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macOS Sierra “confirma” novos MacBooks com barra OLED

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O macOS Sierra já está disponível para os desenvolvedores, e alguns dos seus segredos escondidos em seu código começam a ser revelados. Entre as milhares de linhas de comando do seu software, encontraram referências à uma tela OLED que substituirá as telcas de função, opções de identificação biométrica e suporte para SuperSpeed USB+, compatível com o USB 3.1.

Ou seja,  próximo MacBook Pro contaria com uma barra OLED de alta definição, com acesso touch a funções como o controle de volume, a ativação do modo ‘não perturbe’, controles multimídia ou referências aos aplicativos, entre outras funções que podem ser consultadas no site para desenvolvedores da Apple.

Esta tela poderá oferecer diferentes opções em função do aplicativo utilizado e atuar como sistema de notificações secundário, que informa o status da bateria ou quando recebemos um novo e-mail, por exemplo.

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Além disso, foram encontradas referências para um suporte para sensores biométricos, algo similar ao Touch ID das últimas versões do iPhone ou iPad; combinando com o iCloud, podemos estar diante do início do fim das senhas tal e como conhecemos, com um plus de segurança importante no caso de perda ou roubo do computador.

O fato do macOS Sierra incluir esse código não quer dizer necessariamente que a nova geração do MacBook Pro seja iminente. Mas não é descabido pensar que, a partir de setembro, veremos novidades importantes nesse sentido.

Em uma primeira fase, é mais que provável que os novos MacBook Pro sejam os primeiros a integrar a tela OLED, mas não descartamos ver teclados com essa mesma barra nos desktops. A conferir.

Via developers.apple.com

Kim Jong-Un odeia os EUA, mas ama a Apple

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O “querido líder” da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, odeia os Estados Unidos com todas as suas forças. Bom, em partes. A ideologia comunista que ele impõe ao país só vale para os outros, tal como acontece em toda e qualquer ditadura que se preze.

A Coreia do Norte é um país pobre, cujo povo é vítima de um regime totalitário e opressor, que toma atitudes mais próprias de dinastias asiáticas primitivas do que de uma sociedade do século XXI. Porém, a pobreza e o ódio aos Estados Unidos chocam totalmente com os gostos de Kim Jong-Un, que não só desfruta de luxos impossíveis às custas dos seus cidadãos, mas também gosta de utilizar produtos da Apple, como podemos apreciar nas imagens desse post um iMac e um MacBook Pro.

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Este é mais um claro exemplo da falsidade e hipocrisia fanfarronesca que rodeia o regime norte-coreano, e nos ajuda a compreender por que a distribuição Linux desenvolvida pelo país tem tantas semelhanças com o OS X, incluindo o dock e as cores do sistema. Falo da Red Star OS, um sistema operacional muito limitado, que se alinha com a filosofia de vida pregada pela Coreia do Norte para os seus cidadãos.

Via Softpedia

Surface Book vs MacBook Pro: uma grande batalha

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O Surface Book foi a grande surpresa do evento da Microsoft. O primeiro notebook da história da gigante de Redmond foi recebido com bons olhos pelo seu design híbrido, leveza, autonomia e desempenho. Mas inevitavelmente foi comparado com a concorrência.

O produto referência nesse caso é o MacBook Pro da Apple, um dos mais vendidos no setor, e um dos mais atraentes na informática atual. A vantagem do Surface Book em relação ao Surface Pro 4 é ser um ultrabook híbrido, e não um 2 em 1. Essa a grande diferença dificulta um comparativo direto com o MacBook Pro. A Apple se negou até agora a criar um portátil touch, confiando no iPad e com o novo iPad Pro, e isso não deve mudar em curto prazo. A não ser que as necessidades comerciais a forcem.

Dito isso, vamos fazer um breve comparativo entre os dois modelos.

 

Design, dimensões e autonomia

Deixando de lado a capacidade de uso do Surface Book como tablet em estado puro, o design dos dois produtos é contundente e convincente, com um acabamento premium digno de um top de linha. Os dois pesam exatamente a mesma coisa (1.58 kg), com dimensões parecidas. O Surface Book é mais espesso (22 mm, contra 18 mm do MacBook pro), mas por conta do sistema de dobradiças e design destacável.

Sobre a autonomia de bateria, a Microsoft promete até 12 horas de uso, o mesmo prometido pela Apple. Resta esperar os primeiros testes reais para comprovar esses números do Surface Book. No caso do MacBook Pro, os testes práticos se aproximam muito das especificações oficiais.

 

Tela

As telas dois dois produtos são excelentes, com quase o mesmo tamanho (13.5 polegadas, contra 13.3 polegadas). A tela do Surface usa a tecnologia PixelSense, e o MacBook Pro tem uma tela Retina. A resolução nativa e a densidade de pixels é maior no Surface (3000 x 2000 pixels, contra 2560 x 1600 pixels), mas as duas telas são mais que suficientes para consumo de conteúdo multimídia e produtividade.

 

Hardware interno

O Surface conta com a sexta geração de processadores Intel Skylake, algo que é esperado que a Apple faça no seu MacBook antes do final de 2015. Os dois notebooks oferecem um bom desempenho, com os chips Core i5 e i7, de acordo com a configuração. Curiosamente, os gráficos integrados dos chips Broadwell presentes nos MacBooks são melhores que os Skylake do Surface, apesar da Microsoft oferecer opcionalmente os gráficos dedicados da NVIDIA.

A capacidade de memória e armazenamento é a mesma nos dois: 8 ou 16 GB de RAM, e SSD a partir de 128 GB até 1 TB.

 

Portas e conectividade

O MacBook oferece duas portas Thunderbolt 2 e duas USB 3.0, e o Surface inclui duas portas USB Type-C. A Apple aposta na saída HDMI e a Microsoft em uma mini DisplayPort.

Os dois modelos oferecem conectividades WiFi ac e Bluetooth 4.0, além de suporte para leitor de cartões SD. O Surface conta com câmeras de 8 e 5 megapixels, enquanto que o MacBook só inclui a câmera FaceTime para videochamadas.

 

Sistema operacional e preço

Os dois modelos contam com as últimas versões dos seus sistemas operacionais (Windows 10 Pro e OS X El Capitan) É impossível uma comparação nesse aspecto. O melhor é aquele que atende ao seu gosto e necessidade. Vale lembrar que o MacBook pode rodar de forma nativa o Windows 10, com suporte oficial da Apple.

O preço-base do Surface Book é de US$ 1.499, enquanto que o MacBook Pro 13 Retina pode ser encontrado a partir de US$ 1.299. Os dois contam com configurações que se distanciam do uso convencional. A opção mais completa do MacBook (Core i7, 16 de RAM e 1 TB de SSD supera os US$ 2 mil, enquanto que o Surface Book mais potente custa US$ 3.1 mil.

Em troca, o usuário tem dois ultraportáteis sobressalentes (mas diferentes), capazes de satisfazer a qualquer usuário. No caso do Surface Book – e aqui está a sua grande diferença -, também terá um tablet profissional (com stylus incluído), graças ao seu design híbrido e tela touch.

 

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Novo MacBook Air conta com a SSD super veloz da Samsung

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A porta USB Type-C e a bateria de 18 horas do novo MacBook monopolizaram as postagens da semana, mas vale a pena lembrar que os modelos MacBook Air e MacBook Pro (13″) da Apple também foram atualizados. E trazem segredos daquela empresa sul-coreana que a Apple tanto ama: a Samsung.

No caso do MacBook Air de 13 polegadas, a renovação interna não só se reflete nos novos processadores Broadwell Core i5 e Core i7 da Intel: também temos uma unidade SSD “até duas vezes mais rápida” que a geração anterior. O site iFixit descobriu que o salto qualitativo desse item se explica pela escolha da Apple pelo novo SSD SM951 da Samsung, apresentado na CES 2015.

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O MacBook Air foi desmontado, e revela uma unidade de 128 GB, tal como se vê na imagem superior, capaz de alcançar velocidades de leitura de até 2.15 GB/s, e de 1.55 GB/s de gravação, em interfaces PCIe 3.0.

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No caso do MacBook Air de 11 polegadas, a Apple optou por uma unidade da Sandisk (foto acima), com velocidades de 668 MB/s.

A boa notícia é que se você não se conforma com esses itens, pode abrir o MacBook Air e trocar a unidade SSD por conta própria. A má notícia é a avaliação do iFixit sobre o seu nível de reparação do produto – 4/10, onde quanto mais baixa a pontuação, mais difícil o produto é de ser reparado.

Via iFixit, (2)Macrumors

 

Apple apresenta o novo MacBook, com tela Retina de 12 polegadas

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A Aple apresentou o seu novo MacBook (sem Pro ou Air no nome), que segundo a empresa é ‘o mais eficiente que a Apple jamais criou’. O novo portátil tem tela Retina de 12 polegadas, peso de 900 gramas e espessura de 13.1 mm, sendo assim 24% mais fino que o MacBook Air.

O modelo recebeu uma série de modificações, melhorias e tecnologias para ser um computador portátil realmente fino, leve e potente. Tudo começa pelo teclado, onde a Apple chegou ao extremo de destacar as modificações do mecanismo de acionamento de teclas, que foi refeito do zero até alcançar o resultado de ‘mecanismo de mariposa’. O resultado é um teclado 40% mais fino.

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A já destacada tela Retina de 12 polegadas possui uma resolução de 2304 x 1440 pixels. Outra novidade do novo MacBook é o Force Touch, um trackpad que possui quatro sensores e um motor sensível ao toque. Os sensores substituem o botão direito do mouse por uma pulsação mais forte, que pode ser configurada para estabelecer ações para esse toque personalizado.

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Seu interior apresenta uma nova interação da arquitetura unibody, que se destaca por um design sem ventiladores. Sua placa-mãe ocupa 67% menos espaço, e o processador Intel Core M (Broadwell) a 1.3 GHz é o novo destaque positivo do produto, já que esse chip consome apenas 5 W de energia.

A escolha desse processador está diretamente ligada ao design, mas também temos que pensar no impacto desse componente da produtividade geral do produto. Será um computador eficiente para muitas tarefas, mas talvez ele deixe a desejar em funções com muito apelo para a Apple, como por exemplo a criação audiovisual.

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Todo o espaço ganho permitiu a integração de baterias assimétricas, aproveitando assim toda a superfície por conta das novas baterias, que prometem uma autonomia de 9 horas de navegação na web. O novo MacBook conta com conectividades WiFi 802.11ac e Bluetooth 4.0, além de 256 GB de armazenamento em SSD, chip gráfico Intel Graphics 5300 e 8 GB de RAM, na sua versão mais básica.

Outra novidade interessante é a chegada do conector USB-C (USB 3.1 Type C), que além de ser reversível, permite uma versatilidade muito maior, substituindo o conjunto de conectores tradicionais – incluindo o Thunderbolt, aposta da Apple que foi esquecida nesse novo MacBook. Conectores como VGA, DisplayPort e HDMI também foram eliminados, restando essa como única opção, assim como o leitor de cartões, que desapareceu do equipamento.

O novo MacBook estará disponível em duas versões a partir do dia 10 de abril, e em vários países (que a Apple não especifica). Os dois modelos custarão US$ 1.299 (256 GB de armazenamento e o processador base) e US$ 1.599 (processador Intel Core M de 1.2 GHz e 512 GB de SSD). As opções de cores do novo MacBook serão as mesmas do iPhone e iPad (prata, cinza espacial e dourado).

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A Apple não se esqueceu dos antigos MacBook Air e MacBook Pro. Os dois modelos foram atualizados com os processadores Intel de quinta geração (Broadwell), onde o MacBook Pro de 13 polegadas recebe também o trackpad Force Touch, além de unidades SSD duas vezes mais rápidas que suas antecessoras. O MacBook Air também recebe a o novo processador e a nova SSD.

A autonomia de bateria dos dois modelos também aumentou (no caso do MacBook Pro de 13 polegadas para até 10 horas de navegação).

Mais imagens do novo MacBook a seguir.

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