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O que a Xiaomi fez de errado?

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Muitos compararam a Xiaomi com a Apple, e não por essa evidente “inspiração” de produtos. A empresa parecia estar no caminho de ser uma das gigantes do mundo mobile, com uma valorização acima dos US$ 45 bilhões no começo de 2015.

Porém, a grande concorrência dentro da China e a incapacidade de expandir internacionalmente fizeram a valorização da Xiaomi despencar para a casa dos US$ 4 bilhões.

Onde foi que uma das empresas mais chamativas do mundo da tecnologia errou?

Nos cansamos da Xiaomi?

Uma concorrência feroz, também na China

 

market share china

 

Tudo parecia ser cor de rosa para a empresa de Lei Jun: os investidores disputavam a tapa um pedaço da empresa que parecia ter o controle na Chinam com um catálogo de produtos surpreendente pela relação custo-benefício excelente.

Porém, outros fabricantes adotaram a mesma filosofia, com inovações que a Xiaomi não conseguia aportar. Os dispositivos da Vivo com tela curva, Oppo e OnePlus com modelos com recarga rápida e Huawei sendo pioneira no sistema de câmeras dual ou sensor de digitais dificultaram tudo.

A concorrência tem hoje uma melhor I+D, melhor experiência em fabricação e maior faixa geográfica para distribuição que a Xiaomi. A falta de inovação independente é outro fator, e a empresa teve que mudar diante do ataque dos seus competidores, investindo mais em marketing do que depender da propaganda boca a boca.

 

Não é mais uma estratégia apenas da Xiaomi

Outros fabricantes utilizaram da mesma estratégia da Xiaomi, oferecendo o bom, bonito e barato, mas em canais de venda oficiais a nível internacional.

A concorrência nos segmentos de entrada e linha média é algo brutal, e mesmo com produtos como o Redmi Note 3 sendo um modelo notável, ele acaba eclipsado com outras propostas igualmente interessantes.

O catálogo de produtos que se atraem por preço e especificações vai além dos smartphones. A Xiaomi expande sua oferta, oferecendo todos os tipos de soluções nos campos da informática e eletrodomésticos.

Mas além dos produtos, chama a atenção os problemas de distribuição. Encontrar um Mi Notebook Air fora da China é algo bem complicado, por exemplo.

 

A Xiaomi segue sendo muito chinesa

 

cresicimento global china

 

A expansão internacional da empresa é um problema. Os modelos geram muito interesse no seu lançamento, mas chegam a conta-gotas no ocidente, em lojas que aportam garantias que diluem a relação custo-beneficio.

O preço em yuanes e o preço final dos diferentes mercados internacionais é muito diferentes. Enquanto isso, a concorrência oferece modelos mais interessantes com preços igualmente surpreendentes, e isso faz com que a Xiaomi enfrente sérios problemas.

Por fim, além da limitada expansão internacional, pesa e muio as ameaças por patentes.

A Xiaomi está protegida na China. Mas na Índia, segundo mercado mais relevante para a empresa, eles enfrentaram processos por violações de patentes da Ericsson.

Apesar de chegar a acordos com a Microsoft ou a Qualcomm para evitar mais processos em outros países, seu salto para mercados internacionais é algo improvável. Os processos barrariam a expansão da empresa.

Um notebook da Xiaomi que é idêntico ao Macbook

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A imagem acima apareceu no site chinês Techweb, e confirmaria os rumores sobre o lançamento de um notebook da Xiaomi com a marca Mi.

Porém, temos que ser cautelosos. Levando em conta a má qualidade da imagem, o modelo pode ser um simples render que só aumentariam os rumores. De qualquer forma, na última Google I/O, a Xiaomi apresentou novos dispositivos, mostrando sua capacidade de expansão de catálogo, mas não mostrou o misterioso notebook de 12 polegadas que competiria com o Macbook.

Especula-se que a Xiaomi lançará nos próximos meses duas versões do portátil, sendo uma delas com 12.5 polegadas e Windows 10. Supomos que o preço será um dos seus principais atrativos, além da sua incrível semelhança com o Macbook. Algo que certamente vai gerar muita controvérsia na ocasião de sua apresentação oficial.

Via Pocket-lintTechweb

Xiaomi interrompe lançamentos de smartphones no Brasil

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Os rumores estavam corretos. Diferente do que foi desmentido pela empresa em comunicado oficial, a Xiaomi vai suspender o seu calendário de lançamentos no Brasil, além de reduzir o seu quadro de funcionários no país. Esses são claros indícios de desistência da empresa no mercado brasileiro.

As informações foram reveladas pelo vice-presidente da empresa, Hugo Barra, e chegam semanas depois da empresa negar oficialmente a saída do mercado brasileiro. Para o executivo, as constantes mudanças nas regras de fabricação e tributação de vendas online são os principais motivos para a Xiaomi desistir dos lançamentos no mercado brasileiro.

As mudanças citadas por Barra envolvem a revogação da Lei do Bem, que concedia incentivos fiscais para dispositivos fabricados no Brasil, e as alterações nas regras do ICMS, equilibrando a distribuição do imposto entre estados, o que prejudicou seriamente as lojas de varejo online. As medidas foram tomadas ainda pelo governo Dilma Rousseff, em uma tentativa desesperada para equilibrar as contas públicas.

O anúncio se alinha com a informação que a fábrica da Foxconn em Jundiaí (SP) deixou de montar os aparelhos da Xiaomi. Barra informa que a produção poderá ser retomada caso a mesma se torne mais vantajosa que a importação.

A decisão decepciona aqueles que esperavam os recentes lançamentos da Xiaomi, como o Mi 5. Não há prazo para a empresa trazer novos produtos, e os funcionários responsáveis pelo marketing e mídias sociais da empresa no Brasil serão realocados para a sede em Pequim, passando a cuidar remotamente das atividades do mercado brasileiro e planos de entrada da marca na América do Norte. A operação brasileira segue abraçando as áreas de suporte, assistência técnica, logística, finanças, gerência e e-commerce.

Além disso, a Xiaomi está deixando o seu escritório em São Paulo, localizado na Vila Olímpia. A empresa informa que pensa na possibilidade de mudança até o final do ano para um outro bairro.

Via Tecnoblog, Android Pit, Manual do Usuário, Manual do Usuário

Xiaomi pode deixar o Brasil em 2016?

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Rumores indicam que a Xiaomi considera deixar o mercado brasileiro nos próximos meses. O motivo? Vendas baixas e interrupção da produção de smartphones no país.

A estratégia de vendas diretas pela internet é vista com desconfiança pelo consumidor brasileiro, e a estigma da fabricante ser chinesa e do aparelho ser muito barato atrapalham ainda mais nas vendas. Sem falar que o pagamento é limitado ao cartão de crédito, sem a opção do boleto bancário.

No Brasil, as vendas online enfrentaram problemas: erros no site e instabilidades prejudicaram o processo. Com o tempo, a Xiaomi fechou parcerias com a Vivo e a B2W, além de montar postos de venda no varejo e investimentos em propagandas fora das redes sociais. Nada disso adiantou, e a consequência disso é que a fábrica da Foxconn em Jundiaí (SP) não produz mais aparelhos da Xiaomi, que por sua vez conta com estoques lotados e funcionários buscando outras vagas no mercado.

Por fim, importar não é uma opção, pois os valores dos produtos sofreriam um reajuste considerável de preço.

Para piorar, a Xiaomi perdeu o direito de vender a Mi Power Bank no Brasil, pois o produto teve sua homologação suspensa pela Anatel, por conta de vazamentos e explosões em testes internos. Sem falar no processo que a empresa enfrenta na Receita Federal por classificar incorretamente a bateria no processo de importação. A irregularidade não pode ser confirmada por conta de sigilo no processo.

A Xiaomi não tem previsão de retomar a sua produção local em um futuro próximo. Tantos problemas podem ter desestimulado a fabricante e seus consumidores. A decisão de permanência ou saída da marca no Brasil estaria bem próxima de ser tomada, e em caso de saída teremos mais uma empresa estrangeira que não se adaptou ao nosso complexo mercado.

De forma oficial, a Xiaomi nega a saída do Brasil. Em nota, a empresa alega que “está expandindo os canais de venda dos produtos, com parcerias com Walmart, CNOVA e Webfones”. O próximo produto não seria produzido no Brasil porque “os incentivos fiscais oferecidos no paós para a produção local ainda estão em discussão”.

Via Manual do Usuário, Tecnoblog

Xiaomi vende apenas 35 milhões de smartphones no primeiro semestre de 2015

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A Xiaomi – que recentemente desembarcou no Brasil – anunciou que vendeu 34.7 milhões de smartphones no primeiro semestre de 2015.

 

Esses números podem ser interpretados de duas formas. A primeira é que a empresa teve um aumento nas vendas de 33% em relação ao mesmo período em 2014, o que é sim uma notícia muito positiva. A segunda reflete um problema sério para a Xiaomi, já que o CEO da empresa, Lei Jun, estimou que eles chegariam aos 100 milhões de unidades vendidas em 2015.

Ou seja, partindo desses 35 milhões, a Xiaomi vai ter que lutar muito para chegar esse número, mesmo que a melhora em relação ao ano passado seja expressiva – e, ao que tudo indica, será, já que a empresa vendeu 61 milhões de smartphones em 2014. Os ingressos foram de US$ 12 bilhões, mas não foram revelados os lucros ou perdas operacionais.

Não podemos ignorar que o crescimento da Xiaomi é algo notável. Com apenas cinco anos de vida, eles deram um salto expressivo nas vendas: em 2013, venderam 18.7 milhões de smartphones, contra 7.2 milhões de 2012. Muitos acharam que crescer na China era algo mais simples, mas não é só isso.

Além do Brasil, a Xiaomi vislumbra os mercados da Turquia, México, Rússia e outras regiões do sudeste asiático. Dessa forma, eles devem alcançar a marca de vendas tão otimista do seu CEO. Outro dado que não foi revelado é o volume de vendas de cada uma de suas famílias (Note, Redmi, Mi), e se cada uma dessas famílias superaram os 10 milhões de unidades vendidas desde a sua aparição.

Via @xiaomi

Xiaomi inicia suas atividades no Brasil, fazendo muito barulho

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Em evento realizado hoje (30) em São Paulo, a Xiaomi anunciou o início de suas atividades no Brasil. A apresentação foi realizada pelo brasileiro Hugo Barra, vice-presidente global da empresa, que apresentou os primeiros produtos que serão comercializados no mercado nacional.

Começamos pelo Redmi 2, que será uma alternativa no segmento intermediário, competindo no mesmo segmento onde estão modelos como o Motorola Moto G e o Asus Zenfone 5. O dispositivo possui tela IPS de 4.7 polegadas (1280 x 720 pixels), processador quad-core Snapdragon 410 de 1.2 GHz, 1 GB de RAM, 8 Gb de armazenamento (expansíveis via microSD) câmera traseira de 8 megapixels, câmera frontal de 2 megapixels, bateria de 2.265 mAh como modo de recarga rápida, suporte ao dual SIM (com 3G e 4G), LTE Cat 4 (150 Mb/s de download, e 50 Mb/s de upload), entre outros recursos.

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O Redmi 2 conta com a interface MIUI, que não conta com um menu dedicado para os aplicativos, que ficam todos na tela inicial do launcher, além de suporte para diversos temas e ícones animados. A Xiaomi também incluiu ferramentas específicas, como um antivírus e otimizador de memória.

O modelo terá fabricação nacional, mas as primeiras unidades serão importadas. É a primeira linha de produção da Xiaomi fora da China. O preço sugerido do Redmi 2 é de R$ 499, e as vendas acontecerão via site oficial da empresa.

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A Xiaomi Mi Band também foi anunciada para o Brasil, custando R$ 95. A pulseira é resistente contra a água, e sua bateria conta com uma autonomia de 30 dias contínuos de uso, sendo capaz de monitorar o sono e exercícios físicos do usuário. O gadget pode ser pareado com um smartphone Android, e pode atuar como dispositivo de bloqueio do telefone, dispensando a necessidade de digitação de senha na tela de bloqueio do dispositivo.

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Por fim, a Mi Power Bank, bateria externa com 10.400 mAh, também será comercializada no Brasil, com o excelente preço sugerido de R$ 99.

A Xiaomi chegou ao Brasil fazendo muito barulho, e colocando pressão na concorrência já estabelecida em nosso mercado. Veremos nas próximas semanas se a estratégia de preços agressivos e produtos com características interessantes pode funcionar em um mercado tão diversificado (e problemático nos preços) como é o mercado brasileiro.

Teremos um novo Xiaomi Redmi Note em 29 de junho

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Um dia antes da chegada oficial da Xiaomi no Brasil (30 de junho), a Mi vai apresentar lá fora um novo smartphone Redmi Note.

Lei Jun, CEO da empresa, anunciou nas redes sociais que no dia 29 de junho via acontecer um evento que vai apresentar novidades importantes. O mais factível é a chegada de um novo phablet Note para as linhas inferiores, já que os modelos Mi Note e Note Pro foram apresentados em janeiro.

A aposta maior é para um novo Redmi Note 2, que recentemente passou pelo TENAA, órgão de homologação chinês. É esperado um dispositivo com tela de 5.5 polegadas (Full HD), com processador MediaTek MT6795 com conectividade LTE e câmeras de 13 e 5 megapixels.

Também se especula uma atualização dos Notes mais potentes, com a chegada do processador Snapdragon 820 (quando o mesmo estiver disponível).

Via Xiaomi Today

Xiaomi desembarca no Brasil no dia 30 de junho

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A Xiaomi anunciou hoje (15) que vai realizar um evento de lançamento de sua marca no Brasil no dia 30 de junho, em São Paulo. Uma página promocional convida os usuários brasileiros a participarem do evento.

Dois smartphones da Xiaomi estão homologados pela Anatel, com códigos de modelo 2014715 e 2014819, que podem ser os modelos Redmi Note 4G e Redmi 2, respectivamente. Os modelos desembarcam para competir diretamente no cobiçado mercado de linha média de smartphones com tela de 5 polegadas.

A chegada da Xiaomi no Brasil é mais uma iniciativa que visa a expansão global da fabricante chinesa. Depois de tomar o mercado asiático de assalto, a Mi quer que a empresa ataque os mercados emergentes, onde Brasil e Índia são os alvos mais cobiçados.

Os usuários interessados em participar do evento de lançamento da Xiaomi no Brasil deverão se cadastrar na página do fabricante para maiores detalhes. Vale lembrar que os modelos que estreiam por aqui, assim como os preços sugeridos dos produtos não foram anunciados.

Para mais informações sobre o evento de lançamento, clique aqui.

Xiaomi lança nova bateria externa de 10 mil mAh com preço risível

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A Xiaomi deu mais uma demonstração de força ao apresentar uma nova bateria externa, que é uma evolução do modelo anterior, apesar de perder um pouco de capacidade (10 mil mAh, contra 10.4 mil mAh), mas que em compensação, ganha em todos os demais quesitos.

Sua densidade energética aumentou em 30%, e isso permitiu que o volume total da unidade fosse reduzida em 21.4% em relação ao seu predecessor. O novo modelo mede 60.4 mm de largura, contra 77 mm do modelo antigo, e além do botão para ativação, temos um indicador LED para o nível de bateria, uma porta microUSB para recarga e uma porta USB de tamanho completo para recarregar o dispositivo quando conectado.

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A nova bateria da Xiaomi tem um peso de 207 gramas (contra 250 gramas do modelo antigo) e sua fabricação ficou a cargo da LG e da Panasonic. Sua densidade energética é de 735 Wh/L, e a taxa de conversão é de 93%, o que revela uma alta eficiência energética.

A bateria da Xiaomi está disponível em três opções de cores, e o seu preço é de surpreendentes 69 yuanes, ou apenas 10 euros. Está disponível para compra no site oficial da Xiaomi na China, e deve ser distribuída nos EUA e Europa. Quem sabe não desembarque no Brasil, quando a empresa oficialmente abrir as suas portas por aqui?

Via Xiaomi

Xiaomi explica por que não usa microSD nos seus smartphones

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A Xiaomi resolveu explicar os seus motivos pelos quais eles não adotam slots de expansão microSD nos seus smartphones. Hugo Barra, vice-presidente internacional da empresa, foi o responsável por dar as justificativas para uma decisão que contraria o desejo da maioria dos usuários que buscam obter o maior espaço possível de armazenamento em seus dispositivos móveis.

De acordo com Barra, os cartões microSD – em via de regra – podem apresentar muitos problemas de qualidade, e contam com uma elevada taxa de falhas, o que pode gerar um grande problema para os usuários que, em caso de falha nos cartões microSD, podem perder todos os seus dados.

É evidente que tais justificativas contam com um fundo de verdade, mas também é preciso deixar claro que, por um lado, os efeitos não são os mesmos se o usuário utilizar um microSD de alta qualidade. Por outro lado, Hugo Barra parece se esquecer que sempre existe a possibilidade o usuário fazer por conta própria cópias de segurança periódicas dos seus arquivos, reduzindo assim a chance de grandes danos em caso de falhas.

Também é importante lembrar que não adicionar um slot microSD em um smartphone  é também uma estratégia comercial. A maioria dos modelos top de linha não contam com slots para memória estendida, e acabam cobrando a mais pelo mesmo modelo com capacidade de armazenamento maior. Vide o iPhone 6, que tem um considerável salto de preço da versão com 16 GB para o modelo com 64 GB.

Via TalkAndroid

Xiaomi vai apresentar um novo produto em 23 de abril

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A Xiaomi marcou um evento para a imprensa, que acontece no dia 23 de abril em Nova Deli (Índia). A apresentação acontece um dia antes do evento da LG (que deve apresentar ao mundo o LG G4), e não será um evento pequeno, uma vez que alguns dos executivos mais importantes da empresa estarão presentes para apresentar a novidade.

O evento se apresenta com a frase ‘i is coming’, e podemos especular a chegada de uma nova linha de smartphones ‘i’ da Xioami, talvez com o sistema Android One, que tem na Índia um dos seus grandes mercados. Porém, isso é apenas uma especulação, já que a empresa não entra em detalhes sobre o motivo do evento.

A Xiaomi é uma marca que está ampliando o seu catálogo de produtos, indo além de smartphones ou tablets. Pulseiras quantificadoras, baterias externas, televisores e até purificadores de ar estão presentes no portfólio de produtos da empresa.

Na teoria, seria um smartphone mas… e se eles nos surpreenderem com uma nova categoria de produto? De qualquer forma, marque na agenda: quinta-feira, 23 de abril de 2015.

Via Phone DogXiaomi

Os chineses copiam os próprios chineses, e a Xiaomi é a grande prejudicada

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A Xiaomi é a empresa da moda, e começa a sentir efeitos colaterais dessa popularidade. Diversos fabricantes chineses especializados em desenvolver falsificações muito decentes no seu interior colocaram os seus olhos nos produtos da empresa, criando a ironia dos chineses copiarem os próprios chineses.

A Xiaomi informa que o problema começa a ficar muito grave. Lei Jun, CEO da empresa, dá o exemplo das suas baterias externas Mi Power Bank: em 2014, eles venderam 14.6 milhões de unidades do acessório, mas o número poderia ser muito maior se não tivessem tantas falsificações. O estimado é que eles poderiam duplicar ou até triplicar as suas vendas sem as falsificações.

O problema foi analisado pelo estudo realizado pela Office of the United States Trade Representative, que confirma que a China facilita a distribuição de quantidades significativas de mercadorias falsificadas. O vice-primeiro ministro chinês Wang Yang revelou no mês passado que eles iriam redobrar os seus esforços para combater o problema.

A Xiaomi vai ter que lidar com um problema que outros sofrem nos últimos anos. Várias lojas online oferecem dispositivos falsificados, e muitos usuários não contam com um canal oficial de compra para esses produtos. Infelizmente, quando isso acontece, o produto que chega ao consumidor final não passa de uma imitação, o que gera reclamações diversas.

Via Bloomberg

Xiaomi antecipa preço do Mi 4 no Brasil no seu próprio site

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A Xiaomi segue se preparando para estrear no Brasil. O site oficial da empresa no Brasil já tem o domínio br.mi.com no ar, mas o site ainda não está finalizado. Porém, uma página específica deixa vazar o suposto preço do modelo Mi 4, top de linha da empresa, no mercado nacional: R$ 1.4 mil.

No site, praticamente todos os links não funcionam, exceto pela página de compra do Mi 4. Se confirmado, a Xiaomi chega para abalar as estruturas do mercado mobile nacional, já que é um preço realmente muito atraente para as suas configurações, mesmo para um smartphone lançado em 2014 (processador Qualcomm Snapdragon 801 quad-core de 2.5 GHz, 3 GB de RAM, tela de 5 polegadas Full HD, entre outros recursos).

Vale lembrar que o Mi Note Pro é o mais potente nas especificações dentro do portfólio da Xiaomi.

O site ainda exibe vários textos provisórios para preencher espaço, e por conta do claro estágio de desenvolvimento (e em função da inconstância da cotação do dólar), é possível que o valor do aparelho mude até a data de lançamento.

A Xiaomi já definiu que vai oferecer seus produtos no Brasil em 2015, e o site é parte fundamental do modelo de negócios da empresa, que aposta nas vendas online diretas para o consumidor e nas eventuais promoções relâmpago.

ATUALIZADO EM 08/04/2015 @ 18h10

A assessoria de imprensa da Xiaomi no Brasil entrou em contato com o TargetHD, através de um comunicado, se posicionando sobre o vazamento de hoje:

Posicionamento

Sobre a página na internet da Xiaomi do Brasil, que ficou disponível para acesso ao público nesta tarde (8), informamos que trata-se de um protótipo hospedado em um ambiente de testes. Todas as informações, como imagens, produtos, valores e frete, foram usadas como base de teste e não são definitivas.  Assim como o design do site, que não está finalizado.

No momento, a página do Facebook é o único canal oficial na Internet da empresa no Brasil.​

Xiaomi do Brasil

Abril de 2015

Via Olhar Digital

Xiaomi Redmi 2A, o smartphone 4G de 75 euros, é oficial

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A Xiaomi anunciou oficialmente o smartphone Xiaomi Redmi 2A. O lançamento marca o aniversário de cinco anos da fabricante chinesa, e se destaca principalmente por ser um dispositivo com boas especificações com um valor de apenas 75 euros.

O Xiaomi Redmi 2A possui uma tela de 4.7 polegadas (HD) chipset Leadcore (L1860C) quad-core de 1.5 GHz (ARM Cortex A7) de 64 bits com conectividade LTE. O seu processador permite que o seu preço caia de forma significativa (30 euros a menos, pelo menos).

Esse chip trabalha com 1 GB de RAM, uma GPU ARM Mali T628MP2 e funciona com as redes chinesas 2G, 3G e 4G.

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O modelo conta com câmeras de 8 e 2 megapixels (câmera traseira com flash), suporte ao dual SIM e bateria de 2.200 mAh.

O Xiaomi Redmi 2A chega ao mercado chinês no dia 8 de abril, com um preço de 600 yuanes (ou 90 euros), mas no dia do seu lançamento, ele estará disponível em oferta especial por 75 euros.

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Via Xiaomi

Mi TV 2: Smart TV e videogame com preço acessível

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A Xiaomi já havia deixado bem claro que esse seria um produto polivalente, com jogos e filmes convivendo em harmonia. Pois bem, aqui temos uma TV com hardware com capacidade para executar jogos com mediana qualidade gráfica, e gerenciada pelo sistema operacional Android. Apresentamos a Mi TV 2, com tela Full HD de 40 polegadas.

Essa TV foi pensada como uma solução completa e acessível, além de contar com interessantes especificações técnicas. Essa Smart TV aposta no Android 4.4, e não no Android TV, plataforma supostamente adequada para esse tipo de produto. A Xiaomi promete a atualização para o Android Lollipop, que também deve carregar a interface MIUI.

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A tela LED é assinada pela Sharp, e conta com a tecnologia SDP X-GEN, que oferece um nível de contraste 5.000:1. Na parte de áudio, temos a certificação MS12 para um áudio envolvente. A TV é compatível com uma grande quantidade de formatos de vídeo e áudio (H.265, H.264, S.263, MPEG4, Real, AFS, RM, FLV, MOV, AVI, MKV, TS, MP4).

A Mi TV 2 possui um desconhecido chipset MStar 6A908, composto por um processador de quatro núcleos ARM Cortex-A9 a 1.45 GHz, acompanhado por uma GPU ARM Mali 450MP4, trabalhando em conjunto com 1.5 GB de RAM e 8 GB de armazenamento.

Não parece ser um conjunto muito potente, mas é o suficiente para executar jogos simples e navegação na internet, além de gerenciar a experiência MIUI. Ou seja, segue a tendência da Xiaomi em oferecer o bom, bonito e “barato”, mas que não deve chegar por aqui tão facilmente.

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Sobre o seu design, destacamos a variedade de cores na carcaça traseira, e sua espessura de apenas 14.5 mm na sua parte mais fina.

A Mi TV 2 tem preço sugerido de 290 euros (já convertidos). Ou seja, a Xiaomi mais uma vez oferece muito por muito pouco. A má notícia é que este é um dispositivo muito orientado para a China e países vizinhos, com uma oferta de conteúdos pensada no mercado asiático (através de um investimento de US$ 1 bilhão).

Vale lembrar que a Xiaomi tem uma TV 4K de 49 polegadas, ou seja, podemos esperar por mais novidades da empresa nesse segmento nos próximos meses.

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Via MIUI

Xiaomi testa a resistência dos seus smartphones… com caranguejos!

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Já vimos testes de resistência realizados pelos fabricantes de smarpthones que são realmente curiosos, com o objetivo de mostrar ao mundo a durabilidade dos seus dispositivos. Mas nunca poderia imaginar que veríamos algo como a Xiaomi fez com o seu novo Mi4.

Como você pode ver no vídeo abaixo, o fabricante não pensou duas vezes na hora de colocar o seu dispositivo nas patas de dois caranguejos, um teste que aparentemente foi bem sucedido, apesar da Xiaomi não deixar claro o resultado do teste com as pinças de uma lagosta.

Enfim, vídeo a seguir para que você tire as suas próprias conclusões.

 

 

Xiaomi afirma ter 100 milhões de usuários de sua interface MIUI

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A MIUI, ROM desenvolvida pela Xiaomi, é uma das mais cuidadas e destacadas pelo mercado. Demonstra uma qualidade e atenção excepcional aos detalhes, e seus responsáveis acabam de anunciar que eles já contam com 100 milhões de usuários desse fork Android.

A Xiaomi integrou nessa ROM serviços e configurações paralelas aquelas oferecidas pelo Android, como uma loja de aplicativos ou a sua própria nuvem de sincronização de dados (Mi Cloud), e mesmo sendo muito parecida com o iOS 7, a MIUI se transformou em uma referência para dezenas de outras ROMs personalizadas para outros dispositivos.

A MIUI foi lançada em agosto de 2010, um ano antes do primeiro dispositivo da Xiaomi chegar ao mercado. A ideia era que os usuários de smartphones Android pudessem usar uma alternativa onde a interface visual era o elemento de maior destaque.

A integração da MIUI nos cada vez mais bem sucedidos dispositivos da empresa foi algo essencial para o crescimento no uso dessa versão, que também faz com que a Xiaomi ganhe dinheiro através do seu ecossistema de software. Por enquanto esses ingressos – não especificados pela Mi, exceto em dezembro de 2013, quando eles mencionam algo em torno de US$ 4.9 milhões – são mais modestos que os da concorrência, mas já é alguma coisa.

Viaxia TechInAsia

Xiaomi chega aos Estados Unidos, mas não com todos os seus produtos

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A Xiaomi (ou Mi – Mobile Internet) anunciou quais são os seus próximos (ou primeiros) passos nos Estados Unidos, assim como a condição geral da empresa.

Um dos primeiros comentários feitos no evento foi: ‘somos uma companhia de Internet, fazemos algo mais do que smartphones’. Palavras da Xiaomi. E avisam que vão estrear nos Estados Unidos em breve, mas não com todos os produtos do seu catálogo.

Alguns números apresentados pela Xiaomi: com menos de cinco anos de vida, eles já são o primeiro fabricante na China (segundo o IHS), e cinco dos oito smartphones mais ativados da China são da empresa. Tudo isso é apoiado por uma comunidade de mais de 100 milhões de usuários registrados.

Eles deram muita ênfase em como eles trabalham com os usuários e as atualizações do sistema: revisões semanais buscando o feedback da comunidade. A MIUI, nas palavras de Hugo Barra, não é um fork do Android, mas sim uma capa de software e serviços sobre o sistema operacional da Google.

Falando da MIUI, eles falaram de software, mas também dos smartphones. A Xiaomi tem um objetivo muito claro: bater de frente com a Apple. O Mi Note foi lançado para desafiar o iPhone 6 Plus, e quando a MIUI foi apresentada, o iOS 8 veio logo à mente.

A Xiaomi também falou sobre a Internet das Coisas, apresentando o Mi Module, um pequeno chip que se conecta aos eletrodomésticos e permite automatizar algumas ações através de uma conexão sem fio. Seu preço? Apenas US$ 3.

Também foi apresentado o Air Purifier, um purificador de ar para a casa. Um produto que no ocidente pode não ser muito atraente, mas em países como a China e sua grande poluição, pode ser uma solução interessante.

Por fim, a Xiaomi tem planos de lançar a sua loja online (Mi.com) para comercializar seus produtos nos Estados Unidos, mas com um catálogo reduzido: smartphones e tablets ficam de fora, por enquanto. O motivo? A cerificação dos produtos (aka receio por possíveis processos).

Via TechCrunch

Primeiros detalhes do hipotético Xiaomi Mi5 aparecem na web

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Em 15 de janeiro, o Xiaomi Mi5 (ou Mi4S) pode ser apresentado. O novo top de linha da fabricante chinesa tem mais e mais detalhes revelados, onde dessa vez temos uma série de fotos que supostamente foram capturadas pela câmera do dispositivo.

Os dados prévios indicavam um sensor de 16 ou 20 megapixels, mas as fotos vazadas foram capturadas por um sensor de 13 megapixels. A escolha seria para priorizar um dos destaques do futuro smartphone: sua baixa espessura.

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Especula-se que o novo smartphone da Xiaomi pode contar com apenas 5.1 mm de espessura. Isso pode comprometer sua autonomia de bateria, ainda mais se ele realmente receber uma tela de 5.2 polegadas (Quad HD).

Também é especulado que o Xiaomi Mi5 (ou Mi4S) contará com um processador Qualcomm Snapdragon 805 ou 810, e a sua câmera frontal pode alcançar os 8 megapixels.

Todas as informações padecem de confirmação. Paciência, meus amigos… paciência.

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Via GizmoChina

CES 2015 | Xiaomi Redmi 2S, com LTE e Snapdragon de 64 bits, é oficial

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A Xiaomi anunciou a renovação de uma de suas linhas de maior sucesso. O Xiaomi Redmi 2S é oficial, com uma tela de 4.7 polegadas (720p), processador Qualcomm Snapdragon de 64 bits e várias cores – além daquele ‘ar’ de iPhone 5c.

O modelo possui uma GPU Adreno 306, que trabalha em conjunto com o já citado processador (que já está pronto para receber o Android 5.0 Lollipop), além de 1 GB de RAM. Outra mudança relevante em relação ao modelo anterior é a presença da conectividade LTE (GSM, WCDMA, TD LTE e LTE FDD), permitindo sua compatibilidade com várias operadoras chinesas. Detalhe: em um dispositivo dual SIM.

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Por fim, o Xiaomi Redmi 2S possui 8 GB de armazenamento (expansíveis), câmeras de 8 e 2 megapixels, e bateria de 2.200 mAh. O sistema operacional é o Android 4.4.4 KitKat com a interface MIUI.

Com cinco opções de cores (branco, preto, verde, amarelo e rosa), seu preço sugerido é de 95 euros (já convertidos). Estará disponível lá fora a partir do dia 9 de janeiro. Deve chegar aos mercados emergentes (Índia, Indonésia, etc), mas não seria surpresa se ele fosse visto fora da Ásia, levando em conta o seu potencial de redes e o seu preço competitivo.

Vale lembrar que a Xiaomi revelou em julho de 2014 que a sua linha Redmi havia vendido mais de 18 milhões de unidades em sua história (4 milhões correspondem ao modelo Note).

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Via Xiaomi