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Cinco smartphones que marcaram o ano 2010

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smartphones de 2010

2010, outro ano chave na história da telefonia móvel, assim como foi o ano de 2007 com a chegada do iPhone. Em 2010, temos a estria da série Galaxy S da Samsung, que anos depois se tornou líder do mercado.

Nesse mesmo ano, vários modelos míticos foram lançados, principalmente porque os seus fabricantes apostaram em outros designs que fugiam do convencional. Vendo que hoje quase todos apostam em designs similares, dar uma olhada no passado nos dá aquela boa sensação de nostalgia.

 

Samsung Galaxy S

Samsung Galaxy S

O ano de 2010 marcou o nascimento de uma linha de smartphones da Samsung que hoje está na sua sétima geração. O Samsung Galaxy S teve muito sucesso, apesar que as supervendas vieram com os modelos subsequentes, principalmente com o Galaxy S2 e o Galaxy S3.

O Samsung Galaxy S contava com tela de 4 polegadas (480 x 800 pixels, 233 pixels por polegada), processador Hummingbird de 1 GHz, 512 MB de RAM e 8 GB ou 16 GB de armazenamento, além de câmeras de 5 MP e VGA e sistema operacional Androir Eclair 2.1.

 

iPhone 4

iPhone 4

A Apple apostava nas 3.5 polegadas para o iPhone 4, algo que não mudou até o iPhone 5. Este seria o último em que a geração estava condicionada ao nome, já que depois disso chegaram as versões S intermediárias. Seguindo a política de atualizações da Apple, o iPhone 4 chegou até o iOS 7.1.1.

O iPhone 4 contava com processador Apple A4, 512 MB de RAM e 8, 16 ou 32 GB de armazenamento. A sua câmera era notavelmente superior à concorrência, com 5 MP aproveitados ao máximo pelo iOS 4.0.

 

HTC Desire

HTC Desire

O HTC Desire foi o início do fim da era dourada da empresa. Desde então, e salvo modelos específicos como o HTC One M7, os taiwaneses não alcançaram boas posições no mercado mobile, tanto na crítica como nas vendas.

O HTC Desire foi tão bem sucedido, que teve um irmão metalizado na família Nexus, que ainda será citado nesse post. O modelo original contava com tela de 3.7 polegadas (480 x 800 pixels), processador Qualcomm Snapdragon S1, 512 MB de RAM e 576 MB de armazenamento (expansíveis via microSD), com sistema Android Eclair com interface HTC Sense. Não foi um top de linha, mas foi tratado como um modelo magnífico.

 

Nexus One

Nexus One

O primeiro Nexus da Google era basicamente um HTC Desire metalizado. Inaugurou uma família de dispositivos que hoje pode receber um novo modelo da própria HTC, deixando ótimas impressões, mesmo com a trackball, que foi esquecida com o passar do tempo.

Contava com as mesmas especificações do HTC Desire, com o grande diferencial (além do corpo metálico) de receber o Android 2.1 Eclair em estado puro, sendo atualizado de forma oficial até a versão Gingerbread 2.3.4. Algumas ROMs conseguiram ir além, mas com perda de desempenho.

 

Motorola FlipOut

Motorola FlipOut

Não foi um dos mais vendidos de 2010, mas foi um exemplo de como os fabricantes apostavam em designs diferenciados, algo que hoje sentimos falta. O Motorola FlipOut foi um smartphone quadrado como poucos na história, com um destaque para a sua proposta de design.

O FlipOut cabia em qualquer bolso com sua tela de 2.8 polegadas, onde o teclado QWERTY físico se escondia atrás da tela, aparecendo em um simples deslizar. Contava com um processador TI OMAP e 512 MB de RAM, além de oferecer a expansão da capacidade de armazenamento com um cartão microSD. Contava também com rádio FM, algo desejado por muitos.

[post especial] O Google Nexus One é oficial! Veja tudo o que rolou no evento da Califórnia #nexusone

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Via Blog de Eduardo Moreira (www.eduardomoreira.net – Twitter: @oEduardoMoreira)

Acabou a poucos instantes a apresentação da Google em Moutain View, Califórnia, EUA, daquilo que todos já especulavam nas últimas semanas: o Google Phone existe, e agora, é oficial. O Nexus One é agora um produto oficial da Google, e já está a venda nos Estados Unidos. Veja agora um resumo de tudo o que aconteceu no evento de hoje (imagens do evento, via liveblog do Gizmodo EUA):

Tudo começa passando por esta placa. O evento era direcionado para a imprensa, geral e especializada.

Tudo muito simples para esta apresentação, bem a cara do Google.

O evento começa com o Google contando um pouco da história destes dois anos do Android. Aqui, foi onde tudo começou, com o G1. Hoje, 33 empresas estão envolvidas com o projeto do Android; existem hoje 20 aparelhos com o sistema, em 48 países de 19 línguas diferentes.

Desde o princípio, o Google pensou em nas parcerias com desenvolvedores, licenças de código aberto, baixo custo de fabricação, plataformas abertas… tudo isso para tornar o Android o mais demcorático possível…

… e como o próximo passo da evolução do Android…

Chega,de forma oficial, o Nexus One!

Veja toda a linha de evolução de aparelhos Android: HTC Dream, HTC Magic, HTC Hero, HTC Tatto, HTC Hero (U.S. Version) e Droid Eris.

E o mais novo membro da família, só que agora, com assinatura Google: HTC Nexus One.

Durante todo o evento, enfatizou-se que o aparelho foi concebido com parceira próxima da HTC.

Depois, falou-se de suas características de hardware: tela AMOLED, processador Snapdragon, trackball com notificação em cores e sensores de luz e proximidade.

Mais especificações de hardware, como câmera, áudio e personalização.

Começam a falar de software: Android 2.1 em ação.

Foi dado um foco todo especial para aplicativos que trouxessem a interação dos contatos da agenda com as redes sociais existentes (Facebook, Twitter, etc). Além disso, evidentemente que o forte do aparelho é sua integração com a internet, com diversos aplicativos voltados para os usuários que querem usufruir de todo e qualquer tipo de informação e entretenimento existente na web. Aplicativos para previsão do tempo, mapas, busca de fotos e vídeos, entre outros.

Sua interface é muito simples, intuitiva e rápida.

Um dos exemplos que demonstra bem a sua parte de aplicativos utilizando o ambiente 3D e o acelerômetro do aparelho: sua área de galeria de imagens. Aliás, os recursos voltados para multimídia são os que mais exploram melhor sua praticidade em manuseio do Nexus One, e são um bom exemplo que como um smartphone com Snapdragon trabalha muito bem.

O próximo recurso é sua interação com os comandos de voz. Neste caso, quando pronunciamos um nome da lista de contatos, o aparelho pode ou buscar todas as informações referentes a este contato, ou fazer a busca no Google Maps pelo endereço da pessoa, já traçando a rota para ir até seu endereço indicado.

Este foi o momento de maior entusiasmo dos presentes na apresentação: o recurso de escrita de mensagens de texto através dos comandos de voz. Você fala a frase (em inglês) e ele escreve a frase em um SMS ou e-mail para você. Simples assim.

O Google Earth funcionando muito bem, tal como no PC. Basicamente a mesma coisa.

Sobre o sistema de compras do Nexus One. Ele vai ser vendido online, inicialmente, pelo próprio Google, no endereço www.google.com/phone apenas para os Estados Unidos, Reino Unido, Cingapura e Hong Kong (ou seja, antecipando já a resposta de muita gente que pode vir comentar, ELE NÃO TEM PREVISÃO DE CHEGADA NO BRASIL).

Nos Estados Unidos, ele pode ser comprado agora, desbloqueado por US$ 529, ou com contrato de 2 anos pela T-Mobile por US$ 179. Na Europa, a Vodafone é a responsável pela sua comercialização. Aparelhos com contrato com a Verizon serão vendidos nos EUA a partir do verão norte-americano de 2010 (meses de junho a agosto).

É necessário ter uma conta Google para acessar a área de compra do aparelho. Acima, uma foto da página inicial sobre o Nexus One.

O processo de compra é muito simples e prático. Em apenas cinco passos, você conclui a compra do Nexus One.

Por fim, o evento se encerrou com um vídeo promocional do Nexus One, e com um espaço aberto para perguntas e respostas entre os presentes.

Minhas impressões:

Bom, tudo o que eu disser vai vir sempre precedido da expressão “vendo de longe”, ok? Pois bem, vendo de longe, é um aparelho que com certeza eu compraria como meu smartphone definitivo. Ele é rápido, moderno, todo voltado para a internet, com configurações de hardware que são impecáveis, uma interface extremamente amigável, e com uma perspectiva de ser uma excelente opção tanto para o usuário voltado para os negócios, quanto para aqueles que buscam conectividade, entretenimento e mobilidade. Ele vai ser um iPhone Killer? Não sei. O Google insiste em dizer que não, que o seu foco são os usuários, etc, mas, cá pra nós… o que eles querem é sim bater de frente com o público que hoje pensa em ter um iPhone (não posso dizer agora, com tudo muito recente, se as pessoas que hoje possuem um iPhone vão trocar pelo Nexus One). Mas, uma coisa é certa: o Google veio para o combate, e veio muito forte. As primeiras impressões são muito positivas, e esta batalha será sim muito interessante de se ver.