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Brasileiros com internet no smartphone chegam a 76 milhões

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O número de pessoas que usam o smartphone com acesso à internet no Brasil chegou a 76,1 milhões no terceiro trimestre de 2015. O ritmo de crescimento da posse de smartphones em 2015 foi de mais de 1 milhão de pessoas por mês, segundo a Nielsen IBOPE.

De acordo com a pesquisa, 51% dos usuários de smartphones têm o aparelho há mais de um ano. E, dos 76,1 milhões que atualmente já usam a internet no smartphone, 5% querem trocar o aparelho dentro de um mês e 12% querem um novo entre um e três meses. Segundo os dados da Nielsen, 63% do público tende a usar mais o aparelho durante a noite, das 20h às 22h. O horário do almoço (53%), 12 às 14, e do pós-trabalho (55%), também são bem requisitados.

A presença de computador com internet na casa dos brasileiros cresceu 10 vezes nos últimos 15 anos. Em setembro de 2000, 9,8 milhões de pessoas moravam em residências com computador conectado. Em 2015, esse número chegou a 95,6 milhões. Os maiores saltos ocorreram em 2004, quando os brasileiros começaram a usar mais os sites sociais e, em 2007, quando o acesso se popularizou com o aumento da renda.

São 70 milhões de brasileiros com internet no smartphone

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O número de pessoas que usam o smartphone para ter acesso à internet continuou em crescimento no Brasil e chegou a 72,4 milhões no segundo trimestre de 2015. O aumento foi de 4%, ou cerca de 4 milhões de pessoas a mais em relação aos 68,4 milhões do primeiro trimestre. Mas houve uma diminuição no ritmo de crescimento na comparação com o quarto trimestre de 2014, quando o número de pessoas com smartphones online era de 58,6 milhões, sobretudo entre os jovens.

O maior crescimento nos últimos meses do uso de internet pelo smartphone ocorreu entre adultos e idosos. O grupo a partir de 35 anos de idade, que representava 35% dos usuários de smartphones conectados no quarto trimestre de 2014, chegou a 38% no segundo trimestre de 2015.

O aumento do uso do smartphone como meio de acesso à internet também vem sendo maior entre as mulheres. Elas eram 50% dos usuários de smartphones no quarto trimestre de 2014. Passaram para 51% no primeiro trimestre de 2015 e chegaram a 52% no segundo trimestre.

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Redes sociais, comunicação e bancos são os apps mais usados

A partir do total de usuários de smartphones apurado no segundo trimestre de 2015, a Nielsen IBOPE realizou no mês de julho uma pesquisa para identificar quais os aplicativos campeões de uso entre os brasileiros.

As redes sociais e os aplicativos para comunicação continuaram predominando entre os apps mais populares. Entre os vinte aplicativos mais usados pelos 72,4 milhões de brasileiros conectados por smartphones, seis são de redes sociais ou de troca de mensagens, quatro são de bancos, três são de e-mail e dois são de mapas e localização.

Os 20 aplicativos mais utilizados no smartphone com internet – Brasil – julho de 2015

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Antes de dormir é o momento de maior uso do smartphone

A pesquisa Mobile Report também perguntou aos brasileiros quais as situações em que o smartphone é mais utilizado. Navegar na internet dentro do banheiro apareceu entre os momentos mais comuns. Um quinto dos usuários brasileiros de smartphones disse que faz isso.

E praticamente a metade dos usuários disse que consulta o smartphone antes de dormir. Esse hábito é muito mais comum entre os adolescentes. Enquanto na média de todos os usuários de smartphones conectados 48% olham o smartphone antes de deitar, entre os adolescentes esse hábito atinge 62%. Já o uso do smartphone no banheiro é maior na classe A.

Os maiores momentos de uso do smartphone com internet – Brasil – julho de 2015

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Acesso à internet pelo computador continua acima de 100 milhões

O número de brasileiros que moram em domicílios com acesso a um computador com internet chegou a 96,1 milhões em julho de 2015, segundo a pesquisa NetView, da Nielsen IBOPE. Dessas pessoas com acesso domiciliar, 58,1 milhões usaram a internet no computador de casa pelo menos uma vez no mês.
Quando se considera todo o conjunto de pessoas com acesso ao computador com internet em casa ou no local de trabalho, o número é de 103,4 milhões. Dessas pessoas com acesso em domicílios ou no trabalho, 72,3 milhões foram usuárias ativas em julho, ou seja, usaram pelo menos uma vez no mês.

Evolução do número de pessoas com acesso ao computador com internet, usuários ativos e tempo médio online (hh:mm:ss) – Brasil – trabalho e domicílios – janeiro a julho de 2015

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A pesquisa Mobile Report é realizada em duas etapas. Primeiro identifica uma vez por trimestre, por meio de um levantamento aleatório, a quantidade e a distribuição dos possuidores de smartphones em todo o Brasil. Em seguida, aplica um questionário mensal em um painel de usuários para mapear os hábitos de uso da internet pelo aparelho. A pesquisa que identificou os aplicativos e os momentos de uso do smartphone foi realizada pela internet com 898 usuários de smartphones de todo o Brasil entre 28 de julho e 5 de agosto de 2015.

A pesquisa NetView é um monitoramento do uso da internet em computadores realizado pela Nielsen IBOPE no Brasil desde setembro de 2000 que informa ao mercado brasileiro todos os meses sobre o comportamento dos internautas, desde a audiência de sites e serviços até dados para planejamento publicitário.

Média de uso de smartphones está em 40 horas mensais, segundo a Nielsen

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A Nielsen elaborou um estudo com os usuários de smartphones norte-americanos, onde eles analisaram o uso de dispositivos iOS e Android e seus aplicativos em 5 mil voluntários. O resultado foi curioso: o usuário médio passa em média quase 40 horas mensais (exatamente 37 horas e 28 minutos) utilizando diferentes apps do seu smartphone.

Essa marca aumentou em consideráveis 63% em dois anos, já que em 2012 alcançava apenas 23 horas. Para a Nielsen, os aplicativos de entretenimento, principalmente os videogames, são os responsáveis por esse aumento. O tempo médio de games em um smartphone aumentou para até 10 horas por mês, seguido pela música (2h17) e visualização de vídeos (1h44).

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Sobre o número de aplicativos que utilizamos no smartphone, a Nielsen informa que a média é de 26.7 apps para cada usuário em média. 70% do tempo total que passamos com o smartphone vem de apenas 200 aplicativos, apesar de existirem centenas de milhares de apps disponíveis no mercado.

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Seriam essas 40 horas mensais mais tempo que o normal? Bom, primeiro é preciso saber o que é ‘normal’. Desde já, nem todos os casos são iguais. Tem gente que usa o smartphone para trabalhar, para responder mensagens, e-mails e chamadas do trabalho, ocupando muitas horas por mês, impactando nessa média de tempo.

Temos também o contrário: aqueles que só usam para jogar e para o ócio, ou para mandar mensagens nas redes sociais o dia inteiro.

Cada caso é um caso. 40 horas mensais são pouco mais de uma hora por dia, o que não é muito tempo. Basta mandar algumas mensagens, ouvir alguns minutos de música e ver alguns vídeos do YouTube, e pronto: temos uma hora de uso por dia. Nenhum absurdo nesse aspecto.

Via Nielsen

Por que Apple e Google querem entrar no mercado de streaming musical?

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Apple, Amazon, Google, YouTube… todas as principais gigantes de tecnologia querem ter o seu próprio serviço de streaming de música. Até agora, esse segmento pareceu ser uma “brincadeira de criança”, onde as antes pequenas Spotify, Deezer, Rdio e outras reinavam soberanas. Mas não. As gigantes também querem participar dessa brincadeira.

O último relatório da Nielsen revela que as vendas de músicas digital e/ou downloads legais simplesmente despencaram nos últimos meses, e o grande responsável por isso não é a pirataria, como as gravadoras sempre pregaram, mas sim, do streaming.

O cenário da música no primeiro semestre de 2014 é bem revelador. Os dados são referentes ao mercado norte-americano, mas mostra a tendência do que está acontecendo em outros locais. Enquanto as vendas digitais de músicas e álbuns caem 13% e 11% respectivamente, o streaming de música cresceu 50%, e o de vídeo em 35%. Obviamente, a venda de formatos físicos – principalmente CDs – segue caindo, com a exceção dos vinis, que aumentou em 40%.

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A mudança do modelo de pagamento pela compra da posse do produto para o pagamento do direito de uso do produto (ou de não pagar e conviver com as propagandas entre as músicas) foi definitivamente adotado pelo usuário norte americano. No Brasil, esse movimento ainda está em desenvolvimento, com diferentes serviços de streaming desembarcando em nosso país, oferecendo serviços com pagamentos em moeda local, e dessa forma, estreitando as fronteiras para os brasileiros.

O que mostra o relatório da Nielsen não confirma (ao menos publicamente) os ganhos que o mercado de streaming gera hoje. Seria uma boa comparação: ganhos em vendas digitais vs ganhos por streaming. Mesmo assim, tudo aponta que o dinheiro a repartir com os serviços por demanda é muito menor. E aqui começca a eterna discussão entre as gravadoras, artistas e serviços já existentes.

Todos os envolvidos terão que resolver suas diferenças, pois os tempos mudaram, e é uma mudança definitiva.

Via Nielsen, Techcrunch

Teremos smartwatches cheios de banners publicitários?

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A febre dos smartwatches está apenas come;cando. De acordo com uma recente pesquisa feita pela Nielsen, 15% dos usuários colocaria em seu pulso algum tipo de wearable. Isso é algo muito tentador para marcas e anunciantes, pois o relógio inteligente pode se transformar em mais uma plataforma de publicidade, aumentando o lucro dos envolvidos.

Mas… será que vai ser assim mesmo? O site Mashable contempla essa possibilidade, e entrevistou algumas das principais agências de  publicidade nova-iorquinas, e pelo menos por enquanto, isso não vai acontecer. “O smartwatch não representa algo importante nesse momento”, sentencia Doug Hetch, presidente da agência de publicidade Digitaria, que vê os relógios inteligentes como “uma extensão dos smartphones”, em termos de publicidade.

Mas… como funcionaria a publicdade nos smartwatches?

O usuário verá anúncios baseados em seus interesses e localização, ou seja, imagina-se que quando ele chegar a uma cidade que ele nunca esteve, ele vai receber uma notificação, anunciando algum local próximo que os seus amigos no Facebook recomendaram ou frequentam. Em um cenário hipotético, também deve receber notificações de cupons de desconto via Foursquare, onde todos saem ganhando com a veiculação da campanha.

Tudo isso vai depender da quantidade de relógios distribuídos no mercado. Hoje, ainda são poucos. Quem sabe em um futuro a médio prazo?

Via Mashable

Usuários da Itália, EUA e Reino Unido já passam mais tempo usando o smartphone do que o computador

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Faz tempo que essa tendência já era um fato, mas só agora recebemos uma confirmação oficial. Segundo um minucioso estudo realizado pela Nielsen nos principais mercados de telefonia móvel, os smartphones derrotaram os computadores pessoais no quesito tempo de uso.

Mercados como Itália, Reino Unido e Estados Unidos registram índices de utilização dos dispositivos móveis mais altos do que desktops, notebooks e derivados. Em alguns casos, a diferença é muito grande. Por exemplo, os italianos passam em média 37 horas por mês diante dos seus dispositivos, contra 18 horas na frente de computadores.

As redes sociais são as principais responsáveis por essa mudança. Os usuários dedicam um quarto do seu tempo no Facebook, Twitter e derivados. É certo que cada mercado possui a sua peculiaridade, mas o estudo é muito significativo, e aponta uma clara mudança de tendências.

A seguir, um quadro que resume o estudo em números.

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A maioria dos estudantes querem substituir os livros por tablets para estudar

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Muitas coisas do nosso mundo nos remetem ao século 21, e isso significa que a evolução está produzindo a substituição de elementos e recursos clássicos pela tecnologia que temos dismponível hoje. Por exemplo, um relatório realizado pela Nielsen nos Estados Unidos revela que 71% dos estudantes querem contar com o benefício de utilizarem os textos dos livros indicados pelos professores em seus tablets.

A Google é uma das empresas que estão tentando promover um crescimento nesse aspecto, oferecendo para os estudantes as opções de comprar ou alugar as versões digitais de alguns livros que fazem parte da grade escolar do aluno, através da Google Play.

E isso se alinha ao comportamento atual do estudante: 51% das crianças com mais de 13 anos que estão na escola usam a internet a partir de tablets. Desses, 42% costumam ler livros regularmente. Além disso, 46% usam o e-mail, 40% fazem anotações, e 30% completam os seus trabalhos escolares com a ajuda do dispositivo.

Um fato interessante é saber que dos 51% dos estudantes que usam tablets, 30% o fazem para pesquisas para as lições de casa. Na era das redes sociais e pesquisas na web, as crianças podem encontrar praticamente tudo o que elas precisam apenas utilizando o Google Search. O relatório da Nielsen também revela que os pais não se importam com a idade que eles passam a querer um maior conteúdo educacional nos tablets. Esse é até um ponto de ênfase para empresas como Apple, Google e Amazon começarem a focar nesse segmento de mercado.

Obviamente, a transição dos livros para os tablets não pode acontecer até que as editoras se convençam que a ideia é valida. E com tantos processos contra Amazon e Apple por causa das publicações editoriais e preços cobrados pelas obras, entendo que o caminho a se percorrer para que a teoria se torne uma agradável realidade é consideravelmente longo.

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Via Nielsen

Aumenta a reprodução em streaming dos consoles, segundo estudo da Nielsen

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Qual o uso que você dá para o seu console de games? A pergunta poderia soar como uma brincadeira a alguns anos, mas é certo que agora esses dispositivos de entretenimento se transformaram em autênticas estações multimídia, com infinitas funções que os usuários estão utilizando cada vez mais.

Essas são as conclusões que podemos tirar depois do relatório divulgado pela empresa de consultoria Nielsen, onde podemos ver como a função de vídeos por demanda (ou streaming) está sendo muito mais usada se comparado ao ano passado. E isso, nas três principais plataformas de games que temos no mercado. Além disso, podemos comprovar como o Nintendo Wii parece ser o console que mais tempo os usuários passam jogando no modo offline, enquanto que o Xbox 360 é aquele que mais consegue abrigar jogadores no modo online. O PS3, por sua vez, é o modelo mais utilizado na reprodução de conteúdos ópticos, com base no seu leitor em Blu-ray.

E você? Que uso faz do seu console de games?

Via Nielsen

Novidades sobre o Android, com Angry Birds e sua popularidade nos EUA (ele é o #1)

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Duas notícias positivas para o pessoal do Google. A primeira, e mais importante delas é que duas empresas dedicadas a estudar as movimentações de mercado declararam, quase que ao mesmo tempo, que pela primeira vez o Android chega ao posto de sistema operacional móvel mais usado nos Estados Unidos.

A primeira empresa, a comScore, disse que o Android ocupa 31,2% do mercado atual, seguida pela RIM, com 30,4%, deixando a Apple em terceiro lugar, com 24,7%. A segunda empresa é a Nielsen, que informa que o sistema operacional do Google é usado por 29% dos dispositivos que estão no mercado norte-americano, enquanto que RIM e Apple ficam com 27% cada uma. No estudo, é informado que a RIM foi a empresa que mais perdeu clientes, apesar de que Microsoft e Palm também registraram perdas de usuários nos últimos meses.

A segunda notícia é que o game para dispositivos móveis mais popular do planeta, o Angry Birds, registrou mais de 30 milhões de downloads para dispositivos Android. A grande novidade da notícia é que, diferente de outros aplicativos, cerca de 80% dos usuários que fizeram o download continuam jogando o game. A maioria dos usuários baixa um aplicativo, usa uma vez, e não volta mais. Porém, como o Angry Birds é um jogo legal, e no caso do Android, é grátis, você é estimulado a voltar a jogar sempre.

via comScore, Nielsen e Joystiq

Austrália é sinônimo de uso maciço de redes sociais

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A Austrália levou o título de país mais engajado em redes sociais após uma pesquisa mostrar que os usuários de web gastam em média quase sete horas por mês atualizando blogs, Twitter e Facebook. A pesquisa, realizada pela Nielsen, mostra que a Austrália está à frente dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Japão no que diz respeito à utilização das redes sociais.

Mais: http://www.adnews.com.br/noticias/100210.html