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O domínio Megaupload agora serve para distribuir pornografia e malwares

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A operação que fechou o domínio do Megaupload deixou Kim Dotcom em uma situação complicada, e gerou uma enorme polêmica, já que a operação foi ‘bem no estilo’ dos Estados Unidos, não distinguindo os tipos de arquivo lá armazenados.

Muitos usuários perderam dados legítimos, sem receber qualquer tipo de compensação por isso. Porém, se o propósito da operação era acabar com o cibercrime, podemos dizer que o FBI perdeu a batalha e o controle do Megaupload.

Na teoria, tal domínio só deveria mostrar o anúncio do seu fechamento, mas agora passou a mostrar links de conteúdos ponográficos, mercado de drogas e malwares, um erro que parece já ter sido resolvido, mas que já coloca em evidência a incompetência do FBI no assunto.

Não podemos descartar que tudo isso foi um movimento preparado para conseguir exatamente isso: ridicularizar o FBI. Mesmo assim, era algo que eles deveriam estar preparados, principalmente levando em conta os recursos que eles possuem.

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Por sua vez, Kim Dotcom aproveitou a situação para colocar mais lenha na fogueira, fazendo várias críticas severas no Twitter, fazendo com que a vergonha do FBI fosse ainda maior.

Via NextPowerUP!

Os grandes estúdios de Hollywood estão processando o Megaupload e Kim Dotcom, dois anos depois do fim do serviço

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A batalha legal de Kim Dotcom por conta do Megaupload continua. Vários dos grandes estúdios de Hollywood – entre eles 20th Century Fox, Disney, Paramount, Universal e Warner Bros -, apresentaram um processo contra o Megaupload e seus operadores, incluindo obviamente Dotcom, por “infração massiva de copyright”. Detalhe: o Megaupload teve suas portas fechadas em janeiro de 2012, mas aparentemente isso não impediu o processo.

Em um comunicado, a associação dos estúdios cinematográficos dos EUA (MPAA) garante que “o Megaupload se construiu sobre um sistema de incentivos, que recompensava os usuários por enviar para o serviço o conteúdo mais popular, que quase sempre eram filmes roubados, séries de TV e outros conteúdos comerciais de entretenimento. Pagava aos usuários de acordo com o volume de downloads do conteúdo, e não pagavam nada até que o conteúdo recebesse 10 mil downloads”.

Kim Dotcom negou as acusações, e chegou a ironizar a situação em sua conta no Twitter, dizendo que arquivos com menos de 100 MB de tamanho não recebiam recompensas no Megaupload, e afirmando que agora era um duelo de “David contra Golias e Godzilla”.

Aguardemos os próximos acontecimentos dessa interminável batalha jurídica.

Via MPAA (em PDF)

Kim Dotcom vai deixar o Mega, para se centrar na música e na política

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Depois do lançamento do Mega no começo de 2013, Kim Dotcom decidiu deixar o seu posto de diretor da empresa para se centrar em outros projetos que passavam pela sua cabeça. A notícia surpreende, já que o Mega prometeu apresentar novas funções que complementariam o novo serviço de armazenamento na nuvem, mas seja por uma suposta queda de usuários do serviço (algo que, honestamente, não acreditamos que esteja acontecendo) ou porque Kim tem suas motivações pessoais muito fortes, o certo é que o fundador do Mega está abandonando o corpo diretivo da empresa.

Porém, Dotcom não vai se desvincular do mundo da internet por completo. O seu próximo projeto passa pelo antigo Megabox, uma empresa que pretende apresentar uma nova plataforma de música, cujo nome será revelado mais adiante. Dotcom esclarece que o serviço não terá nada a ver com o atual Mega.

Mas o mais surpreendente é que Kim também tem aspirações políticas, já que o magnata garantiu ao site TorrentFreak que preparou um programa eleitoral, como objetivo de participar das próximas eleições na Nova Zelândia em 2014. E desse modo, temos mais um filme biográfico de uma grande personalidade do mundo da tecnologia em produção no futuro.

E você? Votaria em Kim Dotcom?

Via TorrentFreak

O MEGA conseguiu 1 milhão de usuários cadastrados no primeiro dia de vida

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Você está tendo dificuldades em acessar ou fazer o seu cadastro no MEGA, o novo serviço de Kim Dotcom que substitui o Megaupload? Bom, a notícia a seguir pode ser a explicação para essa lentidão. Segundo o próprio Dotcom (que, simpaticamente, pediu desculpas aos internautas brasileiros por causa do fim do Megaupload), o novo serviço que estreou ontem (19) já conta com mais de 1 milhão de usuários registrados. Repito: no seu primeiro dia de vida.

O anúncio foi feito por Kim através de uma videoconferência em sua mansão na Nova Zelândia, e foi acompanhado de fotos de artifício e belas garotas ao lado do mandatário. A festa de lançamento do MEGA também aconteceu por lá, e foi considerada por alguns presentes como “algo insano”.

Dotcom teve diversas preocupações com o lançamento do MEGA, desde o evento de lançamento, que foi protegido de muitos olhares, até o próprio serviço em si, que possui uma grande página explicando como ele funciona, e como eles pretendem proteger os dados de usuários (e se proteger) de ações semelhantes aquelas que resultaram no fim do Megaupload. “Usando o MEGA, você diz não para aqueles que querem saber tudo sobre você. Você diz não para os governos que querem espiar você. Voce diz SIM para uma internet livre, e para o seu direito à privacidade”, disse Dotcom no seu pronunciamento de abertura do serviço.

O MEGA se destaca por um sistema de criptografia que promete pelo menos atrapalhar a missão de agências governamentais (ou empresas especialistas em segurança) de verificar quais são os dados que são armazenados e compartilhados pelos usuários. Dessa forma, se algum governo tentar quebrar essa segurança, são eles que estão violando a lei, por invadirem a privacidade do internauta. Pelo visto, os internautas parecem ter comprado essa ideia inicialmente. Afinal, quantos serviços conectados conseguem alcançar a marca de 1 milhão de usuários registrados em apenas 24 horas?

Via SlashGear

MEGA, serviço que substitui o Megaupload, é lançado oficialmente

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Um ano depois do fechamento do Megaupload, marcado pela invasão dos agentes do governo dos Estados Unidos à mansão de Kim Dotcom, chega ao mundo o MEGA, o novo serviço de armazenamento de arquivos na nuvem, ou a forma como Kim Dotcom pretende vencer a briga contra o governo norte-americano (palavras dele). O site The Next Web teve acesso antecipado ao serviço, e nesse post, vamos mostrá-lo em detalhes.

O MEGA chega ao mundo hoje, 19 de janeiro, exatamente no dia do aniversário da polêmica invasão à mansão de Kim Dotcom. Para lançar o novo serviço, o magnata da internet organizou um grande evento de imprensa em sua mansão na Nova Zelândia (bem longe das autoridades dos Estados Unidos), que segundo algumas fontes, promete ser “inesquecível”.

O novo MEGA chegará ao mundo com muitos olhos curiosos, tanto dos usuários como de diversas instituições, principalmente as produtoras de conteúdo e órgãos responsáveis pela preservação dos direitos autorais, incluindo os responsáveis pela extradição de Kim Dotcom dos Estados Unidos. A grande jogada do MEGA está na presença de um disco de armazenamento de arquivos seguros na nuvem, que trabalha com uma chave de segurança RSA de 2048 bits, para que os usuários possam acessar os arquivos armazenados.

Uma das primeiras surpresas que os usuários terão na hora de acessar o MEGA é que a empresa decidiu liberar logo de cara todo o potencial de sua nova página no Google Chrome, mas eles prometem um suporte melhor para os outros navegadores disponíveis no mercado nos próximos meses. Durante a criação da conta no MEGA, a plataforma pergunta ao usuários detalhes específicos, como nome, e-mail e endereço completos.

Uma vez realizado o processo de registro, os usuários poderão acessar o MEGA, onde encontrarão uma interface simples e limpa, muito similar ao que encontramos hoje no Dropbox. O processo de upload de arquivos é igualmente simples. Basta você escolher o arquivo ou pasta a ser enviada, e o upload começa em tempo real, sem a necessidade de atualizar a página.

Para um futuro próximo, a empresa planeja incorporar a utilização de aplicativos móveis em formato multiplataforma e para desktops nos sistemas Windows, Linux e Mac, onde os usuários poderão subir os seus arquivos em uma pasta do equipamento, e a partir daí, enviar para o MEGA Drive diretamente, uma vez que o equipamento estará conectado na internet.

Porém, a parte mais interessante do novo MEGA segue sendo o compartilhamento de arquivos. Basta que o usuário selecione a opção de compartilhar o arquivo sem uma senha, que o sistema já faz o envio por outro canal seguro. A empresa garante que o modo de segurança criptográfica do novo MEGA depende da confidencialidade que os usuários vão tratar os seus próprios arquivos.

Para que isso seja possível, e o envio dos links entre os usuários seja feito de modo seguro, o MEGA incluiu um componente de mensagens interna para os membros do serviço. Cada pessoa cadastrada no novo MEGA vai receber um plano gratuito de 50 GB de armazenamento. Porém, existem planos pagos com capacidades muito generosas, se compararmos com os seus concorrentes diretos (Dropbox e SkyDrive).

Para você ter uma ideia, o plano básico de 9.99 euros/mês oferece ao usuário até 500 GB de armazenamento, e 1 TB de largura de banda. Nesse aspecto, o MEGA não tem concorrentes, e para quem pretende armazenar uma grande quantidade de dados, parece ser mesmo a melhor escolha. Vale registrar que os serviços pagos não poderão ser adquiridos diretamente do MEGA. Os clientes precisarão adquirir um código pré-pago em distribuidores associados (ainda não divulgados).

A empresa revelou também que tem a intensão de oferecer serviços de videochamadas e chamadas telefônicas tradicionais nos próximos meses. Além disso, o centro de ajuda tem uma seção específica que informa sobre a legalidade do novo MEGA e a responsabilidade que os usuários possuem de cumprir os seus termos de uso. Esse centro de ajuda também esclarece algumas questões importantes, como por exemplo por que eles escolheram a Nova Zelândia para basear esse serviço na nuvem, por que o seu nome em algumas localidades é Aoteearoa, entre outras questões.

Está muito claro que Kim Dotcom e toda a equipe do MEGA tem grandes ambições para esse novo projeto. Apesar do seu fundador ter prometido uma versão segura daquilo que o Megaupload era, resta saber se o mercado de usuários vai abraçar essa nova/velha plataforma.

O novo Megaupload será lançado em 20 de janeiro de 2013

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Não foram poucos os rumores publicados ao longo do ano sobre a volta triunfal de Kim Dotcom e do Megaupload. E, pelo visto, esses rumores são reais, e já tem data para serem confirmados: 20 de janeiro de 2013, exatamente um ano após a prisão do próprio Dotcom.

Quem confirmou esse retorno foi o próprio Kim Dotcom em uma mensagem na sua conta do Twitter. Além da informação de data de relançamento, ele promete uma plataforma mais segura, eficiente e o mais importante, livre. Ao longo dos últimos meses, ele deixou várias dicas sobre como seria essa futura plataforma, e até um vídeo promocional, que você poderá ver no final desse post.

O Megaupload já chegou a contar com mais de 50 milhões de visitantes únicos por dia, e teve o apoio de diversas celebridades, incluindo os pertencentes da indústria musical norte-americana. Até que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos se encarregou de fechar as portas do serviço, em janeiro de 2013. O novo serviço recebe o nome de Mega, e vai armazenar todos os conteúdos na nuvem, para que as autoridades tenham um pouco mais de trabalho para ter acesso a esses conteúdos. A estratégia é a mesma tomada recentemente pelo The Pirate Bay.

Além disso, o Mega contará com um sistema de codificação, onde cada usuário será o único responsável pelos seus arquivos, e o serviço nunca vai saber qual é o conteúdo lá postado. Com isso, o serviço será 100% legal, aos olhos da legislação norte-americana.

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Kim Dotcom: “Não sou um criminoso”

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Depois de sair da cadeia e conseguir liberdade condicional, o co-fundador do Megaupload concedeu uma entrevista para uma rede de TV da Nova Zelândia pela primeira vez depois da prisão. Enquanto o governo dos Estados Unidos trabalha para obter a extradição de Kim Dotcom, o mesmo se declara inocente das acusações que pesam sobre ele.

“Não sou um criminoso. O Megauplod não foi criado para ser um refúgio dos delinquentes”, afirmou Dotcom, que sugere que motivações políticas incentivaram sua prisão. “Se estão perseguindo alguém por uma questão política, dirão o que for necessário para te manter preso”, concluiu.

Dotcom ainda disse na entrevista que não tem nenhuma intensão de abandonar o país. Afirma que vai lutar pelos seus direitos, e a entrevista parece ter agradado muito aos espectadores do país, que não tiveram dúvidas em apoiar o co-fundador do Megaupload, com diversas mensagens positivas no Twitter.

Via NZHerald