Arquivo para a tag: negócios

Sony quer lucrar, e pode sair dos mercados de smartphones e TVs

by

650_1000_hirai-sony

A Sony está cansada de perder dinheiro. Seis dos sete últimos anos da empresa se converteram em prejuízo líquido, e os principais executivos da multinacional japonesa querem mudar esse quadro. Nem que para isso eles tenham que se desfazer das divisões que hoje resultam perdas para eles, como acontece nos segmentos de TVs e smartphones.

Kazuo Hirai, CEO da Sony, indica que ‘não descartaria considerar uma estratégia de saída’ dos segmentos de TVs e smartphones, onde a concorrência é pesada demais para eles.

A Sony teve um prejuízo de US$ 1.2 bilhão no ano fiscal de 2013, e as previsões para 2014 rondam de novo para números negativos. A Sony pretende centrar seus esforços nas divisões que realmente funcionam, ou seja, a PlayStation e a de entretenimento (Sony Pictures e Sony Music).

As demais unidades da Sony serão agrupadas em dois conjuntos. Por um lado, as unidades que podem oferecer níveis de ‘lucros estáveis’, e por outro lado, os segmentos mais arriscados, onde a Sony se centrará na ‘gestão de variáveis’. As TVs e os smartphones entram no segundo grupo, e poderão ser vítimas da competitividade elevada desses mercados, enquanto que a divisão de sensores de imagem ou de tecnologias de vídeo e som (não televisores) seguem ativas na Sony, mas como unidades independentes.

A Sony pode separar essa divisão de imagem e som da mesma forma como eles já fizeram com o negócio de televisores no ano passado, além de poder criar outros ‘spinoffs’ da empresa. O objetivo: oferecer maior autonomia para cada divisão, fazendo com que cada uma delas se foque no seu negócio e nos seus lucros, além de dotar todas elas com uma maior e mais rápida capacidade de decisão.

O objetivo da Sonu é que em 2017 eles obtenham pelo menos US$ 4.2 bilhões de lucros, algo que parece difícil depois de tantos anos de prejuízos. E aqui temos que considerar a venda de algumas dessas divisões para alcançar essa marca. Vale lembrar que a Sony não pensou duas vezes quando vendeu a sua quase lendária divisão de computadores VAIO, de modo que temos que esperar para ver como eles vão proceder com setores tão relevantes como o dos televisores ou smartphones.

Via Reuters

Facebook planejava investir na Xiaomi

by

650_1000_zuckerberg

De acordo com a Reuters, o Facebook estava interessado em realizar um investimento na Xiaomi, algo nada surpreendente se levarmos em conta os últimos movimentos de Mark Zuckerberg (e a quantidade de dinheiro gasta por ele em pouco tempo).

A fonte afirma que no último mês de outubro aconteceu um encontro entre Mark Zuckerberg e o CEO da Xiaomi, Lei Jun. Na reunião, aparentemente foi discutido sobre um potencial investimento, que não chegou a acontecer. As implicações políticas e comercias de uma operação desse porte são muito complexas de evoluir em um jantar, que foi o único encontro que esses dois CEOs tiveram.

O que buscava o Facebook era ter participação em uma empresa que é adorada na China, o que poderia abrir portas no país asiático. Por outro lado, a Xiaomi teria acesso à um grande número de clientes em potencial, ou pelo menos poderia ver como funciona um gigante social como o Facebook. Para Mark, interessava especialmente a expansão no mercado chinês (chegou a aprender o Mandarin para isso).

Um movimento como esse não agradaria em nada os rivais, principalmente a Google, que é a encarregada pelo sistema operacional dos smartphones da Xiaomi.

A Reuters conclui informando que o investimento que Mark queria fazer na Xiaomi não era muito grande. Ele basicamente queria entrar no negócio deles. Não era no mesmo nível das compras do WhatsApp ou Instagram. O que é uma realidade é que a Xiaomi está ampliando o seu capital, com investidores afincados na China e em Hong Kong.

Via Reuters

Intel vai unir as suas divisões de mobilidade e desktops

by

650_1000_191c

Conforme a barreira de desenvolvimento que divide dispositivos móveis e desktops vai se eliminando, o mercado mostra a sua preferência pelo segmento mobile. A Intel – por exemplo – vai unir essas duas divisões, que estavam muito bem definidas, para reduzir perdas e se tornar mais eficiente.

A ideia da Intel é juntar os dois negócios, onde a divisão que se encarrega de produzir o hardware para smartphones e tablets – com pouco sucesso – será a mesma que vai desenvolver os processadores de notebooks, ultrabooks e desktops. Para Chuck Mulloy (executivo da Intel), as linhas que separam esses dispositivos estão cada vez mais difusas, e é necessário acelerar a implementação e criação eficiente de soluções que permitam uma transição mais rápida em diferentes categorias de produto.

As mudanças começam a ter efeito no começo de 2015, e serão coordenadas por Kirk Skaugen, hoje responsável pela divisão de computadores da Intel.

A fusão das duas divisões também está relacionada com a saúde da divisão móvel, que apresentou números preocupantes nos últimos resultados financeiros. No último mês de abril, a Intel revelou seus planos para que essa divisão saísse do vermelho, mas ao que tudo indica, a estratégia mudou.

No último trimestre, foram registradas perdas de US$ 1 bilhão na divisão mobile. Esse prejuízo foi compensado pelo aumento de 9% na divisão de computadores, com US$ 4 bilhões em lucros. Parte dessa recuperação passa pelo mercado de tablets, onde a Intel pretende vender mais de 40 milhões de processadores para essa categoria de dispositivo antes do final de 2014. O que complica a situação é o fato dos fabricantes escolherem o ARM como preferido, especialmente por conta dos chips da Qualcomm.

Via WSJBloomberg

Amazon compra o Twitch por US$ 970 milhões

by

650_1000_twitch_logo_black

A Amazon anuncia de forma oficial a compra do serviço de streaming Twich, pagando o valor de US$ 970 milhões na operação. Tal como outras compras milionárias que vimos nos últimos meses, a operação terá que passar por uma revisão pelos órgãos governamentais.

Jeff Bezos, CEO da Amazon, disse:

A retransmissão e a visualização de jogos de videogames é um fenômeno mundial, e o Twitch construiu uma plataforma que reúne dezenas de milhões de pessoas que assistem a várias horas de jogos a cada mês. E, de forma surpreendente, o Twitch só tem três anos de vida.

Já o CEO do Twitch, Emmett Shear, agradeceu a confiança da comunidade de usuários, e explica porque escolheu a Amazon:

Escolhemos a Amazon porque acreditamos em nossa comunidade, que compartilha nossos valores e visão a longo prazo, e porque querem nos ajudar a chegar mais longe e mais rápido. Estamos mantendo quase tudo igual: nosso escritório, nossos funcionários, nossa marca, e o mais importante, nossa independência. Mas com o apoio da Amazon, teremos os recursos necessários para oferecer um Twitch ainda melhor.

Via Amazon

Apple: vendas dos iPhones compensam a queda das vendas do iPad no segundo trimestre fiscal

by

650_1000_applemoney

A Apple apresentou os seus resultados financeiros correspondentes ao segundo trimestre fiscal. O que mais chama a atenção nos números é que eles venderam mais iPhones que o esperado para o período? 43.7 milhões de unidades, contra 39 milhões estimados. A marca é inferior aos 51 milhões obtidos durante o trimestre anterior, mas é melhor que o obtido no mesmo período em 2013 (37.4 milhões).

A Apple cita especificamente as vendas do smartphone na China Mobile, e apesar de não revelar dados concretos, supõe-se que, com tal manobra, o aumento nas vendas do iPhone foi de 17% em relação ao mesmo período do ano passado. Outro mercado que recebeu destaque de Tim Cook durante a apresentação dos números foi o Japão, que registrou um aumento nas vendas de 50%. Também foram destacados o aumento nas vendas na Turquia, Índia, Polônia e Brasil.

Depois de falar dos bons números do seu smartphone, todas as atenções se voltam para a próxima versão do produto que mais vende na empresa: o iPhone 6. Com os especulados atrasos ou sem eles, é certo dizer que ele deve ser anunciado até o final do ano. E a pergunta que fica é: será que as vendas serão ainda melhores com um iPhone maior?

Apple perde terreno com os seus tablets

O mesmo relatório financeiro da Apple revela que eles venderam 16.35 milhões de tablets no último trimestre. Esse é um número muito abaixo do esperado (cerca de 19 milhões). A marca também ficou bem abaixo em comparação das vendas no mesmo período do ano passado (19.5 milhões). Mas, de forma curiosa, a Apple afirma que são números melhores que o esperado.

A Apple não entra em detalhes sobre o desempenho de vendas dos dois modelos, mas revela que mais de dois terços das pessoas que adquiriram um iPad eram estreantes na plataforma, enquanto que mais da metade dos compradores de iPhones também eram usuários novos.

Foram feitos mais de 70 bilhões de downloads de aplicativos, e a iTunes gerou mais de US$ 5.2 bilhões em vendas, crescendo 24% em relação ao ano passado. São mais de 800 milhões de contas do iTunes, e a maioria delas conta com um cartão de crédito vinculado.

A Apple registrou US$ 45.6 bilhões em ingressos no último trimestre, acima do esperado. O lucro líquido foi de US$ 10.2 bilhões, e o desempenho financeiro da empresa foi o melhor em um trimestre encerrado no mês de março, com os maiores ingressos obtidos em um trimestre não-natalino.

Via Apple

Facebook compra o WhatsApp por US$ 16 bilhões

by

facebook-whatsapp

O Facebook acaba de anunciar a aquisição do WhatsApp, serviço de comunicação instantânea para dispositivos móveis. O valor da negociação foi de US$ 16 bilhões.

Durante meses, muito se especulou sobre qual empresa compraria o WhatsApp. Era um modelo de negócio que, com o volume de usuários que contavam em todo o planeta, já era difícil de se sustentar com os ingressos diretos que recebiam, além das diversas rodadas de financiamentos, vindos de diferentes fundos de investidores.

Tudo indicava que seria a Google que compraria o serviço. Porém, a rede social de Mark Zuckerberg confirma a compra, adicionando o aplicativo à sua lista de aplicativos adquiridos recentemente, entre eles o Instagram.

O Facebook está consciente que, ainda que o seu aplicativo de mensagens instantâneas funcione muito bem, ele precisa expandir, e chegar a mais lugares longe do seu território. Contar com uma base de mais de 450 milhões de usuários (70% ativos) que tem o WhatsApp pode ser a forma mais simples para obter essa dominância. mesmo que isso custe para Zuckerberg a “bagatela” de US 16 bilhões.

Não é pouco dinheiro. Ainda mais quando lembramos que o mesmo Facebook pagou US$ 1 bilhão pelo Instagram. Aliás, a Nokia custou para a Microsoft bem menos que isso.

Resta saber qual vai ser o seu futuro. Seguirá sendo um aplicativo independente? Tal como explica o WhatsApp em seu blog, eles seguirão autônomos e independentes. Seguirão com o mesmo modelo de negócios, e informam que de outra forma, esse acordo de hoje não seria concluído e anunciado.

O tempo vai dizer se eles vão manter a palavra, mas esperamos que a entrada do Facebook sirva para que o WhatsApp dê alguns passos para frente nos pontos em que ficou para trás: segurança presença em múltiplas plataformas, entre outras questões.

Ficaremos bem atentos às coletivas de imprensa de Mark Zuckerberg e Jam Koum na semana que vem, durante a Mobile World Congress 2014.

Via Facebook, WhatsApp

O que leva a Lenovo (e com o que a Google fica) depois do acordo de venda da Motorola?

by

lenovo-logo

A notícia da venda da Motorola Mobility para a Lenovo por US$ 2.91 bilhões caiu como uma bomba nos veículos de tecnologia e, principalmente, entre os usuários. Para muitos, a transação é surpreendente, uma vez que a Google pagou US$ 12.5 bilhões pela empresa, e estava recebendo elogios pelos recentes lançamentos (Moto X e Moto G).

Porém, a Google não incluiu todos os itens na venda. Algumas partes da Motorola ficaram em Mountain View. Logo, vamos saber quais foram os principais itens que ficaram com cada uma das empresas depois dessa negociação.

O que ficou com a Google

– O grupo de tecnologia avançada da Motorola: pode ser que o seu nome não seja muito conhecido pelo grande público, mas se falamos do Motorola Ara, o projeto para fabricar telefones modulares, você já vai saber do que eu estou falando. A partir de agora, essa equipe se une ao pessoal do Android, e algumas de suas propostas seguirão em desenvolvimento, apesar de que, ao que tudo indica, o telefone modular não será uma dessas ideias.
– Patentes. Muitas patentes…: disse Larry Page no anúncio oficial: “As patentes da Motorola nos ajudaram a criar uma igualdade de condições, o que é bom para todos os usuários Android, e para nossos sócios e parceiros”. A Google mantém a grande maioria das 17.000 patentes associadas à Motorola (na verdade, quase 15.000 dessas patentes ficaram em Mountain View).
– Dinheiro: US$ 2.91 bilhões, com US$ 660 milhões em dinheiro, só de entrada. O restante se divide em dois grandes grupos: US$ 750 milhões em ações da própria Lenovo, e US$ 1.5 bilhão a serem pagos em três anos.

O que a Lenovo comprou

– Motorola Mobility: logicamente, o principal que a Lenovo leva para a casa é a Motorola Mobility. A Lenovo não anunciou quais são os seus planos com a empresa, mas já dá para imaginar: vender mais de 100 milhões de smartphones antes do final de 2014, tão logo o acordo seja concluído (a negociação ainda precisa ser aprovada pelas autoridades regulatórias).
– A própria marca Motorola: junto com o negócio de hardware, a Lenovo leva a marca Motorola e outros trademarks associados. A Lenovo já informou que a marca Motorola é muito forte nos Estados Unidos e América Latina (mercados onde a Lenovo praticamente não existe no segmento de mobilidade), de modo que eles vão seguir vendendo os smartphones com as duas marcas.
– 2 mil patentes e licenças do portfólio de patentes da Google: a Lenovo receberá 2.000 patentes (não são reveladas quais), e com um acordo similar ao que fecharam Google e Samsung na semana passada, poderá ter as licenças de uso de algumas patentes da gigante de Mountain View.

Algumas perguntas que interessam aos usuários ainda estão sem resposta: como ficará a política de atualizações dos modelos que já estão no mercado? E os lançamentos da “Motorola by Lenovo”? Seguirá a receita que começou muito bem pela Google? Ou tudo vai mudar? E a política de comercialização de produtos… muda?

Tais interrogações só serão respondidas com o decorrer do tempo. E, nesse caso, ele tende a demorar a passar.

Google vende Motorola Mobility para a Lenovo por US$ 2,91 bilhões

by

moto_lenovo3

Estranho para mim, para você, para todo mundo. Mas nem tanto. A Google acaba de vender para a Lenovo a Motorola Mobility. A negociação foi confirmada através de uma conferência telefônica por parte do fabricante asiático, e por uma nota de imprensa da gigante de Mountain View.

O valor pago pela Lenovo para a aquisição da Motorola foi de US$ 2.91 bilhões. Se comparado com os US$ 12.5 bilhões que a própria Google pagou pela mesma empresa em 2011, muitos podem dizer que a Lenovo fez um “negócio da China” (sem trocadilhos). Bom, é mais ou menos isso.

No comunicado, a Google ressalta que ficou com a maioria das patentes adquiridas na primeira compra da Motorola (ou aquelas que mais lhe interessavam). No futuro, tais patentes serão preciosas, caso alguns de seus concorrentes diretos entrem em disputas judiciais. Para a Lenovo, fica todo o portfólio da marca, assim como suas propriedades intelectuais. Com isso, a empresa tem a possibilidade de aumentar ainda mais a sua participação no mercado mobile. Nesse momento, eles estão com a terceira posição no mercado global de telefonia móvel, enquanto que a Motorola não figurava nem entre as cinco primeiras colocadas.

De forma adicional, a Lenovo leva na transação mais de 2 mil patentes da Motorola Mobility.

Resta saber qual será a estratégia da Lenovo daqui para frente. Como vai ficar o desenvolvimento e distribuição de produtos, qual será a filosofia para os novos aparelhos, e principalmente: como ficará o suporte para os modelos que já estão no mercado? Será que o futuro de smartphones como o Moto X e o Moto G estão com os dias contados? Só o tempo vai dizer.

Via Google

Qualcomm adquire várias patentes da HP, inclusive as patentes da Palm

by

HP_Palm

Depois da venda do sistema operacional webOS para a LG, certamente não será uma grande surpresa saber que a HP já não tinha nenhum interesse com a Palm. Logo, podemos contar para vocês sem sustos que eles venderam aproximadamente 2.400 patentes (1.400 nos EUA, e outras 1.000 em outros países) para a Qualcomm, entre as quais incluem “técnicas fundamentais de sistemas operacionais móveis” e outras tecnologias relacionadas.

A compra aconteceu praticamente para “comemorar” o terceiro aniversário de lançamento dos modelos Pre 3 e TouchPad, que culminaram com um dos piores fracassos comerciais da história da HP. De qualquer forma, vale a pena mencionar o passado, pois o mesmo ex-CEO da Palm, Jon Rubinstein, já afirmou que a venda da empresa que dirigiu foi “um grande desperdício”… e curiosamente o mesmo Rubinstein hoje faz parte da junta diretora da Qualcomm.

Coincidência? Eu estou duvidando…

Além das tecnologias da Palm, a transação inclui as patentes dos PDAs iPAQ, e a antiga empresa de software telefônico empresarial Bitfone. Supomos que essas patentes ajudarão e muito a Qualcomm no desenvolvimento de novos componentes para dispositivos móveis, além de garantir um pouco de tranquilidade em relação aos seus adversários diretos. Sem falar que seus adversários diretos (a.k.a. NVIDIA e Intel) podem se sentir um pouco pressionados a partir de agora.

Também é importante lembrar que o Palm e o iPAQ são os percussores imediatos dos smartphones modernos, e certamente as patentes desses produtos contém informações privilegiadas que podem fazer estragos a qualquer gigante do setor de telefonia. É possível imaginar o tipo de consequências que empresas como Samsung, Apple, Nokia ou Microsoft poderiam ter se colocassem as mãos nesses registros, levando em consideração o histórico que essas empresas possuem com a famigerada “Guerra de Patentes”.

Via Qualcomm

Plano anti espionagem da Microsoft inclui maior codificação de dados e até ordens judiciais

by

privacidadtransparenciamicrosoft

A repercussão diante das últimas posturas da NSA não param de causar reflexos, e tem mais uma vez a Microsoft como protagonista. A gigante de Redmond quis tranquilizar os usuários de seus produtos e serviços, informando que todos eles cumprem com todas as garantias de segurança de dados. E foram além, anunciando “medidas imediatas e coordenadas” contra os curiosos e bisbilhoteiros.

Brad Smith, conselheiro geral e vice-presidente executivo da empresa, informa em um artigo recém publicado no site da Microsoft que a empresa vai estender o uso dos seus recursos de codificação para todos os conteúdos que transitam entre os servidores da Microsoft e os computadores dos seus clientes, incluindo os seus centros de dados e/ou a informação armazenada em seus servidores. A data estimada para que as medidas entrem em vigor por completo é para o final de 2014.

A Microsoft quis deixar bem claro qual é a sua política de ação no caso de alguma ordem judicial obrigar a empresa a revelar informações, e se compromete a notificar previamente empresas e governos envolvidos no processo.

Por fim, mas não menos importante, a Microsoft segue com o programa que oferece acesso aos governos do seu código fonte, para que eles se assegurem que não existem brechas técnicas para vazamento de dados. Segundo informa a Reuters, com esse novo pacote de medidas de segurança, a Microsoft se coloca no mesmo nível que Google, Yahoo e Amazon, tornando os seus dados trafegados mais seguros (pelo menos, por enquanto).

Via Microsoft, Reuters, New York Times

Acordo de compra da Nokia pela Microsoft é aprovado por acionistas

by

nokia-microsoft-elop-ballmer

Já era de se esperar, mas precisava ter a bênção de quem vai receber o dinheiro. Os acionistas da Nokia aprovaram o acordo de compra da empresa finlandesa pela Microsoft, deixando assim o caminho livre para a incorporação da empresa pelos americanos.

Os acionistas votaram hoje (19) em favor da concretização da compra do segmento de mobilidade e serviços da Nokia pela Microsoft, em uma transação avaliada em US$ 7.2 bilhões. 99.7% dos acionistas da Nokia votaram a favor do acordo, representando assim quatro quintos da empresa, porcentagem essa mais que suficiente para tornar a votação oficial.

O acordo também marca a volta de Stephen Elop, ex-CEO da Nokia, para a Microsoft. Os recentes rumores apontam Elop como um dos mais fortes candidatos para a vaga de CEO da Microsoft, vaga essa que ainda é ocupada por Steve Ballmer, que já comunicou a sua saída da empresa.

Pelo acordo, a Nokia mantém a sua marca (Nokia), abrindo assim a possibilidade da empresa lançar uma nova linha de produtos voltados para a mobilidade no futuro, de forma independente, a partir de uma nova divisão de mobilidade, iniciada do zero. Por outro lado, a Microsoft adquire todo o portfólio de produtos da linha Lumia, as suas patentes e o lucro correspondente dessas vendas.

As vendas dos modelos Nokia Lumia crescem a cada trimestre. Nos últimos três meses, foram vendidos 8.8 milhões de unidades dos smartphones da Nokia com Windows Phone. Nokia e Microsoft iniciaram a sua parceria em 2011, quando a Nokia decidiu lançar produtos com o sistema operacional móvel da Microsoft, porém, nos dois primeiros anos, os produtos não venderam tão bem quanto as duas empresas esperavam. Só agora a parceria se mostra mais efetiva, e com perspectivas de futuro, ultrapassando recentemente a BlackBerry na cota de mercado mundial de smartphones.

Via Geeky-Gadgets

Yahoo teve redução de lucros no último trimestre, mas o seu tráfego na web aumentou

by

yahoo-logo-double

O Yahoo anunciou os seus resultados financeiros relativos ao terceiro trimestre de 2013, e os números são, no mínimo, bem interessantes.

Por exemplo, os ingressos tiveram queda de 91%, em relação ao mesmo período de 2012, o que é uma queda surpreendente, motivada pela venda no trimestre passado de parte do grupo chinês Alibaba. Por outro lado, os lucros da empresa chegaram a US$ 1.080 bilhão, o que é apenas 1% menor do que a do terceiro trimestre do ano passado. Além disso, as vendas de publicidade no período caíram apenas 7%.

Além disso, a empresa informa várias novidades, como a mudança de logo (que já vimos aqui mesmo no blog), a aquisição de empresas menores, como Bignoggins, Qwiki, Xobni, Admovate, Ztelic, Rockmelt e IQ Engines (entre outras), resultando em um total acumulado de 800 milhões de usuários em seus serviços, que representam um aumento de 20% nos últimos 15 meses (ou desde que Marissa Mayer assumiu o posto de CEO da empresa).

Trocando em miúdos, as coisas para o Yahoo não vão tão mal assim, e ainda que os seus executivos desejassem uma saúde financeira mais saudável, nós bem sabemos que toda e qualquer recuperação financeira leva um bocado de tempo para que as mudanças acabem surtindo o efeito desejado. Com isso em mente, podemos dizer que Marissa Mayer está no caminho certo.

E, com um pouco mais de sorte, ela pode anunciar em breve a compra da BlackBerry. Mas essa última observação é apenas um exercício de futurologia da minha parte, sem nenhuma base editorial ou científica para comprovar tal afirmação.

Via Yahoo!

[Rumor] Venda da BlackBerry pode estar fechada para o mês de novembro

by

blackberry-logo

Não podemos dizer que os rumores da venda da BlackBerry é um assunto novo nos blogs de tecnologia (porque não é), mas dessa vez, o tema aparece com mais peso, uma vez que a fonte é ninguém menos que o Wall Street Journal. Eles revelam em um dos seus artigos que a empresa de Waterloo estaria pensando em “alternativas estratégicas” para a sua atual situação, e que por conta disso, a junta diretiva estaria “focada em passar por um processo de rápido leilão”.

As decisões seriam tomadas com tamanha velocidade, que a mudança de posse da BlackBerry poderia estar finalizado já no próximo mês de novembro, entre outras medidas que a empresa já teria em mente. A matéria ainda destaca que a BlackBerry já teria em suas mãos uma lista de potenciais compradores, para escolher o mais adequado.

Isso não chega a surpreender. Bem sabemos que os problemas que a BlackBerry possui não são poucos, mas também pensamos que o seu processo de venda não será algo muito simples. Em todo o caso, a compra da companhia estará diretamente ligada ao preço que eles vão colocar nessa mesma companhia. Que, por sua vez, vai depender da pressa da própria BlackBerry em vender a empresa o mais depressa possível (que é o que parece).

Aconteça o que acontecer, estaremos atentos para saber o que vai acontecer de agora até o final de 2013.

Via Wall Street Journal

Em San Francisco, máquinas arcade podem ser alugadas por US$ 75 ao mês

by

arcade

Todo mundo que cresceu na década de 1980 se lembra dos videogames arcade. Aquelas máquinas gigantes, com vários jogos armazenados, onde para cada partida era necessário adicionar uma ficha (e várias, para disputas com os seus amigos). Pois bem, em San Francisco (EUA), é possível relembrar os velhos tempos na sala de sua casa ou no seu quarto, através de um novo serviço que aluga essas máquinas para os saudosistas.

O serviço All You Can Arcade oferece o aluguel mensal dessas máquinas do passado, para que você possa colocar um “plus” em suas festas com os amigos, ou para que você se divirta de forma solitária com os games antigos. O serviço é gerenciado pelos irmãos Seth e Timothy Peterson, e por apenas US$ 75 ao mês, é possível alugar as tais máquinas, que são entregues ao usuário lotadas de jogos dos anos 80, com créditos ilimitados, para você jogar o quanto quiser.

Alguns dos títulos mais clássicos do passado estão disponíveis nas máquinas, como Ms. Pac Man, Donkey Kong e Tron, entre outros jogos. A ideia foi um bom investimento de negócio, uma vez que os irmãos compraram essas máquinas por um preço relativamente baixo (entre US$ 150 e US$ 200), reformaram e adicionaram os jogos clássicos, e capitalizam os lucros, alugando essas máquinas para os saudosistas.

Finalmente encontraram um modelo de negócios que pudesse aproveitar essas máquinas consideradas já obsoletas. Pode não parecer, mas mesmo com os consoles atuais em alta profusão, existem muitos gamers das antigas que fazem qualquer coisa para jogar novamente os títulos que tantas alegrias fizeram no passado. É um segmento de negócio que, se  bem explorado, pode render muitos lucros.

Via Washington Post

Jeff Bezos, fundador da Amazon, compra o Washington Post

by

Jeff-Bezos-Amazon-Kindle-Fire

O mundo das vendas de produtos pela internet mudou radicalmente, graças ao modelo de negócios da Amazon, que é dirigida pelo seu fundador e CEO, Jeff Bezos. Agora, o excêntrico multimilionário será dono de um negócio totalmente diferente: o jornal Washington Post, um dos maiores dos Estados Unidos.

Para concretizar a operação, Bezos vai desembolsar a bagatela de US$ 250 milhões. Vale lembrar que quem está adquirindo o jornal não é a Amazon, mas sim, a pessoa física Jeff Bezos.

Outro detalhe bastante curioso é que Bezos vendeu na semana passada US$ 185 milhões de suas ações da Amazon. Mesmo que não fique 100% evidente se as transações estão relacionadas, é inegável não afirmar nesse caso que “onde há fumaça, há fogo”. Também é importante saber que um jornal do porte do Washington Post passa a estar nas mãos de uma pessoa que não tem medo em competir em diferentes segmentos de negócios ao mesmo tempo.

Também devemos lembrar que a Amazon, além de ser uma loja de produtos reais e palpáveis, que comercializa esses produtos pela internet, também se dedica a fabricar dispositivos (como os eReaders e tablets Kindle), distribuir vídeos por streaming, publicar livros digitais e até oferecer serviços de hospedagem para sites e sistemas de diferentes portes.

Ou seja, Bezos adquiriu mais uma importante peça de sua engrenagem, visando agregar valor aos seus negócios. Um baita investimento, que não pode ser ignorado.

Via Washington Post

Google agora é uma empresa mais focada na mobilidade do que nos desktops

by

Saber onde o dinheiro realmente rola, e centrar os seus esforços em fazer esse mesmo dinheiro chegar até você. Essas regras são consideradas básicas em qualquer segmento de mercado. No mundo da tecnologia então… Bom, seguindo à risca essa regra desde o seu lançamento, o Google planeja se focar mais no setor de mobilidade que no mundo dos desktops, entendendo que o dinheiro está mesmo circulando em tablets e smartphones.

Diversos funcionários da empresa de Mountain View afirmam que a empresa está mudando a sua mentalidade interna, buscando ser uma empresa voltada de forma prioritária ao mundo da mobilidade. De acordo com os investidores da Morgan Stanley, três executivos do Google presentes na 2012 Open Mobile Summit em San Francisco (EUA) falaram sobre o futuro da empresa, e onde eles estão focados. Os executivos em questão são: Rikard Steiber, diretor de marketing global para propagandas em mobilidade e redes sociais, Francisco Varela, diretor global do YouTube, e Rich Miner, parceiro do Google Ventures.

Durante a apresentação, eles apresentaram alguns pontos bem interessantes. Para começar, os executivos disseram que o Google agora se considera prioritariamente “uma empresa de mobilidade”. Steiber também mencionou que ele acredita que os usuários vão priorizar o acesso aos serviços do Google através dos dispositivos móveis em 2013. Para complementar a teoria, Varela afirmou que o tráfego global do YouTube em dispositivos móveis deve ultrapassar em breve a marca de 50%.

Para reforçar os seus pontos de vista, os executivos apresentaram algumas estatísticas. Eles citaram que as buscas no Google através de dispositivos móveis aumentaram em 200% em 2012 (até agora), e no caso do YouTube, o aumento do acesso através de smartphones e tablets subiu em 25%. além disso, 40% dos acessos aos vídeos publicados no site são originários de dispositivos móveis, e eles esperam que o crescimento geral do acesso mobile ao Google seja de 300% até o final de 2012.

Que o Google está claramente voltado para o mundo mobile, não tenho dúvidas disso. Oferecer o Android como um sistema (quase) gratuito, para ser oferecido em qualquer fabricante que esteja disposto a utilizá-lo, apenas para que o usuário possa acessar os seus produtos e serviços de forma mais simples e prática, agregando assim o valor de mercado à marca Google é uma jogada ousada e, ao mesmo tempo, genial. Poder inflar os seus números de acesso para negociar um maior valor de publicidade aos anunciantes e investidores é uma das formas mais eficazes de ganhar dinheiro no competitivo mundo da internet.

Só espero que, ao fazer essa transição, que o Google não abandone completamente os desktops. Muita gente (eu inclusive) ainda usa os serviços do Google pelo computador, e seria realmente uma pena ver esses recursos abandonados.

Apple demite Scott Forstall, responsável pelo iOS, e o chefe de vendas da Apple Store

by

Tudo indica que aquela “pérola” chamada Apple Maps começa a fazer as suas primeiras vítimas dentro da Apple. Das duas, uma: ou Tim Cook recebeu o espírito de Steve Jobs, que ao ver o resultado final daquilo, executou a canetada, ou Tim Cook decidiu “colocar na mesa”, mostrar quem é que manda, e reestruturar a gigante de Cupertino de forma mais profunda. As primeiras cabeças que rolaram? Scott Forstall e John Browett.

Aqueles que são mais familiarizados com as personalidades dos executivos da Apple sabem que Scott Forstall, o até então vice-presidente sênior do iOS, era um dos diretores mais importantes e problemáticos da empresa de Cupertino. Algumas pessoas até pensavam que seria justamente ele o próximo CEO da Apple. Porém, quem assumiu o posto foi Tim Cook, e a trajetória de Scott na empresa chegou ao fim ontem (29), com o anúncio de sua demissão. Com ele, abandona a empresa John Browett, cheve de vendas nas lojas da Apple.

Para você medir a importância de Scott na Apple, ele era simplesmente o principal responsável pelo sistema operacional móvel iOS, e sempre teve um papel crítico no sucesso de todos os dispositivos com esse sistema. De fato, cumpriu com sua missão. Se produtos como o iPhone e o iPad são um sucesso, uma boa parte disso se deve ao iOS. Por outro lado, Forstall foi muito criticado por tornar a evolução do sistema operacional móvel algo muito mais lento, se comparado ao Android. E esse é um fato que vemos a olhos vistos.

Com o passar dos anos, o Android passou de sistema imaturo, lento e cheio de falhas, para ser um sistema operacional consistente, ágil e até mais completo que o iOS em diversos aspectos, principalmente nos quesitos gerenciamento de conteúdo e personalização. A prova disso é que os argumentos dos “Android Haters” foram se esvaziando com o passar dos anos, e em alguns casos, alguns até trocaram a plataforma da Apple pela proposta do Google.

Isso, sem falar no Apple Maps do iOS 6, que também é de responsabilidade direta de Forstall. Aliás, Scott praticamente assinou a sua carta de demissão, quando durante a apresentação do iOS 6, afirmou de forma categórica que os mapas da Apple erem um dos pilares do sistema operacional. Pois bem, como todos vocês puderam comprovar, o Apple Maps era simplesmente horrível, e duas semanas depois, Tim Cook teve que publicar uma carta com um pedido de desculpas pela baixa qualidade do produto. Quem sabe se, com a saída de Forstall, as coisas para o iOS comecem a evoluir com uma velocidade maior, até mesmo para acompanhar a agilidade dos concorrentes.

Já a demissão de John Browett tem motivos diferentes. O chefe de vendas das Apple Stores estava no cargo a apenas seis meses, mas esse foi tempo suficiente para que ele cometesse um erro grave: alterar as horas de trabalho de milhares de funcionários das lojas, causando o descontentamento de clientes, por causa da falta de atenção na hora da compra. Essa falha também fez com que a Apple emitisse um pedido de desculpas, mas dessa vez, no formato de um comunicado interno, e dirigida exclusivamente aos funcionários afetados pela mudança.

De qualquer forma, fica evidente que não saber gerenciar o pessoal das lojas Apple é um pecado imperdoável, e agora, Browett pode descansar em casa, sem ter que se preocupar com o peso de suas atividades profissionais.

As mudanças afetarão em partes os demais executivos da empresa, porque a ideia não é contratar um substituto para Forstall. Ou seja, boa parte dos executivos atuais (Jony Ive, Bob Mansfield, Eddy Cue e/ou Craig Federighi) preencherão as tarefas que eram de responsabilidade de Scott. Ive ficará à frente da equipe de interface humana e de design industrial do iOS. Eddy Cue vai cuidar do Siri e o Maps, além da loja do iTunes, a App Store, a iBookstore e a iCloud. Federighi será responsável do iOS e OS X, e Mansfield vai dirigir um novo grupo de tecnologias, que integrará equipes que trabalham com conectividade sem fio.

Já Browett será substituído por um novo executivo, que vai trabalhar sob a supervisão e total controle de Tim Cook. Pois, como dissemos anteriormente, as lojas da Apple são um elemento extremamente importante para a saúde da empresa. E Tim Cook não pode dar mole nesse aspecto.

Via

HP disponibiliza quiosques para clientes testarem os seus produtos

by

Desde o último dia 15 de setembro, a HP iniciou em São Paulo o projeto “Quiosques HP”. O projeto, em parceria com a AMD, oferece aos visitantes dos shoppings centers Eldorado, Ibirapuera, Morumbi e ABC a possibilidade de experimentar os produtos voltados à área de informática e computação pessoal com os processadores AMD, além dos produtos de impressão da HP.

O visitante poderá conferir a qualidade e velocidade dos produtos, que combinam processador e placa gráfica em um mesmo chip, nos produtos HP Pavilion g4 e dv6 (notebooks), no desktop HP All in One 320 TouchSmart (com tela sensível ao toque) e o netbook HP Pavilion dm1 Edição especial Alexandre Herchcovitch. Consultores estarão presentes no local para tirar as dúvidas dos visitantes.

Quem visitar o quiosque e testar os produtos da HP com chips AMD, receberá um voucher para trocar por brindes em pontos de vendas indicados.

Período de atividade do projeto:
 
Shopping Eldorado e Ibirapuera – de 15/09 até 15/10
Shopping Morumbi e ABC – de 15/10 até 15/11

Via Assessoria de Imprensa

HP cria divisão Mobility

by

O TouchPad permanece morto e enterrado, mas o interesse da HP no segmento de tablets segue mais vivo do que nunca, graças ao Windows 8. E desde o mês de abril sabemos que a empresa está trabalhando em um novo dispositivo com tela sensível ao toque de formato mediano, e agora, chega a notícia que eles criaram uma nova divisão, chamada Mobility, que de certo modo, recuperaria parte da expertise deixada pela finada Palm.

Esta divisão está encarregada especialmente no desenvolvimento do hardware de consumo, e segundo um memorando interno da empresa, Alberto Torres, ex-chefe do MeeGo na Nokia, foi a pessoa escolhida para dirigir os novos planos de mobilidade da HP. Sua primeira missão será desenvolver um tablet avançado, que estará disponível no mercado em breve, mas mais adiante, a divisão deve alcançar os “segmentos e categorias adicionais”, onde a HP acredita que pode “oferecer um valor diferenciado” para os seus clientes.

Via The Verge

Facebook: 32% de ingressos, US$ 1.180 bilhão desde sua entrada na bolsa de valores

by

Depois de todo o carnaval feito quando realizou a venda do seu primeiro lote de suas ações, chegou a hora da verdade para o Facebook. E tal como exige a lei norte-americana, a empresa anunciou os seus resultados financeiros do segundo trimestre do ano fiscal (e primeiro trimestre na bolsa de valores), com números que não chegam a decepcionar.

O Facebook anunciou que arrecadou US$ 1.180 bilhão, que representam um crescimento de 32%, se comparados com os números do mesmo período do ano passado, e até um pouco melhor do que o esperado pelos analistas. O problema é que eles também informaram um prejuízo de US$ 157 milhões, comparados ao lucro de US$ 240 milhões do ano passado (baseados nas regras de contabilidade GAAP).

Algo curioso: os números mudam radicalmente, se a análise não seguir os padrões GAAP. Acredite se quiser, refeitos os cálculos, o Facebook teve um lucro de US$ 295 milhões, comparados com os US$ 285 milhões do ano passado. Indicam ainda que 84% do dinheiro gerado vem da publicidade, com um total de US$ 992 milhões durante o último trimestre, ou um aumento de 28% em relação ao ano anterior.

O Facebook ainda informou que eles contam com aproximadamente 995 milhões de usuários ativos por mês do tipo MAU (Monthly Active Users), que são aproximadamente 29% maior do que os números registrados no ano passado. Entre esses usuários, 543 milhões são usuários de dispositivos móveis, que representam um aumento de 67%. O número de usuários ativos diários é de US$ 552 milhões, ou 32% maior que o ano passado.

Não são resultados ruins. Porém, alguns investidores não pensam da mesma forma, porque as ações do Facebook caíram 10% depois do anúncio de hoje.

Via investor.fb.com