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Lenovo vai manter as linhas Moto G e Moto E no mercado

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Depois do anúncio do fim da marca Motorola por parte da Lenovo, vários rumores surgiram sobre a possibilidade dos modelos mais populares da marca norte-americana, o Moto G e Moto E. Muitos veículos chegaram a confirmar o desaparecimento desas linhas, e a Lenovo se viu obrigada a esclarecer as coisas, confirmando que não vai retirar esses modelos do mercado.

Pelo contrário: veremos novas versões do Moto G e Moto E no futuro, e a Lenovo reconhece uma redução do seu catálogo de produtos da Motorola, mas não está nos planos o fim desses dois modelos.

A marca Moto vai coexistir com a linha Vibe da Lenovo, onde a primeira vai se chamar “Moto by Lenovo”, em uma tentativa de manter a identidade da Motorola viva de alguma forma, algo que pode ajudar a impulsionar as vendas em outros mercados, além de dar um empurrão na linha Vibe a nível comercial.

Resta saber se a Lenovo vai manter o conceito original dos modelos Moto G e Moto E durante a sua existência. Porém, seria um tiro no pé para os chineses acabar com dois dos smartphones mais conhecidos do mercado, sacrificando os mesmos por uma marca menos conhecida no ocidente, como é o caso da linha Vibe. A própria Lenovo reconhece que o Moto G é o msartphone mais bem sucedido da Motorola, e descontinuá-lo poderia representar uma queda nas vendas da empresa.

Via Gadgets 360

Moto X e Moto G estão mais caros no Brasil, depois do fim da Lei do Bem

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Já era esperado. A Motorola aumentou os preços de vários modelos de smartphones das linhas Moto G e Moto X, em consequência do fim dos benefícios fiscais da Lei do Bem, que zerava as alíquotas de PIS e COFINS para produtos de tecnologia (smartphones, tablets, computadores, etc), entre outros.

Confira como ficaram os novos valores dos smartphones da Motorola que tiveram os seus preços reajustados:

– Moto G 2015 (1 GB de RAM, 16 GB de armazenamento): R$ 1.149
– Moto G 2015 (1 GB de RAM, 16 GB de armazenamento e TV digital): R$ 1.199
– Moto G Edição Turbo (2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento): R$ 1.419
– Moto X Play (16 GB): R$ 1.699
– Moto X Play (32 GB): R$ 1.789

O reajuste é significativo, onde em alguns casos alcançam aproximadamente 28% em um intervalo de apenas seis meses após o lançamento (no caso da versão básica do Moto G). Não só o fim da Lei do Bem impactou nesse reajuste, mas também a disparada do dólar, que aumentou a sua cotação no Brasil em 50% nos últimos 12 meses.

Os outros modelos ainda não tiveram os seus preços reajustados. Ainda. Por enquanto. O destaque positivo aqui é o Moto E, que segue custando menos de R$ 500. Já os modelos Moto X Style e Moto X Force, tops de linha da empresa, não entravam na Lei do Bem por ultrapassar o valor de R$ 1.500, um dos requisitos para receber a desoneração fiscal.

Vale lembrar que o fim da Lei do Bem foi inicialmente prorrogado para o final de 2018, porém, após as eleições (e pela necessidade de recuperação da economia), uma medida provisória determinou a revogação dessa isenção fiscal para o final de 2015. Patrocinado por Dilma Rousseff.

Via Tecnoblog

Moto X, Moto G e Moto E de 1ª geração receberão o Android 5.1 Lollipop

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David Schuster, diretor da Motorola, afirmou em seu perfil no Google+ que a primeira geração dos modelos Moto X, Moto E e Moto G vão receber a versão 5.1 Lollipop do Android diretamente, saltando a versão 5.0 do sistema operacional.

A decisão de saltar duas versões do Android Lollipop veio da Motorola. Schuster afirma que o update para o Lollipop 5.0.2 já estava em testes para esses modelos, porém, de forma paralela com os experimentos com a versão 5.1, e por conta das melhorias presentes na versão mais recente, eles decidiram direcionar os esforços para atualizar os modelos para o software mais completo.

A informação é uma boa e má notícia para os proprietários desses modelos. A boa notícia é a atualização para a versão mais recente do Android. A má notícia é que os aparelhos levarão mais tempo para serem atualizados, uma vez que o Android 5.1 foi lançado em março de 2015.

Caso apareçam mais informações sobre a atualização desses modelos, publicaremos aqui no blog.

Via Google+

Lenovo quer Motorola de volta ao mercado da China, e com artilharia pesada

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A Lenovo quer seguir dando nova vida à Motorola. E o seu próximo destino é a China, onde deve chegar em fevereiro, com uma oferta muito poderosa.

A decisão é curiosa, pois não estava nos planos inciais da Lenovo colocar a Motorola no mercado asiático. Mas ao que tudo indica, na China, vale a pena o investimento, com o objetivo de frear o crescimento da Xiaomi ou Huawei no país.

Para o ano novo chinês, a Motorola vai lançar três smartphones no país. O primeiro é o Moto X Pro, que deve ser uma versão do Nexus 6, com tela de 6 polegadas e especificações de última geração.

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Também chegarão os conhecidos Moto X e Moto G, todos preparados para as redes LTE chinesas. O retorno acabaria com um hiato de mais de um ano (período em que ficou nas mãos do Google), onde a Motorola não lançou produtos no país asiático.

Se a estratégia funcionar, com uma oferta com identidade bem diferenciada diante daquilo que a Lenovo já oferece, podemos ter um impulso nas vendas, que se estabilizaram bem na segunda metade de 2014. A ideia é recuperar – ou se estabelecer – o quanto antes como a terceira fabricante de smartphones do planeta.

Via Financial TimesMotorola

Review | Motorola Moto G de 2ª Geração (2014)

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Em 2013, a Motorola lançou o Moto G, modelo intermediário que foi muito bem elogiado, por conta de sua excelente relação custo/benefício. A combinação de boas especificações técnicas, excelente experiência de uso e preço competitivo colocou esse modelo na história como o maior sucesso de vendas da Motorola em todos os tempos. E em 2014, eles decidem repetir a fórmula, atualizando o dispositivo.

O Moto G de 2ª Geração chega para dar continuidade no sucesso da primeira versão, com algumas atualizações que atendem os pedidos dos diversos usuários (ou melhor, fãs) do dispositivo que mostrou ao mundo que não era necessário pagar uma pequena fortuna para ter um bom smartphone Android. A Motorola conseguiu manter o mesmo preço do modelo anterior, o que é sempre uma excelente notícia. Mas… será que as mudanças são efetivas? O novo Moto G é realmente tão melhor assim em relação ao modelo do ano passado?

Esse review pretende responder essas e outras perguntas.

 

Características Físicas

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O novo Moto G herda boa parte da estética do modelo anterior, mas com algumas diferenças que são visíveis aos olhos da maioria dos usuários de tecnologia. Para começar, apesar da diferença considerável de tela (0.5 polegada a mais), o dispositivo continua a ser bem agradável de se manejar, com um ótimo agarre. Ainda é um dispositivo que oferece linhas sóbrias e simples, reforçando a ideia de que o que tem que se destacar nesse dispositivo é o seu desempenho e funcionalidades.

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A versão 2014 do Moto G também está um pouco mais próxima do Moto X no seu design, principalmente na parte traseira. É um design mais elegante, o que deixa o dispositivo mais fino, facilitando ainda mais no agarre do aparelho. É um cuidado que a Motorola teve para deixar o dispositivo ainda mais atraente, sem perder a sua identidade.

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Os alto-falantes frontais também são novidades evidentes. Porém, diferente do Moto X, eles estão com uma melhor integração com o corpo do dispositivo, sem a protuberância apresentada no modelo top de linha da Motorola.

Já a tampa traseira do dispositivo (na cor preta) mantém a mesma característica do modelo lançado no ano passado, onde as marcas de uso podem aparecer. De qualquer forma, o acabamento semi-emborrachado oferece uma maior segurança ao agarre, e é um detalhe a mais no quesito conforto durante a experiência de uso.

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A bateria do dispositivo continua integrada, ou seja, não é removível. E uma das principais novidades do modelo é o slot para cartões microSD, algo que foi muito solicitado pelos usuários da primeira versão do dispositivo. Aqui pode estar um dos trunfos da Motorola para conquistar ainda mais usuários com esse dispositivo, oferecendo a opção de expansão de armazenamento ao smartphone.

De um modo geral, o novo Moto G 2014 é um dispositivo muito bem construído. Um gadget com composição sólida, de bom agarre, e que deve satisfazer até os mais exigentes. Um modelo de linha média que continua a ter um tratamento por parte da Motorola que dá trabalho para os principais concorrentes na sua faixa de preço.

 

Tela

Essa é uma das mais evidentes novidades que o novo modelo apresenta. O Motorola Moto G 2014 possui uma tela de 5 polegadas (1280 x 720 pixels, 293 ppp), ou seja, 0.5 polegada a mais do que a tela do modelo lançado no ano passado (4.5 polegadas). A diferença aqui é mais pensada na experiência de uso do que na qualidade de imagem. Entendo que essa foi uma das exigências dos usuários, que queriam um dispositivo com um tamanho de tela que se tornou ‘referência’ entre os modelos de sua faixa de preço.

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Como a Motorola optou em manter a mesma resolução de tela, a densidade de pixels do novo Moto G é mais baixa que a presente no modelo anterior. Porém, esse detalhe não alterou de forma considerável a qualidade final das imagens apresentadas. O novo Moto G ainda oferece uma qualidade de imagem considerada satisfatória para a maioria dos usuários, e principalmente levando em conta a sua proposta de preço.

A elevada qualidade de brilho de tela e cores resultam em uma qualidade final de tela muito boa. A Motorola mais uma vez entrega uma excelente tela em um dispositivo de linha média.

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

Aqui, a Motorola decidiu não mexer em time que está ganhando. O novo Moto G 2014 conta com o sistema operacional Android 4.4.4 KitKat, com as poucas customizações já conhecidas. Aliás, como aqui nos não contamos com os sensores e recursos inteligentes do Moto X, podemos dizer que o Moto G possui um Android praticamente puro.

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O resultado disso é um sistema leve e fluído, com a experiência do Android que o Google considera a ideal. Além disso, não temos aqui recursos desnecessariamente ativos, que exigem mais do smartphone, consumindo bateria, RAM e outros aspectos que afetam diretamente no desempenho. A Motorola acertou em cheio ao oferecer a primeira versão do Moto G com o Android praticamente puro, e é uma excelente notícia ver que a Lenovo decidiu manter essa aposta.

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As poucas intervenções que a Motorola adicionou na interface de uso do novo Moto G são aquelas que já conhecemos no modelo anterior: aplicativo de câmera, Migração Motorola e outras pequenas mudanças que não causam impacto no desempenho do dispositivo ou na sua experiência do usuário. Mais um excelente trabalho da Motorola nesse aspecto.

 

Câmera

Essa é a grande evolução do novo Moto G em relação ao modelo lançado no ano passado. O Moto G 2013 contava com uma câmera de 5 megapixels, que era considerada ‘comum’, com uma qualidade final de foto considerada apenas mediana. Agora, o Moto G 2014 possui um sensor traseiro de 8 megapixels, com um novo sensor (de melhor qualidade) e sistema de foco automático.

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Nesse caso, as melhorias adicionadas se convertem em imagens melhores, com maior definição e nitidez. Não pense aqui que as melhorias se fazem efetivas por conta da maior resolução do sensor. Os benefícios são maiores porque a Motorola trocou o sensor da câmera, adicionando uma unidade mais competente e de melhor qualidade.

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É claro que nem tudo são tão flores assim com esse novo sensor. Nas fotos noturnas, é possível encontrar uma certa quantidade de ruído, e as fotos registradas com a ajuda do flash LED oferecem resultados medianos. Na verdade, é um sensor que oferece resultados bons o suficiente para permitir o compartilhamento das fotos nas redes sociais sem maiores problemas.

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O aplicativo de câmera permanece basicamente o mesmo do modelo anterior, em um formato minimalista e com poucos recursos de ajustes de foto. Se por um lado é uma interface que torna o processo de registros de fotografia algo muito fácil para qualquer pessoa, por outro lado os usuários mais avançados certamente sentirão falta dos ajustes manuais, que poderiam resultar em uma qualidade de imagem melhor ou mais ajustada para diferentes condições de iluminação.

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A câmera frontal de 2 megapixels também oferece uma qualidade final de imagem aceitável para você mandar as suas selfies. Mas é um sensor mais pensado nas videochamadas.

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Na parte de vídeos, as duas câmeras do Moto G 2014 conseguem realizar um bom trabalho na captura de imagem, apesar de sentir falta do estabilizador de imagem presente no Moto X. As imagens ficam um pouco mais instáveis, mas não chegam a incomodar na gora de gravar os vídeos casuais.

 

Games

Apesar de manter o mesmo chipset do modelo lançado no ano passado, o Moto G de 2ª geração não faz feio nesse aspecto. Pelo contrário: vai muito bem, obrigado.

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O novo Moto G conseguiu executar sem maiores problemas todos os títulos que normalmente utilizamos para a produção do reivew. Não foram registrados lags, arrastos ou travamentos. O smartphone se comportou muito bem com diferentes títulos, de diferentes níveis de exigência. Mesmo com a maior tela (e com a mesma resolução de tela), a qualidade de imagem foi muito boa, e deve satisfazer aos usuários que eventualmente querem rodar algum jogo no dispositivo.

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Entendo que o trabalho da Motorola nesse aspecto foi excelente. É a prova que o dispositivo está com uma ótima performance, algo que valoriza ainda mais a sua relação custo/benefício.

 

Qualidade de Áudio

Assim como acontece no novo Moto X, o Moto G de 2ª geração também recebe o sistema de alto-falantes duplo na parte frontal do dispositivo. E tal como ocorreu no modelo top de linha da Motorola, os resultados foram considerados positivos durante os testes.

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Durante o uso em atividades multimídia (música, vídeos, filmes, jogos, etc), o desempenho desses alto-falantes foi considerado satisfatório, com um som bem audível. Comparado com o primeiro Moto G, o novo modelo de linha média da Motorola consegue oferecer um volume de áudio maior, mas sem distorção durante a reprodução. A qualidade sonora se fez efetiva, e os usuários certamente ficarão satisfeitos com o produto nesse aspecto.

 

TV Digital

A versão do Moto G de 2ª geração enviada para testes pela assessoria de imprensa da Motorola conta com o recurso de TV Digital, que usa como antena um adaptador que é acoplado na entrada do fone de ouvido. Particularmente, prefiro essa alternativa do que a utilização de uma antena de metal integrada no dispositivo. Por outro lado, essa opção apresentou efeitos colaterais na hora de sintonizar os canais.

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Diferente dos modelos que conta com uma antena integrada, foi impossível sintonizar qualquer tipo de canal digital dentro do escritório de onde produzo o TargetHD. Aliás, em todos os ambientes internos que tentei sintonizar o recurso de TV, o mesmo não funcionou. O conjunto smartphone + antena adaptadora funciona melhor em ambientes externos, onde a sintonização de canais foi feita sem maiores dificuldades.

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O software da TV digital do Moto G 2014 também é conceitualmente mais simples do que aqueles vistos em modelos de outras marcas. Aqui o foco está na visualização dos programas, sem maiores recursos adicionais. Mas isso não chega a ser um grande problema ou ponto de desagravo no produto. Entendo que a maioria dos usuários que querem esse recurso desejam que ele funcione durante o deslocamento diário, ou quando estão fora de casa. Para isso, a funcionalidade vai atender muito bem.

 

Bateria

Um dos pontos mais elogiados da primeira versão do Moto G foi a sua autonomia de bateria, que era considerada excelente para um dispositivo com os seus padrões. No caso do Moto G de 2ª geração, a história se repete.

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Durante os testes realizados, o dispositivo conseguiu suportar sem maiores problemas um dia inteiro de uso moderado (redes sociais e WiFi ligados o tempo todo, e-mails e sincronização dos itens do Google ativos, alguns jogos, música, vídeos, tela no brilho automático, etc), algo que é o mínimo que se pede de um dispositivo desse porte. Apesar de contar com a mesma bateria de 2.070 mAh do modelo anterior – e meia polegada a mais de tela -, o impacto na autonomia de uso foi considerado pequeno, o que certamente é um ponto positivo para a Motorola nesse sentido.

 

Armazenamento e Desempenho

O Motorola Moto G 2014 corrige um dos itens mais criticados pelos clientes da primeira geração do dispositivo, e traz um slot para cartões microSD. Com isso, mesmo em sua versão com 8 GB de armazenamento interno, o usuário tem a possibilidade de armazenar os seus arquivos pessoais (músicas, vídeos, fotos, etc) em uma área em separado, deixando o armazenamento nativo livre para a instalação de aplicativos.

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Aqui, compreendo o fato da Motorola deixar essa opção de armazenamento extra apenas no modelo intermediário, não incluindo o slot para cartões no Moto X. Até porque o modelo top de linha já conta com 32 GB de armazenamento nativos, o que deve ser quantidade mais do que suficiente para a maioria dos usuários. Sem falar que o slot para cartões microSD é sempre algo bem vindo.

No quesito desempenho, o Moto G de 2ª geração repete as excelentes impressões do primeiro aparelho. Não é difícil compreender por que o modelo intermediário da Motorola possui tantos fãs/defensores: ele representa a máxima de um produto bom e barato: tem um Android praticamente puro, que tem um desempenho excelente, equilibrando muito bem com as especificações de hardware escolhidas para o dispositivo (processador Qualcomm Snapdragon 400 quad-core de 1.2 GHz e 1 GB de RAM).

Durante os testes, o dispositivo não apresentou travamentos, arrastos durante a interação com a interface de usuário e paradas críticas. Também não apresentou as alegadas falhas que apareceram após o início do horário de verão no Brasil. Da mesma forma que não recebeu nenhuma atualização de firmware do Android.

 

Conclusão

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O Motorola Moto G de 2ª geração está aprovado, e com méritos. Apesar do número de mudanças ser menor do que aquelas apresentadas pelo Moto X, são mudanças pontuais e em setores onde a primeira versão recebeu algumas críticas. Mantendo o mesmo preço da versão 2013, a sua relação custo/benefício continua a ser algo excelente, sendo este um dos melhores smartphones Android de 2014.

Entendo que o Moto G 2014 é pensado naqueles que são fãs convictos do aparelho (acredite, não são poucos) e nos usuários que buscam um excelente smartphone Android de linha média, com uma experiência de uso muito próxima aos modelos da linha Nexus. A Lenovo está de parabéns por manter a estratégia de oferecer uma combinação de um produto muito eficiente na experiência de uso, com especificações técnicas equilibradas, e um preço competitivo.

Entendo que é um modelo que deve ser considerado na hora da compra. Altamente recomendado.

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Review em Vídeo

Mais fotos do produto

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Motorola pode estar preparando um novo Moto G com SoC Snapdragon 410

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A Motorola aposta no segmento top de linha, com o Droid Maxx, mas não descuida das suas linhas de entrada e linha média, como os modelos Moto E ou Moto G. Alguns vazamentos vindos da base de dados da Geekbench mostra especificações técnicas de um novo smartphone equipado com um SoC MSM8916, que é o código do Snapdragon 410, o que levanta as chances de ser uma atualização do Moto E ou Moto G.

A captura de tela abaixo desse parágrafo é a informação indicada na base de dados da Geekbench, e mesmo não revelando maiores características do smartphone, ele confirma a informação do SoC citado antes, que conta com 1 GB de RAM (884 MB efetivos), que foi testado com o Android 4.4.4 KitKat.

O mais provável é que esse hardware seja utilizado em um novo Moto G, já que o modelo atual incorpora um Snapdragon 400. E não faria muito sentido um novo Moto E ter um hardware mais potente que o atual Moto G. É provável que essas dúvidas sejam eliminadas muito em breve.

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Via GeekbenchGSM Arena

Novo Motorola Moto G é oficial

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A Motorola também apresentou a nova versão do Moto G, um modelo que era mais aguardado por muitos usuários, por conta da popularidade da primeira versão do dispositivo (que é o campeão de vendas da história da Motorola). Porém, as novidades aqui são mais discretas do que as encontradas no novo Moto X.

O novo Moto G possui uma tela maior, com 5 polegadas (720p, 294 ppp) e proteção Gorilla Glass. Conta com um processador Qualcomm Snapdragon 400 de 1.2 GHz (quad-core) com GPU Adreno 305, 1 GB de RAM e 8 ou 16 GB de armazenamento (expansíveis via cartão microSD de até 32 GB). O dispositivo possui suporte para single SIM ou dual SIM (em duas versões).

Na parte de câmera, temos agora um sensor traseiro de 8 megapixels (f/2.0, com foco automático) e uma câmera frontal de 2 megapixels. O modelo também conta com alto-falantes estéreo frontais, e peso de 149 gramas (contra 13 gramas da primeira versão), com medidas de 141.5 x 70.7 x 11 mm (na sua parte mais fina, a espessura é de 6 mm).

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O sistema operacional do novo Moto G é o Android 4.4.4 KitKat (com atualização prometida para o Android L). O modelo possui suporte para redes 3G e sua bateria se mantém a mesma, com 2.070 mAh.

O novo Moto G estará disponível em três versões: Moto G dual SIM com 8 GB de armazenamento, por R$ 699; Moto G Colors dual SIM com 8 GB de armazenamento (com duas capas personalizadas), por R$ 729, e Moto G DTV Colors dual SIM com 16 GB de armazenamento (com duas capas personalizadas e TV digital 1-Seg), por R$ 799.

São valores muito similares à primeira versão do Moto G, o que deve garantir rapidamente o sucesso do dispositivo no mercado brasileiro. O novo Moto G já está disponível para compra no Brasil a partir de hoje (5).

Review Comparativo | Motorola Moto X vs Motorola Moto G

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Os dois últimos lançamentos da Motorola são comparados. Os modelos Moto X e Moto G receberam destaque positivo de grande parte da imprensa especializada. Porém, muitos acreditam que os modelos são praticamente os mesmos, tirando um ou outro recurso inteligente presente no Moto X. Será que é isso mesmo? Esse comparativo vai responder essa questão de uma vez por todas.

Não vamos aqui dizer qual é melhor ou pior. Até porque, por razões óbvias, o Moto X é melhor que o Moto G, e ponto final. Não há discussão nesse aspecto. O objetivo desse post é mostrar onde estão as principais diferenças entre os dois produtos, o que justificariam a diferença de preços entre os dois produtos (tá, talvez não tão gritante assim, pois o Moto X poderia custar menos), e principalmente: qual é o modelo mais adequado para o seu perfil de uso e/ou suas necessidades.

Características Físicas

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Vendo de longe, lado a lado, você realmente não consegue dizer qual é um, qual é outro. De perto, apenas aqueles que tem um olhar mais apurado vai dizer qual é qual (os menos íntimos com o mundo da tecnologia deverão confundir os modelos). A Motorola apostou em manter a mesma proposta de design para os dois produtos, com o objetivo de reforçar a nova proposta para o consumidor, e repetir a experiência de uso nos dois modelos.

Com isso, o Moto X e o Moto G são modelos “gêmeos”. As diferenças começam a aparecer quando aproximamos os dois dispositivos, e começamos a observar as suas características peculiares. Para começar, os diferentes materiais adotados para a tela fazem com que a coloração do LED do Moto G seja algo mais uniforme, enquanto que no Moto X apresenta uma área levemente mais clara na tela, por conta do AMOLED.

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Outra leve diferença é percebida na lateral direita dos dois dispositivos, onde ficam os botões de liga/desliga/bloqueio de tela e controles de volume. Além de contarem com orientações diferentes (no formato), os botões do Moto G são um pouco menores.

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Na parte frontal do dispositivo, também é possível observar que o alto-falante de chamadas do Moto G é um pouco menor (e, por conta disso, um pouco menos audível) que o do Moto X. Além disso, a câmera frontal do Moto G se posiciona do lado esquerdo do corpo do dispositivo, enquanto que no Moto X, a câmera está no lado direito. Sem falar que o Moto G possui um LED para notificações de atividades.

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Mas é na parte traseira dos dois smartphones que encontramos as principais diferenças físicas. O Moto X possui um acabamento com um material que simula o Kevlar (sim, eu sei…), enquanto que o Moto G conta com uma carcaça de plástico removível. Aqui, fica bem evidente que o modelo de linha média possui um material (teoricamente) mais simples no seu acabamento, se comparado com o modelo mais avançado. Além disso, o alto-falante traseiro do Moto X fica à direita do usuário, ao contrário do Moto G.

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As diferenças de altura, largura e profundidade entre os dois smartphones são praticamente imperceptíveis, mas existem. O Moto G, por ter uma tela menor, é levemente mais estreito e baixo que o Moto X, o que faz com que o seu agarre fique levemente mais agradável. Por outro lado, o Moto G é mais espesso e reto na parte traseira, além de ser um pouco mais pesado que o Moto X (143 gramas para o Moto G, contra 130 gramas para o Moto X).

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Essas pequenas diferenças se refletem nas dimensões dos dispositivos. O Moto X mede 129.3 x 65.3 x 10.4 mm, enquanto que o Moto G conta com medidas de 129.9 x 65.9 x 11.6 mm. Ou seja, eles são praticamente idênticos, mas o Moto G é um pouco mais confortável de se segurar. A tela de 4.5 polegadas e a parte traseira menos curvada faz com que o modelo de linha média se encaixe melhor na mão, tornando o seu uso mais confortável.

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No final das contas, as diferenças físicas não são muito gritantes. Não são fatores determinantes para a escolha de um ou de outro. Qualquer pessoa poderia escolher qualquer um dos dois smartphones por conta desses aspectos. As diferenças entre o Moto X e o Moto G começam a ficar acentuadas a partir de agora.

Tela

O Moto X possui uma tela AMOLED de 4.7 polegadas, com resolução de 1280 x 720 pixels e 312 pixels por polegada. Já o Moto G tem uma tela de 4.5 polegadas em IPS LCD, com a mesma resolução de 1280 x 720 pixels e 329 pixels por polegada. Nos números as telas são muito parecidas, e essa densidade maior do Moto G não é relevante para determinar uma melhor experiência visual.

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Na prática, as duas telas são excelentes. Porém, a tela do Moto X oferece cores mais mais quentes, puxando as tonalidades um pouco mais para o vermelho. O Moto G oferece tonalidades mais frias, o que pode soar mais agradável para muitos usuários (que entendem que a tela do Moto X satura demais as cores). Isso fica mais evidente quando abrimos páginas web com a predominância do fundo branco (como é o caso dos posts do TargetHD).

No Moto X, o branco apresenta um tom um pouco avermelhado, enquanto que no Moto G, a imagem se aproxima mais da tonalidade real (ou daquela captada pela maioria das pessoas). Particularmente, me agrada mais a tela do Moto G, justamente por esse aspecto: o resultado oferecido na reprodução das cores dos elementos da tela.

Sistema Operacional e Interface de Usuário

O Moto X (nesse exato momento que estou escrevendo esse post) está recebendo o Android 4.4 KitKat. O meu aparelho ainda não foi atualizado, de modo que o dispositivo ainda se encontra com o Android 4.2.2 Jelly Bean. O Moto G já está com a versão 4.3 Jelly Bean, e já tem a atualização garantida para o Android KitKat.

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Na prática, as diferenças na experiência de uso (nesse momento, com os dois smartphones com Android Jelly Bean) são mínimas. Elas se fazem mais presentes por conta dos recursos inteligentes presentes no Moto X, como por exemplo os comandos inteligentes por voz, os comandos de movimento para a câmera e, principalmente, na tela inteligente. Fora isso, os dois modelos oferecem experiências de usabilidade muito similares.

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Com isso, os dois smartphones se comportam, em linhas gerais, de forma idêntica. Essa é uma grande vantagem dessa nova linha de smartphones da Motorola: mesmo com produtos diferentes, com preços tão diferentes, o usuário vai receber experiências de uso similares. Mais ou menos aquilo que a Nokia faz com os modelos da linha Lumia, com Windows Phone.

Hardware

O Moto X possui processador Qualcomm MSM8960 Snapdragon S4 Pro dual-core de 1.7 GHz (com a tecnologia X8 Mobile Computing System), 2 GB de RAM, GPU Adreno 320 e até 16 GB de armazenamento. O Moto G conta com processador Qualcomm Snapdragon 400 quad-core de 1.2 GHz, 1 GB de RAM, GPU Adreno 305 e versões com 8 e 16 GB de armazenamento. Essas diferenças técnicas são importantes para determinar o que um produto é ou não capaz de fazer, mas não fundamentais para se converter em uma experiência de uso pior ou melhor.

Como já foi dito antes nessa análise, os dois modelos oferecem uma experiência de uso muito boa. No caso do Moto G, ele impressiona de forma positiva, pois em jogos que exigem uma maior demanda dos recursos de hardware (como nos casos de Real Racing 3 e Iron Man 3), o smartphone apresentou um desempenho surpreendentemente impecável (mesmo com algumas restrições de reprodução de gráficos), sem lags ou travamentos.

O usuário que optar pelo Moto G não vai se arrepender nesse aspecto. É o modelo com um desempenho acima de sua média de preço e posicionamento de mercado. O Moto X também impressiona pela sua performance impecável, mas se posiciona em um patamar diferente. É um smartphone com recursos inteligentes, mostrando a nova proposta da Motorola/Google  para os seus futuros lançamentos.

Podemos definir dessa forma:

– O Moto G é o smartphone ideal para os usuários de entrada, ou para aqueles que querem o melhor desempenho possível pelo menor preço.
– O Moto X é o smartphone para usuários avançados, que querem a máxima performance, com recursos inteligentes.

Nos dois casos: é uma das melhores escolhas possíveis no mercado de smartphones.

Câmera

Aqui está um dos itens que mais acentuam as diferenças entre o Moto X e o Moto G. Por partes.

O Moto X possui uma câmera traseira de 10 megapixels (1/2.6″), gravação de vídeos em Full HD (1080p, 30 FPS), recurso de câmera lenta nas gravações de vídeo, recursos de geo tagging, HDR e outras funcionalidades inteligentes. Além disso, o modelo conta com um sensor frontal de 2 megapixels, com gravação de vídeos em Full HD.

O Moto G trabalha com um sensor traseiro de 5 megapixels, com recurso de HDR e foto através do toque na tela, gravação de vídeos em HD (720p, 30 FPS), e câmera frontal de 1.3 MP, com gravação de vídeos em HD.

Pelos números e características, já é possível observar que as câmeras dos dois smartphones são bem diferentes. Na prática, os resultados são ainda mais díspares. Apesar das fotos produzidas pelo Moto X ainda ficarem aquém dos seus principais concorrentes, depois da primeira atualização feita pela Motorola para corrigir os seus problemas, a qualidade das fotos melhorou de forma considerável. E, comparadas com as fotos capturadas pelo Moto G, os resultados produzidos pelo sensor do Moto X são muito superiores.

Por outro lado, a câmera do Moto G está “na média” que encontramos entre os modelos de sua categoria. Historicamente, a Motorola nunca conseguiu entregar boas câmeras para os seus smartphones. E esse parece ser um dos pontos de maior reclamação dos proprietários do Moto G, que esperavam uma câmera melhor (algo que é compreensível, já que estamos falando de um produto que é considerado acima da média dos seus rivais).

A seguir, um breve comparativo de fotos (na ordem, Moto X e Moto G):

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Fotos Noturnas

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Bateria

Esse é outro ponto que detectei diferenças nos dois modelos, e que não são diferenças apenas numéricas. O Motorola Moto X possui uma bateria de 2.200 mAh, enquanto que o Moto G conta com uma bateria de 2.070 mAh. Você poderia imaginar que essa desvantagem de 130 mAh do Moto G poderia se converter em uma pior autonomia de bateira. Mas não é isso o que acontece.

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O Moto X possui uma bateria considerada boa para um produto do seu porte. Conta com um processador que executa mais recursos de forma simultânea, mais sensores funcionando ao mesmo tempo, e funcionalidades que fazem com que o smartphone necessite ficar conectado o tempo todo no WiFi ou 3G/4G. Logo, de forma natural, essa demanda de bateria é maior. Mesmo assim, para quem tem um uso considerado normal ou moderado, pode ter a certeza que a bateria do Moto X vai sobreviver por um dia completo de uso, antes de ir para o carregador no final do dia.

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Já o Moto G impressiona na sua autonomia de bateria. Em standby, sem mexer muito no aparelho e com a conectividade WiFi ativa, o smartphone consegue ficar por mais de um dia sem precisar chegar perto do carregador (em nossos testes para o review, ele ficou mais de quatro dias em standby sem recarga de bateria, e ainda com mais de 40% de bateria restante). Para quem usa o smartphone para as atividades mais comuns (redes sociais, e-mails, navegação na web, música, fotos, etc), a autonomia dura tranquilamente pelo menos um dia e meio de uso. E até para os usuários mais exigentes (fotos, vídeos, games, etc), é possível alcançar um dia completo de uso, antes da bateria ser recarregada.

Não só pelas diferenças do hardware, mas devemos levar em conta que, no momento dos testes, o Moto G contava com o sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean, que possui melhorias diversas em relação ao Android 4.2.2 Jelly Bean do Moto X, incluindo um melhor gerenciamento de recursos, que se convertem em uma maior autonomia de bateria.

Conclusão

A Motorola fez um ótimo trabalho nos dois smartphones, que podem atender muito bem usuários com perfis distintos. O Moto G é o melhor smartphone de linha média do mercado nesse momento, pois oferece benefícios decisivos para atender as necessidades dos usuários. O Moto X é um dos smartphones recomendados para os geeks convictos, pela experiência de uso próxima ao do Android “puro”, pelo design agradável e pelos recursos inteligentes (que, aos poucos, se tornam mais inteligentes ainda).

Review em Vídeo

Review | Motorola Moto G

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Um dos modelos mais procurados pelos leitores do TargetHD nesse final de 2013, e uma das melhores relações custo/benefício do mercado brasileiro. Essas são as credenciais do Motorola Moto G, o último lançamento da Motorola no seu portfólio de smartphones. Um modelo de linha média, com características de produto top de linha. E é o smartphone que vamos analisar nesse post.

A assessoria de imprensa da Motorola Brasil enviou para nós uma unidade da versão de 8 GB dual SIM do Moto G para testes e reviews. Exceto pela diferença de capacidade de armazenamento, entendo que o comportamento geral e as características desse modelo são similares em todas as suas versões. Logo, se você pretende comprar o modelo com 16 GB de armazenamento (Colors Edition ou Music Edition), você terá a mesma experiência de uso e características da versão que será analisada nesse post.

Mas, antes desse review começar, lançarei a pergunta: será que o Moto G é mesmo o melhor smartphone de linha média que o seu dinheiro pode comprar? Guardem essa pergunta. Você mesmo vai respondê-la depois de ler na íntegra esse review.

Características Físicas

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Vendo de longe, você não é capaz de dizer se esse smartphone é o Moto G ou o Moto X. Esteticamente, os dois são realmente muito parecidos, o que é um ponto muito positivo para o produto. Afinal de contas, o design do Moto X é muito elogiado pelos seus usuários, por ser simples, elegante e de agarre agradável. Logo, o Moto G herda todas esses aspectos naturalmente. Da mesma forma, a maioria dos elementos físicos do dispositivo são os mesmos do Moto X.

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A disposição dos botões físicos na lateral direita (botão de liga/desliga e bloqueio de tela, e botões de controle de volume), deixando a lateral esquerda livre. Assim como o conector para fones de ouvido na parte superior…

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…e a porta microUSB, na parte inferior.

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As diferenças físicas entre os dois smartphones começam a ficar visíveis quando olhamos para a parte traseira do smartphone. O Moto G possui uma carcaça traseira de plástico removível, que dependendo da cor escolhida, pode sim deixar algumas marcas de dedos decorrentes do uso. Obviamente, não testei as capas da versão Colors Edition (já que não foi a versão que recebi para testes), mas já li relatos na internet que tal característica fica mais clara na capa na cor preta.

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Além disso, você vai precisar de uma boa dose de paciência para retirar a capa traseira do Moto G. É um processo realmente complicado e até doloroso. Se as suas unhas estão bem cortadas, vai ser bem difícil retirar essa tampa traseira. Sem falar que o esforço dispensado para tal tarefa pode resultar em eventuais quebras nas linguetas internas da tampa, o que pode causar problemas futuros na hora de manter o encaixe dessa tampa no dispositivo.

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Mas aqui, temos duas boas notícias: 1) você sempre pode comprar uma nova tampa traseira para o telefone; 2) você não vai ficar colocando e retirando essa tampa traseira constantemente.

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Outra diferença visual do Moto G para o Moto X é que o primeiro possui o alto-falante traseiro posicionado do lado esquerdo do usuário, enquanto que o segundo possui o alto-falante à direta da câmera. Além disso, o Moto G possui o LED de notificação (já que sua tela não é inteligente) e a câmera frontal à esquerda do usuário, enquanto que o Moto X posiciona a câmera do lado direito do dispositivo.

De um modo geral, o dispositivo é muito bem construído, com uma aparência de solidez para o usuário. Foi um belo trabalho da Motorola nesse aspecto. É um produto que não é tão pesado para se levar no bolso (130 gramas), e possui um agarre muito bom para os diferentes tipos de uso.

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Tela

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O Motorola Moto G possui uma tela de 4.5 polegadas, com resolução HD (1280 x 720 pixels, 329 pixels por polegada). Segundo a Motorola, é uma tela “com resolução melhor que a do iPhone”. De fato, tecnicamente, é: é uma tela maior, com maior resolução, e maior densidade de pixels. E o resultado na prática é muito positivo.

A tela do Moto G é realmente muito boa. Os gráficos são exibidos de forma plena, sem deformações de ícones ou serrilhados. Para quem deseja utilizar o smartphone para o entretenimento (vídeos, jogos, etc), vai ficar bem satisfeito com a capacidade de exibição das imagens. Tudo bem que é mais uma tela que atrai rapidamente as marcas de dedo com um uso constante, mas nesse caso, é seu dever você instalar uma película protetora, não mesmo pela proteção contra riscos (é preciso, mesmo com a presença da película Corining Gorilla Glass), mas também para evitar que a tela do seu dispositivo fique engordurada.

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Aparentemente, a tela do Moto G apresenta cores menos saturadas que o Moto X, e isso se dá por conta do material adotado na tela do modelo de linha média da Motorola. Enquanto a tela do Moto X usa o AMOLED como material, o Moto G possui uma tela LCD, o que resulta nessa menor saturação e, por tabela, cores menos fiéis, mais frias e com menor contraste.

Por outro lado, tais diferenças só serão percebidas se você colocar os dois dispositivos lado a lado.Para quem nunca se deparou com um Moto X na vida, ou não considera esses detalhes relevantes o suficiente na escolha, essas características da tela LCD passam completamente desapercebidas, e não são fatores determinantes para descartar o Moto G. A tela do smartphone continua sendo excelente.

Bem melhor do que qualquer um de seus concorrentes de preço.

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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O Motorola Moto G conta com o sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean, e já tem a atualização para a versão 4.4 KitKat prometida para janeiro de 2014. A interface de usuário do smartphone é aquela que chamamos de “Android (quase) puro”, com poucas adições e modificações da Motorola.

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Nesse sentido, a experiência que o usuário vai receber no aparelho é muito similar ao que encontramos no Moto X, com a diferença que no Moto G você não vai encontrar os recursos inteligentes do Moto X (tela inteligente, comandos de voz, comandos por movimento, etc).

Logo, posso dizer que o usuário vai encontrar um smartphone com uma usabilidade plena, com transições suaves, sem engasgos ou lags. O conjunto hardware + software do Moto G está muito bem ajustado para o uso diário, com uma performance praticamente impecável, o que é um ponto muito positivo para o dispositivo.

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Uma das principais diferenças na interface de uso do Moto G está no menu para os dois slots para SIM cards. Ele fica acessível ao usuário no atalho de abas de notificações, e possui uma área única para gerenciamento das suas configurações. Através dessa tela, você pode ajustar não só o funcionamento das linhas, mas também o controle de chamadas e mensagens por cada chip, além do controle de dados e do tipo de conexão de cada linha.

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Fora isso, não há maiores destaques a serem assinalados nesse quesito. Para os usuários que desejam obter uma experiência Android próxima daquela que o Google entende como ser a ideal (muito próxima do Android puro, nesse caso), o Moto G é a sua escolha.

Qualidade de Áudio e Chamadas

A qualidade de reprodução de áudio do alto-falante traseiro do Motorola Moto G é mediana. Não é tão alto no seu volume quando alguns desejam, mas é em um volume audível, dependendo do toque adotado pelo usuário para chamadas e alarmes. Entendo que o volume é (e não surpreende esse aspecto) tão audível quanto o do Moto X, o que deve ser considerado algo satisfatório para a maioria dos usuários.

O mesmo acontece com o alto-falantes para chamadas. O volume é considerado o ideal para a maioria dos usuários compreenderem a pessoa que está do outro lado da linha, até mesmo em ambientes com relativo volume de ruído. O microfone integrado no smartphone aparentemente é competente o suficiente para que a pessoa do outro lado ouça a sua voz sem maiores problemas.

O modelo enviado para testes foi o dual SIM de 8 GB de armazenamento. Pelo menos no modelo enviado para testes, as duas linhas funcionaram sem maiores problemas, com boa qualidade de sinal e conectividade.

Internet

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O Moto G se vale das conectividades WiFi e 3G para acesso à web, algo mais do que esperado para um dispositivo desse porte. Com alguma sorte (e dependendo do plano de internet que você utiliza), é possível obter alguma conectividade em HSPA+ (ou 3G Plus, dependendo da operadora), que já dá uma bela ajuda na exibição de páginas e acesso às redes sociais.

De um modo geral, não foram registrados problemas de navegação, queda de sinal de rede ou dificuldades no acesso aos recursos conectados. Nesse aspecto, tudo aconteceu dentro do esperado, levando em consideração as características do produto.

GPS

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Mais uma vez, a Motorola repetiu o bom trabalho do Moto X com o GPS do Moto G. Por contar com os sistemas GLONASS e A-GPS, o posicionamento do GPS é mais rápido e preciso, produzindo ótimos resultados.

De forma nativa, o Moto G não traz o aplicativo de navegação pré-instalado, mas isso não impede que o usuário instale aquele aplicativo que melhor atenda as suas necessidades. De qualquer forma, durante os testes com recursos como Foursquare e Google Mapas, o sistema de localização funcionou de forma perfeita. Para quem precisa transformar o smartphone em um GPS em algumas ocasiões, não deve ficar decepcionado com o Moto G nesse aspecto.

Câmera

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O Moto G possui uma câmera traseira de 5 megapixels, que é considerada “OK”. Se pensarmos que nenhum smartphone na sua faixa de preço possui uma câmera que vai além do mediano, podemos dizer que a câmera do novo smartphone da Motorola está na média. É claro que poderíamos esperar um pouco mais (uma vez que todo mundo está tirando fotos a qualquer momento, em qualquer lugar), mas ainda não chegamos nesse ponto.

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A interface de software é a mesma do Moto X, com algumas pequenas modificações. A transição do modo câmera para o álbum de fotos está mais rápida, e o recurso de foco com o deslizar de um dedo está presente. Essas são duas características que colocamos na conta do Android 4.3 Jelly Bean, e que também estão presentes no Android 4.4 KitKat, que oferecem uma experiência de fotos mais prazerosa e eficiente.

De novo, tenho que ressaltar que as fotos produzidas pelo seu sensor são medianas. Para quem não coloca a câmera como prioridade, isso não será um grande problema. Logo, leve em consideração que é uma típica câmera de um smartphone de linha média.

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O mesmo se aplica à câmera frontal de 1.3 MP. Ela se faz mais eficiente para eventuais videochamadas, e até alguns “selfies” (essa palavra está na moda) sem compromisso. Mas não espere uma qualidade de imagem elevada. Talvez ela ainda seja um pouco melhor do que as câmeras frontais de alguns de seus concorrentes, que possuem uma resolução menor e uma qualidade de imagem pior do que essa demonstrada pelo produto da Motorola.

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Games

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De forma quase surpreendente (ou não, se levarmos em conta as suas características de hardware), o Motorola Moto G foi muito bem nos jogos. Para começar, a sua tela de 4.5 polegadas em HD (1280 x 720 pixels) garante uma reprodução dos gráficos com alta qualidade. Sua GPU Adreno 305 não é a mais potente do mercado, mas também não faz feio, e oferece um desempenho muito bom mesmo em jogos com gráficos complexos. E a presença de um processador quad-core Qualcomm Snapdragon 400 é decisivo em um desempenho que considero excelente para um produto do seu porte.

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Nos testes realizados, o Moto G conseguiu reproduzir jogos com gráficos pesados sem maiores dificuldades. Tudo bem que em alguns títulos, os gráficos foram automaticamente simplificados (como no caso de Real Racing 3, onde o próprio jogo detecta as especificações do dispositivo, e ajusta a exibição gráfica de acordo com os recursos de hardware disponíveis, para garantir o melhor desempenho possível). Mesmo assim, a experiência de jogo é plena.

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Sem lags, sem engasgos, sem comprometer o desempenho do jogador durante as partidas. Para um smartphone com preço inicial sugerido de R$ 649 (ou até menos, dependendo da promoção dos e-commerces nacionais), é uma excelente notícia. E, sem medo de errar: para quem quer jogar no smartphone, o Moto G é aquele que vai entregar a melhor experiência nos games, dentro da sua faixa de preço.

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Multimídia

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O Moto G oferece os mesmos aplicativos padrão do Android para vídeos e músicas (Google Play Filmes e Google Play Música), obrigando o usuário a buscar soluções em outros softwares para atender essas necessidades em específico. Ou seja, não há muito o que dizer nesse aspecto.

O desempenho do smartphone para essas tarefas fica dentro do esperado. De novo, ter um hardware robusto e uma tela em HD ajuda e muito na hora da reprodução de vídeos em alta definição. Nesse aspecto, o smartphone oferece bons resultados, sem problemas de travamentos ou engasgos.

Talvez o único ponto negativo desse aspecto está no fone de ouvido que acompanha o pacote de venda do smartphone. São fones padrão, com baixa qualidade de áudio, e que obriga automaticamente um investimento na aquisição de fones de melhor qualidade. Por outro lado, temos sempre que lembrar que estamos diante de um smartphone de baixo custo, logo, não é surpresa encontrar um fone com essa característica. Mesmo assim…

Também entendo que outro fator que prejudica e muito os fãs de vídeos e músicas nos smartphones está no restrito espaço para armazenamento. Mesmo no modelo com 16 GB, o Moto G não possui slot para cartões microSD, limitando o armazenamento do dispositivo. Ou seja, ou você escolhe muito bem o que será armazenado no smartphone, ou começa a pensar seriamente em consumir músicas e vídeos em serviços de streaming.

Bateria

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Aqui está mais um trunfo do Moto G. A sua autonomia de bateria é realmente muito boa, com uma administração de consumo e recursos muito competente. Um dos motivos para isso é a presença do Android 4.3 Jelly Bean, que consegue gerenciar melhor as funcionalidades do Android, corrigindo alguns problemas presentes na versão 4.2.2.

O resultado é que a bateria de 2.070 mAh consegue sobreviver tranquilamente ao dia completo de uso intenso, com WiFi ativo o tempo todo, 3G em momentos ocasionais, tela ativa com redes sociais e e-mails, músicas e alguns vídeos. Em standby, o Moto G é um monstro, o que reforça a tese de sua autonomia de bateria ser excelente.

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É claro que o consumo da bateria é acentuado quando atividades que exigem mais do processador, GPU e RAM são executadas, como vídeos em HD armazenados no smartphone e games. E, mesmo assim, essa autonomia ainda pode ser satisfatória para quem vive jogando no dispositivo.

De um modo geral, a bateria do Moto G vai atender as necessidades da maioria dos usuários. Ou pelo menos uma das mais importantes: não ficar sem bateria no smartphone antes que o dia acabe.

Desempenho

Usar o Motorola Moto G por duas semanas foi uma experiência excelente. A Motorola acertou de novo em oferecer um produto com preço competitivo, com especificações técnicas interessantes, e um desempenho final muito bom. Levando em consideração a sua faixa de preço, o Moto G é, hoje, a melhor relação custo/benefício no mercado de smartphones de linha média. Nenhum modelo disponível entre os concorrentes em sua faixa de preço consegue oferecer um conjunto tão equilibrado, com performance e experiência de uso otimizada.

Alguns podem alegar “o Nexus 4 é bem melhor que o Moto G, e custa quase a mesma coisa”. Ok. Porém, essas mesmas pessoas se esquecem de analisar questões pontuais. Para começar, são produtos diferentes, com públicos diferentes e características diferentes.

Vale lembrar que o Moto G possui algumas vantagens em relação ao Nexus 4, que são importantes para alguns consumidores, como os recursos personalizados da Motorola (Migração Motorola, Assist, Moto Care, etc), é um aparelho com dois slots para SIM cards (muita gente quer e precisa disso), uma autonomia de bateria melhor que a do Nexus 4, alto-falantes com melhor qualidade, tela com maior densidade de pixels, entre outros fatores.

E tudo isso se converte em uma excelente experiência de uso para quem busca alguns itens específicos em um smartphone. Aliás, faz muito tempo que especificações de hardware não são os fatores mais decisivos para dizer se esse ou aquele produto é melhor que o outro. O que realmente importa é se o dispositivo em questão é competente o suficiente para oferecer uma experiência de uso competente e prazerosa. Nesse sentido, reforço a minha afirmação: entre os modelos de linha média, o Moto G é o melhor produto disponível no mercado nesse momento.

Conclusão

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O Motorola Moto G está APROVADO, com louvor. É um modelo que surpreende pelo ótimo desempenho, por manter a proposta estabelecida pelo Moto X, oferecendo um design e experiência de uso similares, e entregando ao usuário um resultado final melhor do que os seus principais concorrentes de preço. Os itens negativos do dispositivo são compensados com uma qualidade superior na construção do aparelho, e principalmente, na performance do conjunto hardware + software.

Com o Moto G, a Motorola estabelece o padrão a ser seguido pelos demais fabricantes no segmento de linha média. É o aparelho que recomendo dentro da sua faixa de preço. E cria uma perspectiva muito interessante do que está por vir em 2014.

Review em Vídeo

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Motorola Moto G é agora um produto de código aberto, por decisão da própria Motorola

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O Motorola Moto G é um dos smatphones de maior destaque no mercado atual (e um dos reviews mais solicitados aqui no TargetHD… calma, pessoal… vai sair…), e de certo modo, o sistema operacional que ele carrega (o Android) já é de código aberto. Porém, a Motorola decidiu liberar todos os códigos fontes do dispositivo, como ROMs e Kernels para desenvolvedores estudarem o dispositivo com maior riqueza de detalhes, e para os mais curiosos descobrirem como o mesmo foi desenvolvido.

A maioria dos meros mortais não precisam desses códigos para absolutamente nada. Até porque a maioria dos mortais são consumidores dos produtos, logo, não terá serventia nenhuma os tais kernels. Porém, para a grande quantidade de desenvolvedores de aplicativos e soluções pensadas nos smartphones Android, essa é ótima notícia. Terão a oportunidade de estudar a fundo a estrutura de software, e desenvolver soluções ainda melhores para um dos melhores smartphones de linha média do mercado.

Por tabela, o usuário final é beneficiado. Afinal de contas, o dispositivo ficará melhor, não só com melhorias de software vidas de desenvolvedores independentes, mas também pelos novos aplicativos e widgets que certamente serão lançados. E tudo isso, de graça.

Em resumo: essa é uma excelente notícia para os proprietários do Moto G. E, para aqueles que estavam meio reticentes com essa nova fase da Motorola, é melhor rever conceitos. Do jeito que eles estão trabalhando (ou melhor, que a Google está trabalhando com eles), o futuro aparenta ser muito promissor.

Para mais detalhes, acesse a página da Motorola na Source Forge.

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Via Android Central