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A primeira grande atualização do Xbox One será dividida em duas partes

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O primeiro grande update do Xbox One será dividido em duas partes. A primeira começa a ser distribuída no dia 11 de fevereiro, e a segunda, no começo do mês de março.

O primeiro update contará com correções internas, melhorias no reconhecimento de voz do Kinect e novas ferramentas para desenvolvedores, além de outras modificações para a melhoria de estabilidade e experiência de uso. Superficialmente, a nova versão trará consigo um novo medidor de bateria para os gamespads, que será visível a partir da dashboard, e uma reorganização da seção “Meus jogos e aplicativos”.

Além disso, será possível ver quanto espaço livre resta do disco rígido de 500 GB do console, ao mesmo tempo que terá melhorias no gerenciamento de aplicativos, permitindo por exemplo uma organização de conteúdos em função das preferências do jogador. Uma nova barra de status estará presente para as atualizações, e também teremos a chegada do suporte para teclados USB.

Na segunda atualização, prevista para o dia 4 de março, a Microsoft promete a chegada de um novo sistema de “parties”, coincidindo com o lançamento de Titanfall, título que está muito centrado na experiência multiplayer. Nesse sentido, o post assinado por Marc Whitten no blog oficial do Xbox não revela muitos detalhes sobre o assunto.

Por fim, a Microsoft informa que além dessa grande atualização, muitos anúncios serão feitos em breve, o que deve tornar a vida dos proprietários do Xbox One um pouco mais movimentada.

Via news.xbox.com

Xbox One vai funcionar sem o Kinect

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Uma das questões mais levantadas pelos futuros (ou potenciais) usuários do Xbox One era se você poderia utilizar o novo console sem o seu novo sensor Kinect. E a resposta é… sim! Você pode desconectar o Kinect do Xbox One sem desligar o console ou danificá-lo. Tal informação deveria ser bem óbvia para todos, mas como tudo na Microsoft que envolve o Xbox One muda constantemente, foi necessário um esclarecimento mais detalhado sobre o assunto.

Quem informa a novidade técnica é o chefe de arquitetura da plataforma do Xbox One, Marc Whitten. Quando questionado ao site IGN sobre o assunto, ele afirmou que a regra que obrigava o usuário a permanecer com o Kinect conectado ao videogame para que o mesmo funcione simplesmente caiu por terra.

Whitten afirma “o console vai continuar funcionando se o Kinect não estiver conectado nele, apesar de você não estar apto a utilizar qualquer recurso ou experiência que requer explicitamente o uso do sensor”.

Com isso, temos mais uma importante questão respondida sobre o Xbox One. Whitten também afirmou que você pode deixar o sensor completamente desligado nas configurações do sistema. Nesse modo, o sensor não vai coletar nenhuma informação, mas ainda pode ser utilizável através do seu infravermelho.

Essa possibilidade era considerada por alguns usuários que ou não querem utilizar o Kinect para tudo (seja pela questão da privacidade ou da praticidade), ou que talvez, em algum momento no futuro, esperam comprar o Xbox One por um valor menor, sem o sensor Kinect no kit de venda. Resta saber o que vão fazer os desenvolvedores que optarem por criar jogos que funcionem exclusivamente pelo Kinect.

Via Engadget

Microsoft cancela a função de compartilhamento de jogos do Xbox One com familiares

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Nem tudo são flores nas mudanças promovidas pela Microsoft no Xbox One. Ontem (19), foram anunciadas várias alterações nas políticas de utilização do console, para torná-lo mais competitivo no mercado (principalmente em relação ao PlayStation 4). Porém, quando olhamos para as letras miúdas dessas mudanças, vemos uma alteração não muito destacada pela gigante de Redmond: o fim do compartilhamento de jogos do Xbox One com os familiares.

Por causa do cancelamento do sistema de DRM, algumas das características mais importantes do Xbox One também desapareceram da lista de funções disponíveis para o lançamento. Uma dessas funções é o compartilhamento de jogos com até dez familiares, algo que a Microsoft contava como trunfo para reter os jogadores em sua plataforma, apostando em um menor custo na compra de jogos.

Além disso (e essa foi destacada no texto que publicamos ontem), a possibilidade de rodar os jogos através de uma cópia instalada no console também foi eliminada, fazendo com que o disco fique o tempo todo na bandeja do console para ser executado. Essa é uma característica que pode ser modificada mais adiante, mas vai necessitar de uma atualização de software para se tornar funcional.

Marc Whitten, chefe de produto da divisão do Xbox, declarou que essas mudanças (que na prática equiparam o DRM do Xbox One ao do Xbox 360) também afetarão outros aspectos do console. O executivo acredita que a maioria dos usuários do novo console vão aproveitar mais as suas funções online, e indica que os planos da Microsoft permanecem, na sua maioria, sem mudanças.

 

E a pergunta que fica é: com todas essas mudanças, a sua opinião sobre o Xbox One mudou?

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Xbox One não vai rodar os jogos do Xbox 360

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Se você pensa em rodar a sua vasta coleção de jogos do Xbox 360 no seu futuro Xbox One, pode tirar o cavalinho da chuva. O novo console/central de entretenimento doméstico anunciado hoje (21) pela Microsoft não conta com a função de retrocompatibilidade, deixando você e milhões de jogadores na mão. Literalmente.

Quem informou a má notícia foi o vice-presidente do segmento da Xbox Live, Marc Whitten. Questionado pelo pessoal do site The Verge sobre o assunto, Marc foi direto na resposta: “Não, não terá. O sistema (do novo Xbox One) é baseado em uma arquitetura de hardware diferente, logo, uma retrocompatibilidade realmente não funcionaria a partir dessa perspectiva”. 

Se observarmos a tabela de especificações técnicas do Xbox One, a notícia não chega a ser uma surpresa. A Microsoft confirmou no evento aquilo que já vinha sendo especulado por meses entre os sites especializados, que é a presença de uma CPU com arquitetura x86 no novo console. Os jogos desenvolvidos para o Xbox 360 foram pensados para processadores da linha Xenon, e simplesmente não rodariam de forma nativa no novo hardware do Xbox One.

Vale lembrar que o PlayStation 4 conta com o mesmo problema: a Sony também trocar o PowerPC pelo X86 e, com isso, o novo console não vai rodar os jogos do PS3.

A diferença está no fato da Sony prometer que os usuários do Ps4 poderão jogar os jogos do PS3 de alguma forma, através de streaming dos jogos na nuvem. A Microsoft não promete nenhuma solução para o Xbox One. Questionado se a empresa de Redmond ofereceria algum tipo de serviço de jogos na nuvem, ou download dos atuais jogos do Xbox 360, Whitten confirmou que a Microsoft ainda não está trabalhando nessas questões.

Entretanto, Whitten também confirma que a Microsoft pretende manter o Xbox 360 por mais algum tempo no mercado, o que indica que a ausência da retrocompatibilidade deve ser algo bom para a empresa. Bom, na perspectiva comercial deles, ter dois consoles fortes (sendo um deles ainda relativamente bem vendido no mercado) pode ser uma forma interessante de obter ainda mais lucros com vendas de jogos e consoles.

Via The Verge