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iPhone tem pior trimestre da sua história, com queda na receita de 23%

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2016 é, definitivamente, um ano difícil para a Apple. A desaceleração do seu negócio de hardware é acentuada, e isso se torna mais sério quando mais da metade dos seus lucros depende de um único produto: o iPhone. Pelo segundo trimestre consecutivo, o produto registrou quedas nas vendas. E, dessa vez, foram dois dígitos.

A Apple apresentou os resultados financeiros do seu terceiro trimestre fiscal, correspondente ao período entre abril e junho de 2016, revelando receita de US$ 42.358 bilhões, uma queda de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior. O motivo? A considerável queda em vendas de praticamente todos os seus produtos.

 

Vendas do iPhone caem de novo, e Apple não consegue se recuperar

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O iPhone segue em queda livre de vendas.

Desde sua apresentação em 2007, o produto nunca apresentou quedas nas vendas. Agora, pelo segundo trimestre consecutivo, o dispositivo registra esse movimento decrescente no volume de aquisições, vendendo 40.4 milhões de unidades no último trimestre, com receita de US$ 24.048 bilhões. Uma queda de 23% nas receitas em relação ao ano anterior.

Vale a pena ressaltar que o preço médio do iPhone caiu para a faixa de US$ 595 nesse trimestre, impulsionado pelo lançamento do iPhone SE. No mesmo trimestre de 2015, esse preço médio era de US$ 662. Ou seja, a queda de vendas não é por causa do preço, mas sim uma falta de interesse geral pelo produto.

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iPad supera as expectativas, e beneficia a Apple na bolsa

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Praticamente todos os produtos da Apple registraram quedas nas vendas em relação ao ano anterior, mas a empresa já estava preparada para isso. Suas expectativas de vendas eram muito reservadas, e os analistas de Wall Street esperavam um cenário pior. Por incrível que pareça, com todas as más notícias, as ações da gigante de Cupertino subiram 5% nas operações depois dos dados anunciados.

Outro fator que ajudou foi o surpreendente aumento de receitas do iPad, com o primeiro aumento depois de oito trimestres consecutivos de quedas, com vendas de 9.9 milhões de unidades. Ainda é um volume 9% menor que o mesmo trimestre do ano passado, mas com receita de US$ 4.876 bilhões, um aumento de 7% em relação ao ano passado.

Mac em baixa, mas os serviços crescem impulsionados pelo Apple Pay

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Sobre o Mac, vemos uma queda de 11% nas unidades vendidas, e de 13% na receita, com 4.2 milhões de unidades para US$ 5.239 bilhões em vendas. O principal motivo é a ausência de novos computadores anunciados em 2016, o que fez com que grande parte dos consumidores fiquem esperando para atualizar os produtos.

Por outro lado, nesse trimestre o Apple Pay salvou o segmento de Serviços, com um aumento de 19% na receita, impulsionado por um crescimento de 405% nos usuários do sistema de pagamentos móveis, além de um aumento na receita da App Store e do iCloud.

Na categoria Outros Produtos (Apple TV, Apple Watch, Beats, iPod e acessórios), a queda foi de 16% (US$ 2.219 bilhões), e é difícil saber o que aconteceu, já que a Apple não entra em detalhes. Porém, um recente estudo da IDC mostra que o Apple Watch teve uma queda de vendas de 55%, e isso pode explicar tudo.

Um futuro incerto para a Apple

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Durante o discurso para os investidores, Tim Cook e Luca Maestri revelaram detalhes do que podemos esperar para o próximo trimestre da Apple.

De acordo com Cook, “o iPhone SE foi um sucesso sem precedentes”, esgotando seu inventário em várias regiões, com um aumento de 30% nas migrações do Android para o iPhone.

Sobre o futuro, Cook destacou que a realidade aumentada pode trazer novas e emocionantes experiências, mas são os desenvolvedores precisam ter a última palavra, já que a Apple trabalhará com eles, e só vai oferecer as ferramentas necessárias para o desenvolvimento.

Questionado sobre os rumores do próximo iPhone – enfatizando que, se tudo o que foi visto até agora se cumprir, a Apple estaria em sérios problemas pela falta de inovação -, Cook se limitou a dizer que não comenta sobre futuros dispositivos.

Por fim, Maestri lançou uma projeção com reservas para o próximo trimestre, revelando que a tendência de queda vai continuar, algo óbvio quando um produto como o iPhone representa hoje 57% da receita de uma empresa do tamanho da Apple.

Via AppleBusiness Insider , MacRumors

Chromebooks superam os Macs em vendas nos Estados Unidos

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A venda de Chromebooks nos Estados Unidos superou ao dos computadores da Apple no primeiro trimestre de 2016. É a primeira vez na história que isso acontece.

Com base nos dados da IDC, a Apple vendeu 1.76 milhão de equipamentos Mac nos Estados Unidos no último trimestre, enquanto que a soma dos Chromebooks vendidos por HP, Dell e Lenovo alcançaram a marca de 2 milhões de unidades.

Fato é que os Chromebooks são muito populares nos Estados Unidos, especialmente no sistema operacional. Com o mercado de PCs sangrando, os computadores com o sistema na nuvem da Google seguem ganhando posições, ficando em posicão de destaque. Algo que deve se consolidar ainda mais com o anúncio da integração da Play Store no Chrome OS, pois vai facilitar a execução de uma série de aplicativos Android nesses computadores.

E o passo seguinte deve mesmo ser a fusão do Chrome OS com o Android.

O que afasta os Chromebooks de muitos usuários são as suas limitações técnicas, mas é preciso sempre lembrar das suas vantagens na facilidade de uso, configuração, segurança ou aplicativos gratuitos, o que torna o conceito atraente para determinados segmentos de mercado.

Na parte de hardware, temos de tudo. Apesar da maioria dos equipamentos contarem com um nível muito básico (em troca, são muito baratos), há modelos como o Chromebook Pixel, que não fica a desejar em relação a um ultraportátil com Windows. Recentemente foi anunciado o HP Chromebook 13, o melhor portátil com Chrome OS criado por essa empresa, e o mais atraente na relação custo-benefício do ecossistema na nuvem da Google.

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Se há demanda, não é difícil de imaginar que outros fabricantes acabem apostando nesse tipo de equipamento ultrafino premium com chassi de alumínio. A questão reside no sistema e no seu foco na nuvem. Os Chromebooks não são para todos, mas tem o seu mercado, seguem ganhando cota e a Google pode melhorar o seu lado offline com os aplicativos Android e outras características.

Via The VergeIDCAndroid Central

Apple confirma primeira queda nas vendas de iPhones da sua história

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Já era algo esperado pelos analistas, e até mesmo pela própria Apple. A gigante de Cupertino confirmou hoje (26) a sua primeira queda nas vendas de iPhones desde o seu lançamento, em 2007.

De acordo com os resultados financeiros apresentados pela empresa, foram vendidos 51.2 milhões de iPhones no primeiro trimestre de 2016, com receita de US$ 32.8 bilhões. A queda em relação ao mesmo período em 2015 foi de 16% nas vendas de unidades (61.8 milhões) e de 18% na receita. Por outro lado, o resultado é um pouco melhor do que aquele previsto pelos analistas de mercado (50.7 milhões de unidades).

A consequência disso foi a primeira queda nas receitas da Apple desde 2003 (na comparação dos trimestres dos dois anos), com uma receita líquida de US$ 50.6 bilhões no primeiro trimestre de 2016, com lucros de US$ 10.5 bilhões, ou 13% a menos que o registrado em 2015 (US$ 58 bilhões).

Vale destacar que essa queda nas vendas e na arrecadação ainda não reflete a participação das vendas do novo iPhone SE, mas segundo os prognósticos, não se imagina que exista uma diferença muito acentuada. É preciso esperar pelos resultados de vendas do segundo trimestre que termina em junho para saber se a tendência de queda continua, e quais são as medidas que a Apple vai tomar para reverter isso.

Fato é que os investidores não estão nada contentes com os números, e a pressão sobre Tim Cook e sua equipe de trabalho é maior do que nunca nesse momento.

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Um dos motivos que podem explicar essa queda é a maior concorrência nos mercados considerados chave para a Apple, principalmente no mercado asiático. Samsung e LG lançaram novos modelos top de linha, e fabricantes menores e/ou locais lançaram dispositivos com relação custo-benefício muito interessante. Isso tudo ajuda a canibalizar o mercado do iPhone nesse continente.

Outro motivo é o cenário econômico atual e o próprio mercado de smartphones, que dá sinais de saturação há algum tempo.

Mas o iPhone não foi o único afetado nesse primeiro trimestre. Os demais produtos da Apple – iPad e Mac – também registraram quedas nas vendas e receita, sendo o iPad o dispositivo com maior queda dos três, com 19% a menos nos dois índices, com 10.3 milhões de unidades vendidas e receita de US$ 4.41 bilhões.

Microsoft abre o programa Office Insider para os usuários do Mac

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A Microsoft abriu o programa Office Insider para os usuários do Mac, seguindo a mesma filosofia do programa Windows Insider.

A jornalista Mary Jo Foley, especialista do universo Microsoft, comenta que esse programa específico para o Mac foi inciado a alguns dias, mas apenas agora a Microsoft o confirma de forma oficial. E apesar do que o nome possa parecer, é preciso ter claro que o programa Office Insider é muito diferente do que aquele adotado pelos Insiders do Windows 10, já que as funções que os usuários vão testar são aquelas que não estão muito distantes de estarem presentes na versão final.

Isso quer dizer que estas novas funções que são submetidas a testes devem chegar ao grande público em menos de um mês, na versão definitiva do Office, salvo que seja necessário algum tipo de ajuste importante.

Logo, não é exatamente para testar atualizações com uma possível chegada daqui a vários meses, como acontece com os Insiders do Windows 10, e também devemos distinguir do programa Office 365 First Release, já que a diferença daquele Office Insider é que ele se centra nos aplicativos e no cliente do Office, ou seja, a variante mais “tradicional” do pacote de escritório da Microsoft.

Via ZDNet

2016: o ano da explosão de malwares contra a Apple?

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Apesar dos produtos da Apple sempre se mostrarem como mais seguros que os da concorrência (principalmente quando comparados com o Windows), são muitos os que cedo ou tarde acusam a gigante de Cupertino de falta de cuidado contra os malwares (diferente da Microsoft, que dispensa tempo e recursos com o assunto).

Se 2015 foi o pior ano da história do Mac no que se refere aos malwares, o relatório do FireEye prevê que os problemas para a Apple nesse tema serão ainda maiores em 2016. O estudo indica que os produtos da empresa se tornarão um alvo preferencial, por conta do constante crescimento da marca no segmento de tecnologia, o que faz com que naturalmente eles se tornem mais atraentes para os ataques de criminosos.

O FireEye também alerta sobre o sistema de pagamento Apple Pay, que pode ser outro potencial alvo dos cibercriminosos. Por outro lado, indica que a Internet das Coisas pode ser um meio para amplificar os crimes.

É fato que a Apple terá no futuro um grande desafio na hora de frear os malwares. O problema não está no fato dos produtos serem mais visados para os ciberataques, algo lógico quando vemos a maior presença de Macs e iPhones, mas sim a capacidade da empresa em responder a esses problemas.

Como precedentes, temos o Rootpipe e o Shellshock. Para o primeiro, a Apple pediu ao investigador que descobriu o problema que ocultasse tudo, e a própria Apple levou cinco meses para solucioná-lo. No segundo caso, eles ofereceram uma resposta difícil de acreditar, mas retificou pouco depois.

Estaria a Apple a altura desse aumento de malwares conta as suas plataformas? A gigante de Cupertino possui recursos de sobra para fazer frente a este problema, mas é preciso ver na hora H se eles serão diligentes com a questão.

Via BetaNews

Sony confirma o Remote Play, o streaming do PS4 em PC e Mac

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Executar um jogo do PS4 via streaming em um PC com Windows ou Mac OS X será possível de forma oficial no futuro via Remote Play. A Sony confirmou a funcionalidade, já anunciada por um desenvolvedor a alguns dias, que revelou um aplicativo extra-oficial para a funcionalidade, o que confirmou o desenvolvimento de um aplicativo oficial.

A ideia da Sony é responder a estratégia da Microsoft com o Xbox One, que tem no Windows 10 o elemento unificador. O PS3 e o PS4 já contam com essa função utilizando dispositivos próprios (PS Vita, Smart TVs da Sony e smartphones Xperia).

Sua chegada oficial ao PC e Mac abre novas possibilidades, permitindo rodar jogos do PS4 de forma remota e em streaming em um computador pessoal. Por enquanto, Shuhei Yoshida só revelou que a Sony trabalha em um aplicativo oficial, mas não anunciou datas de lançamento, ou se a funcionalidade será gratuita.

Via Shuhei Yoshida (Twitter)

O melhor ano fiscal da Apple até agora é impulsionado pelo iPhone

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Os últimos resultados financeiros da Apple foram revelados, e em resumo, podemos dizer que o último trimestre financeiro de 2015 foi um trimestre espetacular para a gigante de Cupertino.

A Apple vendeu nada menos que 48 milhões de iPhones no período, superando com sobras os 39.3 milhões do mesmo trimestre do ano passado. Isso surpreende se também levarmos em conta que os novos iPhone 6s e 6s Plus estavam nas lojas por apenas uma semana nesse trimestre. A Apple informou ainda que o trimestre também foi o mais importante para as vendas dos Macs, com 5.8 milhões de unidades vendidas, superando os 5.5 milhões vendidos no ano passado.

Mas também temos más notícias. O iPad pela primeira vez não conseguiu superar a marca de 10 milhões de unidades vendidas, algo que foi obtido desde o primeiro trimestre de 2011. Dessa vez, eles ficaram com 9,9 milhões de unidades. Depois da leve renovação dos modelos no final de setembro, veremos se os novos iPad mini 4 e iPad Pro conseguem melhorar esses números.

Nos números finais, os US$ 51.5 bilhões arrecadados escondem um lucro líquido de US$ 11 bilhões. O iPhone contribuiu com US$ 32.2 bilhões, ou seja, dois terços dos ganhos de toda a Apple. A China tem grande peso disso, conseguindo US$ 12.5 milhões em vendas, crescendo assustadores 99% em relação ao ano passado.

A categoria “outros produtos” teve um grande crescimento, por conta basicamente do Apple Watch, com ganhos de US$ 3 bilhões, ou 61% a mais do que no ano passado. Não revelam as unidades vendidas do relógio inteligente.

Via Apple

Funcionários da IBM podem usar Mac pela primeira vez na história

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O alcance da parceria estratégica entre Apple e IBM vai além da mobilidade profissional, e está resultando em uma grande revolução, a ponto dos empregados da IBM poderem utilizar computadores Mac no trabalho pela primeira vez na história.

O 9to5mac informa sobre o e-mail corporativo enviado pela IBM aos seus funcionários para anunciar o impensável programa. Há mais de 15 mil Macs distribuídos na empresa, além do fato dos próprios funcionários poderem levar o seu equipamento Apple para o trabalho.

Em novos postos ou nas renovações dos mesmos existem mudanças onde o empregado pode escolher entre um MacBook Pro, um MacBook Air ou um PC oferecido pela IBM. Eles pretendem distribuir mais de 50 mil Macs até o final de 2015.

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O impossível se tornou possível depois de uma parceria que teve grande impacto no mercado empresarial, contemplando a criação do programa IBM MobileFirst para iOS, com mais de 100 soluções empresariais especificamente desenvolvidas para o iOS.

E não só aplicativos, já que o acordo contempla serviços cloud da IBM otimizados para o iOS, incluindo a gestão de dispositivos, segurança, área analítica e integração móvel, além de uma nova oferta de serviços e suporte Applecare 24/7 para empresas. Além disso, a IBM vai vender iPhones e iPads equipados com as soluções específicas para as empresa para clientes empresarias de todo o planeta.

Via 9to5mac

Nada de Microsoft Edge para Mac ou Linux… por enquanto

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Pelo menos por enquanto, o Microsoft Edge não estará disponível para equipamentos Mac com OS X, distribuições GNU/Linux, Android ou iOS. Engenheiros da Microsoft explicam os motivos durante uma seção de perguntas e respostas no UserVoice, quando usuário questiona sobre a possibilidade do novo navegador web disputar com o Firefox e Chrome quando o mesmo chegar em todas as plataformas.

O Microsoft Edge vai estrear na versão RTM do Windows 10, e já pode ser testado em versões de desenvolvimento do sistema. Desenvolvido sob o conceito de ‘aplicativo universal’, ele estará disponível na versão para PCs, smartphones e tablets Windows, e não em outras plataformas. E ao que tudo indica, os planos iniciais é que isso não mude, o que é uma pena, principalmente diante dos resultados dos primeiros testes de desempenho.

Esta seria uma mudança de estratégia em relação ao conceito multiplataforma do Internet Explorer, mas talvez podemos ter novidades no futuro. Por enquanto, não há planos (públicos) para que o Microsoft Edge seja lançado para o Windows 8 ou Windows 7. O mesmo acontece com outras novidades que são até agora exclusivas do Windows 10, com o o Cortana, o Continuum ou o DirectX 12.

A ideia da Microsoft é clara: obter migrações massivas para o Windows 10. Se eles conseguirem, tudo bem. Se o Windows 7 ficar com mais de 50% de mercado, ser á impossível não vermos essas inovações na antiga versão do Windows.

Logo, vamos dar tempo ao tempo para ver o que vai acontecer.

Via Softpedia

ControlAir promete controlar o seu Mac com apenas um dedo

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O ControlAir é um aplicativo já disponível para download, que transforma a webcam integrada do computador da Apple em um ‘sensor inteligente’, que é capaz de reconhecer os seus gestos a uma distância máxima de 3 metros, para executar ações.

Para utilizar o ControlAir, basta instalar o aplicativo e configurar determinados parâmetros que permitem que o aplicativo calibre a sua posição. Uma vez feito esse ajuste inicial, o aplicativo está pronto para funcionar.

Por enquanto, o aplicativo é compatível apenas com algumas plataformas, todas centradas na reprodução de conteúdo (iTunes, Spotify, VLC, Quicktime Player, VOX, Rdio, etc). A empresa promete ampliar essa lista ‘em breve’.

Uma vez aberto o programa e selecionado o primeiro arquivo ou faixa (ambos de modo manual), os demais controles podem ser realizados com os gestos, movendo o dedo para a esquerda ou direita, e selecionando os botões desejados com um simples movimento, sem sequer realizar clique com o mouse – um menu aparece também com um gesto com o dedo para ser liberado.

Provavelmente a ação mais vistosa é a de silenciar o áudio, já que para isso é preciso levar o dedo aos lábios, colocando o som no mudo. Se você quiser desativá-lo, basta repetir esse mesmo gesto. O vídeo abaixo mostra como esses comandos funcionam.

 

 

Antes que você se pergunte, a câmera estará permanentemente ligada, sempre e quando algum dos apps compatíveis com o ControlAir estiver aberto. Ao fechar o iTunes ou Spotify (por exemplo), a câmera será desligada.

O ControlAir é desenvolvido pela empresa eyeSight, e é um projeto muito promissor, e apesar de precisar resolver alguns problemas, suas vantagens podem ser muito atraentes para os interessados. Você pode fazer o download do aplicativo clicando aqui. E sim: ele é de graça.

Apple volta a comemorar os 30 anos do Macintosh, com um vídeo gravado apenas com iPhones

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A Apple publicou um emotivo vídeo, cujas imagens foram gravadas com câmeras de iPhones e editadas com a ajuda de equipamentos Mac (e nem podia ser diferente).

O vídeo contém fragmentos filmados em 10 países diferentes, mostrando as coisas que os usuários de produtos Apple podem fazer. E quando o Mac foi anunciado em 1984, ele se apresentou com a ideia de “colocar a tecnologia nas mãos das pessoas”, algo que hoje a empresa liderada por Tim Cook se encarrega de demonstrar que continua fazendo.

Vídeo a seguir.

 

Via Apple

O Macintosh completa hoje 30 anos de vida

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Os 30 anos de vida que o Macintosh completa são, na verdade, 30 anos de inovação por parte da Apple. Desde o primeiro modelo apresentado até o mais recente, a evolução foi constante, e as melhorias permitiram que usuários de todo o planeta pudessem fazer mais, melhor e mais rápido.

A Apple comemora o nascimento do seu primeiro Mac com a sua página inicial modificada, onde é possível identificar diversas informações e até um vídeo, que ilustra essa trajetória de inovação. Nele, podemos ver o primeiro Mactintosh, e alguns testemunhos sobre o que o Mac pode fazer na atividade de cada uma dessas pessoas.

Macintosh, o computador que mudou tudo

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No site da Apple, na seção Your First Mac, podemos ver cinco equipamentos que muitos usuários escolheram como o seu primeiro Mac. Vemos como em 2006 o MacBook já era o equipamento que os usuários mais escolheram para ser o primeiro computador da empresa, enquanto que em 2011, o escolhido foi o MacBook Pro. Da mesma forma, temos o Macintosh SE, de 1987, o Macintosh Plus, de 1986, e o Macintosh, de 1984.

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Também é possível constatar que, desde 1984 até 2013, quais são os principais propósitos que os usuários buscam em um computador da Apple. Esses dados são facilitados pelos usuários que, dentro do segmento “Tell us about your first Mac”, selecionam qual foi o seu primeiro Mac, e para quê eles usavam.

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Enfim, temos uma breve e interessante revisão, que nos permite ver onde estamos e de onde veio essa evolução toda. Agora… imagine vocês o que pode estar por vir nos próximos 30 anos?

Vídeo a seguir.

 

Via Apple

Skype abre o seu serviço de mensagens de vídeo para várias plataformas… menos para o Windows Phone!

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Depois de três meses de mistério e especulações, chegou o momento do Skype anunciar oficialmente o seu novo serviço de mensagens de vídeo, para (quase) todas as grandes plataformas atuais.

Até agora, o beta do serviço limitava a 20 as chamadas gratuitas desse sistema (para ter o serviço em estado pleno, era necessário ter uma assinatura Premium do Skype). Porém, uma vez concluído oficialmente o período de testes, você passa a ter acesso ilimitado para envio de vídeos para os seus contatos, mesmo quando eles não estão online.

Como informamos no começo desse post, o serviço de mensagens de vídeo do Skype passa a estar disponível de forma livre a partir de hoje (17/06) nas seguintes plataformas: Windows 8, Mac, iOS, Android e BlackBerry. O Windows Phone fica de fora dessa novidade, e não há informações oficiais sobre essa distinção (exceto aquela que “em casa de ferreiro, espeto de pau”).

De qualquer forma, se você conta com o equipamento e plataformas necessárias, já pode usufruir desse benefício. Abaixo, um vídeo promocional sobre a novidade.

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Viber prepara o lançamento do seu aplicativo para desktop, e atualiza a sua versão mobile

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Duas importantes novidades para os usuários da plataforma de comunicação mobile Viber. A primeira notícia é que os aplicativos para iOS e Android foram atualizados. A segunda (mais interessante) é que eles preparam o lançamento da versão para desktops (PCs e Macs) do seu aplicativo, que será batizado como Viber Desktop.

O aplicativo estará disponível para ser instalado diretamente na área de trabalho, oferecendo as mesmas vantagens da versão mobile, com a mesma simplicidade encontrada hoje pelos usuários do Viber. Outro detalhe importante: o aplicativo para desktop vai suportar a sincronização e transferência das chamadas entre as duas versões (mobile e desktop).

Sobre a nova versão (3.0) para iOS e Android, as mudanças são notórias. Sua interface foi redesenhada, e o aplicativo agora possui suporte para mensagens de vídeo, um novo motor para melhorar a qualidade das chamadas de voz, e a possibilidade de consulta do status dos usuários online.

Também é esperada que a versão para BlackBerry do Viber seja lançada “em breve”, tal como informa o CEO da empresa, Takmon Marco. Além disso, a versão do Viber Desktop para Linux está confirmada.

Para saber mais sobre o Viber Desktop, acesse a página oficial da empresa. Abaixo, veja o vídeo promocional criado para anunciar o Viber Desktop.

Review | HD portátil Seagate Backup Plus, com USB 3.0 e 1 TB

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Mais um review para o blog TargetHD.net. Dessa vez, recebemos o Seagate Backup Plus, um HD portátil pensado na mobilidade e na velocidade de transmissão de grande volume de dados. Para isso, ele conta com conexão USB 3.0 e 1 TB de armazenamento, o que devem ser mais que suficientes para as necessidades da maioria dos usuários. A seguir, relato minha experiência de uso com o produto.

Peso e design

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O primeiro item considerado importante para um produto desse porte é o seu peso. Nos dias de hoje, os HDs portáteis tendem a ser mais leves, uma vez que os componentes estão consideravelmente reduzidos, e porque muitos dos HDs portáteis no estilo “Frankenstein” são feitos de HDs que originalmente devem ser instalados em um notebook, mas que no final das contas, acabam em um case. No caso do Seagate Backup Plus, que originalmente foi concebido para ser portátil, temos um produto ainda mais leve, pois o seu propósito original é ser portátil.

O seu tamanho é um pouco menor do que os HDs portáteis que tenho por aqui, o que garante a sua mobilidade e portabilidade em diferentes situações. Mesmo transportando o produto dentro do bolso frontal da calça (ATENÇÃO: isso não é recomendado por ser um lugar abafado e que pode produzir sudorese do corpo), ele não cria um volume tão avantajado assim. Logo, se você pensa em transportar o produto na mochila, no bolso do paletó ou em qualquer outra opção de transporte, vá em frente. O produto é ideal para ser utilizado em qualquer lugar.

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O modelo que recebemos em tom vermelho é elegante e visualmente atraente. É bem simples, e lembra uma pequena caixinha geek mesmo. Acredito que os usuários que gostam de combinar os seus gadgets com suas cores preferidas, ou aqueles que não gostam da monotonia do preto ou branco deverão se sentir atraídos por uma alternativa de cor em um produto como esse.

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O que talvez não pode agradar alguns usuários é o seu fundo em branco. Eu mesmo não me sinto muito inclinado a comprar gadgets nessa cor, uma vez que eles podem ficar encardidos com muita facilidade. De qualquer forma, aqui eu compreendo que é uma escolha da Seagate fazer a melhor opção em termos de aparência visual do produto.

Características

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A primeira característica que vale a pena chamar a atenção é esse conector em SuperSpeed. É ele que faz com que o produto se caracterize como um típico gadget compatível com as portas USB 3.0. Eu me lembro que outros produtos que recebi da Seagate para testes também contavam com esse tipo de conector, mas através de um adaptador que era acoplado à unidade. Dessa vez, eles integraram tudo ao corpo do produto, reduzindo assim ainda mais suas dimensões, e tornando o uso mais prático para o consumidor (quanto menos itens você levar na mochila ou pasta de trabalho, melhor).

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O conector acima vai utilizar esse cabo, que na outra extremidade possui o conector USB 3.0. Além disso, é importante destacar a flexibilidade que o Seagate Backup Plus possui em relação aos tipos de equipamentos que você pode utilizar. O produto é compatível com PCs com Windows e com o Mac OS X, incluindo os novos computadores com portas Thunderbolt. Você também pode utilizar um adaptador FireWire 800 (vendido separadamente), caso queira ou necessite utilizar essa opção.

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Simples assim. Não requer prática, muito menos habilidades.

O produto em funcionamento

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Dividimos o teste do Seagate Backup Plus em duas partes. Primeiro, utilizamos o produto em uma porta USB 2.0, e depois, na porta USB 3.0 (acima), para verificar a diferença entre as velocidades de transmissão de dados e o seu desempenho em arquivos únicos de grande volume, como por exemplo arquivos de vídeo. Existe um comportamento diferente de transmissão de vários arquivos para um único arquivo com grande quantidade de dados, e o objetivo aqui é identificar como ele se comporta nessas diferentes situações.

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Quando conectado no computador, estão armazenados no disco os arquivos de instalação do software da Seagate para gerenciamento de arquivos e backup de documentos, além da pasta para armazenamento de arquivos online e vídeos com pequenos tutoriais de uso. Você até pode utilizar o produto sem instalar nenhum tipo de programa em seu computador, mas recomendamos que você instale os softwares presentes na unidade. O motivo: ampliar a experiência de uso de forma significativa.

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Tudo bem, os geeks mais experientes podem acreditar que tais programas são apenas parafernalhas. Mas como o objetivo é alcançar também aqueles que não são usuários habituais desse tipo de produto, e quer fazer um backup de uma forma mais segura, basta instalar esses programas apenas uma vez, fazer as configurações, e pronto: o backup pode ser feito automaticamente, sem maiores dificuldades.

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Não só isso. O Seagate Backup Plus tem opções para backup dos seus preciosos arquivos do Facebook, de forma remota. Você conecta HD portátil no computador com o software de gerenciamento instalado, e de forma automática, o programa entra em contato com a sua conta na rede social, e faz o download daquele conteúdo que você atualizou em outras plataformas, principalmente as fotos que você publicou nas últimas horas. Nesse caso, a velocidade desse backup vai depender da velocidade da sua conexão de internet.

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Voltando aos backups de arquivos armazenados dentro do computador. Ao utilizar o HD em portas USB 2.0, a sua velocidade média de transmissão de dados foi de 25 MB/s, tanto para cópia quanto para movimentação de arquivos. A taxa no caso da cópia de múltiplos arquivos foi um pouco maior (31 MB/s). Ou seja, o Seagate Backup Plus tende a se comportar como um HD portátil convencional quando operado nas portas USB 2.0. Esperava aqui obter algum tipo de vantagem por causa da tecnologia de alta velocidade naturalmente adotada no produto, mas não foi o que aconteceu.

A vantagem mesmo foi demonstrada quando utilizei o produto em uma porta USB 3.0. Aqui, obtive taxas de transferência de arquivos com uma velocidade final de até 110 MB/s (a média ficou em 92 MB/s). Vale lembrar que os resultados podem variar de acordo com o pacote de dados que você vai manipular na hora da cópia ou backup de arquivos, e que se comparados com outros modelos da própria Seagate, ele fica na média, como um modelo intermediário. Mas se levarmos em conta o grande escopo de usuários que poderão transferir os seus arquivos para o HD portátil (ou para o computador) em um tempo pelo menos três vezes menor, esse pode ser um investimento que vale a pena ser considerado.

Conclusão

O Seagate Backup Plus está APROVADO. É um item visualmente atraente, com um tamanho compacto o suficiente para confirmar o seu conceito de mobilidade, e com recursos que devem tornar a vida dos menos íntimos com o mundo da tecnologia. Para os mais geeks, é sempre bom ter uma opção com tais características, e principalmente: que pode tornar o seu trabalho mais prático pela velocidade oferecida para a transmissão de dados. Para quem trabalha todos os dias com grandes volumes de dados, ou para quem quer levar os seus filmes em formato digital para qualquer lugar, essa é uma opção a ser considerada.

Steam para Linux ganha mercado, a ponto de ter adoção próxima ao OS X

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Não faz muito tempo que o Steam, popular plataforma de jogos via streaming, estreou para o sistema Linux, e mesmo assim, ele já é considerado um grande sucesso. A versão para o sistema operacional aberto já concentra um grande volume de cadastros, a ponto de ter uma adoção próxima aos usuários do OS X, cuja versão foi lançada quase três anos antes.

O Steam é uma plataforma muito popular. Logo, não chega a surpreender esse volume de adoções. O que chama a atenção é que seja justamente no Linux, e em tão pouco tempo. Segundo os últimos resultados revelados pela equipe que analisa o crescimento do sistema, os usuários do Linux já representam 2.08% da base total de usuários do serviço. Em janeiro, esse número era de 1.27%, enquanto que os usuários do OS X contam hoje com 3.07% da fatia de usuários do serviço.

Vamos ignorar que é muito mais fácil adquirir um computador com Linux do que com o OS X (e até mesmo aderir ao sistema sem precisar remover o Windows do equipamento), e que a base de usuários do código livre é maior do que o do sistema da Apple. Aqui, o importante é focar na velocidade da adoção, e do quanto os usuários do Linux estavam esperando pelo Steam.

Outro detalhe a ser observado é que o mito do “Linux não serve para os jogos” começa a cair por terra, principalmente porque as configurações mínimas exigidas para rodar o Steam não são tão elevadas assim. A grande maioria desses 2% são usuários do Ubuntu, mas temos uma quantia considerável de usuários do Linux Mint (que tem requisitos técnicos mais modestos) utilizando o serviço.

Via HotHardware

 

Apple anuncia recorde de vendas no seu primeiro trimestre fiscal de 2013: US$ 54.5 bilhões

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A hora da verdade. Para muitos analistas de mercado (e principalmente, para o Wall Street Journal, que na semana passada ligou o “botão do pânico” na Nasdaq, por afirmar que as vendas do iPhone estavam abaixo do esperado), foi com esse sentimento que o anúncio do relatório trimestral financeiro da Apple foi esperado. E, no final das contas, eles apresentaram vendas recordes, aumento de vendas dos seus principais produtos com iOS, e uma diferença de lucros praticamente estagnada. Mas que são lucros, e é isso o que importa.

Para começar, a Apple informou em seu relatório que eles arrecadaram US$ 54.5 bilhões de vendas dos seus produtos durante o seu primeiro trimestre fiscal de 2013, que equivale ao último trimestre de 2012. Este é um novo recorde de vendas para a empresa no período (no ano passado, eles registraram US$ 46.3 bilhões de vendas), que traduz esses números nos valores designados para os seus dois principais produtos. O iPhone vendeu 47.8 milhões de unidades nos últimos três meses fiscais (contra 37 milhões de unidades no primeiro trimestre fiscal de 2012), e o iPad (em todas as suas variantes) registrou 22.9 milhões de unidades vendidas no período (em 2012, foram 15.4 milhões de unidades, e no terceiro trimestre de 2012, foram 14 milhões de unidades).

Quando falamos do Mac, as coisas mudam um pouco de figura, já que a empresa de Cupertino vendeu apenas 4.1 milhões de unidades, contra 5.2 milhões de unidades do ano passado. A linha iPod segue em queda livre de vendas, já que registraram apenas 12.7 milhões de unidades comercializadas (de todas as suas variantes disponíveis no mercado), contra os 15.4 milhões de unidades do ano passado.

Um dado interessante: as vendas na China, mercado muito cobiçado pela Apple, cresceram em 67% em apenas um ano, representando US$ 6.8 bilhões das vendas da empresa. O principal mercado para Tim Cook e companhia segue sendo o dos Estados Unidos, que é responsável por mais de US$ 20.3 bilhões das vendas da empresa. A Apple ainda conta com US$ 196 bilhões para serem usados em investimentos diversos, como compras de outras empresas, desenvolvimento de novas tecnologias, aquisições de bens ou distribuição desse valor entre os acionistas.

São mais de 500 milhões de dispositivos iOS espalhados pelo mundo. O iCloud conta com 250 milhões de usuários, e mais de 2 bilhões de mensagens são enviadas por dia pelo iMessage. Tudo isso é muito interessante. O único ponto de alerta para a Apple está justamente nos lucros arrecadados. A curva de crescimento da empresa em relação ao trimestre anterior no quesito lucros (quando você faz as contas de quanto vendeu, e tira desse valor quanto você gastou) foi praticamente zerada, com um lucro trimestral de US$ 13.1 bilhões, contra US$ 13.0 bilhões do mesmo período do ano passado.

Não é prejuízo. Ainda é lucro, e muito lucro. Mas um ano depois, o crescimento da empresa foi praticamente anulado. Manteve os benefícios, mas não ampliou vantagem. Em anos anteriores, isso não era assim, e esse pode ser um importante sinal de alerta para Tim Cook e companhia.

Mesmo assim, como eu disse antes… eu gostaria de estar em crise lucrando US$ 13 bilhões a cada três meses…

Via SlashGear

Logitech apresenta um novo teclado Easy-Switch, e um trackpad pensados no Mac

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A Logitech adicionou no seu catálogo duas novas opções a serem consideradas por todos aqueles que usam Mac pelo mundo. Começamos pelo teclado Bluetooth Easy-Switch Keyboard, um teclado que é muito parecido com o modelo K810 para Windows 8, tanto no desenho quanto nas suas funcionalidades, uma vez que ele também permite o emparelhamento via Bluetooth com até três dispositivos diferentes, podendo alternar entre eles com apenas um pressionar de botão.

Também encontramos nesse dispositivo a mesma retroiluminação das teclas inteligentes, com sensores que reduzem ou aumentam automaticamente em função da luz ambiente, assim como quando detecta que as mãos do usuário não estão sobre o teclado.

Sobre o trackpad, ele também se assemelha bastante em design com a versão apresentada em outubro para o Windows 8, contando com uma ampla superfície onde os seus dedos poderão se mover livremente para executar múltiplos gestos de controle suportados pelo OS X. Sua recarga se realiza através de sua porta USB, e conta com uma autonomia de bateria de até um mês.

Tanto o Logitech Rechargeable Trackpad como o Bluetooth Easy-Switch Keyboard chegam no mercado norte-americano em janeiro de 2013, com preços de US$ 70 e US$ 100, respectivamente.

Via Engadget

Mac Mini (2012) também é atualizado pela Apple. Conheça todos os detalhes, em fotos oficiais

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O pequeno notável da Apple também foi atualizado. O Mac Mini, o computador compacto da gigante de Cupertino, que para muitos é considerado sinônimo de media player perfeito (por motivos diversos) recebeu uma atualização que promete oferecer o dobro de performance para os usuários com diferentes finalidades de uso.

A principal novidade do novo Mac Mini está no seu hardware renovado, que é duas vezes mais potente que o anterior. Disponível em duas opções, com chips Intel Core i5 dual-core de 2.5 GHz ou Core i7, quad-core de 2.3 GHz, contam com o auxílio da tecnologia Turbo Boost para acelerar o processo de suas atividades para até 3.6 GHz, tornando a execução dos seus programas e tarefas algo muito mais fluído e consistente.

De forma complementar, o novo Mac Mini também conta com a tecnologia Hyper-Threadiong, onde cada núcleo executa dois threads, permitindo que o Mac OS X Mountain Lion presente no equipamento execute várias tarefas ao mesmo tempo de forma mais eficiente, além de permitir um melhor controle de consumo da memória de 1.600 MHz. Na prática, ele pode ser até duas vezes mais rápido que a versão anterior, tornando mais eficiente a reprodução de conteúdos em 3D e outros elementos gráficos mais elaborados.

O novo Mac Mini conta com um chip gráfico Intel HD Graphics 4000, que nesse modelo resulta em um desempenho com até 65% a mais de píxels, com uma maior definição para vídeos e jogos. O modelo conta com duas opções de armazenamento: 500 GB (modelo com 2.5 GHz dual-core) ou 1 TB em HD com 256 GB em SSD (modelo quad-core, com 2.3 GHz core i7),  com a nova função Fusion Drive, já presente no iMac, que combina os dois diferentes tipos de discos, administrando de forma automática como o sistema vai distribuir arquivos, aplicativos e outros recursos nesse disco híbrido. Os mais usados ficam no SSD, os menos usados, no HD.

O Mac Mini conta com 4 GB de RAM DDR3 de 1.600 MHz, mas que pode ser atualizado de forma simples, bastando um simples giro na tampa protetora na parte inferior do equipamento (essa parte, felizmente, não mudou), e pode suportar até 16 GB de RAM. É compatível com as portas Thunderbolt, USB 3.0, HDMI e Gigabit Ethernet, e segue compatível com os periféricos de sua preferência, incluindo os produtos de outros fabricantes.



Preços:

– modelo com processador Intel Core i5 dual-core de 2.5 GHz, com 500 GB de HD, por US$ 599
– modelo com processador Intel Core i7 quad-core de 2.3 GHz, com 1 TB de HD + 256 GB de SSD, por US$ 799

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