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Por que Google Allo e WhatsApp não estão na mesma categoria

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A Google lançou oficialmente o Google Allo, um dos aplicativos anunciados na última Google I/O centrados na comunicação, mas com um apelo distinto: os bots de assistência às mensagens instantâneas.

Depois disso, olhamos para a concorrência, e as comparações são inevitáveis. Porém, a Google parte de um conceito diferente do WhatsApp e do demais. Logo, perguntamos: os dois apps são mesmo concorrentes?

 

Onde o WhatsApp ganha

Os aplicativos de mensagens instantâneas de Mark Zuckerberg seguem em plena expansão, tanto com o Facebook Messenger como com o WhatsApp. Somado com o Facebook, Zuck concentra não apenas os serviços de mensagens mais utilizados, mas os serviços sociais mais populares.

O WhatsApp chegou na hora certa (há seis anos) e da maneira adequada, quando havia um latifúndio muito fértil de usuários a se explorar. E isso com o Facebook como a maior rede social do mundo, que por sua vez impulsionou o seu Messenger de forma eficiente.

Outros aplicativos mais recentes estão a um abismo de distância. Telegram (100 milhões de usuários ativos por mês) ou Line (250 milhões de MAU) reforçam que um software precisa oferecer o básico já conhecido para se posicionar bem no mercado.

Se você entra no mercado sem nada nas mãos e captando a atenção por nada, a tendência é que o usuário perca o interesse rapidamente. Mas manter a alma de uso pode significar um belo impulso nas adoções.

A Google tem uma comunidade gigante de usuários se nos baseamos nas consultas ao buscador (3 bilhões de consultas em um ano). Mas… ele busca destronar o WhatsApp?

 

Onde o Google Allo ganha

 

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Só Sundar Pichai e companhia sabem quais são os objetivos a cumprir com o Google Allo. O produto parte de um fundamento completamente diferente do WhatsAp. É sim um aplicativo de mensagem, é claro, mas talvez o principal apelo não é ser “o WhatsApp do Google” ou o “Facebook Messenger do Google”.

O Allo quer que você se esqueça de serviços externos para as ações mais comuns de uso a partir do seu smartphone, e de modo secundário, que converse com os seus contatos.

Conta com stickers e decoração de fotos, que são os últimos apelos dos serviços sociais. Mas não vemos ênfase nas características de mensagens, não pelo menos em cima do protagonismo que leva o bot @google, ou o Google Asssitant, mostrando que a empresa pensa em sério no aspecto da comunicação inteligente.

Talvez aqui há a jogada seja ir além de buscar um espaço no mercado de comunicação instantânea, mas ainda levando em conta o fator de costume de uso já citado.

A Google parece orientar as mudanças para perfilar uma plataforma que consolide ainda mais a sua onipresença, sendo um elemento constante em nossas atividades, ao ponto de ser um interlocutor a mais em nossas conversas.

Ou seja, não é um rival do WhatsApp. É algo bem mais ambicioso.

A ideia e válida, mas não determinante. A Google, mesmo com todo o seu poder, também se deu mal em algumas coisas. Um claro exemplo disso é o Hangouts, mesmo sendo bem mais representativo que o ridículo Google+.

O objetivo agora é evoluir para um serviço de mensagens inteligente, e um encontro permanentemente assistido por inteligências artificiais que estejam presentes no Google Allo, e ter bilhões de dados de usuários ativos conta muito a favor nesse sentido.

Resta saber como os usuários vão receber o novo serviço.

Chats secretos em apps de mensagens: o que são e para que servem?

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De uns tempos para cá, os responsáveis pelos aplicativos de mensagens para smartphones estão levando muito a sério o tema da privacidade dos usuários e das mensagens que eles trocam. O WhatsApp adicionou a codificação ponto a ponto, e o Facebook Messenger deve adicionar em breve os chats secretos.

Vamos centrar nessa última mudança. Os chats secretos não estão presentes em todos os aplicativos de mensagens atuais, mas sim em alguns dos mais conhecidos. Mas… o que são esses chats secretos, no que consistem, para que servem e qual é a finalidade dessa função. Vamos tentar jogar luz sobre o assunto para aqueles não muito familiarizados com o tema.

 

Não são secretos todos os chats?

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Com certeza mais de um leitor deve ter perguntado: “Qual o sentido dos chats secretos se todos os meus chats já são secretos? Ou eles não são?”.

A questão é que os aplicativos de mensagens estão utilizando uma forma incorreta de denominar esses chats ponto a ponto. Os chas normais não secretos, e se agregam codificação ponto a ponto, são ainda mais secretos… ou deveriam ser.

A questão é que a grande maioria dos apps de mensagens do mercado sincronizam suas mensagens em vários dispositivos. Ou seja, uma mesma mensagem é enviada para outras seções abertas. Logo, informações sensíveis podem ficar disponíveis de forma involuntária. Para evitar que os usuários enviem essa informação através de outros métodos foram criados os chats secretos.

 

Como funcionam os chats secretos?

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Na verdade, os chats secretos deveriam ser chamados de chats ponto a ponto. Ou seja, os dois usuários ficam preso ao dispositivo que estão utilizando naquele momento. Se a conversa começa em dois smartphones, ela fica exclusivamente ali, sem ser reproduzida em tablets ou computadores.

Essas conversas associam o componente de codificação, mas no caso do Facebook Messener, o usuário poderá decidir se o chat em questão será cifrado ou não, aportando ainda mais segurança contra possíveis hackers ou qualquer pessoa que tiver acesso ao chat à distância. Desse modo, nenhum dos dois contatos pode mudar de dispositivo para continuar a conversa, ficando indisponível em outros dispositivos. O Telegram já faz isso há tempos.

 

Então… de que serve um chat secreto?

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Os chat secretos não foram feitos para você decidir como se desfazer de um corpo ou decidir como realizar a próxima entrega de drogas. O recurso nasceu para responder uma necessidade de proteger envio de informações sensíveis para outros contatos, com a garantia que esses dados não serão vistos por um terceiro.

Ou seja, a troca de informação confidencial e de alto risco, como por exemplo dados bancários ou acesso a contas, ou uma forma de enviar códigos e senhas secretas entre usuários e sem o risco de caírem em mãos equivocadas.

Sob essa premissa, os chats secretos foram pensados para não durar. Criar um chat, enviar a informação, apagar o chat. A informação vai do usuário A para o usuário B, e depois, a conversa desaparece, não ficando armazenada em nenhum lugar. Como se ela jamais tivesse existido. O Telegram permite que o usuário decida o tempo de vigência da informação, apagando automaticamente cada mensagem depois desse tempo. O mesmo está presente em outros aplicativos.

 

Quais aplicativos contam com chats secretos?

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Se nesse ponto os chats secretos te interessam, vários são os aplicativos que hoje oferecem esse recurso. Pode variar o termo, mas a expressão “chat secreto” está ficando cada vez mais popular.

Sendo a última a chegar, começamos pelo Facebook Messenger e sua opção de chats secretos, e apesar de só estar disponível em fase beta, ele está prestes a ser lançado. O Whisper é outro aplicativo que nos oferece o recurso, assim como o ringID, Telegram, KakaoTalk e SureSport, além de soluções como Signal, Silent Phone o Chat Secure.

Como vemos, os chats secretos não são coisa de outro mundo, ainda que não sejam tão difundidas como as chamadas de voz ou os stickers. Vale lembrar que este é um recurso mais pensado para o mercado empresarial do que para os usuários domésticos, mas não há restrições de uso.

Juiz obriga condenado a divulgar sentença em seu status do WhatsApp

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G.M.P. decidiu colocar no seu status do WhatsApp a mensagem “Não confie em F.S.O.”, um médico de profissão que decidiu processar G., pedindo uma condenação por intromissão em defesa da honra, e uma indenização pelos danos causados. A sentença é uma aviso para quem usa os aplicativos de mensagens instantâneas para atacar outras pessoas, já que o juiz condenou o acusado a uma indenização de 2 mil euros, além de obrigar a deixar a sua sentença no seu status do WhatsApp por 60 dias.

Ou seja, muito cuidado com o que você coloca não apenas no seu perfil de redes sociais, mas também nos aplicativos de mensagens. O status do WhatsApp pode ser visto por qualquer pessoa, e foi essa via que o acusado usou para difamar F.S.O., que decidiu tomar providências. Sua petição inicial era de uma indenização de 10 mil euros e a obrigação do acusado em difundir em seu status a mensagem “F.S.O. é uma pessoa de confiança”.

 

Não foi uma boa ideia

Diante da acusação, o condenado alegou que a frase não teve intenção difamatória mas sim crítica, já que não causou danos ao médico. Porém, o juiz não entendeu assim. Na sua sentença, ele garante que um simples “não confie” não é uma crítica, mas sim uma desqualificação que não está protegida pela liberdade de expressão, afetando a reputação do difamado.

A frase que o condenado teve que publicar no seu status do WhatsApp foi: “Mediante sentença na dada 30-12-2015, G.M.P. foi condenado por intromissão ilegítima à honra de F.S.O.”.

O que fica claro aqui (e que está apoiado em outras sentenças relacionadas com difamação nas redes sociais) é que ainda que alguns pensem que as mesmas redes ou aplicativos de mensagens são uma brincadeira de criança, os danos que podem causar ao usar com outras pessoas são muito sérios.

A caça ao WhatsApp: é tarde demais para as operadoras?

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As gigantes das telecomunicações ao redor do mundo (e não apenas no Brasil, como poderíamos imaginar) decidiram entrar em guerra contra os aplicativos de mensagens instantâneas. Para eles, a ideia é que a GSMA dê o impulso em definitivo ao padrão RCS (serviços de comunicação enriquecidos), que transformará o velho e ultrapassado SMS em algo muito similar ao que WhatsApp, Telegram ou Facebook Messenger oferecem hoje.

Esta tecnologia permitirá integrar um sistema de mensagem em qualquer smartphone sem depender de apps de terceiros. As principais operadoras de telefonia móvel do planeta estão cientes que estão perdendo uma grande parte da fatia do mercado. E para contra-atacar, contam com a ajuda de ninguém menos que a Google.

Foram anunciadas na MWC 2016 funções de chat instantâneo, criar grupos ou envio de arquivos, entre outras funções que estariam no novo sistema. O mais curioso de tudo isso é ver a Google a encarregada de dotar a infraestrutura técnica ao projeto, dada as suas turbulentas relações com as operadoras no passado.

Um detalhe importante: pelo menos por enquanto, tudo isso só funcionará no Android.

Do ponto de vista tecnológico, o RCS tem uma vantagem importante sobre outros sistemas: não é necessário o uso de uma conexão de internet para estabelecer a comunicação (desde que exista uma cobertura de rede, é claro). Nesse ponto, é possível que um ou outro leitor lembre de uma iniciativa chamada Joyn, criada em 2012, e que foi um completo fracasso. Quem sabe agora, com o apoio da Google, a ideia vingue.

Mas… faz sentido der uma plataforma controlada pela Google e pelas operadoras para bater de frente com os aplicativos de mensagens instantâneas? Qual é o real valor agregado que o novo sistema pode oferecer? E como convencer a milhões de usuários para que eles mudem de aplicativo?

Via GSMA

PlayStation Messages, o aplicativo de mensagens instantâneas da Sony

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A Sony lançou o seu aplicativo de mensagens instantâneas, o PlayStation Messages.

Este é um cliente exclusivo, algo que já existia em relação  ao PlayStation 4, permitindo o acesso a manuais, guias e outros conteúdos via chat. A sua última atualização renovou a sua interface, e informa do lançamento específico para a troca de mensagens. Algo semelhante ao que o Facebook fez com o Facebook Messenger.

O chat é (provavelmente) uma das funções mais utilizadas no app original do PlayStation, e agora a Sony opta por separar esse componente, para um uso exclusivo. O aplicativo apresenta uma interface típica de um cliente de mensagens instantâneas, com as seções de conversas, chats favoritos, amigos e a configuração do aplicativo.

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Para usar o serviço, é preciso ter uma conta PS4. O app permite o envio de stickers, mensagens de texto e voz, além de criar grupos com até 100 usuários. O PlayStation Messages está disponível de forma gratuita para as plataformas iOS e Android.

Download: iOSAndroid

Estudo alerta sobre o crescente problema dos viciados em apps de mensagens instantâneas

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Um novo estudo desenvolvido pelas Universidades de Bowling Green e de Michigan analisa a influência dos aplicativos de mensagens instantâneas em um grupo de 400 estudantes. E vemos que o abuso no uso desses apps afeta de forma decisiva no comportamento e hábitos dos jovens e adolescentes.

O estudo conclui que os jovens que usam assiduamente esses aplicativos de comunicação podem mostrar com frequência sintomas similares aos viciados em jogo, como um comportamento compulsivo e viciante, perdas de horas de sono pelo uso do smartphone, dificuldades para deixar de usar o smartphone quando solicitado, e uma queda considerável nas notas do colégio ou universidade.

O último ponto tem uma explicação óbvia: o tempo dedicado ao uso do smartphone é o tempo não utilizado para estudar. Porém, os demais sintomas não são muito claros, se são causa ou efeito do smartphone, ou de outros problemas que o jovem sofre.

Ou seja, não está determinado se o uso excessivo e permanente de aplicativos de mensagens instantâneas resultam nesses sintomas, ou se são o resultado de outros problemas subjacentes já presentes, esperando por uma válvula de escape que o smartphone oferece.

O estudo pode parecer alarmante, mas já vimos outros estudos desse tipo que seguiam a mesma linha. Quando falamos sobre possíveis enfermidades que o smartphone pode causar, um estudo da Universidade de McMaster (Ontário) chegou a uma conclusão similar.

Nesse caso, não se fazia referências sobre as mensagens instantâneas, mas sim sobre a perda temporária ou definitiva do smartphone, que ocasionava uma forte sensação de angústia, medo e estresse relacionado com a impossibilidade de acessar dados pessoais armazenados no smartphone, e dava razão a quem considera o smartphone como o máximo exponente do “Transtorno do Vício à Internet” (Internet Addiction Disorder, ou IAD).

Será o smartphone um prejudicial instrumento, causador de todos esses problemas? Acho que não.

Mas pode ser um potenciador desses e outros comportamentos impulsivos. Nesse caso, os educadores devem se encarregar de detectar tais anomalias, e instruir seu uso racional aos mais jovens para que eles sejam capazes de se desenvolverem com sucesso na nova sociedade digital em que se envolvem.

Para ler o estudo completo (em PDF), clique aqui.

Google pode começar a testar em breve o seu WhatsApp na Índia

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O Google quer ter um WhatsApp para chamar de seu, e isso não é novidade. Novos rumores reforçam essa intensão, alertando para o início iminente dos testes desse aplicativo de mensagens instantâneas da gigante de Mountain View na Índia.

O aplicativo seria adicionado à suíte dos seus apps sociais (Plus, Photos, Hangouts, etc), mas não vai exigir uma autenticação nos servidores da Google, sendo completamente gratuita e vinculado ao número de telefone, tal como faz o WhatsApp e outros aplicativos do gênero. O nome do aplicativo é desconhecido, mas os rumores indicam que a Índia e outros países asiáticos serão os primeiros a testar o novo serviço, para que a experiência seja apresentada e falhas detectadas. A distribuição global aconteceria em um momento posterior.

A escolha da Índia não é por acaso: o país foi o primeiro a distribuir os smartphones do segmento Android One, e é muito provável que esse futuro aplicativo de mensagens esteja diretamente ligada com essa plataforma de telefones acessíveis da Google.

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E o Google Hangouts? O que acontece com ele? É uma excelente pergunta.

Vale lembrar que a Google investiu anos no desenvolvimento do Hangouts, que é uma evolução do GTalk, além de ser a coisa mais próxima de um comunicador de mensagens instantâneas que a gigante de Mountain View possui hoje. O tempo vai dizer qual será o seu destino com o lançamento de mais um aplicativo com características similares.

Via TechSpot

Bleep, aplicativo de chat privado do BitTorrent chega ao OSX e Android

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Em julho, o BitTorrent começou a enviar convites para testes da versão Alpha do Bleep nos sistemas Windows. Hoje, o aplicativo se abre de forma definitiva, com versões para OSX e Android. A ideia é oferecer uma plataforma descentralizada de mensagens e chamadas que seja impossível de rastrear as mensagens que enviamos (na teoria, é claro).

Ainda que um aplicativo de chat envie nossas mensagens cifradas, pouco poderemos fazer se um hacker ou uma organização governamental acessar ao servidor que faz a ponte entre nosso dispositivo e o nosso interlocutor. O Bleep usa o mesmo conceito das redes Torrent, não utilizando servidores centrais que podem ser localizados. Os próprios usuários acabam circulando as mensagens de forma caótica e, ao mesmo tempo, organizada.

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Podemos fazer o registro no Bleep com um endereço de e-mail, um número de telefone e até mesmo de forma anônima. quando desconectamos do serviço, as mensagens não se associam a esses dados, mas sim a um código público de usuário, codificado a partir do emissor para o receptor. As mensagens só são armazenadas no dispositivo que as envia, e podem ser apagadas sem deixar rastros a qualquer momento.

O Bleep está disponível para os sistemas Windows, OSX ou Android. O único porém está no fato das mensagens não poderem ser recebidas em vários dispositivos, e ainda não é possível compartilhar a mesma conta em dois dispositivos do mesmo usuário (smartphone e tablet, por exemplo). Mas será questão de tempo para que tais funções estejam disponíveis.

Para mais informações sobre o Bleep, clique aqui.

La-La, um aplicativo de mensagens instantâneas que só funciona através de canções

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O La-La é mais um aplicativo de mensagens instantâneas que aposta na comunicação sem palavras. Aqui, você só pode conversar através de clips musicais.

Funciona da seguinte forma: você usa o buscador do aplicativo para pesquisar a palavra ou frase que quer dizer, e o sistema vai sugerir várias canções que se adaptam à tua busca. A partir daí, você pode enviar pequenos pedaços de músicas (e não músicas completas) para os seus contatos. Se o seu contato não tem o aplicativo instalado, você pode simplesmente enviar uma mensagem SMS simples.

O aplicativo também conta com o fator “surpresa”, pois o usuário que recebe a mensagem não sabe quem a enviou até que o mesmo reproduza a mensagem.

O La-La é uma consequência direta do inesperado sucesso do Yo, mas nesse caso o modelo de monetização é mais claro, através das vendas das músicas completas. O aplicativo só está disponível para iOS, e nas últimas horas sofreu problemas sistêmicos, por conta do elevado número de novos usuários.

Download: clique aqui.

Via TechCrunch

LokLok, o aplicativo que permite que você desenhe mensagens em uma tela bloqueada

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Entre tantos aplicativos de mensagens instantâneas que tentam um espaço na memória de nossos smartphones, o LokLok se destaca com uma proposta diferente: você pode deixar mensagens ou desenhos manuscritos na tela bloqueada de outros usuários.

Para que o sistema funcione, tanto emissor como receptor devem ter o aplicativo instalado, e dar a permissão mútua para escrever. A partir daí, a tela se transforma e uma lousa, onde é possível desenhar e escrever com os dedos ou uma stylus. Não é possível escrever com o teclado, mas é possível enviar fotos e desenhar sobre elas. Na hora que o destinatário ativar a tela, a primeira coisa que ele vai ver é a mensagem recebida.

O aplicativo não guarda nenhum tipo de registro das comunicações, e uma vez desbloqueada a tela, a mensagem desaparece.

O LokLock é pensado nos caias ou grupos de amigos bem íntimos. Afinal, pra quê deixar disponível a tela do nosso smartphone para um troll do Facebook?

O aplicativo está em fase de beta público, já disponível na Google Play. De graça.

 

Via Gizmag

Criador do iMessage e do Face Time deixa a Apple para criar o seu próprio aplicativo

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Andrew Vyrros era um dos desenvolvedores mais importantes da Apple. Foi ele o idealizador do aplicativo de mensagens iMessage, do FaceTime e alguns dos principais serviços de notificação do iOS. Pois bem, o “era” é porque Andrew abandonou a Apple há seis meses, e só agora revelou o motivo de sua saída: fazer parte da equipe do Layer, um novo aplicativo de mensagens instantâneas.

Atualmente em fase de bata fechado, o Layer parte de uma ideia interessante. Ainda que seja um aplicativo como tal, ele se trata mais de ser uma plataforma própria de mensagens, que se infiltra em todos os aplicativos do smartphone. Dessa forma, podemos enviar arquivos, mensagens casuais, iniciar chats, enviar mensagens ou compartilhar nossa localização a qualquer momento, e a partir de qualquer aplicativo. Os desenvolvedores que quiserem integrar esta plataforma ao seu aplicativo só precisam adicionar algumas linhas de código ao programa original.

O Layer será um sistema multiplataforma (iOS, Android e Windows), e também contará com o seu próprio espaço de armazenamento na nuvem, serviços de notificação e demais funções consideradas úteis em um aplicativos de mensagens. O próprio Vyrros explica que “se você quer segurança, estabilidade, baixo lag, largura de banda e bom gerenciamento de consumo de energia, programar um aplicativo pode ser muito difícil. O Layer oferece uma experiência que vai além de um simples aplicativo, já que é toda uma plataforma”.

O Layer estará disponível ao longo do verão norte-americano. Além de Andrew Vyrros, a plataforma conta com alguns outros grandes nomes, como Jeremie Miller, um dos criadores da linguagem XMPP da Jabber, ou George Patterson, ex-diretor de operações do Open DNS.

Via The Verge, Layer

Na batalha dos mensageiros instantâneos, o WhatsApp lidera em usuários, e o LINE, em arrecadações

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O Wall Street Journal publicou uma matéria sobre o desempenho do LINE fora do continente asiático, onde alguns dados merecem uma reflexão. O mais interessante dado está nos ingressos: o LINE arrecada 25 vezes mais dinheiro que o WhatsApp, através da venda de stickes, jogos e apps.

Em 2013, no seu segundo ano de existência, o LINE gerou vendas de US$ 505.8 milhões, contra apenas US$ 20 milhões do WhatsApp. O WeChat, o terceiro concorrente entre os mensageiros instantâneos, ficou entre os dois, com ingressos estimados entre US$ 32 milhões e US$ 48 milhões durante o quarto trimestre de 2013.

Segundo um cálculo da BNP Paribas, o LINE tem aproximadamente 175 milhões de usuários ativos por mês, enquanto que o WhatsApp possui 500 milhões de usuários ativos (números anunciados hoje). Já o WeChat (que baseia o seu sucesso na China, onde é líder), possui 355 milhões de usuários.

Via The Wall Street Journal

Fim das mensagens privadas do Facebook via app. Agora, é obrigado a ter o Messenger instalado

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Até agora, o aplicativo principal do Facebook contava com todas as funcionalidades oferecidas pela rede social nos desktops. Aqueles que utilizavam com maior frequência as mensagens privadas contavam com o Messenger, um app exclusivo para mensagens. Porém, nas próximas semanas, o Messenger deixa de ser um extra para se transformar no aplicativo oficial (e obrigatório) para quem utiliza o modo de mensagens privadas.

O Facebook confirmou que, em breve o aplicativo do Facebook para smartphones não mais permitirá a troca de mensagens privadas entre os usuários. No seu lugar, o uso do Messenger será obrigatório. Alguns usuários na Europa começaram a ser avisados, e espera-se que em um futuro não muito distante, todos os usuários ao redor do planeta necessitem fazer a mudança.

A única exceção está nos dispositivos com sistema Android de linha baixa, com pouca memória (e não sabemos exatamente o que o Facebook entende como “Android de linha baixa”).

Por um lado, a decisão do Facebook é compreensível: o seu aplicativo principal é lento, pesado e sobrecarregado demais. O Messenger funciona de forma muito mais fluída, e pode fazer com que mais usuários o utilizem e, por tabela, o app principal passa a ser mais utilizado também (pois estará mais leve, lembra?). A mudança também abre a porta para outras novidades e características que não poderiam ser adicionadas pelo fato da funcionalidade coexistir nos dois aplicativos.

Em novembro, eles já “avisavam” que isso poderia acontecer, quando foi habilitado o modo de envio de mensagens para os contatos da agenda, sem a necessidade que os mesmos fossem seus amigos na rede social. E esse é um passo maior para que o Facebook Messenger se estabeleça como alternativa para os demais grandes apps de mensagens instantâneas.

Por outro lado, essa história de ser obrigado a ter dois aplicativos diferentes para usar o mesmo serviço, que até agora era oferecido de forma unificada… pode não agradar a muita gente. Não acredito que seja uma casualidade que os alertas comecem na Europa, onde sua adoção é relativamente baixa, comparado com outras regiões do planeta (como por exemplo Estados Unidos e Brasil).

Vamos ver qual será o resultado dessa manobra.

Via TechCrunch, The Verge

WhatsApp vai oferecer serviço de chamadas de voz a partir do meio de 2014

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O WhatsApp anunciou hoje 924) que vai oferecer o serviço de chamadas de voz entre seus usuários a partir do verão norte-americano (metade de 2014).

Se até agora algumas empresas como o Viber ofereciam tal função, agora temos o WhatsApp adentrando nesse segmento, o que pode ser uma grande ameaça para os seus concorrentes, levando em consideração a sua base de 465 milhões de usuários.

A ideia é lançar a nova função durante o segundo trimestre de 2014, e inicialmente o recurso será compatível com as plataformas Android e iOS. Windows Phone e BlackBerry receberão a funcionalidade em um momento posterior.

Via TechCrunch

O botão “não curti” finalmente chegou ao Facebook… Messenger!

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Os rumores que rondam os novos botões do Facebook já povoam os blogs de tecnologia há vários dias, e finalmente a rede social de Mark Zuckerberg confirmou que esses novos botões chegarão de forma oficial. Mas… isso quer dizer que vamos poder mostrar ao mundo que não gostamos de algumas pessoas de nossa lista de contatos? Não. Bom, quero dizer… não é bem isso.

Na verdade, o lançamento do botão “não curti”aconteceu na forma de ícones para o seu serviço de mensagens instantâneas, o Facebook Messenger. Essa é uma incorporação que com certeza agradaria a muitos usuários, mas que, pelo menos por enquanto, segue sem ser um acesso direto para emitir uma opinião rápida sobre as publicações de nossos amigos na rede social.

Como você pode ver na imagem que ilustra esse post, são vários os ícones disponíveis, que se centram na famosa mão com o polegar. Para utilizar os botões, tudo o que você precisa fazer é visitar a loja de conteúdos do Facebook Messenger, e fazer o download dos tais botões…

…e começar a mostrar a sua insatisfação com aquilo que os seus amigos publicam no Facebook.

Via The Next Web

Site da BlackBerry destaca antes do tempo a chegada do BBM para Android e iOS

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Para quem estava esperando que o BlackBerry Messenger aterrissasse logo no iOS e Android, ainda não chegou o momento, mas sabemos que está cada vez mais perto de acontecer. Uma das seções do site canadense da BlackBerry acabou mostrando antes do tempo um banner de anúncio, com os dizeres “BBM para Android e iPhone já está aqui”, com os links correspondentes para download.

Mas antes de você pensar em fechar essa página e ir correndo fazer o download, fique calmo: os links não levam para lugar nenhum, o que pode indicar que foi um pequeno “deslize” por parte da empresa. Porém, as novidades não acabam por aqui. A tal página indica que, ainda que os apps não estejam disponíveis, a plataforma contará com os serviços BBM Voice, BBM Vídeo e até a possibilidade de compartilhamento de tela.

Se tudo sair como o planejado, todas essas funções estarão disponíveis ao longo do outono (no hemisfério norte). Como era de se imaginar, a página desapareceu do site tão repentinamente como apareceu, mas não duvidamos que ela voltará a ficar ativa a qualquer momento. Quem sabe, de forma oficial e definitiva.

Via Engadget, BlackBerry

[Opinião] A guerra dos aplicativos de mensagens instantâneas

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Hoje em dia, muita gente ainda entende que o WhatsApp é o líder dominante no segmento de aplicativos de mensagens instantâneas. Porém, esse segmento de mercado começa a se dividir de forma muito fragmentada, e nesse momento, a luta pelos usuários está mais feroz do que nunca.

Por exemplo, o WeChat está conquistando muitos adeptos nos últimos tempos. Já são 235 milhões de usuários do serviço, e considerando que o crescimento anual deles é de 176.8%, e que o WhatsApp ultrapassou recentemente a marca de 300 milhões de usuários, é de se esperar que daqui a pouco, o WeChat será a plataforma líder do serviço de mensagens instantâneas. Bom, pelo menos no número de usuários.

É claro que o WhatsApp ainda é o líder do mercado. Se excluímos as crianças e os usuários da terceira idade que não possuem smartphones, podemos dizer que quase a maioria dos usuários dos smartphones hoje contam com o WhatsApp instalado. Agora… como eles conseguiram isso?

O crescimento dos smartphones de última geração está diretamente ligado à esse crescimento. Além disso, os elevados preços cobrados pelas operadoras de telefonia móvel para as mensagens SMS (tudo bem que hoje algumas operadoras nem cobram mais pelo serviço, mas mesmo assim…) fizeram os usuários a buscar alternativas mais baratas. Se bem que em alguns países, o WhatsApp sofre um pouco com a falta de popularidade. Na França, por exemplo, onde o serviço de SMS é gratuito há muito tempo, o serviço tem baixa penetração entre os usuários de dispositivos móveis.

Mesmo assim, o WhatsApp domina em diversos países, enquanto que a maioria dos usuários do WeChat está na China. Porém, o serviço chinês está avançando, com grandes campanhas de marketing (contando inclusive com o jogador de futebol Lionel Messi como garoto propaganda) e disponibilidade de seus serviços em mercados estratégicos, como por exemplo o Brasil. E os resultados desses investimentos já aparecem: o WeChat obteve 20 milhões de novos usuários em apenas dois meses.

Na margem desses dois aplicativos, existem várias alternativas que também disputam uma fatia desse mercado. O Line também registrou um crescimento considerável de usuários, chegando a contar com 200 milhões de cadastros. Porém, esse número pode ser menor, uma vez que não são divulgados os números de usuários ativos no serviço.

Logo, em um mundo em constante mudança, não temos um vencedor claro. Ainda mais quando o tema privacidade dos dados se torna algo mais frequente para os usuários. Nesse sentido, o BlackBerry Messenger, que sempre foi elogiado pela sua segurança, poderia captar um grande número de usuários, se exportar o seu aplicativo para as plataformas Android e iOS.

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Hoje em dia, a comunicação por texto tem muitos adeptos, e as grandes empresas não querem perder a sua oportunidade de capitalizar com isso. O Facebook, por exemplo, com os seus 1 bilhão de usuários ativos no planeta, lançou o Facebook Messenger há dois anos, com uma boa perspectiva de mercado e com o objetivo de oferecer um espaço de comunicação cômoda, evitando assim todas as distrações adicionais oferecidas pelo próprio aplicativo do Facebook.

Mesmo assim, não seria justo compará-lo com as demais plataformas, uma vez que muitos usuários prescindem do Facebook, e preferem o aplicativo original da rede social para se comunicar com os seus contatos. É importante mencionar que o app móvel do Facebook tem, pelo menos, 470 milhões de usuários ativos.

A partir daí, podemos concluir coisas distintas. Em regra geral, o primeiro a chegar (ou a se fazer conhecer) tem mais chances que os demais. As pessoas sempre querem ir onde os seus amigos estão, e usar as mesmas coisas que seus amigos usam. Logo, os aplicativos que chegaram depois nessa festa precisam se esforçar muito e oferecer algo a mais (ou melhor) para bater os serviços que já estão assentados no mercado.

E como esses novos serviços estão se promovendo? De forma prioritária, eles oferecem itens adicionais, como por exemplo a multiplataforma de recursos, jogos ou até mesmo stickers (no caso do Line). No caso do BlackBerry Messenger, oferece a segurança e confidencialidade de sua plataforma como principais argumentos.

Por fim, na hora de escolher um serviço de comunicação instantânea, são vários os fatores que podem influenciar essa decisão. Em primeiro lugar, tendemos a utilizar aquelas plataformas onde sabemos que estão a maioria dos nossos contatos. Mesmo assim, a simplicidade e comodidade assumem um papel fundamental nessas horas. Muitas vezes, o que as pessoas querem é apenas se comunicar com seus amigos e familiares, sem utilizar qualquer função adicional (talvez seja nesse fator que parte do sucesso do WhatsApp está explicado).

Por fim, a segurança e privacidade é um detalhe que muitos usuários levam em consideração. Dependendo das prioridades que temos, escolhemos nossa plataforma preferida, mas não necessariamente deixando as demais opções de lado.

Qual delas vai se tornar a líder do mercado? Não sabemos. Vai depender muito das variáveis. E, nesse caso, o resultado pode ser o mais improvável possível.

Claro Joyn, o aplicativo de mensagens instantâneas que quer concorrer com o WhatsApp

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A operadora de telefonia móvel Claro anunciou ontem (12) o lançamento no Brasil a sua alternativa de aplicativo de mensagens instantâneas, o Joyn. O produto aparece como alternativa da operadora aos serviços similares, como o WhatsApp, Viber, Line e WeChat.

O aplicativo está disponível de forma exclusiva para os clientes da Claro, e conta com o diferencial de permitir o envio de fotos, vídeos e links durante uma chamada de voz, além de permitir as chamadas de vídeo. O Joyn também conta com atalhos para envio de mensagens SMS e ligações telefônicas, ambas tarifadas pela operadora.

O aplicativo é capaz de identificar quais números da agenda do dispositivo do usuário são os “contatos Joyn”, ou seja, números da Claro. Porém, os usuários de outras operadoras podem ser listados no aplicativo, porém, apenas para realização de chamadas telefônicas.

O aplicativo está disponível na Google Play desde o dia 30 de julho, e é compatível com a versão 2.2 Froyo ou superior do sistema da Google. Porém, o Joyn já recebe críticas negativas dos usuários, que alegam que o aplicativo não reconheceu de forma correta o chip da Claro em seus dispositivos.

O Joyn já é utilizado por operadoras internacionais de grande porte, como por exemplo a Orange, a Vodafone e a Telekom. O aplicativo é uma resposta das operadoras à queda da utilização dos serviços de SMS e chamadas telefônicas. Hoje, os usuários preferem se comunicar por serviços de mensagem instantânea gratuitos ou por aplicativos de VoIP como o Skype, pela praticidade e economia que esses recursos oferecem.

Via EXAME

Por que o Google gastaria US$ 1 bilhão na compra do WhatsApp?

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A principal notícia dessa tarde, que ocupou todos os grandes sites de tecnologia, está ligada à suposta negociação entre WhatsApp e Google, onde a empresa dona do aplicativo de comunicação instantânea via internet pode ser vendida para a gigante de buscas a qualquer momento. Além de mais uma vez agregar valor de mercado, se tornando uma empresa ainda mais valiosa, a pergunta que devemos fazer nesse momento é: o que o Google realmente quer nessa compra?

Primeiro, os fatos: o que existe no momento é a informação vinda “de uma fonte próxima ao assunto”, que informa que as duas empresas estão mesmo em negociação. A fonte também informa que o WhatsApp está jogando duro com a gigante de Redmond, e pede um valor “próximo a US$ 1 bilhão” para mudar de dono. Se a negociação for legítima, e se concretizar, será a segunda negociação da história da internet de um serviço de comunicação ou rede social a ser adquirida por um valor bilionário (o Facebook pagou esse valor para ser dona do Instagram).

O WhatsApp parece ser um negócio lucrativo. Afinal de contas, é um aplicativo pago em mais de 100 países, com uma grande base de usuários que querem fugir dos preços cobrados por mais de 750 operadoras de telefonia móvel ao redor do mundo. Até porque é muito mais barato pagar US$ 0,99 por ano do que R$ 0,05 por mensagem. Dizem as fontes da Digital Trends (que é quem originalmente divulgou a notícia da negociação) que o WhatsApp consegue lucrar aproximadamente US$ 100 milhões anuais com essa estratégia.

Para o Google (como para toda empresa que quer prosperar), vale a pena investir dinheiro em algo que dá lucros. Porém, uma questão se faz pertinente nesse momento: por que o Google quer o WhatsApp, sendo que eles já contam com aplicativos demais para seus usuários se comunicarem? Eles já contam com o GTalk, o Google Voice, o Google+… por que mais um?

Além disso, rumores recentes dão conta que, em breve, o Google vai combinar todos esses serviços para lançar o Google Babel, que seria um grande competidor dos demais serviços de comunicação e mensagens instantâneas na internet. Logo, mais uma vez, perguntamos: o que quer o Google com o WhatsApp?

O primeiro motivo, já citei um pouco acima nesse texto: agregar valor ao Google. Você vale mais quando você tem no seu portfólio de produtos alguns itens que são de grande apelo popular, ou que podem lhe render lucros. O WhatsApp é muito utilizado ao redor do mundo, e como seus usuários já estão habituados a pagar por ele (mais do iOS), eles podem continuar cobrando, que não haverá nenhum impacto na visibilidade do serviço. Desde que eles não piorem ou encerrem o WhatsApp depois da compra.

O segundo motivo (e talvez o que realmente estimula o investimento): patentes. O Google já mostrou que adora patentes, e que quer se proteger de todas as formas para que, no futuro, eles não sejam vítimas das armadilhas legais de empresas poderosas de tecnologia. Logo, comprar o WhatsApp e os seus segredos por tabela pode ser algo não só lucrativo, mas também o início do desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Por enquanto, só especulações. Mas temos que ficar atentos sobre os reais objetivos dessa compra. Inicialmente, não vejo com bons negócios. Não digo que eles farão a mesma coisa que a Microsoft fez com o Skype (tomar como seu o serviço e piorá-lo), mas não dá pra ver com bons olhos essa iniciativa de compra. Quero ver essa ideia se desenvolver um pouco melhor, antes de tecer opiniões mais conclusivas se essa transação vai beneficiar ou prejudicar os usuários do WhatsApp. Pelo histórico, não é algo de se animar. Mas é sempre bom esperar.

WhatsApp registrou 18 bilhões de mensagens enviadas e recebidas durante a virada de ano

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O WhatsApp pode ter enterrado de vez os serviços de mensagens de texto via SMS na noite do dia 31 de dezembro de 2012 para 01 de janeiro de 2013. Eu mesmo recebi uma grande quantidade de mensagens via WhatsApp… e apenas um SMS! Mas para ter uma real dimensão desse domínio, a empresa anunciou que foram enviadas e recebidas nada menos que 18 bilhões de mensagens vindas de todos os cantos do planeta.

Essa foi uma verdadeira prova de fogo para os servidores do serviço, que ao que parece, sobreviveram com sucesso a essa avalanche de mensagens. O site The Next Web coloca essa perspectiva de forma mais clara e concreta, principalmente quando comparamos esse volume com outros serviços, como o iMessage da Apple, que acumula uma média de 1 bilhão de mensagens por dia. Ou seja, a marca do WhatsApp é realmente impressionante.

De fato, os números surgem como uma boa notícia para os responsáveis pelo WhatsApp, já que a concorrência passa a ser cada vez mais acirrada, e as opções que os internautas possuem para desejar um “feliz ano novo” são múltiplas.

E você? Mandou muitas mensagens via WhatsApp na virada do ano?