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Mark Zuckerberg mostra como será o futurista data center do Facebook no Ártico

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Uma forma eficiente de controlar a elevada temperatura de um data center é colocá-lo em um local com baixas temperaturas. No caso do Facebook, na cidade de Luleå, a 110 quilômetros do Círculo Polar Ártico.

Mark Zuckerberg mostrou em detalhes as futuras instalações do primeiro data center do Facebook fora dos Estados Unidos. O local tem um ar de ficção científica pela quantidade e tamanho dos elementos, mas esconde interessantes informações técnicas.

 

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O que mais chama a atenção nas imagens são os grandes ventiladores utilizados para recolher o ar frio do ambiente externo e refrigerar os milhares de equipamentos e servidores no seu interior.

Quando a temperatura alcança os -30 graus, são os próprios servidores que compensam o calor das salas, sem risco de superaquecimentos.

150 pessoas trabalham nesse data center, mas os corredores estão normalmente vazios por causa de um sistema de funcionamento muito simplificado, com alta velocidade de reparação. Basta um técnico para cada 25 mil servidores, e em poucos minutos os problemas que precisavam de uma hora de trabalho são resolvidos.

Seis campos de futebol com dados

 

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São instalações que ocupam o espaço equivalente a seis campos de futebol. A área principal é tão grande que os engenheiros se movem com scooters. Uma máquina imensa e perfeitamente orquestrada, que nas fotos se mostra limpa e imponente, onde todos os elementos são modelos de referência para o mais moderno entre os data centers disponíveis hoje.

Esse último centro de dados do Facebook foi criado para respeitar o meio ambiente e se energeticamente muito eficiente. A empresa está desenvolvendo esse tipo de infraestrutura desde 2011, seguindo a iniciativa Open Compute Project (OCP), do qual também fazem parte Google, IBM ou Microsoft.

Estas instalações são 10% mais eficientes que outros data centers mantidos pelo Facebook, precisando de 40% menos energia para funcionar. A maior parte da energia necessária vem de centrais hidroelétricas.

 

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Mark Zuckerberg vai investir US$ 3 bilhões para “curar todas as enfermidades”

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As aspirações de Mark Zuckerberg não conhecem limites. E seu bolso, pelo visto, também não.

Em 2015, o CEO do Facebook anunciou que vai doar 99% de suas ações na rede social (avaliada por enquanto em US$ 45 bilhões) para fundar com a sua esposa a Chan Zuckerberg Initiative, organização que visa “avançar o potencial humano e promover a igualdade para todas as crianças da próxima geração”.

Pois bem, em um evento celebrado em San Franciso, Mark deu um passo além, anunciando sua próxima grande meta dentro da fundação: curar, prevenir e controlar todas as enfermidades para o final do século, investindo para isso US$ 3 bilhões nos próximos dez anos.

 

Um plano a longo prazo. É o que diz Mark Zuckerberg

O projeto não tem como ser mais ambicioso. Porém, Mark Zuckerberg e Priscilla Chan acreditam que isso é possível, sempre que os objetivos essenciais sejam alcançados.

Cientistas, médicos, engenheiros e universitários conscientes já estão recrutados para perseguir essa meta. Cori Bargmann vai liderar o projeto como presidente de ciência dentro da fundação. Zuck afirma são gastos 50 vezes mais em tratar das pessoas doentes do que investir na pesquisa para que elas não fiquem doentes.

 

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Dentro desse plano, o primeiro projeto será o Biohub, que se encarregará de reunir em um mesmo grupo pesquisadores, engenheiros, biólogos, informáticos e químicos (entre outros) de diferentes universidades para desenvolver ferramentas que ajudam no tratamento de enfermidades.

Dentro do Biohub vai se desenvolver o Cell Atlas, que estuda a interação de células no corpo humano e o Infectious Disease Project, encarregado de melhorar o processo de detecção, resposta, treinamento e prevenção de enfermidades como Ebola, AIDS ou Zika. Todas as descobertas serão de caráter público.

Zuckerberg pede paciência, pois entende ser uma tarefa dura: “Isso se trata do futuro que queremos para nossos filhos. Se há uma possibilidade de curar todas as enfermidades, temos que tentar. Temos a oportunidade de deixar o mundo um lugar melhor do que quando o encontramos”, afirma o executivo.

Mark Zuckerberg é um que tampa a webcam de seu notebook com fita adesiva

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Para comemorar que o Instagram alcançou a marca de 500 milhões de usuários, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, publicou a imagem acima para agradecer de forma original a todos aqueles que tornaram isso possível. Porém, a imagem acabou revelando algo muito interessante.

Quando vemos a mesma imagem ampliada, podemos identificar sobre a mesa de trabalho de Mark Zuckerberg um MacBook Pro. Até aí, tudo bem. O detalhe que chama a atenção é para o fato da webcam e o conector para fones de ouvido estarem tampados com fita adesiva.

 

Grade preocupação com a privacidade

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Não só esse detalhe que ressalta muito sobre a preocupação com a privacidade que Mark Zuckerberg deixa evidente. Também chama a atenção para o detalhe da tela do notebook exibir que o CEO do Facebook utiliza como cliente de e-mail o Thunderbird da Mozilla, um software claramente destacado na segurança mais reforçada com os dados pessoais.

Levando em conta que o Facebook compila uma grande quantidade de informação de seus usuários, a notícia beira a ironia. Mas é importante lembrar que Zuckerberg não é a primeira personalidade importante do mundo da tecnologia que apela para esses métodos “pouco sofisticados” (mas plenamente funcionais), já que o próprio diretor do FBI reconheceu que tampou a webcam do seu notebook com fita adesiva ao ver que “alguém mais preparado” fez a mesma coisa.

Mas… este é realmente o notebook de uso pessoal de Mark Zuckerberg, ou é sua mesa de trabalho?

A resposta é SIM, já que coincide com o que já vimos em apresentações e eventos anteriores.

E você? Utiliza fita adesiva na webcam do seu notebook

Via The Verge

Hackearam as contas de Mark Zucerkberg do Twitter e Pinterest

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As contas de Mark Zuckerberg do Twitter e Pinterest foram hackeadas pelo grupo OurMine Team, supostamente utilizando senhas vazadas do LinkedIn.

O grupo garante que também conseguiu hackear a conta do Instagram do criador do Facebook, mas isso não foi possível ser verificado. Mas sabemos que as contas dos dois citados serviços online foram violadas com sucesso. E menos mal que eles não conseguiram se apoderar da conta de Zuck no Facebook, pois seria o maior mico ver o co-fundador e CEO da maior rede social do planeta ter a sua conta hackeada.

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Não se imagina que o OurMine Team chegou a utilizar técnicas de hacking avançadas. Aqui, basicamente eles testaram as senhas publicadas no hacker ao LinkedIn, ocorrido a algumas semanas.

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Ou seja, Mark Zuckerberg cometia o mesmo erro de muitos usuários comuns ao redor do planeta: utilizar a mesma senha em todas as redes sociais e serviços online. Algo impensável para um homem do seu nível, mas que se repete em todos os estudos sobre má gestão de senhas.

As contas de Mark Zuckerberg que foram comprometidas foram canceladas, o que não deixa de ser vergonhoso para um executivo responsável por garantir a segurança de um serviço de internet que atende a mais de um bilhão de pessoas. E isso, só no Facebook. Não estamos falando da segurança no WhatsApp e no Instagram, dois populares serviços que estão no seu controle.

Todos somos humanos, mas… cuidado com as suas senhas, menino Zuck!

Via Venture Beat, @_OurMine_

Mark Zuckerberg quer o J.A.R.V.I.S. na sua casa em 2016

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Mark Zuckerberg estabeleceu como objetivo para 2016 criar um sistema de assistência pessoal com características similares ao do J.A.R.V.I.S., sistema que Tony Stark utiliza como assistente pessoal inteligente.

O fundador do Facebook comentou que aos poucos quer desenvolver esse projeto, começando por coisas que hoje já funcionam, como o controle das luzes, termostato programável e música via streaming. Mas o objetivo final é transformar esse assistente pessoal em um tecnologia baseada em inteligência artificial, permitindo o suporte a comandos de voz, reconhecimento de visitantes na porta e até supervisão da casa com recém nascidos.

Por enquanto, essa é uma iniciativa pessoal de Zuckerberg, mas que também pode ajudar no seu trabalho, com a visualização de dados através da realidade virtual. A ideia é poder melhorar a qualidade dos serviços e dirigir as organizações de forma mais efetiva.

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Ainda que esse assistente pessoal seja o mais destacado, Zuckerberg também revelou os seus demais objetivos para 2016: ler dois livros por mês, aprender mandarim e conhecer uma nova pessoa por dia.

Via Facebook.com/zuck

Mark Zuckerberg vai doar 99% de suas ações do Facebook

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Mark Zuckerberg encontrou uma forma muito particular e surpreendente de comemorar a chegada do seu primeiro filho. Em um post no Facebook (não poderia ser de outra forma), ele anunciou a chegada de sua filha Maxima, e que ele e sua esposa vão doar 99% de suas ações da rede social (avaliadas em US$ 45 bilhões) para fundar a Chan Zuckerberg Initiative.

A organização tem como objetivo “avançar o potencial humano e promover a igualdade para todas as crianças das futuras gerações”. O casal se uniu à Giving Pledge em 2010, prometendo utilizar a maioria de sua riqueza em obras filantrópicas, e com esse anúncio temos os detalhes sobre como eles pretendem fazer isso.

Mark Zuckerberg e Priscilla Chan doarão suas ações de forma gradual, não ofertando mais de US$ 1 bilhão em ações por ano durante os próximos três anos. Apesar desse movimento, Mark seguirá com sua posição de controle nas votações da empresa, ao menos nos primeiros anos. O CEO do Facebook informa no post que sente a responsabilidade de deixar como legado um mundo melhor, e que a iniciativa concentrará seus esforços “na aprendizagem personalizada, curar enfermidades, conectar pessoas e ajudar a construir comunidades fortes”.

 

Via FacebookFacebook

 

Gates, Zuckerberg e Bezos unem forças para investir em energia limpa

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Bill Gates apresentou hoje (30) na United Nations Climate Change em Paris (França) as suas propostas para uma nova proposta de energia limpa.

A primeira delas é a Breakthrough Energy Coaliton, um acordo respaldados por alguns dos gigantes do mundo da tecnologia, como Mark Zuckerberg (Facebook), Jeff Bezos (Amazon), Jack Ma (Alibaba) e Richard Branson (Virgin Group), entre outros. A ideia é que esse grupo composto por 30 executivos desenvolva tecnologias capazes de aumentar a produção de energia verde no mundo, especialmente nas regiões mais pobres do planeta, não incindindo assim no aquecimento global.

Para Gates, não basta a colaboração dos governos, mas sim de empresas e do setor privado, que devem contribuir no desenvolvimento de ideias que persigam essa meta, e que antes já obtiveram um primeiro investimento para dar forma a essas soluções.

O grupo planeja também financiar uma ampla linha de setores tecnológicos que buscam o armazenamento, ageração e a eficiência energética, assim como centrar os investimentos nos países que fazem parte do programa Mission Innovation, que é outro projeto apresentado por Gates na França. 20 países estão nessa iniciativa, e buscam o compromisso de dobrar os investimentos na pesquisa e desenvolvimento de energias limpas até o ano de 2020.

Combinando os dois projetos, o objetivo final é obter um futuro muito mais sustentável, onde teremos energias limpas mais eficientes, ajudando a manter o nosso planeta com a ajuda não apenas dos diferentes países participantes, mas também com o respaldo das gigantes de tecnologia.

 

Via Gates NotesMission Innovation, Breakthrough Energy Coalition

 

Facebook replaneja sua Safety Check depois dos atentados de Paris

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O Facebook conta com um recurso muito particular e útil, o Safety Check. A função foi concebida para ajudar em casos de “desastres naturais”, permitindo que os usuários da rede social avisem rapidamente os seus contatos de que eles estão bem em casos de incidentes desse porte. Porém, os últimos atos terroristas ocorridos no último final de semana em Paris (combinados com os eventos de Beirute) fizeram com que o Facebook replanejasse sua utilidade, expandindo os alertas para os casos de “desastres humanos”.

O próprio Mark Zuckerberg indicou a mudança em sua conta, confirmando que ativou o recurso diante das barbáries recentes. Afirmou que não será algo isolado e pontual, tornando assim o Facebook algo mais útil para as pessoas.

Resta saber se o Facebook será capaz de atender a todos os tipos de tragédias que acontecem a redor do planeta (essa não será uma tarefa fácil) para não se colocar de novo como alvo de crítica das pessoas. Por exemplo, não era permitido usar uma bandeira do Líbano como foto de perfil, tal como aconteceu recentemente com a bandeira da França.

A missão do Facebook é ambiciosa e complexa. Mas ao menos a intenção dessa vez é boa.

Via FacebookFacebook (Safety Check)

 

Facebook tenta levar internet aos refugiados

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Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, prometeu que sua empresa ajudará a levar a conexão de internet para os campos de refugiados. Em uma conversa nas Nações Unidas, ele comentou que sua empresa trabalha com entidades não-governamentais para oferecer a conectividade para quem não tem acesso à ela.

Zuckerberg lembra que “nem tudo é altruísmo, já que todos nos beneficiamos quando estamos mais conectados”. Ele não especifica os detalhes sobre como, quando ou onde o Facebook pode começar com essa oferta, mas sabemos que a iniciativa Internet.org está trabalhando nisso nos últimos anos.

Na Assembléia Geral das Nações Unidas, o Facebook mostrou parte dos seus planos de acesso à rede via drones que distribuem o sinal via WiFi. Zuckerberg qualifica o acesso à internet como algo “essencial” para o desenvolvimento do mundo, mas não esquece as críticas que a Internet.org recebeu no quesito neutralidade de rede, algo que forçou uma mudança de perspectiva dessa iniciativa.

Também vale a pena lembrar que o acesso à internet é considerado oficialmente como um direito do ser humano, ou seja, a iniciativa do Facebook nada mais é do que cumprir o que é promovido pela própria ONU.

Via The Verge

Botão ‘não curtir’ no Facebook vem aí

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O Wall Street Journal informa que Mark Zucekerberg revelou em uma conversa com jornalistas na tarde de hoje (15) que o Facebook trabalha no novo botão ‘não curtir’.

A algum tempo as pessoas perguntam sobre a possibilidade de inclusão desse botão, mas o próprio Facebook quis evitar que a função se tornasse uma via para os trolls as pessoas criticarem os posts sem qualquer tipo de critério. Logo, Zuckerberg explica que o botão só vai servir para as pessoas mostrarem simpatia e solidariedade para acontecimentos tristes e perturbadores, sendo mais adequado para aquelas pessoas que se sentem constrangidas em curtir uma postagem sobre um evento triste de algum amigo ou familiar.

Zuckerberg afirma que a criação da nova função ‘não curtir’ não é uma tarefa simples, diferente do que parece, já que a ideia é fazer com que o mesmo não esteja disponível em todos os posts, justamente para evitar o efeito de depreciação que eles não querem (ou no bom português, para não alimentar os trolls).

O novo recurso está em testes pela equipe de desenvolvimento do Facebook, e deve chegar em breve para os usuários, mas datas não foram reveladas ou estimadas.

 

Via Wall Street Journal

1 bilhão de pessoas acessaram o Facebook em 24 de agosto

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Pela primeira vez na sua história, 1 bilhão de pessoas utilizaram o Facebook em um único dia. Isso aconteceu na última segunda-feira, 24 de agosto, o que é uma marca impressionante para a rede social: um sétimo da população da Terra utilizou o serviço em um único dia. Não é pouca coisa.

Quem anunciou o feito foi o próprio Mark Zuckerberg, através de uma postagem em sua conta, demonstrando que seu invento está se transformando em algo muito maior e mais importante do que um simples modismo passageiro:

“Estou muito orgulhos de nossa comunidade pelo progresso realizado. Nossa comunidade segue oferecendo para cada pessoa uma voz para promover o entendimento, e para incluir a todo o mundo nas oportunidades do nosso mundo moderno.

Um mundo mais aberto e conectado é um mundo melhor, que traz relações mais fortes com essas pessoas, uma economia mais forte, com mais oportunidades, e uma sociedade mais forte, que reflete todos os nossos valores”.

Em 2012, o Facebook superou a marca de 1 bilhão de usuários, mas esses números incluíam usuários que acessavam o serviço apenas uma vez a cada duas semanas. Hoje, o Facebook conta com mais de 1.3 bilhão de usuários.

Via The Next Web

A internet que o Facebook propõe é através do laser

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Desde o anúncio da iniciativa filantrópica Internet.org em 2013, a ideia foi considerada grandiosa, mas sempre levantou mais dúvidas do que respostas, onde as críticas não demoraram a aparecer. A ideia de Mark Zuckerberg em levar a internet em zonas remotas do planeta é considerada por muitos descabida.

Ao longo dos anos, Zuckerberg foi mostrando o seu plano, e a tecnologia que ele imagina usar para que seus objetivos se tornem realidade, indo de drones até parcerias com operadoras e fabricantes. Mas o projeto em destaque nesse post mostra uma iniciativa muito interessante, já que propõe a oferta de internet via laser.

Zuckerberg realizou uma seção de perguntas e respostas no Facebook, onde ele apresentou parte dos projetos que a rede social estava trabalhando hoje: inteligência artificial, realidade virtual e Internet.org. Esta última ocupou grande parte dos questionamentos, e Mark adiantou que o seu laboratório de conectividade estava trabalhando em uma nova forma de transmissão de dados, com a ajuda do laser em satélites e aviões não tripulados. A iniciativa chamou tamanha atenção, que ele decidiu revelar mais detalhes em uma publicação no Facebook.

Com o uso desses lasers (em imagens demonstrativas, já que os mesmos não serão visíveis), é possível cobrir mais zonas para uma conexão de internet simples e gratuita via Internet.org. Esse tipo de conexão seria muito mais veloz, podendo cobrir uma zona maior.

Obviamente, essa é apenas uma etapa muito precoce desse desenvolvimento, mas  intensão é que em alguns anos essas conexões de alta velocidade possam oferecer um serviço de dados para mais de um bilhão de pessoas no planeta.

 

Via Mark Zuckerberg (Facebook)

Mesmo tão popular, o WhatsApp registra prejuízos

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O Facebook publicou os resultados financeiros do seu último trimestre, e incluiu pela primeira vez os dados relativos ao WhatsApp. E o que o relatório conclui é que o serviço de mensagens instantâneas mais popular do planeta perde dinheiro.

Nos seis primeiros meses de 2014, o WhatsApp arrecadou US$ 15.9 milh]oes, com perdas totais declaradas de US$ 232.5 milhões. Desse valor, US$ 206.5 milhões não seriam de fato perdas operacionais, mas sim uma compensação de emissão de ações. É uma prática comum no setor realizar parte dos pagamentos aos seus funcionários em forma de ações da empresa. Se falarmos em gastos reais, o prejuízo é de apenas US$ 13.5 milhões.

Algo similar aconteceu em 2013, onde o WhatsApp registrou ingressos de US$ 10.2 milhões, com os seus gastos alcançando a marca de US$ 149 milhões, dos quais US$ 98.8 milhões vieram de emissão de ações. Os gastos operacionais do WhatsApp durante o ano passado foram de US$ 9.9 milhões.

Não podemos dizer que temos aqui uma surpresa, uma vez que a única via de monetização do WhatsApp é o dinheiro que a empresa cobra na assinatura do serviço. O seu uso no primeiro ano é gratuito, mas depois desse período, existe a cobrança de US$ 0,99/ano. Mas essa não é uma regra, pois os antigos usuários que pagaram pelo download do aplicativo ficarão com ele gratuito pelo resto da vida.

A pergunta agora é: como o Facebook vai conseguir ganhar dinheiro com o WhatsApp? Por enquanto, a prioridade é alcançar a marca de 1 bilhão de usuários. Uma vez alcançando essa marca, Mark Zuckerberg já sabe como lucrar com o aplicativo: “vamos monetizar de forma agressiva nos próximos dois anos, pois realmente acredito que a melhor estratégia é centrar os esforços para alcançar o primeiro bilhão de usuários, alcançando assim o seu potencial máximo antes de se transformar em um negócio lucrativo”.

Via TechCrunch

Vídeo | Veja como Zuckerberg, Cook e Gates sucumbiram ao balde de água gelada

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O desafio da ALS Foundation, que visava arrecadas fundos para uma criança doente, evoluiu com o passar do tempo, se tornando um fenômeno viral na internet sem precedentes. Funciona assim: você é desafiado a gravar um vídeo jogando um balde de água com cubos de gelo na sua cabeça, e se não fizer isso em 24 horas, precisa fazer uma doação para a causa. Depois, pode desafiar alguém para fazer o mesmo.

Aliás, você pode fazer a doação mesmo que esteja molhado. O que importa aqui é chamar a atenção para a causa, para angariar mais fundos.

Essa campanha chegou ao mundo da tecnologia, e grandes CEOs do setor, como Mark Zuckerberg (Facebook), Tim Cook (Apple) e Bill Gates (Microsoft) entraram na brincadeira. Zuckerberg desafiou Bill Gates ao Ice Bucket Challenge, que não teve problemas em realizar o feito – quem conhece o histórico de Gates sabe que ele adora fazer esse tipo de coisa. Tim Cook também foi desafiado, e também cumpriu a missão.

Os três CEOs não realizaram o desafio apenas para fazer graça, mas sim para fazer com que as pessoas se interessem em conhecer o Mal de Lou Gehrig (ou esclerose lateral amiotrófica), e os esforços para pesquisas sobre a cura dessa doença. Logo, além da diversão, tem uma boa causa por trás da brincadeira. Um viral que vale a pena, no final das contas.

 

 

O smartphone é o motor econômico de crescimento do Facebook

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O Facebook apresentou excelentes resultados financeiros relacionados ao segundo trimestre de 2014 (acima do esperado, na verdade). Também é possível observar informações muito interessantes sobre o uso da rede social, reforçando a ideia que o mundo mobile é o que realmente importa para eles.

Hoje, 399 milhões de usuários mensais acessam o Facebook exclusivamente a partir e dispositivos móveis. Eles são os MAUs (mobile-only monthy active users), que em 2013, eram 219 milhões no mesmo período do ano. Os MAUs já representam 30% da base de usuários do Facebook (total de 1.320 bilhão).

Logo, temos um tipo de usuário que acessa apenas dos dispositivos móveis. Mas também temos os convictos pelo acesso aos desktops (1.070 bilhão), que também cresceram (30% a mais que em 2013).

 

Facebook e seus anúncios na tela do smartphone

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O crescimento de usuários do Facebook acontece fora dos EUA, Canadá ou Europa. Na Ásia e em mercados emergentes, onde é mais fácil ter um smartphone na mão do que um notebook no colo, esse crescimento é mais acentuado. Então, o Facebook decidiu apostar no mundo mobile, se transformando em uma empresa dedicada ao segmento, e os frutos começam a chegar.

Aplicativos específicos para diferentes plataformas, investimentos na melhora do acesso… essas iniciativas são pensadas no objetivo maior: os anúncios na pequena tela. O Facebook tem 62% dos seus ganhos financeiros através de anúncios para dispositivos móveis (US$ 2.9 bilhões). É um valor 61% maior do que a obtida no mesmo trimestre de 2013.

Quando falamos dos lucros, eles dobram em relação ao mesmo período (US$ 791 milhões). São resultados realmente espetaculares.

 

40 minutos por dia

Mark Zucerberg avisa que o tempo dos usuários no Facebook é cada vez maior, com uma média de 40 minutos por dia entre os norte-americanos. No ano passado, esse tempo era de apenas 17 minutos. Vale lembrar que um usuário pode passar até 9 horas por dia se entretendo com mídias digitais (computadores, smartphones, televisores, etc). Ou seja, 40 minutos não parecem tanto tempo assim.

 

Próximo passo: ganhar dinheiro com o Messenger

O Facebook quer ganhar dinheiro com o aplicativo do Messenger, que teve mais de 200 milhões de downloads no primeiro trimestre de 2014. São 12 bilhões de mensagens enviadas por mês pela plataforma.

Não fica claro como eles podem ganhar dinheiro com o Messenger. Talvez com algum mecanismo pago de intercâmbio entre os usuários, ou a adição de publicidade, ou a venda de conteúdos relacionados ao aplicativo. Seja como for, tudo indica que esse objetivo será implementado a longo prazo.

Via Facebook

Irã bloqueia o uso do WhatsApp. O motivo? Mark Zuckerberg

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Que os regimes totalitários que ainda existem no mundo ou certos governos (alguns eleitos democraticamente) não gostam muito das redes sociais e outras formas alternativas de comunicação entre pessoas não é nenhuma novidade. Vide o que aconteceu recentemente na Turquia e na Rússia. Agora, o motivo pelo qual o governo iraniano bloqueou o WhatsApp é algo, no mínimo, esdrúxulo.

Abdolsamad Khorramabadi, chefe do Comitê de Crimes de Internet no Irã, justificou a decisão do bloqueio do acesso ao WhatsApp porque o aplicativo estão nas mãos de um “americano sionista”. Para esclarecer: “sionismo” é um termo ligado aos judeus, e o americano em questão é, ninguém menos que Mark Zuckerberg, criador do Facebook e dono do WhatsApp a, pelo menos, dois meses.

Um bloqueio sem pé nem cabeça

A decisão do bloqueio do WhatsApp acontece depois do bloqueio do WeChat no país, e depois dos protestos ocorridos no país entre 2009 e 2011. Desde então, muitos foram os ativistas que começaram a utilizar ferramentas como Twitter, Facebook ou blogs para fazer suas ideias chegarem aos seus compatriotas.

Por conta disso, o Irã começou a pensar seriamente na ideia de criar uma “internet própria”, a Hala Net, com o objetivo de fechar completamente o acesso à internet no país, onde os iranianos só poderiam acessar conteúdos aprovados previamente pelo governo local.

O bloqueio do WhatsApp pode ser o primeiro passo, já que também está no ar o possível bloqueio do Twitter e do Facebook. O mais curioso de tudo é que além de decidir bloquear o WhatsApp por estar nas mãos de Zuckerberg quando o Facebook até agora não foi bloqueado, são muitos os altos mandatários do regime dos aiatolás que possuem contas nas duas redes sociais, utilizando as mesmas de forma ativa e frequente, com fins propagandísticos de suas ideias políticas.

Já pensou se a moda pega?

Via Fox News

Bill Gates, sobre a compra do WhatsApp: “que Zuckerberg se dê bem”

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Ao que parece, Bill Gates não ficou muito impressionado com a bilionária compra do WhatsApp por parte do Facebook. É  o que podemos deduzir de suas declarações na rede norte-americana ABC News, onde não poupou palavras na hora de elogiar Mark Zuckerberg.

Com o habitual sorriso no rosto, o fundador da Microsoft se mostrou um tanto quanto cético em relação a tudo o que gira essa volumosa compra, começando pelo preço. Gates deixa transparecer que provavelmente esta foi uma compra muito cara e que, em todo caso, atribui a decisão de compra ao perfil do próprio Zuckerberg, que ele denomina como “agressivo”. Além disso, Gates afirmou que “nem todo mundo teria feito (essa compra)”.

Mas o que realmente chamou a atenção no discurso do fundador da Microsoft é uma frase que podemos interpretar como uma mostra de ceticismo sobre o quão correta foi essa compra: “espero que ele se dê bem”, afirmou Gates, com um sorriso no rosto.

A frase pode ter uma dupla leitura: ou Gates expressou um genuíno desejo de boa sorte para Zuckerberg, como também pode soar como “você não sabe a encrenca que se meteu”.

Para ver a entrevista na íntegra, clique aqui.

Via Huffington Post

Mark Zuckerberg ataca o governo de Barack Obama, e se auto-proclama como “defensor da privacidade”

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Barack Obama encontrou mais um crítico influente em relação aos “pequenos problemas” que suas agências estão criando por conta das políticas que violam o direito à privacidade dos cidadãos norte-americanos. Ninguém menos que Mark Zuckerberg, CEO do Facebook – e também alvo de críticas de alguns, que entendem que o Facebook “sabe mais do que deveria a nosso respeito” -, que compartilhou opiniões pesadas sobre as práticas do governo norte-americano sobre o assunto.

Palavras de Mark Zuckerberg, em sua página no Facebook:

O Governo dos Estados Unidos deveria ser o grande defensor da Internet, e não uma ameaça. Precisa ser muito mais transparente sobre o que está fazendo, ou as pessoas pensarão o pior.

De novo: isso vem do criador de um dos sites que mais tiveram problemas com questões de privacidade nos últimos anos, com diversas mudanças em sua política ao longo dos anos para responder ao grande volume de reclamações dos usuários, ou falhas encontradas nessa política.

E ao que tudo indica, de nada adiantou a promessa feita por Obama de encerrar os programas de espionagem realizados pela NSA, que espionava de forma irrestrita e indiscriminada qualquer cidadão norte-americano, fazendo uso da tecnologia que estava ao nosso redor, inclusive se passando pelo próprio Facebook para espionar qualquer pessoa.

Zuckerberg afirmou que entrou em contato pessoalmente com Barack Obama para transmitir o seu descontentamento, explicando o dando que o comportamento do Governo faz para a internet e o futuro dos Estados Unidos, e pedir que o presidente tome as medidas necessárias o quanto antes possível, ainda que ele já saiba de primeira mão que essas reformas que pedem os gigantes da internet (Google inclusive) levarão mais tempo que o desejado.

Para ler a mensagem publicada por Mark Zuckerberg na íntegra (em inglês), clique aqui.

Google chegou a oferecer US$ 10 bilhões pelo WhatsApp

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A compra do WhatsApp pelo Facebook segue rendendo. De acordo com o site Fortune, a Google chegou a oferecer US$ 10 bilhões para comprar o serviço de mensagens instantâneas.

As fontes do Fortune que passaram a informação não apontam quando essa oferta foi feita, mas indica que o WhatsApp recusou a oferta por um motivo em especial: a Google não ofereceu aos criadores do serviço de mensagens uma cadeira no conselho administrativo, algo que o Facebook fez (Jan Koum, um dos fundadores do WhatsApp, agora é membro do conselho do Facebook).

O valor pago pelo Facebook é quase o dobro – se todas as condições forem cumpridas – do que a oferecida pela Google, o que nos leva a crer que a negociação entre Mark Zuckerberg e Jan Koum é de longa data. Segundo o Business Insider, as conversas começaram no segundo trimestre de 2012.

Em 9 de fevereiro de 2014, Zuckerberg convidou Koum para um jantar em sua casa, e fez a proposta de compra. E Jan disse o “sim” no dia de São Valentim (14 de fevereiro, Dia dos Namorados nos EUA… anham, sei…), interrompendo o jantar que Zuck estava tendo com sua esposa. Dizem até que os CEOs fecharam o acordo enquanto saboreavam uma torta de chocolate.

Mas esse último parágrafo tá mais para um romance do que para fatos constatados do mundo da tecnologia…

Via Fortune, Business Insider

Mark Zuckerberg será um dos protagonistas da MWC 2014

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A Mobile World Congress 2014, que acontece em Barcelona entre os dias 24 e 27 de fevereiro, vai apresentar todos os gigantes do setor de mobilidade, além do homem mais poderoso do segmento das redes sociais: ninguém menos que o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg.

Mark vai realizar “apenas” o keynote inaugural da feira, no dia 24 de fevereiro, às 15h (horário de verão de Brasília). Ele não será o único grande executivo a compartilhar os seus pensamentos, opiniões e experiências no evento, mas fazer o keynote inaugural é algo realmente muito grande.

A presença de Zuckerberg mostra a relevância crítica que os dispositivos móveis possuem no futuro do Facebook (mesmo que a rede social conte com aplicativos móveis que são – com o perdão do uso da palavra – uma porcaria), e será interessante ver o criador dessa grande comunidade de internautas fazer anúncios interessantes.

Ao longo da MWC 2014, outras participações destacadas vão acontecer, entre elas:

– Virginia Rometty, CEO da IBM
– Jan Koum, CEO do WhatsApp
– Lance Howarth, CEO da Raspberry Pi Foundation
– Sirgoo Lee, Co-CEO da Kakao Corp
– Kaoru Kato, CEO da NTT DoCoMo

Estes são apenas alguns exemplos que certamente terão muito o que contar durante a MWC 2014. Nós, do TargetHD, ficaremos atentos a todos os movimentos do evento, e vamos compartilhar aquilo que de melhor acontecer nos anúncios e lançamentos de produtos e serviços.

Via GigaOm