serviço pensado para aqueles que querem fazer anotações rápidas, ou registrar qualquer tipo de ideia que passe por nossas mentes. No melhor estilo do Evernote, que é o atual líder no segmento de aplicativos do tipo “quero saber o que você está pensando nesse momento”.

O Google Keep é parte integrante do Google Drive, que agora não só vai permitir o armazenamento de arquivos, compartilhamento de textos, planilhas de cálculo e apresentações, mas também o registro de anotações e fechar listas (além de salvar imagens, anexos, notas de voz e outros), através do Keep. O recurso pode ser muito útil para gerenciar nossas tarefas pendentes, ideias ou qualquer outra coisa que passe pela nossa cabeça.

Muitos acreditavam que teriam que esperar o evento Google I/O 2013 para conhecê-lo, mas sem aviso prévio, o Google decidiu liberar a funcionalidade, que já está disponível para todos os usuários. Por outro lado, o Google Keep não oferece nenhuma grande novidade para justificar uma mudança por parte dos usuários do Evernote ou Springpad. A única grande vantagem do Keep é a mesma de qualquer outro serviço da empresa de Mountain View: tudo integrado em um único lugar, utilizando uma única conta.

O Keep pode ser utilizado em smartphones Android (com o seu próprio widget) e em navegadores web, oferecendo a sincronização na nuvem entre diferentes dispositivos. Ainda não está disponível uma versão para desktops ou para iOS e Windwos Phone, algo que não deve demorar para acontecer, principalmente se o Google deseja incomodar a concorrência. O download do aplicativo do Google Keep para Android está disponível na Google Play Store, de forma gratuita.

 

 

LG Nexus 4 tem vendas esgotadas em poucos minutos; Nexus 10 ainda está disponível

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As vendas do smartphone LG Nexus 4 e do tablet Samsung Nexus 10, dispositivos esses que recebem a assinatura do Google com os seus respectivos parceiros, já podem ser consideradas um grande sucesso. As vendas aconteceram em mercados selecionados pela empresa, como Estados Unidos, Austrália, Reino Unido, Espanha, França e Alemanha, mas em pelo menos dois mercados (Estados Unidos e Reino Unido), o LG Nexus 4 já está com os seus estoques online esgotados.

Nos Estados Unidos, os dois modelos disponíveis do Nexus 4 (8 GB e 16 GB) tiveram os seus estoques esvaziados em questão de minutos. Lembrando que as vendas foram realizadas na versão norte-americana da Google Play Store, e exclusivamente por lá. Um dos motivos para vendas tão expressivas está no valor dos dispositivos (US$ 299 e US$ 349, respectivamente), preços considerados muito baixos para dispositivos com suas especificações (tela de 4.7 polegadas True HD IPS Plus – 1280 x 768 pixels -, recarga sem fio, Android 4.2 Jelly Bean e 4G HSPA+ – sem LTE).

O volume de vendas nesse curto espaço de tempo foi maciço, e isso resultou no efeito colateral mais óbvio e esperado: o congestionamento dos servidores do Google, deixando a Play Store norte-americana fora do ar por alguns minutos. O Google não revela quantos aparelhos estavam disponíveis para o lançamento, e também não informa quando os estoques online do Nexus 4 serão repostos.

Para aqueles que ainda estão procurando adquirir o tablet Samsung Nexus 10, até o momento da criação desse post (17h16), ele ainda está disponível para compra na Play Store.

Via BGR.com

Permanecerão os nossos dados eternamente na nuvem?

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Imagine se algum dia você, que armazena todos os seus dados em serviços online e acredita que esse é o lugar mais seguro do mundo para mantê-los a salvo de quedas de discos rígidos, maremotos, ou sua empregada que vai jogar fora aquele pendrive velho, se depara com a perda de todos os seus dados mais valiosos armazenados na nuvem. Além do caos gerado e da tentativa de suicídio, as perdas podem ser consideradas incalculáveis, dependendo do valor que esses dados podem ter para você.

Sem nos darmos conta, nós confiamos e guardamos diversos tipos de conteúdo em servidores que não sabemos nem onde estão direito, mas que imaginamos que estão bem protegidos por empresas gigantescas. Antes, tudo o que a gente precisava estava em nossa casa: as cartas armazenadas em caixas, os álbuns de fotos organizados pelas estantes… o conceito de armazenamento em nuvem era algo considerado utópico, ou coisa de filme futurista.

Com o passar do tempo, começamos a armazenar nossos dados na rede. As redes sociais facilitaram esse processo, e nos incentivaram a compartilhar mais e mais conteúdo com os nossos amigos e familiares. Os CDs de música foram convertidos em faixas de MP3, e foram enviados para a rede, para que qualquer um de nós consiga ouvir a nossa música preferida, em qualquer lugar do mundo. As fotos da última viagem do final de semana podem ser enviadas para o Facebook ao longo do final de semana da própria viagem, para que os nossos amigos possam ver o que estamos fazendo em nosso descanso o mais depressa possível. Isso, quando não enviamos a foto na hora que o evento acontece, via Instagram.

Tudo o que enviamos para a nuvem é criação nossa. Parte da nossa existência está sendo enviada para a rede. Compartilhar é uma forma de mostrar ao mundo que estamos vivos. Imagine se, de repente, tudo isso desaparece, por qualquer motivo. Nossa vida online seria eliminada em uma fração de segundo. Perderíamos quase tudo: fotos, arquivos armazenados, músicas, aplicativos… parte da nossa vida pessoal (e a prova que um dia trabalhamos com a internet) simplesmente cairia no esquecimento do tempo.

Mudando um pouco de perspectiva, e apresentando um cenário mais drástico, vamos pensar exatamente no contrário. Pense no dia que você deixar esse mundo (não que eu deseja isso para você; espero que você tenha uma vida longa, repleta de saúde e felicidades). Todos os dados que você salvou durante toda a sua existência se manterão ali, intactos, uma vez que eles só podem ser removidos com sua autorização. Nossas conversas privadas, nosso conteúdo audiovisual, e até mesmo o nosso trabalho realizado ao longo de toda uma vida.

Quem é o herdeiro legal desses dados? Se toda essa informação era privada, ela deveria mesmo ser apagada, para que ninguém tenha acesso ao seu conteúdo?

Sem nos darmos conta, como se fosse um processo natural, estamos exteriorizando tudo o que antes era algo muito mais íntimo e privado. Mas… e você? Já guarda toda a sua vida na internet? Ou continua gravando CDs de fotos para que só os seus parentes possam ver o que você fez naquele fim de semana de férias? Segue revelando fotos? Ou já aderiu de vez ao álbum de fotos do Facebook?

Você vai morrer no modo analógico ou digital?

Facebook explica o seu novo sistema de publicidade

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Sabemos que quando mencionamos as palavras “Facebook”, “publicidade” e “privacidade” em um mesmo post, muitos leitores já fecham a cara, desconfiados. E com razão. E foi justamente por causa desses que ficam com dois pés atrás com a rede social de Mark Zuckerberg que eles decidiram explicar melhor o que vão fazer no seu novo sistema de anúncios, para acalmar as almas mais exaltadas.

Por exemplo, no caso do Facebook Exchange, eles vão vender as oportunidades de publicidade em tempo real, de forma que as empresas tenham a oportunidade de promoverem suas marcas nos navegadores de usuários específicos, nos momentos mais oportunos. Nesse sistema, um anunciante pode pedir a presença no navegador de um cliente, transmitindo o hash de seu endereço de e-mail, que é obtido quando o usuário comprou algum produto ou serviço.

Com isso, o Facebook espera manter os usuários contentes, oferecendo uma opção para enviar queixas e comentários sobre uma publicidade específica. Eles ainda informam que o seu relacionamento com a Datalogix, empresa responsável por medir o êxito das campanhas de publicidade, foi auditada por uma terceira empresa, que se certificou que a privacidade do usuário será garantida por todo o processo.

O comunicado do Facebook conclui esclarecendo que “os anunciantes ajudam a manter o Facebook gratuito”, ainda que seja fato que não conhecemos praticamente ninguém que estivesse disposto a pagar para fazer parte de qualquer tipo de rede social.

Via Facebook

No Brasil: Apple lança novo serviço online de assistência personalizada para configurar o seu iPhone ou iPad

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Dessa vez, o Brasil não ficou relegado ao segundo plano, e recebe alguma novidade da Apple no ato do seu lançamento. E, não que o iPhone ou iPad sejam complicados para os usuários configurarem ou utilizarem, mas para os menos experientes, é um mundo completamente novo, e toda ajuda é bem vinda. E a Apple decidiu oferecer a sua.

A gigante de Cupertino acaba de anunciar que, a partir de hoje (29), estará disponível na sua loja online o novo serviço “Sessão Online com um Especialista para configurar o seu dispositivo”. Com esse nome gigante, você pode contactar um expert dos produtos da empresa, que vai se encarregar de te ajudar via telefone ou chat na tarefa de configurar o seu smartphone ou tablet, assim como mostrar um tour guiado pelas suas especificações e caraterísticas dos produtos, para oferecer um maior suporte visual na hora de você utilizar o seu e-mail, sincronizar os seus dados com o iCloud, ou fazer o download de aplicativos, por exemplo.

O novo serviço de ajuda já está disponível na Espanha, Reino Unido, Alemanha e Brasil, de modo que agora não há mais desculpa para a sua avó não conseguir mais usar o iPad que você deu para ela.

Para acessar a página brasileira do serviço, clique aqui.

Google Music no ar: o que você precisa saber

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O Google apresenta a sua proposta para competir com a iTunes Store da Apple. Ontem (16/11), eles disponibilizaram a versão final do Google Music, serviço de compra, venda, divulgação e compartilhamento de músicas.

Durante a conferência Google I/O, realizada em maio, a versão Beta do Google Music foi lançada. Agora, o recurso está finalizado para o grande público, e os internautas norte-americanos (por enquanto) poderão fazer o upload de até 20 mil músicas, de forma gratuita, podendo ouvir o seu acervo a partir de qualquer dispositivo Android, ou pelo computador.

Os artistas poderão vender músicas e álbuns completos via Android Market, podendo vendê-las nos valores de US$ 0,99 a US$ 1,29 cada música, ou US$ 9,49 pelo álbum completo. Para incluir uma música na Android Market, basta o artista ter os direitos garantidos sobre as músicas.

O serviço está ligado ao Google+, o que permite compartilhar as faixas armazenadas na rede social, permitindo que seus amigos ouçam as músicas de sua playlist pelo menos uma vez, de forma gratuita. Grandes gravadoras como Universal Music, Sony Music Entertainment e EMI disponibilizaram faixas de seus artistas no serviço, além de várias gravadoras independentes, como Merge Records, Warp Records, Matador Records, XL Recordings e Naxos. Mais de 13 milhões de músicas estão disponíveis nesse momento no Google Music.

Artistas como Rolling Stones, Coldplay, Busta Rhymes, Shakira, Pearl Jam, Dave Matthews Band e Tiësto fecharam parcerias com o Google, para oferecer conteúdo exclusivo ao Google Music. Abaixo, vídeo promocional do lançamento.

via AdNews

Netflix chega oficialmente ao Brasil. Saiba dos principais detalhes do lançamento

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A Netflix chegou oficialmente no Brasil. O serviço de streaming de séries e filmes online chega ao país com a aposta que o brasileiro vai aderir à ideia de assinatura mensal de um serviço que promete ser simples, rápido, com grande nível de compatibilidade e com preços competitivos. O serviço foi apresentado de forma oficial em um evento realizado hoje (05/09), em São Paulo, que contou com a presença de Reed Hastings, co-fundador e CEO da Netflix, que explicou alguns detalhes da estratégia da empresa no país.

O primeiro grande trunfo do Netflix é o seu preço. A assinatura mensal do serviço está no valor de R$ 14,99, com o primeiro mês totalmente grátis, com consumo ilimitado. Ou seja, você pode assistir quantos vídeos você quiser dentro do mês, quantas vezes você quiser. Com isso, os usuários poderão contar com um serviço de streaming de filmes e séries 24 horas, com a praticidade de poder acessar o conteúdo pelo computador, console de videogame, set-top box, media center e, futuramente, tables e smartphones. Basta uma única conta para você ter acesso ao conteúdo em vários dispositivos compatíveis.

Reed declarou que a chegada do Netflix ao Brasil é um dos maiores investimentos da história da empresa, e que esse investimento será gradativo, de acordo com a demanda dos usuários brasileiros que, segundo o próprio Reed, são os que mais consomem vídeos online no mundo. A Netflix também aposta que a qualidade de tráfego da internet no Brasil melhore gradativamente nos próximos anos, para assim oferecer um serviço de boa qualidade.

Por enquanto, a Netflix conta com um portfólio de filmes e séries bem reduzido. Os filmes mais novos e produções dos estúdios Warner Bros não estão presentes na Netflix brasileira (pelo menos, por enquanto; há um acordo fechado para a América Latina), mas já é possível encontrar um bom conteúdo por lá. Na parte de filmes, títulos clássicos como Curtindo a Vida Adoidado, Ghandhi, Os Intocáveis, Ensina-me a Viver e O Poderoso Chefão podem ser encontrados entre os disponíveis.

Entre as séries, algumas das mais badaladas e/ou em alta rotação no momento estão disponíveis em temporadas parciais: The Office, TopGear, Grey’s Anatomy, Community, Castle, United States of Tara, Mad Men, entre outras. Algumas produções possuem opções de legenda e áudio originais, enquanto que outras só contam com a opção dublada. A expectativa é que a variedade de opções aumente com o passar do tempo.

Sobre o seu funcionamento, o Netflix funciona com o Silverlight da Microsoft, e segundo seus executivos, ele exige uma banda mínima de 1 Mbps, e seu sistema vai se ajustar de acordo com a velocidade detectada. Ou seja, quanto maior a velocidade, melhor será a qualidade de imagem. Na demonstração feita na coletiva de imprensa, a qualidade de imagem foi bem satisfatória.

Para os usuários de outros periféricos, como smartphones e consoles de videogames, a espera pode ser um pouco maior. No caso dos consoles, apenas o PlayStation 3, PlayStation 2 e Nintendo Wii já contam com disponibilidade imediata de operarem com o Netflix. O console Xbox 360 tem previsão de inclusão do serviço no Brasil a partir do mês de outubro, enquanto que o Nintendo 3DS só deve receber o serviço em 2012. Para os smartphones, os dispositivos iOS (iPhone, iPod Touch e iPad) receberão suporte ao serviço a partir do mês de outubro, e os usuários de smartphones e tablets Android contarão com o serviço a partir do mês de novembro.

Alguns modelos de TVs da Samsung e LG, além dos aparelhos de Blu-ray conectados à internet também serão compatíveis com o serviço em breve. O serviço também vai permitir a seleção de filmes independentes, novelas, programação infantil, entre outros conteúdos. Os estúdios que vão fornecer conteúdo de filmes e séries para a Netflix Brasil são: Paramount Pictures, Sony Pictures Television, NBCUniversal International Television, TV Bandeirantes, ABC Television, CBS Television, Dorimedia, MGM, Lionsgate, Summit, Miramax, Relativity, BBC Worldwide, Televisa, Telemundo, TV Azteca, Caracol, Telefe, Disney, entre outros. A Netflix espera duplicar as horas de conteúdo disponível na versão brasileira até o final de 2011.

Para saber mais sobre o serviço (e fazer a sua assinatura), basta acessar o endereço: http://www.netflix.com.

Review | Media Player Seagate FreeAgent Theater+

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Mais um review para o blog TargetHD.net. Recebemos da Seagate um modelo do seu Media Player FreeAgent Theater+, que oferece recursos bem interessantes para quem quer ver filmes e séries em formato digital, além de alguns vídeos do YouTube. Além disso, é sempre bom fazer uma comparação com outros produtos que já testamos, e conhecer novas propostas de entretenimento doméstico.

Como é tradicional do nosso blog, vamos começar pelo unboxing do produto.

Após retirar o produto de sua caixa, você encontra os manuais, certificados e folhetos informativos do produto. Aqui, vale a pena dar uma olhada no manual, justamente para conhecer os seus principais recursos.

O produto também vem com um CD com o software de sincronismo de mídia, caso você conte com um dos HDs da Seagate e queira utilizá-lo para ver seus vídeos no aparelho. Não é um item indispensável, pois você pode simplesmente salvar os arquivos no disco pelo Windows Explorer. Por outro lado, o software pode facilitar a vida dos usuários mais inexperientes.

Sua fonte de alimentação possui conectores do tipo achatados. Certifique-se que na sua casa você possui uma tomada compatível, e procure conectá-lo à um filtro de linha, e não diretamente na tomada, para sua própria segurança. No produto enviado pela Seagate, estava presente apenas esse adaptador de encaixe, mas acredito que em versões internacionais do produto, ele conte com mais opções de tomadas.

Aqui, o adaptador para rede elétrica. Conforme indicamos anteriormente, pelo seu formato, deve ser compatível com outros tipos de tomadas.

O cabo RGB, para conexões em TVs compatíveis como o sistema.

E aqui tem o cabo RCA com o conector único, que já se tornou comum nesse tipo de equipamento.

Aqui está o cabo de dados do produto, para você conectar ao seu roteador de internet. Um dos problemas do Seagate FreeAgent Theater+ é que ele não possui conectividade WiFi integrada. Ou seja, você é obrigado a ter o seu roteador de internet próximo ao local aonde o media player está instalado. Uma forma de se solucionar isso é adquirindo um adaptador WiFi via USB.

Outra coisa que observamos é que no kit enviado para testes não constava o cabo HDMI. Isso gera um gasto adicional para o usuário, e é um item que poderia acompanhar o produto sem problemas, em virtude do preço pago pelo produto.

O seu controle remoto tem um bom tamanho, e oferece ao usuário o controle completo dos recursos mais básicos do player.

Agora, mostramos os detalhes físicos do media player.

O Seagate FreeAgent Theater+ é um produto com um tamanho considerado médio. Ele não é tão pequeno quanto alguns players existentes no mercado, mas é menor que um receptor de TV por assinatura, por exemplo. O player fica bem acomodado em espaços relativamente pequenos, sem chamar a atenção. Afinal, o produto tem uma carcaça em preto black piano, e seu design é bem sóbrio. Pode até mesmo ser confundido com um receptor digital.

Na lateral frontal esquerda do player, você tem uma das portas USB que o produto oferece, além do infra-vermelho do controle remoto. Uma USB frontal facilita a conexão de HDs externos e pendrives no produto.

O produto se destaca pela sua construção e pelos seus detalhes. A parte de baixo do produto é feita de plástico sólido, o que faz com que o calor gerado pelos componentes internos. Outro detalhe é que seus pés de sustentação são relativamente altos, o que garante uma maior segurança ao produto, evitando superaquecimentos.

Outro fator que contribui para sua segurança é que o produto é bem ventilado, tanto na sua parte traseira, quanto na parte inferior. Ou seja, a saída de ar quente está garantida, e o media player não vai sofrer com as altas temperaturas nacionais.

Visão geral da parte traseira do produto, onde ficam todas as conexões disponíveis.

Na lateral esquerda, a saída de áudio/vídeo RCA, a saída RGB, e a saída de áudio ótico.

Na lateral direita, temos a porta HDMI, a porta de rede, a porta USB, o conector para rede elétrica e um botão de reset, para deixar o media player com as configurações de fábrica.

O produto possui um compartimento para que o usuário conecte os HDs portáteis da Seagate. Fizemos um review de um desses HDs externos da empresa (se você não leu esse review, clique aqui).

E, como vocês vão poder ver na foto abaixo, a unidade se encaixa perfeitamente no produto.

Um detalhe que os usuários podem estranhar é que a tampa do aparelho não fecha quando o produto está com HD externo conectado. Na verdade, ele não precisa dessa tampa por cima enquanto está funcionando nesse modo. Ou seja, é normal deixar o produto em funcionamento sem a tampa.

Outras imagens do produto com o HD externo da Seagate.

Agora, vamos ligar o media player.

Essa é a tela principal do player. Nela, você encontra os principais recursos disponíveis no produto, além dos serviços online que o produto oferece. Vale lembrar que o serviço do Netflix está bloqueado para o Brasil. Os demais recursos estão todos disponíveis.

Como o produto não pode ser conectado na internet em virtude das dificuldades físicas (meu roteador fica longe da televisão), não podemos testar como serviços como Picasa, Flickr e YouTube são executados pelo media player. Outro detalhe que observamos é que há uma certa dificuldade de acesso às configurações para conectividade online, com telas e informações adicionais que, para os usuários menos experientes, podem representar uma certa dificuldade para deixar o produto devidamente configurado para esses recursos.

Os itens armazenados no HD externo podem ser listados em ícones ou listas. Recomendamos a visualização por listas, para uma identificação mais prática. Para acionar o player, basta dar o play com o cursor posicionado em um dos arquivos listados.

A visualização dos arquivos é muito boa, nos diversos modos de vídeo que o player reproduz. Vamos aqui mostrar nos dois formatos mais utilizados pelos leitores do blog. Começamos pelo formato RMVB.

A qualidade de imagem de arquivos em RMVB é muito boa, com o player fazendo os respectivos ajustes de proporção de imagem de acordo com a resolução escolhida.

A barra de informações do arquivo é bem completa. Durante a execução, você pode ver o nome do arquivo, tempo do arquivo já executado, tempo total do arquivo e informações sobre qualidade de áudio e vídeo.

Abaixo, mais imagens de um arquivo executado em RMVB.

Agora, vamos ver a qualidade dos arquivos executados no formato AVI.

Tal como os usuários fazem no computador, o arquivo de legendas dos vídeos em AVI devem ficar na mesma pasta do arquivo de vídeo, e devem ter exatamente o mesmo nome.

A qualidade de imagem é excelente, uma vez que o media player faz o ajuste da resolução de imagem automaticamente. As fontes da legenda são exibidas com um tamanho generoso, mas infelizmente são exibidas em branco, o que atrapalha na hora de imagens com fundo mais claro, como no exemplo acima. Porém, esse não é um problema do player da Seagate, e sim de vários produtos existentes no mercado. Deveria existir alguma recurso (ou na geração do arquivo de legendas, ou no media player) de deixar as fontes da legenda em tom amarelo, por exemplo.

Abaixo, mais imagens do arquivo executado em AVI.

Concluindo, o media player Seagate FreeAgent Theater+ está APROVADO. É um produto com diversas opções para que o usuário aproveite de seus vídeos com qualidade de imagem em alta definição. Além disso, as opções conectadas podem ser um grande atrativo para aqueles que querem ver os vídeos do YouTube no conforto do sofá da sala, além de feeds de notícias, previsão do tempo e fotos. Enfim, é uma central de entretenimento com recursos bem completos, que pode se destacar na sua sala, com grandes chances de fazer parte dos seus itens de tecnologia da sua casa.

OnLive: microconsole e controle por apenas 99 dólares

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Faz tempo que estamos de olho no OnLive (e seus similares), desde que ele foi anunciado. E agora, depois de seis meses em que o serviço só estava disponível para PC e Mac, temos o anúncio oficial do seu lançamento nos Estados Unidos. A data em que o produto chegará ao mercado é de 2 de dezembro, quando os norte-americanos poderão comprar os dois dispositivos por apenas US$ 99, para jogar em qualquer TV de sua casa. Com a compra, há um vale de US$ 50, que pode ser dividida em cotas mensais, ou para o aluguel de jogos por tempo limitado de 3 ou 5 dias. Este console oferecerá resolução de tela de até 1080p e até jogos em 3D, assim como fones Bluetooth ou USB, e até quatro controles simultaneamente. Vale aqui registro de que o catálogo de jogos é bem extenso. E, obviamente, não se sabe sobre seu lançamento fora dos Estados Unidos.

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[E3 2010] EA Sports Live Broadcaster vai permitir que você assista a performance de outras pessoas nos games

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Dentre as novidades da EA na E3 2010, outra que merece destaque é um novo serviço online que eles vão oferecer chamado EA Sports Live Broadcast, que permite que os usuários conectados a compartilhar vídeos online das performances dos jogadores ao redor do mundo. O serviço também pode oferecer a possibilidade de você desafiar outros jogadores conectados, onde você pode ganhar prêmios e fama online (que sempre vem a calhar). O mais legal: os duelos podem ser narrados e comentados por outros participantes online.

Não há maiores informações sobre o serviço, ou o quanto ele vai custar. Só se sabe que ele terá a sua estreia com o game EA Sports MMA em 19 de outubro de 2010.

Fonte