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Google Play Music finalmente chega ao iOS

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O Google Play Music estreou para a plataforma iOS, com o seu download disponível na App Store. Com esse aplicativo, você pode adicionar até 20 mil músicas de sua coleção pessoal e escutá-las em todos os seus dispositivos (acessando as canções via web), sem usto adicional.

Os usuários premium (que pagam uma mensalidade) terão mais vantagens, como por exemplo um número ilimitado de faixas, criação de rádios personalizadas e recomendações inteligentes de acordo com o seu gosto musical, entre outras características.

Agora o acesso ao seu acervo musical será ainda mais cômodo para os usuários de dispositivos com iOS, uma vez que será possível acessar a a sua conta de um novo aplicativo, além de poder acessar todo o catálogo de streaming para buscar novas músicas e escutá-las (apenas a partir da função Explorer, disponível apenas na conta premium).

Para fazer o download do Google Play Music para iOS, clique aqui.

Google anuncia a primeira edição do YouTube Music Awards

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Parece que a Google quer mesmo bater de frente com a MTV, e anunciou a primeira edição do YouTube Music Awards. A premiação vai acontecer em um grande evento, que será transmitido pelo site, contando com um line-up de artistas de peso para as performances musicais, incluindo Lady Gaga, Arcade Fire e Eminem.

O evento principal acontece em Nova York (EUA), no dia 3 de novembro, e será apresentado por Jason Schwartzman. Outros eventos acontecerão simultaneamente em outras grandes cidades do mundo: Londres (Inglaterra), Moscou (Rússia), Seul (Coreia do Sul) e Rio de Janeiro (Brasil).

O evento vai contar com a produção executiva do próprio Schwartzman, em parceria com ninguém menos que Spike Jonze, um dos mais aclamados diretores de videoclipes de todos os tempos.

No dia 27 de outubro, os indicados ao primeiro YouTube Music Awards serão revelados, baseados na popularidade desses vídeos ao longo dos últimos 12 meses. Uma vez revelados os indicados, os internautas poderão votar em seus favoritos até o dia da premiação.

Abaixo, um vídeo promocional sobre a premiação.

 

Via Google (YouTube)

Vendas de discos de vinil na Amazon aumentaram em 745% desde 2008

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O vinil segue muito vivo nas listas de compras da maior e-commerce do mundo, a Amazon. Não sabemos quem pode levar a culpa: os usuários modernos (que só compram músicas em MP3), os saudosistas analógicos (com o argumento que “o som do vinil tem mais alma, é mais cheio” e poesias do gênero), ou dos fãs do icônico Sony PS-F5 (pessoas de bom gosto e elevado refinamento, por sinal), mas o fato é que a loja online revelou o surpreendente dado que as vendas dos discos clássicos aumentaram em 745% desde 2008.

Os motivos por trás desse crescimentos são muitos. A explosão da onda retrô está diretamente relacionada, mas também não podemos descartar que esse aumento também está diretamente ligado ao departamento musical da Amazon, e mais especificamente, ao serviço AutoRip.

O AutoRip permite que os clientes da Amazon a conversão para o formato MP3 de discos físicos adquiridos na loja (em vinil ou CD), algo que é bem mais barato do que tentar fazer a conversão do vinil para Mp3, o que convenhamos, dá um certo trabalho para fazer de forma caseira. Isso, sem falar nas edições especiais que algumas bandas e cantores lançaram, mas que não estão disponíveis em formato digital, por serem consideradas raridades.

Ou seja, é de se entender que o consumidor queira fazer um 2-em-1, convertendo do analógico para o digital, sem fazer muito esforço.

Os artistas mais populares em vendas na Amazon são: Daft Punk, David Bowie, Nick Cave & the Bad Seeds, Black Sabbath, Queens of the Stone Age, Atoms for Peace, Vampire Weekend, Fleetwood Mac, Alt-J e Led Zeppelin.

Obviamente, não dá para utilizar os clientes da Amazon como parâmetro para medir o mercado de vendas de discos em vinil em termos gerais, mas também não podemos duvidar do bom gosto deles (ainda mais com a lista acima apresentada).

Para mais detalhes sobre o relatório divulgado pela Amazon, clique aqui.

Razer lança no Brasil os novos fones Hammerhead e Hammerhead Pro, para os fãs da música e games

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A Razer anuncia o lançamento para o mercado brasileiro da série de fones de ouvidos intra-auriculares Razer Hammerhead, com modelos destinados aos gamers e aos amantes de música. Os fones prometem uma alta qualidade de áudio gerada por seus drivers de 9 mm feitos em neodímio, e está disponível no Brasil em duas versões: Razer Hammerhead e Razer Hammerhead Pro, que conta com microfone onidirecional e controle remoto de chamadas no fio.

Os dois produtos são feitos com o mesmo alumínio utilizado em aviões e oferecem durabilidade extrema em formato leve e confortável. Com acabamento de superfície fosco e escovado, os novos headsets da Razer se apresentam como uma proposta que combina beleza e eficiência para usuários com diferentes perfis de uso.

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As extremidades dos fones são intercambiáveis e as peças, em três tamanhos diferentes, já acompanham os produtos, bem como conectores bi-flange, que garantem total isolamento de som.

As câmaras acústicas internas do Razer Hammerhead possuem design de som otimizado para aumentar a ressonância auricular. Com alta performance, afinação precisa e drivers de 9 mm de neodímio, os headsets prometem um som que une graves potentes e agudos claríssimos em qualquer nível.

Preço: R$299
Disponível a partir de agosto de 2013

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Características do produto:

– Produzido em alumínio
– Avançado isolamento passivo de ruído
– Pontas de fone intercambiáveis com bi-flanges
– Drivers reforçados para fidelidade total de som com graves extremos
– Compatibilidade com iPhone, Android e dispositivos móveis
– Microfone onidirecional
– Separador de cabo de áudio e microfone para uso no computador

Headphones

– Drivers de 9mm em neodímio
– Freqüência de resposta de 20Hz – 20kHz
– Impedância de 16 Ω
– Sensibilidade a 1kHz: 106dB
– Comprimento do cabo: 1,3m
– Peso aproximado: 12.5g
– Conector analógico com jack combinado (fone e microfone) de 3,5mm

Microfone

– Freqüência de resposta de 50Hz – 10kHz
– Onidirecional

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Também está disponível o headphone Razer Hammerhead, para aqueles que não necessitam de comunicações de voz.

Preço: R$199
Disponível a partir de agosto de 2013

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Via Assessoria de Imprensa

Jay-Z estreia o seu novo álbum com a ajuda da Samsung

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O rapper Jay-Z decidiu inovar (em uma manobra arriscada, mas bem sacada) na hora de lançar o seu novo álbum, Magna Carta Holy Grail. Antes das faixas serem disponibilizadas para compra para o grande público, elas estarão disponíveis de graça antes (e de forma exclusiva) para os proprietários de alguns smartphones da linha Galaxy da Samsung. E de graça.

Os donos dos modelos Galaxy S3, Galaxy S4 e Galaxy Note 2 podem fazer o download de um aplicativo do álbum na Google Play Store no dia 24 de junho. O primeiro milhão de downloads contarão acesso gratuito às faixas do álbum no dia 4 de julho, 72 horas antes do lançamento do disco para o grande público (7 de julho).

Essa é uma estratégia bem inteligente por parte da Samsung e de Jay-Z. A base de fãs do rapper é grande, e com essa manobra, podem ficar tentadas a comprar os modelos citados durante o período da promoção. Por outro lado, os usuários da Samsung não vão querer perder a oportunidade de conseguir músicas de graças para os seus dispositivos. É claro que existe o risco dos fãs do rapper que não são proprietários de dispositivos da Samsung se sentirem “deixados de lado”, mas em linhas gerais, vale a pena correr o risco.

Magna Carta Holy Grail é o primeiro álbum inédito de Jay-Z desde The Blueprint 3, lançado em 2009. Abaixo, você pode ver um vídeo mostrando algumas cenas de bastidores da gravação desse novo álbum.

Via Venture Beat

Loja de música da BlackBerry World já está disponível para o Brasil, nos modelos BlackBerry 10

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A BlackBerry anunciou hoje (06/06) que a loja de música da BlackBerry World para smartphones BlackBerry 10 agora está disponível para os consumidores do Brasil. A loja da música oferece um dos mais robustos catálogos para celular de hoje em dia, oferecendo conteúdos de todos os grandes selos musicais. Consumidores poderão ter uma prévia dos conteúdos e adquiri-los usando diversas formas de pagamento.

“A música é importante parte de uma rica experiência móvel. Os consumidores querem um acesso fácil e conveniente às suas canções favoritas, onde quer que eles estejam” afirma Angel Aldana, Gerente de Alianças da BlackBerry para América Latina. “Estamos ansiosos para lançar a loja de música para os smartphones BlackBerry 10 no Brasil, dando aos consumidores fácil acesso a um dos mais completos catálogos de música para dispositivos móveis de hoje.”

A vitrine da BlackBerry World oferece livre DRM e arquivos de música de alta qualidade (até 320 kbps). Consumidores também podem facilmente conectar seus smartphones BlackBerry 10 para escutar suas canções em qualquer sistema musical.

Review | HD Portátil Seagate Wireless Plus

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Seagate-Wireless-Plus-top Utilizamos nossos tablets e smartphones também para entretenimento. Não são poucos os usuários que consomem músicas e vídeos em dois dos dispositivos mais cobiçados do planeta. Mas 16, 32 ou 64 GB são insuficientes para aqueles que contam com uma grande biblioteca multimídia. E utilizar um HD conectado à porta microUSB do dispositivo (quando isso é possível) não é a solução mais confortável do mundo. Logo, a melhor escolha é utilizar um HD Wireless portátil, como é o caso do Seagate Wireless Plus. Nesse review, vamos analisar as principais características do produto, e compartilhar a nossa experiência do produto. A unidade enviada pela assessoria de imprensa da Seagate Brasil possui 1 TB de armazenamento, o que deve ser espaço suficiente para atender a demanda da maioria dos usuários que desejam levar a sua biblioteca de fotos, vídeos e músicas em qualquer lugar.

Antes de começar…

Os testes que fizemos com o Seagate Wireless Plus foram essencialmente com dispositivos móveis (smartphones e tablets), que é onde está a sua aplicação principal. O produto se descreve compatível com computadores, TVs e videogames, com a mesma funcionalidade: o streaming de conteúdo armazenado no periférico para esses equipamentos. Acreditamos que o produto deve funcionar sem problemas com TVs e videogames, mas como o nosso foco era a mobilidade, não realizamos tais testes. Apenas por uma simples opção pessoal.

Acessórios

DSC06665 O produto vem muito bem embalado, em uma caixa bem resistente. Nada mais justo: estamos falando de um HD de 1 TB, tal com outro qualquer, que é sensível à quedas e choques. Nesse aspecto, a Seagate cumpre com a necessidade de acondicionar o seu produto para transporte com qualidade. Já vimos outros fabricantes deixar isso por conta do varejista, o que nem sempre funciona muito bem. DSC07083 O kit de venda vem com um adaptador para rede elétrica, para recarregar a bateria interna do dispositivo, e para manter o produto em funcionamento durante várias horas. Lembramos aqui que a bateria interna do Seagate Wireless Plus tem uma autonomia de uso de até 10 horas longe da tomada. DSC07087 DSC07091 Além disso, um cabo USB acompanha o produto, para fazer o transporte dos conteúdos armazenados em seu computador para o HD. Vale lembrar que o Seagate Wireless Plus é compatível com portas USB 3.0, o que é uma mão na roda na hora de transportar grandes volumes de dados. DSC07095 Para se conectar ao adaptador de rede elétrica, o kit também acompanha o cabo de conexão para a porta DC do HD. DSC07097 O produto também vem com um adaptador para o cabo USB 3.0 (SuperSpeed), viabilizando assim a sua conectividade com notebooks ou desktops para transporte de dados. DSC07107 Por sua vez, esse adaptador se conecta na parte traseira do dispositivo… DSC07109 …deixando o produto com essa aparência, depois de seu adaptador ficar conectado.

Características Físicas

DSC07116 O Seagate Wireless Plus é um produto bem construído, e com um acabamento excelente. Diferente do que se imagina, a sua carcaça externa é feita de um plástico bem resistente, e não com um acabamento metálico. Mesmo assim, a aparência visual é ótima, sendo um produto sóbrio e muito bem apresentável para ser usado em qualquer lugar. DSC07120 É um produto relativamente espesso (12 cm de altura), mas isso não impede que ele cumpra com a sua principal missão: a portabilidade. Pesando pouco mais de 250 gramas, ele pode ser transportado com comodidade dentro da bolsa ou mochila, sendo também uma ferramenta interessante para um uso profissional (backups, armazenamento remoto, etc). DSC07155 Não que seja um produto que você vai ficar segurando o tempo todo, mas é bom ter uma ideia de sua proporção, ao segurar o produto. Para exemplificar melhor a sua proporcionalidade, ele é pouca coisa mais larga que o smartphone Samsung Galaxy Gran Duos (análise em breve aqui no blog). DSC07135 Outro cuidado da Seagate com o acabamento do produto está na parte inferior do dispositivo, que possui um acabamento em tom preto fosco, com os seus pequenos pés de apoio com materiais emborrachados. DSC07124 Tal como informamos antes, temos aqui o conector para o cabo DC, para recarregar a bateria interna do HD. DSC07130 O botão de liga/desliga do dispositivo… DSC07146 …que em atividade, fica com os seus dois LEDs ativos: o que indica a atividade do dispositivo, e o indicador de atividade de rede do HD. É sempre bom lembrar que o Seagate Wireless Plus conta com um dispositivo de rede para se comunicar com os gadgets e outros dispositivos. E é isso que torna o produto mais funcional e prático para a reprodução de conteúdos por streaming. DSC06716 Para transferir os seus conteúdos para o HD, nada melhor do que usar a porta USB 3.0 disponível no dispositivo.

O Produto em Funcionamento

Para realizar os testes do Seagate Wireless Plus, utilizamos o tablet Nexus 7, cujo review já foi feito no TargetHD.net (clique aqui para ler). Entendemos que essa é a forma mais prática e proveitosa para a maioria dos usuários consumirem os conteúdos multimídia, e porque também valia a pena aproveitar o potencial total de um dispositivo que já está plenamente ajustado para a reprodução de vídeos.

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Talvez um dos inconvenientes do dispositivo seja a necessidade de você se desconectar da sua rede WiFi de internet para utilizar a rede criada pelo HD da Seagate. Nos testes, tentamos utilizar o roteador como “intermediário” entre os dois dispositivos, mas isso não foi possível. O guia rápido do produto enviado pela Seagate também não dá indicações sobre essa viabilidade, e na prática, a interface interna de conexão do HD também não pode ser modificada. Logo, você precisa escolher: ou você navega na internet, ou vai ver os seus vídeos sem ser incomodado pelos seus amigos nas redes sociais.

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Dito isso, a conectividade é feita sem maiores dificuldades. Para as configurações iniciais, o software da Seagate vai te conectar uma primeira vez na internet para ajustes complementares de configurações e atualizações. Depois, o próprio software avisa que você precisa se conectar na rede do dispositivo para poder identificar os arquivos nele armazenados.

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A disposição dos vídeos armazenados podem ser exibidos por capas de miniaturas, que podem ser divididos em pastas, álbuns e categorias. Uma interface simples e limpa, de fácil identificação visual.

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Se você assim preferir, você pode exibir esses conteúdos armazenados em forma de lista. Pode ser uma conveniência maior, dependendo da situação, até mesmo para obter informações adicionais desses conteúdos, como por exemplo o tempo de cada música armazenada em uma pasta específica.

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Para facilitar a sua identificação, a interface também mostra as datas de criação das pastas no dispositivo, o que ajuda e muito no gerenciamento dessas pastas e arquivos, principalmente nas escolhas dos conteúdos. Ao que interessa: a reprodução de conteúdos.

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Como é de nosso costume, deixamos os arquivos de legendas dentro das pastas dos vídeos, para identificar se o player de vídeo nativo da Seagate consegue reconhecer esses arquivos, exibindo as legendas no vídeo.

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E a resposta é: NÃO. De forma nativa, o player de vídeo do Seagate Wireless Plus não identifica as legendas de vídeo armazenadas na mesma pasta dos vídeos. Utilizando os formatos .MKV e .MP4, a opção oferecida pela Seagate não é a mais adequada para aqueles que dependem de legendas para compreender o que é dito nas suas séries preferidas. O problema poderia ser atenuado se o dispositivo fosse compatível com outros aplicativos de reprodução de vídeos, como o Play Filmes (Google) e o MX Player, que contam com suporte nativo para legendas. Porém, o Seagate Wireless Plus passa pela obrigatoriedade de passar pelo seu aplicativo para se tornar funcional, o que inviabiliza essa possibilidade. Testamos os dois aplicativos citados com o dispositivo, e em ambos, a unidade Wireless sequer foi identificada.

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Sobre a reprodução de formatos, os resultados oscilaram. Alguns dos principais formatos com maior qualidade de imagem, como .MKV, .MP4 e .WMV foram executados sem maiores problemas. Já arquivos no formato RMVB (ainda muito popular) não foi identificado, e o player simplesmente não respondeu ao solicitar a reprodução do arquivo.

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O Seagate Wireless Plus também possui um player musical integrado. Um player simples, com as funcionalidades mais básicas. Funcionou sem problemas ou travamentos.

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Detalhes como nome completo da faixa ou do arquivo em .MP3 também podem ser exibidos na lista de reprodução musical.

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O visualizador de fotos também é executado sem maiores problemas, inclusive com recursos de zoom integrado para as imagens.

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Conclusão

DSC07151 O HD Seagate Wireless Plus está APROVADO. O produto cumpre o que promete, com configurações de média complexidade para a maioria dos usuários, e funcionalidades essenciais para o consumo de conteúdos. Talvez as limitações de exibição de legendas no player nativo e alguns formatos incompatíveis acabem deixando a desejar, mas não desprezamos a possibilidade de contar com um dispositivo de armazenamento de 1 TB, com streaming sem fio e com a possibilidade de consumo de conteúdo em múltiplas plataformas. No Brasil, o Seagate Wireless Plus tem preço sugerido de R$ 699.

[Rumor] Apple teria fechado acordo com a Warner Music para lançamento da iRadio

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Segundo indicam os recentes rumores, a Apple estaria finalizando os detalhes para o lançamento de um serviço de música via streaming chamado (ao menos por enquanto) iRadio. Para que o produto se transforme em uma realidade, a gigante de Redmond necessita de apoio das principais gravadoras, e ontem (02/06), eles teriam chegado a um acordo com a Warner Music, a terceira maior gravadora do mundo.

O acordo seria similar ao fechado previamente pela Apple com a Universal Music (a #1 do mercado mundial), mas ainda faltaria a segunda maior gravadora do mercado: a Sony.

O novo serviço (que já tinha sido mencionado antes) está sendo comparado com o Pandora, mas a grande diferença está no pagamento que os donos das músicas receberiam. A Apple propõe um pagamento muito maior que a concorrência oferece (ainda que serviços como Spotify, Rdio e Google não tenham sido mencionados pelas fontes que citam os rumores).

Além disso, outro ponto a favor da Apple durante o processo de negociações seria o fato que o serviço estaria integrado ao iTunes. Logo, seria possível adquirir as canções executadas por streaming sem maiores complicações ou interrupções para o usuário. Esse é um ponto importante, pois 70% do valor das vendas do iTunes é entregue ao dono da música.

Ainda que as coisas pareçam ser muito interessantes no papel, é importante deixar claro que, mesmo com fontes confiáveis, o que temos aqui ainda são rumores, e que o anúncio do iRadio durante a WWDC 2013 não está garantido. mesmo assim, a informação provém de alguns dos veículos de imprensa mais importantes dos Estados Unidos, e pelo histórico, podemos aqui aplicar a teoria do “onde há fumaça, há fogo”.

Via Billboard, Wall Street Journal, New York Times, CNET

Sony Entertainment Network lança serviço Music Unlimited no Brasil

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A Sony Network Entertainment International anuncia que o Music Unlimited, serviço de assinatura de música digital da empresa baseado em nuvem, agora está disponível no Brasil. O serviço oferece acesso sob demanda a um catálogo global de mais de 20 milhões de faixas licenciadas dos principais selos e muitos selos independentes líderes para vários dispositivos, como o consoles PlayStation 3 e PlayStation Vita, smartphones e tablets Android, iPhone, PCs e outras plataformas.

São dois planos de assinatura: mensal Premium (R$ 14,90) e Básico (R$ 7,90). A assinatura do Music Unlimited permite aos clientes ouvirem música a partir de suas listas de reprodução pessoais, canais dos seus artistas favoritos ou canais pré-programados por época ou gênero, com essas listas indo com o usuário para qualquer lugar, sem o inconveniente de sincronização de faixas, ou de fazer login em várias contas.

Principais Características do Music Unlimited:

  • O serviço em tempo real e baseado em nuvem sem arquivos digitais. Os clientes podem acessar a biblioteca de músicas licenciadas em qualquer lugar, a qualquer momento, a partir de qualquer computador (Windows ou Mac OS), de qualquer dispositivo móvel com Android, iPhone e iPod touch, PlayStation 3 (PS3), PlayStation Vita (PS Vita), TVs de alta definição BRAVIA da Sony, dispositivos Blu-ray Disc e Walkman da Sony.
  • Mais de 20 milhões de faixas licenciadas, incluindo todos as grandes selos e muitos selos independentes e locais. Uma oferta de acesso aos sucessos mais recentes, favoritos locais e aos clássicos atemporais.
  • Canais de música pré-selecionados, com a capacidade de criar listas de reprodução pessoais e de adicionar listas de reprodução baseadas na preferência de artista em todos os dispositivos compatíveis.
  • Recurso de reprodução offline para dispositivos Android e PS Vita, permitindo que os usuários possam ouvir músicas selecionadas adicionadas a listas de reprodução offline quando não estiver online.
  • Os clientes podem ter a certeza de que seu prazer de ouvir nunca será interrompido por propagandas ou pela impossibilidade de pular as músicas indesejadas.

Com a inclusão do Brasil, o serviço Music Unlimited está agora disponível em 19 países, incluindo (em ordem de lançamento): Reino Unido, Irlanda, França, Alemanha, Itália, Espanha, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Dinamarca, Finlândia, Noruega, Suécia, Canadá, Bélgica, Holanda, Japão e México.

Para mais informações, acesse a página do Music Unlimited, no site da Sony Brasil.

Google Play Music All Access é anunciado oficialmente

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Um dos anúncios mais esperados da Google I/O 2013 foi confirmado. O Google Play Music All Access é oficial, e se apresenta como uma plataforma de streaming musical na nuvem, que certamente chega para bater de frete com serviços como o Spotify.

Seguindo a ênfase social atual, o Google Play Music All Access vai oferecer ao usuário a possibilidade de descobrir novas músicas, utilizando um serviço baseado em recomendações, a partir da tela Explorar. Também será possível escolher estações de rádio favoritas, e eliminar da sua playlist aquelas músicas que não te agradam.

Obviamente, o Play Music All Access incorpora funções inteligentes, como o Listen Now, que destaca os últimos lançamentos, e aqueles conteúdos que você acredita que, por algum motivo, podem te agradar mais.

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O preço do Google Play Music All Access nos Estados Unidos será de US$ 9.99/mês, com um período de testes gratuito de 30 dias. O serviço já está ativo em terras norte-americanas, e para aqueles que se registrarem antes do dia 30 de junho, vai receber um desconto de US$ 2 no serviço. Uma versão gratuita do Play Music All Access estará disponível, que será financiada através de publicidade veiculada na plataforma.

Não há informações ou previsão para o lançamento da Google Play Music All Access no Brasil. Pelo menos, por enquanto. Caso apareça alguma novidade sobre isso, esse post será atualizado.

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Rumor: Google teria fechado acordos com Sony e Universal, para alimentar o seu serviço de streaming

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Faltando pouco para começar a Google I/O 2013, temos uma notícia de fontes quentes. Segundo o site The Verge, a Google estaria preparando um serviço de música por streaming, similar ao Spotify. E como passo prévio para esse lançamento, já teria fechado um acordo para licenciamento de conteúdo da Universal Music Group e Sony Music Entertainment, para o seu uso no YouTube e na Google Play.

Mas não é só isso. O site da Fortune também informa que um acordo parecido foi fechado com a Warner Music Group, algo que praticamente confirma a validade do serviço, e que o mesmo poderia ser anunciado amanhã mesmo, durante a conferência inaugural da Google I/O. O Financial Times publicou a alguns dias que o novo produto da gigante de buscas poderia complementar o conteúdo que já era oferecido hoje pela Google Music, com um sistema de músicas por streaming pago, e outro, com publicidade.

Se você não estava muito empolgado para acompanhar os eventos de amanhã, acho que essas novidades podem te animar um pouco. Fiquem ligados no TargetHD. Amanhã, comento todas essas (e outras) boas novas do Google.

Via The Verge, Fortune, Financial Times

iTunes completa 10 anos de vida, e é responsável por 6 de 10 músicas vendidas na internet

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Você pode não gostar dele. Você pode entender que você é obrigado a utilizá-lo. Mas o fato é que o iTunes continua mandando no mercado de música digital. Ao completar 10 anos de vida, o serviço que mudou o cenário da música em definitivo é responsável por 63% do mercado mundial de músicas digitais, sendo ainda soberano, mesmo com tantas outras opções disponíveis para consumo de músicas online.

Em 2012, 44 milhões de norte-americanos compraram pelo menos uma música ou álbum completo no iTunes. Essa é apenas uma amostra de todo o poder do serviço lançado em 2003. A iTunes Store é a maior loja de músicas online do mundo, tanto em vendas como no seu acervo. Em fevereiro desse ano, o serviço alcançou a marca de 25 bilhões de canções, dentro de um catálogo de 28 milhões de músicas. Ao redor do planeta, mais de 435 milhões de usuários possuem uma conta ativa no iTunes.

De acordo com uma pesquisa do Grupo NPD, oito de cada dez pessoas que compram (ou compraram) músicas no formato digital já comprara pelo menos uma música no iTunes, o que reflete nessa porcentagem de 63% de participação do mercado. E com os rumores mais frequentes da Apple lançar o seu serviço de streaming de músicas, muitos acreditam que esse domínio vai permanecer por mais algum tempo.

Russ Crupnick, um dos analistas do NPD Group, disse ao Venture Beat que os consumidores tendem a fazer a migração do hábito de comprar músicas para o streaming de músicas, já que é uma opção mais barata e prática em linhas gerais. E a Apple deve acompanhar essa tendência, começando a adaptar o iTunes para esse novo formato.

Por outro lado, isso não exclui a possibilidade desses mesmos usuários seguirem comprando músicas. 41% dos 5.400 entrevistados na pesquisa responderam que consomem regularmente o serviço de músicas por streaming da Pandora, mas afirmam que é importante comprar músicas, justamente por descobrirem novos artistas dentro do serviço, ou ouvindo a música em uma rádio.

E tudo isso é importante para a Apple, ainda mais diante de tantos rumores sobre o tal serviço de streaming musical. Na verdade, ouvimos isso durante os últimos anos. Parece que agora vai. Até porque a maior gravadora do mundo, a Universal Music Group, vai iniciar o seu próprio serviço de streaming de músicas pago.

De qualquer forma, os 10 anos do iTunes apenas confirmam o que vimos lá em 2003: o serviço que chegou para mudar o mundo da música segue sendo o dominante, e se prepara para mais um desafio. O de se reinventar.

Via Venture Beat

[Rumor] Suposto aplicativo de música do Twitter incluirá integração com o Vevo

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Mesmo que pareça algo estranho para muita gente, são cada vez mais fortes os rumores sobre um possível aplicativo de música do Twitter, que oferecerá recomendações musicais, baseado nas músicas que você escuta, e nas canções favoritas das pessoas que você segue na rede social. Um novo rumor relacionado ao assunto indica que o aplicativo também vai permitir a visualização de videoclipes, através da integração com o serviço Vevo, enquanto que uma parceria com o SoundCloud permitirá ao internauta ouvir as músicas dentro do microblog.

Não existem maiores detalhes sobre o novo software, mas alguns afirmam que, inicialmente, ele estará disponível exclusivamente para o iOS, e que poderia aparecer na App Store a qualquer momento. Em todo o caso, o Twitter deseja ainda fechar parcerias com outras empresas além das mencionadas nesse post, para não precisar se limitar a catálogos específicos ou futuras opções inaceitáveis.

Na verdade, o Twitter tenta diversificar ainda mais a sua oferta de produtos e serviços. Começaram com o recurso de edição/publicação de fotos (que tirou o Instagram de seu feed). Depois, lançaram o Vine, que permite ao usuário a adição de pequenos vídeos no feed de notícias. Agora, um serviço de música. Isso tudo significa agregar valor ao serviço, buscando atrair novos usuários, e pensando na manutenção daqueles que já usam o Twitter regularmente. Até mesmo para que esses usem o Twitter por mais tempo.

Só espero que, se o aplicativo realmente existe, que ele não acabe arruinando a nossa experiência de uso no Twitter, com recomendações de músicas e artistas que não são do nosso gosto musical, e sim, das pessoas que nós seguimos.

 

Via All Things D

Nokia anuncia o seu novo serviço, o Music+, com downloads ilimitados e sintonização web

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A Nokia é uma das fabricantes de dispositivos móveis com maior experiência na distribuição de música nos aparelhos e entre os usuários. Isso pode se comprovar não só no lançamento de modelos da linha XpressMusic, mas em recursos de compartilhamento de músicas via Bluetooth em dispositivos com recursos mais simples. Mas estranhamos que, até agora, nenhum dos seus produtos com a linha Lumia conte com algum recurso que pudesse ser uma verdadeira ameaça para o Spotify. Bom, isso acabou hoje.

A Nokia anunciou o lançamento do Nokia Music+, que nada mais é do que uma versão paga da plataforma Nokia Music. A nova versão incorpora opções de assinatura bem interessantes, e com um preço razoável. Até porque os fabricantes entendem que os consumidores estão cada vez mais propensos a pagarem por esse conteúdo, desde que as ferramentas sejam vantajosas e de prático uso.

Pagando o valor de 3,99 euros por mês, o Nokia Music+ oferecerá aos seus usuários uma maior qualidade de áudio, a possibilidade de mudar de música quantas vezes que você quiser, com o Mix Radio, o benefício dos downloads ilimitados de músicas para o seu uso offline e acesso às letras dos seus artistas favoritos, no modo karaokê. Obviamente, o Nokia Music+ ainda não pode competir em pé de igualdade com o Spotify, limitando-se unicamente ao mercado de smartphones, de modo que o serviço também vai oferecer o seu streaming via internet para qualquer dispositivo com um navegador no seu PC ou em uma Smart TV.

Por enquanto, a Nokia não informa quais são os países que vão estrear o Music+, nem mesmo suas respectivas datas de lançamento. Mas a fabricante promete mais notícias sobre o assunto nas próximas semanas. No nosso caso (Brasil), ainda resta mais algumas semanas para juntar dinheiro antes do Lumia 920 chegar. Meses depois de ser lançado la fora.

MySpace é acusado de utilizar músicas sem permissão

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O MySpace mal foi relançado, e já está envolvido em polêmicas. A nova/velha rede social focada na música, que possui o cantor Justin Timberlake como um de seus proprietários, é acusada de utilizar algumas músicas sem a respectiva autorização de seus donos/autores.

Quem acusa o MySpace é o grupo de negociação e gerenciamento de direitos de gravadoras independentes Merlim. O executivo chefe da empresa, Charles Caldas, disse em uma entrevista recente que seu acordo musical com o MySpace expirou a aproximadamente um ano. Entretanto, Caldas afirma que as as músicas de mais de 100 artistas que eles representam ainda estão disponíveis na rede social.

Caldas informa que o MySpace está utilizando as músicas sem a devida permissão de três das principais gravadoras independentes do mercado fonográfico mundial, incluindo a Beggars Group, Domino e Merge. O MySpace afirma que se as músicas das bandas representadas pela Merlin ainda estão na sua rede social “é porque elas são muito populares entre os usuários do MySpace, que constantemente fazem o upload dessas músicas”, entre outros detalhes. Resumindo: o MySpace se exime de culpa sobre o assunto.

O MySpace segue se defendendo. Afirma que as músicas são enviadas pelos os seus usuários, mas que podem ser removidas a qualquer momento através de pedidos das gravadoras. Vale lembrar que a popularidade da rede social musical caiu de forma significativa nos últimos anos, uma vez que foi praticamente abandonada pelos usuários, que buscaram outras alternativas mais atraentes para buscar músicas, compartilhar conteúdo e visualizar videoclipes musicais.

Via NYTimes

Amazon dos EUA lança o AutoRips: comprou o CD físico? Já tem ele em formato digital automaticamente

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Com o objetivo de capitalizar mais um pouco nas já decadentes vendas de CDs, a Amazon dos Estados Unidos anunciou um novo programa de compras para o fã de músicas. O AutoRip tem como objetivo principal estimular as vendas dos CDs que ainda estão no estoque da Amazon, mas também facilitar a vida do usuário que ouve músicas em dispositivos digitais, uma vez que o cliente recebe o álbum digital de graça na compra do mesmo álbum no formato físico.

O AutoRip também oferece uma alternativa para aqueles que não são muito familiarizados com o processo de “ripagem” de CDs (acredite, muita gente entra nesse grupo), além de poder promover o seu serviço de armazenamento de músicas na nuvem, o Amazon Cloud Music. Com isso, eles esperam pegar um pouco do mercado da Apple iTines, que tem a preferência (e a conveniência) de quem já é dono de um iPad, iPhone ou iPod.

O programa basicamente oferecer a cópia digital do CD físico no ato da compra do produto. Como forma de impulsionar a proposta, todo e qualquer CD comprado na Amazon desde 1998 (e já se falava de ripagem de CDs naquela época) foi automaticamente convertido para o formato de álbum digital, e está disponível na conta dos usuários da Amazon Cloud Music. É um bom começo para quem é realmente fã de música e tem uma vasta biblioteca de CDs comprados na Amazon, além de uma ótima oportunidade de ter todas essas músicas no formato digital, de forma legalizada, e com alta qualidade (256 Kbps).

Infelizmente, nem todas as músicas estão elegíveis para entrar no AutoRip, e nem todos os álbuns (e até mesmo músicas selecionadas dos álbuns habilitados para o serviço) estarão disponíveis no formato digital nesse primeiro momento. A Amazon ainda está negociando com as três grandes gravadoras do mercado fonográfico acordos de alguns artistas e faixas, além de negociar com as gravadoras independentes. A ideia é que, no futuro, de forma efetiva, todos os CDs comprados desde 1998 estejam disponíveis no serviço.

A ideia da Amazon é interessante. A maioria das pessoas que ainda compram CDs são aquelas que não se adaptaram completamente às novas tecnologias, mas ao mesmo tempo, a Amazon oferece a proposta digital, caso algum dia ela queira migrar do CD player para o MP3 player. Mesmo em declínio, segundo a Nielsen/Billboard, as vendas no formato físico ainda são grandes responsáveis pela movimentação do mercado fonográfico, e ninguém quer desperdiçar isso.

Via VentureBeat

Apple revela a sua lista de “melhores de 2012” na iTunes App Store

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Depois do Facebook, do Twitter e do Google, agora é a vez da Apple mostrar a sua lista de melhores do ano. E, como em todos os anos, eles revelam os melhores aplicativos na iTunes App Store. Centenas de aplicativos foram escolhidos, e para os usuários, essa é uma forma bem interessante de aproveitar as festas de final de ano e instalar novos apps em seus dispositivos, com alguma coisa que deve ter passado desapercebido por você nos últimos meses.

O aplicativo oficial do YouTube (Google) foi o #1 entre os apps grátis para iPhone, enquanto que o jogo Angry Birds Space (Rovio) ficou no topo da lista entre os apps pagos, além de ser o primeiro também entre os aplicativos pagos para iPad. O Skype ficou na liderança entre os apps gratuitos para o tablet da Apple. Instagram, WhatsApp, Temple Run e Where’s My Water ficaram na segunda posição, respectivamente (grátis e pagos para iPhone, grátis e pagos para iPad).

A Apple também destacou algum dos aplicativos favoritos para iOS em categorias específicas. O Action Movie FX é o aplicativo do ano para iPhone, e o game Rayman Jungle Run é jogo do ano para o iPhone. No iPad, Paper e The Room venceram nas respectivas categorias. A Apple não deixa muito claro quais foram os seus critérios para escolha desses aplicativos, mas nenhum desses aplicativos citados figuram entre os mais procurados em sua loja.

Além de aplicativos a iTunes App Store Best of 2012 também apresentou os seus destaques nos segmentos de música, filmes, séries de TV, livros e podcasts. Frank Ocean foi eleito o melhor artista do ano, Os Vingadores foi o filme do ano, Breaking Bad foi eleita a melhor série de TV, The Dog Stars by Peter Heller é o melhor livro, e o NPR: TED Radio Hour foi eleito o melhor podcast.

A lista completa de vencedores, em todas as categorias pode ser conferida em uma página especial no iTunes.

Google homenageia os 100 anos de nascimento de Luiz Gonzaga

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O Google segue com sua divertida tradição de modificar a sua logomarca para lembrar de eventos importantes, personalidades históricas e datas especiais. Dessa vez, eles resolveram fazer menção ao aniversário de 100 anos de nascimento de uma das personalidades mais importantes de todos os tempos na música brasileira: Luiz Gonzaga.

Luiz Gonzaga, natural de Pernambuco, nasceu em 13 de dezembro de 1912. O “Rei do Baião” é uma das mais completas e inventivas personalidades da música brasileira, praticamente introduzindo em nossa sonoridade (em escala nacional) os ritmos nordestinos (baião, forró pé-de-serra, xote e xaxado). Se regiões com o Sudeste e o Sul brincam as “festas juninas”, muito em parte foi pela influência musical de Luiz Gonzaga.

O músico contava com o apoio e admiração de outros músicos de diferentes segmentos e influências, como Dorival Caymmi, Raul Seixas, Gilberto Gil, Caetano Veloso, entre tantos outros. Sua música influenciou pelo menos seis gerações de músicos que vieram depois dele, nas mais diferentes formas (você sabia que os Raimundos foram diretamente influenciados por Luiz Gonzaga?), e até hoje isso se perdura, pois algumas de suas obras são consideradas atemporais.

Em 2012, o filme biográfico “Gonzaga – De Pai Pra Filho”, dirigido por Breno Silveira, conta boa parte da trajetória pessoal e musical de Luiz Gonzaga, que faleceu em Recife, no dia 2 de agosto de 1989.

Via Google

Bing revela quais foram os termos mais buscados em seu site em 2012

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Ok, eu sei. Ainda estamos em 2012 (na verdade, faltam 33 dias para 2013 começar), e pode ser um pouco prematuro/precipitado aparecer uma lista como essas logo agora. Mas como é nessa época do ano que as retrospectivas e listas começam a aparecer, o Bing resolveu sair na frente, e divulgar os termos mais buscados de 2012 em seu site.

O mundo da cultura pop mais uma vez dominou os termos mais buscados, e refletem o que foi o ano de 2012 nesse segmento. Assuntos como o nascimento do filho da cantora Beyonce, um novo vídeo de Justin Bieber e qualquer coisa que alguma das irmãs Kardashians tenha feito em algum momento foram alvo das buscas dos fãs dessas respectivas personalidades. O objetivo? Notícias, fotos e fofocas envolvendo esses nomes. Nesse ranking em particular, Kim Kardashian e Justin Bieber torcaram suas posições (ela em primeiro, ele em segundo).

Mas o mundo do Bing não foi composto apenas pelos famosos. Assuntos como as eleições presidenciais nos Estados Unidos, o furacão Sandy e o lançamento do iPhone 5 também ficaram em evidência nos termos buscados pelo serviço. Entre as redes sociais, Facebook e Twitter seguem no topo (nessa ordem), e a Apple ocupa três das cinco primeiras posições entre os gadgets mais buscados de 2012 (iPhone 5 no #1, iPad no #2 e iPad 3 no #5).

Abaixo, algumas das listas do Bing que merecem destaque:

Celebridades

  1. Kim Kardashian
  2. Justin Bieber
  3. Miley Cyrus
  4. Rihanna
  5. Lindsay Lohan
  6. Katy Perry
  7. Selena Gomez
  8. Jennifer Aniston
  9. Nick Minaj
  10. Taylor Swift

Redes sociais

  1. Facebook
  2. Twitter
  3. MySpace
  4. LinkedIn
  5. Tumblr
  6. Instagram
  7. Reddit
  8. StumbleUpon
  9. Digg
  10. Klout

Gadgets

  1. iPhone 5
  2. iPad
  3. Samsung Galaxy S III
  4. Kindle
  5. iPad 3
  6. iPod Touch
  7. XBox
  8. PlayStation 3
  9. iPhone 4S
  10. Windows 8

Vídeos

  1. Psy – Gangnam Style
  2. Carly Rae Jepsen – Call Me Maybe
  3. Justin Bieber – Boyfriend
  4. Gotye – Somebody that I used to know
  5. Fun.- We Are Young
  6. One Direction – What Makes You Beautiful
  7. Drake- The Motto
  8. Maroon 5 Feat. Wiz Khalifa – Payphone
  9. The Wanted- Glad You Came
  10. Katy Perry- Part Of Me

Orquestra troca partituras de papel por tablets Galaxy Note 10.1 (com vídeo)

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Se você ainda usa as partituras feitas de papel para executar músicas, sinto em lhe dizer, mas você está velho e ultrapassado. Faz um certo tempo que muita gente especula a possibilidade de substituir páginas e páginas de partituras de papel por um simples, moderno e eficiente tablet, e isso finalmente aconteceu. A Orquestra Filarmônica de Bruxelas (Bélgica) decidiu abandonar todo o calhamaço de papel cheio de notas, e passou a adotar tablets Galaxy Note 10.1 em suas execuções musicais, e contou com uma mãozinha da Samsung para isso.

O administrador da orquestra, Gunther Broucke, explica que sua instituição musical sempre está buscando soluções para não apenas melhorar a sua performance, mas também para inovar no seu processo de executar as músicas. O processo de organização e distribuição de partituras para toda a orquestra é algo que consome muito tempo. E a Samsung viu nessa busca da orquestra uma excelente oportunidade de fazer um marketing positivo dos seus produtos. Por isso, fez a doação de 100 unidades do tablet Galaxy Note 10.1, com um software especialmente desenvolvido para a orquestra.

Com o uso dos tablets, a Filarmônica de Bruxelas vai economizar aproximadamente 25 mil euros anuais em cópias impressas de partituras, uma vez que o Galaxy Note é considerado um produto perfeito para os músicos, dentro dos seus propósitos de verificação e edição musical. Através do software instalado no tablet, o regente pode, por exemplo, fazer anotações ou alterações na sua partitura, e automaticamente enviar essas modificações para os músicos, que vão receber essa alteração ao mesmo tempo. Economia de papel e de tempo para todos.

Os tablets fornecidos para a orquestra também podem funcionar em modos especialmente preparados para a utilização em concertos, que previne a mudança de página não intencional, ou o acionamento do zoom no meio da apresentação. Notificações e outras distrações que podem induzir o músico ao erro também são desativados. Afinal de contas, ninguém vai querer a mãe chamando no Skype enquanto você executa alguma peça de Haendel, certo?

No vídeo abaixo, você poderá ver um pequeno trecho demonstrativo sobre o projeto patrocinado pela Samsung.