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Moto Z: sete detalhes que revelam o seu melhor (e o seu pior)

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Cada vez menos Motorola e mais Lenovo. Essa é uma sensação contínua quando vemos o Moto Z e os Moto Mods.

A premissa não é necessariamente ruim. A ideia do smartphone modular deixa o novo Moto Z um modelo muito completo. Nesse post, você pode ter uma ideia do melhor e do pior do produto, em aspectos pontuais.

 

 

Uma espessura que parece ser de mentira

 

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Aqui, o toque da Lenovo é evidente. Basta tocar e olhar para o Moto Z para ver o ótimo acabamento e como os detalhes de design interessantes estão muito mais presentes no dispositivo.

Os pouco mais de 5 milímetros de espessura do Moto Z contrastam com a robustez das gerações anteriores criadas pela Motorola. E o seu agarre é muito bom.  É quase como não ter nada na mão, o que é ótimo em um dispositivo com tela de 5.5 polegadas. Um belo trabalho, mesmo não oferecendo uma resistência à água, mas ao menos conta com proteção para segurá-lo com as mãos molhadas.

 

 

Os Mods

 

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Sem a ideia de smartpone modular, o Moto Z já tem argumentos sólidos para ser um top de linha de respeito. Mas os Moto Mods são um plus que agrega e muito, pese ao fato dos seus elevados preços.

A simplicidade de inserção dos módulos, dispensando a necessidade de reiniciar o smartphone, resulta em uma identificação natural, trazendo um ótimo conceito de smartphone modular, adicionando funções de forma direta.

Em menos de dois segundos é possível adicionar um módulo e (por exemplo) transformar o smartphone em um projetor portátil com uma diagonal de 70 polegadas.

Se esses mods e o sistema de pinos for hereditário nos seus próximos equipamentos, há um futuro promissor para o conceito.

 

 

Um Android limpo na sua tela

 

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O Moto Z possui uma tela de 5 polegadas AMOLED (1440p, 500 nits). Em geral, é uma tela espetacular no tamanho, brilho e densidade de pixels, e o Android limpo é exibido de forma gernial.

As poucas adições não tem nada a ver com funções chamativas. São simples, funcionam, e você vai usar esses recursos.

 

Câmera rápida com algum ponto “negro”

 

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A câmera do Moto Z é rápida, apresentando boa interface com controles manuais, que em cenários com luz controlada pode oferecer imagens muito equilibradas, tanto nas cores como na exposição.

O argumento técnico é importante e de nível: 13 MP (f/1.8), com estabilização ótica, o que oferece um bom nível de detalhes em várias situações.

Outro detalhe é quando a luminosidade é menor. Na prática, os resultados podem decepcionar um pouco.

A câmera frontal também foi bem cuidada, não tanto na resolução, mas sim em uma angular com flash próprio.

 

 

A bateria e a porta para fones de ouvido

 

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A bateria de 2.600 mAh não é tão crítica quanto parece. O Moto Z sobrevive a um dia de uso não muito exigente. Felizmente, uma hora de carga de bateria deixa ele pronto para um uso intenso.

Mas vale a pena contar com um bom arsenal de cabos USB-C para diferentes momentos e necessidades.

Isso tem outra consequência: se você quer utilizar seus fones clássicos, é necessário carregar o adaptador consigo (incluso no kit de venda). Porém, não há fones de ouvido USB-C de série. É preciso comprar o seu fone ou usar um com conectividade Bluetooth.

Motorola (Lenovo) pede para que você não compre smartphones com o número 7

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A Motorola (Lenovo) começou uma campanha publicitária chamada #SkipTheSevens (Pule Os Setes), que te como alvo claro convencer o consumidor que não vale a pena comprar os novos smartphones top de linha dos dois maiores vendedores do mercado: Samsung e Apple.

Com isso, a empresa propõe a distância de dispositivos que recebam o número 7 no nome.

Exemplos? Pois não: Galaxy S7, Galaxy S7 Edge, Galaxy Note 7, iPhone 7 e iPhone 7 Plus.

O vídeo (supostamente gravado em 12 de setembro) mostra uma reunião de funcionários das duas empresas com usuários leais à Apple para conversar sobre os recém apresentados iPhone 7 e iPhone 7 Plus.

O grupo de consumidores não viu nada de realmente novo nos novos smartphones da Apple, salvo a câmera dupla do iPhone 7 Plus. Depois disso, a condutora da reunião mostrou um suposto protótipo de um novo iPhone com acessórios modulares que poderiam ser conectados ao dispositivo.

Esse detalhe impressionou os clientes presentes na reunião, que voltaram a ver a Apple como uma empresa inovadora, comentando sobre a utilidade dessa característica.

Apesar da Motorola (Lenovo) apresentar o dispositivo como um protótipo do iPhone, na realidade era o Moto Z com alguns Moto Mods, acessórios modulares que se conectam de forma magnética ao smartphone.

É uma tática original para chamar a atenção, além de ser um ataque comercial contra a Apple e a suposta falta de inovação no iPhone 7.

Vídeo a seguir.

 

 

Via PhoneArena

A modularidade do Moto Z não será nada barata

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O Moto Z é uma das grandes apostas no segmento de modularidade, por conta de sua capacidade de expansão. Porém, os preços desses módulos não foram anunciados na Lenovo Tech World 2016. Agora, os primeiros dados da Verizon mostram quanto vai custar essa brincadeira.

De acordo com os dados da operadora norte-americana, os acessórios Moto Mods não sairão baratos, e mesmo sendo muito atraentes, seus preços são quase proibitivos. Os valores em dólares indicados no aplicativo My Verizon foram detectados por alguns usuários, e deixam claro que os melhores itens terão um custo elevado para a maioria dos usuários:

Insta-Share Projector: US$ 299
JBL SoundBoost: US$ 79,99
TUMI Power Pack: US$ 89
TUMI Wireless Charging Power Pack: US$ 99
Kate Spade shell: US$ 79

O que mais chama a atenção é o caso do micro-projetor, que surpreendeu durante a sua apresentação por ser uma interessante opção para os usuários, Porém, conta com uma bateria de 1.100 mAh, resolução de 854 x 480 pixels e brilho de 50 lúmens. Existem micro-projetores no mercado com bateria de 5.000 mAh, projeção de 1080p e brilho de 100 lúmens por preços similares ou inferiores.

O mesmo ocorre com os packs de bateria extra, algo que fará com que muitos avaliem outras opções “não nativas” para dotar o Moto Z com essas capacidades. Detalhe: os valores estão em dólares. Com certeza quando forem convertidos para reais (e com o “fator Brasil”) as notícias serão ainda piores.

Via Phandroid