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Lucros da Samsung crescem depois de 7 trimestres consecutivos de queda

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A Samsung informa que no terceiro trimestre de 2015 os seus lucros operacionais cresceram depois de 21 meses de quedas. No total, US$ 6.42 bilhões são de lucros para a Samsung no último trimestre onde a estratégia de redução de preços está funcionando, mas o verdadeiro motor são as duas divisões consideradas vitais para os coreanos.

Segundo a Samsung, houve um aumento significativo nas vendas, mas não de smartphones. Os semicondutores e as telas foram os segmentos que lideraram essa recuperação da empresa. As vendas de múltiplos componentes para outras empresas tinham como objetivo seguir crescendo depois de um grande investimento para uma nova fábrica de semicondutores.

Os smartphones só conseguiram lucros de US$ 2.1 bilhões. É um bom número, se comparado com a marca do ano passado, mas é muito menor que o alcançado no trimestre anterior. Logo, vemos que os modelos mais recentes como o Tab S2, S6 Edge+ ou Note 5 ainda não pegaram no mercado.

Além disso, temos que considerar a redução de preço dos modelos top de linha Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge, com o objetivo de impulsionar as vendas. Por outro lado, o movimento também gera a queda de lucros por unidade vendida, e os números não serviram para melhorar os resultados do trimestre anterior.

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No que resta de 2015, não esperamos melhoras nos números da divisão mobile, mas que ainda assim a concorrência terá missão complicada. A Samsung entende que a Apple os fabricantes chineses como suas principais ameaças.

Em 2016, eles esperam seguir crescendo, mesmo com um ritmo menor que nos outro anos. Com a concorrência maior e com produtos de muita qualidade, pouca diferenciação de preços e ofertas agressivas, quem sabe a expansão do Samsung Pay pode ajudar na equação?

Via Samsung

O YouTube não é capaz de gerar lucros

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Milhões e milhões de views em um vídeo não representam absolutamente nada. Ainda mais quando não se ganha dinheiro com isso. O Wall Street Journal indica que o YouTube não consegue contribuir de forma significativa com os lucros da Google.

O principal motivo para esse grande problema é que a maioria das reproduções de vídeos acontecem em páginas que estão bem distantes do serviço, reduzindo consideravelmente as visitas na página principal do YouTube. Também é dito que eles só alcançam 9% dos usuários registrados, contra 85% das visualizações de reproduções online de toda a internet. E tais dados não são tão chamativos para os anunciantes.

A esperança da Google está em oferecer outros serviços, como música por assinatura, que pode atrair novos usuários e assim poder gerar lucros. Também é especulado um formato de anúncios mais personalizados e baseados nas visitas, como por exemplo os anúncios em vídeo da Amazon, relacionados ao interesse do usuário.

Teremos que esperar para ver como tudo isso será implantado, mas tudo indica que eles vão precisar de muito tempo para colocar tudo isso em prática.

Via WSJ

Mais do mesmo: Google Play vence em downloads, App Store vence em vendas

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Um relatório da consultora App Annie volta a confirmar a tendência que vem se repetindo desde o início da batalha pelo mercado de aplicativos móveis: a loja do Google Play consegue mais downloads, mas é a Apple App Store que arrecada mais dinheiro.

De acordo com o estudo, a Google Play produziu 60% a mais de downloads que a Apple Store em 2014, mas a loja da Apple arrecadou 70% a mais. Um dado que mais uma vez reforça a prioridade que os desenvolvedores dão ao iOS, apesar de contar com uma cota de mercado muito inferior a do Android.

Um dos dados interessantes do estudo mostra que inclusive na comercialização do mesmo aplicativo, os lucros são maiores na versão iOS. Por exemplo, no jogo Monument Valley: os seus criadores revelaram recentemente que 81% dos US$ 6 milhões obtidos nas vendas do game vieram do iOS.

É igualmente interessante o fato que países como Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos geram maior volume de vendas do que os demais países combinados em 2014. Entre os países com o maior crescimento em downloads e compra de aplicativos estão os emergentes do bloco BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), que dobraram os seus ingressos por compra de aplicativos, mas tal dado não inclui as dezenas (ou centenas) de lojas de aplicativos Android que apareceram na China.

Via Re/code

Apple vende quase 75 milhões de iPhones, e quebra um novo recorde trimestral

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A Apple revelou os seus resultados financeiros correspondentes ao quarto trimestre de 2014 (encerrado em 27 de dezembro). O destaque nos números é o recorde trimestral de vendas para o iPhone, com 74.6 milhões de unidades vendidas em todo o planeta, sem especificar números dos modelos.

A Apple já havia adiantado em oportunidades anteriores que a sua última geração de smartphones estava sendo a mais bem sucedida da história em vendas. Se compararmos com as vendas do mesmo período em 2013, que alcançaram 51 milhões de unidades, o crescimento é evidente.

Em todo o planeta, o último trimestre de 2014 deu para a Apple um volume de ingressos de quase US$ 75 bilhões, um aumento de 30% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Em 2014 e nos anos anteriores, os ingressos tiveram valores crescentes, mas com saltos mais moderados.

O que quase seguia intacto desde 2012 eram os lucros, estacionados na faixa de US$ 13 bilhões. Pois bem, nesse primeiro trimestre do ano fiscal de 2015 (o último trimestre de 2014, com o período de vendas de Black Friday e Natal – é sempre bom lembrar), os lucros da gigante de Cupertino alcançaram os US$ 18 bilhões.

A China aparece como o segundo mercado mais importante para a Apple, superando toda a Europa. Ali, os analistas indicam que o iPhone foi o dispositivo mais vendido pela primeira vez em sua história.

Outros dados importantes estão relacionados aos tablets. Se no trimestre anterior a Apple vendeu um pouco mais de 12 milhões de iPads (sem lançar novos modelos), no trimestre que chegou ao fim em dezembro, foram vendidos quase 21.5 milhões de unidades dos tables. É uma queda considerável em relação ao mesmo trimestre de 2013, onde eles venderam 26 milhões de iPads no planeta.

No segmento de computadores, a Apple praticamente repete os números do trimestre anterior, com 5.5 milhões de unidades, subindo levemente em relação ao mesmo trimestre de 2013, quando venderam 4.8 milhões de computadores Mac.

Somando todos os dispositivos iOS, a Apple consegui vender mais de 100 milhões de unidades de seus produtos com esse sistema em um único trimestre. É um feito histórico. Aliás, até o presente momento, a Apple já vendeu mais de 1 bilhão de smartphones com o iOS. E sim… as vendas do iPod foram tão pequenas, que a empresa de Cupertino decidiu colocar o produto na categoria ‘outros’.

Via BusinessWire

Coerência da Samsung: se a empresa lucra menos, os seus chefes ganham menos

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Os últimos trimestres fiscais da Samsung foram decepcionantes, e mesmo mantendo sua posição dominante no mercado global de smartphones, suas vendas são afetadas por diversos fatores. Isso gera um volume financeiro menor e, por consequência, um bônus menor para seus diretores.

O Wall Street Journal revela que J.K. Shin, responsável pela divisão mobile da Samsung, obteve um bônus de US$ 630 mil no terceiro trimestre do ano. Uma montanha de dinheiro para a maioria dos mortais, mas é muito menos que os US$ 1.5 mlhão recebidos pelo terceiro trimestre de 2013.

Apesar de ser algo evidente que esses valores astronômicos não tornam Shin dignos de pena, o fato é que é interessante que uma empresa mostre ao mundo que os seus resultados ruins também afetam a cúpula diretora. A Samsung informa uma queda de 60% no lucro líquido no terceiro trimestre de 2014 em relação ao ano passado, e seus acionista registraram 14%.

A Samsung está preocupada com o caminho da sua divisão mobile, mas seguem trabalhando naquele que é chamado ‘Project Zero’ que seria o Galaxy S6. Uma aposta pesada dos coreanos para que eles possam retomar as rédeas do mercado.

Via The Wall Street Journal

Lucros da Samsung em queda brusca, e a culpa é dos smartphones

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A Samsung Electronics apresentou hoje (30) os seus resultados financeiros relativos ao terceiro trimestre de 2014, e revelou os seus lucros mais baixos dos últimos anos (segundo trimestre de 2011).

O segmetno de smartphones é o grande problema dos coreanos, e de difícil solução. Os lucros da Samsung nesse segmento nos últimos três meses ficaram em US$ 3.9 bilhões. São bons números para qualquer empresa, mas no caso dos coreanos, são quedas muito importantes em relação aos US$ 9.6 bilhões registrados no ano passado, resultando em uma queda de 60.1%.

Sobre os ingressos, a queda de 20%, ficando em US$ 45 bilhões. Apesar da Samsung não informar a quantidade de unidades vendidas, mas podemos interpretar que o problema não é tão sério nas linhas de entrada e linha média. O grande problema está na baixa margem de lucro desses produtos, já que o preço médio caiu bastante por conta da concorrência chinesa.

Não foram revelados os dados relativos aos tablets, mas sim que as vendas aumentaram no terceiro trimestre, liderados pelo bom desempenho dos modelos Galaxy Tab S e Tab 4. No segmento de telas, a demanda de LCD está compensando os gastos realizados com OLED, e as baixas vendas registradas no início da comercialização da tecnologia. Também é preciso destacar que as vendas de componentes para outros fabricantes registrou uma forte queda, com baixa demanda.

Agora, a Samsung tem concorrentes na telefonia em todos os níveis. No topo de linha, tem a Apple com os seus novos produtos, além da LG, Sony e Motorola com propostas interessantes. O Galaxy Note 4 é um ótimo dispositivo, mas parece não ser tão atraente quanto os anteriores. Porém, a concorrência maior está nos dispositivos mais acessíveis, onde marcas como Lenovo, Xiaomi e Huawei não param de roubar mercado.

Nesse momento, a Samsung encontra dificuldades para diferenciar a sua oferta dos demais concorrentes, e precisam apresentar um diferencial no quesito preço, se quer atrair alguma atenção em um mercado já saturado. O futuro da Samsung no quesito vendas parece ser incerto, mas os coreanos esperam um aumento nos lucros no quarto trimestre, por conta da demanda de novas TVs (UHD, curvados) no período do Natal. Também esperam um melhor desempenho na divisão de processadores e chips de memória.

Via Samsung

LG segue “batendo recordes”, com 14.5 milhões de smartphones vendidos nos últimos 3 meses

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Era de se esperar que o bom trabalho da LG com os seus smartphones se refletiria positivamente nos seus números. O relatório financeiro do último trimestre dos coreanos mostra que eles venderam 14.5 milhões de unidades dos seus smartphones, um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado.

Basicamente, o sucesso desse aumento se deve ao lançamento do LG G3, além dos modelos de linha média da série L. A divisão de telefonia móvel arrecadou US$ 3.5 bilhões, colocando fim à uma série de três trimestres seguidos de perdas.

O entretenimento doméstico também foi bem nas vendas, com um aumento de 3%, graças aos modelos UltraHD 4K.

Os lucros operacionais alcançaram os US$ 599 milhões. Um excelente sinal sobre como a LG deve proceder nos próximos meses.

Via LG

Google: mais ingressos, mas lucros menores

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A Google apresentou o seu relatório financeiro trimestral, relativo aos meses entre abril e junho de 2014. Se por um lado, entrou mais dinheiro na empresa (US$ 15.955 bilhões, 22% a mais do que o mesmo período do ano passado), os lucros foram menores (US$ 3.422 bilhões).

Isso aconteceu por conta dos elevados gastos da Google durante o período. Os custos dos seus programas de pesquisa recentes ou o aumento dos gastos dos seus centros de dados são os “culpados” por tal aumento. Os custos operacionais aumentaram de US$ 4.450 bilhões do mesmo trimestre de 2013 para US$ 5.580 bilhões registrados no mesmo trimestre em 2014

O buscador segue sendo a maior fonte de arrecadação da empresa, mas serviços como o YouTube e a Google Play também se destacam com suas fortes movimentações financeiras. O serviço de compras Google Shopping Express também demonstra uma boa saúde nesse aspecto, tal como as vendas de Chromebooks.

Mas nem tudo são flores. A publicidade no formato mobile não está sendo algo tão rentável para a Google como é em outros formatos, com  uma resposta dos usuários inferior do que aquelas obtidas por outros meios.

A Google também informou que Nikesh Arora, até agora diretor de negócios da empresa, abandonou o posto depois de 10 anos de serviços prestados, para ser o novo vice-presidente da Softbank. No seu lugar (de forma temporária), assume Omid Kordestani, que atuava como chefe da equipe de vendas da Google.

Via Google

Atenção, desenvolvedores: na Google Play também se ganha dinheiro!

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Um novo relatório publicado pela consultoria App Annie revela aboa saúde financeira da Google Play. A conclusão mais notável desse estudo interessa e muito aos desenvolvedores: os ingressos gerados pela loja da Google multiplicaram por 2.4 vezes, no período compreendido entre o primeiro trimestre de 2013 e o primeiro trimestre de 2014.

Mais: esse crescimento é maior que o número de downloads (1.5 vezes), e os jogos em modo Freemium são os que mais cresceram em volume financeiro na loja.

De acordo com esses dados, a loja de apps e jogos Android já conta com um catálogo de 1.5 milhão de aplicativos, onde 90% das vendas na Google Play são provenientes dos jogos. Desses ingressos, 98% pertencem aos títulos que fazem uso do modelo Freemium (onde o jogo é gratuito, e você só paga pelos complementos e elementos adicionais).

Entre os países com maior crescimento de vendas se destaca o Japão, que manteve esse crescimento médio de 2.4 vezes. Nos Estados Unidos, o crescimento foi ainda maior (2.6 vezes), mas com ganhos que foram aproximadamente a metade do Japão. Coreia do Sul (1.9 vezes), Alemanha (3.5 vezes) e Reino Unidos (2.4 vezes) completam a lista dos cinco países de maior destaque.

O estudo da App Annie mostra que a popularidade dos smartphones e tablets Android são responsáveis diretos no aumento dos ingressos financeiros que os desenvolvedores conseguem com os seus aplicativos e – principalmente – jogos Android. E o futuro parece ser bastante promissor.

Via Venture Beat, App Annie

Sony informa: o PS4 já gera lucros para a empresa

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Segundo Kaz Hirai, presidente da Sony, o PlayStation 4, lançado no final de 2013, já gera lucros para a empresa. Tal comportamento é diferente do que aconteceu no lançamento dos consoles anteriores, onde a Sony teve prejuízos nos primeiros anos de mercado dos seus videogames.

Hirai também informa que a metade dos usuários do PS4 assinam a PlayStation Plus. O novo console conseguiu até agora números de vendas melhores que aqueles alcançados pelo PS2, lançado em 2000.

No último relatório de vendas sobre o PS4 revelado em março, a Sony informou que já haviam vendido mais de sete milhões de unidades ao redor do planeta. Certamente teremos esses números atualizados na E3 2014, que acontece em junho.

Via GameSpot

Sony vai bem com as vendas do PS4 e Xperia, mas vai mal nas vendas

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Está difícil para a Sony fazer alguém acreditar em uma boa saúde financeira nos próximos meses. Nem eles acreditam nisso. Com a apresentação do seu relatório financeiro dos últimos 12 meses, fica cada vez mais evidente que a sua saúde financeira não é das melhores.

Levando em conta a venda da divisão VAIO e de PCs e as contínuas medidas para estancar as perdas, era de se esperar que o salto restante estivesse marcado com um vermelho intenso. Mesmo assim, alguns dados mostram que divisões específicas da empresa ainda se mostram minimamente rentáveis.

Falo mais especificamente do PlayStation 4 e da linha Xperia, que geraram um crescimento em vendas de 53% e 20%, respectivamente. Somando as duas divisões, foram 40 milhões de unidades vendidas ao longo de todo o ano fiscal (encerrado em 31 de março de 2014).

Por outro lado, isso não foi o suficiente para resolver os problemas econômicos da Sony, muito menos aqueles que existem a curto prazo. A Sony prevê que 2014 seguirá sendo um ano de perdas, que podem alcançar os 50 bilhões de ienes. Números positivos por parte da Sony? Apenas em 2015, mas depois de muito trabalho e uma boa dose de sorte.

Via Sony

A árdua missão de Satya Nadella: Nokia perde 326 milhões de euros antes de sua fusão com a Microsoft

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Foram revelados os resultados fiscais do primeiro trimestre da finada Nokia, e os números mostram que a divisão de dispositivos e serviços foi entregue para a Microsoft com números negativos.

O atraso dessa fusão fez com que as expectativas de fluxo de caixa dos finlandeses não fosse alcançado, e isso resultou em um prejuízo de 326 milhões de euros no último trimestre para a divisão de dispositivos e serviços. Se o acordo fosse concluído antes, com a Microsoft pagando o valor combinado, o fluxo de caixa subiria para 10.5 bilhões de euros, com lucros líquidos de 7.1 bilhões de euros.

O futuro da divisão mobile revela ser algo preocupante: esse prejuízo de mais de 300 milhões de euros, postos em perspectiva, se refletem em uma redução de 30% nas vendas líquidas (ingressos de 1.929 bilhão de euros), algo que não surpreendeu os analistas, mas que passa a ser um desafio para a Microsoft a partir de agora.

Não foram revelados detalhes das unidades vendidas por segmento, mas a Nokia explicou que a desaceleração das vendas dos dispositivos de entrada – os feature phones – não pode ser compensada pelas vendas dos Smart Devices (smartphones das linhas Asha/Lumia). Mesmo assim, eles afirmam que o mercado de smarts se comportou de forma positiva no último trimestre.

A apresentação dos resultados financeiros também serviu para apresentar o novo CEO da Nokia (aqui, leia-se Nokia que seguirá operando como empresa em si), Rajeev Suri, que foi líder da divisão de comunicações, e que agora se transforma no pilar das futuras operações dos finlandeses.

Via Nokia (atenção: arquivo em PDF)

Lucros da Rovio caem em 52% em 2013, e Angry Birds perde o fôlego

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Em 2013, a Rovio teve que olhar muito de perto o que empresas menores estavam fazendo para entender o conceito do “freemium”, um modelo de negócio que estava funcionando muito bem para a concorrência. Porém, os números mostram que eles fizeram isso tarde demais. Empresas como King (ciadora do Candy Crush) e Supercell (de Clash of Clans) conseguem obter melhores resultados financeiros que os criadores do Angry Birds.

A empresa finlandesa publicou hoje (28) seus resultados financeiros, que se destacam negativamente pela queda dos lucros. Dos 55.5 milhões de euros acumulados em 2012, eles passaram para 26.9 milhões de euros em 2013. Ou seja, uma redução de 52% nos lucros.

Nos ingressos brutos, os números se mantiveram estáveis, com 150 milhões de euros. Mas isso parece pouco comparado com os números obtidos pela Supercell (que possui apenas 100 funcionários), que anunciou ingressos de 643.5 milhões de euros durante o mesmo período.

A Rovio explica que em 2013 eles investiram em novas áreas, tanto para fortalecer a sua marca (parques temáticos, filmes de animação 3D e sua correspondente distribuição) e novos jogos que ainda serão lançados.

Via Rovio

Microsoft vende menos consoles Xbox One, mas a sua “nuvem” continua imparável

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A Microsoft anunciou os resultados do terceiro trimestre do seu ano fiscal (correspondente aos meses entre janeiro e março de 2014), onde podemos encontrar dados bem interessantes. Apesar de uma ligeira queda em relação ao mesmo período em 2013 (onde os seus ingressos foram de US$ 20.489 bilhões), seus números seguem sendo muito fortes (o registro do último trimestre foi de US$ 20.403 bilhões).

A Microsoft revelou que vendeu 2 milhões de unidades do Xbox, das quais 1.2 milhão correspondem a unidades do Xbox One (o Xbox 360 segue popular, com 800 mil unidades vendidas). No trimestre anterior, os números eram bem mais positivos (3.9 milhões de unidades do Xbox One).

Sobre o Surface, ele continua subindo posições, aos poucos. Nesse trimestre, foram US$ 500 milhões em ingressos apenas com o tablet, um aumento de 50%.

No segmento de software, a Microsoft tem boas notícias. O Office 365 Home conseguiu alcançar a marca de 1 milhão de assinaturas em apenas três meses, e o Bing cresceu mais de 18%. Se no trimestre anterior os serviços na nuvem do Office 365 e Azure já despontavam, nesse trimestre, os motivos para comemorar não faltam, com aumento de 100% dos ingressos no caso do primeiro, e de 150% para a segunda plataforma citada.

Via The Verge, Microsoft

Google ganhou muito dinheiro no último trimestre de 2013. Só não foi melhor porque a Motorola atrapalhou

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A Google novamente conseguiu montanhas de dinheiro durante um trimestre fiscal. A gigante da internet obteve ingressos de US$ 16.86 bilhões durante o quarto trimestre de 2013. Desses, US$ 3.38 bilhões se converteram em lucros, representando assim um aumento de 17% em relação aos ingressos obtidos no mesmo período de 2012, e um aumento nos lucros de 23%.

Porém, poderia ser melhor. E não foi por conta da situação da Motorola (que, em breve, deixa de ser uma empresa da Google), que mesmo com ingressos de US$ 1.24 bilhão, terminou o último trimestre de 2013 com prejuízo de US$ 384 milhões. São US$ 130 milhões de prejuízo amais que o registrado no trimestre anterior.

Se você queria explicações do porquê a Google vendeu a Motorola para a Lenovo, o parágrafo anterior é uma das explicações mais claras.

Durante a conferência que revelou os resultados financeiros, a Google revelou que está lucrando mais do que nunca no que se refere com a publicidade (venda de dispositivos, basicamente), que alcançou a marca de US$ 1.65 bilhão de ganhos durante o último trimestre. Também informou que pretende expandir a Nest a nível internacional.

Via Google

Apple quebra os recordes de vendas de iPhone e iPad no último trimestre de 2013

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A Apple apresentou os seus resultados financeiros do quarto trimestre de 2013 (ou do primeiro trimestre fiscal de 2014), que se encerrou em 28 de dezembro de 2013. E, mais uma vez, eles foram uma das empresas que melhor aproveitaram o período de vendas de Natal.

Foram vendidos nada menos que 52 milhões de iPhones (novo recorde trimestral; no mesmo período de 2013, foram 47.8 milhões), 26 milhões de iPads (outro recorde trimestral; no mesmo período de 2013, foram 22,9 milhões, e 4.8 milhões de Macs. No caso dos computadores, não são um novo recorde para a Apple, mas é um aumento em relação ao último trimestre de 2013 (4.1 milhões).

A Apple não revelou os números de unidades vendidas dos iPhones 5s e 5c, nem mesmo das unidades das versões do iPad. Também não foram reveladas as unidades de vendas dos iPods, mas tudo indica que as vendas dos players musicais da Apple devem seguir a sua sequência de quedas no volume das vendas.

No período, a Apple obteve um volume de ingressos recorde de US$ 57.6 bilhões. Os lucros líquidos ficaram na casa dos US$ 13.1 bilhões, o que não representa um crescimento muito grande em relação ao último trimestre de 2012. Mesmo assim, são lucros expressivos (qual empresa lucra tanto assim hoje?).

A Apple estima que durante o segundo trimestre do ano fiscal de 2014 (primeiro trimestre de 2014), a empresa vai receber ingressos entre US$ 42 bilhões e US$ 44 bilhões, com uma margem bruta entre 37% e 38%, ficando muito próximos dos 37.9% do último trimestre.

Via Apple

Nokia aumenta os seus lucros, mas vende menos smartphones no último trimestre

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Uma no cravo, outra na ferradura. É assim que pode ser resumido o relatório financeiro do quarto trimestre de 2013 da Nokia. No trimestre anterior, eles conseguiram resultados bem animadores. Dessa vez, temos uma boa e uma má notícia.

Segundo o relatório dos finlandeses, a Nokia obteve um lucro operacional de 408 milhões de euros, com vendas líquidas de 3.476 bilhões de euros. Esses números podem ser traduzidos como aumentos de 19% e 18% respectivamente, em relação ao terceiro trimestre de 2013.

Por outro lado, ainda ficam abaixo dos números registrados no mesmo período de 2012, onde a Nokia obteve vendas líquidas de 4.413 bilhões de euros, e lucro operacional de 670 milhões de euros. Já as vendas líquidas do Here, por sua vez, continuam em ascensão, alcançando a marca de 225 milhões de euros.

Mas, como disse no começo do post, é uma no cravo, outra na ferradura. A Nokia também registrou perdas nas vendas dos smartphones, que registram um valor negativo de 198 milhões de euros. De forma curiosa, a Nokia não quis revelar informações mais concretas sobre o assunto, incluindo a quantidade de smartphones vendidos no período. Em linhas gerais, a única coisa que os finlandeses confirmaram é que as vendas dos smartphones Lumia sofreram queda, enquanto que os terminais da linha Asha estabilizaram suas vendas.

Este é, provavelmente, o último trimestre onde os modelos da linha Asha aparecerão computados como produto próprio nos relatórios de vendas da Nokia. Resta saber como a Microsoft vai lidar com essa linha de dispositivos e com os seus respectivos números de vendas depois que a compra da Nokia for concluída. Talvez esses relatório passará por importantes reformulações, quando ele for apresentado em abril.

ATUALIZADO em 23/01/2014 @ 11h51: segundo o site The Verge, a Nokia vendeu 8.2 milhões de smartphones Lumia no último quarto de 2014 ao redor do planeta, representando assim uma ligeira queda em relação aos números de vendas registrados no trimestre anterior. Além disso, a Nokia informa que vendeu mais de 30 milhões de smartphones Lumia em 2013.

Via Nokia (em PDF)

LG registra queda nos lucros do último trimestre e recorde de vendas de smartphones

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Chegou o momento de apresentação dos resultados financeiros, e a LG registrou recordes. A fabricante sul-coreana anunciou que o seu segundo trimestre de 2013 registrou uma queda nos lucros líquidos em comparação com o mesmo período do ano passado (lucraram 156 bilhões de wons). Porém, eles registraram recordes de vendas de smartphones no período.

Foram vendidos nada menos que 12.1 milhões de smartphones, um número que não ajudou a melhorar os lucros operacionais da LG no último trimestre. E a empresa espera aumentar ainda mais essas vendas, com as linhas Optimus L II, Optimus F e o iminente lançamento do modelo G2.

Sobre os demais negócios da empresa, os televisores seguem sendo os principais produtores de dinheiro para a LG, mesmo com um menor volume de unidades vendidas em relação ao mesmo período em 2012. Em compensação, as vendas aumentaram em relação ao trimestre anterior (Q1 2013).

A LG alega que as quedas de vendas acontecem por causa de uma menor demanda e uma maior concorrência, mas afirma que hoje os esforços da empresa estão centrados no desenvolvimento da nova linha de TVs com telas Ultra HD e OLED, um mercado que vai demorar um pouco para se refletir nos resultados financeiros, levando em conta os preços desses produtos no mercado atual.

Via Engadget

Nokia relata os seus primeiros lucros depois de meio ano de prejuízos

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Parece que Stephen Elop tem finalmente motivos para voltar a sorrir. Os resultados financeiros da Nokia durante o primeiro trimestre fiscal de 2013 parecem ter colocado a empresa de novo aos trilhos. Afinal de contas, foi o primeiro trimestre que a empresa registrou lucros em seis meses.

A Nokia confirmou a informação de venda de 4.4 milhões de smartphones Lumia durante o último trimestre fiscal, o que é 50% a mais que o volume de smartphones vendidos no trimestre anterior. Este é o melhor período de vendas desde o início da parceria entre Nokia e Microsoft. Mas se os resultados de vendas de smartphones melhoraram, os 6.6 milhões de dispositivos vendidos pela fabricante finlandesa seguem registrando prejuízos em virtude principalmente da mudança de estratégia da empresa, uma vez que eles passaram a fabricar mais produtos de baixo custo e poucos modelos de linha alta.

A principal fonte de lucros da Nokia vem diretamente de sua divisão Nokia Siemens, encarregada da fabricação e implementação de diversos equipamentos de rede e telecomunicações.

No total, a Nokia obteve US$ 10.73 bilhões em vendas totais. Eliminando os gastos gerados, eles ficam com US$ 585 milhões de lucros líquidos. Esses são dados que, acreditem se quiser, são positivos, se levarmos em conta que no mesmo trimestre do ano passado, eles registraram um prejuízo total que ultrapassava a marca de US$ 1 bilhão.

Falando especificamente da venda de dispositivos por categoria, foram 15.9 milhões de unidades distribuídas no último trimestre de 2012, divididos dessa forma: 9.3 milhões de aparelhos da linha Asha, 4.4 milhões de telefones da linha Lumia, e 2.2 milhões de smartphones com o sistema Symbian. E por falar no Symbian, a Nokia aproveitou a oportunidade de anunciar que o Nokia 808 PureView foi o último smartphone da empresa a contar com o mítico sistema operacional, indicando claramente que (e dessa vez, de uma vez por todas)… o Symbian esta´oficialmente morto

Olhando para o futuro, a Nokia prevê que as perdas na divisão de dispositivos e serviços será de apenas -2%. Mais detalhes sobre os resultados financeiros da empresa serão revelados durante a junta geral da Nokia, que acontece no próximo dia 7 de maio.

Para ver o relatório financeiro da Nokia (ATENÇÃO: arquivo em PDF), clique aqui.

PSY já lucrou US$ 8 milhões no YouTube com “Gangnam Style”

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Tenho certeza que muita gente tem hoje pelo menos uma conta no YouTube, mas a grande maioria dessas contas passam totalmente desapercebidas no gigante universo que o site de vídeos mais popular do mundo possui. Um dos diferenciais do YouTube para os demais é a possibilidade de monetizar os seus vídeos, no formato de pequenos comerciais que são exibidos alguns segundos antes do vídeo escolhido ser exibido. Muito bem, agora imagine que, no caso do vídeo Gangnam Style, do sul-coreano PSY, a grande maioria das 1 bilhão de visualizações tiveram as suas propagandas vistas sem maiores problemas.

Não precisa imaginar, pois o YouTube deu uma dimensão exata do tamanho do sucesso do vídeo mais visto da história da internet. Os mais de 1 bilhão de visualizações de Gangnam Style renderam para PSY a generosa quantia de US$ 8 milhões. Por mais que muitos já suspeitam que PSY é mais um “one-hit wonder” (ou “cara de um único sucesso”) – pelo menos no mercado norte-americano, pois tudo indica que ele vai ficar em evidência por um bom tempo na Ásia -, é fato que o rapaz está lucrando e muito pelo sucesso da música com batida marcante e videoclipe esquisito.

O mais curioso é que os números apresentados pelo Google podem contrariar as últimas estimativas feitas sobre o lucro estimado de Gangnam Style dento da esfera musical. Previsões iniciais davam conta que a música só tinha lucrado US$ 7.9 milhões ao redor do planeta, incluindo os downloads no iTunes, streaming de vídeos em todas as plataformas de vídeo monetizadas e vendas de singles.

Tudo indica que essa música é mesmo um sucesso global, e muito maior do que as pessoas imaginavam. Para completar os números impressionantes, a QZ, que é quem publica esse estudo, revela que cada vez que Gangnam Style é executado no YouTube, PSY ganha US$ 65. Levando em conta que o YouTube fica com 50% desse valor, podemos dizer que o rapper (ou sua gravadora) já lucraram US$ 4 milhões, apenas com a execução do vídeo.

 

Via SlashGear