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Oculus Rift e HTC Vive funcionando simultaneamente em um único PC

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O Oculus Rift e o HTC Vive são os dispositivos de realidade virtual para PC mais interessantes do momento. A Sony tem o PlayStation VR, mas que é exclusivo para o PS4, logo, fica de fora desse contexto. Fato é que os dois modelos exigem um PC com hardware muito potente para funcionar, e um entusiasta afirma ter conseguido que os dois funcionassem sem problemas em um único PC.

Isso abre a possibilidade que duas pessoas possam utilizar ao mesmo tempo o equipamento, jogando dois jogos diferentes, simultaneamente. O equipamento de testes contava com um microprocessador Intel Core i7 4790K com duas placas gráficas dedicadas MSI GTX 970 Gaming 4G, que alimentaram os dispositivos com dois jogos diferentes via Steam e Oculus Home, respectivamente. O usuário ‘Zimtok5’ conectou cada dispositivo a uma placa diferente, obtendo bons resultados.

Depois de ver esse vídeo, o site Tom’s Hardware realizou o seu próprio teste em um equipamento que contava com um processador Intel Core i7-5930K em uma placa-mãe MSI X99S Xpower AC, 16 GB de RAM DDR4 Crucial Balistix e dois gráficos NVIDIA GTX 980Ti em SLI.

Primeiro, eles tentaram conectar cada um deles via HDMI aos dispositivos de realidade virtual, sem resultados positivos. Para que trabalhassem ao mesmo tempo, eles tiveram que utilizar a porta mini Display Port do link do Vive. Uma vez resolvendo o problema de inicialização do HMD, o Oculus Rift e o HTC Vive funcionaram simultaneamente em um único PC, com taxas bem decentes.

Ou seja, para quem está na dúvida em adquirir um ou outro dispositivo e tem dinheiro de sobra, estes testes mostram que você ao menos não vai precisar comprar um segundo PC, e dois usuários podem utilizar os dispositivos de realidade virtual simultaneamente no mesmo computador.

Vídeo a seguir.

 

Oculus Rift foi desmontado, e é fácil de ser consertado

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Um produto chegando ao mercado é sinônimo de desmontagem nos laboratórios do iFixit, e com o Oculus Rift isso não seria diferente.

Ainda que não seja tão acessível como a sua versão para desenvolvedores, o modelo final vai permitir acessar o mais profundo de suas entranhas com relativa facilidade. É destacado na análise do iFixit como á fácil remover os auriculares, uma peça sensível que pode se quebrar no futuro em casos de pancadas ou quedas.

Outra novidade é que é que eles deixaram de usar uma única tela para utilizar duas. Desta forma, cada tela está situada diante de cada lente, permitindo um movimento horizontal das duas para ajustar a distância interpupilar de cada pessoa. As lentes também são diferentes daquelas presentes no modelo para desenvolvedores, já que agora são assimétricas e apresentam anéis concêntricos que melhoram o ângulo de visão sem afetar o foco em curta distância.

Esse processo de desmontagem do iFixIt também servem como uma excelente aula prática, para que todos aprendam como é o efetivo funcionamento desses óculos de realidade virtual. Logo, vale a pena ver o slideshow a seguir para comprovar como a Oculus Rift fez um excelente trabalho com o seu dispositivo.

 

Via iFixit

Oculus Rift tem primeira unidade entregue pelo fundador da Oculus

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O primeiro Oculus Rift já está nas mãos do seu primeiro comprador, um usuário do Alasca qe ficou surpreso quando recebeu o produto das mãos do fundador da Oculus VR, Palmer Luckey.

O Oculus Rift é um dos dispositivos de realidade virtual mais atraentes do momento, e suas primeiras unidades começaram a ser entregues aos usuários que fizeram suas reservas em janeiro, depois de quase quatro anos de desenvolvimento e a compra da empresa por parte do Facebook. O primeiro a receber foi Ross Martin, que vive em Anchorage, Alasca. Lá, o fundador da Oculus entregou o produto, compartilhando suas impressões e comentando so benefícios do dispositivo.

Esse capacete de realidade virtual é totalmente focado no mundo dos videogames. Nada estranho, já que conta como chefe de tecnologia o co-fundador da ID Software, John Carmack, uma lenda viva do software no PC e em especial dos motores gráficos, com obras como Wolfstein 3D, Doom e as primeiras versões do Quake.

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O Oculus Rift incorpora duas telas OLED (uma para cada olho) para oferecer uma resolução nativa total de 2160 x 1200 pixels. A posição da ótica é desenvolvida para minimizar a tensão ocular e inclui um dial para que cada usuário possa personalizar uma posição onde o dispositivo fique mais cômodo.

O kit de venda custa 699 euros e inclui um visor VR, um sensor que ajudará na calibração dos óculos e detecta nossos movimentos e um controle. Também estão disponíveis os primeiros PC Oculus, computadores certificados para o visor de realidade virtual, que como você bem sabe precisa de equipamentos potentes para funcionar.

A Oculus VR apresentou na última Games Develeopers Conference 2016 os primeiros jogos para o Oculus Rift, com preços que variam entre US$ 5 e US$ 60. Preços relativamente acessíveis para um produto cujo segmento está estreando no mundo do entretenimento.

Via PolygonTwitter (Ross Martin)

 

Oculus Rift, em sua versão final, é oficial

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A Oculus apresentou hoje o Oculus Rift em sua versão final. O anúncio acontece um pouco antes da E3 2015 para atrair a atenção de todos, apresentando o seu design e suas especificações definitivas.

O Oculus Rift começa a ser vendido em todo o planeta em 2016, depois de anos de desenvolvimento. O design final é o mesmo que vazou nos últimos dias, parecendo ser algo mais cômodo, leve e menos primitivo em comparação com os dev kits enviados para os desenvolvedores. No evento de lançamento, foi possível segurar o produto com uma das mãos sem problemas.

Além de pesar pouco, ele pode se ajustar de várias formas, para se adaptar a qualquer tamanho e formato de cabeça. A Oculus enfatiza que o produto será o mais fácil de usar para o usuário, e apesar do plástico predominar como material principal, ele estará revestido por uma tela.

Os óculos contarão com um sensor que poderá ser colocado na mesa, com um design discreto. A peça vai ajudar na calibragem dos óculos, aumentando a precisão do registro do movimento. Os fones de ouvido estão no kit de venda, com duas almofadas. Você também pode trocar os fones se quiser.

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O casco vai trazer no seu pack de venda um controle sem fio do Xbox One para jogos. É possível usar outros controles compatíveis com um computador, mas a Oculus quis dar ênfase para o acessório da Microsoft, que teve muito destaque no evento de apresentação, inclusive com a presença de Phil Spencer no palco.

Além do controle, a Microsoft vai oferecer a tecnologia de streaming de jogos do Xbox One ao Oculus Rift, com a promessa de uma imagem mais envolvente com o som virtual, que podem resultar em um importante competidor para o Project Morpheus da Microsoft.

A apresentação também citou dados mais técnicos sobre o produto, que serviram para recalcar alguns pontos já conhecidos: será necessário um PC muito potente para utilizar o Oculus Rift, e sobre o suporte para OS X e Linux, não temos notícias por enquanto, deixando a questão em aberto. Tudo ainda está muito centrado no Windows.

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Outra opção que temos para os jogos é o Oculus Touch, um pare de controles um pouco maior que uma pulseira, que permite o reconhecimento dos nossos movimentos de forma mais natural, combinando a presença, a manipulação de objetos e os gestos.

Os jogos do Oculus Rift

A Oculus anunciou cinco jogos disponíveis, e outros em desenvolvimento. As demos foram muito breves, mas foram apresentados jogos de ação, plataforma, simuladores de ambiente e esportes. Hoje eles trabalham com grandes estúdios como Insomniac, Square-Enix e Harmonix, entre outros, mas eles também querem conquistar os pequenos desenvolvedores, investindo US$ 10 milhões para a criação de jogos originais e exclusivos para os óculos.

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O sistema operacional do Oculus Rift também foi renovado, com uma interface mais simples e limpa. As principais mudanças foram dadas para dar ênfase ao conteúdo, com uma barra com a atividade de nossos amigos e a possibilidade de adicioná-los aos jogos.

 

Preço e disponibilidade

O Oculus Rift chega ao mercado no começo de 2016 com os óculos, o sensor e o controle do Xbox One. Não foram especificadas datas, e o seu preço também não foi revelado.

 

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Como vai funcionar o “entretenimento adulto” com o Oculus Rift?

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Já era de se esperar isso. Ou você acha que o público alvo do Oculus Rift não pensou nisso também? Enfim, a produtora de filmes adultos por streaming SugarDVD anunciou que já está desenvolvendo o seu próprio aplicativo de interatividade para o Oculus Rift.

A SugarDVD está trabalhando com vários estúdios para gerar conteúdos específicos para os óculos de realidade virtual. De acordo com um porta-voz da empresa em entrevista para o site VentureBeat, a ideia é que esse formato seja o mais interativo possível, não permitindo apenas a mudança do ponto de vista de forma livre, mas incorporando elementos que transformam o usuário no “diretor” da cena.

A Oculus VR ainda não lançou um modelo comercial dos seus óculos, mas a mais recente versão dos desenvolvedores já está disponível, e com grande sucesso. A SugarDVD espera ter a primeira versão do seu aplicativo para os óculos pronto em breve, e os primeiros a testar o sistema serão os próprios usuários selecionados do seu serviço de streaming.

Via VentureBeat

Oculus Rift + Kinect = modelo 3D de você mesmo em tempo real!

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Oliver Kreylos, um usuário do Oculus Rift, criou uma instalação que combina o citado acessório com três sensores Kinect, onde o resultado permite que o usuário veja a si mesmo, em uma representação em 3D em tempo real, com uma fidelidade mais que decente, fazendo com que essa representação virtual interaja em um cenário virtual, criado pelo próprio usuário.

Não só isso: a sensação imersiva é notável, apesar da baixa resolução do Kinect (que é da primeira versão do Xbox 360, e não a segunda versão, do Xbox One). Seu cérebro interpreta que sua representação virtual é real, e a sensação de tentar alcançar os objetos para tocá-los é totalmente instintiva.

O sistema utilizou um computador com sistema Linux, que recebia a informação de profundidade e da imagem captada pelos três Kinects, e esta informação conjugava com a de um servidor externo, destinado a registrar a posição e orientação da cabeça via Oculus Rift para completar o cenário imersivo.

Vídeo de demonstração do experimento a seguir.

 

Via Kotaku

Um Oculus Rift para… galinhas?

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Galinhas geeks? Mais ou menos… vamos explicar.

A imagem acima pertence ao projeto “Second Lifestock”, idealizado por Austin Stewart, professor da Universidade de Iowa (EUA). O objetivo é fazer com que as galinhas se estressem menos e sejam mais felizes em suas gaiolas, fazendo com que elas cresçam melhor. Com isso, temos uma via de escape virtual, permitindo que elas se sintam livres, através de um campo aberto imaginário, projetado pelos óculos.

E, antes que você diga… sim! Este É UM PROJETO FALSO!

O Second Lifestock é, na realidade, um experimento social. O vídeo no final do post tem como objetivo fazer com que as pessoas reflitam sobre nossa relação com os gadgets, e sobre com em muitas oportunidades recorremos à tecnologia para finalidades realmente simples, sem parar para pensar como poderíamos fazer essas mesmas atividades de modo muito melhor, sem os aparatos tecnológicos.

Então, fica a reflexão. E o vídeo a seguir.


Via TechCrunch

Este é o resultado ao controlar a câmera de um drone usando o Ocululs Rift (em vídeo)

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O que acontece quando combinamos algumas das últimas tendências no segmento da tecnologia? Foi exatamente isso que fez um usuário que conectou câmeras no seu drone, que por sua vez, estavam conectadas ao seu Oculus Rift.

O resultado é curioso, já que é possível controlar o movimento e orientação da câmera do drone com o movimento da nossa cabeça. Uma alternativa interessante a outros sistemas de câmeras que se conectam aos drones.

O usuário utilizou diversos componentes para tudo funcionar, e tal e como explica a página do projeto no GitHub, onde ele oferece uma lista de componentes, a documentação e o código que permite colocar tudo em funcionamento.

A montagem das câmeras no drone não é uma tarefa simples, já que é necessário utilizar servos controlados por um microcontrolador soldado em um circuito, que por sua vez, é montado na plataforma que se acopla ao drone. Mesmo assim, o resultado é mais que curioso, como você mesmo pode comprovar no vídeo.

 

Via Oculus FPV

Oculus Rift é desmontado em stop motion (em vídeo)

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Não é a primeira vez que vemos uma desmontagem do Oculus Rift, porém, acredito que muita gente vai gostar desse vídeo. O usuário Vsauce3 do YouTube desmontou peça por peça do dispositivo de realidade virtual, utilizando a técnica do stop motion, e adicionando durante o processo simpáticas etiquetas com dados referentes ao equipamento como a história do projeto, desde o seu nascimento.

O resultado, como você pode imaginar, é uma montagem que não passa desapercebida, mesmo para aqueles que já viram tudo sobre o Oculus Rift. A seguir, o vídeo do processo.

 

Via TechCrunch

Investidores do Oculus Rift na Kickstarter começam a pedir o dinheiro de volta; Facebook deve mudar tudo no projeto

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A compra da Oculus VR (responsável pelo Oculus Rift) pelo Facebook começa a se transformar em uma grande dor de cabeça para todos os envolvidos. Algumas das pessoas que doaram dinheiro para a campanha do projeto na Kickstarter começam a pedir o dinheiro de volta, diante da notícia da venda da empresa para a rede social que, por sua vez, deve mudar – e muito – o projeto do óculos de realidade virtual.

O descontentamento dos investidores levanta uma das questões sobre a ética das empresas que recorrem aos sistemas de crowdfunding: até que ponto é responsável uma empresa que aparece na Kickstarter em manter o espírito independente que atraiu os seus investidores?

É uma questão complexa. O dinheiro investido nas plataformas de crowdfunding (como é a Kickstarter) é considerado uma doação, e não um investimento no sentido prático. A única obrigação que a empresa tem que cumprir é entregar as recompensas oferecidas, caso o projeto alcance êxito. No caso do Oculus Rift, o projeto obteve o respaldo de nada menos que 9.522 pessoas.

É provável que, sem esse apoio, a Oculus VR não teria conquistado a confiança dos fundos de investimento que fizeram o projeto crescer e, em última instância, despertar o interesse de uma gigante como o Facebook. É lógico que alguns investidores da campanha original no site de crowdfunding sentem que perderam alguma coisa nesse processo, mas aí a culpar a Oculus VR ou ao Kickstarter já é um passo muito discutível.

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Porém, é inegável que a venda da Oculus VR para o Facebook está sendo uma faca de dois gumes, e é compreensível que alguns daqueles que confiaram no projeto se sintam traídos, mesmo que tenham recebido pontualmente o seu protótipo. O debate segue na página do projeto na Kickstarter, onde não são poucos os usuários que estão manifestando o seu descontentamento com a operação.

Por enquanto, nenhum responsável pela Oculus VR se manifestou sobre o assunto.

Por outro lado, os reclamantes podem em breve conseguir um argumento ainda mais consistente para suas reclamações. Segundo o New York Times, uma fonte anônima envolvida na operação de compra afirma que o Facebook vai mudar completamente o Oculus Rift, tanto no seu design de hardware como na interface do seu software e até o nome do produto, incluindo o logo e identidade do Facebook. Ou seja, pode ser o começo do fim do projeto que conhecíamos.

E esse será o estopim para que muita gente reclame ainda mais dos rumos que o assunto está tomando.

Facebook compra a Ocululs VR por US$ 2 bilhões

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O Facebook foi às compras de novo. Dessa vez, adquiriu a Oculus VR, responsável pelos óculos virtuais mais promissores, o Oculus Rift, por US$ 2 bilhões.

Depois de adquirir o WhatsApp e o Instragram, o Facebook anuncia que a aquisição da Oculus será um impulso para melhorar o seu sistema como plataforma de jogos, e também para se transformar em uma ferramenta para desenvolvimento de novas experiências sociais.

Dos US$ 2 bilhões fechados pela empresa, 400 milhões serão pagos em efetivos, e o restante serão repartidos em ações. Um tipo de negociação parecida com aquela que envolveu a compra do WhatsApp. Esse também pode representar um importante passo adiante no aspecto financeiro para o lançamento do Oculus Rift, uma vez que a Sony apresentou recentemente o Project Morpheus, o que automaticamente coloca pressão para que o produto da Oculus se transforme em uma realidade comercial antes dos japoneses.

As duas partes informam em comunicado que estão satisfeitas com o acordo. Esperamos que a negociação não afete os planos originais da Oculus, ou seja, que venha uma ferramenta imersiva para os videogames, algo sonhado por muitos a muito tempo.

Além disso, as duas empresas falam na criação de novas experiências sociais, e ainda é preciso descobrir como o Facebook já pensa em tirar proveito disso. Veremos o futuro das redes sociais passar por esse tipo de dispositivo de realidade virtual? Só o tempo vai dizer, mas nesse momento, esse cenário ainda está mais para a ficção científica mesmo.

Via Facebook

Oculus Rift quer revolucionar também o cinema

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Os desenvolvedores do Oculus Rift querem ultrapassar outra barreira do entretenimento: a do cinema. No festival de cinema de Sundance, os presentes puderam testar a tecnologia New Frontier, onde combinava a reprodução de um vídeo interativo e os famosos óculos.

O resultado, segundos os presentes, foi tão impressionante – ou mais – do que aqueles alcançados com os videogames. Nate Mitchell, vice-presidente de produto na Oculus, afirmou que “a primeira vez que se experimenta a experiência de uso, a forma de pensar no áudio e vídeo em realidade virtual muda de forma fundamental”.

Vale lembrar que as aplicações para o produto são aparentemente limitadas – ainda mais se levarmos em conta toda a injeção de capital que eles receberam – e há diretores de cinema que estão interessados no conceito para os seus filmes. Entre eles, Alfonso Cuarón (Gravidade).

Joe Chen, diretor de produto e responsável por montar o sistema no festival de Sundance, explicou que eles conseguiram comprovar como o interesse da indústria do cinema pelo Oculus Rift cresceu de forma notável nos últimos oito meses, e lembra que “a regra número 1 nesse momento é… não ter regras”.

Via Wired

Oculus Rift: geniais óculos de realidade virtual para os gamers

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Uma coisa é fato: a Kickstarter oferece a possibilidade de que pessoas sem muitos recursos ou sem apoio de uma grande empresa trabalhem em projetos que, eventualmente podem se transformar em interessantes produtos e, em alguns casos, um sucesso incontestável. E um dos novos projetos lá publicados que possuem esse potencial é o Oculus Rift.

O que vemos aqui são óculos de realidade virtual para gamers que prometem e muito, ou pelo menos é isso que passa as primeiras versões de testes apresentados pelos seus desenvolvedores. O projeto é impulsionado por Palmer Luckey, que é um entusiasta da realidade virtual, e apresenta argumentos bons o suficiente para afirmar que esse projeto merece e muito receber os investimentos destinados até agora.

Eles precisavam de US$ 250 mil para que o projeto entrasse em linha de produção, mas como a ideia parece ser realmente muito boa, eles já contam mais de US$ 873 mil (e contando; o número registrado foi no momento em que esse post foi escrito). Se levarmos em conta que ainda faltam 29 dias para que as doações se encerrem, podemos dizer que estamos diante de mais um sucesso do site.

As primeiras versões do Oculus Rift para os desenvolvedores devem ficar prontas para envio em dezembro, e serão enviadas com um SDK para que todos já possam criar seus aplicativos e jogos de forma imediata, além de oferecer uma cópia do jogo Doom 3 BFG Edition. Aqueles que desejavam ser os primeiros a adquirir o produto no ato do seu lançamento, teriam que investir US$ 300, mas essa janela já está esgotada. Vão ter que esperar novos lotes do futuro produto.

Vídeo demonstrativo abaixo.

Via The Verge