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Acer Chromebook R13, um conversível com Chrome OS com tela preparada para o Android

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Acer Chromebook R13

A Acer apresentou na IFA 2016 o seu novo notebook Acer Chromebook R13, baseado no Chrome OS e substituto do modelo R11, mas que conta com uma característica chamativa: é um conversível com tela touch, que deve interagir com perfeição com os sistemas Android e Chrome OS.

Acer Chromebook R13: o primeiro com um processador MediaTek

 

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O Acer Chromebook R13 conta com uma interessante novidade: a presença de um processador MediaTek MT8173C Core Pilot quad-core, com GPU Imagination Technologies GX6250, acompanhado de 4 GB de RAM.

A tela touch possui 13,3 polegadas (1080p) e o produto conta com variantes com 16, 32 ou 64 GB de armazenamento.

A conectividade conta com a presença de uma porta USB Type-C, outra USB 3.0 e uma HDMI de tamanho completo, além de suporte Bluetooth 4.0 e WiFi 802.11 ac.

Também está disponível uma webcam capaz de gravar vídeos em 720p, e sua bateria tem uma autonomia prometida de até 12 horas de uso.

 

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O Acer Chromebook R13 chega ao mercado em outubro, com preço inicial sugerido de 399 euros, e aumentam de acordo com a capacidade de armazenamento escolhida.

MediaTek Pump Express 3.0 recarrega 70% da bateria do seu smartphone em 20 minutos

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A MediaTek anunciou na Computex 2016 uma nova tecnologia de recarga de baterias de dispositivos móveis, a Pump Express 3.0.

O desafio de oferecer maior autonomia de bateria se faz presente, e isso pode ser melhorado com o uso de bateria com maior capacidade e componentes mais eficientes, ou de forma indireta adotar sistemas de recarga rápida, que reduz o tempo de espera para se utilizar normalmente o smartphone. O Pump Express 3.0 atua no segundo caso, e sua tecnologia é muito promissora, já que (em teoria) seria capaz de recarregar uma bateria do zero até 70% em apenas 20 minutos.

O feito pode ser melhor avaliado quando comparamos rapidamente a solução da MediaTek com outros sistemas de recarga. Para conseguir esse volume com a recarga tradicional, precisamos de 100 minutos de tomada, enquanto que em sistemas como o Quick Charge 3.0 (integrado no HTC 10), alcançaríamos apenas 40% de recarga nos mesmos 20 minutos.

Um dos pontos fracos dos sistemas de recarga rápida é a sua eficiência energética, alto que a MediaTek também teria melhorado e muito com o Pump Express 3.0, que eleva esse aspecto em até 95%. Caso você carregue o celular por apenas cinco minutos, você terá autonomia suficiente de bateria para uma chamada de até quatro horas de duração.

Este avanço é muito interessante dentro do campo da recarga rápida, que virá acompanhado de 20 medidas de segurança para evitar qualquer tipo de problema. Não foram citadas datas exatas, mas comenta-se que a nova tecnologia poderia estar disponível no final de 2016.

Vídeo demonstrativo a seguir.

 

Via WCCFTech

HTC One S9 terá corpo de metal, Helio X10 e custará 499 euros

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Com o HTC 10 apresentado e o HTC 10 Lifestyle presente em determinados países, os taiwaneses voltam os seus esforços em um novo modelo, o HTC One S9, que está a caminho da Europa.

Não há nada de espetacular na sua potência ou design, mas é a segunda aposta da HTC nos processadores MediaTek Helio. A numeração do modelo nos faz pensar que teremos três famílias consolidadas: a S9, a X9 e a A9, apresentado no ano passado.

 

Assim é o HTC One S9

Temos aqui um smartphone construído completamente em metal (cores dourado, prateado e cinza-negro), com tela de 5 polegadas (LCD, Full HD, 441 ppp), processador Helio X10 octa-core em dois clusters (4+4) e 64 bits, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento (expansível via microSD de até 2 TB), câmera traseira de 13 MP com estabilização ótica (f/2.0), câmera frontal de 4 MP (Ultrapixel), bateria de 2.840 mAh, conectividades LTE, WiFi ac, Bluetooth 4.1, GPS, sistema de áudio estéreo Dolby e sistema operacional Android 6.0 Marshmallow com a interface Sense.

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Ainda não foi revelada a disponibilidade do HTC One S9, mas sabemos que chegará na Alemanha no meio de maio, o que pode indicar uma data similar para os outros países do continente. Seu preço inicial sugerido é de 499 euros, um pouco elevado para suas especificações.

Via Smartdroid.de

Meizu Pro 6 é oficial

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A Meizu apresentou oficialmente o seu novo smartphone top de linha, o Meizu Pro 6. O modelo é um substituto direto do Meizu Pro 5, e oferece mudanças importantes para buscar um mercado maior.

A primeira característica desse novo smartphone é a sua redução de tamanho de tela, passando de 5.7 polegadas para 5.2 polegadas (Super AMOLED, com vidro 2.5D), as mesmas dimensões do HTC 10, e que parece ser uma espécie de “consenso” entre os fabricantes. A tela do Meizu Pro 6 também conta uma tecnologia sensível à pressão, a 3D Press, que apesar ser similar ao que já vimos em outros dispositivos do mercado, o fabricante garante que conta com com finalidades diferentes e características próprias. Porém, não entra em detalhes sobre o assunto.

O novo smartphone da Meizu aposta no desempenho de um processador MediaTek Helio X25 com 10 núcleos de processamento, trabalhando com 4 GB de RAM e 32 GB ou 64 GB de armazenamento. A empresa segue na batalha pela menor espessura, com 7.15 mm. Seu corpo de metal ajuda nessa equação de baixa espessura. Por outro lado, isso tem como consequência uma automática redução de bateria, com 2.560 mAh, 500 mAh a menos que o Pro 5.

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Na parte das câmeras, o novo smartphone traz como principal inovação um flash com 10 LEDs dual-tone, com o objetivo de obter melhores resultados nas fotos noturnas ou com baixa luminosidade. Seu sensor traseiro é um Sony IMX 230 de 21 MP, que trabalha com um novo algoritmo IPS que promete um foco muito rápido (de até 0.07 segundos).

O áudio do Meizu Pro 6 também foi melhorado, incorporando o novo Cirrus Logic DAC, que promete aumentar a sua potência em 55%. Todo o conjunto de hardware é gerenciado pelo sistema operacional Android Marshmallow.

O Meizu pro 6 está disponível em três opções de cores (dourado, preto ou prata), com preços sugeridos de 340 euros para o modelo com 32 GB, e de 380 euros para o modelo com 64 GB (valores já convertidos). Não há previsão de disponibilidade internacional.

 

Flagradas versões do Galaxy S7 com chips Helio X20 e X25

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De forma oficial, o Samsung Galaxy S7 só é comercializado em duas variantes: uma com processador Exynos 8890 (que será comercializada no Brasil) e outra com processador Qualcomm Snapdragon 820. Porém, parece que outras versões podem existir, com processadores da MediaTek como protagonistas, o que pode ser uma grande e inesperada surpresa para muitos.

O GSMArena publica referências de outras duas versões do Galaxy S7, com os processadores Helio X20 e Helio X25. Os modelos apareceram em um vazamento de análise de desempenho do Geekbench, e um deles é identificado como Samsung SM-G930W8. A nomenclatura SM-G930 faz referência direta ao Galaxy S7, enquanto que o W se utiliza normalmente para indicar modelos que serão lançados no Canadá, o que levanta a hipótese de estarmos diante de versões exclusivas para aquele país. Normalmente são os chineses que recebem versões especiais de smartphones Android, mas com os dados listados tudo fica meio confuso.

Dando uma olhada nos dados, vemos que o modelo com chip Helio X20 terá apenas 3 GB de RAM, algo que não há uma explicação plausível para esta escolha, enquanto que a versão com Helio X25 manterá os 4 GB de RAM, obtendo assim praticamente o mesmo desempenho geral do Exynos 8890.

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A profusão de verões de smartphones da Samsung também podem apontar para outro cenário não descartável: a do lançamento de um suposto Galaxy S7 Neo ou de uma versão mini do smartphone top de linha dos coreanos. De novo: a aposta na MediaTek para esse modelo alternativo é mais surpreendente do que a notícia de um novo smartphone com a presença dos chips Helio X20 e Helio X25.

Vamos aguardar pelas próximas informações e acontecimentos.

Via GSMArena

Review | LG K10 (LG-K430TV)

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A LG começou o ano de 2016 apresentando uma nova linha de smartphones. A série K se propõe a oferecer dispositivos de entrada e linha média, mas com alguns detalhes de alta qualidade, visando conquistar o público jovem, que não está interessado em pagar caro para ter uma boa tela, uma câmera de alta qualidade ou um bom desempenho para realizar as suas atividades conectadas. E o LG K10 é o modelo mais completo dessa nova série, que se completa pelos modelos LG K8 e LG K4.

O LG K10 é o carro chefe da série, mostrando o melhor que a empresa pode fazer nesse sentido. O modelo entrega o design que é a assinatura da LG nos últimos anos, uma tela com a qualidade já comprovada dos coreanos, sensores fotográficos eficientes e um desempenho que promete através do processador ocra-core MediaTek de 1.14 GHz. Porém, uma grande pergunta precisa ser respondida nesse review: como é o comportamento do Android 6.0 Marshmallow, em um dispositivo cuja ROM do Android é altamente customizada, e com apenas 1 GB de RAM?

Uma das grandes preocupações de alguns leitores do TargetHD no dia em que o LG K10 foi anunciado foi justamente essa baixa quantidade de RAM para um dispositivo com o sistema Android, historicamente considerado um devorador de recursos. Teria a Google finalmente corrigido esse problema? Ou os usuários podem começar a se preocupar desde já?

As respostas para estas e outras perguntas a seguir.

 

Características Físicas

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O LG K10 é um smartphone de linha média, com uma construção e acabamento típicos de um dispositivo de sua categoria. O plástico predomina, mas não é um plástico de baixa qualidade. Não há elementos foscos na parte traseira (que é feita em um relevo com plástico sólido, muito agradável ao toque e mais resistente para o uso diário) e o friso em acabamento metálico nas laterais acaba caindo bem no conjunto geral de acabamento.

É um modelo leve nas mãos e no bolso, além de não criar tanto volume durante o transporte no bolso, apesar de não estar na lista dos mais finos do mercado. É o tipo de smartphone que entra fácil no grupo dos dispositivos que ficam bem encaixados nas mãos para um uso mais longo com navegação na internet e interação com as redes sociais.

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A LG manteve os botões de liga/desliga e controle de volume na parte traseira do dispositivo, abaixo do sensor de câmera. Sabemos que a empresa abandonou essa decisão para os modelos top de linha com o LG G5, e que o LG K4, dispositivo de entrada dessa nova série, já não traz essa disposição de botões. Resta saber se os coreanos vão manter essa alternativa nas linhas intermediárias, ou se eles vão seguir a aposta adotada no seu modelo mais completo, e migrar tal característica para as demais linhas

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Outra escolha interessante foi deixar todos os conectores na parte inferior do dispositivo. Tanto o conector microUSB como o conector para fones de ouvido ficam na parte de baixo do smartphone, enquanto que as laterais e a parte superior ficam livres de botões e conectores, beneficiando o design do produto.

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Outro detalhe que vale destaque é que o alto-falante superior (utilizado para chamadas de voz) está bem integrada no smartphone, assim como o alto-falante traseiro, que fica não só abaixo da tampa como abaixo da estrutura trançada de acabamento da tampa traseira. Não é possível observar parafusos aparentes, e os pontos de encaixe de estrutura da parte externa e da tampa traseira estão bem encaixados, garantindo assim uma sensação de solidez e boa qualidade de construção.

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Por fim, o LG K10 é um smartphone bem construído e bem concebido. É um modelo que promete atender as expectativas de usuários de diferentes níveis nesse aspecto. Dificilmente o telefone pode te causar decepções.

 

Acessórios

O LG K10 traz consigo os itens mais básicos para um smartphone de sua categoria: bateria, manuais, fones de ouvido, adaptador para TV digital, adaptador para rede elétrica, cabo USB e manuais. Logo, não é isso que pode me deixar incomodado com esse dispositivo.

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Talvez o fone de ouvido tenha deixado a desejar. E não foi pouco. Estamos falando de um headfone padrão, que é de uma qualidade inferior. Se você quer apenas se comunicar ocasionalmente garantindo um pouco de privacidade, tudo bem. Agora, pensando no fato que boa parte do público-alvo desse modelo é o jovem, que normalmente gosta de ouvir música. Para essa missão, os fones de ouvido do LG K10 perderá pontos.

De qualquer forma, é o mesmo kit que vem na maioria dos dispositivos.

 

Tela

O LG K10 conta com uma tela de 5.3 polegadas, com resolução de 1280 x 720 pixels, com 277 pixels por polegada e proteção Corning Gorilla Glass 3. Aproximadamente 71% da parte frontal do dispositivo é ocupada por essa tela.

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Durante o evento de lançamento dessa nova série K, a LG afirmou que colocou ênfase em alguns pontos que os usuários mais jovens davam como prioridade na hora de adquirir um smartphone, mas que não estavam dispostos a pagar caro por um produto para ter esses itens. E a tela seria um desses itens. Bom, após testar o produto, entendo que estamos diante de uma tela de boa qualidade em relação ao resultado final das imagens reproduzidas, mas que não apresenta nenhum tipo de diferencial substancial em relação ao que os seus concorrentes diretos apresentam hoje.

Trazer a proteção Gorilla Glass é algo bem vindo, mas não chega a ser um diferencial relevante, já que outros produtos de sua faixa de preço também o fazem. Não optar por uma tela com resolução Full HD é uma escolha pensada na redução de custos, e também porque uma resolução maior não iria fazer uma grande diferença no resultado final de exibição dos gráficos.

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O que conta a favor é justamente a qualidade mais que comprovada da LG em oferecer telas de alta qualidade, tanto na exibição dos elementos gráficos como no consumo de bateria. Há muito tempo que os coreanos conseguem um bom equilíbrio desses elementos, oferecendo ótimos e vistosos resultados. Logo, ver que o LG K10 oferece uma boa tela para a maioria das atividades conectadas não chega a ser uma grande surpresa. É na verdade o que era esperado da empresa.

Mas não podemos dizer que a tela desse smartphone está acima da média. Pelo contrário: está bem na média daquilo que se espera para um dispositivo de sua categoria. O que também não quer dizer que é uma tela ruim. Para o que temos em um produto do seu porte, é uma tela bem aceitável e ajustada para as principais necessidades básicas do usuário.

 

Sistema Operacional e Interface do Usuário

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Aqui temos o (talvez) principal destaque do LG K10. O smartphone é um dos primeiros a alcançar o grande público com o sistema operacional Android 6.0 Marshmallow de forma nativa, sem depender de atualizações. Esse é um diferencial que esse modelo oferece, e que considero muito valioso, pois já faz uma diferença importante no comportamento geral do smartphone, no que se refere à sua usabilidade.

O sistema Android desse dispositivo recebe a capa de personalização da LG, que já nos acostumamos a ver nos modelos previamente lançados. Nas outras oportunidades que testamos aparelhos da marca, ficamos satisfeitos com o fato dessa interface não pesar tanto no desempenho geral do dispositivo, e das adições serem bem vindas e úteis, apesar de distanciar completamente da proposta de Android puro da Google, que é o que até hoje consideramos a ideal para esse sistema operacional.

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Nesses aspecto em particular, mais uma vez podemos dizer que a LG fez um ótimo trabalho na customização e otimização do Android, que se mostrou um sistema leve e estável na maior parte do tempo. Aqui, não estamos levando em consideração (ainda) as especificações de hardware do dispositivo (algo que vamos analisar no item Desempenho), mas sim a proposta geral que a LG integrou nesse smartphone, ou aquilo que eles entendem como ser o Android ideal para o seu consumidor.

Uma das mudanças mais evidentes que o usuário vai identificar no uso diário com o Android Marshmallow é o novo modo do Android gerenciar as permissões do que determinados aplicativos vão poder acessar ou não dos dados do usuário. Por exemplo, quando escolhemos um aplicativo principal para visualização de fotos ou vídeos, o sistema mostra uma mensagem perguntando ao usuário se ele deseja que aquele aplicativo acesse a determinado tipo de arquivo pessoal.

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Dessa forma, o usuário sabe desde o começo que aquele aplicativo tem a permissão de acessar aquele determinado arquivo ou função do seu smartphone, reduzindo assim as chances de um aplicativo obter dados e funções que não são considerados essenciais para o funcionamento daquele programa. O que reduz as chances do usuário ser vítima de um ataque, fraude, malware e derivados.

Mas, lembrando: reduzir as chances não quer dizer impedir. Tenho certeza absoluta que os mais apressados nem vão ler as mensagens apresentadas na tela.

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Outra mudança interessante está no gerenciamento de recursos de hardware, que tem um maior leque de informações para o usuário. Talvez preocupados com o comportamento geral do sistema, a LG já deixa um atalho para todas essas funcionalidades de ajustes, como armazenamento, memória e bateria. Tudo mais acessível, justamente para atender aos menos experientes.

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De qualquer forma, entendo que a LG mais uma vez fez um ótimo trabalho na customização do Android. Sem falar que a versão Marshmallow parece mesmo estar bem assentada para um hardware de linha média. Inclusive para um dispositivo que tem apenas 1 GB de RAM. Mas falaremos mais sobre isso daqui a pouco.

 

TV Digital

O LG K10 conta com o recurso de TV digital, com o auxílio de um adaptador que é instalado na saída para fones de ouvido do smartphone (já mostramos esse adaptador no segmento de acessórios). Particularmente, prefiro esse tipo de adaptador por questões estéticas, e cabe a cada fabricante fazer com que o recurso funciona de forma adequada, permitindo a sintonização dos canais em diferentes locais e situações (apesar dos resultados fatalmente variarem em função de diferentes fatores, inclusive a região do Brasil que o usuário vive).

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O aplicativo de TV digital do LG K10 tem os principais recursos que podemos encontrar na maioria das opções disponíveis no mercado, ou seja, é capaz de exibir a grade de programação (desde que o canal em questão ofereça essa opção), além de captura de imagens da tela e gravação da programação (em armazenamento na memória interna do smartphone ou no cartão microSD. A má notícia é que temos uma TV digital em SD e não em HD, mas também não podemos pedir muito de um recurso que é muito mais um complemento do que um recurso prioritário no dispositivo.

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De qualquer forma, o smartphone reproduz as imagens no formato que o canal envia o sinal, inclusive no formato HD. Em uma tela de pouco mais de cinco polegadas, o recurso pode quebrar o galho naqueles deslocamentos mais longos, ou quando não queremos perder o nosso jogo ou evento preferido.

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A boa notícia é que a TV digital funciona muito bem nesse dispositivo, com uma recepção de sinal bem ajustada, inclusive em residências, onde em alguns modelos testados nos últimos meses o recurso apresentou dificuldades em captar sinal. Temos aqui um bom trabalho feito por parte da LG nesse aspecto.

 

Câmera

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Este foi mais um aspecto que a LG quis dar maior ênfase no lançamento dessa série. Alegando que o público-alvo do LG K10 deseja um smartphone com câmeras de boa qualidade, mas que não podem (ou não querem) pagar um preço de um top de linha para isso, a empresa aposta que oferecer sensores que atendam as necessidades desse grupo pode ser um dos segredos para se alcançar um sucesso nas vendas.

Na prática, mais uma vez temos que dizer que o LG K10 está “na média” da sua concorrência.

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O sensor traseiro de 13 MP (f/2.2) possui a mesma interface minimalista do LG G3, oferecendo assim as funcionalidades básicas para uma câmera fotográfica em um smartphone, além dos modos de foto rápida com um toque na tela e ajustes de foco digital através de um simples toque. Não há os ajustes manuais presentes no LG G4, o que seria pedir demais para um dispositivo de sua categoria.

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De qualquer forma, temos um sensor que consegue capturar fotos de boa qualidade para o compartilhamento rápido nas redes sociais, que é o que realmente importa para um usuário de smartphone de linha média. É claro que um estabilizador ótico faz falta em alguns momentos, mas é algo que a maioria das pessoas consegue lidar todos os dias. Como era de se esperar, as fotos em ambiente com baixa luminosidade apresentam uma certa quantidade de ruído, mas tudo dentro da média do que temos hoje entre os smartphones de linha média.

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O LG K10 grava vídeos em Full HD (1080p) na sua câmera traseira, com bons resultados de gravação em diferentes condições de luminosidade. De forma alternativa, também é possível fazer os registros de imagens em HD (720p).

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O sensor frontal desse smartphone possui 8 MP de resolução, e é claramente pensado nas selfies. Possui uma angulação maior para comportar mais pessoas dentro da mesma selfie, além de contar com as funcionalidades de software já conhecidas da LG nos seus smartphones (recurso de “flash” para selfies em baixa luminosidade, que nada mais é do que iluminar a tela na hora do registro da foto, e o recurso de registrar a selfie com um simples movimento da mão, sem tocar na tela).

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Como podem ver, tudo dentro daquilo que a LG já vinha oferecendo nos seus mais recentes lançamentos, e com os resultados que se alinham com aquilo que os seus hipotéticos concorrentes diretos oferecem. Confesso que a câmera frontal desse modelo me agradou bastante, dento das suas possibilidades. Recomendo que os usuários prestem atenção nesse aspecto na hora de optar ou não pela compra desse modelo.

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Games

Aqui começamos a falar do terceiro item que a LG quer enfatizar no lançamento da série K: o desempenho.

A empresa quer colocar no mercado produtos que sejam bons o suficiente para que o seu público-alvo tenha um desempenho satisfatório em diferentes situações, inclusive nos jogos, uma vez que os jovens consomem boa parte do seu tempo no smartphone jogando. Nesse aspecto, temos sentimentos mistos em relação ao LG K10, já que ele atende bem as necessidades nesse aspecto, mas com algumas ressalvas.

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Durante os testes, todos os jogos que normalmente utilizamos para avaliação dos produtos que por aqui passam rodaram sem maiores problemas, e com plena qualidade gráfica. Entendemos aqui que o principal motivo para esse bom resultado foi a combinação de um processador com oito núcleos com uma GPU Adreno 306, que se não é a mais potente do mercado (bem longe disso), ao menos consegue oferecer um desempenho bem ajustado para essa tarefa mais complexa, ou de maior demanda de gráficos.

Por outro lado, aqui começamos a ver como apenas 1 GB de RAM começa a comprometer.

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Nos jogos com gráficos mais simples, não temos grandes problemas de execução e travamento (apesar do fato de no Subway Surfers eu ter percebido alguns leves engasgos, o que ocasionalmente comprometeu a jogabilidade). Já em jogos mais pesados (Iron Man, Dead Trigger 2, Real Racing 3), apesar de uma execução mais fluída na maior parte do tempo, os engasgos foram maiores e mais perceptíveis.

Mais: em pelo menos três oportunidades, o próprio Android encerrou o aplicativo do jogo em questão, uma vez que o limite de RAM foi alcançado, criando assim um sério inconveniente para aquele jogador que estava em uma fase avançada, ou que não salvou o progresso de um jogo durante uma fase.

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Para aqueles que estão pensando em rodar jogos no LG K10, é bom ter em mente essas características, e pensar muito bem antes de fazer o investimento. A experiência de uso pode não ser tão plena e perfeita como se espera.

 

Bateria

O LG K10 conta com uma bateria removível de 2.300 mAh, o que para um dispositivo com o seu tamanho de tela e especificações técnicas pode parecer pouco. Na verdade, aqui temos mais uma vez uma prova do quanto a LG está apostando nas melhorias e otimizações do Android 6.0 Marshmallow para um menor consumo de recursos. E nesse caso, a aposta se paga.

Naturalmente, o K10 consegue aguentar um dia de uso moderado, tal como faz hoje (ou deveria fazer) a maioria dos smartphones Android disponíveis no mercado (navegação de internet, acesso à redes sociais, e-mails, pouco tempo de jogos e vídeos). Em um uso mais avançado, com maior tempo para vídeos e jogos, essa bateria é consumida mais rapidamente, o que também é o esperado para um dispositivo Android.

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A diferença aqui é que a LG sempre se encarregou em adicionar soluções para uma melhor gestão de bateria, o que ajuda em uma melhor autonomia de uso. Somado com os novos recursos que o próprio Android Marshmallow adiciona para um menor consumo e melhor gestão, temos aqui um dispositivo muito eficiente nesse aspecto.

Entendo que a maioria dos usuários não terão problemas com o LG K10 no seu gerenciamento de bateria. É um modelo que cumpre o que promete, onde em particular a LG de novo merece ter seu bom trabalho reconhecido, ao oferecer soluções que melhoram o aspecto de autonomia de bateria na sua versão customizada do Android.

 

Armazenamento e Desempenho

O LG K10 possui 16 GB de armazenamento nativo, com slot para cartões microSD de até 32 GB. Levando em consideração que temos nesse caso um dispositivo de linha média com o Android 6.0 Marshmallow (que tem suporte nativo para microSD como unidade de instalação de aplicativos) e aquilo que os demais modelos desse segmento oferecem, temos aqui uma combinação que é considerada a padrão para esse tipo de produto.

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Sobre o seu desempenho geral, temos que fazer uma análise a partir de diferentes perspectivas.

A grande pergunta que não quer calar é: “o LG K10 consegue oferecer um bom desempenho com apenas 1 GB de RAM, ainda mais com o Android sendo um devorador de recursos?”.

A resposta é…. depende.

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Durante a maior parte do tempo em que testei o produto, ele não apresentou problemas de travamentos ou paradas críticas, e a maioria dos usuários comuns pode sim ter uma boa experiência de uso com um dispositivo com as suas características de hardware. Mesmo utilizando uma interface Android altamente customizada, o K10 ofereceu um bom desempenho geral para as atividades mais comuns, que são aquelas que enquadro como parte de um uso moderado.

Por outro lado, também temos que levar em consideração que o seu processador (MediaTek quad-core) combinado com sua GPU (Adreno 306) oferecem um conjunto bem equilibrado, trazendo para si a responsabilidade de um bom desempenho geral. Logo, os 1 GB de RAM não afetam tanto para a maioria das atividades, uma vez que o processador é que se encarrega de gerenciar os seus recursos para destiná-los de forma inteligente durante a execução dos diversos aplicativos e tarefas.

Como já citei no item Games, o 1 GB de RAM se mostra insuficiente nas tarefas mais pesadas, ou de maior demanda de recursos. Por exemplo, o uso do Facebook sozinho (aplicativo que consome muita memória naturalmente) não compromete. Porém, utilizar o Facebook, o Messenger, o WhatsApp e abrir o Real Racing 3 já pode significar problemas (nesse cenário, o game foi fechado sozinho).

Ou seja, em linhas gerais, o LG K10 atende a maioria dos usuários, mas os mais exigentes definitivamente precisam procurar um dispositivo com pelo menos 2 GB de RAM para atender as suas necessidades.

 

Conclusão

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O LG K10 está aprovado. É um smartphone de linha média bem equilibrado, com um design bonito, a interface de usuário típica da LG, uma boa tela, uma boa quantidade de armazenamento, um processador competente e um Android atualizado. Leva a experiência de uso dos coreanos para uma nova proposta de linha média. Chega para competir com as soluções mais populares do mercado brasileiro, e pode conquistar alguns consumidores pela combinação desses fatores.

Porém, a competição é pesada. Entendo que alguns dos seus competidores diretos contam com alternativas com especificações técnicas mais completas, com preços um pouco abaixo ou um pouco acima do valor proposto pela LG nesse produto. Se a empresa não rever o fator preço, dificilmente eles podem ter sucesso. Até porque, depois de todos os aspectos técnicos analisados, o fator decisivo para o consumidor adquirir esse ou aquele produto é justamente o seu valor final.

Samsung entra para o top 5 entre os fabricantes de processadores móveis

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A Samsung fez um ótimo trabalho com o processador Exynos 7420, a ponto do chip ser o protagonista do mercado até o anúncio dos chips Snapdragon 820 e Exynos 8890. Isso fez dos coreanos o quarto maior fabricante de SoCs.

O papel da empresa é muito importante pela inclusão de chips entre os modelos top de linha, como o Meizu Pro 5, além de ajudar no desempenho de outras variantes orientadas para as linhas média e baixa. Ao longo de 2015, o toal de chips Exynos subiu para 50 milhões de unidades, ou 15% do total de smartphones fabricados pela Samsung no mesmo período.

A Qualcomm lidera o ranking, e sua linha Snapdragon é responsável por 42% do mercado, com uma boa vantagem para os seus adversários. A Apple ficou em segundo, com 21%, impulsionado pelos iPhones e iPads. Na terceira posição, a sempre interessante MediaTek com 19% de mercado, com os chips Helio P10 e Helio P20 ajudando no seu crescimento. E a quinta posição é da Spreadtrum, uma desconhecida para muitos, mas que tem o seu espaço no mercado de mobilidade.

Não podemos negar que esse avanço da Samsung é merecido, já que os coreanos fizeram um bom trabalho com os seus chips Exynos. Tudo leva a crer que isso pode voltar a se repetir esse ano, mas ainda falta muito para eles superarem a MediaTek.

Via GSMArena

Se o seu smartphone possui um processador MediaTek, ele pode ser vulnerável a ataques de software

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Foi descoberto um acesso oculto (ou backdoor) via hardware, que deixa os dispositivos com processadores MediaTek vulneráveis a ataques de softwares maliciosos.

A vulnerabilidade foi habilitada por acidente, quando deveria ter sido fechada antes dos chips serem distribuídos aos fabricantes. Essa falha foi provocada com o objetivo de realizar testes relacionados com as operadoras móveis chinesas que não foi corrigida antes da produção em massa.

Por enquanto, a MediaTek não revela a lista de fabricantes afetados. O que parece é que os principais afetados seriam os dispositivos que funcionam com uma versão mais antiga do Android (4.4 KitKat). A falha permite que os atacantes obtenham acesso aos dispositivos a nível root.

A MediaTek garante que se comunicou internamente com os fabricantes sobre a possibilidade desse acesso, de modo que eles lancem atualizações para tentar solucionar o problema. Até agora, nenhum fabricante se pronuncia sobre o assunto, e os possíveis afetados são: Sony, LG, Lenovo, Huawei, Xiaomi, HTC, Oppo, Meizu, entre outras.

Via Pocket Now

HTC One A9 aparece em benchmarks, e pode ser apresentado em 29 de setembro

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HTC One A9

Sabemos que a HTC tem um evento marcado para o dia 29 de setembro, e especula-se que novos smartphones da empresa serão apresentados. Ok, é no mesmo dia do evento de apresentação dos novos Nexus. mesmo assim… enfim…

Também sabemos que a HTC está preparando o ‘Aero’, um smartphone com processador MediaTek Helio X20 de dez núcelos e uma reformulação no design para torná-lo mais atraente. O modelo já aparece nas listas de benchmarks, cujos resultados – muito promissores – também mostram vários detalhes sobre suas características técnicas.

Para começar, as pontuações (1.835 e 5.884 pontos em single-core e multi-core, respectivamente) coincidem com o que foi visto nos últimos meses, indicando que o Helio X20 é mesmo um dos melhores SoCs do mercado. Os dez núcleos parecem funcionar, mas nem tudo no smartphone é o SoC. O benchmark também revela a presença do sistema operacional Android 5.1.1 Lollipop, arquitetura ARM de 64 bits com dez núcleos a 1.96 GHz e 4 GB de RAM. Os resultados foram enviados no dia 8 de setembro, mas já não estão disponíveis de forma pública.

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Vendo esses dados, e somando com tudo o que já era dito sobre o HTC One A9 nas últimas semanas, estamos diante de um grande smartphone, que pode desafiar a concorrência. Porém, o grande rival da HTC é ela mesma: a empresa está em um momento muito difícil, onde a comunidade e os usuários quase ignoram a marca.

Ou o HTC One A9 é um modelo que muda os paradigmas, tanto nas características como na relação custo-benefício, ou pode ser o canto do cisne da HTC. E aqui a opção pelo MediaTek Helio X20 pode ser um grande acerto. Um smartphone com boas características, equilibrado e com um preço entre US$ 500 e US$ 600 pode ser um acerto.

As dúvidas serão eliminadas em algumas semanas.

HTC Aero A9 contará com processador Helio X20 e um novo corpo de metal

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Imagem meramente ilustrativa/mockup

Imagem meramente ilustrativa/mockup

A HTC faz os seus movimentos, e os rumores sobre eles se fazem mais presentes. Nesse caso, envolvem o HTC Aero A9, o primeiro de uma nova família de smartphones.

Um novo top de linha, com um design renovado, com a difícil missão de fazer os lucros da HTC subirem. O HTC Aero A9 integraria o SoC MediaTek Helio X20, que se destaca pelos seus 10 núcleos, e que seria capaz de bateri de frente com os melhores processadores da Qualcomm e Samsung.

O Aero A9 será, de acordo com os dados vazados pela Mobile-Dad, um smartphone potente, no mesmo nível do One M10, cujo nome de código parece ser O2. Além do Helio X20, outra novidade seria o novo design, com mudanças significativas em relação à linha ‘One’, como por exemplo uma nova tela 2.5D com borda reforçada, um corpo completamente metálico e duas opções de cores (cinza escuro e dourado), mas sem detalhes sobre como será esse design.

Talvez o detalhe mais interessante está no preço, que pode ficar entre US$ 470 e US$ 625. Se o SoC cumprir com o prometido, o HTC Aero A9 pode ser um dispositivo muito interessante, mas ainda é cedo para dar qualquer veredito. Muitas das características do novo smartphone ainda são desconhecidas, o que nos obriga a esperar por um eventual anúncio da HTC na IFA 2015.

Via Phone Arena

HTC One M9 com processador MediaTek? Não é uma má ideia…

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O site taiwanês ePrice afirma que a HTC deve lançar no mês de outubro uma versão do HTC One M9 com um chip MediaTek, com o objetivo de ser mais barato que o modelo com o processador Snapdragon, lançado em março.

Nos últimos tempos, os processadores MediaTek estão em evidência, com grande crescimento de mercado. Seu futuro é muito promissor com modelos como o Helio X20, que promete um total de 10 núcleos para um elevado desempenho. Apesar de ficar muito distante do pódio entre os melhores SoCs do mercado, o Helio X20 pode representar um salto para a empresa.

Outra opção mais econômica seria o Helio X10, mas tal info parece ser facilmente descartável, levando em conta que o HTC One ME já conta com esse processador.

Tanto o X10 como o X20 devem ser mais baratos que os seus respectivos competidores da linha Snapdragon da Qualcomm, que estava presente nos últimos modelos da família One. Talvez a escolha pela MediaTek se resulte em uma boa ideia para a HTC, se eles realmente querem oferecer preços mais baratos.

Será esse o futuro da empresa? Não dá para saber, mas é um interessante caminho que a HTC e outros fabricantes (abraço, Sony) podem tomar.

Via WCCFTech

MediaTek mostra a sua tecnologia para smartphones na Eletrolar Show 2015

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A MediaTek mostra na Eletrolar Show 2015 as suas mais recentes novidades tecnológicas associadas à sua inovadora família de chipsets Helio™, junto com sua linha de LTEs de 64 bits e os mais novos modelos de smartphones lançados no Brasil por suas parceiras Alcatel, LG, Positivo e Sony.

A MediaTek embarcou mais de 1 bilhão de chipsets no ano passado, tornando-se a terceira maior empresa de semicondutores fabless do mundo. Um em cada três celulares do mundo utilizam os chipsets da empresa. Um dos principais fatores de seu sucesso, a inovação na gama de seus produtos premium, foi ainda mais incrementada este ano com o lançamento da família Helio™, destinada ao mercado de dispositivos de ponta.

 
A série P, da família, possui desempenho Premium e foi desenvolvida com foco na crescente demanda por smartphones de formato fino. O Helio™ P10 estará disponível no terceiro trimestre de 2015 e deverá para estar presente em produtos de consumo no final de 2015.

 

 

Da série X, para produtos de alto desempenho, a MediaTek demonstra em seu estande as potencialidades do Helio™ X10 nos smartphones HTC M9 e HTC E9+, que são vendidos ainda somente no exterior. O Helio™ X10 é um Octa-Core 64-bit, com Cortex A53, de até 2.2GHz, tecnologias CorePilot® e de multimídia superior da MediaTek, tela de 120Hz e codificador H.265 de até 4K2K a 30fps, entre outras características.

 
Várias novas tecnologias, que se aplicam a todos os chipsets das series Helio™ X e P, também estão sendo demonstradas no estande da empresa:

 
Visual Processing Application – Tecnologia da MediaTek que utiliza sofisticados algoritmos de processamento de sinal e suporta câmeras superpotentes em smartphones com o chipset Helio™ X20. Uma de suas aplicações demonstrada na feira permite identificar o batimento cardíaco de uma pessoa, à distância, sem sensor de contato. Basta direcionar a câmera do celular para a pessoa, pois a tecnologia de processamento visual permite detectar pequenas alterações de cor na pele que são causadas pela circulação sanguínea.
Tecnologia inteligentes para câmeras – A Instant Focus ajusta automaticamente o foco com extrema rapidez para captar flagrantes em movimento e o Super Slow Motion permite que câmeras de smartphone criem vídeos de 480 quadros por segundo (fps) a 1080p Full HD e velocidade de reprodução de 1/16.

Upgrade do MediaTek Miravision™ – Tecnologia de tela que oferece excelente qualidade de imagem, semelhante a de uma TV Digital, apresenta novas funcionalidades, como a MiraVision™ SmartScreen, que melhora o processo pixel a pixel e, por exemplo, em ambientes de muita luminosidade evita ter de aumentar o brilho, economizando energia. Outra funcionalidade, a MiraVision™ Picture Quality, oferece melhor definição de imagem, com mais brilho, nitidez e contraste.

120 FPS Display Technology – A MediaTek é pioneira na aplicação da tecnologia de telas de 120 quadros por segundo, em dispositivos móveis. Com uma atualização mais rápida de tela, essa tecnologia faz toda a diferença em filmes e jogos, ao evitar, entre outros, paradas no movimento.
Smartphones 4G e 3G

Para demostrar a sua poderosa linha de chipsets LTE de 64 bits, a MediaTek trouxe aparelhos Quad-core, como o Meizu MX4 (MT6595) e Acer Jade Z (MT 6732), Octa-Core com chipset MT6752, como o Lenovo A936.

Via assessoria de imprensa

 

Primeiro smartphone com CPU de 10 núcleos será lançado em outubro

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O Elephone P9000 será o primeiro dispositivo do mercado com um processador de 10 núcleos, já que vai receber o novo SoC Helio X20 da MediaTek, um chip que teve um grande impacto, reabrindo a velha polêmica: até que ponto é necessário ter tantos núcleos em um smartphone?

A nomenclatura que permite identificar o potente processador dos taiwaneses é a MT6797, que conta com uma estrutura muito peculiar:

* Um primeiro módulo com dois núcleos Cortex-A72 de 2.5 GHz
* Um segundo módulo com quatro núcleos Cortex-A53 de 2 GHz
* Um terceiro módulo com quatro núcleos a 1.4 GHz
* Uma GPU Mali-T800

Já o Elephone P9000 possui ainda uma tela de 5.5 polegadas (1080p), 4 GB de RAM, 32 GB de armazenamento, câmeras de 20.7 MP e 8 MP e bateria de 3.100 mAh. O conjunto é gerenciado pelo Android Lollopop.

Seu preço não foi definido, mas o lançamento acontece em outubro de 2015.

Via GSMArena

MediaTek Helio X20, mais um chip com 10 núcleos

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A MediaTek apresentou o seu novo processador Helio X20, que conta com 10 núcleos e vai substituir de foma imediata o atual Helio X10 (MT6795), presente em alguns smartphones asiáticos, como é o caso do HTC One M9+.

A empresa quer enviar as unidades de testes para os fabricantes durante o terceiro trimestre de 2015, e os primeiros telefones comerciais com o novo processador só chegarão ao mercado no final do ano ou começo de 2016.

Fabricado com tecnologia de 20 nanômetros, o MediaTek Helio X20 possui uma arquitetura Tri-Cluster, que ordena os núcleos em grupos de dois, a 1.5 GHz Cortex-A72, quatro Cortex A-53 a 2 GHz e outros quatro Cortex A-53 a 1.4 GHz. Ele é basicamente um Helio X10 com dois Cortex A-72 a mais, e com maior velocidade. A MediaTek informa que os 10 núcleos podem trabalhar simultaneamente, mas o software do chip vai se encarregar de enviar as tarefas para os determinados clusters, de acordo com as suas solicitações.

Os aplicativos básicos como e-mail e mensagens ficam em um nível inferior; os jogos casuais e apps multimídia vão para o cluster intermediário, e os jogos e apps mais pesados usam o cluster mais potente. Logo, será difícil ver os 10 núcleos trabalhando ao mesmo tempo.

As novidades do Helio X20 incluem também a compatibilidade com o duplo processador de imagem de 12 bits, melhorias nos gráficos com um consumo menor e compatibilidade com redes LTE Cat 6.

Via Re/Code

Será a Leadcore a nova MediaTek?

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O Xiaomi Redmi 2A foi apresentado nessa semana, e com uma surpreendente característica: um SoC Leadcore, uma marca desconhecida junto ao grande público, mas que estreia em um grande fabricante.

Isso acontece por conta de um acordo fechado entre as duas empresas no final de 2014. No Xiaomi Redmi 2A, temos um SoC Leadcore L1860C quad-core (Cortex-A7) a 1.5 GHz, com GPU Mali-T622. É um SoC de entrada que estreia ‘em grande escala’. E os primeiros benchmarks do citado smartphone mostram como é o desempenho desse chip.

Por 90 euros, não poderíamos esperar muita coisa desse dispositivo, mas na verdade é que o mesmo está bem aceitável: 22.700 pontos no AnTuTu, o que posiciona o Redmi 2A entre o Xiaomi Mi2 e o Galaxy S4 (Snapdragon S4 Pro e Exynos 5410, respectivamente), dois smartphones lançados em 2012 e 2013 respectivamente, e modelos top de linha na época.

Alguns alardeiam sobre o seu menor potencial em relação às opções similares e atuais, como o MediaTek MT6732, que consegue pelo menos 30.000 pontos no mesmo AnTuTu.

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Os benchmarks publicados no site chinês MyDrivers também revelam dados de outros programas, como o NenaMark2 (58.4 fps) e garantem que jogos exigentes como Asphalt 8 são executados sem maiores problemas e com grande eficiência.

Quando falamos de SoC, temos como líderes marcas como Qualcomm, Apple ou Samsung. Mas a MediaTek está ganhando o seu espaço, com modelos como o MT6795, que figura como um rival digno dos chips Snapdragon 810, Exynos 7 e derivados.

A MediaTek subiu um degrau para se posicionar como uma das melhores do mercado, e a Leadcore está querendo assumir o seu posto. O seu bom trabalho feito no Redmi 2A pode ser o início desse processo de sugestão. Afinal, a indústria mobile não precisa apenas de SoCs muito potentes e caras, mas também de fabricantes que apostem nas linhas de entrada e intermediária.

E não é só a Leadcore que aparece como candidata: outras como Allwinner, HiSilicon, Marvell e Rockchip também lutam por seu espaço, sem se esquecer das gigantes como Qualcomm, Intel e NVIDIA.

Via GizChina, MyDrivers

Samsung pode ter a MediaTek como parceira tecnológica

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Zhu Shan-gzu, diretor da MediaTek, fez recentes declarações que podem indicar um possível acordo de sua empresa com a Samsung, afirmando que sua empresa ‘fez progressos aos poucos nessa direção’.

Essa possibilidade parece ser coerente com as últimas decisões da Samsung, que recentemente decidiu não utilizar os processadores da Qualcomm nos seus novos smartphones Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge, e agora poderia aproveitar alguns dos processadores da MediaTek em alguns dos seus modelos. Com candidatos claros.

Seriam os dispositivos com o sistema Tizen, que por enquanto só conta com o Samsung Z1. A família pode aumentar de tamanho nos próximos meses, com novos modelos que consolidariam a aposta da Samsung.

Fato é que os processadores da MediaTek são cada vez mais competitivos. Eles anunciaram durante a Mobile World Congress 2015 produtos como o seu chipset Helio X10 de 64 bits, que está orientado a captar o interesse dos fabricantes de dispositivos top de linha

Vía | GForGames

Positivo Octa X800 é lançado no Brasil: smartphone octa-core por R$ 899

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A Positivo Informática anunciou hoje (24) a chegada do smartphone Positivo Octa X800 ao mercado brasileiro. O modelo se destaca por contar com um processador octa-core de 1.4 GHz, que possui um preço que compete com os principais dispositivos de linha média: a partir de R$ 899.

O modelo estará disponível em duas capacidades de armazenamento, e possui processador MediaTek MT66592 com oito núcleos Cortex-A7 de 1.4 GHz que podem ficar ativos simultaneamente, trabalhando com uma GPU Mali-450. É um pouco mais que o dobro da capacidade de processamento do SoC Qualcomm Snapdragon 400.

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O Positivo Octa X800 ainda possui 1 GB de RAM, bateria de 2.000 mAh e suporte dual SIM, além de câmera traseira de 13 megapixels e câmera frontal de 5 megapixels. Sua tela IPS LCD possui 5 polegadas (1280 x 720 pixels) e proteção Gorilla Glass 3. Sua carcaça possui um revestimento de vidro na carcaça traseira (nas cores preta, branca e dourado), e sua espessura é de apenas 7.9 mm.

O Positivo Octa X800 com 8 GB de armazenamento tem preço sugerido de R$ 899, e a versão com 16 GB custa R$ 949. A expansão de armazenamento para os dois modelos é via cartão microSD de até 32 GB, e o sistema operacional a gerenciar o conjunto é o Android 4.4 KitKat (com promessa da Positivo que o modelo será atualizado para o Android Lollipop ainda no primeiro semestre de 2015).

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Via Tecnoblog

Huawei G628, um smartphone com chip MediaTek

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A Huawei é mais uma fabricante chinesa que decide apostar nos chips MediaTek. Mais: no primeiro hardware dessa empresa com suporte a 64 bits. O escolhido para essa missão é o smartphone Huawei G628.

O Huawei G628 será vendido nos mercados internacionais com o nome Ascend, e carrega um chipset MT6752 – octa-core Cortex A53 -, com uma tela de 5 polegadas (HD), 1 GB de RAM, 8 GB de armazenamento, e câmeras de 8 e 2 megapixels. Números bem normais.

Deve ter disponibilidade imediata, com preço sugerido de 130 euros. O modelo possui suporte para redes LTE, e será gerenciado pelo sistema operacional Android 4.4 KitKat.

Via mtksj

CES 2015 | Omate lança dois novos smartwatches

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A Omate apresenta na CES 2015 dois novos smartwatches, que contam com design circular. Além dos já existentes modelos X e Lutetia, eles anunciam o Roma (o segundo, da direita para a esquerda, na foto acima) e o Racer (com um formato mais esportivo e acabamento reforçado).

Os dois relógios contam com processador MediaTek Aster (MT2502), e contam com tela redonda touch (transflexiva), com função ‘sempre ativa’.

Os relógios oferecem basicamente notificações vindas do smartphone sincronizado com ele, monitor de atividades e personalização de suas faces animadas. Não há informações sobre autonomia de uso, mas pelos recursos oferecidos, dá para imaginar que sua autonomia será similar aos seus antecessores, alcançando uma semana de uso sem recarga.

O Omate Racer tem um preço promocional de US$ 99, válido entre os dias 5 e 15 de janeiro (depois, passa a custar US$ 129. Sua distribuição começa no final de fevereiro. O Omate Roma não chega nas lojas dos EUA e Reino Unido antes de março, e seu preço não foi revelado.

Smartphones de 64 bits chegarão em larga escala após o lançamento do Android L

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Vários meses depois da Apple lançar o primeiro smartphone com suporte aos chips de 64 bits, o Android vai começar a investir nesse segmento. o Android L será a primeira versão do sistema da Google a ser compatível com essa arquitetura, e por conta disso, muitos chips com tal característica serão anunciados, abastecendo de forma maciça o mercado nos próximos meses.

Alguns já aparecem de forma tímida e disponibilidade limitada (como o HTC Desire 510), mas espera-se que esse número aumente assim que o Android L se tornar oficial, abraçando vários segmentos de mercado. A Qualcomm tem certa vantagem sobre os demais fabricantes, já que MediaTek, Samsung e HiSilicon só lançarão os seus produtos no final de 2014 ou começo de 2015.

Com o novo hardware, os fabricantes querem explorar os benefícios do Android L ao máximo. A maioria dos modelos (inicialmente) serão das linhas média e baixa, enquanto que os produtos mais potentes só chegarão com o avançar de 2015, com o Snapdragon 810 da Qualcomm como o principal protagonista.

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As melhorias que os chips de 64 bits devem oferecer podem não ser tão extraordinários como se imagina, mas levando em conta que viveremos um período de transição entre as arquiteturas, não é exagero dizer que o segundo semestre de 2015 deve ser dominado pela arquitetura de 64 bits. O que virá depois disso é uma evolução dessa tecnologia, com resultados mais palpáveis para os usuários.

Via DigiTimes