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Irã bloqueia o uso do WhatsApp. O motivo? Mark Zuckerberg

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Que os regimes totalitários que ainda existem no mundo ou certos governos (alguns eleitos democraticamente) não gostam muito das redes sociais e outras formas alternativas de comunicação entre pessoas não é nenhuma novidade. Vide o que aconteceu recentemente na Turquia e na Rússia. Agora, o motivo pelo qual o governo iraniano bloqueou o WhatsApp é algo, no mínimo, esdrúxulo.

Abdolsamad Khorramabadi, chefe do Comitê de Crimes de Internet no Irã, justificou a decisão do bloqueio do acesso ao WhatsApp porque o aplicativo estão nas mãos de um “americano sionista”. Para esclarecer: “sionismo” é um termo ligado aos judeus, e o americano em questão é, ninguém menos que Mark Zuckerberg, criador do Facebook e dono do WhatsApp a, pelo menos, dois meses.

Um bloqueio sem pé nem cabeça

A decisão do bloqueio do WhatsApp acontece depois do bloqueio do WeChat no país, e depois dos protestos ocorridos no país entre 2009 e 2011. Desde então, muitos foram os ativistas que começaram a utilizar ferramentas como Twitter, Facebook ou blogs para fazer suas ideias chegarem aos seus compatriotas.

Por conta disso, o Irã começou a pensar seriamente na ideia de criar uma “internet própria”, a Hala Net, com o objetivo de fechar completamente o acesso à internet no país, onde os iranianos só poderiam acessar conteúdos aprovados previamente pelo governo local.

O bloqueio do WhatsApp pode ser o primeiro passo, já que também está no ar o possível bloqueio do Twitter e do Facebook. O mais curioso de tudo é que além de decidir bloquear o WhatsApp por estar nas mãos de Zuckerberg quando o Facebook até agora não foi bloqueado, são muitos os altos mandatários do regime dos aiatolás que possuem contas nas duas redes sociais, utilizando as mesmas de forma ativa e frequente, com fins propagandísticos de suas ideias políticas.

Já pensou se a moda pega?

Via Fox News

Bill Gates, sobre a compra do WhatsApp: “que Zuckerberg se dê bem”

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Ao que parece, Bill Gates não ficou muito impressionado com a bilionária compra do WhatsApp por parte do Facebook. É  o que podemos deduzir de suas declarações na rede norte-americana ABC News, onde não poupou palavras na hora de elogiar Mark Zuckerberg.

Com o habitual sorriso no rosto, o fundador da Microsoft se mostrou um tanto quanto cético em relação a tudo o que gira essa volumosa compra, começando pelo preço. Gates deixa transparecer que provavelmente esta foi uma compra muito cara e que, em todo caso, atribui a decisão de compra ao perfil do próprio Zuckerberg, que ele denomina como “agressivo”. Além disso, Gates afirmou que “nem todo mundo teria feito (essa compra)”.

Mas o que realmente chamou a atenção no discurso do fundador da Microsoft é uma frase que podemos interpretar como uma mostra de ceticismo sobre o quão correta foi essa compra: “espero que ele se dê bem”, afirmou Gates, com um sorriso no rosto.

A frase pode ter uma dupla leitura: ou Gates expressou um genuíno desejo de boa sorte para Zuckerberg, como também pode soar como “você não sabe a encrenca que se meteu”.

Para ver a entrevista na íntegra, clique aqui.

Via Huffington Post

Mark Zuckerberg ataca o governo de Barack Obama, e se auto-proclama como “defensor da privacidade”

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Barack Obama encontrou mais um crítico influente em relação aos “pequenos problemas” que suas agências estão criando por conta das políticas que violam o direito à privacidade dos cidadãos norte-americanos. Ninguém menos que Mark Zuckerberg, CEO do Facebook – e também alvo de críticas de alguns, que entendem que o Facebook “sabe mais do que deveria a nosso respeito” -, que compartilhou opiniões pesadas sobre as práticas do governo norte-americano sobre o assunto.

Palavras de Mark Zuckerberg, em sua página no Facebook:

O Governo dos Estados Unidos deveria ser o grande defensor da Internet, e não uma ameaça. Precisa ser muito mais transparente sobre o que está fazendo, ou as pessoas pensarão o pior.

De novo: isso vem do criador de um dos sites que mais tiveram problemas com questões de privacidade nos últimos anos, com diversas mudanças em sua política ao longo dos anos para responder ao grande volume de reclamações dos usuários, ou falhas encontradas nessa política.

E ao que tudo indica, de nada adiantou a promessa feita por Obama de encerrar os programas de espionagem realizados pela NSA, que espionava de forma irrestrita e indiscriminada qualquer cidadão norte-americano, fazendo uso da tecnologia que estava ao nosso redor, inclusive se passando pelo próprio Facebook para espionar qualquer pessoa.

Zuckerberg afirmou que entrou em contato pessoalmente com Barack Obama para transmitir o seu descontentamento, explicando o dando que o comportamento do Governo faz para a internet e o futuro dos Estados Unidos, e pedir que o presidente tome as medidas necessárias o quanto antes possível, ainda que ele já saiba de primeira mão que essas reformas que pedem os gigantes da internet (Google inclusive) levarão mais tempo que o desejado.

Para ler a mensagem publicada por Mark Zuckerberg na íntegra (em inglês), clique aqui.

Google chegou a oferecer US$ 10 bilhões pelo WhatsApp

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A compra do WhatsApp pelo Facebook segue rendendo. De acordo com o site Fortune, a Google chegou a oferecer US$ 10 bilhões para comprar o serviço de mensagens instantâneas.

As fontes do Fortune que passaram a informação não apontam quando essa oferta foi feita, mas indica que o WhatsApp recusou a oferta por um motivo em especial: a Google não ofereceu aos criadores do serviço de mensagens uma cadeira no conselho administrativo, algo que o Facebook fez (Jan Koum, um dos fundadores do WhatsApp, agora é membro do conselho do Facebook).

O valor pago pelo Facebook é quase o dobro – se todas as condições forem cumpridas – do que a oferecida pela Google, o que nos leva a crer que a negociação entre Mark Zuckerberg e Jan Koum é de longa data. Segundo o Business Insider, as conversas começaram no segundo trimestre de 2012.

Em 9 de fevereiro de 2014, Zuckerberg convidou Koum para um jantar em sua casa, e fez a proposta de compra. E Jan disse o “sim” no dia de São Valentim (14 de fevereiro, Dia dos Namorados nos EUA… anham, sei…), interrompendo o jantar que Zuck estava tendo com sua esposa. Dizem até que os CEOs fecharam o acordo enquanto saboreavam uma torta de chocolate.

Mas esse último parágrafo tá mais para um romance do que para fatos constatados do mundo da tecnologia…

Via Fortune, Business Insider

Mark Zuckerberg será um dos protagonistas da MWC 2014

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A Mobile World Congress 2014, que acontece em Barcelona entre os dias 24 e 27 de fevereiro, vai apresentar todos os gigantes do setor de mobilidade, além do homem mais poderoso do segmento das redes sociais: ninguém menos que o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg.

Mark vai realizar “apenas” o keynote inaugural da feira, no dia 24 de fevereiro, às 15h (horário de verão de Brasília). Ele não será o único grande executivo a compartilhar os seus pensamentos, opiniões e experiências no evento, mas fazer o keynote inaugural é algo realmente muito grande.

A presença de Zuckerberg mostra a relevância crítica que os dispositivos móveis possuem no futuro do Facebook (mesmo que a rede social conte com aplicativos móveis que são – com o perdão do uso da palavra – uma porcaria), e será interessante ver o criador dessa grande comunidade de internautas fazer anúncios interessantes.

Ao longo da MWC 2014, outras participações destacadas vão acontecer, entre elas:

– Virginia Rometty, CEO da IBM
– Jan Koum, CEO do WhatsApp
– Lance Howarth, CEO da Raspberry Pi Foundation
– Sirgoo Lee, Co-CEO da Kakao Corp
– Kaoru Kato, CEO da NTT DoCoMo

Estes são apenas alguns exemplos que certamente terão muito o que contar durante a MWC 2014. Nós, do TargetHD, ficaremos atentos a todos os movimentos do evento, e vamos compartilhar aquilo que de melhor acontecer nos anúncios e lançamentos de produtos e serviços.

Via GigaOm

Facebook Home é anunciado oficialmente: uma nova tela inicial para o seu smartphone Android

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Não é um smartphone. Não é um sistema operacional. Acabou a poucos minutos o evento realizado pelo Facebook para mostrar a sua última novidade para conquistar o mercado mobile: uma homescreen (ou launcher, como preferir). A Facebook Home é a nova proposta para navegação na rede social mais popular do mundo, além de oferecer uma tela inicial mais limpa e intuitiva para o seu smartphone Android. E com acesso aos principais recursos do Facebook, obviamente.

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Mais uma vez, Mark Zuckerberg apareceu de forma despojada diante de jornalistas para apresentar mais uma iniciativa do Facebook para explorar um dos terrenos de maior valor para o mundo da tecnologia no momento: o mercado mobile. Com a Facebook Home, não só ele pode oferecer uma experiência de navegação mais intuitiva e agradável para os usuários (algo que, sinceramente, não pode ser tão difícil, diante do fato do aplicativo mobile do Facebook ser algo desastroso), mas também agregar um valor ainda maior para a rede social.

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Zuckerberg pode ser tudo, menos burro. Ele sabe que a maioria dos usuários cadastrados no Facebook hoje acessam a rede por dispositivos móveis (mais de 60%). Muito provavelmente a maioria deles realiza esse acesso através de smartphones com o sistema operacional Android, uma vez que o sistema do Google é o mais popular do planeta. Logo, por que não combinar todos esses fatores e tentar matar vários coelhos com uma só cajadada?

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Afinal de contas, com a Facebook Home ele pode melhorar a experiência de navegação do Facebook, fazer com que os internautas fiquem mais tempo conectados na sua rede (e não na dos outros), agregar outras funcionalidades do Facebook em uma única interface (como o uso do Instagram, por exemplo), e porque não, dificultar a vida da concorrência, que por sua vez, está dificultando a vida do Facebook (nesse caso, o Google+). São muitas soluções em um único lançamento. Na teoria, é claro.

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A Facebook Home se destaca pelo minimalismo dos seus elementos de tela. A prioridade aqui está nas imagens, que sempre serão exibidas em tela cheia, e nos recursos de comunicação com os usuários cadastrados em sua rede. Pequenas caixas de conversação (no estilo WhatsApp, ou até lembrando o BlackBerry Messenger) deixarão o visual bem mais limpo, evitando que o usuário se perca em mutias informações de texto na tela, ou com uma desorganização na atualização do feed de notícias.

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O recurso de chat estará em segundo plano o tempo todo. Por exemplo, se você está publicando uma foto no Instagram, e alguém tentar interagir com você através de uma conversa, um pequeno avatar do contato com a indicação de uma nova mensagem vai aparecer no canto superior da tela. Você pode terminar aquela atividade, para depois responder a mensagem da pessoa.

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Esse recurso pode funcionar com qualquer tipo de tela que estiver aberta em seu smartphone. Você pode também optar por não ser interrompido enquanto estiver lendo uma notícia.

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A proposta da Facebook Home é também tornar mais agradável a exibição de mensagens e descrições feitas pelos usuários. Como a prioridade é a foto, a mensagem será exibida na parte superior da tela, dentro da foto.

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Outra vantagem da Facebook Home é a concentração dos itens para compartilhamento em uma única tela. Se você deseja compartilhar uma foto, no lugar de ter uma lista de opções para compartilhamento, você tem os ícones concentrados, onde você pode escolher qual é o destino desse compartilhamento, para posteriormente redigir a mensagem para todos, ou para um usuário específico (dentro daquela opção escolhida).

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Tal como o botão central do iPhone, na Facebook Home você tem disponível na maior parte do tempo o seu avatar, para que você acesse as suas informações, configurações e opções de interação.

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Tal como acontece em outras launchers disponíveis para o Android, você não é obrigado a utilizar a Facebook Home o tempo todo. Você pode utilizar nos momentos que melhor lhe convir, e depois voltar para a sua launcher tradicional do Android. E se você gostou de todas as mudanças, poderá utilizar apenas a home do Facebook em definitivo, escolhendo a opção “Always”. E, mesmo assim, o Android pode restaurar a launcher nativa do seu smartphone. Basta você acessar a área de configuração do seu dispositivo.

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Nesse estágio inicial, a Facebook Home não estará disponível para todos os dispositivos Android. A ideia é que ele seja liberado para os diferentes dispositivos com o passar do tempo. No ato do seu lançamento, o aplicativo estará disponível para os modelos mais badalados, ou com hardware top de linha, como o Samsung Galaxy S III, o Samsung Galaxy Note, o HTC One X e, futuramente, para o HTC One e o Samsung Galaxy S IV.

A HTC anunciou no evento o lançamento do HTC First, primeiro smartphone a contar com a Facebook Home como launcher nativo e padrão para o telefone, mas falaremos mais sobre ele em um outro post.

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A Facebook Home será lançada na Google Play Store no dia 12 de abril. Para smartphones selecionados (já citados acima). A versão para tablets da interface será lançada em um momento posterior. Vale a pena lembrar que a launcher será compatível apenas com smartphones com o sistema Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) e Android 4.1 (Jelly Bean). Ou seja, usuários do iOS, Windows Phone e adjacentes ficam de fora por enquanto. E, se você usa ainda algum smartphone Android 2.3 (Gingerbread) e gostou muito do que viu hoje, comece a considerar a troca do seu smartphone desde já.

 

Nova timeline do Facebook é anunciada oficialmente

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Apesar do Google ter roubado um pouco a cena, modificando a interface do Google+ de ontem para hoje, todos queriam ver quais são as novidades reservadas para o seu Feed de Notícias. Pois bem, acabou a poucos instantes o evento realizado nos Estados Unidos para apresentar essa nova interface da rede social mais popular do mundo.

Mark Zuckerberg capitaneou o evento que apresentou o novo feed de notícias, que agora tem ênfase nos elementos visuais da página. A partir de agora, fotos e vídeos estão dispostos na tela em um tamanho maior, assim como os conteúdos compartilhados por seus amigos. Com isso, o Facebook pretende indiretamente incentivar o seu usuário a publicar cada vez mais vídeos e fotos na sua timeline, já que são esses os materiais mais compartilhados pelos usuários do serviço.

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Agora, o usuário pode separar os posts de seus contatos por tipos de conteúdo, como se fosse uma organização de conteúdo feita no computador. Ou seja, é possível uma organização por textos e links, fotos, música, vídeos e games. O objetivo aqui é que cada internauta deixe a sua timeline com a sua cara, mais organizada e limpa, ou mais intuitiva, de acordo com suas preferências de exibição.

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Outra mudança importante é que esse novo Feed de Notícias estará disponível para os usuários dos desktops, smartphones e tablets. A ideia é tornar a experiência do usuário a mais universal possível, permitindo o mesmo formato de navegação em diferentes dispositivos. O Facebook não esconde que eles querem que os usuários “passe mais tempo usando a rede social”, e unificar essa experiência nas múltiplas plataformas é parte primordial desse processo.

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Mark Zuckerberg afirmou durante o evento que a empresa quer oferecer “o melhor jornal personalizado do mundo, com fontes de informação de alta qualidade, novidades dos seus amigos e familiares e divisão de conteúdos entre tópicos, permitindo assim que o usuário fique focado naquilo que realmente importa. Na prática, vídeos e fotos contaram com mais espaço para visualização, há mais sobreposição de textos sobre as imagens, permitindo assim um uso mais inteligente da tela, as páginas curtidas contam agora com um espaço próprio no Feed de Notícias, com as notícias mais populares no momento aparecendo em destaque, e o Pinterest também passa a ganhar um destaque especial, com fotos maiores e mais espaçadas entre si.

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Não foram informadas as datas que os usuários terão acesso ao novo Feed de Notícias, mas como aconteceu em todas as atualizações do Facebook, ela deve ser ofertada aos seus usuários de forma gradativa, nas diferentes regiões do planeta.

 

Número de usuários ativos do Instagram cai pela metade, diz a AppStats

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Uma notícia não muito agradável para Mark Zuckerberg, ainda mais na véspera do anúncio das novidades do Facebook, em coletiva marcada para amanhã (15), nos Estados Unidos. Segundo a última pesquisa publicada pela AppStats, o número de usuários ativos do Instagram caiu pela metade, ao mesmo tempo que a rede social de Zuckerberg registrou uma perda média de 600 mil usuários no último mês no Reino Unido. Pode não ser muito, se comparado ao número de usuários que usam o Facebook todos os dias, mas as duas notícias entram como uma grande “pulga atrás da orelha” para investidores e executivos da empresa.

Os números da última análise da AppStats, registrados em dezembro de 2012, informavam que o Instagram contava com 40 milhões de usuários ativos. Na recente análise publicada, a rede de compartilhamento de fotos registra um número de aproximadamente 17 milhões de usuários ativos. E aqui, e inegável fazer a associação dessa queda de audiência com a publicação da nova política de privacidade e uso das imagens dos usuários para efeitos de publicidade.

A queda da audiência também pode estar associada ao fato do Twitter remover a integração de imagens do Instagram em seu feed, além do próprio microblog lançar o seu recurso de integração de fotos. Vale lembrar que a audiência do Twitter é muito maior que a do Instagram em esfera global, e o fato do serviço oferecer um serviço semelhante ao do Instagram (incluindo um pequeno grupo de filtros de imagens) pode ter ajudado a desequilibrar ainda mais essa balança.

Outro motivo de dor de cabeça para Mark Zuckerberg é uma publicação do The Guardian Post, que informa dados da Socialbakers Analytics, que conclui que o Facebook perdeu aproximadamente 600 mil usuários no Reino Unido. Esse número representa parte dos 1.86% da queda geral da audiência do Facebook, e os números foram registrados durante o mês de dezembro de 2012. No país, o Facebook tem mais de 33 milhões de usuários únicos, segundo o mesmo estudo, porém, a rede de Zuckerberg já se pronunciou sobre o assunto, não concordando com os métodos aplicados pela Socialbakers Analytics para alcançar os resultados.

Facebook alcança a marca de 1 bilhão de usuários ativos

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Uma boa notícia para Mark Zuckerberg e para os investidores do Facebook. A rede social mais popular do mundo alcança a expressiva marca de 1 bilhão de usuários ativos. A marca não só é emblemática, mas podemos dizer que, além de ser a rede dominante, o Facebook conta agora com, pelo menos, 1/7 de toda a população do planeta como membros ativos da rede (se levarmos em conta que a Terra tem quase 7 bilhões de habitantes).

Não é pouca coisa. É quase uma China inteira usando o Facebook todos os meses, o que mostra que, mesmo que os investidores não tenham se empolgado com o plano de Zuckerberg para crescimento a longo prazo de seu negócio, ele ainda é um dos setores mais promissores da internet a se investir. É uma massa de público muito grande para simplesmente ignorar qualquer tipo de ação comercial ou de propaganda. Qualquer empresa do mundo quer, pelo menos, 10% desse público vendo a sua marca, e desses, quem sabe, 5% consumindo os seus produtos.

Outro dado importante que foi revelado nessa última análise dos números do Facebook. Desses 1 bilhão, mais de 600 milhões são usuários da rede via dispositivos móveis, o que reforça a teoria que a rede de Zuckerberg teve essa popularidade toda graças aos smartphones e tablets, e isso tende a aumentar. Não só por causa do iOS 6, nova versão do sistema operacional móvel da Apple, que conta com uma integração maior com o Facebook em seus recursos mais básicos. Mas principalmente, pelas melhorias feitas no aplicativo oficial da rede social para o iOS e Android.

O software está consideravelmente mais rápido e ágil, o que mostra que o próprio Facebook entende que melhorar essa experiência é fundamental para ampliar ainda mais o seu domínio no mercado.

Outros números que ilustram a nova marca do Facebook: até agora, foram 1.13 trilhão de “likes”, 140.3 bilhões de conexões entre as pessoas, incluindo check-ins e posts com localizações taggeadas, 219 bilhões de fotos enviadas (se contarmos as imagens que foram deletadas, o número sobe para 265 bilhões de uploads de imagens), 17 bilhões de posts com localizações, 62.6 milhões de músicas executadas, com um total de 22 bilhões de execuções totais. E tudo isso, em uma rede social que só tem sete anos de vida (nasceu em 2005).

Ah, e uma última informação: Mark Zuckerberg já confessou que usa o mesmo tipo de roupa todos os dias. Ok, isso não é lá muito importante, mas vale como ponto de observação.

Via SlashGear, BGR.com

Mark Zuckerberg nega os rumores sobre o Facebook Phone, mais uma vez

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O que você está vendo acima não passa de uma mentira. E não sou eu que estou falando, é o próprio Mark Zuckerberg, CEO do Facebook.

Muito se fala sobre o Facebook Phone. Que ele seria diferente do HTC ChaCha, que contava com um botão dedicado ao acesso rápido à rede social mais popular do planeta (e, por causa disso, foi chamado erroneamente de “Facebook Phone”), e essa iniciativa levantou as suspeitas que o Facebook lançaria o seu primeiro smartphone, totalmente pensado nas funcionalidades e recursos da sua rede social. Porém, se você também achou essa ideia no mínimo ridícula, saiba que você não está sozinho, e que o próprio Mark Zuckerberg concorda com você.

Durante a sua participação no evento TechCrunch Disrupt, Mark afirmou mais uma vez que um Facebook Phone “simplesmente não faz nenhum sentido”, e que eles não estão planejando o lançamento de um telefone dedicado aos seus serviços. Além disso, Zuckerberg admitiu também que criar um aplicativo da rede social para o iOS baseado no HTML5 “foi um grande erro”. De fato, o novo aplicativo do Facebook para iPhone e iPad está mais funcional, com uma performance melhor do que aquilo que era adotado antes. Ainda não está tão fluída quanto a versão para o Android, mas já apresenta melhoras perceptíveis.

Então, se por algum motivo você achava a ideia de um Facebook Phone algo incrível e totalmente viável, eu digo para você que “não foi dessa vez”. Pelo menos, por enquanto, o mais próximo de um telefone do Facebook que você vai ter será esse render que coloquei como cabeçalho desse post. E ainda assim, será uma mentira.

Via TechCrunch

Facebook: 32% de ingressos, US$ 1.180 bilhão desde sua entrada na bolsa de valores

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Depois de todo o carnaval feito quando realizou a venda do seu primeiro lote de suas ações, chegou a hora da verdade para o Facebook. E tal como exige a lei norte-americana, a empresa anunciou os seus resultados financeiros do segundo trimestre do ano fiscal (e primeiro trimestre na bolsa de valores), com números que não chegam a decepcionar.

O Facebook anunciou que arrecadou US$ 1.180 bilhão, que representam um crescimento de 32%, se comparados com os números do mesmo período do ano passado, e até um pouco melhor do que o esperado pelos analistas. O problema é que eles também informaram um prejuízo de US$ 157 milhões, comparados ao lucro de US$ 240 milhões do ano passado (baseados nas regras de contabilidade GAAP).

Algo curioso: os números mudam radicalmente, se a análise não seguir os padrões GAAP. Acredite se quiser, refeitos os cálculos, o Facebook teve um lucro de US$ 295 milhões, comparados com os US$ 285 milhões do ano passado. Indicam ainda que 84% do dinheiro gerado vem da publicidade, com um total de US$ 992 milhões durante o último trimestre, ou um aumento de 28% em relação ao ano anterior.

O Facebook ainda informou que eles contam com aproximadamente 995 milhões de usuários ativos por mês do tipo MAU (Monthly Active Users), que são aproximadamente 29% maior do que os números registrados no ano passado. Entre esses usuários, 543 milhões são usuários de dispositivos móveis, que representam um aumento de 67%. O número de usuários ativos diários é de US$ 552 milhões, ou 32% maior que o ano passado.

Não são resultados ruins. Porém, alguns investidores não pensam da mesma forma, porque as ações do Facebook caíram 10% depois do anúncio de hoje.

Via investor.fb.com

Facebook compra o Instagram por US$ 1 bilhão

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Está mais que confirmado pelo próprio blog do serviço de compartilhamento de fotos. O Facebook, maior rede social do mundo, acaba de anunciar a aquisição do Instagram, em uma negociação com valor estimado de US$ 1 bilhão de dólares em dinheiro e ações. A compra representa uma expansão considerável no poder de fogo do Facebook no segmento de compartilhamento de fotos online.

Apesar da compra, o Instagram segue operando de forma independente do Facebook, mas os serviços de fotos das duas redes sociais devem compartilhar tecnologias e recursos, além de crescer em conjunto com o passar dos meses. O anúncio da aquisição também foi confirmado pelo CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, em um post no seu perfil oficial da rede social.

Quem assina o comunicado do Instagram é Kevin Systrom, CEO da empresa. Conforme as informações forem chegando, atualizaremos esse post.

Via TechCrunch, Instagram e Facebook

Mark Zuckerberg conhece a versão dele mesmo no cinema (Jesse Eisenberg) no Saturday Night Live

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Bom, é quase certo que você já viu (ou vai ver) o filme The Social Network (A Rede Social). O filme é aclamado pela crítica, já venceu o Globo de Ouro, está indicado ao Oscar desse ano… mas é um filme que arranha a imagem de bom moço que Mark Zuckemberg tem. Em virtude disso, muitos poderiam pensar que ele pudesse odiar qualquer coisa ligada à produção, mas no último sábado (29/01), vimos que Zuckemberg sabe muito bem que a melhor coisa que se pode fazer é rir da piada, e mostrar bom humor. E fez isso no Saturday Night Live, da NBC, dividindo o palco com o apresentador da noite, que era, ninguém mais, ninguém menos, que Jesse Eisenberg, que faz o papel do fundador do Facebook no filme. Veja o vídeo abaixo, mas corra, antes que a NBC tire o vídeo do ar.