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Twitter Music encerra as suas atividades em 18 de abril

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O Twitter Music morreu. Depois de meses agonizando com várias especulações sobre o seu futuro, o Twitter anuncia que o aplicativo para iOS do seu serviço de músicas será retirado hoje mesmo da iTunes, em virtude do fim de suas atividades, previsto para o dia 18 de abril. Curiosamente, o serviço morre no mesmo dia em que ele comemoraria o seu primeiro aniversário.

O Twitter Music nasceu do fruto da compra da We Are Hunted, uma empresa que buscava oferecer ao público as canções mais populares do momento, baseando naquilo que elas mais acessavam na internet. A ideia do Twitter era que o #Music ajudasse o usuário a conhecer os artistas e músicas que os seus amigos escutavam, para criar uma espécie de meta-rede social de caráter musical, tomando como referência informações procedentes do iTunes, Rdio, Spotify, Vine e as próprias mensagens do Twitter.

Porém, no final das contas, a iniciativa não se tornou suficientemente popular (melhor dizendo, foi um desastre calamitoso), forçando assim um cancelamento que era especulado desde outubro de 2013.

O fim do Music não significa que o Twitter tenha perdido o interesse nesse mercado. A empresa vai seguir “experimentando novas formas de oferecer grandes conteúdos baseados na atividade musical que vemos todos os dias no Twitter”.

Via @TwitterMusic

Monitores LG Touch 10 IPS viram instrumentos musicais no Cazaquistão (vídeo)

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A LG Electronics lançou mão de mais um viral, desta vez, para promover o monitor LG Touch 10 IPS. O vídeo foi criado pela marca no Cazaquistão, na Ásia Central, e mostra as funcionalidades do modelo ET83 por meio de uma dupla musical, que se apresenta utilizando os monitores como instrumentos.

A possibilidade de transformar os aparelhos em bateria e teclado virtuais vem da sensibilidade e do suporte para toque em 10 diferentes pontos, simultaneamente. Além disso, o modelo possui tempo de resposta de apenas cinco milésimos de segundo, o que torna possível aos artistas tocar as telas como se elas fossem instrumentos reais.

Confira aqui o vídeo com a performance na íntegra.

 

Via assessoria de imprensa  – LG do Brasil

Prince processa 22 internautas em US$ 22 milhões (ATUALIZADO: Prince desistiu)

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O cantor Prince (que um dia foi conhecido por um símbolo) odeia mesmo a Internet e quem a utiliza. Ele está processando 22 usuários do Facebook e proprietários de outros sites em US$ 1 milhão cada. Detalhe: todos eles administram fanpages e sites com conteúdo do próprio Prince.

No processo, o cantor acusa os internautas de criar páginas de tributo e fanpages com conteúdos que infringem “de forma massiva” o seu material promocional, além de incentivar a pirataria. No processo, Prince alega que cada um deles “é responsável para que milhares aprendam a separar atitudes que culminem na infração de direitos de imagem e pirataria”.

Prince também alega que a criação de tais páginas “se configura em uma rede interconectada de pirataria e distribuição não autorizada de composições musicais e performances ao vivo” do seu material.

Além dos US$ 22 milhões, Prince quer eventuais lucros gerados pelo material pirateado, além dos eventuais custos legais da ação.

Algumas das fanpages citadas no processo são, de fato, páginas que promovem o compartilhamento de músicas do cantor. Muitas delas criados por fãs incondicionais do próprio Prince. Será que a solução é mesmo processar todo mundo?

ATUALIZADO em 29/01/2014 @ 21h05: segundo o site Ars Technica, Prince e seus advogados decidiram encerrar o caso. Um dos advogados do cantor afirmou que “por conta das recentes pressões, os responsáveis pelos sites piratas removeram os arquivos ilegais, e se comprometeram a não mais se engajarem pela pirataria. Nós reconhecemos que os fãs desejam consumir o máximo de material possível, mas preferimos que eles peçam para nós diretamente do que obtenham através de terceiros”.

Via TV Guide

Kim Dotcom apresenta o seu serviço musical online, o Baboom

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Já era de conhecimento (mais ou menos) público que Kim Dotcom, criador do (finado) Megaupload e do Mega, estava centrando os seus esforços em um projeto musical, que seria lançado mais cedo ou mais tarde. Hoje (20), finalmente podemos ver os primeiros esboços sobre isso.

O Baboom é um serviço que chega como um “mix” entre o Spotify e o iTunes (palavras do próprio Dotcom), e mesmo que ele ainda não esteja concluído, já pode ser visto e apreciado em estágio beta na sua página na internet, onde curiosamente é possível ouvir o primeiro trabalho musical do magnata do Mega: Good Times.

Ainda faltam muitos detalhes a serem conhecidos sobre o Baboom, mas parece que o serviço vai permitir aos artistas publicarem músicas gratuitas, para que os usuários possam fazer o seu download sem maiores problemas. Porém, o elemento mais chamativo da proposta é o seu sistema de recompensas, que premiara com US$ 5 mil ou US$ 10 mil a melhor canção e o melhor videoclipe publicado na plataforma, respectivamente.

Está muito claro que estamos diante de mais um serviço online bem chamativo, no mais puro estilo Dotcom de fazer as coisas. Resta saber quais são os segredos que estão escondidos no Baboom para pegar a Justiça de calças curtas (sim, pois o Mega é cheio de artimanhas jurídicas e técnicas para proteger a privacidade dos dados dos usuários).

Via Baboom, ArsTechnica

Quem diria… a música digital registra queda de vendas, e o vinil volta com toda a força

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Olha como são as coisas… se alguém dissesse a alguns anos que as vendas de música digital e CD registrariam quedas, enquanto que as vendas em discos de vinil aumentariam, ou esse alguém seria chamado de louco, ou todo mundo daria risada da cara dessa pessoa. Pois bem, esse alguém deve estar gargalhando nesse momento.

Já era de conhecimento geral que o vinil estava voltando com toda a força, e suas vendas seguem crescendo de forma exponencial. Porém, os dados relativos às vendas de 2013 são, no mínimo, surpreendentes. Segundo um relatório da Billboard, as vendas de vinil dispararam 31,9% em 2013, enquanto que as vendas de álbuns online registraram queda de 0,1%, e no caso do CD, é o que podemos chamar de queda livre, com 14,5%. Temos que levar em conta que esses dados são restritos ao mercado dos Estados Unidos. Mesmo assim, são números significativos.

Um dos motivos para essa variação nos números de vendas está na quarta pata da cadeira, que completa essa equação: o impacto do aumento do consumo de música por streaming, através de serviços como o Spotify. É um mercado que não para de crescer, e que será analisado em breve pela Nielsen.

[Foto: Lali Masriera, CC 2.0]

Via Billboard

Google Play Music finalmente chega ao iOS

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O Google Play Music estreou para a plataforma iOS, com o seu download disponível na App Store. Com esse aplicativo, você pode adicionar até 20 mil músicas de sua coleção pessoal e escutá-las em todos os seus dispositivos (acessando as canções via web), sem usto adicional.

Os usuários premium (que pagam uma mensalidade) terão mais vantagens, como por exemplo um número ilimitado de faixas, criação de rádios personalizadas e recomendações inteligentes de acordo com o seu gosto musical, entre outras características.

Agora o acesso ao seu acervo musical será ainda mais cômodo para os usuários de dispositivos com iOS, uma vez que será possível acessar a a sua conta de um novo aplicativo, além de poder acessar todo o catálogo de streaming para buscar novas músicas e escutá-las (apenas a partir da função Explorer, disponível apenas na conta premium).

Para fazer o download do Google Play Music para iOS, clique aqui.

Google anuncia a primeira edição do YouTube Music Awards

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Parece que a Google quer mesmo bater de frente com a MTV, e anunciou a primeira edição do YouTube Music Awards. A premiação vai acontecer em um grande evento, que será transmitido pelo site, contando com um line-up de artistas de peso para as performances musicais, incluindo Lady Gaga, Arcade Fire e Eminem.

O evento principal acontece em Nova York (EUA), no dia 3 de novembro, e será apresentado por Jason Schwartzman. Outros eventos acontecerão simultaneamente em outras grandes cidades do mundo: Londres (Inglaterra), Moscou (Rússia), Seul (Coreia do Sul) e Rio de Janeiro (Brasil).

O evento vai contar com a produção executiva do próprio Schwartzman, em parceria com ninguém menos que Spike Jonze, um dos mais aclamados diretores de videoclipes de todos os tempos.

No dia 27 de outubro, os indicados ao primeiro YouTube Music Awards serão revelados, baseados na popularidade desses vídeos ao longo dos últimos 12 meses. Uma vez revelados os indicados, os internautas poderão votar em seus favoritos até o dia da premiação.

Abaixo, um vídeo promocional sobre a premiação.

 

Via Google (YouTube)

Vendas de discos de vinil na Amazon aumentaram em 745% desde 2008

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O vinil segue muito vivo nas listas de compras da maior e-commerce do mundo, a Amazon. Não sabemos quem pode levar a culpa: os usuários modernos (que só compram músicas em MP3), os saudosistas analógicos (com o argumento que “o som do vinil tem mais alma, é mais cheio” e poesias do gênero), ou dos fãs do icônico Sony PS-F5 (pessoas de bom gosto e elevado refinamento, por sinal), mas o fato é que a loja online revelou o surpreendente dado que as vendas dos discos clássicos aumentaram em 745% desde 2008.

Os motivos por trás desse crescimentos são muitos. A explosão da onda retrô está diretamente relacionada, mas também não podemos descartar que esse aumento também está diretamente ligado ao departamento musical da Amazon, e mais especificamente, ao serviço AutoRip.

O AutoRip permite que os clientes da Amazon a conversão para o formato MP3 de discos físicos adquiridos na loja (em vinil ou CD), algo que é bem mais barato do que tentar fazer a conversão do vinil para Mp3, o que convenhamos, dá um certo trabalho para fazer de forma caseira. Isso, sem falar nas edições especiais que algumas bandas e cantores lançaram, mas que não estão disponíveis em formato digital, por serem consideradas raridades.

Ou seja, é de se entender que o consumidor queira fazer um 2-em-1, convertendo do analógico para o digital, sem fazer muito esforço.

Os artistas mais populares em vendas na Amazon são: Daft Punk, David Bowie, Nick Cave & the Bad Seeds, Black Sabbath, Queens of the Stone Age, Atoms for Peace, Vampire Weekend, Fleetwood Mac, Alt-J e Led Zeppelin.

Obviamente, não dá para utilizar os clientes da Amazon como parâmetro para medir o mercado de vendas de discos em vinil em termos gerais, mas também não podemos duvidar do bom gosto deles (ainda mais com a lista acima apresentada).

Para mais detalhes sobre o relatório divulgado pela Amazon, clique aqui.

Razer lança no Brasil os novos fones Hammerhead e Hammerhead Pro, para os fãs da música e games

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A Razer anuncia o lançamento para o mercado brasileiro da série de fones de ouvidos intra-auriculares Razer Hammerhead, com modelos destinados aos gamers e aos amantes de música. Os fones prometem uma alta qualidade de áudio gerada por seus drivers de 9 mm feitos em neodímio, e está disponível no Brasil em duas versões: Razer Hammerhead e Razer Hammerhead Pro, que conta com microfone onidirecional e controle remoto de chamadas no fio.

Os dois produtos são feitos com o mesmo alumínio utilizado em aviões e oferecem durabilidade extrema em formato leve e confortável. Com acabamento de superfície fosco e escovado, os novos headsets da Razer se apresentam como uma proposta que combina beleza e eficiência para usuários com diferentes perfis de uso.

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As extremidades dos fones são intercambiáveis e as peças, em três tamanhos diferentes, já acompanham os produtos, bem como conectores bi-flange, que garantem total isolamento de som.

As câmaras acústicas internas do Razer Hammerhead possuem design de som otimizado para aumentar a ressonância auricular. Com alta performance, afinação precisa e drivers de 9 mm de neodímio, os headsets prometem um som que une graves potentes e agudos claríssimos em qualquer nível.

Preço: R$299
Disponível a partir de agosto de 2013

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Características do produto:

– Produzido em alumínio
– Avançado isolamento passivo de ruído
– Pontas de fone intercambiáveis com bi-flanges
– Drivers reforçados para fidelidade total de som com graves extremos
– Compatibilidade com iPhone, Android e dispositivos móveis
– Microfone onidirecional
– Separador de cabo de áudio e microfone para uso no computador

Headphones

– Drivers de 9mm em neodímio
– Freqüência de resposta de 20Hz – 20kHz
– Impedância de 16 Ω
– Sensibilidade a 1kHz: 106dB
– Comprimento do cabo: 1,3m
– Peso aproximado: 12.5g
– Conector analógico com jack combinado (fone e microfone) de 3,5mm

Microfone

– Freqüência de resposta de 50Hz – 10kHz
– Onidirecional

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Também está disponível o headphone Razer Hammerhead, para aqueles que não necessitam de comunicações de voz.

Preço: R$199
Disponível a partir de agosto de 2013

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Via Assessoria de Imprensa

Jay-Z estreia o seu novo álbum com a ajuda da Samsung

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O rapper Jay-Z decidiu inovar (em uma manobra arriscada, mas bem sacada) na hora de lançar o seu novo álbum, Magna Carta Holy Grail. Antes das faixas serem disponibilizadas para compra para o grande público, elas estarão disponíveis de graça antes (e de forma exclusiva) para os proprietários de alguns smartphones da linha Galaxy da Samsung. E de graça.

Os donos dos modelos Galaxy S3, Galaxy S4 e Galaxy Note 2 podem fazer o download de um aplicativo do álbum na Google Play Store no dia 24 de junho. O primeiro milhão de downloads contarão acesso gratuito às faixas do álbum no dia 4 de julho, 72 horas antes do lançamento do disco para o grande público (7 de julho).

Essa é uma estratégia bem inteligente por parte da Samsung e de Jay-Z. A base de fãs do rapper é grande, e com essa manobra, podem ficar tentadas a comprar os modelos citados durante o período da promoção. Por outro lado, os usuários da Samsung não vão querer perder a oportunidade de conseguir músicas de graças para os seus dispositivos. É claro que existe o risco dos fãs do rapper que não são proprietários de dispositivos da Samsung se sentirem “deixados de lado”, mas em linhas gerais, vale a pena correr o risco.

Magna Carta Holy Grail é o primeiro álbum inédito de Jay-Z desde The Blueprint 3, lançado em 2009. Abaixo, você pode ver um vídeo mostrando algumas cenas de bastidores da gravação desse novo álbum.

Via Venture Beat

Loja de música da BlackBerry World já está disponível para o Brasil, nos modelos BlackBerry 10

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A BlackBerry anunciou hoje (06/06) que a loja de música da BlackBerry World para smartphones BlackBerry 10 agora está disponível para os consumidores do Brasil. A loja da música oferece um dos mais robustos catálogos para celular de hoje em dia, oferecendo conteúdos de todos os grandes selos musicais. Consumidores poderão ter uma prévia dos conteúdos e adquiri-los usando diversas formas de pagamento.

“A música é importante parte de uma rica experiência móvel. Os consumidores querem um acesso fácil e conveniente às suas canções favoritas, onde quer que eles estejam” afirma Angel Aldana, Gerente de Alianças da BlackBerry para América Latina. “Estamos ansiosos para lançar a loja de música para os smartphones BlackBerry 10 no Brasil, dando aos consumidores fácil acesso a um dos mais completos catálogos de música para dispositivos móveis de hoje.”

A vitrine da BlackBerry World oferece livre DRM e arquivos de música de alta qualidade (até 320 kbps). Consumidores também podem facilmente conectar seus smartphones BlackBerry 10 para escutar suas canções em qualquer sistema musical.

Review | HD Portátil Seagate Wireless Plus

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Seagate-Wireless-Plus-top Utilizamos nossos tablets e smartphones também para entretenimento. Não são poucos os usuários que consomem músicas e vídeos em dois dos dispositivos mais cobiçados do planeta. Mas 16, 32 ou 64 GB são insuficientes para aqueles que contam com uma grande biblioteca multimídia. E utilizar um HD conectado à porta microUSB do dispositivo (quando isso é possível) não é a solução mais confortável do mundo. Logo, a melhor escolha é utilizar um HD Wireless portátil, como é o caso do Seagate Wireless Plus. Nesse review, vamos analisar as principais características do produto, e compartilhar a nossa experiência do produto. A unidade enviada pela assessoria de imprensa da Seagate Brasil possui 1 TB de armazenamento, o que deve ser espaço suficiente para atender a demanda da maioria dos usuários que desejam levar a sua biblioteca de fotos, vídeos e músicas em qualquer lugar.

Antes de começar…

Os testes que fizemos com o Seagate Wireless Plus foram essencialmente com dispositivos móveis (smartphones e tablets), que é onde está a sua aplicação principal. O produto se descreve compatível com computadores, TVs e videogames, com a mesma funcionalidade: o streaming de conteúdo armazenado no periférico para esses equipamentos. Acreditamos que o produto deve funcionar sem problemas com TVs e videogames, mas como o nosso foco era a mobilidade, não realizamos tais testes. Apenas por uma simples opção pessoal.

Acessórios

DSC06665 O produto vem muito bem embalado, em uma caixa bem resistente. Nada mais justo: estamos falando de um HD de 1 TB, tal com outro qualquer, que é sensível à quedas e choques. Nesse aspecto, a Seagate cumpre com a necessidade de acondicionar o seu produto para transporte com qualidade. Já vimos outros fabricantes deixar isso por conta do varejista, o que nem sempre funciona muito bem. DSC07083 O kit de venda vem com um adaptador para rede elétrica, para recarregar a bateria interna do dispositivo, e para manter o produto em funcionamento durante várias horas. Lembramos aqui que a bateria interna do Seagate Wireless Plus tem uma autonomia de uso de até 10 horas longe da tomada. DSC07087 DSC07091 Além disso, um cabo USB acompanha o produto, para fazer o transporte dos conteúdos armazenados em seu computador para o HD. Vale lembrar que o Seagate Wireless Plus é compatível com portas USB 3.0, o que é uma mão na roda na hora de transportar grandes volumes de dados. DSC07095 Para se conectar ao adaptador de rede elétrica, o kit também acompanha o cabo de conexão para a porta DC do HD. DSC07097 O produto também vem com um adaptador para o cabo USB 3.0 (SuperSpeed), viabilizando assim a sua conectividade com notebooks ou desktops para transporte de dados. DSC07107 Por sua vez, esse adaptador se conecta na parte traseira do dispositivo… DSC07109 …deixando o produto com essa aparência, depois de seu adaptador ficar conectado.

Características Físicas

DSC07116 O Seagate Wireless Plus é um produto bem construído, e com um acabamento excelente. Diferente do que se imagina, a sua carcaça externa é feita de um plástico bem resistente, e não com um acabamento metálico. Mesmo assim, a aparência visual é ótima, sendo um produto sóbrio e muito bem apresentável para ser usado em qualquer lugar. DSC07120 É um produto relativamente espesso (12 cm de altura), mas isso não impede que ele cumpra com a sua principal missão: a portabilidade. Pesando pouco mais de 250 gramas, ele pode ser transportado com comodidade dentro da bolsa ou mochila, sendo também uma ferramenta interessante para um uso profissional (backups, armazenamento remoto, etc). DSC07155 Não que seja um produto que você vai ficar segurando o tempo todo, mas é bom ter uma ideia de sua proporção, ao segurar o produto. Para exemplificar melhor a sua proporcionalidade, ele é pouca coisa mais larga que o smartphone Samsung Galaxy Gran Duos (análise em breve aqui no blog). DSC07135 Outro cuidado da Seagate com o acabamento do produto está na parte inferior do dispositivo, que possui um acabamento em tom preto fosco, com os seus pequenos pés de apoio com materiais emborrachados. DSC07124 Tal como informamos antes, temos aqui o conector para o cabo DC, para recarregar a bateria interna do HD. DSC07130 O botão de liga/desliga do dispositivo… DSC07146 …que em atividade, fica com os seus dois LEDs ativos: o que indica a atividade do dispositivo, e o indicador de atividade de rede do HD. É sempre bom lembrar que o Seagate Wireless Plus conta com um dispositivo de rede para se comunicar com os gadgets e outros dispositivos. E é isso que torna o produto mais funcional e prático para a reprodução de conteúdos por streaming. DSC06716 Para transferir os seus conteúdos para o HD, nada melhor do que usar a porta USB 3.0 disponível no dispositivo.

O Produto em Funcionamento

Para realizar os testes do Seagate Wireless Plus, utilizamos o tablet Nexus 7, cujo review já foi feito no TargetHD.net (clique aqui para ler). Entendemos que essa é a forma mais prática e proveitosa para a maioria dos usuários consumirem os conteúdos multimídia, e porque também valia a pena aproveitar o potencial total de um dispositivo que já está plenamente ajustado para a reprodução de vídeos.

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Talvez um dos inconvenientes do dispositivo seja a necessidade de você se desconectar da sua rede WiFi de internet para utilizar a rede criada pelo HD da Seagate. Nos testes, tentamos utilizar o roteador como “intermediário” entre os dois dispositivos, mas isso não foi possível. O guia rápido do produto enviado pela Seagate também não dá indicações sobre essa viabilidade, e na prática, a interface interna de conexão do HD também não pode ser modificada. Logo, você precisa escolher: ou você navega na internet, ou vai ver os seus vídeos sem ser incomodado pelos seus amigos nas redes sociais.

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Dito isso, a conectividade é feita sem maiores dificuldades. Para as configurações iniciais, o software da Seagate vai te conectar uma primeira vez na internet para ajustes complementares de configurações e atualizações. Depois, o próprio software avisa que você precisa se conectar na rede do dispositivo para poder identificar os arquivos nele armazenados.

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A disposição dos vídeos armazenados podem ser exibidos por capas de miniaturas, que podem ser divididos em pastas, álbuns e categorias. Uma interface simples e limpa, de fácil identificação visual.

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Se você assim preferir, você pode exibir esses conteúdos armazenados em forma de lista. Pode ser uma conveniência maior, dependendo da situação, até mesmo para obter informações adicionais desses conteúdos, como por exemplo o tempo de cada música armazenada em uma pasta específica.

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Para facilitar a sua identificação, a interface também mostra as datas de criação das pastas no dispositivo, o que ajuda e muito no gerenciamento dessas pastas e arquivos, principalmente nas escolhas dos conteúdos. Ao que interessa: a reprodução de conteúdos.

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Como é de nosso costume, deixamos os arquivos de legendas dentro das pastas dos vídeos, para identificar se o player de vídeo nativo da Seagate consegue reconhecer esses arquivos, exibindo as legendas no vídeo.

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E a resposta é: NÃO. De forma nativa, o player de vídeo do Seagate Wireless Plus não identifica as legendas de vídeo armazenadas na mesma pasta dos vídeos. Utilizando os formatos .MKV e .MP4, a opção oferecida pela Seagate não é a mais adequada para aqueles que dependem de legendas para compreender o que é dito nas suas séries preferidas. O problema poderia ser atenuado se o dispositivo fosse compatível com outros aplicativos de reprodução de vídeos, como o Play Filmes (Google) e o MX Player, que contam com suporte nativo para legendas. Porém, o Seagate Wireless Plus passa pela obrigatoriedade de passar pelo seu aplicativo para se tornar funcional, o que inviabiliza essa possibilidade. Testamos os dois aplicativos citados com o dispositivo, e em ambos, a unidade Wireless sequer foi identificada.

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Sobre a reprodução de formatos, os resultados oscilaram. Alguns dos principais formatos com maior qualidade de imagem, como .MKV, .MP4 e .WMV foram executados sem maiores problemas. Já arquivos no formato RMVB (ainda muito popular) não foi identificado, e o player simplesmente não respondeu ao solicitar a reprodução do arquivo.

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O Seagate Wireless Plus também possui um player musical integrado. Um player simples, com as funcionalidades mais básicas. Funcionou sem problemas ou travamentos.

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Detalhes como nome completo da faixa ou do arquivo em .MP3 também podem ser exibidos na lista de reprodução musical.

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O visualizador de fotos também é executado sem maiores problemas, inclusive com recursos de zoom integrado para as imagens.

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Conclusão

DSC07151 O HD Seagate Wireless Plus está APROVADO. O produto cumpre o que promete, com configurações de média complexidade para a maioria dos usuários, e funcionalidades essenciais para o consumo de conteúdos. Talvez as limitações de exibição de legendas no player nativo e alguns formatos incompatíveis acabem deixando a desejar, mas não desprezamos a possibilidade de contar com um dispositivo de armazenamento de 1 TB, com streaming sem fio e com a possibilidade de consumo de conteúdo em múltiplas plataformas. No Brasil, o Seagate Wireless Plus tem preço sugerido de R$ 699.

[Rumor] Apple teria fechado acordo com a Warner Music para lançamento da iRadio

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Segundo indicam os recentes rumores, a Apple estaria finalizando os detalhes para o lançamento de um serviço de música via streaming chamado (ao menos por enquanto) iRadio. Para que o produto se transforme em uma realidade, a gigante de Redmond necessita de apoio das principais gravadoras, e ontem (02/06), eles teriam chegado a um acordo com a Warner Music, a terceira maior gravadora do mundo.

O acordo seria similar ao fechado previamente pela Apple com a Universal Music (a #1 do mercado mundial), mas ainda faltaria a segunda maior gravadora do mercado: a Sony.

O novo serviço (que já tinha sido mencionado antes) está sendo comparado com o Pandora, mas a grande diferença está no pagamento que os donos das músicas receberiam. A Apple propõe um pagamento muito maior que a concorrência oferece (ainda que serviços como Spotify, Rdio e Google não tenham sido mencionados pelas fontes que citam os rumores).

Além disso, outro ponto a favor da Apple durante o processo de negociações seria o fato que o serviço estaria integrado ao iTunes. Logo, seria possível adquirir as canções executadas por streaming sem maiores complicações ou interrupções para o usuário. Esse é um ponto importante, pois 70% do valor das vendas do iTunes é entregue ao dono da música.

Ainda que as coisas pareçam ser muito interessantes no papel, é importante deixar claro que, mesmo com fontes confiáveis, o que temos aqui ainda são rumores, e que o anúncio do iRadio durante a WWDC 2013 não está garantido. mesmo assim, a informação provém de alguns dos veículos de imprensa mais importantes dos Estados Unidos, e pelo histórico, podemos aqui aplicar a teoria do “onde há fumaça, há fogo”.

Via Billboard, Wall Street Journal, New York Times, CNET

Sony Entertainment Network lança serviço Music Unlimited no Brasil

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A Sony Network Entertainment International anuncia que o Music Unlimited, serviço de assinatura de música digital da empresa baseado em nuvem, agora está disponível no Brasil. O serviço oferece acesso sob demanda a um catálogo global de mais de 20 milhões de faixas licenciadas dos principais selos e muitos selos independentes líderes para vários dispositivos, como o consoles PlayStation 3 e PlayStation Vita, smartphones e tablets Android, iPhone, PCs e outras plataformas.

São dois planos de assinatura: mensal Premium (R$ 14,90) e Básico (R$ 7,90). A assinatura do Music Unlimited permite aos clientes ouvirem música a partir de suas listas de reprodução pessoais, canais dos seus artistas favoritos ou canais pré-programados por época ou gênero, com essas listas indo com o usuário para qualquer lugar, sem o inconveniente de sincronização de faixas, ou de fazer login em várias contas.

Principais Características do Music Unlimited:

  • O serviço em tempo real e baseado em nuvem sem arquivos digitais. Os clientes podem acessar a biblioteca de músicas licenciadas em qualquer lugar, a qualquer momento, a partir de qualquer computador (Windows ou Mac OS), de qualquer dispositivo móvel com Android, iPhone e iPod touch, PlayStation 3 (PS3), PlayStation Vita (PS Vita), TVs de alta definição BRAVIA da Sony, dispositivos Blu-ray Disc e Walkman da Sony.
  • Mais de 20 milhões de faixas licenciadas, incluindo todos as grandes selos e muitos selos independentes e locais. Uma oferta de acesso aos sucessos mais recentes, favoritos locais e aos clássicos atemporais.
  • Canais de música pré-selecionados, com a capacidade de criar listas de reprodução pessoais e de adicionar listas de reprodução baseadas na preferência de artista em todos os dispositivos compatíveis.
  • Recurso de reprodução offline para dispositivos Android e PS Vita, permitindo que os usuários possam ouvir músicas selecionadas adicionadas a listas de reprodução offline quando não estiver online.
  • Os clientes podem ter a certeza de que seu prazer de ouvir nunca será interrompido por propagandas ou pela impossibilidade de pular as músicas indesejadas.

Com a inclusão do Brasil, o serviço Music Unlimited está agora disponível em 19 países, incluindo (em ordem de lançamento): Reino Unido, Irlanda, França, Alemanha, Itália, Espanha, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Dinamarca, Finlândia, Noruega, Suécia, Canadá, Bélgica, Holanda, Japão e México.

Para mais informações, acesse a página do Music Unlimited, no site da Sony Brasil.

Google Play Music All Access é anunciado oficialmente

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Um dos anúncios mais esperados da Google I/O 2013 foi confirmado. O Google Play Music All Access é oficial, e se apresenta como uma plataforma de streaming musical na nuvem, que certamente chega para bater de frete com serviços como o Spotify.

Seguindo a ênfase social atual, o Google Play Music All Access vai oferecer ao usuário a possibilidade de descobrir novas músicas, utilizando um serviço baseado em recomendações, a partir da tela Explorar. Também será possível escolher estações de rádio favoritas, e eliminar da sua playlist aquelas músicas que não te agradam.

Obviamente, o Play Music All Access incorpora funções inteligentes, como o Listen Now, que destaca os últimos lançamentos, e aqueles conteúdos que você acredita que, por algum motivo, podem te agradar mais.

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O preço do Google Play Music All Access nos Estados Unidos será de US$ 9.99/mês, com um período de testes gratuito de 30 dias. O serviço já está ativo em terras norte-americanas, e para aqueles que se registrarem antes do dia 30 de junho, vai receber um desconto de US$ 2 no serviço. Uma versão gratuita do Play Music All Access estará disponível, que será financiada através de publicidade veiculada na plataforma.

Não há informações ou previsão para o lançamento da Google Play Music All Access no Brasil. Pelo menos, por enquanto. Caso apareça alguma novidade sobre isso, esse post será atualizado.

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