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Mudanças na Samsung podem vir de cima, e J.K. Shin pode deixar o posto de CEO

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Segundo o Wall Street Journal, os preocupantes resultados financeiros obtidos pela Samsung no segmento mobile podem resultar em uma renovação no setor mais alto da empresa, com uma possível saída de J.K. Shin, presidente da divisão.

Shin foi o responsável pelo meteórico crescimento da Samsung no setor de dispositivos móveis. Nada foi confirmado, mas segundo as fontes do jornal, o assunto está em discussão na mesa dos acionistas da empresa.

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Um dos substitutos pode ser o chefe da divisão de televisores, Boo-keun Yoon (foto acima), que acumularia as duas funções. Ainda segundo o WSJ, se a decisão estiver tomada (aparentemente está) – ou ela seria tomada nas próximas semanas, a mudança só aconteceria no final desse ano. A Samsung não se pronuncia sobre o assunto.

Todas as mudanças tem como objetivo responder mais rapidamente a concorrência, principalmente aquela que vem da China, com produtos em todas as linhas e preços muito baixos. Ao mesmo tempo que novas estratégias e mudanças são pensadas, a Samsung também pensa na sucessão do seu principal executivo, Lee Kun-hee – que foi hospitalizado no último mês de maio, por conta de um ataque no coração -, dando lugar para o seu filho, Lee Kun-hee (sim, é o mesmo nome, nós não erramos).

Via WSJ

A verdade é uma só: os pacotes de dados móveis nunca foram ‘ilimitados’

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Durante a última semana, muitos usuários foram surpreendidos com a notícia que a Vivo mudaria a sua filosofia de oferta de serviços de internet móvel pré-paga. A partir de novembro, não haverá mais a redução da velocidade dessas conexões, mas sim a interrupção dessa conexão. E tal mudança já começa a ser fonte de reclamação entre os usuários.

A tendência é que as principais operadoras de telefonia móvel no Brasil acompanhem a mesma escolha da Vivo, e em médio prazo, a era da internet móvel ‘ilimitada’ acabe no Brasil. A ideia é que, no futuro, os pacotes pós-pagos passem a adotar o mesmo sistema (algo que a Vivo por enquanto não fez). Para que tudo funcione da forma como a operadora espera, os termos de uso foram ligeiramente modificados, onde a redução de velocidade agora é indicada como ‘oferta em caráter promocional’.

A estratégia de interrupção do serviço de internet móvel não é uma prática incomum. Em outros mercados (Europa, principalmente), essa prática é adotada sem maiores problemas. Porém, os pacotes de acesso à internet são mais generosos, e o serviço é (em via de regra) de melhor qualidade do que aquele encontrado no Brasil. E é aqui que eu começo a dissertar sobre a minha frase do título desse post: a internet móvel no Brasil ‘nunca foi ilimitada’.

O brasileiro precisa encarar diversas limitações para usufruir dos seus serviços de dados de forma decente: área de cobertura, velocidade ofertada pelas operadoras, qualidade de sinal de rede, velocidade final ofertada, preço elevado… tudo isso me leva a crer que a internet móvel brasileira é tudo, menos ‘ilimitada’. Essas limitações transformam automaticamente a relação custo/benefício da nossa internet móvel uma das piores do planeta.

Mas a maior limitação dos pacotes ‘ilimitados’ – e o que diretamente torna essa decisão do fim da redução da velocidade de conexão algo ainda mais complexo de se lidar – está no fato das operadoras ofertarem pacotes com volume de dados ridículos a preços elevados. As operadoras não entenderam que, com o passar dos anos, o volume de dados e as necessidades dos usuários mudaram drasticamente, e chega a ser uma ofensa oferecer planos com 500 MB de dados, que pode ter a sua velocidade reduzida de 1 Mbps para 32 Kbps.

Na prática, o serviço vai ficar mais caro para quem usa mais. Ser obrigado a comprar pacotes adicionais de dados para restabelecer o serviço como um todo é algo que realmente incomoda e muito. Que ao menos aconteça uma ‘troca’: eu tiro o seu pacote ‘ilimitado’ com redução de velocidade, mas em compensação ofereço um pacote com maior volume de dados, com uma qualidade decente.

A Anatel quer que as operadoras se expliquem sobre essas mudanças, que precisam ser comunicadas aos usuários com 30 dias de antecedência. A Vivo é a única que realizou tal mudança, e já avisa os usuários via SMS.

De qualquer forma, vamos aguardar pelos próximos acontecimentos. Do jeito que as coisas funcionam no Brasil, não será nenhuma surpresa se os pacotes atuais se tornarem limitados, sem nenhum tipo de compensação para o usuário – que, de novo, paga caro por um serviço que já possui diversas limitações. É evidente que as operadoras visam um objetivo real e imediato: o lucro. Por outro lado, as medidas que podem ser tomadas devem prejudicar diferentes categorias de usuários. Desde o usuário que adora ver vídeos em qualquer lugar, até aquele que ao menos usa o WhatsApp com uma velocidade reduzida.

Com informações de O Globo e Tecnoblog

Facebook proíbe a oferta de conteúdos em troca de “likes”

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O Facebook anunciou várias mudanças importantes em sua plataforma. Algumas são mais sutis que as outras, mas uma delas não passou desapercebido, e é uma grande mudança: a proibição de ofertas de acesso aos aplicativos ou conteúdos em troca de “likes”.

Os termos de uso da rede social de Mark Zuckerberg agora especifica que não se deve mais incentivar as pessoas a utilizarem plugins sociais que realizam cliques em “likes” de uma página, assim como oferecer recompensas, acesso a aplicativos ou conteúdo de aplicativos em função do “like” (ou não) de uma página. O que ainda está valendo é convidar as pessoas para que elas entrem no aplicativo ou promoção em uma página.

A medida é positiva, pois desestimula as trapaças típicas já vistas no Facebook, onde páginas que não contam com conteúdo muito relevante conseguia inflar os seus “likes” artificialmente. Os desenvolvedores terão que implementar as mudanças necessárias em suas páginas antes do dia 5 de novembro de 2014.

Via Facebook, The Next Web

OnePlus planeja abandonar o Cyanogen, para criar o próprio software

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É uma notícia curiosa, levando em conta que o smartphone em questão foi concebido com o pessoal da Cyanogen – e esse é claramente um dos motivos de suas reclamações. Rumores vindos da China (site Sina Tech) revelam que a OnePlus já está trabalhando em suas próprias ROMs.

O que dizem é que o desenvolvimento do sistema não está tão rápido quanto a OnePlus gostaria, e já haveriam mudanças de estratégia para um futuro próximo, ou com novos produtos, ou diretamente com o OnePlus One. Para isso, o fabricante deslocaria a sua equipe de desenvolvimento para Taiwan, para o desenvolvimento de sua própria ROM ou versão do sistema operacional da Google.

Tudo isso, para deixar a CyanogenMod para trás.

O Sina Tech garante que a informação veio do CEO da OnePlus, Peter Lau, mas não há uma forma simples de confirmar as informações. Outros veículos locais contactaram a empresa, que confirmaram a mudança de país, mas nada sobre abandonar a Cyanogen.

Até que novos detalhes apareçam, e se tudo isso estiver correto, teremos outro fabricante personalizando o Android. Sabemos da capacidade deles por conta dos primeiros modelos Oppo. Porém, é tudo aquilo que a Google NÃO quer para o seu sistema.

Também devemos ver o assunto por outra ótica. Sair da China para fazer um trabalho especial e localizado pode significar uma forma de desenvolver suas ROMs no telefone atual, inclusive ao gosto do mercado chinês. Sair para manter segredos importantes.

O CyanogenMod é um trabalho elogiado por ser simples e intuitivo. Porém, há coisas que precisa melhorar, como o aplicativo de câmera ou a velocidade de atualizações. E a OnePlus não parece muito disposta a esperar.

Via MobileGeeks

Mudanças nos aplicativos com compras integradas já começam a aparecer na Google Play

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A União Europeia está trabalhando com a Apple e Google para desenvolver um sistema de proteção para os usuários em relação aos aplicativos com compras integradas. Algo que nos últimos anos gerou denúncias e reclamações, principalmente pela facilidade que as crianças conseguiam realizar transações nesses aplicativos.

Na semana passada, a própria UE emitiu um comunicado revelando novidades e mudanças que serão efetivas nos próximos meses. A Google foi quem mais trabalhou nesse assunto, e confirmou que uma das mudanças que vão entrar em vigor é que os jogos que contam com itens vendidos dentro do aplicativo não mais receberão o rótulo “GRATUITO”. Também vai oferecer a opção de pedir a autorização prévia do dono da conta, através de uma senha, a cada vez que uma compra deve ser processada.

A informação procedente da UE indica que em dezembro de 2013, uma série de petições foram enviadas para algumas empresas (as já citadas Apple e Google, assim como a Federação Europeia do Software Interativo) tais como a que os jogos com essa característica não induzam ao erro os consumidores, que não sejam tão agressivos na tentativa de vender conteúdos in-app, ou que as formas de pagamento sejam claras e transparentes.

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A Google respondeu, confirmando o exposto no parágrafo anterior. Já a Apple ainda não ofereceu uma solução para essas questões, mas garantem que é um tema que está em discussão na empresa, e que tratarão com a devida atenção no futuro.

A Google garante que suas mudanças estarão concluídas no final de setembro de 2014. Entendemos que tais modificações afetarão inclusive as categorias da Google Play Store, e a forma e apresentar os aplicativos na loja. E não são mudanças tão simples assim: imagine reclassificar milhares de aplicativos em apenas três meses.

Via União Europeia

Primeiras características do Android 4.4.3 são reveladas

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O Android 4.4 KitKat representa uma evolução importante do sistema da Google, se comparado com a versão anterior do sistema. Infelizmente, ainda são muitos os smartphones lançados em 2013 que não receberam a atualização para o Android 4.4.2, e muitos esperam essa versão de forma impaciente em seus dispositivos – de forma compreensível. O mais curioso é que, apesar da versão 4.4.2 ainda não estar disponível para todo mundo, um vazamento revela muitas das características que, provavelmente, estarão presentes na revisão do Android 4.4.3.

A seguir, temos uma lista de algumas das mudanças mais importantes, que podem estar presentes nessa nova versão:

* Correção da frequência das conexões de dados
* Otimização do processo mm-qcamera-daemon, que na versão 4.4.2 provocava um uso excessivo da CPU em alguns apps
* Foco da câmera melhorado no modo convencional e com HDR
* Vários parches que melhoram o funcionamento da conexão Bluetooth
* Correção do problema da reinicialização aleatória em alguns aparelhos
* Reparação dos acessos diretos eliminados depois da atualização de alguns apps
* Duração da segurança nas conexões USB
* Parche para o processo de conexão automática para as redes WiFi
* Melhora de vários parâmetros de funcionamento da câmera
* Parches para o calendários, mensagens MMS, gerenciamento de contatos, IPv6, DSP, VPN, entre outros
* Correção dos bloqueios da tela de ativação
* Parche para os gráficos de monitoramento do uso de dados

Como você pode ver, praticamente todas as melhorias são parches adicionados para corrigir alguma deficiência do Android 4.4.2, o que nos leva a crer que a atualização para a versão 4.4.3 terá um alcance limitado. Mesmo assim, é interessante porque tudo isso deve melhorar a experiência dos usuários que padecem de algum desses problemas.

Por enquanto, nada é oficial, mas todas as melhoras são críveis, e apontam que possivelmente a próxima revisão do Android pode estar mais próxima do que pensamos.

Via Android Police

Microsoft proíbe o acesso aos dados de seus usuários, mesmo que sejam funcionários da empresa

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A alguns dias, ficamos sabendo do caso de um funcionário da Microsoft que vazou informações confidenciais sobre produtos da empresa, e que foi descoberto depois de verificar os conteúdos de seus e-mails no Hotmail. Não é preciso ser um gênio para compreender a fumaça que tal revelação levantou sobre a hipótese da Microsoft estar espiando a caixa de entrada dos seus usuários.

Nesse momento, a Microsoft afirma que não poderia ter feito o que fez de forma diferente, pois as cortes não outorgam permissões para as empresas obterem informações sobre si mesmas. De qualquer forma, eles decidiram mudar de estratégia. Brad Smith, principal advogado da Microsoft, emitiu um comunicado que informa que, a partir de agora, “se recebermos informações que indiquem que alguém está utilizando nossos serviços para enviar uma propriedade intelectual física ou roubada da Microsoft, não inspecionaremos o conteúdo privado desse cliente”. Ou seja, de agora em diante, eles vão levar essa informação para a polícia, para que os passos dados a seguir sejam pertinentes.

Ainda que a mudança seja significativa, é difícil de acreditar que ela chegará a ser aplicada em muitos casos, porque depois do que aconteceu recentemente, a pessoa terá que ser muito burra para vazar informações de uma empresa utilizando os seus próprios serviços.

Em todo caso, a Microsoft quer que não reste dúvidas sobre o seu compromisso pelo respeito à privacidade dos seus usuários, e por conta disso está trabalhando com a Electronic Frontier Foundation (EFF) e o Centro pela Democracia e Tecnologia, para conversar sobre as medidas a tomar, com o objetivo de manter os dados dos seus clientes corretamente privados.

Via TechCrunch, Technet

OFICIAL: Microsoft retira várias das restrições impostas no Xbox One

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Foram muitas reclamações, críticas negativas e até mesmo um caso clássico de bullying do principal rival. E a Microsoft teve que ceder. A empresa acaba de anunciar de forma oficial algumas mudanças nas políticas de uso do Xbox One.

As mudanças foram feitas claramente para recolocar o Xbox One na briga com o PlayStation 4, mostrando que a empresa ao menos ouviu os gamers e toda a crítica especializada. A seguir, algumas que merecem destaque:

Não mais será obrigatória a conexão de internet para rodar os jogos. O usuário, se quiser, poderá utilizar o videogame onde e como quiser. A única obrigatoriedade é uma primeira conexão aos servidores da empresa, para configurar o sistema do console. Depois disso, é de livre uso. 
A troca, revenda e aluguel de jogos funcionará tal e qual acontece com o Xbox 360. Ou seja, não vai haver nenhum tipo de limitação para a utilização de jogos em diferentes consoles.
Os jogos do Xbox One não mais terão as restrições regionais, porém, os jogos adquiridos em discos devem permanecer nos discos, não mais podendo ser copiados no HD interno do console.

Don Mattrick, chefe da divisão do Xbox (e o mesmo que disparou a pérola: “para quem quer jogar offline, o Xbox 360 existe para isso”), confirmou que a Microsoft decidiu realizar essas mudanças em resposta aos comentários dos usuários, e agradece “a paixão, o apoio e a vontade de mudar a forma como a empresa lida com as questões de licenças digitais e de conectividade”.

Na verdade, Mattrick, não precisa agradecer. Era a obrigação da Microsoft promover essas mudanças. Caso contrário, o Xbox One teria grandes chances de ser um retumbante fracasso. Seja como for, são boas notícias os gamers que querem mais diversão, e menos complicação com os consoles da próxima geração.

Via Microsoft

Jony Ive estaria preparando “grandes mudanças” no calendário e e-mail do iOS 7

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Muitos são os rumores que indicam (ou questionam) qual é o caminho que o iOS 7 poderia tomar, mas como vocês bem sabem, a Apple não fala sobre o assunto antes de um anúncio oficial. Mas um artigo publicado pela Bloomberg pode colocar um pouco mais de luz sobre o assunto, uma vez que eles falam não só das mudanças na interface de usuário do iOS, mas também mostra alguns detalhes dessas mudanças.

O texto reforça que o iOS 7 vai sofrer a sua mudança de visual mais destacada desde o seu lançamento, apostando em um design mais plano e minimalista. Também informa que Jony Ive, responsável pelo iOS, está tentando realizar “mudanças mais dramáticas” para os aplicativos de e-mail e calendário, mas que também está “analisando metodicamente cada mudança”, para evitar desastres como o lançamento do Apple Maps.

As fontes da Bloomberg indicam que o pessoal da Apple está trabalhando “sob uma pressão tremenda”, onde precisam apresentar algo completamente novo e diferente. Diferentes setores da empresa deslocaram esforços e profissionais para ajudarem na missão de renovação do iOS, onde especialistas em Mac contribuem no desenvolvimento da nova versão, assim como alguns profissionais das equipes de hardware e software da empresa.

A publicação também observa que o lançamento oficial do iOS 7 acontecerá no mês de setembro, apesar das datas de testes estarem programadas para datas mais tardias do que o habitual. Além disso, as grandes mudanças propostas por Ive podem resultar em um atraso no seu lançamento.

Mesmo com todos esses obstáculos, a Apple pretende apresentar um preview do iOS 7 no mês de junho, na abertura da WWDC 2013.

Via Bloomberg

Facebook encerra votação sobre as mudanças de suas políticas. E vai aprovar tudo, mesmo com 88% de respostas contrárias

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Quem votou, votou. Quem não votou, não pode sequer reclamar do resultado. No mês passado, o Facebook anunciou que vai mudar a forma que decide as suas novas políticas, e que não mais usará o processo de votação adotado até o momento. Pela última vez, os membros da rede social de Mark Zuckerberg puderam opinar a respeito de suas políticas, e 88% das pessoas expressaram o seu descontentamento com as mudanças. Porém, nada disso importa, pois o Facebook vai mudar tudo assim mesmo.

O motivo é simples: os resultados só valeram para que o Facebook tivesse uma amostra da quantidade de pessoas que vai desagradar quando as políticas forem alteradas em definitivo, mas não uma manifestação concreta de descontentamento de um volume considerável de usuários da rede.

Explico: para o Facebook, um número considerado significativo de respostas seria algo em torno de 30% de seu número total de usuários cadastrados (ou aproximadamente 300 milhões de respostas na pesquisa). Porém, apenas 667 mil usuários da rede responderam a pesquisa, representando apenas 0.00668% de manifestações entre os usuários registrados. Logo, o Facebook se dá o direito de mudar tudo a seu critério, ignorando o termo “amostragem” na pesquisa.

Tão logo a nova política tenha efeito no Facebook, os usuários só poderão se manifestar contra alguma coisa através de um sistema de perguntas previamente determinadas para a Chefe de Privacidade do serviço, Erin Egan. Infelizmente, duvido que Egan tenha tempo suficiente para ler todas as mensagens que vai receber (e até duvido que seja ela mesma que faça isso; com certeza teremos uma equipe responsável pelas respostas, chefiada por ela).

Entre outras coisas, a nova política do Facebook inclui uma cláusula que permitirá compartilhar os dados dos usuários entre empresas afiliadas, como o Instagram. Isso quer dizer que os internautas que possuem contas nos dois serviços poderão ver conteúdos de publicidade dirigida e similar nos dois sites (por enquanto, o Instagram não mostra publicidade em seu conteúdo, mas mesmo assim…).

Tudo nessa vida tem os dois lados da moeda, e essa situação em particular não é diferente. Com essa decisão, o Facebook tem a liberdade de dizer “nós perguntamos, vocês não se manifestaram de forma maciça, então não reclamem porque mudamos as regras do jogo”. Além disso, o fator “amostragem” que já citei um pouco antes nesse post é ignorado por completo, e para o Facebook, mesmo tendo uma amostra que pode contrariar quase 9 entre 10 de seus usuários atuais com a medida, as mudanças se fazem práticas, porque o questionamento não atingiu uma massa significativa de pessoas.

Por outro lado, a culpa é do próprio internauta, que na grande maioria dos casos, é desinteressado nessas regras que ficam nas entrelinhas, ou são preguiçosos demais para responder uma pesquisa de opinião e satisfação (e depois ficam reclamando quando os serviços promovem as mudanças, de acordo com o índice de respostas dadas por aqueles poucos que se interessaram em responder a pesquisa). Posso dizer isso com propriedade, pois fizemos uma pesquisa de opinião no mês de novembro, e apesar do TargetHD contar com um ótimo índice de visitas diárias, o número de respostas foi bem abaixo do esperado.

De qualquer forma, o tema de privacidade e negócios das redes sociais sempre foi algo controverso. Já vi muita gente publicando em sua timeline do Facebook notificações inúteis, advertindo a rede social sobre o uso indevido de sua informação privada. Na verdade, quem aceita os termos de utilização do Facebook aceita, por tabela, quando a rede social muda as regras de privacidade e utilização de dados para publicidade. Os próprios termos do Facebook informam que essa é uma decisão unilateral. Todo mundo tinha a opção de votar se queria que isso mudasse ou não.

Bom, agora não tem mais. E se você não concorda com isso, a opção que você tem é sair do Facebook. Simples assim.

Via TechCrunch

Novas metas de qualidade da internet já estão em vigor: cobre a sua operadora!

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As novas regras estabelecidas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para a qualidade da conexão da internet fixa e móvel no Brasil estão em vigor desde ontem (31), o que significa que, na teoria, algumas coisas vão mudar na velocidade e qualidade da conexão de internet que você recebe. Na prática, algumas mudanças já acontecem, mas falaremos disso daqui a pouco.

As novas regras de conectividade fazem parte do Regulamento de Gestão da Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia, que foi aprovado no ano passado. Esse regulamento determina que as operadoras prestadoras do serviço de internet fixa e móvel com mais de 50 mil usuários são obrigadas a entregar, em uma média mensal, a velocidade mínima de conexão de 60% da velocidade contratada pelo usuário. Antes, esse compromisso era descrito por contrato era de (em média) 10% do contratado. Ou seja, antes você pagava pelo bolo inteiro, e só tinha direito a comer uma fatia desse bolo. Agora, pode se esbaldar com pelo menos a metade do bolo. Nada mal!

As novas regras tem como objetivo direto aumentar a velocidade média de conexão de internet no Brasil, fazendo com que essa velocidade mínima contratada alcance a marca média mensal de 70% do plano do cliente em 2013, e em 2014, o objetivo é alcançar a meta de 80% do plano contratado. E isso, meus amigos, é a média mensal que sua prestadora de serviços será obrigada a entregar. A velocidade instantânea de conexão (que pode ser analisada, por exemplo, no momento do clique em um link, ou toda aquela ação de navegação no instante da ação tomada) não pode ser inferior a 20% do contratado em 95% das medições realizadas. Essa meta sobe para 30% em 2013, e para 40% em 2014.

A medição dessa velocidade será feita por 12 mil voluntários cadastrados no site da Anatel, que receberão roteadores preparados para a medição, dentro dos padrões da agência reguladora. Esses dados coletados pelos voluntários serão divulgados mensalmente pela Anatel, e serão avaliados pela agência para fiscalizar a performance das operadoras, e se as mesmas estão cumprindo essas metas. Para aquelas que descumprirem o proposto, multas podem ser aplicadas, e na reincidência, a operadora pode ser proibida de vender novas linhas.

E agora? Como fica?

Agora, a bola está com você, amigo leitor. Vale lembrar que não cabe somente à Anatel a supervisão e a fiscalização de como está a qualidade dos serviços de internet no Brasil, e se a velocidade de conexão está sendo entregue de acordo com as novas regras. O consumidor comum tem agora papel fundamental para que essas novas regras sejam aplicadas de forma correta, e que a velocidade (e a qualidade) dessa conexão melhore de forma efetiva.

O principal papel do internauta brasileiro é cobrar a sua operadora para que cumpra o estabelecido pela Anatel. Fiscalize, mesmo que seja utilizando os medidores de velocidade da SpeedTest ou do Teste Sua Velocidade. E, se nada disso adiantar, cobre a Anatel, para que ela cumpra o seu trabalho. Também parte de você fazer essa mudança dar certo, e não esperar que prestadoras e órgãos governamentais façam tudo.

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Google cancela iGoogle, Google Mini e outros produtos adicionais

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Tudo nesse mundo chega ao seu fim, e sempre que essa lei da natureza se faz presente, destacamos aqui no blog. Dessa vez, informamos que o Google decidiu cancelar alguns produtos e serviços para se concentrar em outros mais modernos e importantes.

Para começar, a ferramenta de busca corporativa Google Mini não vai receber suporte oficial da empresa a partir do dia 31 de julho. A empresa disse que existem outros produtos que podem oferecer melhores opções, como o Google Search Appliance, Google Site Search e Google Commerce Search.

A lista de produtos continua com o Google Video, que desde março passado já não permite o envio de vídeos, e que tem como substituto óbvio o YouTube. Já o iGoogle pode ser a perda mais significativa. O argumento para o fim é que os aplicativos web atuais podem obter informações personalizadas e de forma instantânea aos desenvolvedores e administradores de sites. O serviço deixa de funcionar em novembro de 2013, dando bastante tempo para que todos busquem novas soluções para substituição.

Por fim, o Google Talk Chatback também deixa de existir, e o Google recomenda ferramentas como o Meebo Bar para substituição. O aplicativo de buscas para o Symbian também não receberá mais suporte, porque os usuários poderão utilizar a página web do Google sem problemas.

Como você pode ver, a lista não é curta, muito menos insignificante, mas recomendamos que caso você use algum desses serviços, que faça as substituições necessárias, antes que você perca tudo e fique se perguntando: “por que, Deus… por que?”.

Via Google Blog

YouTube aparece redesenhado nas telas de alguns poucos, e se percebe a influência do Google+

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A foto que você vê acima é a captura da tela do YouTube que alguns usuários começaram a ver em seus computadores, e como você pode observar, sua interface sofreu uma considerável modificação.

Ao que parece, o célebre serviço de vídeos do Google está experimentando uma nova home, que nos lembra muito aquela que vemos no Google+. Esta nova tela aparece com uma maior quantidade de espaços em branco que a anterior, e oferece a lista de canais e amigos nas laterais.

Questionado sobre a mudança, um porta-voz do Google falou de alguns experimentos, de forma que o usuário acesse antes os vídeos que são importantes para ele. As palavras exatas foram:

“A cada minuto, novos vídeos chegam ao YouTube, e sempre estamos experimentando com a forma em que podemos ajudar ao usuário a encontrar, visualizar e compartilhar vídeos que são os mais interessantes ao usuário. E como fazemos habitualmente, iremos efetuar mudanças enquanto escutamos a resposta dos usuários diante desses experimentos”.

Via YouTube Blog

Samsung pode atualizar o Galaxy Note 10.1 por dentro e por fora

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A aparência e a proposta do Galaxy Note 10.1 não te convence? Então, nem tudo está perdido para você, pois a Samsung pode estar preparando um modelo completamente redesenhado do dispositivo, por dentro e por fora.

Em um evento da empresa na Alemanha foi possível ver uma misteriosa versão do tablet, muito mais fina e com um modelo diferente de S-Pen, também mais fina do que o modelo visto na Mobile World Congress. Mas se essas mudanças são poucas para você, alguns rumores indicam que a Samsung pode deixar de lado o seu processador de dois núcleos para adotar o novo Exynos de quatro núcleos.

Obviamente, a Samsung não fala nada sobre o assunto. Mas vale esperar por um anúncio oficial.

Via SlashGear

Sega anuncia restruturação nos Estados Unidos e Europa, por causa de perdas de US$ 86 milhões

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Podemos dizer que não nos surpreende que a Sega se encontra em sérios problemas financeiros, mas isso não evita que não se sinta um nó na garganta ao se lembrar de todos os bons momentos que essa empresa nos ofereceu durante nossa infância e adolescência. A Sega Sammy Holdings Inc. informou o seu plano de restruturação nos Estados Unidos e Europa, depois de registrar perdas de US$ 86 milhóes, durante o ano fiscal de 2011.

Com isso, o trabalho em novas marcas será cancelado, para que a empresa se concentre em marcas conhecidas, como Sonic, Football Manager e Total War, e ainda que a empresa não tenha anunciado uma lista de demissões, também não será surpresa se muitas pessoas perderem o seu trabalho por consequência dessa restruturação, que vai custar aproximadamente US$ 59,7 milhões.

Via GamesIndustry